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Diretor confirma que 9 funcionários do Hospital Regional de Guarabira testaram positivo para Covid-19

Profissionais que trabalham na linha de frente no combate à Covid-19 têm sido uma das preocupações na pandemia que o planeta vive por esses meses de 2020. Muitos já perderam suas vidas e milhares foram infectados e afastados de suas atividades.

Embora não esteja atualmente atendendo casos de Covid-19, os profissionais do Hospital Regional de Guarabira ficam expostos, mesmo utilizando os equipamentos de proteção individual e tendo todos os cuidados de higiene.

De acordo com o diretor da unidade hospitalar em Guarabira, Liheldson Barbosa, são nove profissionais que trabalham no HR e que foram diagnosticados com a Covid-19 e afastados de suas funções, mantidos em isolamento domiciliar, cumprindo quarentena e sendo medicados.

Entre os infectados estão médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem até pessoal de apoio. As declarações do diretor foram dadas durante entrevista à Rádio Constelação FM.

O diretor revelou que os pacientes com sintomas gripais que procuram o HR estão sendo encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento – UPA – que foi classificada pela Secretaria de Estado da Saúde para atendimentos exclusivos para a Covid-19.

Os atendimentos pediátricos foram transferidos para o Hospital Regional. Uma estrutura foi montada para atender a esse demanda ampliada, determinada pela SES.

Barbosa ainda registrou que o Hospital Regional atendeu 50% a mais de pacientes classificados como ‘azul’, que deveriam ser atendidos nas unidades básicas de saúde. Ele atribuiu o aumento desse tipo de paciente à grande preocupação das pessoas em face da pandemia da Covid-19.

 

portal25horas

 

 

Diretor do Hospital Clementino Fraga é internado com suspeita de covid-19 em João Pessoa

O diretor do Hospital Clementino Fraga, o médico infectologista Fernando Chagas, foi internado com sintomas de covid-19 em João Pessoa. A informação foi divulgada no programa Arapuan Verdade, da Arapuan FM.

As informações são de que o médico estava em casa quando começou a se sentir mal e foi orientado pela família, e também por colegas médicos, a procurar rapidamente assistência em um hospital.

O Hospital Clementino Fraga, localizado em João Pessoa, foi um dos primeiros a ser referenciado para o tratamento da covid-19 na Paraíba, juntos com os hospitais universitários de João Pessoa e de Campina Grande.

 

clickpb

 

 

Hospital de campanha para pacientes com coronavírus é inaugurado em Campina Grande

Um hospital de campanha para o tratamento exclusivo de pacientes infectados pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, foi inaugurado na manhã desta terça-feira (12), em Campina Grande. De acordo com a prefeitura, o hospital conta com 42 leitos de internação e nesta terça-feira, sete deles já contam com respiradores. De acordo com a Secretaria de Saúde, apesar da entrega do hospital, profissionais ainda estão em fase de contratação.

O espaço vai funcionar no complexo do Hospital Municipal Pedro I, na estrutura onde estava sendo construída a central de hemodiálise do município. Todos os 42 leitos do hospital terão pontos de oxigênio, sendo 20 deles reservados para UTI, com respiradores. De acordo com Secretaria Municipal de Saúde, os outros 13 respiradores já foram solicitados.

A estrutura demorou pelo menos 37 dias para ser concluída. Com o novo espaço, o complexo do Hospital Municipal Pedro I, que é referência no tratamento da doença em Campina Grande, passa a ter 138 leitos para o tratamento de pacientes do coronavírus.

Segundo a Secretaria de Saúde, os profissionais que vão atuar no novo hospital estão em fase de contratação, passando pelos trâmites necessários e ainda existem vagas para contratação. O hospital só vai receber pessoas com encaminhamentos de outras unidades de saúde. As pessoas que tiverem sintomas da Covid-19 devem procurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto Branco.

G1

 

Diretor confirma que 3 médicos do Hospital Regional de Guarabira testaram positivo para Covid-19

Diretor do Hospital Regional de Guarabira, Liheldson Barbosa, em entrevista concedida à Rádio Constelação FM, no matutino Jornal da Manhã, confirmou que três médicos que trabalham na unidade de saúde foram testados positivo e estão em isolamento doméstico.

De acordo Com Barbosa, a infecção que acometeu os profissionais de saúde é do tipo leve, mas como determina o protocolo eles precisaram ser afastados e confinados, sem contato com outras pessoas. Os nomes dos médicos não foram revelados.

Segundo o que a reportagem do Portal25horas conseguiu apurar, um dos infectados é diretor clínico do Hospital Regional. Ele teria feito o teste na Unidade Pronto Atendimento (UPA) e voltado para o trabalho, e somente depois é que teve conhecimento que testou positivo.

As pessoas que tiveram contato com o médico no dia em que foi feito o teste estão sendo orientadas a realizar o teste para dirimir as dúvidas.

 

portal25horas

 

 

Criança morre e família afirma que atendimento médico foi negado em hospital de João Pessoa

Alice, de 3 anos de idade, morreu na sexta-feira (24), após sofrer um AVC hemorrágico e ter constatada morte cerebral, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. A família da menina alega que ela teve o atendimento negado no Hospital João Paulo II, devido a 12 dias que faltavam cumprir de carência no plano de saúde Smile.

Em nota, o Hospital João Paulo II informou que a criança foi atendida “com hipótese diagnóstica de meningite. Naquela ocasião, o quadro de saúde era estável, sem febre, sem convulsão e sem necessidade de oxigenoterapia […]. Não havia emergência, e se tratava de uma solicitação de internamento eletiva para investigação da hipótese de diagnóstico realizada na UPA, situação para a qual a paciente estava sob período de carência junto a seu plano de saúde”. A nota diz ainda que “realizou o encaminhamento para o hospital de referência para tratar doenças infectocontagiosas” e que “a criança não permaneceu nas dependências do Hospital João Paulo II por mais de 30 minutos”.

Também em nota, o plano de saúde Smile diz que não ocorreu qualquer ilegalidade. “Reiteramos a nota de esclarecimento de nosso prestador de serviços em todos os seus termos, ao passo que no colocamos à disposição para sanar eventuais dúvidas”.

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) emitiu nota comunicando que irá abrir uma sindicância para apurar infração ética da equipe médica envolvida no caso de Alice. O caso está em análise e se forem constatados indícios de infração ética médica, é instaurado um processo ético-disciplinar contra os profissionais envolvidos.

Procura por atendimento médico para criança

De acordo com Leandro Gonzales, padrasto de Alice, no dia 18 de abril, quando estava dormindo na casa dos avós maternos, Alice acordou às 5h chorando e se queixando de uma dor de cabeça. Os avós de Alice perceberam que a boca da criança estava torta, e que um dos olhos estava tremendo. Os avós chegaram à conclusão de que Alice estava sofrendo convulsões e socorreram a neta para a Unidade de Pronto Atendimento Oceania, no bairro de Manaíra.

Na UPA, Leandro e Jéssica, mãe de Alice, encontraram com a criança. “A médica que estava lá nos atendeu super bem, mas ela não tinha o que fazer na UPA, eles não tinham os equipamentos necessários pra fazer um atendimento desse nível, ela precisava de uma tomografia urgente. Então a médica nos comunicou que iria fazer uma transferência”, disse Leandro.

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica contou à médica que Alice tinha plano de saúde Smile, então a médica ligou para o Hospital João Paulo II, que atende ao plano. Quando a família estava saindo da UPA, foi informada que o atendimento foi recusado devido à carência do convênio.

“Ligaram do hospital dizendo que foi recusado o atendimento, devido à carência do plano de 6 meses, sendo que elas estavam no plano há 5 meses. Faltando 12 dias pra completar 6 meses, eles recusaram”, conta o padrasto de Alice.

A família retornou pra UPA onde tentaram entrar em contato com o plano de saúde. A empresa pediu uma série de documentos, incluindo uma declaração da médica sobre o caso de Alice. Eles enviaram o documento digitalizado e eles pediram manuscrito, eles fizeram manuscrito e foram para o hospital.

Chegando no Hospital João Paulo II, a equipe reforçou que o atendimento foi negado. “Nesse momento Alice estava nos braços da mãe, a médica em nenhum momento perguntou o estado de Alice, nem sequer olhou pra criança, em nenhum momento ofereceram uma maca para colocar a criança deitada”, desabafa Leandro.

Ainda conforme a família, a médica da UPA seguiu acompanhando o caso e entrou em contato com um amigo do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB), que atualmente está como unidade de referência para casos de Covid-19. Mesmo assim, a criança foi atendida na unidade.

No HULW, foi feita uma tomografia e constataram um AVC hemorrágico. O médico disse que Alice precisava ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma. “Eu não tenho o que reclamar da rede pública por onde a gente passou, todos os profissionais foram excelentes”, relata Leandro.

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

De acordo com o Hospital de Trauma de João Pessoa, no dia 18, por volta das 13h, Alice deu entrada no hospital, onde foi feito o atendimento de urgência. Os médicos constataram que metade do corpo de Alice estava paralisado e internaram a criança em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Durante a noite do mesmo dia, o cérebro de Alice continuou inchando e foi preciso uma cirurgia no crânio de urgência. Leandro relata que no dia 19, os médicos conversaram com Jéssica, mãe de Alice, e disseram desconfiar da morte encefálica da criança.

Na segunda-feira (20) foi iniciado o processo para confirmar a morte cerebral de Alice, de acordo com Leandro. Na quarta-feira (22), a morte cerebral de Alice foi confirmada.

“O procedimento é reduzir os medicamentos até o coração parar de bater, porém o coração dela começou a melhorar. Nós mobilizamos muita gente nessa cidade, em prol de oração, em prol de reza, em prol de buscar a Deus, em prol de um milagre. E realmente foi um milagre ela se manter bem até a sexta”, conta Leandro.

Na sexta-feira (24) os aparelhos de Alice foram desligados. A família de Alice alega negligência médica da equipe do Hospital João Paulo II e do plano de saúde Smile.

“Nós acreditamos que poderia ter acontecido algo diferente se o Hospital João Paulo II, mesmo se recusando a internar a gente, fazer o atendimento primário, fazer os testes que fizeram no HU. Poderiam ter indicado pra gente o melhor, indicar pra gente ir direto pro trauma, porque a gente não perderia tempo no translado. Se eles tivessem orientando a gente, a gente teria ganhado três horas. Se eles tivessem feito o mínimo, mas nem olhar pra criança eles olharam”, desabafa o padrasto.

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

 

G1

 

 

Ambulância bate em animal na pista enquanto transferia paciente para hospital na PB

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da cidade de Pombal ficou com a parte da frente parcialmente destruída após colidir com um animal na BR 230, próximo à cidade de Juco do Seridó, na noite deste sábado (11).

O motorista teria tentado jogar o carro para a contramão, mas não conseguiu desviar e acabou atropelando o animal. O motorista e as demais pessoas que estavam no interior do veículo não sofreram ferimentos.

A ambulância estava em ocorrência transferindo um paciente para o Hospital  Metropolitano ‘Dom José Maria Pires’, em João Pessoa.

paraiba.com.br

 

 

Atendimentos em vítimas de acidentes de trânsito reduzem 12% em março, no Hospital de Trauma de João Pessoa

O número de atendimentos de vítimas de trânsito reduziu cerca de 12% no Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. Conforme o setor de estatística do hospital, foram registrados 776 atendimentos entre os dias 1º e 31 de março deste ano, número 12,6% menor que o registrado no ano anterior, com 888 entradas.

De acordo com a unidade de saúde, a queda na quantidade de atendimentos aconteceu após a efetivação do isolamento social adotado durante a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Segundo o diretor geral da instituição, Laercio Bragança, o perfil das vítimas também mudou. A maioria dos pacientes sofreu acidentes em BRs e não em centros urbanos, como geralmente acontecia.

G1

 

Duas mulheres morrem com suspeita de coronavírus em hospital de Pombal, PB

Duas mulheres morreram na segunda-feira (30) no Hospital Regional de Pombal, cidade localizada a 371 km de João Pessoa, com suspeita de infecção pelo coronavírus. De acordo com secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, informou que até a manhã desta terça-feira (31), pelo menos 12 mortes na Paraíba seguiam sob investigação da Secretaria de Estado da Saúde (SES) para confirmação de Covid-19.

Segundo informações repassadas pela SES, as duas mulheres, que eram idosas, foram submetidas a coleta das amostras para análise do novo coronavírus. As duas vítimas estavam internadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Pombal.

De acordo com secretário Geraldo Medeiros, o alto número de casos descartados na Paraíba, 367 até o boletim divulgado pela SES na segunda-feira (30) tem relação com o período do ano, que naturalmente registra aumento de outras doenças.

“Temos muitos casos de outras doenças respiratórias no período, também temos muitos casos de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, tudo isso contribui para o aumento do número de casos suspeitos e consequentemente de casos descartados”, comentou.

Uma das mortes que estão sob investigação é a do publicitário Mateus Zerbone Carlos, filho do empresário Eduardo Carlos, presidente da Rede Paraíba de Comunicação. A SES informou que o resultado do exame que pode confirmar a causa da morte do publicitário e dos outros 11 casos investigados deve sair nesta terça-feira (31).

Mortes suspeitas de coronavírus na Paraíba

Seis mortes já foram investigadas e descartadas por suspeita de coronavírus na Paraíba. Duas mortes que tinham sido classificadas por suspeita de coronavírus foram descartadas pela SES no sábado (28), o resultado foi divulgado no domingo (29). Estão descartadas a morte da mulher de 40 anos na cidade Patos e da criança de 10 anos na cidade de Conceição, ambas localizadas no Sertão paraibano.

Ainda de acordo com a SES, a morte da mulher de 40 anos no Hospital Regional de Patos não foi causada por nenhum vírus respiratório, com base nos exames realizados na paciente. Por sua vez, o caso do menino de 10 anos que morreu no Hospital e Maternidade Caçula Leite (HMCL) de Conceição foi descartado para Covid-19, seguindo as investigações para outros tipos de vírus respiratórios.

As duas mortes descartadas eram as que faltavam ser investigadas entre os casos que tinham sido notificados como mortes suspeitas por Covid-19. Antes, outras quatro mortes foram descartadas para coronavírus. Na última terça-feira (24) exames descartaram que as mortes de três pacientes da Paraíba tenham sido causadas pelo novo coronavírus. Na quinta-feira (26), mais uma morte que estava sendo investigada como suspeita do coronavírus também foi descartada.

Mortes descartadas para Covid-19

  • Mulher, de 29 anos, que morava em João Pessoa
  • Homem, de 67 anos, que morava em Zabelê
  • Mulher, de 34 anos, que morava em João Pessoa
  • Mulher, de 39 anos, que morava em João Pessoa
  • Mulher, de 40 anos, que morava em Patos
  • Criança, de 10 anos, que morava em Conceição

Caso descartado segue investigado

A morte de Quézia Leite Batista, de 34 anos, servidora pública que trabalhava na maternidade Frei Damião, em João Pessoa, descartada para Covid-19 segue sob investigação. De acordo com a SES, apesar da coleta e do resultado obtido no Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (Lacen-PB), uma amostra foi enviada para o Instituto Evandro Chagas.

Ainda de acordo com a SES, a amostra foi enviada ao mesmo tempo em que era analisada no Lacen-PB. Como não houve um diagnóstico preciso da causa da morte dela, a amostra foi enviada para o Pará.

G1

 

Hospital Municipal de Areia recebe respiradores emprestados da UFPB

O Hospital Veterinário do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) emprestou três respiradores para o Hospital Municipal de Areia, administrado pela prefeitura da cidade, a fim de contribuir para o tratamento de eventuais pacientes acometidos pelo coronavírus.

A iniciativa, segundo o diretor do Hospital Veterinário, Felipe Nael Seixas, partiu da direção do CCA, diante da situação de emergência em saúde decorrente da pandemia do novo coronavírus. “A gente está cumprindo o que determinou a Reitoria da UFPB, em relação à suspensão de aulas. E como tivemos que parar o Hospital Veterinário, para quarentena de técnicos, estagiários e residentes, a gente ficou com aparelhos disponíveis. Então o CCA disponibilizou”, explica o diretor.

Segundo ele, o uso desses equipamentos no Hospital Municipal de Areia seria mais para casos de emergência, uma vez que os pacientes mais graves devem ser removidos para Campina Grande, no agreste paraibano. “O município referenciado pelo Estado, na região, para atender a casos de Covid-19. O uso desses aparelhos, aqui, seria mais em uma emergência, para dar um suporte inicial, até que o paciente possa ser encaminhado para lá”, conta Felipe Nael Seixas.

Para o diretor, é importante retribuir à sociedade os recursos investidos na UFPB. “É uma obrigação de todo brasileiro, nesse momento, contribuir”. O gestor diz que está buscando ajudar a Prefeitura de Areia na localização de fornecedores para as peças plásticas dos respiradores, chamadas traqueias, que são conectadas aos pacientes. As peças são substituíveis, pois são descartáveis, mas está havendo dificuldade de encontrar o produto no mercado devido à grande procura.

Além dos respiradores, o Hospital Veterinário informou que, se o município necessitar, outros equipamentos podem ser emprestados, como monitor de frequência cardíaca, máscaras e luvas. “A Prefeitura não solicitou ainda, mas se precisar, a gente tem”, afirma Felipe Seixas.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba, os hospitais de referência para Covid-19 estão distribuídos por macrorregião de saúde, sendo o Hospital Clementino Fraga, Santa Isabel e Hospital Municipal de Valentina na primeira macro, em João Pessoa, que concentrarão as internações. Na segunda macrorregião, o Hospital Pedro I, em Campina Grande; e no Sertão e Alto Sertão, as referências são os Hospitais Regionais de Cajazeiras, Pombal, Regional de Patos e o Infantil Noaldo Leite, também em Patos.

 

portalcorreio

 

 

Saúde faz desinfecção de hospital após morte suspeita de coronavírus

Após a morte de uma funcionária, a Maternidade Frei Damião, localizada em João Pessoa, passará por um processo de desinfecção. A informação foi repassada pela assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde (SES) na tarde desta terça-feira (24). A desinfecção será realizada na parte interna do prédio e também nas áreas de apoio.

Confira a nota:

“A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que já está em curso um processo de desinfecção da Maternidade Frei Damião, na parte interna do prédio e nas áreas de cuidado e de apoio da unidade. Além disso, está organizando uma equipe de resposta rápida de psicólogos e psiquiatras para cuidado e manejo ao estresse pós traumático que funciona como suporte a todos os profissionais que trabalhavam com a vítima do trágico evento.

Nas próximas 24h, durante todo o processo de desinfecção, a Frei Damião receberá o apoio de outras maternidades da Rede, que irão trabalhar como retaguarda da unidade para que os atendimentos de emergência encaminhados pelo SAMU e algumas demandas espontâneas possam ser encaminhadas prioritariamente para esses hospitais”, diz a nota.

 

(Foto: Divulgação/Secom-PB)

portalcorreio