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Prorrogada as inscrições para o 6º Prêmio Educar para a Igualdade Racial

As inscrições para a 6ª edição do Prêmio Educar para a Igualdade Racial podem ser realizadas até o dia 18 de junho pelo site do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT). Podem participar professoras (es) e instituições públicas e privadas da Educação Infantil ao Ensino Médio que apliquem práticas pedagógicas ou de gestão escolar com o objetivo de promover a igualdade racial.

A premiação é dividida em duas categorias: professor e gestão escolar. A primeira mapeia e dá visibilidade às boas práticas escolares desenvolvidas por professores. A segunda incentiva iniciativas planejadas e executadas diretamente pela gestão escolar. As escolas premiadas são beneficiadas com plano de acompanhamento para estimular e potencializar a institucionalização das práticas.

Desde sua primeira edição, em 2002, a iniciativa ocupa papel importante entre as ações da sociedade civil comprometidas com a construção de uma educação igualitária e de qualidade social. Ao longo desse tempo foram catalogadas quase 2 mil práticas pedagógicas com essas características em todos os estados brasileiros e níveis educacionais, exceto o superior.

O objetivo é continuar valorizando o protagonismo dos (as) educadores (as), fortalecendo a institucionalização das ações educacionais e contribuindo para a efetiva implementação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e das diretrizes curriculares que se ocupam do tema. O prêmio é uma iniciativa do Centro Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) em parceria com o Banco Santander no Brasil, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República/SEPPIR.

Sobre o CEERT

O Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), fundado em 1990, é uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos. Sua missão é combinar produção de conhecimento com programas de treinamento e intervenção comprometidos com a promoção da igualdade de oportunidades e de tratamento e a superação do racismo, da discriminação racial e de todas as formas de discriminação e intolerância. A ONG desenvolve projetos nas áreas de diversidade no trabalho, educação, Direito, acesso à Justiça, políticas públicas, saúde e liberdade de crença. Além de prestar consultorias a empresas, prefeituras e órgãos públicos interessados em implantar políticas de valorização da diversidade e de promoção da igualdade racial.

Mais informações: no site do Centro Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) ou pelo telefone (11) 3804-0320.

Fonte: CEERT

Seminário “Movimento sindical paraibano na promoção da igualdade racial”


         Desde o fim da escravização de mulheres e de homens africanos no Brasil que o mercado de trabalho nacional retrata uma desigualdade nas relações étnico-raciais das mais injustas e aviltantes para trabalhadoras e trabalhadores afrodescendentes.

Na Paraíba, com sua peculiaridade na negação da contribuição dos contingentes negros na formação de sua sociedade, o racismo e a desigualdade racial nas relações do mundo do trabalho são elementos que têm um impacto direto na distribuição de renda e de oportunidades para a classe trabalhadora.

Pensando nessa conjuntura é que o Fórum Paraibano de Promoção da Igualdade Racial (FOPPIR) e a Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB) se unem para realizar esse Seminário Movimento Sindical Paraibano na Promoção da Igualdade Racial.

A ideia central é reabrir a discussão étnico-racial com as lideranças do movimento sindical local, na perspectiva de empoderar os sindicalistas do campo cutista para as discussões contemporâneas sobre os efeitos do racismo institucional, das discriminações raciais e da desigualdade étnico-racial na vida cotidiana de milhares de trabalhadoras e trabalhadores paraibanos.

O seminário acontece na terça-feira, dia 22, das 8 horas às 17h30, no auditório do SINTTEL, e pretende oferecer um panorama da presença negra e afroparaibana nos diversos setores produtivos, entendendo o sistema capitalista como um mecanismo explorador da mão-de-obra humana indiferente às peculiaridades socioculturais de cada comunidade. O evento deve discutir ainda a criação de estruturas sindicais que contemplem a questão raça-cor, entendendo a gestão sindical também como campo de disputa hegemônica étnico-racial importante para o exercício igualitário dos poderes simbólicos, cognitivos e econômicos, no seio da própria classe trabalhadora.

A iniciativa visa também à identificação e o empoderamento de antigas e novas lideranças negras dentro do movimento sindical paraibano.

Rua Rodrigues de Aquino, nº 290 – Centro – João Pessoa (PB)
Informações e inscrições: (83) 3221. 8545 / 9674.4455 / 9665.0161
email: cutpb@terra.com.br

 

Veja a programação.

 

8 horas – Acolhimento, apresentações de cultura afro.

9h – Abertura e formação de mesa de abertura (representações oficiais e dos movimentos sociais negros)

9h30 – Painel “A importância da atuação conjunta CUT/Movimentos sociais contra o racismo” – Hakon Jacinto, Secretaria Nacional de Combate ao racismo (CUT-SP)

Mediadora: Fátima Solange (FOPPIR/CEPIR-PB)

 

10h10 – Debates

 

10h40 – Painel “Promoção da igualdade racial na PB: Panorama e perspectivas do movimento sindical”

Idevaldo Barbosa (SINDSPREV/)

Hamurabi Duarte (CUT-PB)

Mediadora: Alexandra Camilo (FOPPIR)

 

Debates

 

12h – Almoço

 

14h – Painel “Trabalhadoras/es negras/os no mercado de trabalho paraibano”

Renato Silva de Assis (DIEESE-PB)

Mediador: Dalmo Oliveira (FOPPIR)

 

Debates

 

15h40 – Sistematização

Mediação: Representante da Escola Nordeste de Formação da CUT

Leitura do documento de compromisso da CUT-PB com a promoção da IR.

 

18h – Confraternização de encerramento
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Serviço
 Seminário“Movimento sindical paraibano na promoção da igualdade racial”
dia 22, das 8 horas às 17h30, no auditório do SINTTEL

 

Boas práticas de educação e gestão escolar para a igualdade racial serão premiadas

 

O prêmio incentiva educadores de todo o Brasil a adotarem programas e ações voltados para a valorização
da diversidade e da promoção da igualdade racial

Estão abertas até 31 de maio as inscrições para a 6ª edição do Prêmio Educar para a Igualdade Racial. Podem participar professoras (es) e instituições públicas e privadas da Educação Infantil ao Ensino Médio que apliquem práticas pedagógicas ou de gestão escolar com o objetivo de promover a igualdade racial. As inscrições devem ser feitas pelo site do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT).
A premiação é dividida em duas categorias: professor e gestão escolar. A primeira mapeia e dá visibilidade às boas práticas escolares desenvolvidas por professores. A segunda incentiva iniciativas planejadas e executadas diretamente pela gestão escolar. As escolas premiadas são beneficiadas com plano de acompanhamento para estimular e potencializar a institucionalização das práticas.
Desde sua primeira edição, em 2002, a iniciativa ocupa papel importante entre as ações da sociedade civil comprometidas com a construção de uma educação igualitária e de qualidade social. Ao longo desse tempo foram catalogadas quase 2 mil práticas pedagógicas com essas características em todos os estados brasileiros e níveis educacionais, exceto o superior.
O objetivo é continuar valorizando o protagonismo dos (as) educadores(as), fortalecendo a institucionalização das ações educacionais e contribuindo para a efetiva implementação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e das diretrizes curriculares que se ocupam do tema. O prêmio é uma iniciativa do CEERT em parceria com o Banco Santander no Brasil, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República/SEPPIR.
Escolas mais participantes
Cada vez mais a iniciativa ganha perfil nacional: Sul e Sudeste concentravam 72% das inscrições. Ao longo do tempo, as inscrições se distribuíram pelo país. Na última edição, ambas as regiões concentraram 51% das inscrições, e o Nordeste teve uma significativa ampliação, atingindo o segundo maior percentual ( 29%).
  • Ano a ano cresce o número de práticas inscritas no âmbito nacional: 1ª edição (210); 2ª edição (314); 3ª (393); 5ª (785). A 4ª edição foi realizada apenas no estado de São Paulo.
  • A 5ª edição foi a que apresentou mais projetos voltados à Educação Infantil, totalizando 47%, contra 16,4% da edição anterior.
  • A expressiva participação de educadores (as) brancos (as) na implementação das práticas (37%) indica que o tema vem sendo considerado como algo de responsabilidade de todas as pessoas e não apenas de negros ou indígenas.
  • A cada cinco iniciativas, quatro resultaram da ação das mulheres.
  • 75% das escolas apontam a promoção/valorização da diversidade étnico-racial, com ênfase na temática africana e afrodescendente, como objetivo ainda a ser alcançado.
Sobre o CEERT
O Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), fundado em 1990, é uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos. Sua missão é combinar produção de conhecimento com programas de treinamento e intervenção comprometidos com a promoção da igualdade de oportunidades e de tratamento e a superação do racismo, da discriminação racial e de todas as formas de discriminação e intolerância. A ONG desenvolve projetos nas áreas de diversidade no trabalho, educação, Direito, acesso à Justiça, políticas públicas, saúde e liberdade de crença. Além de prestar consultorias a empresas, prefeituras e órgãos públicos interessados em implantar políticas de valorização da diversidade e de promoção da igualdade racial. Mais informações no site do CEERT ou pelo telefone (11) 3804-0320.

Fonte: CEERT
Focando a Notícia

Dilma cobra de Obama relações de igualdade com os EUA

 

A presidente Dilma Rousseff disse nesse sábado (14) ao governante americano, Barack Obama, que as alianças entre a América Latina e os Estados Unidos devem ser em pé de igualdade e defendeu os processos de integração regionais.

“Alianças de igualdade”, afirmou Dilma ao lembrar que, “no passado, as relações assimétricas entre norte e sul foram responsáveis por muitos acordos negativos”.

Dilma se expressou assim durante uma conversa pública com Obama e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, durante o encerramento do Fórum Empresarial prévio à inauguração neste sábado da 6ª Cúpula das Américas, em Cartagena de Indias.

“Ninguém produz conhecimento, ciência, educação de qualidade se um for superior ao outro (…) todos sabemos que não existe diálogo entre pessoas e países desiguais, só existe cooperação se nos colocarmos como países que dependemos uns dos outros para fazer este mundo mais próspero”, ressaltou a presidente.

Em um dos atos mais esperado deste fórum, que reúne mais de 700 empresários na busca de fórmulas para reduzir o problema da desigualdade social no continente, Dilma reconheceu, no entanto, o importante papel dos Estados Unidos.

“Temos que reconhecer a importância da economia dos Estados Unidos, que possui importantes características neste mundo multipolar que está surgindo: uma imensa flexibilidade, uma enorme liderança em ciência, tecnologia e inovação, e suas raízes democráticas”, disse Dilma ao ressaltar “o importante papel que a economia americana segue desempenhando na América Latina”.

A presidente do Brasil, cuja economia já é a sexta do mundo, respondeu perguntas sobre crescimento econômico e se orgulhou ao falar “da virtuosa expansão do mercado interno brasileiro”, além de ressaltar o importante papel do país em integrar a região em seu conjunto.

“Temos que trabalhar na integração de nossos países e nossas economias”, indicou Dilma ao mencionar os países latino-americanos e expressar seu otimismo “em direção às relações no hemisfério”.

Entre os aplausos do público, a presidente citou especialmente as conquistas obtidas no seio de organismos regionais, como a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC), a União Sul-Americana de Nações (Unasul), o Mercosul e o G20.

Segundo Dilma, estes fóruns permitem “articular processos de apoio e financiamento para os setores produtivos” dos países da América Latina e o Caribe.

Fonte: Uol Notícias
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