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Paraíba atinge mais de 4 milhões de habitantes em 2019, diz IBGE

A população paraibana cresceu e atingiu os 4,018 milhões de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa com o total de habitantes dos estados e dos municípios foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (28). A estimativa se refere a 1° de julho de 2019.

O número representa um aumento de 0,54% em relação ao que havia sido estimado pelo IBGE em 2018, quando o total de habitantes na Paraíba era de 3,99 milhões de pessoas.

João Pessoa é a cidade com o maior número de habitantes em 2019, assumindo um total de 809 mil pessoas. O aumento populacional com relação a 2018 foi de, aproximadamente, 9 mil habitantes. Em seguida, está Campina Grande, com 409,7 mil habitantes e, depois, Santa Rita, com 136,5 mil pessoas.

A cidade com menos habitantes é a de Parari, no Cariri paraibano, com 1,7 mil pessoas. São José do Brejo do Cruz vem em seguida, com 1,8 mil habitantes e, em terceiro, Riacho de Santo Antônio, com 1,9 mil pessoas.

pbagora

 

 

Brasil atinge 210 milhões de habitantes, diz IBGE

A população brasileira foi estimada em 210,1 milhões de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa com o total de habitantes dos estados e dos municípios se refere a 1° de julho de 2019 e foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (28).

O número representa um aumento de 0,79% na comparação com a população estimada do ano passado. Em 2018, o IBGE estimou um total de 208,5 milhões pessoas.

O estado de Roraima teve o maior aumento populacional, de 5,1%. Ano passado, a população estimada lá era de 576,5 mil habitantes, e este ano chegou a 605,7 mil — mais 29,1 mil pessoas.

Roraima, que faz fronteira com a Venezuela, tem vivido uma onda de chegada de imigrantes venezuelanos devido à crise econômica, política e social no país vizinho. Apesar de ter registrado o maior aumento percentual, Roraima continua sendo o estado menos populoso.

São Paulo permanece na frente como a unidade da federação com mais habitantes: 45,9 milhões de pessoas. Ano passado, a população paulista era de 45,5 milhões. Este ano, aumentou em mais 380,1 mil pessoas — ou 0,8%.

O IBGE deve dar detalhes sobre o crescimento populacional brasileiro em entrevista coletiva às 9h, no Rio de Janeiro.

Principais destaques

  • A população brasileira total cresceu 0,79% entre 2018 e 2019. Entre 2017 e 2018, havia crescido 0,82%.
  • A população de Roraima cresceu 5,1%, a maior alta entre todos os estados. Continua sendo a unidade federativa menos populosa do país.
  • São Paulo é o estado mais populoso, com 45,91 milhões de pessoas, seguido por Minas Gerais (21,16 milhões), Rio de Janeiro (17,26 milhões) e Bahia (14,87 milhões).

População brasileira

Unidades da federação População 2018 População 2019 Variação percentual 2018/2019 Variação absoluta 2019/2018
Acre 869.265 881.935 1,46% 12.670
Alagoas 3.322.820 3.337.357 0,44% 14.537
Amapá 829.494 845.731 1,96% 16.237
Amazonas 4.080.611 4.144.597 1,57% 63.986
Bahia 14.812.617 14.873.064 0,41% 60.447
Ceará 9.075.649 9.132.078 0,62% 56.429
Distrito Federal 2.974.703 3.015.268 1,36% 40.565
Espírito Santo 3.972.388 4.018.650 1,16% 46.262
Goiás 6.921.161 7.018.354 1,40% 97.193
Maranhão 7.035.055 7.075.181 0,57% 40.126
Mato Grosso 3.441.998 3.484.466 1,23% 42.468
Mato Grosso do Sul 2.748.023 2.778.986 1,13% 30.963
Minas Gerais 21.040.662 21.168.791 0,61% 128.129
Pará 8.513.497 8.602.865 1,05% 89.368
Paraíba 3.996.496 4.018.127 0,54% 21.631
Paraná 11.348.937 11.433.957 0,75% 85.020
Pernambuco 9.496.294 9.557.071 0,64% 60.777
Piauí 3.264.531 3.273.227 0,27% 8.696
Rio de Janeiro 17.159.960 17.264.943 0,61% 104.983
Rio Grande do Norte 3.479.010 3.506.853 0,80% 27.843
Rio Grande do Sul 11.329.605 11.377.239 0,42% 47.634
Rondônia 1.757.589 1.777.225 1,12% 19.636
Roraima 576.568 605.761 5,06% 29.193
Santa Catarina 7.075.494 7.164.788 1,26% 89.294
São Paulo 45.538.936 45.919.049 0,83% 380.113
Sergipe 2.278.308 2.298.696 0,89% 20.388
Tocantins 1.555.229 1.572.866 1,13% 17.637
Brasil 208.494.900 210.147.125 0,79% 1.652.225
G1

 

Taxa de desemprego aumenta no 2º trimestre de 2019 na Paraíba, diz IBGE

A taxa de desemprego da Paraíba cresceu no segundo trimestre de 2019, segundo informação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira (15). Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa para os meses de abril-maio-junho ficou em 11,9%, um aumento de 0,8% em relação ao primeiro trimestre do ano.

No primeiro trimestre, aliás, a Paraíba havia ocupado o posto de menor taxa de desemprego do Nordeste. Com os dados divulgados pelo IBGE para o segundo trimestre, perdeu o posto para o Ceará, que apresentou uma taxa de desocupação de 10,9%. A estimativa é de que aproximadamente 201 mil pessoas na Paraíba estejam desempregadas. Em comparação ao 1° trimestre, são 15 mil pessoas a mais sem emprego no estado entre os meses de abril e junho.

Embora tenha sido registrado crescimento, a Paraíba ocupa o segundo lugar entre os estado do Nordeste com menor índice de desemprego e ainda está abaixo da média nacional, que é de 12%.

Se considerado o dado de pessoas que estão subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas somado ao número de desocupados, no que o IBGE considera como força de trabalho potencial, a Paraíba teve 680 mil pessoas sem emprego ou trabalhando menos do que gostaria por falta de oportunidade no 2º trimestre, cerca de 5 mil a mais em relação aos três meses anteriores de 2019.

Outro dado relevante à Paraíba informado pelo IBGE indica que a Paraíba é o quarto estado do Brasil com maior taxa de informalidade. O percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de referência como empregado SEM carteira entre os empregados do setor privado na Paraíba é de 43,5%, atrás apenas de Maranhão (49,7%), Piauí (48%) e Pará (47,3%).

Dados de emprego da Paraíba

  • 1,482 milhão de pessoas ocupadas
  • 449 mil pessoas trabalham por conta própria
  • 201 mil pessoas desempregadas
  • 680 mil pessoas sem emprego ou trabalhando menos do que gostaria por falta de oportunidade

 

G1

 

 

João Azevêdo define com IBGE lançamento oficial do Censo 2020 na Paraíba

O governador João Azevêdo se reuniu, nesta terça-feira (13), em João Pessoa, com representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para discutir parcerias voltadas à realização do Censo 2020. No encontro, ficou definido que o lançamento oficial do Censo será realizado na próxima segunda-feira (19), às 11h, no Palácio da Redenção.

Na ocasião, o chefe do Executivo estadual destacou a importância da colaboração dos paraibanos no levantamento de dados que servirão para o planejamento de políticas públicas.  “O Brasil passará, em 2020, pela realização do Censo Demográfico, uma pesquisa domiciliar, o que se configura como uma verdadeira operação de guerra a ser montada, e o IBGE tem essa responsabilidade de organizar esse trabalho. Nessa reunião ficou definida a participação e a ajuda do Estado naquilo que compete para que o Censo aconteça da melhor maneira possível e traga as informações corretas para que a gente tenha um espelho real do nosso povo para planejar o nosso futuro”, argumentou.

O chefe da Unidade Estadual do IBGE na Paraíba, Roberto Salgado, agradeceu o apoio do Governo do Estado e ressaltou a necessidade do engajamento da população para responder corretamente os questionários.  “A participação de toda a sociedade é importante para que possamos realizar o Censo e, com esse apoio do Governo do Estado, temos a certeza de que as pessoas irão colaborar também. Durante essa reunião, tivemos a oportunidade de apresentar o formato do Censo 2020 e pedimos o apoio da infraestrutura do Governo do Estado para que a gente possa divulgar a sua realização”, explicou.

O uso da tecnologia é uma novidade do Censo 2020. De acordo com Roberto Salgado, todos os questionários serão aplicados com a utilização de um computador de mão e também será oferecida a opção do uso da internet para responder as perguntas.

Também participaram da reunião Fernando José Câmara (supervisor da Base Territorial do IBGE); Francisco Eugênio do Nascimento (coordenador operacional do Censo); e Jorge Souza (supervisor de Disseminação de Informações), além do secretário da Comunicação Institucional, Nonato Bandeira; e do chefe de Gabinete, Ronaldo Guerra.

 

Foto: José Marques

Secom-PB

 

 

Taxa de desemprego na Paraíba é a menor do Nordeste, aponta IBGE

A Paraíba apresentou a menor taxa de desemprego do Nordeste no primeiro trimestre de 2019, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (24). Conforme levantamento a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa de desemprego da Paraíba foi de 11,1%, abaixo da taxa nacional de 12,7% e a oitava menor entre os estados do país.

O estudo divulgado nesta quarta revelou informações inéditas a respeito do emprego e da renda dos brasileiros no interior dos estados. O IBGE considerou interior todos os municípios do estado, excluída a região metropolitana, quando existir, e a capital. Em relação ao recorte territorial, o interior da Paraíba apresentou uma taxa de desemprego de 10,8% no interior e de 11,7 nas regiões metropolitanas. João Pessoa, por sua vez, apresentou a taxa de 11,4%.

Ainda de acordo com o IBGE, foram registradas 186 mil pessoas desocupadas na Paraíba entre janeiro e março de 2019, sendo 115 mil no interior e 71 mil nas Regiões Metropolitanas do estado.

Se considerado o dado de pessoas que estão subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas somado ao número de desocupados, no que o IBGE considera como força de trabalho potencial, a Paraíba tem 675 mil pessoas sem emprego ou trabalhando menos do que gostaria por falta de oportunidade.

População ocupada na Paraíba

  • 1,448 milhão de pessoas ocupadas no estado
  • 535 mil em regiões metropolitanas
  • 953 mil no interior
  • 356 mil somente em João Pessoa

Informalidade

Embora o nível de ocupação na Paraíba seja um destaque positivo, as condições do mercado de trabalho não são das mais confortáveis. A taxa de informalidade, de acordo com o IBGE, é maior no interior do que nos grandes centros urbanos da Paraíba. De cerca de 750 mil pessoas que vivem na informalidade na Paraíba, 551 mil pessoas, aproximadamente 73%, vivem em cidades do interior.

Outras 199 mil pessoas vivem na informalidade em regiões metropolitanas da Paraíba, sendo 122 mil somente em João Pessoa. O alto número de pessoas ganhando o sustento a partir da informalidade faz da Paraíba o terceiro do Nordeste com maior percentual de pessoas na informalidade no interior. No geral, a informalidade atinge 62,4% das pessoas ocupadas no interior dos estados.

Renda

Se o níveis de ocupação são maiores e os de desemprego menores no interior, a remuneração média paga às pessoas com emprego não chega nem a metade do valor pago nos grandes centros urbanos. Na Paraíba, o rendimento médio de todos os trabalhos na Região Metropolitana é de R$ 2.451, enquanto no interior esse valor não passa de R$ 1.195.

A discrepância é ainda maior se comparado ao rendimento médio em João Pessoa, que é de R$ 3.077, o maior entre as capitais nordestinas. As informações são do G1.


Portal WSCOM

 

Concurso do IBGE com salário de R$ 4.200 inscreve até terça-feira

As inscrições para o processo seletivo do IBGE com salário de até R$ 4.200 terminam nesta terça-feira (23). Das 400 vagas temporárias para trabalhar no Censo Demográfico, em 20 áreas de conhecimento de nível superior apenas 6 vagas são destinadas para João Pessoa. As inscrições estarão abertas de 8 a 23 de julho e as provas estão previstas para 1º de setembro. O edital completo está disponível aqui. Os contratados terão direito aos auxílios Alimentação, Transporte e Pré-escolar, assim como a férias e 13º salário proporcionais, de acordo com a legislação que regulamenta este tipo de contratação. A remuneração mensal prevista é de R$ 4.200,00.

O período máximo da contratação é de 12 (doze) meses. Os contratos terão vigência de 30 (trinta) dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por igual período, de acordo com a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários. O desempenho dos contratados será avaliado mensalmente.

A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, sendo 8 horas diárias. São oferecidas 400 vagas temporárias, em 20 áreas de conhecimento de nível superior.

Há vagas para todas as 27 unidades da federação, mas a maior parte delas é para o Rio de Janeiro, onde está a sede do IBGE. O quadro completo das vagas, por UFs e áreas de conhecimento, está no link.

As pessoas com deficiência terão direito ao mínimo 5% das vagas, de acordo com a legislação em vigor e as normas do edital. Veja na tabela abaixo a relação das áreas de conhecimento e as respectivas vagas:

Função Área de Conhecimento Retribuição Mensal Taxa de Inscrição Nº de Vagas
Analista Censitário (AC) Análise de Sistemas – Desen. Aplicações R$4.200,00 R$64,00 17
Análise de Sistemas – Desenv. Aplicações Web Mobile 2
Análise de Sistemas – Suporte a Comunicações e Rede 5
Análise de Sistemas – Suporte à Produção 4
Análise de Sistemas – Suporte Operacional e de Tecnologia 4
Análise Socioeconômica 36
Biblioteconomia e Documentação 4
Ciências Contábeis 30
Ciências Sociais 12
Desenho Instrucional 2
Geoprocessamento 24
Gestão e Infraestrutura 142
Jornalismo 35
Letras 1
Logística 5
Métodos Quantitativos 57
Planejamento e Gestão 1
Produção Gráfica/Editorial 2
Programação Visual/Web design 10
Recursos Humanos 7

As inscrições poderão ser feitas pela internet, no site. Para evitar contratempos, os candidatos devem ler e seguir atentamente as determinações do edital. A taxa é de R$ 64,00 e as inscrições somente serão validadas após a confirmação do respectivo pagamento. As pessoas pretas ou pardas terão direito a 20% das vagas, de acordo com a legislação em vigor.

As provas estão previstas para 1º de setembro de 2019. O cronograma completo está no edital e deve ser lido atentamente pelos candidatos. Serão 60 questões objetivas em três disciplinas: língua portuguesa, conhecimentos específicos e raciocínio lógico, com exceção das áreas de conhecimento de Métodos Quantitativos e Letras, que terão duas disciplinas cada (língua portuguesa e conhecimentos específicos e raciocínio lógico e conhecimentos específicos, respectivamente) conforme descrito no edital.

 

 

clickpb

 

 

Seleção do IBGE para Censo 2020 abre inscrições com vagas na PB

Estão abertas a partir desta segunda-feira (8) as inscrições no processo seletivo para contratação temporária de pessoal para realização do Censo Demográfico 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em todo o país, estão disponíveis 400 vagas, sendo oito na Paraíba, em João Pessoa.

De acordo com o edital, as inscrições devem ser feitas até 23 de julho, no site da organizadora. A taxa de inscrição custa R$ 64. A seleção é para o cargo de analista censitário, uma função de nível superior cujo ocupante pode desempenhar diversas atribuições, de acordo com a área de conhecimento.

As vagas na Paraíba são para as seguintes áreas:

  • Análise socioeconômica (1 vaga)
  • Ciências contábeis (1 vaga)
  • Geoprocessamento (1 vaga)
  • Gestão e infraestrutura (3 vagas)
  • Jornalismo (1 vaga)
  • Métodos quantitativos (1 vaga)

A remuneração para todas as áreas é de R$ 4,2 mil, para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. A previsão de duração do contrato é de até 12 meses.

As provas objetivas estão previstas para acontecer no dia 1º de setembro e o resultado do certame deve ser divulgado no dia 26 de setembro. A partir do dia 27 do mesmo mês os aprovados devem começar a ser convocados.

Seleção do IBGE para o Censo 2020

 

 

G1

 

 

Com 11,1%, PB tem a menor taxa de desemprego do NE, aponta IBGE

A taxa de desocupação na Paraíba de apenas 11,1%, revela que o Estado tem a menor taxa de desemprego do Nordeste, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da federação no 1º trimestre, na comparação com o trimestre anterior.

Na última pesquisa, divulgada pelo IBGE em novembro de 2018, a Paraíba perdia entre os estados nordestinos apenas para o estado do Ceará. Nesta tem o menor percentual de desempregados do Nordeste.

Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Bahia (18,3%), Maranhão: 16,3%, Pernambuco: 16,1% e Alagoas: 16%. Veja mais detalhes no link: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/16/desemprego-cresce-em-14-das-27-unidades-da-federacao-no-1o-trimestre-diz-ibge.ghtml

Veja a taxa de desemprego por unidade da federação:

Amapá: 20,2%
Bahia: 18,3%
Acre: 18%
Maranhão: 16,3%
Pernambuco: 16,1%
Alagoas: 16%
Amazonas: 15,9%
Sergipe: 15,5%
Rio de Janeiro: 15,3%
Roraima: 15%
Distrito Federal: 14,1%
Rio Grande do Norte: 13,8%
São Paulo: 13,5%
Piauí: 12,7%
Tocantins: 12,3%
Espírito Santo: 12,1%
Pará: 11,5%
Ceará: 11,4%
Minas Gerais: 11,2%
Paraíba: 11,1%
Goiás: 10,7%
Mato Grosso do Sul: 9,5%
Mato Grosso: 9,1%
Paraná: 8,9%
Rondônia: 8,9%
Rio Grande do Sul: 8%
Santa Catarina: 7,2%

pbagora

 

 

População da Paraíba tem 518 mil analfabetos, aponta estudo do IBGE

Educação de Jovens e Adultos tem ajudado a mudar o cenário do analfabetismo na Paraíba (Foto: Secom-JP/Divulgação)

Mais de 518 mil paraibanos com 15 anos ou mais são analfabetos na Paraíba. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (18) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua sobre a Educação feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . De acordo com o estudo, a taxa de analfabetismo registrada na Paraíba é de 16,5%.

O dado mostra que houve um crescimento aproximado de 13 mil novos analfabetos no grupo pesquisado de 2016 para 2017, provocando o aumento percentual de 16,3% para 16,5% do total da taxa de analbetismo. O problema é ainda maior quando é feita a divisão por cor ou raça.

A Pnad da Educação mostra que do total da população pariabana analfabeta com 15 anos ou mais, 388 mil são somente de pretos ou pardos. Em dados percentuais, cerca de 75% do analfabetos da Paraíba são negros. A taxa de analfabetismo entre pretos ou pardos é 18,2% enquanto entre brancos é de 13%, uma menor inclusive que a geral registrada no estado.

Percentual da população analfabeta por cor ou raça na Paraíba
Índice do IBGE revela que maior parte da população analfabeta é negra.
Dados de João Pessoa

A Pnad Educação de 2017 também apontou que João Pessoa tem 37 mil pessoas que não sabiam ler ou escrever. A taxa de analfabetismo da capital paraibana é 5,7%. A discrepância na formação educacional entre na divisão por cor ou raça é uma constante também em João Pessoa. Enquanto a taxa de analfabetismo entre brancos é de 3,5% em João Pessoa, entre pretos ou pardos é 6,8%, superior ao da cidade.

Nacional e regional

A taxa de analfabetismo na Paraíba encontrada em 2017 é o dobro da registrada no Brasil e um pouco maior do que a média do Nordeste, que por sua vez, é a região do pais com a maior taxa de pessoas que não sabem ler ou escrever. Enquanto na Paraíba foi de 16,5%, a média de analfabetismo brasileira encontrada pelo IBGE foi de 7% e a média nordestina foi 14,5%.

G1

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PB apresenta maior renda familiar per capita do Nordeste, diz IBGE

A Paraíba apresentou no ano passado a maior renda familiar per capita (por membro da família) do Nordeste. Conforme pesquisa divulgada nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o rendimento na Paraíba chegou a R$ 928 no ano passado, ultrapassando os outros oito estados da região.

Apesar do bom desempenho no Nordeste, quando comparada a média nacional, a renda familiar per capita na Paraíba é 26,8% inferior. A segunda maior renda na região ficou com Pernambuco, em R$ 852. No país, a maior renda familiar per capita foi registrada no Distrito Federal, com R$ 2.548.

O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (em termos nominais) e o total dos moradores. São considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes de todos os moradores, inclusive os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.

Os valores são calculados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) e enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU). A renda familiar per capita é usada para se estabelecer os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

MaisPB

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