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Gkay fala sobre beleza e machismo no humor: ‘Precisamos quebrar esse estereótipo’

A paraibana Géssica Kayane, a Gkay, vem fazendo sucesso na internet e na televisão como humorista. Atriz, comediante e influenciadora digital, Gkay tenta quebrar estereótipos na área do humor e conta como começou a carreira.

Despontando em um meio tão masculino, Géssica conta que o humor tem sido uma área difícil. A artista confessa já ter sofrido com o machismo do mercado.

“Como se precisasse ser reafirmada por homens, falando que você é boa, para as pessoas acreditarem que está fazendo aquilo bem. Já escutei coisas do tipo ‘tá ficando muito bonita pra ser humorista!’. Precisamos quebrar esse estereótipo”, conta Gkay.

O início da carreira também não foi fácil. Géssica decidiu gravar vídeos de humor para a internet em 2015, quando era estudante universitária e morava em João Pessoa, capital da Paraíba. No começo, a estudante precisou de uma câmera emprestada para realizar o sonho.

“Peguei uma câmera emprestada, falei com um amigo para editar o material de graça e lancei o primeiro vídeo. Confesso que ficou bem ruim, mas fui gravando, criando prática e sem muita pretensão, acabou dando certo”, disse.

Gkay tem 26 anos e nasceu em Solânea, cidade do Brejo da Paraíba com um pouco mais de 26 mil habitantes, de acordo com o censo 2019 do IBGE. Quase cinco anos atrás, quando nomes como Whindersson Nunes começaram a fazer sucesso, Géssica morava em João Pessoa devido aos estudos. Era conhecida pelos amigos por ter um “jeito meio doido” e sentiu que seria possível fazer algo do tipo.

Deu tão certo que Gkay, estudando duas graduações em duas universidades, viu que não estava sendo possível conciliar os estudos com os compromissos relacionados à internet. A youtuber precisou escolher “entre o certo e o duvidoso”.

“Não foi fácil, mas na vida temos que arriscar mesmo. Meu pai era um homem que vivia na fazenda, então não entendia muito essa relação com a tecnologia. Lembro bem do dia que eu contei a ele que tinha desistido da universidade para viver da Internet e ele disse: ‘você tem que aproveitar o seu momento. Se não der certo, você volta’. Quando tive o aval do meu pai, que nem entendia direito o que eu estava fazendo, mas me apoiava, me senti segura e me joguei na nova profissão”, conta Gkay.

A carreira de Gkay seguiu ascendendo. Dos vídeos, a jovem passou aos palcos, fazendo shows de humor, onde passou a ter feedback imediato do público. Cada vez mais em evidência, a exposição já chegou a assustar a comediante.

“A exposição tem dois lados. Ao mesmo tempo que não me sinto sozinha, pois sou muito acolhida pelos meus seguidores, há pessoas que julgam e criticam o que faço. Mas acredito que isso seja algo que todos nós vamos aprendendo a lidar e adquirindo maturidade para saber como sair de certas situações”, diz a humorista.

Atualmente a youtuber, atriz e comediante já acumula mais de 7 milhões de seguidores no Instagram, mais de 1 milhão de inscritos no YouTube, participa de uma série de humor no canal Multishow e diversos videoclipes de artistas nacionais.

Os seguidores têm uma relação muito próxima. “As pessoas que me seguem são como amigas, pois acompanham minha rotina e toda minha transição de vida… Não são apenas números, tenho uma sintonia com os seguidores. Eles são tão acostumados comigo que, em dias que não estou muito legal, percebem e comentam. Também estão ao meu lado, dando muita força, quando acontece algo na minha vida pessoal. Gosto muito disso, pois eu sinto que tem pessoas ali que me ajudaram a construir minha carreira e sonhos. Cada uma delas tem um mérito incrível na minha vida e sou muito feliz por essa relação de poder ser transparente, trocar opiniões e experiências com todos que me seguem”.

Gkay e o elenco da série 'Os Roni', da Multishow. — Foto: Reprodução/Multishow

Gkay e o elenco da série ‘Os Roni’, da Multishow. — Foto: Reprodução/Multishow

Entre tantos sonhos realizados, o mais recente foi a ida às telinhas: a youtuber faz parte do elenco de ‘Os Roni’, seriado da Multishow. Foi convidada a participar por uma das suas influências, Whindersson Nunes, e contracenou com Tirullipa, Carlinhos Maia e Falcão.

Com a rotina de trabalhos fora da Paraíba, a humorista precisou se mudar para São Paulo para lidar com os compromissos. “Faço muitas coisas, tenho um ritmo de trabalho frenético, mas ao mesmo tempo, por incrível que pareça, estou mais descansada, pois mesmo que eu passe o dia inteiro trabalhando, consigo voltar e dormir em casa. Eu não estava tendo essa rotina em João Pessoa, pois viajava muito. Sofri muito com isso no começo, mas tive o total apoio da minha família e todos os amigos”, disse.

A rotina de produção de conteúdo é intensa, e até mesmo os momentos de descanso compartilhados na rede fazem parte do trabalho. Gkay conta que não tem dia certo para produzir, vai de acordo com a agenda. Agora, a humorista diz estar se organizando melhor, conciliando os dias para escrever roteiro de apresentações e alinhar com a equipe as gravações e o dias de folga.

Gkay estuda artes cênicas e segue se preparando para futuros projetos. Atualmente a humorista grava a terceira temporada de ‘Os Roni’ e promete também um novo projeto para a Netflix, que começa a ser gravado em fevereiro.

Gkay conta sobre carreira no humor: "já escutei coisas do tipo ‘tá ficando muito bonita pra ser humorista". — Foto: Divulgação

Gkay conta sobre carreira no humor: “já escutei coisas do tipo ‘tá ficando muito bonita pra ser humorista”. — Foto: Divulgação

*Sob a supervisão de Taiguara Rangel

Por Luana Almeida*, G1 PB

 

‘Com vergonha da política’, Tiririca usou dinheiro público para viajar a locais em que faria shows de humor

Ao discursar pela primeira e última vez na tribuna da Câmara no último dia 6, o deputado federal Tiririca (PR-SP) afirmou que deixaria a política “triste para caramba” e “com vergonha” pelo o que acontece no Congresso. No entanto, o parlamentar usou dinheiro público para comprar passagens aéreas para ele e seus assessores, com destino a locais em que se apresentaria como humorista. A informação foi publicada inicialmente pelo jornal “Correio Braziliense” e confirmada pelo GLOBO.

O recurso para financiar as viagens de Tiririca saiu da cota parlamentar, “destinada a custear os gastos dos deputados exclusivamente vinculados ao exercício da atividade”, conforme consta no site da Câmara. Portanto, é permitido que o congressista use a verba para pagar passagens relacionadas ao mandato. Mas não para fins pessoais.

Em 11 de agosto deste ano, o deputado pagou R$ 2.746,52 com destino ao Aeroporto Regional do Vale do Aço, em Ipatinga (MG). Naquele mesmo dia, Tiririca se apresentaria em Teófilo Otoni (MG), cidade próxima, às 20h30. Já no dia seguinte, 12, o show seria no próprio município de Ipatinga.

O dinheiro da cota também foi usado para comprar passagens dos assessores de Tiririca. Em 6 de abril, Loianne Lacerda foi para Ilhéus, na Bahia. Tiririca também foi para a cidade baiana naquela data. Somadas, as passagens custaram R$ 2.205,58 (R$ 1.102,79 cada). O deputado se apresentou em Ilhéus dois dias depois (8 de abril). Mas já no dia seguinte à viagem, 7, teve show em Jequié (BA). E dia 9, Itabuna (BA).

No dia 3 de maio, foi emitida uma passagem no valor de R$ 2.045,38 em nome de Loianne com destino ao Aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina, capital do Piauí (PI). Tiririca se apresentou em Piripiri (PI), Picos (PI) e Teresina (PI) logo depois, nos dias 5, 6 e 7, respectivamente.

Ainda em maio, dia 9, após as datas dos shows de Tiririca no Piauí, foi emitido um bilhete aéreo em nome de Loianne com destino ao Aeroporto de Aracaju, capital do Sergipe. A passagem custou R$ 2.027,69. E naquela mesma data, o deputado também teve um bilhete emitido para si, com o mesmo destino, por R$ 1.785,69. Dia 14, apresentou-se em Aracaju.

Já João Júnior, também assessor de Tiririca, teve bilhete aéreo emitido no dia 6 de outubro. O voo saía do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino a Brasília. Naquele mesmo dia, Tiririca tinha apresentação prevista para 21h na capital fluminense. A valor da passafem foi R$ 934,90.

O GLOBO entrou em contato com a assessoria do deputado e ainda aguarda resposta.

O deputado federal Tiririca (PR-SP) – Nilson Bastian/Câmara dos Deputados

 

O Globo

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Programas de humor não são mais feitos para rir

valeriaNão sei se é moda ou se tem que ser assim mesmo, mas o grande problema que afeta os humoristas dos tempos atuais é a falta de graça.

São muitos os que se intitulam como tal, mas parece um combinado entre eles para ninguém ser engraçado.

O “Zorra Total” virou “Zorra”, apresentou inovações e adotou uma maneira bem diferente de se apresentar, inclusive com várias alterações em seu elenco.

Mas o problema, como já existia no seu antecessor, é que ele continua com as mesmas deficiências. Pode até ser um programa bem humorado, mas em momento nenhum, consegue arrancar um sorriso rasgado de ninguém. Gargalhada, então, nem pensar.

Outros exemplos na mesma linha são aqueles que o Multishow tem de baciada. A boa maioria deles foi feita, parece até que de forma proposital, para não levar ninguém a um ataque de risos.

É uma limitação que dá dó.
Separando as coisas

Até porque não seria justo e nem combinaria colocar todos na mesma gaveta, já houve tempos, não tão distantes assim, que os programas de humor eram feitos para as pessoas rirem.

Não vai aqui nenhum saudosismo, mas está complicado encontrar outros Chico Anysio, Jô Soares, Golias e até Tom Cavalcante ou Márvio Lúcio, o Carioca, entre os mais novos.

Caiu na graça

Marcela Monteiro, repórter do “Vídeo Show”, mas que também é atriz e apresentadora, é alguém que a Globo está apostando.

Mesmo com seu trabalho assegurado no programa, existe o desejo de aproveitá-la em outros projetos.

Teve convite…

Divulgação/Band
Datena foi convidado pela RedeTV, mas não pretende romper com a Bandimagem: Divulgação/Band

Nesses últimos meses do ano, a Rede TV! apertou o cerco e tentou, de todas as maneiras, a contratação de José Luiz Datena.

Depois de pesquisas realizadas, o nome dele foi apontado como ideal para alavancar toda a faixa da noite, que antecede o telejornal “Rede TV News”.

… No entanto

Datena, mesmo não se negando a conversar, adotou um comportamento diferente de outras ocasiões e sempre deixou claro que tem um contrato com a Bandeirantes. Não está nos seus planos romper.

Ao contrário. O seu desejo é cumprir até o fim.

Projeto em curso

Ainda não foi neste 2016, como muitos pretendiam e chegaram a trabalhar para isso, mas já para o começo de  de 2017  a direção do SBT deve se empenhar ainda mais para a existência do SBT Internacional.

Angola está servindo como base das suas primeiras experiências.

Na agulha

A Globo está com tudo praticamente pronto para o “BBB17” começar. Todas as seletivas regionais foram concluídas e já existe a relação dos prováveis participantes.

As pequenas dúvidas que ainda persistem serão enfrentadas nos primeiros dias da próxima semana.

Tem papel

Record está anunciando o início de gravações de “Beaventura” para janeiro.

Mas o diretor Ivan Zettel, continua empenhado na escalação completa do elenco. Alguns papéis ainda estão em aberto.

Plano

A remontagem dos “Trapalhões”, na Globo, agora com novo elenco e as participações especiais de Renato Aragão e Dedé Santana continua em curso.

A Globo ainda não definiu a partir de quando será exibida, mas será aos domingos, uma da tarde, faixa dos programas de temporada.

Jornalismo na frente

Pesquisas da GFK apontam que o jornalismo foi o gênero de maior alcance entre os telespectadores brasileiros, desde julho deste ano até agora, diante dos diversos acontecimentos políticos, econômicos e também de eventos como Olimpíada e Paralímpiadas.

Novela e filmes caíram para o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Bate – Rebate

• A tendência na Globo é continuar com novelas contadas em fases diferentes…
• … Parece que é mesmo a moda de agora…
• … “Em nome do amor”, novela de Ângela Chaves e Alessandra Poggi, na fila das 18 horas, também será assim.
• Marcelo Rezende e Record chegaram a cogitar a possibilidade dele fazer um outro programa…
• … Mas a conversa, ao que parece, não progrediu. Ou, pelo menos não seguiu em frente…
• … Por enquanto, ele vai continuar com o “Cidade Alerta”.
• Geraldo Luís também saiu de férias na Record, mas também vai deixar programas inéditos gravados para todos os domingos…
• … Aliás, a recomendação de deixar inéditos também foi feita a aos programas da Globo.
• Pessoal do Ratinho, da Rede Massa, tem se empenhado em sempre prestar uma colaboração importante para o jornalismo nacional do SBT…
• … Hoje, as suas emissoras cobrem totalmente o estado do Paraná.

*Colaborou José Carlos Nery

Flávio Ricco

Colunista do UOL*

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Praticar exercícios físicos torna pessoas mais espertas e melhora humor

mulher-malhandoTodos nós sabemos que a prática de exercícios pode melhorar a qualidade de vida. Mas além de ajudar a perder peso e dar disposição, você sabia que a atividade física pode influenciar no bom humor, na cognição e na produção de novos neurônios?

Pois é, malhar fortalece o cérebro.

Um estudo teórico divulgado no jornal Frontiers in Neuroscience se baseou em diversas teses já publicadas para defender a hipótese de que a prática constante de exercícios físicos em níveis leves e moderados impulsiona a formação de novos neurônios, um fenômeno chamado de neurogênese no hipocampo adulto.

Anteriormente, acreditava-se que a criação de neurônios acontecia só durante o desenvolvimento do cérebro e não continuava por toda a vida.

Porém, cientistas identificaram a produção contínua em algumas partes do cérebro, principalmente no hipocampo –e estes novos neurônios seriam altamente responsivos ao exercício.

O hipocampo é a parte do cérebro com papel fundamental na formação de novas memórias e na regulação emocional, por isso o nascimento de neurônios nesta região do cérebro melhora a cognição e o humor, de acordo com o neurologista Fábio Porto, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

iStock

Mas não adianta fazer um abdominal e esperar como resposta diversos neurônios ou maior controle emocional. Os benefícios da neurogênese acontecem com o tempo.

“Existem duas respostas corporais distintas que afetam o humor e estão relacionadas aos exercícios. De imediato temos a liberação da endorfina, que nos deixa feliz logo após o suor. A longo prazo temos a neurogênese, que pode trazer equilíbrio ao cérebro e nos deixar de bom humor”, afirma o neurologista Lucas Schilling, pesquisador do Instituto do Cérebro da PUC Rio Grande do Sul.

Mas o exagero faz mal

Schilling explica que a tese abordada no artigo leva em conta o nível dos exercícios –atividade física moderada e leve tem como benefício a produção de neurônios e o equilíbrio entre os neurônios que já existem. Mas a atividade exagerada, que força os limites, provoca respostas negativas do corpo, como inflamações, lesões e desidratação.

“Os cientistas acreditam que o acompanhamento dos níveis da neurogênese no hipocampo pode ser uma boa maneira de mensurar as respostas dos exercícios, com a possibilidade de analisar se a atividade gera novos neurônios ou não”, explica Schilling.

Uol

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Alimentos podem melhorar o humor e a disposição

alimentosEstudos têm comprovado que o bom humor pode ser alcançado pela composição dos alimentos que você come no seu dia a dia. Isso acontece porque eles possuem a habilidade de alterar a produção e liberação de neurotransmissores, mensageiros químicos que carregam informações de uma célula nervosa para outra.

Os alimentos ricos em proteínas podem ajudar a deixar você mais alerta. Quando digeridos se quebram em aminoácidos. Um aminoácido, conhecido como tirosina, pode aumentar a produção de dopamina e adrenalina que são neurotransmissores capazes de aumentar a energia e o estado de alerta.

Os carboidratos aumentam os níveis de insulina que auxiliam na “limpeza” de aminoácidos do sangue, menos do triptofano.

Este aminoácido, uma vez no cérebro, aumenta a produção de serotonina que é um neurotransmissor capaz de reduzir a sensação de dor, diminuir o apetite, produzir sensação de calma e até induzir ao sono.

Já a falta de ácido fólico pode causar o mau humor. Alguns estudiosos contam que selênio possa ter alguma função neurológica desconhecida, mas seu mecanismo de ação ainda é um mistério. Sabe-se que indivíduos que sofrem de carência de selênio são mais irritados, ansiosos e depressivos, e a suplementação normaliza o humor. Alimentos ricos em selênio são as oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas), atum, semente de girassol, cereais integrais.

Fonte: Minha Vida

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Estudo revela que emagrecer melhora saúde, mas não melhora humor

emagrecerDe acordo com um estudo, pessoas acima do peso que emagrecem têm mais probabilidade de se sentirem infelizes do que aqueles que se mantêm iguais. A pesquisa observou 1,9 mil pacientes britânicos acima do peso com mais de 50 anos, aconselhados a perder peso por questões de saúde.

estudo, publicado na revista científica PLOS One, afirma que pessoas que perderam mais de 5% de peso ficaram mais saudáveis, porém mais propensos a sentir mau humor.

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A equipe da Universidade College London (UCL) afirmou que quem estiver tentando perder peso deve procurar o apoio de amigos e profissionais de saúde, caso sinta necessidade.

Os pacientes foram observados durante quatro anos, ao longo dos quais tiveram monitorados peso, pressão sanguínea e nível de lipídios no sangue.

As 278 pessoas que emagreceram também registraram queda na pressão e no nível de lipídios.

Obstáculos da dieta

Mas também tiveram uma probabilidade 50% maior de se sentir tristes, em comparação com aqueles que mantiveram o mesmo peso.

Para os cientistas, isso poderia ser explicado pelas dificuldades de se manter uma dieta, como por exemplo resistir a beliscar e evitar encontros com amigos que envolvam refeições.

– Não queremos desestimular as pessoas a tentar perder peso, porque isso traz enormes benefícios de saúde. Mas as pessoas não devem ter a expectativa de que emagrecer vai imediatamente melhorar todos os aspectos de suas vidas – afirmou a doutora Sarah Jackson, que coordenou a pesquisa.

A médica criticou a publicidade de marcas de dietas que criam “expectativas irreais” sobre emagrecimento.

Segundo Jackson, a publicidade também promete a melhora em outros aspectos da vida.

Especialistas dizem que é comum o humor melhorar depois que as pessoas atingem as suas metas de peso e passam a mantê-lo.

Por isso, eles recomendam que quem entre em dietas de emagrecimento se mantenha atento aos efeitos físicos e psicológicos disso.

Para Sarah Jackson, o objetivo não é desencorajar quem tenta perder peso, já que isso traz enormes benefícios físicos. “As pessoas não devem esperar que a perda de peso melhore instantaneamente todos os aspectos da vida. A publicidade pode dar às pessoas expectativas irreais sobre emagrecer’, afirma.

Os cientistas recomendam que as pessoas façam dieta. No Reino Unido, por exemplo, o último levantamento apontou que 60% da população já está na categoria de obesos. No entanto, deve-se ficar atento às mudanças de humor para que o esforço não leve o magrinho a se tratar de outros males.

BBC Brasil

Rir é o melhor remédio: os benefícios do bom humor e do riso para a saúde

rir“Seu senso de humor é uma das ferramentas mais poderosas que você tem para se certificar de que seu humor e seu estado emocional diários dão suporte à boa saúde”, diz Paul E. McGhee, atual presidente da The Laughter Remedy, de Wilmington, Delaware, EUA.

O riso é um poderoso antídoto para o estresse, a dor e o conflito. Nada funciona de modo mais rápido ou confiável para trazer o corpo e a mente de volta ao equilíbrio do que uma boa risada. O humor ilumina seus fardos, inspira esperança, conecta você com os outros e o mantém ligado à terra, concentrado e alerta.

Com tanto poder de curar e renovar, a capacidade de rir com facilidade e grande frequência é um tremendo recurso para superar os problemas, melhorando seus relacionamentos, e dar suporte à saúde física e emocional.

 

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O riso é bom para a saúde

O riso relaxa o corpo inteiro. Uma boa risada alivia a tensão física e o estresse, deixando seus músculos relaxados por até 45 minutos depois.

O riso estimula o sistema imunológico. Ele reduz a liberação dos hormônios do estresse e aumenta o número de células imunes e anticorpos que combatem as infecções, melhorando assim sua resistência às doenças.

O riso provoca a liberação de endorfinas, substâncias químicas associadas ao bem-estar do corpo. As endorfinas promovem uma sensação geral de bem-estar e podem até aliviar temporariamente a dor.

O riso protege o coração. Ele melhora a função dos vasos sanguíneos e aumenta o fluxo sanguíneo, ajudando a proteger você contra um ataque cardíaco e outros problemas cardiovasculares.

 

Os benefícios do riso
Benefícios físicos para a saúde

Aumenta a imunidade

Reduz os hormônios do estresse

Diminui a dor

Relaxa os músculos

Previne doenças cardíacas

Benefícios mentais para a saúde

Acrescenta alegria e entusiasmo à vida

Reduz a ansiedade e o medo

Alivia o estresse

Melhora o humor

Amplia a resiliência

Benefícios sociais

Fortalece relacionamentos

Atrai outras pessoas para nós

Aprimora o trabalho em equipe

Ajuda a resolver conflitos

Promove a união do grupo

 

 

 

 

 

O riso e o bom humor ajudam você a ficar emocionalmente saudável

O riso faz você se sentir bem. E a boa sensação que experimenta quando ri permanece com você, mesmo depois que o riso diminui. O bom humor o ajuda a manter uma visão otimista e positiva diante de situações difíceis, decepções e perdas.

Mais do que apenas um alívio perante a tristeza e a dor, o riso lhe dá coragem e força para encontrar novas fontes de significado e esperança. Mesmo nos tempos mais difíceis, um riso – ou até mesmo um simples sorriso – pode fazer você se sentir melhor. E o riso é realmente contagiante – basta ouvir um para ativar seu cérebro e preparar você para sorrir e se divertir.

 

 

 

 

A ligação entre o riso e a saúde mental

O riso dissolve emoções angustiantes. Você não pode sentir-se ansioso, irritado ou triste quando está rindo.

O riso o ajuda a relaxar e recarregar-se. Ele reduz o estresse e aumenta a energia, permitindo-lhe manter o foco e realizar mais.

O bom humor muda a perspectiva, permitindo que você veja as situações de modo mais realista e menos ameaçador. Uma perspectiva bem-humorada cria distanciamento psicológico, que pode ajudá-lo a evitar se sentir sobrecarregado.

 

Os benefícios sociais do humor e do riso

 

O bom humor e a comunicação divertida fortalecem nossas relações ao desencadear sentimentos positivos e promover a conexão emocional. Quando rimos com outra pessoa, uma ligação positiva é criada. Ela funciona como um forte amortecedor contra o estresse, as divergências e a decepção.

 

 

 

 

 

Rir com os outros é mais poderoso do que rir sozinho

 

Criar oportunidades para rir

Assista a um filme ou programa de TV engraçado.

Vá a um clube de comédia.

Leia as páginas de cartuns e piadas.

Procure pessoas engraçadas.

Compartilhe uma boa piada ou uma história engraçada.

Confira a seção de humor da sua livraria.

Convide os amigos para um jogo ou uma reunião em sua casa.

Divirta-se com seu animal de estimação.

Divirta-se com as crianças.

Faça alguma coisa boba.

Arranje tempo para atividades divertidas (por exemplo, boliche ou karaokê).

 

 

 

 

O riso compartilhado é uma das ferramentas mais eficazes para manter as relações vivas e emocionantes. Todo compartilhamento emocional constrói laços de relacionamento fortes e duradouros, mas compartilhar o riso e a diversão também acrescenta alegria, vitalidade e resistência. E o humor é uma maneira poderosa e eficaz para curar ressentimentos, desavenças e mágoas. O riso une as pessoas em momentos difíceis.

Incorporar mais humor e diversão em suas interações diárias pode melhorar a qualidade de suas relações com os entes queridos, bem como suas conexões com os colegas de trabalho, familiares e amigos. Usar o humor e o riso nos relacionamentos permite:

Ser mais espontâneo. O bom humor o afasta de seus problemas.

Deixar de lado a postura defensiva. O riso o ajuda a esquecer julgamentos, críticas e dúvidas.

Soltar inibições. Seus temores e resistências são postos de lado.

Expressar seus verdadeiros sentimentos. Emoções profundas são autorizadas a aflorar.

Trazer mais humor e risos à sua vida.

Quer mais risadas em sua vida? Arranje um animal de estimação…

A maioria de nós já experimentou a alegria de brincar com um amigo peludo, e animais de estimação são uma forma gratificante para trazer mais risos e alegria à sua vida. Mas você sabia que ter um animal de estimação é bom para a sua saúde física e mental? Estudos mostram que os animais podem protegê-lo da depressão, estresse e até mesmo doenças cardíacas.

O riso é seu direito de nascença, uma parte natural da vida. Crianças começam a sorrir nas primeiras semanas de vida e riem em voz alta alguns meses após nascerem. Mesmo se não cresceu em um lar onde o riso era um som comum, você pode aprender a rir em qualquer fase da vida.

Principie separando momentos especiais para buscar o humor e o riso, como você poderia fazer com o trabalho externo, e construa-os a partir daí. Futuramente, você vai querer incorporar o humor e o riso à estrutura da sua vida, encontrando-os naturalmente em tudo o que faz.

 

 

 

 

Aqui estão algumas formas de começar:

Sorria. O sorriso é o início do riso e, como este último, é contagioso. Pioneiros da “terapia do riso” consideram que é possível rir até sem vivenciar um evento engraçado. O mesmo vale para sorrir. Quando você olha para alguém ou vê algo mesmo que ligeiramente agradável, pratique o sorriso.

Conte suas bênçãos. Literalmente, faça uma lista. O simples ato de considerar as coisas boas em sua vida vai distanciá-lo de pensamentos negativos que são uma barreira para o bom humor e o riso. Quando você está em estado de tristeza, tem um caminho mais longo para chegar ao humor e ao riso.

Quando ouvir o riso, mova-se na direção dele. Às vezes, o humor e o riso são privados, uma piada compartilhada entre um grupo pequeno, mas em geral não é assim. Mais frequentemente, as pessoas ficam muito felizes de compartilhar algo engraçado, porque isso lhes dá uma oportunidade de rir de novo e se alimentar do humor encontrado. Quando você ouvir o riso, procure-o e pergunte: “O que é tão engraçado?”

Gaste tempo com pessoas brincalhonas e divertidas. Essas são pessoas que riem com facilidade, tanto de si mesmas quanto dos absurdos da vida, e que rotineiramente encontram o humor em eventos do dia a dia. Seu ponto de vista divertido e suas risadas são contagiosos.

Traga o humor para as conversas. Pergunte às pessoas: “Qual é a coisa mais engraçada que aconteceu com você hoje? Esta semana? Na sua vida?”

Desenvolva seu senso de humor: Leve-se menos a sério.

Uma característica essencial que nos ajuda a rir é não nos levarmos muito a sério. Todos nós conhecemos o rabugento clássico que encara tudo com seriedade mortal e nunca ri de nada. Não tem graça ali!

Alguns eventos são ocasiões claramente tristes e impróprias para rir. Mas a maioria dos eventos na vida não carrega uma devastadora sensação de tristeza ou alegria. Eles caem na zona cinzenta do cotidiano, dando a você a escolha de rir ou não.

 

 

 

 

 

Formas de se ajudar a ver o lado mais leve da vida

Ria de si mesmo. Compartilhe seus momentos embaraçosos. A melhor maneira de se levar menos a sério é falar de momentos em que você se levou muito a sério.

Tente rir das situações, em vez de lamentá-las. Procure o humor em uma situação ruim e descubra a ironia e o absurdo da vida. Isso o ajudará a melhorar seu humor e o humor das pessoas ao seu redor.

Cerque-se com lembretes para alegrar-se. Mantenha um brinquedo em sua mesa ou no carro. Ponha um cartaz engraçado em seu escritório. Escolha um protetor de tela de computador que faça você rir. Enquadre fotos de você e sua família ou amigos se divertindo.

Mantenha as coisas em perspectiva. Muitas coisas na vida estão além de seu controle, particularmente o comportamento de outras pessoas. Embora você possa pensar que levar o mundo nas costas é admirável, no longo prazo isso é irreal, improdutivo, insalubre e até mesmo egoísta.

Lide com o estresse. O estresse é um grande impedimento para o humor e o riso.

Preste atenção nas crianças e imite-as. Eles são especialistas em brincar, levar a vida com leveza e rir.

 

Lista de verificação para descontrair

Quando você se encontra tomado por aquilo que parece ser um problema horrível, faça estas perguntas a si mesmo:

Realmente vale a pena ficar chateado com isso?

Vale a pena perturbar os outros?

Isso é tão importante assim?

Isso é tão ruim assim?

A situação é irreparável?

Será que isso é realmente problema meu?

 

 

 

 

 

Usar o humor e a brincadeira para superar desafios e melhorar a sua vida

A capacidade de rir, brincar e se divertir com os outros não só torna a vida mais agradável, mas também ajuda a resolver problemas, conectar-se com os outros e ser mais criativo. As pessoas que incorporam o humor e a brincadeira ao seu cotidiano descobrem que isso renova a elas e a todos os seus relacionamentos.

A vida traz desafios que podem tirar o melhor de você ou se tornam brinquedos para sua imaginação. Quando você “se torna o problema” e se leva muito a sério, pode ser difícil pensar de forma anticonvencional e encontrar novas soluções. Mas quando você brinca com o problema, muitas vezes pode transformá-lo em uma oportunidade de aprendizagem criativa.

Brincar com problemas parece ocorrer naturalmente para as crianças. Quando estão confusas ou com medo, elas transformam seus problemas em uma brincadeira, o que lhes dá uma sensação de controle e uma oportunidade de experimentar novas soluções. Interagir com os outros de forma brincalhona ajuda a manter essa capacidade criativa.

Aqui estão dois exemplos de pessoas que tiveram problemas cotidianos e os transformaram por meio do riso e da brincadeira:

Roy, um homem de negócios semiaposentado, estava animado por finalmente ter tempo para se dedicar ao golfe, seu esporte favorito. Mas quanto mais ele jogava, menos se divertia. Embora seu jogo tivesse melhorado substancialmente, ele se enfurecia com cada erro cometido. Roy sabiamente percebeu que seus companheiros de golfe afetavam sua atitude, então parou de jogar com pessoas que levavam o jogo muito a sério. Quando jogava com amigos que se concentravam mais em se divertir do que em sua pontuação, ele ficava menos crítico em relação a si mesmo. A partir de então, o golfe ficou tão agradável quanto Roy esperava que fosse. Ele melhorou sua pontuação sem se esforçar mais. E a perspectiva mais otimista que estava recebendo de seus companheiros e do jogo se espalhou para outras partes de sua vida, incluindo seu trabalho.

Jane trabalhava em casa desenhando cartões, um trabalho que adorava, mas a partir de certo momento sentiu que ele havia se tornado uma rotina. Duas meninas que gostavam de desenhar e pintar moravam ao lado. Jane convidou as pequenas vizinhas para brincar com todos os materiais de arte que tinha. No início, ela só as observava, mas com o tempo juntou-se a elas. O riso, as pinturas e as brincadeiras com as meninas transformaram a vida de Jane. Brincar com elas não apenas acabou com a solidão e o tédio que sentia; despertou sua imaginação e ajudou sua arte a florescer. O melhor de tudo, isso reavivou a jovialidade e a centelha na relação de Jane com o marido.

Quando o riso, o humor e as brincadeiras passam a integrar sua vida, sua criatividade floresce e novas descobertas para brincar com os amigos, colegas de trabalho, conhecidos e entes queridos lhe ocorrem diariamente. O bom humor leva você para um lugar mais alto, de onde pode ver o mundo de uma perspectiva mais relaxada, positiva, criativa, alegre e equilibrada.

 

Por: Equipe Oásis

CQC e José Genoino: nem humor, nem jornalismo

cqcA frase que escolhemos de título poderia perfeitamente ser proferida por um torturador em pleno ato de violência, corrosão e degradação da dignidade humana.

Vivemos tempos estranhos. Alguns filmes fazem propaganda de métodos de tortura e recebem o aplauso de parte crítica. Alguns presidentes constroem atos legislativos que permitem a tortura e autorizam seu uso como prática institucionalizada.

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É o que se lê em matéria do jornal Brasil de Fato:

O afogamento simulado de um preso “é legal porque os advogados dizem que é legal. Não sou advogado”, disse Bush em novembro de 2010, ao ser entrevistado pelo jornalista Matt Lauer. “Claro que o faria”, respondeu o ex-presidente ao ser perguntado se voltaria a tomar a mesma decisão.

Márcio Sotelo Felippe, em brilhante artigo publicado neste Viomundo, expôs os dilemas éticos e morais da atual sociedade, ao analisar a tentativa de se justificar a prática da tortura por parte de articulista de um jornal de um grande conglomerado de comunicação.

A tortura torna-se, assim, com uma contribuição aqui, outra ali, senso comum para uma parte do universo social e ganha a força tremenda da convencionalidade. Para uma outra parte, desliza para uma mera questão de ponto de vista. Você pode ser a favor ou contra a tortura do mesmo modo como é, digamos, a favor ou contra o parlamentarismo. Um tortura para salvar bebês. Outro, como agente do Estado, para defender a sociedade dos criminosos. Comentaristas de internet, após ler o artigo de Caligaris, assistir Tropa de Elite ou o filme de Bigelow se veem legitimados para escrever pérolas como “bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos são para humanos direitos”.

Voltemos à frase do título. Anteontem, 25.03.13, em cadeia nacional de televisão e não em uma sala obscura do DOPS ou de Guantánamo, ela foi proferida por um jornalista/humorista.

O escárnio e desrespeito à dignidade da pessoa humana praticado por alguns programas de TV – que se dizem misto de jornalismo e humor – ultrapassou todos os limites éticos com a “matéria” que veio ao ar ontem, realizada na Câmara Federal e com intenção de agredir o deputado José Genoíno.

Pinçaremos algumas frases ditas pelo jornalista/humorista. Avisamos, desde já, que é preciso estômago para continuar a leitura.

“Feliciano na Comissão de Direitos Humanos, Genoíno na CCJ, chegou a hora de pegar o goleiro Bruno e colocar pra ministro do esporte, vai (…) ou botar o Nardoni pra vara da infância”.

O périplo “justiceiro” pelos tapetes da Câmara continua em ritmo de passo apressado, permeado por tiros certeiros de infâmia:

“Ô Genoino, quanto tempo a gente tá querendo te procurar, como é que está o senhor? Você veio aqui se esconder porque lá na prisão é pior? Aqui tem mais bandido, é mais fácil? Tá  fazendo voto de silêncio, Genoino? Vai ser bom na prisão lá, além de X9 não se ferra, né? (…) A gente estava atrás de você o tempo todo, Genoino, fala com a gente um pouquinho, só dá um tchau”.

Atingindo o ápice da cretinice, arremata:

“Genoino, você vai passar onde o reveillon? Na papuda? Já sabe como é que vai ser? Qual prisão?”

Depois do constrangimento causado o repórter/humorista tenta justificar o ato de agressão dizendo que:

“como vocês puderam notar, mais uma vez o deputado Genoino não respondeu às perguntas do CQC o que ele tem feito constantemente com a imprensa nacional. A gente quer ouvir umas respostas, a população brasileira também quer”.

Pronto, a palavra mágica de estar agindo em nome do povo serve de véu para encobrir as nódoas de um péssimo jornalismo e de um humor sem graça alguma.

O programa ataca o deputado Genoino em razão de uma condenação evidentemente política que sequer transitou em julgado, mas não vê problema ético em se utilizar e obrigar uma criança a mentir, se dizendo filho de um militante petista, com intenção de enganar o parlamentar, para que ele profira algumas palavras sobre o seu processo.

Ao final, na bancada principal, – em que tomam assento os principais jornalistas/humoristas do programa – a infâmia não cessa. Ao contrário, se aprofunda com os risos sobre um “presente” que o programa oferece ao deputado: um livro sobre presídio com um fundo falso em que se esconde um celular (!).

A matéria toda é desrespeitosa não só para com o deputado, como também, aos parlamentares em geral. Busca-se, com isso, desacreditar o parlamento brasileiro com a tentativa de consolidação de um estereótipo de que todos os deputados e senadores que o compõem sejam ladrões, burros e não trabalhem.

O ataque é seletivo e premeditado. Não se vê matérias deste tipo de programa no Poder Judiciário. Não se vê matérias desses programas na Fiesp ou Febraban. O que se quer é por de joelhos o Congresso Nacional para que não se aprove leis que contrariem os interesses ideológicos dos grandes meios de comunicação.

Daí que o alvo seja sempre os parlamentares, ora com perguntas estultas para expô-los ao ridículo, ora com agressões e violências como as praticadas contra José Genoino.

Ninguém, sendo deputado ou não, está obrigado a dar entrevista a quem quer que seja. Isto deve ser respeitado. No entanto, sequer se tratava de uma entrevista, tendo em vista a virulência, desrespeito e impropriedades das perguntas lançadas pelo repórter/humorista.

A real intenção do jornalista/humorista, se é que é capaz de encontrar alguma racionalidade em seu ato, talvez fosse a de ser agredido e, assim, alcançar o estrelato de muitos minutos de fama na grande mídia. O deputado, no entanto, com toda sua dignidade, não passou recibo. Ignorou por completo a violência recebida e foi extremamente atencioso com a criança.

Em muitos casos, o híbrido humor/jornalismo é um salvo conduto para se ferir a dignidade das pessoas. Se por acaso precisam de credencial para entrar em lugares que se fazem presentes jornalistas, dizem que o são. Quando extrapolam qualquer limite ético para seu exercício, se dizem humoristas. E assim se vai levando.

No caso da matéria aqui analisada, não se tratou de jornalismo, sequer de humor. Não existe graça na violência gratuita. Poderíamos nominar como sadismo, mas não existe almoço grátis, estamos diante de uma estratégia política deliberada e colocada em curso há algum tempo.

Patrick Mariano Gomes é advogado, integrante da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap) e mestrando em Direito, Estado e Constituição na Universidade de Brasília – UnB.

revistaforum

Foi escalado para o carnaval? Confira dicas para trabalhar sem mau humor

 

CarnavalAdora a folia ou queria aproveitar o feriado para descansar, mas foi escalado para trabalhar no carnaval? Como fazer, então, para não sofrer de inveja daqueles que estão curtindo os blocos por aí ou viajando para um lugar legal? Um primeiro passo é pensar que, se foi requisitado, é porque atua em uma área importante, o que, de alguma maneira, pode ajudar o profissional a se sentir valorizado nessa época do ano.

— Se você é um daqueles que gosta da folia, porém foi escalado para trabalhar, fazer plantão de suporte ou atendimento emergencial ao cliente ou paciente, perceba a possibilidade de ser reconhecido como um profissional responsável, que veste a camisa da empresa e com quem a chefia pode contar para a realização das tarefas e do gerenciamento e resolução de problemas em caso de necessidade. Algumas competências, habilidades e atitudes são muito bem vistas e muitas vezes servem como destaque para ser percebido como um profissional de talento pela gestão e equipe de trabalho — afirma a coach Betty Dabkiewicz.

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A coach Waleska Farias destaca que há, realmente, algumas áreas que não conseguem escapar do trabalho no carnaval:

— Por mais que essa opção seja tentadora, não existe um botão on/off para desconectar o mundo no carnaval. Alguns precisam trabalhar para que os serviços básicos possam funcionar e, nesse contexto, algumas profissões certamente são mais exigidas. Imagine se, no período de carnaval, todos os bares, restaurante, hospitais, delegacias de policia, hotéis, serviços de transportes e outro mais decidissem decidam parar?.

Veja mais algumas dicas elaboradas pela coach Betty Dabkiewicz:

1. Verifique antecipadamente com o seu chefe quais as datas e horários de trabalho, atendimento ou plantões e programe-se para chegar na hora e no local de maneira que possa efetivamente exercer a sua função.

2. Combine com antecedência com o seu chefe se haverá possibilidade de usar roupas mais descontraídas e confortáveis nestes dias de trabalho e se os horários e trocas de plantão serão de alguma forma flexibilizados ou financeiramente compensados.

3. Caso não possa comparecer ao trabalho, lembre-se de avisar com pelo menos 72 horas de antecedência para que seja providenciado um substituto, ou proponha um profissional para ocupar o seu lugar nos horários em que não estiver disponível para cumprir o exercício de suas funções.

4. Mantenha a atitude positiva e profissional; evite ficar reclamando ou lamentando-se enquanto trabalha, afinal, ninguém gosta de ter ao lado alguém mal humorado ou infeliz.

5. Combine com seus parceiros de folia quando poderá acompanhá-los e aproveite com consciência e responsabilidade os momentos destinados ao seu divertimento, pois ninguém é de ferro!

6. Parar de acessar o Facebook e outras redes sociais, para evitar ver fotos de amigos em blocos ou viajando, pode ajudar também a não cair em tentação. Mas esse tipo de comportamento vai depender de pessoa pra pessoa. É necessário se autoconhecer para saber se essa prática pode prejudicar o desempenho do profissional.

O Globo