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Ciência afirma que tomar banho uma vez a cada três dias é o ideal

Durante o verão, as altar temperaturas nos faz ter que tomar uma série de banhos para conseguirmos nos sentir confortáveis. Apesar da crise hídrica, não resta muita opção quando não se tem um ar-condicionado sempre por perto.

Mas, nas outras épocas do ano, tomar banho constantemente não é algo muito diferente. O brasileiro adquiriu o hábito de tomar ao menos um banho por dia, coisa que nem sempre é feita em alguns países, mesmo os mais desenvolvidos.

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Mas você já se perguntou se realmente é necessário tomar banho todos os dias? Segundo o artigo de Rachel Wilkerson Miller, do BuzzFeed, alguns especialistas afirmam que não precisamos tomar banhos com tanta frequência como somos acostumados.

Tomar banho uma vez a cada três dias é o ideal, diz médicos

Médicos dermatologistas explicaram que devemos tomar banhos de dois a cada três dias, reduzindo assim problemas na pele e possíveis doenças.

A autora falou com dois dermatologistas sobre o assunto, e eles explicaram um pouco mais sobre o assunto.

Eles contaram que os norte-americanos – que tomam banho na mesma frequência que os brasileiros – usam o chiveiro muito mais do que o necessário. Segundo Dr. Joshua Zeichner, professor assistente de dermatologia do Hospital Mount Sinai, em Nova York, a frequência que tomamos banho e o que notamos como odor corporal é “muito mais um fenômeno cultural”.

A dermatologista Dr. Ranella Hirsch, de Boston, concorda com seu colega. Ela disse: “Nós tomamos muitos banhos neste país, e isso é perceptível. Uma boa parte da razão por que fazemos isso é devido a normas sociais”.

Tais normas são resultados, principalmente, de uma boa publicidade. Isso porque após a Guerra Civil americana, a publicidade e o sabonete se tornaram mais comuns nos EUA. Os americanos se tornaram muito mais influenciados a essas questões que os europeus.

Na década de 1920 e 1930 mais mulheres entraram no mercado de trabalho, e mais homens começaram a trabalhar em fábricas, ocasionando em outro foco cultural de limpeza, gerando o ato de necessidade de banho.

Outro problema é que nossa pele, ao ser exposta a banhos com muitas frequências – especialmente em águas quentes – pode ressecar e irritar, atém de retirar bactérias boas que existem na epiderme e servem para nos proteger. Isso pode causar fissuras de ressecamento que podem levar a infecções.

Os dois médicos dizem que os pais não devem dar banhos em bebês e crianças diariamente. Isso porque a exposição à sujeira pode fazer com que a pele se torne menos sensível e consiga evitar alergias e doenças como eczema.

Para os especialistas um banho a cada 2 ou 3 dias é o ideal. Eles indicam que limpar apenas os pontos mais críticos é a medida que devemos tomar, principalmente no inverno, quando sentimos menos necessidade de banhos.

No verão o indicado é usar produtos mais suaves nos banhos, evitando assim irritar a pele.

Fonte: Mega Curioso

90% das mulheres não consomem quantidade ideal de cálcio

osteoporoseDe acordo com estudo da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso), uma em cada três brasileiras vai desenvolver osteoporose, doença que enfraquece os ossos, após a menopausa. Detalhe: 90% delas não consomem a quantidade ideal de cálcio, presente principalmente em leite e derivados.

Segundo a Abrasso, cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com o problema. Mesmo com esse número assustador, apenas 39% da população feminina com mais de 45 anos já fizeram algum teste para detectar a doença que atinge majoritariamente as mulheres – a proporção é de dez para cada homem.

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A prevenção, segundo a entidade, deveria começar na infância, por meio de alimentação adequada e, claro, ser rica em cálcio. A gravidade do quadro é que, por ser uma doença silenciosa, que não causa dor, muitas vezes só é descoberta após a primeira fratura.

O assunto merece atenção: a International Osteoporosis Foundation (IOF) calcula que o número de fraturas no quadril, em decorrência do problema, deve crescer 32% até 2050 no Brasil. O dado se baseia no envelhecimento da população: o número de indivíduos com mais de 70 anos aumentará 380% até 2050, representando 14% do total.

As fraturas são o maior risco, especialmente as de quadril – sabe-se que 20% das mulheres que apresentam este tipo de fratura morrem até um ano depois da queda em decorrência de complicações.

Com a idade, é esperada que haja perda óssea: se ela é normal, será de 0,5% por ano a partir dos 45 anos. Uma perda equivalente a 25% do esqueleto, no entanto, leva à grande possibilidade de fratura – e, quando atinge este ponto, está instalada a osteoporose.

Segundo o IOF, o fator genético é responsável por 80% da formação óssea de um indivíduo: o restante dependerá dos hábitos (aquisição de cálcio, prática de atividades físicas) de cada um. A exposição ao sol – cerca de 15 minutos, três vezes por semana – também é fundamental para alavancar a absorção do mineral.

Quem tem mais tendência

Entre as causas e fatores de risco, destacam-se história familiar da doença; pessoas de pele branca, baixas e magras; asiáticos; deficiência na produção de hormônios; medicamentos à base de cortisona, heparina e no tratamento da epilepsia; alimentação deficiente em cálcio e vitamina D; baixa exposição à luz solar; sedentarismo; tabagismo; consumo de álcool; certos tipos de câncer; e algumas doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas.

“O perigo maior é porque estamos falando de uma moléstia de instalação silenciosa”, adverte Denise Ludovico, endocrinologista pediatra da ADJ Diabetes Brasil, pesquisadora clínica do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin), em São Paulo.

“A dor, que seria o único sintoma, somente ocorre quando acontece a fratura”, salienta Felipe Henning Gaia Duarte, doutor em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Já Thiago Martins, fisioterapeuta pós-graduado em Ortopedia e Traumatologia pela USP (Universidade de São Paulo) e especializado em idosos lembra que a fratura ocorre porque o osso está poroso, já que perdeu massa progressivamente.

“Na menopausa, quando a perda de massa óssea ocorre de maneira intensa e rápida por causa das alterações hormonais, o problema é agravado”, conclui Marco Antonio Ambrósio, com especialização em Ortopedia e Traumatologia pelo Instituto de Ortopedia Clínica da USP.

Tratamento

Embora a oesteoporose não tenha cura, ela pode ser tratada. “O importante é fazer acompanhamento com médicos especializados que poderão indicar medicamentos para estabilizar ou melhorar a alteração, reduzindo o risco de fraturas e evitando complicações”, pondera Ludovico.

Duarte observa que, com as devidas medidas, a osteoporose pode regredir para a osteopenia, que é uma forma mais leve de perda de massa óssea. Já o fisioterapeuta Thiago Martins salienta ser possível recuperar massa óssea por meio dos exercícios. “Jovens, quando sofrem uma fratura e ficam muito tempo imobilizados, chegam a apresentar osteoporose; mas, como tratamento correto, conseguem reverter o quadro.”

A primeira providência em um tratamento é unir alimentação rica em cálcio à prática de atividade física e exposição solar. Se necessário, entrarão em cena medicamentos: hormônios sexuais, bifosfanatos (classe mais prescrita, tem como ação impedir a perda de massa óssea), modeladores de receptores de estrogênio, ranelato de estrócio (em pó e tomado diariamente à noite, é outra opção) e denosumab (mais recente e de uso subcutâneo, deve ser administrado a cada seis meses).

“É possível, ainda, recorrer a teriparatida, molécula semelhante a um hormônio natural que temos no corpo, chamado PTH, que, em doses intermitentes, tem forte ação formadora óssea. De uso subcutâneo e alto custo, é indicada para os casos mais severos da doença”, explica Duarte.

Importante: se o paciente já tem osteoporose, deve-se retirar de casa objetos que induzam a quedas (como tapetes) e, se possível, emborrachar o piso do banheiro, colocar barras nas paredes para facilitar o equilíbrio, orientar o uso de sapatos altos. O ortopedista Marco Antonio Ambrósio, recomenda também dormir em colchões firmes e evitar ou diminuir o fumo e a ingestão de café e/ou álcool. “O aparecimento da osteoporose pode ser retardado, e sua progressão desacelerada, com diagnóstico, prevenção e tratamento precoce”.

Uol

Aparelho ortodôntico ideal para adultos

aparelhoComo os aparelhos ortodônticos se tornaram menos volumosos e menos visíveis nos últimos anos, mais e mais adultos estão utilizando, por diversas razões. Alguns adultos querem corrigir problemas com seus dentes ou maxilares antes que eles causem danos maiores ou mais sérios.

 

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Outros querem melhorar a aparência, corrigindo problemas estéticos existentes há bastante tempo. Tenha sempre em mente que mesmo problemas “estéticos” podem causar danos reais com o passar do tempo. Dentes e maxilares que não estão alinhados adequadamente podem levar a desgaste prematuro, cárie dental avançada e doença gengival, necessitando dentaduras ou outras soluções reconstrutoras e até mesmo cirurgias mais extensas para corrigir problemas sérios.

 

Novas técnicas, e o advento de aparelhos transparentes e menos perceptíveis, significam que adultos estão cada vez mais recorrendo aos aparelhos para corrigir:

 

– Espaços entre os dentes (diastemas)
– Dentes que se comprimem uns aos outros (apinhamento dental)
– Dentes desalinhados
– Sobremordidas
– Mordidas abertas
– Mordidas cruzadas

 

Como posso saber se o aparelho ortodôntico para adultos está indicado para mim?
Se você imagina que pode se beneficiar com um aparelho ortodôntico, peça ao seu dentista para lhe recomendar um ortodontista – dentista especializado em tratar dentes que não estão alinhados adequadamente. O ortodontista irá examinar seus dentes e, talvez, solicitar radiografias para estudar a estrutura óssea de suporte. Com base no que ele encontrar, um plano de tratamento será recomendado. Embora os aparelhos fixos sejam uma opção bastante comum para consertar dentes desalinhados, o ortodontista poderá lhe dizer se no seu caso seria melhor um aparelho removível, um aparelho extra-bucal ou ainda outro tipo de dispositivo.

 

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Terra

Você sabe qual é o fator de protetor ideal para o seu tipo de pele?

Conseguir uma pele bronzeada é o desejo da maioria das mulheres. E para conseguir uma pele dourada é preciso ficar exposta ao sol. Porém, todo cuidado é pouco! E é importante não abusar do astro-rei, afinal os efeitos nocivos dos raios UVA e UVB podem deixa-la com a pele queimada, desidratada e até provocar danos mais graves como insolação e queimaduras.

Um estudo divulgado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia mostrou que exposição solar prolongada na infância e na adolescência é a responsável por 70% dos casos de câncer de pele. E a melhor maneira de combater o problema é usando o protetor solar.

De acordo com o dermatologista Anderson Bertolini (CRM-107976), médico e diretor da Clínica Bertolini, o uso do filtro solar reduz as chances de câncer de pele, queimaduras e ajuda a retardar o processo de envelhecimento da pele. “O fator de proteção solar (FPS) é composto de substâncias que aplicadas sobre a pele a protegem contra a ação dos raios ultravioletas. Vale lembrar que nem todo produto que indica a proteção contra os raios UVB, irá proteger a pele contra os raios UVA”, explica o médico.

É importante atentar-se a isso para apostar em produtos que deixam a pele totalmente blindadas dos efeitos nocivos do sol. “A radiação UVA é responsável pelas queimaduras solares, danos aos olhos e, dependendo da sua gravidade, pode até afetar o sistema imunológico. Já os raios UVB atinge a camada externa da pele, podendo provocar queimaduras, problemas dermatológicos, entre eles envelhecimento precoce e rugas”, destaca o dermatologista.

O seu filtro solar combina com você?

Queimaduras, sensações de ardor e inchaços são sintomas comuns quando ocorre uma exposição excessiva ao sol, sem proteção. Porém, a escolha certa do filtro solar pode evitar o surgimento de tais incômodos. “Escolher um produto inadequado para o sue tipo de pele pode provocar oleosidade, vermelhidão, coceira e até acne”, ressalta Bertolini.

Para acabar com dúvidas, o dermatologista explica os tipos de pele e qual protetor solar é indicado para cada uma delas:

Pele normal

Apresenta uma textura fina e uma superfície suave, macia e bem flexível. A pele normal apresenta menos problemas e imperfeições, como espinhas e manchas. Em relação ao filtro solar, pode ser loção, creme ou spray. “Escolha um FPS de no mínimo 30, e fique atenta para comprar um produto que tenha proteção UVB e UVA”, orienta o dermatologista.

Pele seca

É o tipo de pele que exige mais cuidados, devido à maior tendência para o envelhecimento. Portanto, mantenha um cuidado redobrado. Aposte em protetores solares que contenham hidratante em sua fórmula para manter a pele sempre hidratada.

Pele sensível

É frágil e pode ser inflamada com mais facilidade. Normalmente, esse tipo de pele apresenta vermelhidão, coceira, manchas e tem tendência para descamar. O ideal é apostar em um FPS em gel-creme, que possui óleos leves. “A pele sensível possui uma textura fina que sofre com as alterações climáticas. Por esse motivo, o gel-creme é uma ótima opção para proteger e cuidar da pele ao mesmo tempo”, ressalta.

Pele oleosa

É o tipo que apresenta um aspecto gorduroso e brilhante. Além disso, possui poros dilatados devido ao excesso de sebo que produz. Opte pelo filtro solar sem álcool e gordura, o gel pode ser uma alternativa, pois é absorvido rapidamente e não obstrui os poros.

Pele mista

Consiste na combinação entre pele seca e oleosa. Em algumas regiões da face como queixo, nariz e testa apresenta bastante oleosidade. O filtro solar ideal é o menos gorduroso, sem óleo na composição. Opte por um gel-creme ou gel aquoso.

Quanto ao tom de pele

O uso do protetor solar deve ser diário e o fator mínimo de proteção para todos os tipos de pele deve ser 30. As peles branquinhas podem usar um fator de proteção mais elevado, podendo chegar ao fator 50, se a pessoa não quer se bronzear.

Quando devo aplicar o filtro solar?

A aplicação diária é essencial para combater os sinais do envelhecimento e proteger a pele dos agentes externos. A resistência de cada filtro solar irá apontar quantas vezes deve ser aplicado. Por exemplo, se a sua pele fica vermelha a partir de 10 minutos de exposição ao sol, com o uso do protetor solar número 15, ela se mantém protegida por cerca de duas horas e meia. Basta você multiplicar 15 x 10 minutos para saber o tempo de proteção.

Sentir Bem

Calvície feminina: identifique as causas e saiba qual o tratamento ideal

Não adianta usar xampus “milagrosos”. É preciso isolar o foco do problema e tratar a área afetada com terapias combinadas

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A queda de cabelo em mulheres é causada principalmente por fatores genéticos. Mas outros vilões como o desequilíbrio hormonal, o consumo de álcool e fumo, a deficiência de vitaminas no organismo e o uso de determinados medicamentos são gatilhos para o problema se manifestar em pessoas que já têm pré-disposição.

Os casos de calvície feminina deixaram de ser raros. “Nos últimos dez anos, aumentou em quatro vezes o número de mulheres que eu atendo. Elas já representam 45% das consultas deste tipo”, conta o médico Luciano Barsanti, especializado em tricologia, área da medicina dedicada aos problemas dos cabelos e do couro cabeludo.

De acordo com o especialista, autor do livro “Dr. Cabelo” (Editora Elevação), o estresse é atualmente um dos principais desencadeantes da calvície. O estilo de vida acelerado, comum para as mulheres modernas, detona o esgotamento físico e mental, e isso pode refletir na queda de cabelo.

Diferente dos homens e suas famosas “entradas” na testa, a calvície nelas afeta outras áreas. “Ocorre mais no topo da cabeça. Além disso, geralmente a mulher tem a área frontal normal, com a perda de fios mais difusa”, aponta o cirurgião plástico Ricardo Lemos, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos autores do livro “Transplante Capilar – Arte e Técnica” (Editora Roca).

Perder até 100 fios de cabelo por dia é normal, mas acima disso fica preocupante. “É fácil notar a diferença porque a família toda percebe e começa a reclamar dos fios espalhados pela casa: no chão do banheiro, no travesseiro e até no banco do carro”, esclarece a dermatologista Silvana Lessi Coghi, da Sociedade Brasileira Dermatologia.

 A particularidade da queda deve ser analisada e investigada por um médico. “Não adianta comprar um xampu antiqueda, que não tem nenhuma comprovação científica de eficácia, e não tratar o problema de fundo, que pode ser uma anemia por falta de ferro no organismo ou um problema na glândula da tireoide, por exemplo”, explica Silvana.

Curiosamente, a preocupação excessiva com a forma física tende a causar dificuldades com os cabelos, como é o caso dos regimes restritivos. “As dietas indiscriminadas, sem acompanhamento médico, deixam o organismo pobre em nutrientes. Essa conduta afeta os fios, que podem começar a cair em excesso”, alerta Barsanti, que ainda revela um aumentado de calvície em pessoas que passam pelas gastroplastias, conhecidas popularmente como cirurgias de estômago.

Os tratamentos para queda de cabelo
“É possível tratar com medicamentos já disponíveis no mercado. Um exemplo é um hormônio sintético que vem sendo usado tanto para homens, como para mulheres, com bons resultados”, exemplifica Silvana. Os fármacos podem ser aplicados na área afetada ou ingeridos oralmente. Outra indicação de tratamento muito usada atualmente é associação de terapias. “Você associa os fitoterápicos, que são medicamentos vindos de plantas, com as novas tecnologias, como os eletroestímulos, que são pequenos choques indolores no couro cabeludo, que estimulam a multiplicação celular”, revela Barsanti. Em média, cada sessão terapêutica combinada custa por volta de R$ 380. Para um bom resultado, elas precisam ser feitas por seis meses consecutivos, sendo duas a cada mês.

Quando os tratamentos farmacológicos ou tecnológicos não atingem o resultado esperado, ainda existe uma última opção: o implante capilar. “Antes de tudo, é preciso examinar a área doadora de fios. Nem sempre a mulher tem na cabeça dela cabelos suficientes para implantar na região afetada”, pontua Lemos, que elucida ainda que no caso de não haver uma quantidade mínima necessária, a alternativa é usar próteses. Quem tem cabelos suficientes para tirar de uma área e colocar na outra terá que desembolsar entre R$ 10 mil e R$ 20 mil pelo procedimento cirúrgico. Uma novidade desse tipo de cirurgia é o implante com os fios longos. “Uma vantagem dessa técnica é que ela permite que os fios sejam colocados na mesma angulação e mesma curvatura dos já existentes, o resultado acaba sendo mais satisfatório”, constata Lemos.

IG