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Trauma aponta aumento do número de quedas de idosos na PB

Aproximadamente 30% das pessoas com mais de 65 anos de idade caem pelo menos uma vez por ano. Depois dos 80 anos de idade, essa porcentagem pode chegar a 50%, é o que informa a Dra. Kelem de Negreiros Cabral, geriatra no Hospital Sírio-Libanês. “As quedas são um sinal de que algo que não está bem na saúde do idoso”, afirma a médica. Assim também pensa a geriatra e reumatologista paraibana Maristé Mendes Rocha, que lembrou levantamento feito pelo Hospital de Trauma de João Pessoa mostra que entre 2018 e 2019 aumentou o número de quedas sofridas por idosos e crianças. Em 2018 na Paraíba foram atendidos 12.786 pessoas e no ano passado 13.186, um aumento de aproximadamente 1.100 casos sendo a maioria relacionada a pessoas idosas.

Segundo Maristé Mendes Rocha, o risco de quedas em pessoas idosas é grande e isso se dá por alguns motivos, como por exemplo, doenças próprias da idade e também por redução da mobilidade. Neste início de ano, os números ainda não foram divulgados.

A médica paraibana informou que essas quedas podem causar problemas não só físicos, mas também psicológicos. Por isso, é preciso prevenir para que as quedas e suas consequências não ocorram. Dados do Ministério da Saúde apontam que um terço dos idosos brasileiros sofre uma queda a cada ano.

A principal recomendação quando se trata de prevenção de queda em idosos é o incentivo à atividade física. “Quando o idoso se exercita, ele fortalece a musculatura, lubrifica as articulações e melhora o equilíbrio. Por isso, o sedentarismo tem que ser banido e as atividades físicas, específicas para a condição de saúde dele, têm que ser feitas”, disse Maristé.

Quais as causas das quedas dos idosos?

Entre as principais causas de quedas na terceira idade, estão os fatores relacionados ao envelhecimento, como diminuição da visão, fraqueza na musculatura e alterações no equilíbrio.

Outros problemas que também podem causar quedas nos idosos são:

  • Doenças que afetam o sistema motor, como Parkinson, esclerose múltipla, hidrocefalia, artrose no joelho e neuropatia diabética – um tipo de dano do nervo que pode ocorrer quando há diabetes.
  • Sequelas físicas relacionadas ao acidente vascular cerebral (AVC).
  • Problemas na visão como catarata.
  • Consumo de bebidas alcoólicas.
  • Uso de medicamentos, como sedativos, hipnóticos e ansiolíticos.
  • No geral, há mais registro de quedas entre as mulheres do que os homens na terceira idade. Ainda não se sabe exatamente o motivo dessa diferença, mas segundo explica Dra. Kelem, com o envelhecimento, as mulheres tendem a acumular mais doenças que podem aumentar o risco de cair, como artrose e diabetes.

Como prevenir as quedas nos idosos?

Idosos que já tiveram alguma queda ou que têm algum dos fatores de risco citados acima devem passar por uma consulta com um médico geriatra. Esse profissional irá avaliar as condições clínicas de cada paciente, podendo analisar eventuais ajustes nas medicações e propor exercícios físicos de fortalecimento.

Segundo o Ministério da Saúde, treinamentos específicos para equilíbrio, como aulas de tai chi chuan, podem reduzir em até 37% as quedas na terceira idade.

O médico geriatra pode também propor intervenções que ajudam a reduzir a gravidade das quedas, como suplementos orais de vitamina D e cálcio para prevenção da osteoporose.

Dicas importantes para prevenir as quedas na terceira idade

  • Elimine tudo aquilo que possa ser obstáculo ou provocar escorregões dentro de casa, como fios, tapetes e outros objetos.
  • Instale suportes, corrimãos e outros acessórios de segurança no banheiro, na sala, nos corredores e no quarto.
  • Use sapatos com sola antiderrapante; nunca ande só de meias e substitua os chinelos que estão deformados ou frouxos.
  • Instale iluminação ao longo do caminho da casa, principalmente para chegar até o banheiro.
  • Os armários devem ter portas leves e maçanetas grandes para facilitar a abertura, e as roupas mais usadas devem ficar em lugares de fácil acesso.
  • Evite o consumo de bebidas alcoólicas.
  • Tome os medicamentos sempre no horário correto e informe o médico no caso de algum efeito colateral.

 

pbagora

 

 

Idosos são amarrados por bandidos durante roubo avaliado em quase R$ 30 mil em Bananeiras, PB

Um aposentado, de 66 anos e um agricultor, de 60 anos foram vítimas de um roubo na manhã desta segunda-feira (18) no Sítio Barreira, Zona Rural de Bananeiras, no Brejo Paraibano. De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu ás 09h.

Três indivíduos armados de revólver entraram na residência de propriedade do aposentado e anunciaram o assalto. Os idosos foram amarrados pelos criminosos e passaram momentos de pânico durante a ação criminosa.

Os assaltantes subtraíram os seguintes objetos; 01 (um) veículo Chevrolet Meriva Maxx, cor bege, ano 2006/2007, placa MNM-5317/PB; 01(uma) motocicleta Honda Bros NXR, cor preta, ano 2010, placa MOO-2563/PB; 01(uma) TV LED 32 polegadas; 01(uma) bateria automotiva; 01(um) revólver Taurus e a quantia de R$ 1.550,00 reais.

Após o roubo os meliantes tomaram destino ignorado e em seguida as vítimas foram desamarradas pelos parentes. Uma Guarnição da Polícia Militar esteve no local, orientou as vítimas a comparecer a Delegacia de Polícia para realizar o Boletim de Ocorrência (B.O).

Rondas foram realizadas no intuito de capturar os meliantes porém, até ás 08h desta terça-feira (19) não foram localizados.

Redação e Créditos | Blog do Pedro Júnior

 

 

Os benefícios da dança para os idosos

A atividade proporciona bem-estar físico e psicológico,
para um envelhecimento saudável

Desde 2012 a população brasileira acima de 60 anos vem crescendo. Hoje, o número de idosos no país supera a marca de 30 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada pelo IBGE. Com o aumento da expectativa de vida, também ocorre a preocupação em envelhecer de forma saudável e, para isso, muito se deve a prática de atividade física.

“É importante que o idoso faça exercícios ao menos duas vezes por semana, pois nessa fase da vida o corpo funciona de maneira diferente: o sistema cardiovascular tem sua capacidade diminuída, os movimentos vão perdendo a agilidade e precisão, as articulações perdem a elasticidade, os ossos ficam mais fracos e, com a diminuição de massa muscular, aumenta o risco de lesões”, explica Ludmilla Marzano, especialista de Zumba®, que completa: “as aulas de Zumba Gold® são uma adaptação da aula tradicional com foco nesse público e tem o objetivo de trabalhar o equilíbrio, amplitude de movimento e coordenação”.

Além de questões fisiológicas, a prática contribui para uma boa saúde emocional, prevenindo ou auxiliando no tratamento de depressão, que é comum nessa idade. Por isso, a dança é uma modalidade muito indicada para esta faixa etária, porque é prazerosa. A especialista conta “em uma aula de Zumba® Gold os movimentos originais são adaptados, tendo menor intensidade. São liberados endorfina, dopamina e serotonina – hormônios que dão a sensação de bem-estar”.

Outro benefício que deve ser destacado é a socialização. Segundo Ludmilla, nas aulas coletivas é natural um aluno motivar o outro, criar laços de amizade e companheirismo. “É uma família que se encontra algumas vezes por semana para rir, descontrair, conversar e dançar. Além disso, é uma atividade de baixo impacto e risco de lesão, se comparado a outras atividades físicas. A Zumba® adapta os movimentos às necessidades desse público alvo, focando no equilíbrio, amplitude do movimento e coordenação motora. Não há contraindicações, mas é preciso ter liberação médica para a prática de qualquer exercício físico”, completa Ludmilla.

A dança substituiu a prótese

Crédito:  Foto
Reprodução Facebook

Verinha Maluf, 64 anos, foi diagnosticada há 4 anos com artrose no quadril. Ela, que trabalhava como instrutora de Zumba®, ouviu do médico que precisava se afastar da atividade e colocar uma prótese no local. “Fiz exatamente o contrário, não abandonei as aulas. Eu amo dançar e é isso que me mantem viva e feliz. Passei a dançar com ainda mais vontade e incluí na minha rotina alguns exercícios de musculação para fortalecer a região. Continuo sendo acompanhada por um médico e frequentemente faço uma bateria de exames. Hoje, não preciso colocar a prótese, não sinto mais dor, e reduzi o número de medicamentos que tomo”, conclui.

A dança no combate à depressão

Crédito:  Foto
Reprodução Facebook

Loli Lobos, 72 anos, sofria com depressão profunda e se tratava com medicamentos. “Mesmo com muitos remédios, não me sentia feliz. Já tentei o suicídio algumas vezes, inclusive. Comecei a praticar a Zumba® e me apaixonei, pois a sensação a cada aula era maravilhosa e nenhum remédio era capaz de me dar o mesmo”. Há três anos ela se tornou instrutora da modalidade e suas alunas também estão na terceira idade. “De dez remédios que eu tomava, agora só faço o uso de um. Quero ajudar minhas alunas a terem alegria de vida como eu”, comemora.

A Zumba® está presente em mais de 185 países e é praticado por mais de 15 milhões de pessoas semanalmente, em todo mundo. Para encontrar uma aula, acesse www.zumba.com.

Sobre a Zumba® Fitness, LLC

A Zumba® é uma marca de estilo de vida global, que combina dança de diferentes culturas,  entretenimento, em uma experiência de festa de dança. Conhecidas como “dance-party”, as aulas de Zumba® misturam diferentes ritmos mundiais com coreografias fáceis de seguir para um treinamento completo e eficaz. Fundada em 2001, a Zumba® Fitness cresceu e se tornou a maior e mais bem-sucedida empresa do mundo oferecendo um programa de dança. Mais de 15 milhões de pessoas participam de aulas semanais em 200.000 locais em 180 países ao redor do mundo. Além das aulas de Zumba®, a empresa Zumba® Fitness tem outras modalidades como:  Zumba® Step, Zumba® Gold, Zumba® Sentao, Zumba® Toning Aqua Zumba®, Zumba® Kids / Zumba®  Kids Jr. (idades 4-11) e Zumbini® (idades 0-3). O estilo de vida Zumba® é complementado com muitas ofertas de produtos para o consumidor, incluindo kits de DVD, coleções de música, coleções de roupas e calçados, videogames e eventos. Para mais informações sobre os programas e produtos Zumba®, visite Zumba.com.

Assessoria de Imprensa

 

 

Aplicativos celulares e atividade física: a tecnologia é feita para os idosos?

“O mundo está envelhecendo”. Essa talvez seja uma das frases mais utilizadas nos últimos tempos. Podemos tirar muita informação da sentença, vamos lá:

  • Alterações político-econômicas têm sido guiadas pelo envelhecimento populacional mundial.
  • A legislação teve que se ajustar para atender às novas perspectivas com base na expectativa de vida.
  • Com o avanço tecnológico, toda uma geração que pouco sabia sobre computadores na sua juventude teve que se adaptar aos aplicativos celulares para acessar as contas de banco, para se comunicar com familiares e amigos ou ainda para chamar o “velho” conhecido táxi.

Com a atividade física, isso não foi diferente. Softwares inteligentes facilitaram a gestão nas academias, automatizando a montagem dos treinos de seus clientes e trazendo mais dinamismo na prática profissional do professor. Atualmente, existem mais de 40 mil aplicativos classificados como “saúde e fitness” disponibilizados nas plataformas on-line, e o número de pesquisas referentes ao uso de aplicativos celulares que promovem a prática de atividade física tende a aumentar. Toda essa tecnologia auxilia na motivação para o exercício físico, por meio de sistemas como pedômetros (fazem a contagem dos passos) e acelerômetros (quantificam o movimento realizado e estipulam metas individuais), que podem ter seus dados compartilhados entre os usuários dos apps, estimulando a interação social.

Neste cenário de democratização tecnológica, muitas vezes nem percebemos se os idosos têm facilidade para utilizar as ferramentas ou se estamos impondo mais uma barreira para que eles não sejam ativos fisicamente. Pois é, mesmo com todo esse avanço não há consenso cientifico sobre o que deve estar e o que não deve estar contido em um aplicativo de saúde que favoreça o uso entre usuários de idade avançada. As características negativas mais relatadas sobre os apps atuais são:

  • Letras pequenas;
  • Tamanho da tela;
  • Falta de utilização de cores;
  • Excesso de funções;
  • Passo a passo desnecessário.

Considerando que ao passar dos anos nos tornamos menos ativos e cada vez mais dependentes da tecnologia no dia a dia, faz-se necessário a elaboração de aplicativos que sejam amigáveis aos idosos.

Os primeiros passos estão sendo dados, os desenvolvedores e pesquisadores têm utilizado os próprios idosos para auxiliarem na elaboração das novas tecnologias, fazendo testes e dando sugestões. Eles opinam sobre o que pode ser um facilitador ou o que pode ser uma barreira na utilização adequada do aplicativo —funcionalidades que, de fato, promovam a atividade física nessa faixa etária tão importante.

Se olharmos da perspectiva de uma geração que na infância brincava nas ruas, em que videogames e celulares passavam longe das pessoas, percebemos que embora disponíveis para a grande maioria, nem sempre as tecnologias são adequadas aos idosos. Portanto, não basta ter acesso às novas tecnologias se as configurações e características não se adequarem à realidade desse público. Se isso não acontecer, essas pessoas serão levadas a um processo de exclusão, quando o objetivo deveria ser inclui-las.

Autor: Rafael Luciano de Mello é professor dos cursos de licenciatura e de bacharelado em Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter.

 

Assessoria

 

 

Ônibus com idosos é atacado por abelhas próximo a Borborema no brejo da PB

Um ônibus com cerca de 50 idosos foi invadido por um enxame de abelhas em uma estrada vicinal no município de Serraria, no brejo paraibano.

De acordo com as primeiras informações, as vítimas são de um grupo do CRAS da prefeitura de Borborema e estariam em um passeio de lazer. Ambulâncias do SAMU de Araruna, Belém, Solânea, Bananeiras, Guarabira, Caiçara, Lagoa de Dentro e Serraria, além do corpo de bombeiros foram acionadas para o local.

Algumas vítimas foram encaminhadas para o hospital de Serraria e por não suportar a demanda as ambulâncias estão levando as vítimas para os hospitais de Solânea, Belém, Guarabira e até para Campina Grande.

 

blogdofelipesilva

 

 

Crianças e idosos da LBV levam o tema Natureza para o Desfile Cívico e Militar em JP

Vestidos de verde e com mensagens fraternas bradaram os cuidados com o planeta  

No último sábado, 7, em homenagem ao Dia da Independência do Brasil, a Legião da Boa Vontade (LBV), com seu pelotão formado por crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e voluntários, participaram do Desfile Cívico e Militar de João Pessoa que percorreram pelas avenidas Getúlio Vargas e Duarte da Silveira.

Em dezenas de cidades brasileiras, ao lado do povo, a Instituição expressou o sentimento de patriotismo, com o engajamento em atos cívicos e a realização de várias ações.

A Instituição levou para a Avenida o tema a Natureza. Crianças e adolescentes vestidos de verde e com mensagens fraternas sobre os cuidados em que a sociedade precisa ter com o planeta. Idosos que integram o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos mantido pela entidade, o Vida Plena da LBV, bastante aplaudido pelos presentes.

Tradicionalmente, a LBV, leva à frente de seu pelotão a Majestosa Estampa de Jesus, como referência de Amor Fraterno e Solidariedade.

A sra. Ana Maria, 80 anos, marca presença todos os anos para representar a instituição nas avenidas Getúlio Vargas e Duarte da Silveira, em João Pessoa. “Tenho muita alegria em participar todos os anos, representando a nossa LBV, é muita emoção e felicidade”, declara a idosa.

Durante a semana da Pátria, os Centros Comunitários de Assistência Social e as escolas da LBV promoveram diversas atividades pedagógicas, culturais, lúdicas, esportivas e de lazer, para reforçar a importância da data com os atendidos.

Em João Pessoa/PB, a Instituição desenvolve ações socioeducativas por meio do seu Centro Comunitário de Assistência Social, localizado a Rua das Trincheiras, 703 – Jaguaribe, área central da capital paraibana. Colabore pelo site www.lbv.org

 

 

Em 2018 na PB, quase mil idosos denunciaram maus-tratos

O Disque 100 registrou 923 ligações na Paraíba por maus-tratos a idosos durante o ano de 2018, conforme levantamento apresentado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH). As ligações representam 2,46% dos dados de todo o Brasil, que teve um total de 37.454 denúncias.

O abuso financeiro, a negligência e a violência psicológica e física lideram as ocorrências na Paraíba, enquanto casos de trabalho escravo, tráfico de pessoas, direito à memória e à verdade e violência sexual são quase zero. As vítimas, na maioria, são mulheres com mais de 76 anos.

O maior abuso financeiro é a retenção de salário, já as violências psicológicas, conforme o relatório aponta, são marcadas por hostilização e humilhação. O número de 923 denúncias é maior que dos últimos dois anos, mas o número já chegou a 1077 em 2013.

Em todo o país, a população de idosos saltou 19,5%, de 25,4 milhões para mais de 30,2 milhões de pessoas, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2012 e 2017. . No mesmo período, o número de homens e mulheres com 60 anos ou mais nos albergues públicos cresceu 33%, de 45,8 mil para 60,8 mil.

O Disque 100 pode ser considerado como “pronto socorro” dos direitos humanos. Ele atende situações de violações que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso, acionando os órgãos competentes e possibilitando o flagrante.

MaisPB

 

 

Casal de idosos é atropelado ao tentar atravessar avenida Epitácio Pessoa

Um casal de idosos foi atropelado na manhã desta sexta-feira (24), ao tentar atravessar a avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa. O acidente aconteceu por volta das 11h30 no sentido centro-praia, em frente ao Banco do Brasil.

O motorista do veículo informou que foi pego de surpresa com as vítimas atravessando a via e não teve tempo de evitar o atropelamento, que ocorreu fora da faixa de pedestres. Com o impacto o para-brisa do veículo foi quebrado.

De acordo com a Secretaria Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), o motorista ficou no local e prestou socorro às vítimas.

Eles foram socorridos para o Hospital de Trauma de João Pessoa. De acordo com informações, o casal estava consciente e orientado, porém a mulher reclamava de dor na cabeça devido a pancada e o homem sofreu um corte atrás da cabeça, mas sem gravidade.

As duas faixas da via precisaram ser interditadas, mas segundo a Semob por volta do meio dia o trecho estava sendo liberado. A interdição causou congestionamento no local.

 

 

clickpb

 

 

Homens roubam R$ 18 mil de abrigo de idosos, em Guarabira

Nessa sexta-feira (11), três homens assaltaram a Associação Abrigo São Vicente de Paulo, em Guarabira, e levaram cerca de R$ 18 mil que serviria para pagamento dos funcionários.

Os homens chegaram no local em motocicletas e além do dinheiro roubaram quatro celulares das vitimas.

A suspeita é de que os assaltantes tinham informações privilegiadas sobre o dia do pagamento dos servidores.

A polícia segue investigando.

PB Agora

 

 

Consumo de álcool entre idosos aumenta e preocupa autoridades

O uso de substâncias psicoativas entre idosos vem preocupando os profissionais da área da saúde e novas descobertas têm apontado que o tema merece atenção do poder público. De acordo com a publicação Álcool e a Saúde dos Brasileiros – Panorama 2019, houve um aumento, entre 2010 e 2016, de 6,9% e 6,7% no número de internações e de óbitos parcial ou totalmente atribuíveis ao álcool na população com 55 ou mais anos de idade, respectivamente.

A ingestão de bebida alcoólica nessa faixa etária pode provocar efeitos mais acentuados comparativamente aos jovens de mesmo sexo e peso. Isso acontece porque o envelhecimento costuma diminuir a tolerância do corpo ao álcool, devido a uma série de alterações fisiológicas, como mudanças na capacidade de metabolização hepática e função renal, bem como na composição corporal, com maior tendência à desidratação.

Diante desta sensibilidade, a recomendação é que pessoas acima de 65 anos, se decidirem beber, se limitem a três doses de álcool em único dia, sem ultrapassar sete doses por semana. Vale lembrar que uma dose de álcool é equivalente à ingestão de 350 mL de cerveja, 150 mL de vinho ou 45 mL de destilado (vodca, uísque, cachaça, gin ou rum). É importante ressaltar que pessoas com problemas de saúde que possam ser agravados pelo álcool não devem beber.

Abusar do consumo de bebidas alcoólicas nessa fase da vida pode trazer consequências preocupantes. Destaco, entre elas, déficits no funcionamento cognitivo e intelectual, prejuízos no comportamento global, aumento do número de doenças e agravos a outros problemas de saúde comuns à idade. Além disso, os idosos ficam expostos a um maior risco de quedas e lesões e podem sofrer ainda outros impactos pela interação do álcool com medicamentos mais comumente utilizados na terceira idade.

Um artigo de revisão (Wang & Andrade, 2013) reportou que o padrão Beber Pesado Episódico* (BPE), quando é consumida grande quantidade de álcool em curto período de tempo, e os transtornos relacionados ao álcool (abuso e dependência) em idosos estão mais associados ao sexo masculino e a ser economicamente desfavorecido. Em paralelo, as idosas representam um subgrupo que merece atenção específica, já que, para elas, a progressão do uso à dependência tende a ocorrer mais rapidamente e as consequências adversas iniciam-se mais precocemente. Além disso, elas estão especialmente mais propensas que os homens a utilizar medicamentos de uso controlado, como tranquilizantes, analgésicos, sedativos, estimulantes e antidepressivos. Apesar de a incidência de transtornos relacionados ao uso de álcool em idosos ser estimada em 1 a 3%, pesquisadores alertam que o diagnóstico é subestimado.

Esses dados mostram que parte considerável dos idosos brasileiros consome bebidas alcoólicas e sabe-se que este comportamento, especialmente se excessivo e frequente, na terceira idade, pode aumentar os riscos de complicações da saúde e mortes. Somado a isso, há o contexto do envelhecimento da população brasileira – alavancado pelo aumento da expectativa de vida, diminuição da natalidade e avanços dos serviços de saúde, incluindo o acesso e a disponibilidade de tratamentos. É notável, portanto, que os idosos sejam alvo de campanhas e políticas públicas específicas de prevenção ao uso nocivo de álcool.

*Beber Pesado Episódico é um padrão de uso nocivo que equivale ao consumo de 60 g ou mais (cerca de 4 doses ou mais) de álcool puro em uma única ocasião ao menos uma vez no último mês. Uma (1) dose corresponde a cerca de 14 g de álcool puro, o equivalente a 350 mL de cerveja, 150 mL de vinho ou 45 mL de destilado (vodca, uísque, cachaça, gin ou rum).

 

por Arthur Guerra de Andrade