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Secretária de Turismo de Serraria é notificada por acúmulo de cargos

A edição deste sábado (27) do Diário Oficial do Estado da Paraíba trouxe a notificação para seis funcionários públicos identificados acumulando cargos de forma indevida. A Comissão Estadual de Acumulação de Cargos (CEAC) notificou os servidores e deu o prazo de cinco dias para apresentar opção por um dos vínculos.

Dentre os notificados está Chaline Carvalho Araujo de Lima Santos, que atua como secretária de Turismo, Comunicação e Eventos junto à Prefeitura de Serraria. Além disso ela também mantém o cargo de prestadora de serviço com lotação na Secretaria de Estado da Educação.

Também foi notificada Francisca Tereza Correia da Silva que acumula os cargos de psicóloga educacional na Secretaria de Estado da Educação e na Prefeitura de Campina Grande. Além disso, ela também possui vínculo de aposentada junto ao Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Campina Grande.

Já Cleia de Andrade de Oliveira foi identificada no cargo de professora junto à Prefeitura de São José de Piranhas. Ela também tem vínculo na PBPrev Pessoal Inativo como técnica de nível médio.

Cleide Souza de Oliveira estaria acumulado de forma ilícita o cargo de diretora escolar comissionada na Secretaria de Estado da Educação e o cargo de professora na Prefeitura de Maturéia.

Outro professor identificado entre os acumuladores é Franciclaudio Gomes de Araújo, que teria vínculos na Secretaria de Estado da Educação, Prefeitura de João Pessoa e Prefeitura de Campina Grande.

A última notificação por acúmulo de cargos foi feita para Lucinei Cavalcanti que ocupa o cargo de professo substituto na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e como prestador de serviço na Secretaria de Estado da Educação.

 

clickpb

 

 

A cada hora, três pessoas morrem ou são mutiladas pelo tráfico ilícito de órgãos

orgãosPelo menos três pessoas são mutiladas ou assassinadas a cada hora em todo o mundo por causa do tráfico de órgãos, que consiste na venda ilícita de partes do corpo para pessoas que precisam de um transplante, segundo números estimados pela Organização Mundial de Saúde.

De acordo com a OMS, atualmente os transplantes cobrem apenas 10% da demanda global de órgãos, pelo qual, uma de cada 10 intervenções deste tipo se baseia no comércio ilegal de partes do corpo, onde o mais vendido é o rim.

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A maioria das vítimas é homem de aproximadamente 30 anos de idade –provenientes de países como Índia, China, Romênia, Paquistão, Brasil e Turquia- e com renda anual abaixo de 500 dólares.

Em alguns casos, a venda do órgão é voluntária: deste modo o doador busca melhorar sua situação financeira. Segundo indicou a organização Organs Watch, um hindu pode receber cerca de mil dólares no mercado negro pelo seu rim; um romeno, dois mil e 700 dólares; um turco, até 10 mil dólares. Os clientes, por sua vez, pagam aos “mediadores” até 200 mil dólares.

Porém, os especialistas destacam que em muitos casos os transplantes se realizam sem o consentimento dos doadores. Os agenciadores adotam crianças para vendê-las logo, sequestram famílias e inclusive, aldeias inteiras oferecendo-lhes, por exemplo, um suposto trabalho no exterior.

Outro método é aliciar pessoas de poucos recursos em negócios fraudulentos ou emprestar-lhes dinheiro para logo ameaçá-los de levar o problema da dívida a juízo caso não entreguem seu rim ou seu bebê recém-nascido.

Diante da situação, a OMS planeja criar uma rede global de transplantes. Esta organização deverá dedicar-se a vigiar a origem dos órgãos doados, supervisionar as respectivas legislações em âmbito mundial e garantir o intercâmbio de órgãos doados entre os diferentes países do mundo sempre que seja necessário.

A notícia é de TeleSUR

Ouvidora da PM-PB confirma indícios de enriquecimento ilícito de oficiais

Para Valdênia, investigação não trará nenhum resultado, pois é feita por indicados do comando

 

Valdenia A ouvidora da Polícia Militar, Valdênia Lanfranch, declarou na tarde dessa quinta-feira (7) que denúncia recebidas apontam para indícios de enriquecimento de ilícitos de oficiais na Paraíba. Em entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, a advogada afirmou que já recebeu denúncias nesse sentido.

Valdênia Lanfranch contou que pediu a abertura de uma auditoria para poder investigar o caso e encaminhou ofício ao Ministério Público da Paraíba para acompanhar também o caso.

De acordo com Valdênia, o pedido de colaboração ao MP se deu o instante em que se descobriu que a auditoria para investigar os oficiais seria comandada por pessoas indicadas pelo próprio comando e, portanto, não haveria nenhuma isenção na investigação.

“Então existem muitas denúncias nessa natureza. A ouvidoria está monitorando isto. O Ministério Público está acompanhando com muito rigor. Agora o meu receio é que as pessoas que estão envolvidas nos grupos façam parte das investigações elas podem macular e dificultar”, declarou.

Fonte: Roberto Targino – MaisPB