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Análises seguem sem identificar manchas de óleo em praias da PB

Ao comentar o resultado das análises feitas até a última terça-feira (29), o superintende de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema), Aníbal Peixoto Neto, disse que nenhuma das praias do estado tem manchas de óleo. “Todas estão livres de óleo. Quanto ao material recolhido pelas nossas equipes (400 kg), se tratava de areia oleada, ou seja, só uma parte era de óleo”, afirmou.

Desde setembro têm aparecido no litoral nordestino grandes manchas de óleo vindas do fundo do mar. Na Paraíba, foram encontradas inicialmente (final de agosto e início de setembro) manchas em 14 praias – nove delas na Costa do Conde; quatro em Cabedelo; e uma em João Pessoa, no Bessa. Porém, houve a necessidade de limpeza na primeira quinzena de setembro apenas em Cabedelo, no litoral Norte. Nessa limpeza, conforme revelou Aníbal Neto, foram coletados os 400 kg de areia com óleo, levados para uma célula no aterro instalado na Região Metropolitana de João Pessoa.

Com o surgimento de uma segunda mancha de óleo no Nordeste, que não atingiu a Paraíba, segundo o governo, a gestão estadual decidiu criar uma força tarefa para dar início a um trabalho de monitoramento intensivo, contando com equipes da Sudema, Fundação Chico Mendes, Corpo de Bombeiros, Ministério Público do Estado, Agência de Vigilância Sanitária, acadêmicos da Universidade Federal da Paraíba, secretarias de Meio Ambiente e Defesa Civil de todas as cidades do litoral, além da Capitania dos Portos que, por meio da Marinha do Brasil, está à frente da coordenação.

Na Paraíba, segundo Aníbal Neto, o trabalho de monitoramento tem sido feito diariamente com a utilização de drones e equipes que atuam em solo e no mar. O superintendente da Sudema informou que todos os arrecifes do litoral estão intactos, sem sinais de óleo. A pesca também está liberada sem restrições, assim como o consumo de peixes.

Nesta segunda-feira (4), amostras de óleo coletadas na Paraíba serão levadas para análise para ver os parâmetros inorgânicos, como cobre e ferro dissolvido, hidrocarbonetos totais de petróleo e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos. Esse trabalho também será feito pela Agevisa nos pescados.

Aníbal Neto afirmou que não é possível ter uma resposta conclusiva sobre a ausência de óleo no litoral paraibano, enquanto em estados vizinhos, como Pernambuco, a tragédia ambiental teve sérias repercussões.

O superintendente disse que na terça-feira esteve em Recife para uma reunião a convite do governo pernambucano e que conversou com o vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Marcos Araújo, que é oceanógrafo.

O vice-reitor disse que a ausência da mancha de óleo na Paraíba pode ter sido motivada pelo local onde houve o derrame do material ou então por conta das correntes marítimas. No começo da próxima semana, ainda de acordo com o superintendente, o local exato onde começou o derrame do óleo deve ser encontrado, assim como os responsáveis por esse crime ambiental.

 

(Foto: Divulgação/Secom-PB)

portalcorreio

 

 

Bullyng: como identificar e prevenir

*Por Daniela Polidoro e Edson Knippel
“Isso é normal. Sempre existiu!”. “Todo mundo já praticou ou sofreu um dia. Não é nada”. “As crianças tem que resolver entre si”. Frases como essas são comuns quando o assunto é bullying”.

bullying é uma prática que sempre existiu de forma silenciosa em escolas e em outros ambientes sociais. No Brasil, desde o fato ocorrido no Rio de Janeiro em 2011, em uma escola da rede pública, quando um ex-aluno ingressou em suas dependências armado, e causou a morte de doze estudantes, se matando em seguida, o tema passou a ser mais debatido.

Embora não aconteça somente nas escolas, é lá que se verifica com mais frequência.

É necessário que os pais saibam o que é e como identificar a sua prática, para agir rapidamente, com o fim de evitar consequências mais graves.

bullying corresponde a um ato de violência física ou psicológica. Deve ser intencional e repetitivo. Geralmente ocorre sem motivação evidente e as vítimas preferidas são pessoas que de alguma forma são diferentes do grupo predominante, e por conta disso vulneráveis. O objetivo é intimar ou agredir, gerando desequilíbrio entre as partes envolvidas.

Trata-se de uma forma grave de opressão e de submissão de uma pessoa por outra, condenável tanto do ponto de vista religioso, como jurídico.

As espécies de bullying são as mais variadas possíveis. Abrangem a forma verbal, moral, sexual, social, psicológica, física e material. Mas a forma virtual tem sido muito utilizada e produz danos e consequências de grande proporção, por conta da disseminação do conteúdo, que é rápida e muito abrangente.

Muitas vezes os filhos não contam aos pais o que estão passando, seja por vergonha, receio ou ainda por tentar evitar demonstrar fraqueza. Sendo assim, os pais devem ficar atentos com alguns sinais que podem identificar o problema.

Baixa autoestima, dificuldade de relacionamento social e no desenvolvimento escolar, evasão escolar, alterações de humor, apatia, perturbações do sono, perda de memória, reações físicas (vômito, desmaio), fobia escolar, dentre outros, não podem ser desconsiderados.

Caso haja dúvida, é importante que os pais procurem a escola para relatar o problema. A escola deve tomar providências e não minimizar a situação. Uma das saídas possíveis é realizar uma mediação entre as partes, para solucionar a questão.

Se houver qualquer dificuldade ou se a escola se recusar em tomar alguma providência, deve ser procurado advogado que poderá intervir nessa questão.

Medidas cíveis e até mesmo criminais podem ser tomadas, em face da escola e dos pais do aluno que pratica bullying.

As consequências são muito graves e a prática do bullying não pode ser tolerada como algo normal, que grande parte dos alunos já experimentou em algum momento de sua formação escolar.

Deve existir prevenção, diálogo e, se necessário, intervenção jurídica para que consequência mais graves não ocorram.

Se você é pai ou mãe, fique atento.

Daniela Polidoro Knippel é advogada na área cível e especialista em Direito.

Edson Luz Knippel é advogado na área criminal. É Doutor, Mestre e Graduado em Direito pela PUC/SP. É Professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

 

Como identificar possíveis sinais de abuso sexual em crianças?

70% das vítimas de violência sexual são crianças e adolescentes (Foto: CDC/ Amanda Mills)

Casos de violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes são mais comuns do que se imagina – dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por exemplo, mostram que 70% das vítimas de estupro do país são menores de idade.

Segundo dados do Disque 100 (Disque Direitos Humanos) e do Sistema Único de Saúde, mais de 120 mil casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes foram registrados no país entre 2012 e 2015 – o equivalente a pelo menos três ataques por hora.

Mas como identificar abuso sofrido por uma criança próxima? O caso do uruguaio Felipe Romero, que teria sido vítima de seu técnico de futebol, chamou a atenção dos leitores da BBC Brasil, que pediram esclarecimentos sobre quais são, afinal, esses sinais.

Com base em informações de sites especializados e entrevistas com profissionais da área, a BBC Brasil elaborou o guia abaixo.

“Geralmente, nao é um sinal só, mas um conjunto de indicadores. É importante ressaltar que a criança deve ser levada para avaliação de especialista caso apresente alguns desses sinais”, diz Heloísa Ribeiro, diretora executiva da ONG Childhood Brasil, de defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

1) Mudança de comportamento

O primeiro sinal a ser observado é uma possível mudança no padrão de comportamento das crianças. Segundo Ribeiro, esse é um fator facilmente perceptível, pois costuma ocorrer de maneira repentina e brusca.

“Por exemplo, se a criança nunca agiu de determinada forma e, de repente, passa a agir. Se começa a apresentar medos que não tinha antes – do escuro, de ficar sozinha ou perto de determinadas pessoas. Ou então mudanças extremas no humor: a criança era superextrovertida e passa a ser muito introvertida. Era supercalma e passa a ser agressiva”, afirmou.

A mudança de comportamento também pode se apresentar com relação a uma pessoa específica, o possível abusador.

“Como a maioria dos abusos acontece com pessoas da família, às vezes a criança apresenta rejeição a essa pessoa, fica em pânico quando está perto dela. E a família estranha: ‘Por que você não vai cumprimentar fulano? Vá lá!’. São formas que as crianças encontram para pedir socorro, e a família tem que tentar identificar isso”, afirma a educadora sexual Maria Helena Vilela, do Instituto Kaplan.

Em outros casos, a rejeição não se dá em relação a uma pessoa específica, mas a uma atividade. A criança não quer ir a uma atividade extracurricular, visitar um parente ou vizinho ou mesmo voltar para casa depois da escola.

2) Proximidade excessiva

Apesar de, em muitos casos, a criança demonstrar rejeição em relação ao abusador, é preciso usar o bom senso para identificar quando uma proximidade excessiva também pode ser um sinal.

Teria sido o caso, por exemplo, do técnico de futebol Fernando Sierra, que tinha uma relação quase paternal com o garoto Felipe Romero. O treinador buscou o menino na escola, desapareceu e ambos foram encontrados mortos dois dias depois.

A hipótese principal é que o treinador tenha atirado no menino e, em seguida, cometido suicídio por não aceitar um pedido da mãe para que se afastasse da criança. Laudo preliminar da autópsia indicou que o garoto vinha sendo vítima de abusos sexuais.

Importante notar, no entanto, que o papel do desconhecido como estuprador aumenta conforme a idade da vítima – ou seja, no abuso de menores de idade, a violência costuma ser praticada por pessoas da família na maioria dos casos.

Se, ao chegar à casa de tios, por exemplo, a criança desaparece por horas brincando com um primo mais velho ou se é alvo de um interesse incomum de membros mais velhos da família em situações em que ficam sozinhos sem supervisão, é preciso estar atento ao que possa estar ocorrendo nessa relação.

Segundo o NHS, o SUS britânico, 40% dos abusos no Reino Unido são cometidos por outros menores de idade, muitas vezes da mesma família. Também segundo os dados britânicos, 90% dos abusadores fazem parte da família da vítima.

No Brasil, 95% dos casos desse tipo de violência contra menores são praticados por pessoas conhecidas das crianças, e em 65% deles há participação de pessoas do próprio grupo familiar.

Nessas relações, muitas vezes, o abusador manipula emocionalmente a vítima que nem sequer percebe estar sendo vítima naquela etapa da vida, o que pode levar ao silêncio por sensação de culpa. Essa culpa pode se manifestar em comportamentos graves no futuro como a autoflagelação e até tentativas de suicídio.

“As pessoas acham que o abusador será um desconhecido, que não faz parte dessa vida da criança. Mas é justamente o contrário, na grande maioria dos casos são pessoas próximas, por quem a criança tem um afeto. O abusador vai envolvendo a criança pra ganhar confiança e fazer com que ela nao conte”, afirmou Ribeiro, da ONG Childhood Brasil.

“A violência sexual é muito frequente dentro de casa, ambiente em que a criança deveria se sentir protegida. É um espaço privado, de segredo familiar e é muito comum que aconteça e seja mantido em segredo.”

3) Regressão

Outro indicativo apontado pelas especialistas é o de recorrer a comportamentos infantis, que a criança já tinha abandonado, mas volta a apresentar de repente. Coisas simples, como fazer xixi na cama ou voltar a chupar o dedo. Ou ainda começar a chorar sem motivo aparente.

“É possível observar também as características de relacionamento social dessa criança. Se, de repente, ela passa a apresentar esses comportamentos infantis. Ou se ela passa a querer ficar isolada, não ficar perto dos amigos, não confiar em ninguém. Ou se fugir de qualquer contato físico. A criança e o adolescente sempre avisam, mas na maioria das vezes não de maneira verbal”, considera Ribeiro.

A diretora da ONG Childhood Brasil alerta, porém, que é importante procurar avaliação especializada que possa indicar se eventuais mudanças de comportamento são apenas parte do desenvolvimento da criança ou indicativos de vulnerabilidade.

“É importante lembrar que o ser humano é complexo, então esses comportamentos podem aparecer sem estarem ligados a abuso.”

4) Segredos

Para manter o silêncio da vítima, o abusador pode fazer ameaças de violência física e promover chantagens para não expor fotos ou segredos compartilhados pela vítima.

É comum também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de benefício material para construir a relação com a vítima. É preciso também explicar para a criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com adultos de confiança, como a mãe ou o pai.

5) Hábitos

Uma criança vítima de abuso também apresenta alterações de hábito repentinas. Pode ser desde uma mudança na escola, como falta de concentração ou uma recusa a participar de atividades, até mudanças na alimentação e no modo de se vestir.

“Às vezes de repente a criança começa a ter uma aparência mais descuidada, não quer trocar de roupa. Outras passam a não comer direito. Ou passam a comer demais”, pontuou Ribeiro.

A mudança na aparência pode ser também uma forma de proteção encontrada pela criança. Em entrevista à BBC Brasil no ano passado, a nadadora Joanna Maranhão, que foi vítima de abuso sexual por seu técnico quando tinha nove anos, revelou que se vestia como um menino na adolescência para fugir de possíveis violências.

Ribeiro cita também mudanças no padrão de sono da criança como indicativo de que algo não anda bem. “Se ela começa a sofrer com pesadelos frequentes, ou se tem medo de dormir ou medo de ficar sozinha.”

6) Questões de sexualidade

Um desenho, uma “brincadeira” ou um comportamento mais envergonhado podem ser sinais de que uma criança esteja passando por uma situação de abuso. “Quando uma criança que, por exemplo, nunca falou de sexualidade começa a fazer desenhos em que aparecem genitais, isso pode ser um indicador”, apontou Maria Helena Vilela.

“Pode vir em forma de brincadeira também. Ela chama os amiguinhos para brincadeiras que têm algum cunho sexual ou algo do tipo”, observou Henrique Costa Brojato, psicólogo e especialista psicossocial. Podem, inclusive, reproduzir o comportamento do abusador em outras crianças.

Para Heloísa Ribeiro, o alerta deve ser dado especialmente para crianças que, ainda novas, passam a apresentar um “interesse público” por questões sexuais. “Quando ela, em vez de abraçar um familiar, dá beijo, acaricia onde não deveria, ou quando faz uma brincadeira muito para esse lado da sexualidade.”

O uso de palavras diferentes das aprendidas em casa para se referir às partes íntimas também é motivo para se perguntar à criança onde ela aprendeu tal expressão.

7) Questões físicas

Há também os sinais mais óbvios de violência sexual em menores – casos que deixam marcas físicas que, inclusive, podem ser usadas como provas à Justiça. Existem situações em que a criança acaba até mesmo contraindo doença sexualmente transmissível.

“Há casos de gravidez na adolescência, por exemplo, que é causada por abuso. É interessante ficar atento também a possíveis traumatismos físicos, lesões que possam aparecer, roxos ou dores e inchaços nas regiões genitais”, observou a diretora da Childhood.

8) Negligência

Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência.

Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família, com o diálogo aberto com os pais, estará em situação de maior vulnerabilidade.

O que fazer

Caso identifique um ou mais dos indicadores listados acima, o melhor a se fazer é, antes mesmo de conversar com a criança, procurar ajuda de um especialista que possa trazer a orientação correta para cada caso.

“Há muitas dessas características que são semelhantes às de um adolescente em desenvolvimento. Por isso que é importante ter avaliação de alguém que é especialista nisso. Um psicólogo, por exemplo. Se tiver dúvidas, a pessoa pode perguntar na escola, que costuma ter profissionais treinados pra identificar esses casos”, disse Ribeiro.

“É sempre aconselhável também acionar o Sistema de Garantia de Direitos à criança e ao adolescente, um conselho tutorial ou uma Vara da Infância e da Juventude para encontrar caminhos para uma resposta mais adequada”, afirmou Henrique Costa Brojato.

Muitas vezes por se sentir culpada, envergonhada ou acuada, a criança acaba não revelando verbalmente que está ou que viveu uma situação de abuso. Mas há situações também em que ela tenta contar para alguém e acaba não sendo ouvida. Por isso, o principal conselho dos especialistas é sempre confiar na palavra dela.

“Em primeiro lugar, é importante que quando a criança tentar falar alguma coisa, que ela se sinta ouvida e acolhida. Que nunca o adulto questione aquilo que ela está contando. Ou que tente responsabilizá-la pelo ocorrido”, diz Ribeiro.

G1

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Mulher tenta matar idoso com facadas e vítima se recusa a identificar acusada

policiaUm idoso de 82 anos quase foi morto por uma mulher, em Solânea, neste domingo (02). Ela o agrediu com dois golpes de faca, mas a vítima se recusou a identificar a acusada, após a chegada da polícia. Por volta das 19h, o COPOM, foi informado, que o idoso havia dado entrada no Hospital Local, e que ele estava ferido com duas perfurações de faça peixeira nas costas e nos braços.

Um dos golpes teria atingido o pulmão da vítima, que contou que a mulher lhe pediu dinheiro e que ele a entregou R$ 10. Segundo ele, a mulher queria mais dinheiro e como não recebeu o agrediu e o esfaqueou pelas costas.

A vítima foi socorrida pelo Samu, levada para o Hospital de Solânea e depois encaminhada para o Hospital de Trauma de Campina Grande. Compareceu ao local, a guarnição da viatura 6932, que constatou a veracidade do fato, realizou rondas e conversou com a vítima, que não quis identificar a acusada.

Redação Focando a Notícia

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Especialista diz que medo de ficar sem tecnologia é doença; veja como identificar a nomofobia

nomofobiaOs avanços tecnológicos não trouxeram apenas novas ferramentas de interação social, mas também uma nova doença: a nomofobia, caracterizada pelo medo e pânico de ficar desconectado e incapacitado de se comunicar por meio de aparelhos celulares e computadores.

Segundo José Roberto Marques, especialista comportamental e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), a doença não é relacionada ao tempo que a pessoa passa utilizando os aparelhos, mas aos prejuízos que o uso acarreta.

Além disso, o problema pode estar associado a sintomas de ansiedade e depressão, já que as pessoas afetadas pela nomofobia costumam se sentir rejeitadas quando ninguém telefona e enfrentam síndrome de abstinência quando estão sem o aparelho.

Causas e sintomas da nomofobia

De acordo com o especialista, os principais fatores de risco para a nomofobia são: baixa autoestima; dificuldade em relacionamentos sociais; incapacidade de desligar o telefone ou computador; verificação obsessiva da caixa de entrada de e-mails ou chamadas de celular; sentir a necessidade de estar online cada vez mais ou preocupação contínua com a bateria de celulares ou notebooks.

Já os sintomas da doença são: incômodos e irritação acima do normal quando a rede de internet não funciona; tentativas fracassadas de passar menos tempo com aparelhos eletrônico; utilizar a internet para fugir de problemas; e incapacidade de desligar celulares ou computadores quando necessário.

Ainda segundo o especialista, uma das saídas para escapar da nomofobia é deixar a vida online de lado e se dedicar cada vez mais a vida social, saindo com amigos, frequentar locais com bom número de pessoas, viajar, realizar exercícios físicos e ficar algum tempo diariamente sem aparelhos como celular e computador.

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Golpe da habilitação social continua e Detran explica como identificar crime

detran-pbO Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB) voltou a alertar a população, nesta terça-feira (14), sobre a continuidade do golpe envolvendo um site falso, supostamente relacionado ao Programa Habilitação Social do Estado.

Segundo o Detran-PB, o site falso utiliza um layout semelhante ao oficial, disponibilizando inclusive a ficha de inscrição para os interessados, mas cobra uma taxa para os exames médico e psicotécnico.

No falso site, ao enviarem a solicitação de inscrição, os usuários recebem um e-mail indicando a necessidade de complementação, sendo direcionados novamente ao site para inserir novos dados no sistema.

Ainda nessa fase, o candidato é informado de que, apesar do processo ser gratuito, será necessário o pagamento de uma taxa única no valor de R$ 248,12, referente aos custos do exame médico e psicotécnico. Após a conclusão do procedimento, o usuário é notificado de que o resultado do processo será enviado por e-mail em até cinco dias úteis.

“O Detran-PB avisa mais uma vez que o site oficial do Programa Habilitação Social (PHS) no Estado da Paraíba é o www.habilitacaosocial.pb.gov.br e as inscrições são gratuitas, sendo feitas exclusivamente neste endereço”, informou o Detran-PB.

Ainda segundo o Detran-PB todo o procedimento do programa Habilitação Social é gratuito. Além disso, o órgão alerta que não envia boleto bancário por correio, e-mail ou mensagem.

“Algumas pessoas já nos procuraram por terem sido prejudicadas por essa prática. Em busca de se beneficiar, os criminosos reproduzem com bastante semelhança o site original, levando o usuário a crer que é um procedimento seguro”, explicou o corregedor do Detran-PB, Valberto Lira.

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Jovem sofre tentativa de homicídio em Solânea, mas não sabe identificar acusado

sireneO jovem Cassiano Domingos, de 23 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio na zona rural do município de Solânea. Contudo, ele não soube informar à polícia quem seria a pessoa com intenção de o matar, já que o tiro veio de uma direção ignorada enquanto ele retornava à sua casa.

A informação sobre a tentativa de assassinato veio do hospital local que recebeu a vítima, prestou os primeiros socorros e o encaminhou para Campina Grande. A Policia Militar foi chamada para registrar o caso e interrogou Cassiano.

Ele informou aos policiais que estava em um bar na cidade de Solânea e que ao sair com destino a sua residência, no Sítio Alagoinha dos Bragas, foi alvejado com um disparo de arma de fogo na região da virilha.

O tiro foi disparado nas proximidades da Chã de Santa Tereza. Cassiano relatou que não viu quem atirou. A polícia não informou se a vitima tinha inimigos com interesse em matá-lo ou se ele já vinha recebendo ameaças.

Compareceu ao local a viatura 6932, que constatou os fatos e efetuou rondas a fim de encontrar algum suspeito, mas não obteve êxito.

Focando a Notícia

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Gilene formará equipe de transição para identificar real situação de Borborema

girlane_candidoA prefeita eleita de Borborema (PB), Gilene Cândido (PTB), em entrevista a Rádio Guarabira 90.7 FM, além de agradecer os 2.037 votos obtidos na última eleição do dia 02 de outubro.

Gilene anunciou que ainda na próxima semana formará a equipe de transição para identificar a real situação da prefeitura.

“É preciso in loco constatar a situação dos prédios públicos, da frota de veículos e a saúde financeira de Borborema”, disse Gilene.

A prefeita eleita enfatizou que começará, ao lado do vice-prefeito Rubinho e dos vereadores, a seleção de nomes para o futuro secretariado.

“Somente após uma reunião com nossa equipe é que vamos pensar na formação do secretariado municipal, priorizando a competência e a disponibilidade.

Rafael San

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Amostras de DNA de bebê estuprado no PI podem identificar suspeitos

(Foto: Robério Mendes/Rádio Imperial)
(Foto: Robério Mendes/Rádio Imperial)

A Polícia Civil do Piauí tenta identificar os suspeitos de envolvimento no estupro contra uma bebê de 1 ano e 3 meses em Pedro II, Norte do Piauí. Para ajudar na identificação, o conselheiro tutelar Francisco Santos informou que foi colhido material genético presente no corpo da criança e que as amostras foram enviadas para análise no estado de Minas Gerais.

“O laudo deve apontar se o material genético é de uma ou mais pessoas e, a partir disso, um exame de DNA deve ser feito caso alguém seja detido. Caso não, o material ficará armazenado em um banco de dados”, disse.

A bebê foi encontrada em um matagal com sinais de violência sexual por volta das 7h40 do domingo (7). O local fica a uns 500 metros da casa da avó, onde dormia quando foi levada do quarto ainda na madrugada. A bebê ficou sob os cuidados da avó materna e uma tia após a mãe sair para uma festa. Por volta das 2h, a tia acordou para amamentar a filha e percebeu que a sobrinha não estava mais na cama.

Delegada de pedro II (Foto: Reprodução/TV Clube)Delegada de pedro II (Foto: Reprodução/TV Clube)

Segundo a delegada que investiga o caso, Camila Miranda, mais de 15 pessoas serão ouvidas, entre elas alguns familiares e pessoas que estavam em um bar próximo ao local onde a criança foi encontrada. “Esses depoimentos serão importantes para a elucidação do crime. Muitas pessoas serão ouvidas. Já ouvimos alguns familiares e pessoas que estavam em um bar. Nossa investigação está avançando, mas não podemos afirmar nada ainda”, contou.

Além do material genético, a polícia também irá solicitar à Justiça a quebra do sigilo telefônico da tia da menina, que recebeu uma ligação de um número oculto horas antes da sobrinha ser encontrada. Conforme Camila Miranda, a pessoa informou o local onde a vítima estava.

Além da violência sexual, a menina foi agredida e os médicos relataram que havia hematomas na boca, próximo ao olho e no pescoço. A vítima teve que ser transferida para Teresina e foi submetida a exames que comprovaram o estupro. Além disso, foi necessária uma cirurgia para reconstrução da vagina da bebê.

Segundo a coordenadora do Serviço de Atenção a Mulheres Vítimas de Violência Sexual (Sanvis)  Sanvis, Maria Castelo Branco, durante o atendimento a equipe também constatou que o agressor tentou cometer o estupro anal.

“A vítima estava com a área genital dilacerada. Ela chegou ao hospital com um quadro muito delicado, passou por uma cirurgia de reconstrução do órgão genital, está em observação e passa bem”, disse a médica.

Entenda o caso
A suspeita de que uma bebê de 1 ano e 3 meses tenha sido abusada sexualmente abalou a família e deixou a população de Pedro II em estado de choque.

Na manhã do domingo, a notícia do desaparecimento da garota se espalhou pela cidade. Foi quando populares a encontraram sem roupa e com vários hematomas pelo corpo ao lado de um terreno baldio, segundo a polícia, local frequentado por usuários de drogas.

“Havia machucados pela boca e uma lesão próximo ao olho, além disso, a vagina dela estava bastante machucada”, relatou a delegada.

“Nós trabalhamos com a hipótese de ter sido mais de um. Testemunhas falaram em alguns nomes e ao que tudo indica são pessoas que conheciam o local e sabiam que abrindo aquela janela já teria acesso ao quarto”, falou ainda a delegada Camila Miranda.

A menina permanece internada na Maternidade Dona Evangelina Rosa e não corre risco de morte.

G1

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MPF cria sistema de dados para identificar candidatos fichas-sujas e deve apontar se Cássio está elegível

MPFederal-300x278A menos de seis meses para as eleições, muitos paraibanos ainda não sabem se o senador Cássio Cunha Lima, está mesmo elegível, e está liberado para disputar o governo do Estado, ou estará inelegível. Para tirar dúvidas como essas, é que o Ministério Público Federal lançou o módulo “Ficha Suja” no sistema “SisConta Eleitoral” – a ferramenta cria um banco de dados nacional com informações de pessoas físicas potencialmente inelegíveis, com o objetivo de conferir mais celeridade às impugnação de candidaturas.

SisConta Eleitoral – Informações do MPF explanam que o “SisConta Eleitoral”, idealizado pelo órgão ministerial, vai subsidiar o trabalho dos membros do Ministério Público durante o processo eleitoral deste ano.

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O módulo “Ficha Suja”, por sua vez, tende a unificar e processar dados de pessoas condenadas, com base em informações de mais de 30 órgãos ligados à administração pública. A idéia é confrontar os dados dos condenados com o Sistema de Candidaturas do TSE.

O procurador da República Daniel de Resende Salgado, gestor do projeto e coordenador da Secretaria de Pesquisa e Análise da Procuradoria Geral da República, explicou que o sistema receberá dados referentes a condenações ocorridas a partir de 2006.

Cadastros – O módulo “Ficha Suja” do “SisConta Eleitoral” já recebeu mais de 11 mil dados de potenciais inelegíveis. A expectativa do MPF é que todos os órgãos do país atualizem o sistema, com informações referentes às pessoas físicas potencialmente inelegíveis, até o próximo dia 19 de maio.

Na Paraíba o caso mais revelante envolve  as duas condenações contra o atual senador Cassio Cunha Lima (PSDB) que tem causado dúvidas no eleitoral sob a elegibilidade do senador para essas eleições. Muitos juritas acreditam que o senador estaria inelegível mas a defesa do senador Cássio diz que ele é elegível, com base em julgamento similar.

PBAgora