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Como economizar na compra de imóveis

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, apenas 17,3% das residências são alugadas. Em contrapartida, é cada vez mais comum encontrarmos brasileiros donos de imóveis. Esse grupo já contabiliza mais de 45 milhões de pessoas.

Ou seja, é cada vez mais comum os brasileiros que preferem investir em um imóvel próprio. Para isso, pesquisam o preço de apartamento na planta, optam por financiamentos ou então por consórcios.

Se você não tem um imóvel próprio e está pensando em maneiras de sair do aluguel, nós reunimos boas dicas de como economizar para realizar esse grande empreendimento de vida.

Planeje a compra do imóvel

O primeiro passo para conseguir economizar na compra da casa ou apartamento é planejar.

Para fazer um bom planejamento, é necessário fazer uma projeção do quanto você ganha e dos gastos mais frequentes em sua família. Reúna todas as informações, desde contas mais pequenas a gastos mais robustos.

Considere os gastos fixos, como escola dos filhos, cartão de crédito, água, luz, telefone, por exemplo. Também pense em seus gastos eventuais, como viagens, remédios, etc. Até mesmo aqueles momentos de lazer, como o happy hour e o cineminha devem ser considerados.

É a partir desse pequeno mapeamento sobre seus ganhos e gastos que você conseguirá avaliar quanto poderá pagar no imóvel e sob quais condições poderá fazer o negócio.

Estabeleça o tipo e o valor do imóvel

Tendo conhecimento do quanto você ganha e de como você anda gastando, fica mais fácil de avaliar qual o valor do imóvel que cabe no seu bolso.

Considere, para isso, o tipo de imóvel, se casa ou apartamento, se de 1 ou 2 quartos, por exemplo. Leve em conta o tamanho de sua família no presente e no futuro. Se você ainda não tem filhos, mas pretende ter, então, já os considere na escolha de seu imóvel.

Também avalie bem a região onde você pretende morar e contabilize todos os possíveis gastos.

Trace um plano de contenção de gastos

Outra boa dica para economizar na compra de um imóvel e ter um bom poder de barganha na hora de fechar o negócio é ter uma boa quantia para pagar à vista. Mas como fazer isso?

Infelizmente, para alguns objetivos maiores é mesmo indispensável cortar alguns gastos mais supérfluos. Não significa que você precisa deixar de ir ao jogo do seu time de coração ou que você só vai poder assistir a filmes do sofá de casa, através dos programas de streaming.

Mas significa sim que você deverá reduzir um pouco a frequência dessas atividades mais dispendiosas. Por isso é muito importante que você avalie todos os seus gastos. Só assim você conseguirá cortar tudo o que você realmente pode viver sem.

Invista a economia

Procure investir esse dinheiro que você está economizando. Não significa que você deve aplicá-lo em ações na bolsa de valores. Não, ao contrário. Aposte em investimentos mais tímidos e seguros como a poupança, por exemplo.

Pesquise as alternativas do mercado

Quem quer comprar um imóvel próprio tem algumas alternativas no mercado. É possível optar, por exemplo, pela compra de apartamento na planta, ou, então, pelo financiamento ou pelo consórcio. Alternativas não faltam.

Mas é muito importante pesquisar cada um. Procure saber quais oferecem as melhores condições para as suas possibilidades financeiras.

Apartamentos na planta

Os apartamentos na planta costumam ser empreendimentos mais em conta, isto é, o comprador de um imóvel na planta consegue economizar mais do que aquele que compra um apartamento já construído.

No entanto, é importante saber que esse é um negócio que possui algumas peculiaridades. Como o empreendimento ainda está sendo construído, é possível acontecer alguns atrasos, por exemplo.

Financiamento em banco

Muitos bancos oferecem opções de financiamento. Neste caso, é sempre necessário dar uma entrada de cerca de 20% do valor do imóvel. No entanto, as instituições oferecem um longo período para quitar os débitos.

Você pode ter até 30 anos para pagar o imóvel e pode usar, por exemplo, o Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço, FGTS, para investir em um empreendimento como este.

No entanto, é muito importante pensar sobre os juros, que costumam pesar mais. Alguns bancos chegam a cobrar até 9,49% de juros ao ano.

Consórcio

Outra modalidade muito utilizada por quem quer adquirir uma casa ou apartamento é o consórcio. Neste caso, a pessoa paga as parcelas do investimento e espera ser sorteada.

Pode-se dizer que esta é uma alternativa um pouco mais segura, já que não envolve juros flutuantes, como no caso do financiamento ou, então, o risco de a obra não ser entregue, por exemplo.

Agora que você já sabe algumas dicas sobre como economizar na compra de imóveis, vamos começar a empacotar tudo para a mudança?

 

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Caixa retoma financiamento Pró-Cotista e eleva limite para imóveis usados

A Caixa Econômica Federal retomou, nessa  (2) a linha de financiamento habitacional Pró-Cotista, destinada à compra de imóveis a juros baixos por trabalhadores que têm conta vinculada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Também será elevado de 50% para 70% o limite de financiamento para imóveis usados.

O valor disponibilizado para a linha este ano é de R$ 4 bilhões. No ano passado, o recurso disponível foi de R$ 6,1 bilhões. O Pró-Cotista é uma linha de crédito imobiliário mais barata com taxa de juros que variam de 8,85% ao ano a 7,85% ao ano para clientes com débito em conta ou conta salário na Caixa. A taxa só não é inferior à do programa Minha Casa, Minha Vida.

A linha Pró-Cotista havia sido suspensa em junho do ano passado após todo o recurso disponibilizado para 2017 ter sido utilizado. Foi também no ano passado que o banco reduziu para 50% do valor do imóvel usado o limite máximo de financiamento. Até então, era possível financiar 60% ou 70% do montante dependendo do tipo de linha de crédito contratada.

O financiamento pela linha Pró-Cotista pode ser contratado por trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo com o FGTS ou saldo em conta vinculada de pelo menos 10% do valor da avaliação do imóvel. Quem quiser obter o financiamento também não pode ser proprietário de imóvel no município onde mora ou trabalha, nem ter financiamento no Sistema Financeiro da Habitação em qualquer parte do país.

Agência Brasil

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Municípios recebem R$ 92 milhões referentes a imóveis da União

dinheiroO Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão informou que pagou ontem (1°) R$ 92,5 milhões a 492 municípios.

O dinheiro, depositado ontem (1º) no Fundo de Participação dos Municípios, refere-se a taxas cobradas pela ocupação e uso de imóveis da União.

O repasse, primeiro deste tipo realizado pelo governo federal, obedece a uma lei de 2015 que determina que 20% dos valores recolhidos por meio de taxas sobre imóveis da União sejam entregues aos municípios onde estão localizados os imóveis. Em todo o país, são 480 mil imóveis sujeitos a cobrança das taxas.

“A expectativa da SPU é que, em 2018, esses valores sejam maiores, já que é esperado um aumento na arrecadação das taxas”, destacou o ministério por meio de nota.

Ainda de acordo com o comunicado, o repasse poderá auxiliar municípios que enfrentam dificuldades em suas contas.

Dos R$ 92,567 milhões repassados, um quarto do valor será destinado ao estado do Rio de Janeiro, totalizando R$ 23,753 milhões a 21 municípios.

Em segundo lugar, está São Paulo, com R$ 22,846 milhões e, em terceiro, Pernambuco, que recebeu R$ 11,617 milhões.

Em 2016, o total arrecadado com receitas patrimoniais ultrapassou R$ 620 milhões. Desse total, 33,28% correspondeu à taxa de ocupação (R$ 206,379 milhões); o foro contribuiu com 23,22% (R$ 143,990 milhões); e o laudêmio, com 13,78% (R$ 85,437 milhões).

Além destes valores, as receitas patrimoniais incluem multas, alugueis, taxas de ocupação de imóveis funcionais, entre outras cobranças, que somaram R$ 184,276 milhões no ano passado.

Laudêmio, taxa de ocupação e foro

O laudêmio corresponde a 5% do valor atualizado do terreno e deve ser pago pelo ocupante quando é feita a transferência onerosa do domínio útil, ou seja, quando o ocupante “vende” o imóvel da União.

A taxa de ocupação é cobrada, anualmente, pela ocupação regular de imóvel da União. O valor é de 2%. Até 2015, existiam duas alíquotas, de 2% e de 5%, sendo 2% para as ocupações inscritas até 30 de setembro de 1988 e 5%, para as inscritas após essa data.

Já o foro é o valor cobrado pela utilização do imóvel sob regime de aforamento – paga-se pelo uso do domínio útil do imóvel, sendo que a alíquota é de 0,6% sobre o valor do domínio pleno.

Agência Brasil

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Casal é preso por fraude ao negociar imóveis de programas sociais na PB

casos de policiaUm homem de 39 anos e a mulher dele, de 32 anos, foram presos em flagrante na tarde desta quinta-feira (29). Segundo informações da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), eles são suspeitos de atuar na negociação fraudulenta de imóveis de programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, e de liderar uma associação criminosa com atuação emJoão Pessoa.

Segundo a DDF, o suspeito é ex-vice-presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em João Pessoa. A Executiva Municipal do partido informou que eles são filiados ao PT, mas que, “desde 2013, ele não vem participando da vida partidária, muito menos da instância executiva do PT, já tendo sido inclusive afastado da Direção”.

“Desta forma, conforme prevê os nossos estatutos e regulamentos, ele já estava excluído da direção local do PT por ter ficado mais de 2 anos fora de nossos quadros dirigentes. Vale ressaltar que a prisão em flagrante dos citados diz respeito a atuação, segundo a policia, fraudulenta de sua vida privada e profissional. Em nada tendo a ver com o Partido dos Trabalhadores”, diz a nota.

A Executiva Municipal ainda acrescentou que, nesta quinta-feira, está afastando sumariamente os filiados e que vai encaminhar, para a próxima reunião do Diretório Municipal, a expulsão definitiva dos quadros do PT.

O casal começou a ser investigado depois do registro das ocorrências pelas vítimas na Delegacia de Defraudações e Falsificações. Elas denunciaram as negociações criminosas de imóveis e informaram todo o esquema atribuído ao suspeito e a um outro homem, preso em flagrante pela equipe do DDF em julho. As vítimas também disseram que sofreram ameaças de morte e perseguições.

O suspeito que foi preso em julho continua recolhido no presídio do Roger. Na tarde dessa quarta-feira (28), foi realizada a primeira audiência dos processos. Os agentes de investigação receberam a informação de que quando a audiência dele foi encerrada, o homem que foi preso nesta quinta-feira ligou para duas vítimas, dando continuidade às ameaças e querendo marcar um encontro com elas, o que causou bastante preocupação à polícia e culminou com a prisão em flagrante do suspeito e da mulher dele, também suspeita de integrar a associação criminosa.

Eles foram presos em uma casa localizada no bairro de Jaguaribe na zona oeste da capital. Os dois homens são suspeitos de liderar a associação criminosa especializada na negociação de imóveis de programas sociais. Os suspeitos se apresentavam para as vítimas como funcionários da Prefeitura de João Pessoa e falavam ter acesso ao programa de financiamento. Assim, eles pediam dinheiro às pessoas para dar sequência às negociações e, depois que recebiam os valores, desapareciam deixando as vítimas com os prejuízos”, disse o delegado da DDF, Lucas Sá.

As investigações mostraram que os suspeitos vinham atuando há pelo menos quatro anos na capital. Os levantamentos também revelam que a dupla costumava portar armas de fogo alegando ser para proteção pessoal, mas também usavam para intimidar as vítimas e as testemunhas das negociações fraudulentas para que elas não denunciassem os crimes praticados por eles à Polícia Civil. Uma dessas armas, um revólver calibre 38, foi apreendida com o casal no momento da prisão. Também foram encontradas seis munições intactas com o suspeito, cinco munições na bolsa da suspeita e um veículo registrado em nome de uma pessoa que já morreu.

O casal foi autuado em flagrante pelos crimes de ameaça, porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa. As investigações da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa serão direcionadas agora para a identificação de outros membros da associação criminosa e de outras vítimas dos suspeitos, para que o prejuízo causado por eles seja devidamente reparado. Qualquer denúncia sobre o caso pode ser feitas para o telefone 197 Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social. Não precisa se identificar e todas as informações serão investigadas pela equipe da DDF.

 

G1

 

 

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Caixa anuncia novas regras e passará a financiar imóveis de até R$ 3 milhões

imoveis-milionariosA Caixa Econômica Federal vai facilitar o financiamento de imóveis pela classe média alta. Entre as medidas, que passarão a valer a partir da próxima segunda-feira, 25, está o aumento do valor máximo do imóvel a ser financiado pelo banco estatal: vai passar de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões.

 

Para unidades que valem mais de R$ 750 mil, o banco vai aumentar de 70% para 80% a parcela que pode ser financiada, por meio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). No caso dos imóveis usados, a cota que pode ser financiada subirá de 60% para 70%. Também será possível transferir para a Caixa uma parcela maior, de 50% para 70%, de empréstimos tomados em outros bancos.

 

A iniciativa de facilitar os financiamentos para a classe alta reflete, entre outras coisas, a corrida da Caixa para não perder espaço no mercado. Hoje, a instituição responde por duas de cada três operações de crédito imobiliário feitas no País. Mas, no primeiro semestre deste ano, a liberação de financiamentos ficou abaixo das expectativas, em R$ 40 bilhões. O Feirão da Casa Própria do banco também não rendeu o esperado. A meta é, até dezembro, liberar pelo menos os mesmos R$ 90 bilhões de todo o ano passado.

 

Segundo o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza, o banco decidiu melhorar as condições de financiamento para a alta renda depois de já ter feito modificações nas operações para imóveis populares. “As medidas vêm beneficiar o setor da construção, que mais gera emprego e renda, e contribuir para a retomada do crescimento do País.”

 

Também está em estudo pela Caixa a adoção de juros menores em empréstimos com entrada maior e poucas parcelas de amortização. No ano passado, o banco fez uma rodada de três aumentos nos juros do financiamento da casa própria com recurso oriundos da poupança. Neste ano, as taxas subiram em março.

 

Em fevereiro, para suprir a fuga de recursos da poupança, o conselho curador do FGTS liberou R$ 16,1 bilhões adicionais ao banco, que reforçaram a oferta de crédito. No mês seguinte, o banco, o principal financiador de imóveis do País, adotou um conjunto de ações para estimular a compra de imóveis populares. O banco voltou a financiar 70% (para clientes trabalhadores do setor privado) e 80% (funcionalismo público) de um imóvel usado, menos de um ano após ter reduzido a parcela a 50%. A instituição também voltou com a linha para financiar o segundo imóvel, suspensa desde agosto de 2015.

 

A Caixa injetou perto de R$ 7 bilhões na linha pró-cotista, que permite a trabalhadores com conta ativa no fundo financiarem 85% do valor de imóveis novos e usados de até R$ 750 mil. O banco também foi autorizado a captar até R$ 6,7 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que podem ser destinados a imóveis que se enquadrem nas condições de financiamentos com recursos da poupança. Dentro dos R$ 7 bilhões direcionados para a linha pró-cotista, a Caixa redirecionará R$ 1,7 bilhão para novos contratos para moradias entre R$ 225 mil e R$ 500 mil. No final de abril, o banco começou a restringir financiamentos com esse perfil por falta de recursos.

 

Setor

 

Para o vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Renato Ventura, essas condições mais favoráveis trazem uma dinâmica nova ao mercado. “Medidas como essas contribuem para que a recuperação do setor possa ocorrer de forma mais rápida, mas ainda vemos o cenário bastante adverso”, afirmou.

 

Para José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), mais crédito para o público de alta renda é importante, mas o efeito deve ser limitado no setor. “Não muda muito, mas dá uma ajudinha”, disse. As informações são do jornal

Estadão

 

 

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Com dívida maior que R$ 2,8 trilhões, governo federal vai leiloar mais imóveis na PB

Prédio leiloado fica no Centro de João Pessoa
Prédio leiloado fica no Centro de João Pessoa

O governo federal aumentou, nesta segunda-feira (25), a quantidade de imóveis e terrenos pertencentes à União que vão a leilão. Na Paraíba, mais seis propriedades serão leiloadas, todas na Grande João Pessoa. A venda das unidades vai servir para que o governo tente arrecadar dinheiro, evitando despesas em momento de crise, já que a dívida pública passa dos R$ 2,8 trilhões.

Em João Pessoa, a União vai colocar em leilão uma casa na Rua Treze de Maio; um imóvel na Avenida Presidente José Linhares, no bairro do Bessa; um terreno no loteamento Jardim América; e um imóvel na Avenida Cruz das Armas.

Já em Cabedelo, na Grande João Pessoa, o governo federal vai leiloar um terreno na Rua Carolino Cardoso e um outro terreno, desta vez no Condomínio Alphaville.

As unidades incluídas no leilão se juntam a outros onze imóveis e terrenos, do governo federal no Estado, que também vão ser leiloados.

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O governo divulgou nesta segunda que o estoque da Dívida Pública Federal (DPF) subiu 2,38% em março, quando atingiu R$ 2,886 trilhões.

O leilão é de responsabilidade da Caixa Econômica Federal que vai divulgar editais do leilão em um prazo de até 180 dias.

 

 

portalcorreio

Governo Federal coloca imóveis à venda em João Pessoa e Queimadas

Diario-OficialO Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (19) traz uma lista do Ministério do Planejamento com 239 imóveis da União que serão postos à venda como parte das ações para reforçar o caixa do Governo Federal. Dentre eles, quatro imóveis ficam na Paraíba, 61 no Distrito Federal, 58 em Minas Gerais e o restante, em outros 20 estados.

Na Paraíba, três imóveis estão localizados em João Pessoa e o outro no município de Queimadas. Na Capital, um imóvel fica na Avenida General Osório, Centro, Nº 280 , onde funciona serviços de saúde.

Os outros imóveis à venda também são na General Osório e estão localizados Nº 415: um é o 4º pavimento – Ed. Banco Real e o outro o 5º pavimento.

Este é o primeiro lote apresentado pelo governo neste ano, que planeja divulgar novas unidades bimestralmente. Segundo o Ministério do Planejamento, as primeiras vendas serão possíveis em 45 dias.

De acordo a Agência Estado, depois de uma tentativa fracassada de vender 20 imóveis por licitação no ano passado, agora todo o procedimento – desde a avaliação de preços até a concessão de financiamentos – ficará por conta da Caixa Econômica Federal.

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A relação dos imóveis consta de portaria. O documento determina que a venda será feita por meio de licitação, na modalidade concorrência, e destaca que a medida segue as “novas diretrizes do governo federal para a redução de despesas e racionalização de gastos”.

Click PB

Caixa fecha cerco a inadimplentes do Minha Casa e imóveis serão retomados

minha casaO governo federal decidiu retomar os imóveis dos beneficiários mais carentes do programa Minha Casa Minha Vida que estão inadimplentes há mais de três meses. A Caixa Econômica Federal apertou a cobrança das prestações que estão atrasadas. Passou a ligar e a enviar SMS para os beneficiários logo após os primeiros dias de vencimento.

A mudança de postura em relação aos calotes da chamada faixa 1 do programa – famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil – se deve a dois fatores: o agravamento da crise, que não permite ao governo ser leniente com a inadimplência em momento de frustração de recursos, e o temor da fiscalização dos órgãos de controle, já que até 95% desses imóveis são bancados com dinheiro público.

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A inadimplência do faixa 1 fechou o primeiro semestre deste ano em 22%, dez vezes superior aos atrasos dos financiamentos imobiliários tradicionais. O nível é também destoante das operações das outras duas faixas de renda do Minha Casa: a parcela de atrasos acima de 90 dias nessas faixas está por volta de 2%. Os dados foram repassados pelo Ministério das Cidades. Segundo o governo, um quarto dos contratos do MCMV faixa 1 está há mais de 90 dias em atraso. De acordo com as regras do programa, as prestações para as famílias da faixa 1 não podem ultrapassar 5% da renda do beneficiário, com valor mínimo de R$ 25 pagos pelo período de dez anos.

O primeiro passo para retomar os imóveis dessas famílias foi dado no fim do ano passado pela presidente Dilma Rousseff. Ela modificou uma lei para determinar que os imóveis tomados devem ter um tratamento diferenciado. Em vez levar a leilão, como costuma acontecer nos financiamentos imobiliários, a Caixa tem de reincluir o imóvel no programa, para ser direcionado a outro beneficiário que está na lista de espera do Minha Casa.

A alteração na lei evita que o imóvel retomado seja comprado por uma família com renda superior à dos beneficiários do programa, o que seria uma desvirtuação do programa. Essas casas ou apartamentos têm um tratamento tributário diferenciado, ou seja, são construídos com menos impostos.

Na época, o Ministério das Cidades informou que o programa não tinha objetivo de retomar os imóveis no caso de inadimplência, mas ajudar as famílias a superar as dificuldades financeiras e colocar as prestações em dia. Ressaltou o fato de que a faixa 1 do Minha Casa não era um financiamento como outro qualquer, mas uma política social para reduzir o déficit habitacional.

O discurso, porém, mudou. O Ministério das Cidades informou agora que adotará o que diz a lei para os casos de inadimplência, ou seja, entregar o imóvel para outra família. “Hoje, o Ministério das Cidades e o agente operador do programa estão discutindo a forma de implementação da lei”, informou.

“Tolerar a inadimplência como ocorreu até pouco tempo é inadmissível. O imóvel é bancado com dinheiro da sociedade. Não consigo entender por que não tomaram essa decisão antes”, diz Flávio Prando, vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP, o sindicato de empresas do setor em São Paulo. Ele considera que as condições são “exageradamente favoráveis” para o calote e que falta uma qualificação mais precisa das condições financeiras das famílias.

Para Lauro Gonzalez, coordenador do centro de estudos de microfinanças e inclusão financeira da FGV, parte considerável dos beneficiários do programa poderia pagar uma prestação superior à de 5% da renda. Ele defende que o caminho seria uma espécie de microcrédito orientado para essas famílias, com análise do potencial de pagamento de cada uma. “Isso diminuiria a inadimplência e o subsídio empregado no programa”, diz.

Cerca de 4 milhões de unidades foram contratadas nas duas primeiras fases do Minha Casa
Cerca de 4 milhões de unidades foram contratadas nas duas primeiras fases do Minha Casa

 

Estadão

Em meio à crise, procura por consórcios de imóveis cresce mais de 50% em 7 meses

EconomiaDe janeiro a julho deste ano, foram vendidas 135,9 mil novas cotas do consórcio de imóveis, o que significa avanço de 50,3% sobre os negócios nessa modalidade em igual período do ano passado. Incluindo todos os bens vendidos por meio de consórcios, a procura aumentou 5,4%.

Além do aquecimento de consórcios na área de imóveis, houve alta de 17% nas adesões referentes a veículos leves (automóveis, caminhonetes e utilitários) com um total de 551,5 mil cotas comercializadas. Já no segmento de veículos pesados (caminhões, ônibus, tratores, implementos agrícolas e rodoviários), as vendas subiram 11% com a entrada de 25,5 mil novos participantes.

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Os dados são da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac). Segundo a entidade, em todo o sistema de consórcios, as adesões nos sete primeiros meses do ano somaram 1,36 milhão consorciados, elevando o total de participantes, em julho, para 7,15 milhões, número 4,4% superior ao mesmo mês em 2014. Foram registradas 830,4 mil cotas contempladas, correspondente a alta de 7,5%. Houve um volume de crédito comercializado de R$ 23,8 bilhões, 12,3% acima do mesmo período do ano passado.

O avanço observado no setor, em meio à crise econômica do país, decorre do planejamento que passou a ser adotado pelo consumidor. Segundo o presidente da Abac, Paulo Roberto Rossi, o consumidor passou a planejar o acesso a bens, deixando de lado as compras por impulso.

“Mesmo em meio a um momento econômico difícil, o consumidor tem redobrado sua atenção nos comprometimentos financeiros de médio e longo prazos: muitos optaram por auto-financiamento, custos mais baixos e planejamento financeiro”, disse Paulo Rossi.

 

 

Agência Brasil

Justiça Federal vai leiloar imóveis e automóveis na Paraíba

justicaA Justiça Federal da Paraíba em conjunto com o leiloeiro oficial Leandro P. Ferreira realizam leilão presencial, eletrônico e videoconferência no dia 26 de maio de 2015, a partir das 09:00 horas, na Justiça Federal de João Pessoa e com lances online de qualquer lugar do país, pelo sitewww.leiloesjudiciais.com.br/pb.

Participarão também por meio de videoconferência as cidades de Campina Grande, Guarabira, Sousa e Patos. Confira no site local para a participação em cada uma das cidades.

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No evento serão leiloados imóveis em Campina Grande e Serraria, veículos e outros bens. Interessados podem obter informações mais detalhadas pelo sitewww.leiloesjudiciais.com.br/pbou então pelo 0800-707-9272.

MaisPB