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Poluição eletrônica traz grande perigo à saúde humana

 

celularAs ondas eletromagnéticas chegaram para ficar. Elas alimentam os 3 ou 4 bilhões de telefones celulares que estão por aí. São a alma da internet banda larga que faz a alegria dos viciados em downloads. De tão atraentes, muitas cidades decidiram universalizar o acesso gratuito e sem fios à web, no esforço de democratizar essa tecnologia. Mas quão arriscado é viver em um mundo em que, graças ao bombardeio eletromagnético, o celular é onipresente e pode-se mandar e receber mensagens ou pode-se consultar o Google à beira de um rio ou no meio de uma floresta? Cresce o número de pessoas que se sentem acuadas e dizem sofrer as consequências de uma atmosfera tão carregada de radiações artificiais.

Veredicto nebuloso

A suspeita de que as ondas eletromagnéticas podem ser nocivas à saúde não é novidade. Já foi inclusive cunhado o termo “eletrosmog” – combinação dos termos ingleses electric (elétrico) e smog (nevoeiro) – para designar o problema. A Organização Mundial da Saúde lançou em 1996 um programa destinado a investigar a possibilidade Dops efeitos nocivos do eletrosmog.

Jacqueline McGlade, diretora-executiva da Agência Ambiental Europeia, declarou que “pesquisas recentes sugerem que seria prudente que as autoridades sanitárias recomendassem ações que reduzissem a exposição, especialmente de grupos vulneráveis, como as crianças”. Ela lembrou os casos do amianto, do chumbo na gasolina e do tabaco – substâncias de uso difundido que só com o passar do tempo tiveram seus riscos comprovados. No futuro, os campos eletromagnéticos poderiam integrar essa lista.

Mas afinal, o que é o eletrosmog? Os especialistas o definem como uma “forma de poluição eletromagnética não ionizante”. Em outras palavras, aquela produzida pelas emissões radiofônicas, pelos fios elétricos percorridos pela corrente elétrica de grande intensidade, pelas radio-ondas dos telefones celulares e do wi-fi (wireless fidelity), ou seja, os dispositivos que podem ser coligados a redes locais (telefonia, Internet, etc.), por meio de ondas de rádio.

Eletrosmog e ondas eletromagnéticas são, portanto, perturbações causadas por fontes artificiais produzidas pelo homem, que se propagam no espaço, invadindo inclusive o habitat onde vivemos.

O corpo humano e todos os seres vivos são formados de células que nascem, vivem e se reproduzem graças a um perfeito equilíbrio eletromagnético natural. As interferências externas influem no sistema vital das células e, consequentemente, na saúde física do ser vivente. Seu efeito se relaciona à modalidade de exposição (intensidade das radiações, duração das exposições, partes do corpo expostas, etc). As radiações são capazes de modificar a estrutura química das substâncias sobre as quais incidem e podem produzir efeitos biológicos a longo prazo sobre os seres vivos, interagindo com o DNA das células.

Acredita-se que as radiações possam ter efeitos sobre os seres vivos não apenas devido à sua ação térmica, mas também por causa do seu potencial cancerígeno. Nesse sentido, os sintomas das moléstias causadas pelo eletrosmog costumam aparecer súbita e inexplicavelmente. Tratam-se em geral de insônia, dor de cabeça, inquietude, cansaço, falta de iniciativa, problemas de concentração, perda de memórias, tensão nervosa sem motivo definido. Nos casos mais graves: hipertensão, taquicardia, distúrbios da visão e da audição, estado de espírito que local onde a pessoa permanece.

As pessoas que manifestam distúrbios por causa da influência do eletrosmog são chamadas de pessoas eletrossensíveis, e seu número se encontra em constante aumento.

Como se defender? O uso de roupas feitas com tecidos capazes de bloquear, pelo menos em parte, as radiações eletromagnéticas, é um dos paliativos que estão sendo estudados. Na Itália, o Grupo Creamoda, fundado em 1993, surgiu exatamente com essa finalidade. A instituição conta já com vários tecidos feitos com um fio extremamente fino, feito de ligas metálicas capazes de bloquear boa parte das ondas eletromagnéticas. Esse fio é inserido nos tecidos através de processos de alta tecnologia, respeitando o princípio da gaiola de Faraday.

Vários outros estudos estão sendo feitos a respeito, mas a verdade é que encontrar-se uma solução definitiva parece, por enquanto, coisa impossível. Criamos e estamos desenvolvendo uma inteira civilização baseada no uso de equipamentos e tecnologias que se sustentam a partir dos princípios da eletrônica. As consequências disso ainda são imprevisíveis, não apenas em relação ao nosso corpo físico – e o de todos os demais seres vivos -, mas também quanto à nossa saúde e comportamentos psíquicos e mentais.

Por Correio Braziliense

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Por que o uso de antibióticos na criação de animais ameaça a saúde humana

antibioticosFazendeiros e criadores precisam cortar drasticamente o uso de antibióticos em seus cultivos e criações de animais, porque essa atividade está se tornando uma ameaça à saúde humana, segundo um relatório publicado no periódico Review on Antimicrobial Resistance.

O uso abusivo destas substâncias tem feito com que algumas doenças sejam atualmente quase impossíveis de serem combatidas.

Mais da metade dos antibióticos no mundo são usados em animais, muitas vezes para fazer com que cresçam mais rápido.

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O relatório científico ainda indica novos parâmetros para o uso de antibióticos em animais.

A administração excessiva destes medicamentos na criação de animais ganharam novo destaque no mês passado, quando, na China, pesquisadores advertiram que estamos à beira de uma “era pós-antibióticos”.

Os cientistas descobriram uma bactéria resistente à colistina, antibiótico usado quando outros meios usualmente empregados para combatê-la haviam falhado. Aparentemente, ela surgiu em animais criados por agricultores e também foi detectada em pacientes em hospitais.

Excesso

Em alguns casos, antibióticos são usados para tratar infecções em animais doentes, mas a maioria é usada de forma profilática em animais saudáveis para prevenir infecções ou aumentar seu ganho de peso – uma prática controversa e mais comum em criações intensivas.

A expectativa é de que o consumo de antibióticos no mundo aumente 67% até 2030. Só nos Estados Unidos, são usadas anualmente 3,4 mil toneladas destas substâncias em pacientes e 8,9 mil toneladas em animais.

O economista Jim O’Neill, que liderou o estudo, disse que estes índices são “estarrecedores” e que 10 milhões de pessoas morrerão por causa de infecções resistentes a antibióticos em 2050 se esta tendência não for revertida.

O’Neill destaca em seu trabalho que a maioria das evidências científicas apontam para uma necessidade de redução do uso de antibióticos.

Ele indica que uma meta razoável para o uso de antibióticos pela agricultura seria de 50 mg para cada 1 kg de animais – um nível já colocado em prática por um dos principais países exportadores de carne de porco do mundo, a Dinamarca.

A título de comparação, os Estados Unidos usam quase 200 mg/kg e Chipre emprega mais de 400 mg/kg.

Custo

“Tenho certeza que muitos criadores pensarão ‘Bem, se temos que fazer isso, significa que o preço cobrado pelo que produzimos aumentará e não conseguiremos mais concorrer no mercado”, disse O’Neill à BBC.

“O exemplo dinamarquês mostra que, após um custo de transição inicial, a longo prazo, os preços não foram afetados, e a Dinamarca manteve sua participação de mercado.”

Antibióticos são mais úteis em criações com instalações com muitos animais e sujas, onde as infecções se espalham mais facilmente, então, locais mais espaçosos e higiênicos são uma forma de reduzir a necessidade de aplicar estas substâncias.

O relatório também recomenda um maior investimento na pesquisa de vacinas e testes para diagnosticar infecções específicas e afirma que países deveriam adotar uma lista de antibióticos que nunca deveriam ser usados em animais por causa de sua importância no tratamento de humanos.

Jianzhong Shen, da Universidade Agrícola da China e um dos descobridores da resistência à colistina, diz que “todos os países do mundo deveriam usar antibióticos na criação de animais de forma mais prudente e racional”.

“Agora é a hora de haver uma reação global para restringir ou proibir o uso de antibióticos para acelerar o crescimento ou prevenir doenças.”

BBC Brasil

Em tempos de Marcha pela Família, atriz Bete Mendes relembra tortura: ‘a pior perversidade da raça humana’

“Não dá para ter raiva de quem me torturou. A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem”, diz Bete Mendes
“Não dá para ter raiva de quem me torturou. A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem”, diz Bete Mendes

Presa e torturada em 1970, a atriz Bete Mendes encontrou o coronel Brilhante Ustra numa viagem ao Uruguai em 1985. Ela era deputada federal, e ele atuava na embaixada em Montevidéu. Na volta, ela denunciou Ustra ao presidente Sarney. Aos 64, a atriz diz não temer retrocessos, mas pede atenção aos movimentos contra a democracia. Em depoimento publicado domingo, no diário paulistano Folha de S.Paulo, a atriz afirma que superou o trauma com tratamento psicológico e se afirma socialista.

Leia abaixo as declarações de Bete Mendes.

Fui presa duas vezes. Na primeira, não fui torturada fisicamente. Na segunda, foi total. Fui torturada [em 1970] e denunciei [o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra]. Isso me marcou profundamente. Não desejo isso para ninguém – nem por meus inimigos. A tortura física é a pior perversidade da raça humana; a psicológica, idem.

Não dá para ter raiva (de quem me torturou). A gente é tão humilhado, seviciado, vilipendiado que o que se quer é sobreviver e bem. Estou muito feliz, sobrevivi e bem. E não quero mais falar desse assunto.

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Superei isso com tratamento psicológico e com trabalho. Agradeço à família, à classe artística, aos amigos que foram meu alicerce.

Carlos Zara me convidou para fazer a novela “O Meu Pé de Laranja Lima”, e isso me salvou. Continuei o trabalho artístico, fui fundadora do PT, fui deputada federal duas vezes e secretária da Cultura de São Paulo.

Comecei a fazer teatro e cantar com seis anos de idade. Com oito já participava de manifestações de alunos. Era do grêmio do colégio, depois fui para o diretório da faculdade. Em bibliotecas públicas ou pegando livros emprestados lia tudo: Rousseau, Marx, Mao, Lênin, Gorki, Aristóteles. Depois, adotei o codinome de Rosa em homenagem a Rosa Luxemburgo.

Var Palmares

Na adolescência escrevi textos de peças de teatro. Quando fui presa, eles levaram esses textos. Achavam que eles eram prova de crime, que depunham contra mim. Nunca mais os recuperei. Era coisa tão pouca, boba, pessoal.

Quando fecharam as portas à democracia, me senti usurpada, revoltada, aprisionada. Achei que a única saída era entrar numa organização revolucionária contra a ditadura militar. Entrei na VAR-Palmares. Fizemos aquela opção. Foi certa, errada? É difícil julgar hoje.

A minha visão era a revolução socialista: tirar poder dos militares, dos opressores, do capitalismo selvagem. Deixar a gente governar para o bem de todos, com todos participando.

Eu tinha 18, 19 anos e achava que podia fazer tudo. Não tinha consciência do risco imenso que estava correndo. Era atriz de uma novela que explodia no Brasil, “Beto Rockfeller”, estudava ciências sociais na Universidade de São Paulo e participava de uma organização clandestina revolucionária. Aí deu zebra.

O medo era a pior coisa que a gente sentia na época. Historicamente tem que se reconhecer que nós entramos numa ditadura muito mais pesada do que foi dito no passado. Isso vai sendo desdito atualmente pela Comissão da Verdade.

Hoje não tenho medo de retrocesso, mas é preciso prestar atenção em manifestações como de movimentos nazistas em vários países e no Brasil. Por exemplo? O coronel Brilhante Ustra faz parte desse movimento. Ele tem um site. Há jovens fazendo movimento nazista.

Democracia

É um receio. É preciso ser cauteloso em relação a movimentos que podem ser prejudiciais ao avanço democrático. Mas impedir jamais, porque a gente legitima a manifestação de todos, de opiniões diversas. É preciso cuidar da democracia para que esses movimentos não cresçam.

Sou política como qualquer cidadão. Sou cidadã, atriz, socialista. O socialismo se constrói todo dia. Não temos o modelo socialista do passado, mas a gente constrói um novo. Quero continuar trabalhando como atriz e viajar mais. Poder viver essa democracia até morrer. Sonho político? Que o trabalho escravo acabe no Brasil.

Problema de audição? Tenho. É que eu fui torturada. (Fica com os olhos marejados).

 

Pragmatismo Político

 

Acidente com avião do governador foi falha humana, afirma Rômulo

RomuloO vice-governador da Paraíba, Rômulo Gouveia (PSD), afirmou que o pouso forçado do avião do governador, Ricardo Coutinho (PSB), foi causado por falha humana.

Segundo ele, a hipótese que está sendo levantada é que o piloto esqueceu de baixar o trem de pouso.

Rômulo explicou que no plano de vôo inicial o avião deveria pousar no aeroporto João Suassuna, em Campina Grande. Porém, o aeroporto estava fechado e foi decido que o avião iria pousar no aeroclube de São José da Mata.

– Poucas pessoas conhecem a pista do aeroclube, e por mais que um piloto seja experiente, existe um receio de pousar em um local que não se conhece. Aquela região tem muito vento, e a primeira tentativa de vôo foi frustrada. Na segunda tentativa de pouso, o piloto esqueceu de baixar o trem de aterrissagem. O piloto era experiente, mas era a primeira vez que ele viajava com o governador. Foi uma falha humana natural, e que graças a Deus só houve danos materiais – elucidou o vice-governador.

As declarações repercutiram na rádio Campina FM, nesta segunda-feira (28).

 

 

paraibaonline.

Peritos fazem vistoria do avião de RC e comissão avalia se houve falha humana ou técnica

aviaoUma comissão do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) está tentando identificar, desde a tarde de ontem, sexta-feira (25), a causa do pouso forçado do avião oficial do Governo do Estado. O piloto da aeronave, Nilton Pinheiro, foi o primeiro a ser ouvido pelos peritos.

O piloto tem mais de 3 mil horas de vôo com o modelo de aeronave que se envolveu no acidente. A perícia está prevista para terminar neste sábado e aeronave deve ser retirada da pista. A comissão tem o prazo de um ano para entregar o laudo com todas as explicações técnicas do acidente.

 

O tenente-coronel Luiz Cláudio Veloso, do Seripa, faz parte da comissão que está em Campina Grande periciando o bimotor e disse, neste sábado (26), que não descarta nenhum tipo de erro. “Não descarto falha humana e nem falha técnica”, afirmou. A comissão vai investigar também as condições do aeródromo e meteorológicas.

 

Para o coronel Fernando Chaves, Chefe da Casa Militar, o avião não está em condição de uso, com avarias na hélice e no trem de pouso, e será removido da pista. Segundo os peritos, a aeronave ainda corre risco de vazamento e explosão, motivo pelo qual equipes do Corpo de Bombeiros permanecem em vigília no local.

Paraíba.com.br

Apagão no Nordeste ‘teve falha humana’, diz diretor-geral da Aneel

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hübner, disse nesta terça-feira (30) que o governo já tem convicção de que o apagão que atingiu todos os estados do Nordeste na sexta-feira (26) teve falha humana e que estão sendo avaliadas medidas para impedir que problemas como esse voltem a acontecer.

“Teve falha humana [no apagão que atingiu o Nordeste], sem dúvida nenhuma”, disse Hübner. “A proteção do equipamento não foi devidamente programada”, completou ele, referindo-se à proteção da linha de transmissão entre as subestações de Colinas (TO) e Imperatriz (MA), que ficou inoperante na sexta-feira. Por conta disso, a segurança do sistema não funcionou, o que teria contribuído para a extensão do apagão.

Hübner afirmou que o governo está discutindo uma série de ações para melhorar a segurança do sistema elétrico nacional. Nas últimas semanas, foram registradas várias falhas no fornecimento de energia no país, o que levou o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, a admitir na semana passada, pela primeira vez, que esses problemas “não são normais.”

“Estamos buscando uma série de ações para coibir esse tipo de falha. O sistema brasileiro, que é tão sofisticado, tem que ter níveis de cobertura, em termos de procedimento, que não pode a ação de um elemento qualquer causar um defeito. Temos que ter essas proteções e é isso que vamos buscar”, disse Hübner.

O relatório final sobre o apagão ocorrido na semana passada em nove estados no Nordeste deve ser finalizado nesta quarta-feira pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), segundo informou o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann. De acordo com o ministério, a conclusão final sobre o motivo do apagão é do ONS, por meio do relatório.

Na segunda-feira, o ministro também destacou que a proteção da linha de transmissão entre as subestações de Colinas e Imperatriz ficou inoperante, e que, por isso, a segurança do sistema não funcionou “A proteção dessa linha estava inoperante no dia, está sendo apurado agora se houve falha humana ou de procedimento da empresa”, disse.

Na semana passada, o ONS havia dito que a provável causa do apagão foi “um incêndio numa chave seccionadora de um equipamento, entre as subestações de Colinas e Imperatriz, na interligação que liga os sistemas Norte/Nordeste ao sistema Sul/Sudeste”.

G1

Em Fortaleza, 3º Colóquio Teológico discutirá o papel da igreja na emancipação humana

No dia 26 de maio (sábado), será realizado o 3º Colóquio Teológico com o tema: As igrejas promovem a emancipação humana? Aspectos bíblicos e históricos. O encontro acontecerá das 8h30 às 11h30 no Salão Paroquial da Matriz de Nossa Senhora das Dores (Otávio Bonfim), na Av. Bezerra de Menezes, em Fortaleza, Ceará. A entrada é franca e não necessita de inscrição.

“O 3º Colóquio pretende aprofundar o debate e a reflexão sobre o fazer teológico no seio das igrejas cristãs e discutir o rumo do cristianismo, com o objetivo de fazer essa formação cristã libertadora, mostrando a religião como algo que liberta, não que oprime e causa medo”, disse Terezinha Casimiro Albuquerque, integrante do Movimento Formação Cristã Libertadora.

No encontro, haverá palestras ministradas por Isabel Felix, doutora em Ciência da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo e Justino Martinez Pérez, missionário Comboniano, doutorando em Bíblia na Faculdade de Teologia de Catalunha e Assessor da Animação Bíblica da Pastoral no Nordeste e do Cebi.

Contatos para mais informações: 85.9989.5334 (Antonieta) ou 85.8883.4610 (Terezinha).

Adital