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Concurso do HU terá mil vagas; provas serão em junho e edital sai em 15 dias

hospital-universitarioA Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) abrirá quase 1 mil vagas para contratação dos profissionais que trabalharão no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), em João Pessoa. O edital deve sair em 15 dias, segundo o superintendente do Hospital, Arnaldo Medeiros. Há oportunidades para níveis médio, técnico e superior, tanto para a área de saúde (médicos, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas, técnico em laboratório, entre outros), quanto para área administrativa (analista de sistemas, engenheiros, advogados, técnicos administrativos, etc).

A Ebserh foi contratada para administrar o HU, após decisão do Conselho Universitário (Consuni) da UFPB no ano passado. De acordo com o superintendente, a empresa organizadora deve ser escolhida na próxima semana. “O certame faz parte do processo de consolidação da Ebserh no HU, afinal, a empresa só pode começar a funcionar quando tiver funcionários próprios. Fizemos uma licitação para escolher a organizadora e várias empresas apresentaram propostas. Estamos agora na fase de análise dessas propostas, mas a decisão deve sair já na próxima semana. O edital sairá em 15 dias”, disse.

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A previsão do superintendente é que as provas sejam aplicadas no mês de junho deste ano. Os salários ainda não foram divulgados, mas os aprovados terão benefícios como plano de saúde, vale-alimentação e outros auxílios. “Será uma grande oportunidade para os paraibanos, até porque é um concurso federal com quase mil oportunidades para diversos cargos e níveis de escolaridade. Os salários vão variar de acordo com a função, mas todos serão beneficiados com algumas bolsas auxílio”, adiantou Arnaldo.

 

Por Jornal Correio da Paraiba/Aline Guedes

Polícia Federal investiga fraudes no HU que podem ter causado prejuízo de R$ 3 milhões

operação-policia-huA Polícia Federal divulgou nesta segunda-feira (23) os resultados da operação Estado Terminal, que identificou fraudes licitatórias, pagamentos em duplicidade por medicamentos e produtos hospitalares, aquisição de produtos e serviços com sobrepreço, entre outras irregularidades no Hospital Universitário Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, que, juntas, podem representar uma lesão aos cofres públicos de mais de R$ R$ 3 milhões.

De acordo com a PF, a operação tem como objetivo cumprir oito mandados de busca e apreensão na Capital, sendo três somente no HU. Um servidor público foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

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A investigação foi desenvolvida através de uma parceria entre Controladoria Geral da União e Ministério Público Federal e teve início a partir de trabalhos de auditoria, que remontam ao ano de 2010, levados a efeito pela CGU.

Além do Hospital Universitário, a Polícia Federal realiza ações de busca e apreensão nas residências dos servidores públicos envolvidos no esquema e em escritório de contabilidade.

Conforme a PF, os investigados são suspeitos de cometer os crimes de fraude à licitação (arts. 89 e 90 da Lei nº 8.666/93), formação de quadrilha (art. 288 do Código Penal), corrupção passiva (art. 317 do Código Penal) e advocacia administrativa (art. 321 do Código Penal), que somados têm pena máxima prevista superior a 20 anos de reclusão.

Confira matéria produzida pela TV Correio HD:

portal correio

Efeitos da greve: mais de 105 mil procedimentos e 700 cirurgias deixaram de ser feitas no HU

Cento e cinco mil procedimentos e mais 700 cirurgias deixaram de ser feitas dentro do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HU), em João Pessoa por causa da greve que já dura mais de sessenta dias. A informação é de um dos diretores da unidade hospitalar, Drº Valério Vasconcelos.

Dentre os procedimentos que não estão sendo disponibilizados pelo hospital, estão os tratamentos nas clínicas, exames e consultas ambulatoriais, além de atendimentos em várias especialidades. Segundo Valério, apenas os serviços de psoríase, serviço de tuberculose, de hipertensão pulmonar e de hanseníase.

O diretor falou que os casos de emergência e urgências que existem dentro do HU estão sendo atendidos normalmente, entretanto, muitos casos estão sendo transferidos para outras unidades hospitalares da cidade.

“Os casos mais graves estão sendo atendidos no HU, mas normalmente, os pacientes são encaminhados para outros setores da cidade”, disse.

Desde o início da greve, em 17 de maio, cerca de 300 profissionais da área médica estão de braços cruzados e segundo o diretor não existe uma perspectiva de quando os procedimentos e as cirurgias voltarão a ser disponibilizados e faz um apelo para que a paralisação tenha fim.

“Nós não temos nenhuma idéia de quando essa greve possa acabar. Nós fazemos um apelo porque causa um grande prejuízo a sociedade, sobre tudo aos pacientes mais carentes”, falou.

Tarcisio Timóteo

Greve da UFPB prejudica HU e alunos ficam sem aula

Paralisação começou na quinta-feira e já chegou a 39 das 59 instituições federais

A greve dos professores já atinge mais de 65% das universidades federais do País. No final da tarde desta sexta-feira (18), já eram 39 instituições federais sem aulas. O País tem, ao todo, 59 universidades vinculadas ao governo federal.

Os docentes das Ifes (Instituições Federais de Ensino Superior) começaram o movimento grevista na quinta-feira (17) e definiram que a paralisação será por tempo indeterminado.

Não há um balanço total de alunos afetados pela paralisação, nem de quantos professores aderiram ao movimento. De acordo com o Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), a greve ainda pode crescer e também se estender para outras instituições, inclusive estaduais.

As principais reivindicações da categoria são valorização da carreira e melhoria da qualidade de ensino e trabalho dos docentes. Além de pedidos específicos de cada instituição.

Além das 39 universidades, os professores do Cefet (Centro Federal de Educação Tecnológica) de Minas Gerais, também cruzaram os braços.

Já a Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), a Universidade Federal do Sudeste de Minas e a Universidade Federal do Maranhão e a UnB (Universidade de Brasília) devem iniciam a greve na segunda-feira (21). Os professores da UnB (Universidade de Brasília) pretendem dar início à paralisação na próxima terça-feira (22). No mesmo dia, os docentes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) farão assembleia para decidir se entram em greve.

 Rio de Janeiro No Rio de Janeiro, a greve foi adotada pela UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) e pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Os professores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) estão paralisados e fazem debate no campus da Praia Vermelha.

 

Paraíba

A greve de professores na UFPB (Universidade Federal da Paraíba) e UFCG (Universidade Federal de Campina Grande) começou na última quarta-feira (16) e prejudicou o atendimento do Hospital Universitário, que foi suspenso. Segundo a direção das universidades, mais de 62 mil alunos estão sem aula. 

 

Ceará e Pernambuco

Das três universidades federais de Pernambuco, a primeira a paralisar as atividades docentes foi a Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco), que entrou em greve na terça-feira (15). Situada em área de fronteira com os Estados da Bahia e Piauí, a estimativa do sindicato dos docentes é de que mais de 95% dos cerca de 400 professores aderiram à greve nacional por tempo indeterminado em todos os seus cinco campi – distribuídos em cidades dos três Estados.

A Universidade Federal Rural de Pernambuco tem a adesão de 90% dos seus 1,1 mil professores, de acordo com o comando de greve. O total de alunos nos seus 40 cursos de graduação é de 15 mil. A expectativa é de expansão da adesão na próxima semana.

Já a Universidade Federal de Pernambuco, com 2,5 mil professores e 32 mil alunos em 93 cursos de graduação presenciais, deflagrou a greve na quinta e ainda não tem um balanço do porcentual de adesão. De acordo com o sindicato da categoria, muitos professores ainda foram à sala de aula nesta sexta-feira para conscientizar os alunos.

Os professores da Universidade Federal do Ceará estão entre os que não aderiram à greve nacional. Os professores associados ao sindicato decidiram convocar nova assembleia para apreciar as propostas negociadas com o governo federal até 31 de maio.

 

Confira as instituições que aderiram à greve

1- UFMA (Universidade Federal do Amazonas)

2- UFRO (Universidade Federal de Rondônia)

3- UFRA (Universidade Federal Rural do Amazônia)

4- UFPA (Universidade Federal do Pará /Central)

5- UFPA (Universidade Federal do Pará /Marabá)

6- UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará)

7- UNIFAP (Universidade Federal do Amapá)

8- UFMA (Universidade Federal do Maranhão)

9- UFPI (Universidade Federal do Piauí)

10- UFERSA (Universidade Federal do Semi-Árido) – Mossoró  

11 UFPB (Universidade Federal da Paraíba)

12- UFPB-PATOS (Universidade Federal da Paraíba / Patos)

13- UFPB (Universidade Federal da Paraíba / Cajazeiras)

14- UFCG (Universidade Federal de Campina Grande)

15- UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco)

16- UFAL (Universidade Federal de Alagoas)

17- UFS (Universidade Federal de Sergipe)

18- UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)

19- UFU (Universidade Federal de Uberlândia)

20- UFV (Universidade Federal de Viçosa)

21- UFLA (Universidade Federal de Lavras)

22- UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto)

23- UFSJ (Universidade Federal de São João Del Rey)

24- UFES (Universidade Federal do Espírito Santo)

25- UFPR (Universidade Federal do Paraná)

26- FURG (Universidade Federal do Rio Grande)

27- UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso)

28- UFMT-RO (Universidade Federal do Mato Grosso / Rondonópolis)

29- UFRRJ(Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)

30- UFVJM (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri)

31- UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)

32- IFPI (Instituto Federal do Piauí)

33- IFMG(Instituto Federal de Minas Gerais)

34- UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)

35- Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco)

36- UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)

37- UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro)

38- UFPE (Universidade Federal de Pernambuco)

39- UFG (Universidade Federal de Goiás) – Campus Catalão

40- UFAC (Universidade Federal do Acre)

41- CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica) de Minas Gerais

 

Outro lado

Em nota divulgada na quinta-feira, o MEC (Ministério da Educação), informou que “as negociações salariais com o sindicato começaram em agosto passado, quando foi acertada a proposição de um reajuste salarial linear de 4%, a partir de março de 2012”.

Segundo a notificação oficial, o ministro Aloizio Mercadante interferiu diretamente junto a presidenta Dilma Rousseff para acelerar a aprovação do projeto de lei que previa o aumento para a categoria. “A medida provisória foi assinada na sexta-feira (11) e publicada no Diário Oficial, assegurando o reajuste de 4% retroativo ao mês de março, além das gratificações específicas do magistério superior e de atividade docente do ensino básico, técnico e tecnológico”.

Com relação ao plano de carreira dos professores e funcionários, o MEC informou que a “negociação prevê sua aplicação somente em 2013″. De acordo com a nota, os recursos devem ser definidos até agosto deste ano”.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento afirmou que a greve dos professores é “precipitada” e que as reinvidicações da categoria serão discutida em reunião marcada para o dia 28 de maio.

PB Agora com R7