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Diego estreia pelo Fla com status de ídolo após um mês de treinos e euforia

O esperado dia chegou. Após um mês de treinamentos e euforia da torcida pela contratação, Diego estreia no Flamengo neste domingo (21), às 11h (de Brasília), no estádio Mané Garrincha. O compromisso contra o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro marca o retorno do meia ao Brasil após 12 anos na Europa.

O novo camisa 35 da Gávea chegou com status de ídolo e teve uma recepção de gala no Aeroporto Santos Dumont. Centenas de rubro-negros fizeram uma festa digna de Maracanã para deixar em casa o jogador que consideram ser capaz de conduzir o time na busca por títulos.

Diego teve um mês de interação com a torcida nas redes sociais e de muito trabalho nos bastidores. Junto com departamento médico, fisiologistas e preparadores físicos, o meia realizou treinamentos específicos para estrear em condição satisfatória apesar do longo tempo de inatividade – a última partida oficial foi em 19 de maio, empate entre Fenerbahçe e Sivasspor por 2 a 2.

Gilvan de Souza/ Flamengo

O meia Diego está pronto para estrear pelo Flamengo após um mês de treinamentos

A expectativa é a de que ele atue por pelo menos 60 minutos com a camisa do Flamengo e alcance a forma ideal, principalmente no que se refere ao ritmo de jogo, com o mínimo de cinco apresentações.

“Qualquer jogador, depois de um tempo sem jogar, necessita de um período. Tenho a certeza de que o melhor do Diego será mais para frente. Isso também depende do posicionamento dos atletas do lado de campo com e sem bola. Mas o Diego vai agregar muito, independentemente da plataforma de jogo”, afirmou o técnico Zé Ricardo.

“Esse retorno requer uma adaptação. O Diego é experiente e sabe que não tem a necessidade de fazer tudo ao mesmo tempo. Ele vai se condicionar e adquirir confiança. Passamos tranquilidade na maneira que ele joga. Lógico que vai sentir, mas a experiência e a rodagem vão suprir”, completou o comandante.

Diego terá uma missão importante pela frente. Flamengo e Grêmio brigam pelas primeiras posições na tabela e vencer um adversário direto é fundamental para os planos dos cariocas. O meia será o foco dos gaúchos, já que o Rubro-negro tem dois desfalques importantes. Guerrero e Willian Arão cumprem suspensão pelo terceiro cartão amarelo. Leandro Damião e Cuéllar entram no time.

A história de Diego no Flamengo começa a ser escrita em Brasília. Cercada de expectativa, a principal contratação da temporada espera atingir o melhor futebol o mais rápido possível e retribuir a confiança depositada pelos rubro-negros.

FLAMENGO X GRÊMIO

Data/hora: 21/08/2016, às 11h (de Brasília)
Local: Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliares: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Danilo Ricardo Simon Mains (SP)

Flamengo
Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, Cuéllar, Mancuello e Diego; Everton e Leandro Damião
Técnico: Zé Ricardo

Grêmio
Marcelo Grohe; Wallace Oliveira, Pedro Geromel, Wallace Reis e Marcelo Oliveira; Maicon, Ramiro, Pedro Rocha, Douglas e Everton; Miller Bolaños
Técnico: Roger Machado

Uol

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Maior ídolo da história do Real Madrid, Di Stéfano morre aos 88 anos

O futebol perdeu um de seus maiores ídolos nesta segunda-feira. Alfredo Di Stéfano, considerado o principal jogador da história do Real Madrid, morreu vítima de um ataque cardíaco sofrido no último sábado ao deixar um restaurante em uma rua perto do estádio Santiago Bernabéu. A situação do argentino naturalizado espanhol foi anunciada como estável no boletim médico divulgado no domingo, mas a lenda não resistiu.

Florentino Pérez, o presidente merengue, visitou Di Stéfano no domingo e animou os torcedores por causa do quadro estável mesmo diante da gravidade. Dirigentes como Joseph Blatter, presidente da Fifa, e Michel Platini, presidente da Uefa, estavam constantemente em contato com o mandatário do Real. Entretanto, às 17h15 de Madri desta segunda-feira, veio a pior notícia: os médicos confirmaram o falecimento do homem que mudou a história do clube mais vitorioso da Europa. Em seu site oficial, o Real Madrid o classifica como o melhor da história do futebol mundial.

– Morreu Alfredo Di Stéfano, o melhor jogador de todos os tempos. Jogou no Real Madrid entre 1953 e 1964 e fez uma transformação, convertendo o clube no melhor do mundo – diz o comunicado sobre o falecimento.

Di Stéfano lança livro em Madrid (Foto: EFE)Di Stéfano em lançamento de biografia em Madri (Foto: EFE)

Florentino Pérez fará um pronunciamento oficial aos torcedores merengues no estádio Santiago Bernabéu ainda nesta segunda-feira. O clube manifestou a tristeza pela perda através do site oficial.

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– O Real Madrid comunica que seu presidente de honra, Alfredo Di Stéfano, faleceu hoje (segunda-feira) no Hospital General Universitario Gregorio Marañón de Madri. O presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, e a diretoria querem expressar suas mais profundas condolências e todo o carinho e afeto a seus filhos, familiares e amigos. O Real estende suas condolências aos madridistas de todo o mundo e aos que sentem com emoção a perda do melhor jogador de todos os tempos.

Cristiano Ronaldo Di Stéfano Real Madrid (Foto: Reprodução / Site Oficial)
Di Stéfano com Cristiano Ronaldo, atual referência do clube (Foto: Reprodução / Site Oficial)

Como jogador, Di Stéfano ganhou, entre outros títulos, cinco campeonatos europeus e um Mundial de Clubes. Tem em seu currículo profissional duas Bolas de Ouro, incluindo uma Super Bola de Ouro, sendo o único a receber a honraria. Nascido na Argentina, o ídolo vivia em Madri e trabalhava como presidente de honra do clube desde 2000, quando teve início o primeiro mandato de Florentino Pérez. Ele jogou no Real entre 1953 e 1964, após passagens por River Plate, Huracán (do México) e Millonarios (da Colômbia). Di Stéfano defendeu as seleções de Argentina, Colômbia e Espanha, mas nunca disputou uma Copa do Mundo.

Antes da chegada de Di Stéfano como jogador, o Real Madrid tinha conquistado o Campeonato Espanhol apenas duas vezes. Durante os 11 anos em que a lenda vestiu a camisa branca foram oito títulos da liga, uma Copa da Espanha e duas Copas Latinas, além dos troféus internacionais. Com “Don Alfredo” como principal jogador, os madrilenhos se transformaram definitivamente em uma potência europeia.

Di Stéfano também foi treinador do Real. Comandou a equipe durante a temporada 1990/1991 e foi campeão da Supercopa da Espanha, superando o arquirrival Barcelona por 5 a 1 no placar agregado.

Alfredo di Stéfano, real madrid, deixa o hospital (Foto: Agência EFE)Alfredo Di Stéfano vinha enfrentando problemas no coração há alguns anos (Foto: Agência EFE)
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Fernandão, ídolo do Inter, morre em acidente de helicóptero aos 36 anos

fernandão O ex-atacante Fernandão, ídolo do Internacional, morreu em um acidente de helicóptero na madrugada deste sábado, aos 36 anos. A tragédia ocorreu na região de Aruanã, interior de Goiás, onde o jogador possuía casa, por volta da 1h (horário de Brasília).

“Estou acordado desde às 5h da manhã, quando me ligaram. Ele estava com mais quatro pessoas, uma delas um vereador lá de Goiás. Nenhum deles sobreviveu. Eles tinham saído da fazenda de um amigo lá em Aruanã e o helicóptero caiu cerca de 20 km do local da decolagem”, confirmou o presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Noveletto.

 

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O vereador que estava com o atacante era Edmilson de Sousa Lemes (PSDB), do município de Palmeiras de Goiás. De acordo com Ronaldo Pereira Soares, tenente-coronel da Polícia Militar de Goiás e um dos responsáveis pelo resgate, Fernandão foi a única das vítimas do acidente que ainda foi retirada com vida dos destroços do helicóptero. O atacante chegou a ser levado a um hospital da região, mas chegou morto ao local. Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) são esperados no local para fazer a perícia no helicóptero e determinar as causas do acidente.

Fernandão é considerado um dos maiores ídolos da história do Internacional. Foi o capitão do clube na conquista da Libertadores e do Mundial de clubes de 2006, este último com uma vitória histórica sobre o Barcelona de Ronaldinho Gaúcho. Ainda sagrou-se duas vezes campeão estadual (2005 e 2008) e ganhou a Recopa sul-americana (2007) pela equipe colorada.

“A gente fica muito triste. Estou aqui, chovendo, frio, vem um negócio desse e a gente fica muito abalado. Não tem o que falar. Eu estou muito emocionado, a gente se encontrou no Beira-Rio, sei lá, nem acredito num negócio desses. Era um cara legal, gente boa, nunca tive problema, foi capitão, ajudou a gente”, disse Adriano Gabiru, ex-companheiro de Fernandão e autor do gol do título no Mundial de 2006, à Rádio Gaúcha.

Idolatrado pelos torcedores do Inter, Fernandão participou da reinauguração do Beira-Rio em festa realizada em abril deste ano. Foi um dos mestres de cerimônia do evento e acabou homenageado junto a outros grandes nomes da história do clube, que emitiu nota oficial lamentando a morte do ex-jogador. “O momento é de profundo pesar pela partida prematura do ídolo de 36 anos, mas o que fica são lembranças gloriosas de um atacante que honrou a camisa do Internacional com seu espírito de liderança, sendo um dos jogadores mais importantes dos 105 anos do Clube”, trouxe o comunicado do Inter.

O atacante ainda atuou por Goiás, São Paulo, Olympique de Marselha-FRA, Toulouse e Al-Gharafa antes de se aposentar, em 2011. Após pendurar as chuteiras, Fernandão ainda se arriscou como dirigente e técnico do Internacional, mas sem sucesso nas funções. Em maio deste ano, iniciou carreira como comentarista esportivo e seria um dos integrantes da equipe do Sportv na transmissão da Copa do Mundo.

Confira abaixo a íntegra da nota oficial do Internacional:

O Sport Club Internacional e a nação colorada estão de luto. Fernando Lúcio da Costa, o Fernandão, perdeu a vida em um acidente de helicóptero ocorrido na madrugada deste sábado (7/6) em Aruanã-GO.

O momento é de profundo pesar pela partida prematura do ídolo de 36 anos, mas o que fica são lembranças gloriosas de um atacante que honrou a camisa do Internacional com seu espírito de liderança, sendo um dos jogadores mais importantes dos 105 anos do Clube.

Fernandão atuou em 190 partidas e marcou 77 gols – o primeiro deles, logo na sua estreia, em 2004, foi o de número 1000 da história do Gre-Nal. Nascido em Goiânia, mas plenamente identificado com Porto Alegre, foi o capitão do time nas inesquecíveis conquistas da Libertadores da América e do Mundial FIFA, ambas em 2006, e também desempenhou no Colorado as funções de diretor técnico, em 2011, e de treinador, em 2012. Os títulos do Gauchão (2005 e 2008) e da Recopa (2007) também fazem parte da sua trajetória.

O Clube do Povo se solidariza com a família e com todos os fãs de Fernandão. Força!

UOL 

Morre Washington, ídolo do ‘Casal 20’do Flu nos anos 80

casal-20-fluO ex-atacante Washington Cesar Santos, ídolo de clubes como Atlético-PR e Fluminense, morreu na manhã deste domingo em Curitiba.

Washington tinha 54 anos e sofria de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa que não tem cura. O ex-jogador estava internado em casa, onde foi encontrado morto neste domingo por um enfermeiro por volta das 6h.

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A notícia foi lamentada pelos atuais integrantes do elenco do Fluminense. No retorno da partida em Barueri (SP) contra o Bahia, na qual o time carioca venceu por 1 a 0, o técnico Cristóvão Borges externou a tristeza pela notícia.

“Quando ele veio para o Fluminense, eu fui para o Atlético-PR na transação. Sabia da história dele no Fluminense – um grande artilheiro, decisivo em momentos importantes”, disse Cristóvão, pesaroso. “Estamos todos bastante tristes. Desejamos conforto à família dele, que todos se restabeleçam. Todos os tricolores estão muito tristes com o que está acontecendo”, completou.

Nascido na cidade de Valença (BA), Washington passou por clubes como Galícia (BA), Corinthians e Internacional antes de chegar ao Atlético-PR. No clube rubro-negro, consagrou a dupla de ataque formada com Assis, conquistando o campeonato paranaense de 1982.

A dupla se transferiu para o Fluminense em 1983, ganhando a alcunha de “Casal 20” – o apelido é uma referência a uma famosa série de TV do início dos anos 80. No Rio, Washington foi tricampeão carioca (1983, 1984 e 1985), além de faturar o Campeonato Brasileiro de 1984.

O atacante deixou o Fluminense em 1989, passando por clubes como Botafogo, União São João, Atlético-PR, Desportiva (ES), Santa Cruz, Galícia e Fortaleza, antes de encerrar a carreira em 1996 pelo Foz do Iguaçu (PR).

Terra

Ídolo da nova geração, Kaká volta confiante e cauteloso: ‘Calma’

Kaká está de volta à seleção brasileira. Não mais como um fã de veteranos como Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo e cia, mas sim como ídolo dos jovens Neymar, Lucas, Oscar e Giuliano. Convocado novamente depois de mais de dois anos, o meia do Real Madrid se apresentou em Breslávia, na Polônia, otimista. Mas cauteloso.

– É um recomeço, sim. Desde a Copa do Mundo de 2010 que não estava na Seleção. Mas em relação ao Mundial de 2014 é preciso ter calma. Estou chegando agora e ainda tem muita coisa pela frente. O grupo tem jogadores novos, com peso grande e tem condições de ser vencedor – comentou Kaká, em sua chegada.

Ídolo de muitos jovens jogadores da atual seleção brasileira, Kaká, aos 30 anos, vive uma situação diferente no time de Mano Menezes.

kaka seleção brasileira apresentação (Foto: Leandro Canônico/Globoesporte.com)Kaká se apresentou nesta segunda à Seleção na Polônia (Foto: Leandro Canônico/Globoesporte.com)

– É uma situação nova para mim (ser ídolo de uma geração de jogadores). Eu senti isso antes e agora estou do outro lado. É muito positivo isso. Dessa galera muitos eu ainda não conheço pessoalmente, como o Neymar e o Giuliano. O Lucas eu conheço porque fui ao São Paulo recentemente.

Há quase um ano sem lesões, Kaká afirmou estar bem fisicamente para essa retomada. Sua última participação com a camisa da Seleção foi na derrota por 2 a 1 para a Holanda, nas quartas de final da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Desde então, ele foi chamado em novembro passado, mas cortado por lesão.

É uma situação nova para mim. Eu senti isso antes e agora estou do outro lado. É muito positivo isso. Dessa galera muitos eu ainda não conheço pessoalmente, como o Neymar e o Giuliano”
Kaká

– Estou bem, me sinto bem fisicamente. E também estou tecnicamente bem. Estou tendo essa oportunidade nova e quero aproveitar.

Principal nome do atual grupo de Mano Menezes para os amistosos contra Iraque, dia 11, em Malmo, na Suécia, e diante do Japão, dia 16, na Breslávia, na Polônia, Kaká não quer assumir toda a responsabilidade. Mas admite ter papel importante na divisão com as demais promessas do time verde e amarelo.

– Chego para dividir a responsabilidade com esses jovens jogadores. É um momento importante.

Globoesporte.com