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Homem flagrado nu e se masturbando em rua é internado em hospital

Já esta internado em um hospital psiquiátrico de Campina Grande o homem que foi flagrado nu e se masturbando em uma rua da cidade nessa quarta-feira (21). A informação foi confirmada pelo advogado do rapaz, Rômulo Leal, em entrevista à repórter Daniela Pimentel, no programa Correio Verdade, da TV Correio.

Conforme o advogado, no mesmo dia do flagrante, o homem chegou em casa e bateu o veículo em uma das paredes da residência. Ao sair do carro, ele alegou que queria se matar.

“Ao chegar em casa ele bateu o veículo na parede da casa, desceu sem roupas e dizendo a família que queria se suicidar. A família levou ele até um hospital de psiquiatria. O médico recomendou internação imediata e ele se encontra internado. Ele é uma pessoa calma e tranquila. Exerceu função de conselheiro tutelar, era igreja, mas há alguns dias familiares relataram que ele vinha passando por comportamentos diferentes, que culminaram nessa situação“, contou o advogado.

Ainda de acordo com o advogado, o homem vem recebendo doses fortes de medicamentos e assim que estiver lúcido será ouvido pela polícia.

O caso

Na quarta, o homem parou o veículo que dirigia em uma rua do bairro das Malvinas e, na frente de duas estudantes, desceu e se masturbou.

Segundo informações de testemunhas, essa não foi a primeira vez que o rapaz faz isso. No domingo (18), ele teria sido visto fazendo gestos obscenos na frente de funcionárias de um call center.

 

portalcorreio

 

 

Faltam medicamentos para quimioterapia no Hospital Laureano

O Hospital Napoleão Laureano, referência no tratamento de câncer na Paraíba, está com medicamentos para quimioterapia em falta. Um paciente relatou, em vídeo compartilhado nas redes sociais nesta semana, que o problema se estende por mais de 20 dias. 

“Hoje, dia 20 de agosto, mais uma vez chego no hospital e ele se encontra assim, vazio, por falta de quimioterapia. Não por falta de funcionários, médicos ou enfermeiros. Mas por falta de medicação”, diz o homem, de 31 anos, que se identifica como Cícero Tiago de Sousa.

“Somos brasileiros, pagamos nossos impostos. Pedimos socorro. Divulguem esse vídeo para que ele chegue nas autoridades, não podemos passar por uma humilhação dessa”, completa o paciente.

Em abril deste ano, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) já havia constatado a falta de medicamentos orais e intravenosos para quimioterapia, antibióticos, além de insumos como luvas e soro fisiológico no Hospital Napoleão Laureano. O diretor de fiscalização do CRM-PB, João Alberto Pessoa, afirmou que o hospital vem enfrentando um sério problema financeiro. O CRM-PB chegou a mencionar risco de falência.

Nesta quinta-feira (22), a Mix Comunicação, responsável pelo atendimento do hospital à imprensa, atestou a veracidade do relato e disse que a unidade de saúde irá apresentar dados da situação em coletiva nesta sexta-feira (23).

Assista ao vídeo divulgado pelo paciente:

 

portalcorreio

 

 

Mulher esfaqueada na porta de casa por vizinho morre em hospital de João Pessoa

A mulher esfaqueada na porta de casa, em um apartamento no bairro do Bessa, em João Pessoa, morreu na manhã deste sábado (10), no Hospital de Emergência e Trauma da cidade. Juliana Mônica Alves, de 32 anos, estava internada no hospital desde o dia 8 de julho deste ano. De acordo com a unidade de saúde, ela apresentou um quadro de infecção generalizada e não resistiu.

Juliana Alves e o companheiro dela, Jefferson Soares, foram esfaqueados na noite do dia 7 de julho deste ano. Na época, as informações da Polícia Militar e de testemunhas eram de que o vizinho teria batido na porta do apartamento do casal durante a noite. Quando a mulher abriu a porta, ele a esfaqueou. Em seguida, o marido dela saiu, entrou em luta corporal com o vizinho, mas acabou sendo esfaqueado também.

O casal foi levado para o Hospital de Emergência e Trauma por outros vizinhos. Jefferson Soares, de 31 anos, recebeu alta. Já a esposa dele, Juliana Alves, passou por cirurgia e o estado de saúde dela era considerado estável.

Juliana Alves era técnica em enfermagem. No dia do crime, ela foi golpeada com 14 facadas. Conforme o hospital, antes de morrer a mulher passou cerca de 33 dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e por quatro procedimentos cirúrgicos.

Casal foi esfaqueado na porta do apartamento, quando recebia o vizinho que bateu na porta, em João Pessoa — Foto: Clara Rezende/G1

Casal foi esfaqueado na porta do apartamento, quando recebia o vizinho que bateu na porta, em João Pessoa — Foto: Clara Rezende/G1

Suspeito era vizinho do casal

Após o crime, o vizinho do casal, suspeito do crime, fugiu. No entanto, ele foi detido pela Polícia Militar na mesma rua onde o prédio fica localizado. Em depoimento, o suspeito, de 26 anos, contou para Polícia Civil que estava em casa quando um oficial de Justiça foi até a casa dele para entregar uma medida protetiva por conta de agressões que ele teria praticado contra a mãe, além de ter ameaçado uma jovem de 14 anos.

Ainda segundo depoimento do suspeito à polícia, após receber o documento do oficial da Justiça,, ele disse que “surtou”, foi até o guarda-roupa, pegou um canivete e foi até a casa dos vizinhos. Ele ainda disse que não sabe por qual motivo teve essa atitude. O suspeito era advogado e, após o depoimento, permaneceu preso.

Suspeito foi para instituto de psiquiatria

O homem suspeito de esfaquear o casal foi encaminhado para o Instituto de Psiquiatria Forense (IPF), após passar por audiência de custódia, na tarde do dia 8 de julho deste ano. De acordo com o juiz Adilson Fabrício, diretor do Fórum e magistrado que conduziu a audiência, a prisão em flagrante do suspeito foi convertida em prisão preventiva. Ele informou que o homem foi encaminhado para um instituto psiquiátrico, e não para um presídio comum, por apresentar um histórico de distúrbios mentais.

Na época, o juiz explicou ainda que, enquanto estiver internado provisoriamente no IPF, o homem passaria por um exame de sanidade mental, com psicólogos e psiquiatras, havendo um prazo de 45 dias para realização da avaliação e, tendo em vista o resultado, o caso seguirá na Justiça.

G1

 

CRM decide interditar UTI do hospital Arlinda Marques, em João Pessoa

O Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM-PB) interditou eticamente a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital infantil Arlinda Marques, após fiscalização na manhã desta sexta-feira (9). Na última quarta (7), o CRM-PB deu um prazo de 48 horas para que a Secretaria de Saúde Estadual providenciasse segurança armada no hospital, após ameaças do pai de uma criança internada contra a equipe de profissionais do hospital e pacientes da UTI pediátrica. Nesta sexta o prazo concedido para que as providências fossem tomadas expirou e nada foi resolvido.

“É um absurdo o que está acontecendo neste hospital. Pacientes, acompanhantes e profissionais estão assustados e preocupados com a falta de segurança no local. Tentamos resolver o problema da melhor forma possível, mas só tivemos promessas de que a segurança armada seria providenciada. Infelizmente, temos que fazer a interdição ética”, explicou o diretor de Fiscalização do CRM-PB, João Alberto Pessoa.

Ele acrescentou que na próxima quarta-feira (14), a equipe de fiscalização do CRM-PB irá retornar ao hospital para verificar se foi providenciada a segurança do hospital. Caso contrário, o Conselho poderá interditar eticamente também o Pronto Atendimento do hospital. O diretor de fiscalização explicou ainda que as interdições éticas realizadas pelo CRM-PB impedem o médico de atender nas unidades de saúde. No entanto, os pacientes que ainda estiverem internados continuam recebendo assistência médica, mas não há novas internações na unidade.

Entenda o caso – Na quarta (7), o CRM-PB esteve no hospital Arlinda Marques após denúncias de pediatras da UTI. A equipe de fiscalização apurou que na sexta-feira (2), o pai de uma crianaç de 6 anos internada na UTI disse que se a filha fosse a óbito, ele mataria uma paciente de 12 anos também internada no setor. Durante as ameaças, o homem quebrou dois vidros do setor, se feriu e deixou pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde assustados. Com isso, o CRM-PB entregou relatório pedindo que fosse providenciado policiamento armado em um prazo de 48 horas, sob pena de interdição ética da UTI.

As informações são da Formato Assessoria de Comunicação

 

 

Irmãos se acorrentam em frente a hospital para exigir tratamento de mãe com diabetes, na PB

Dois irmãos que mora na cidade de Sapé, na região da Mata paraibana, se acorrentaram em frente a um Hospital de João Pessoa para exigir que a mãe deles, que é diabética, seja atendida e passe por um tratamento. O caso foi registrado nesta quarta-feira (17) e, segundo eles, foi um ato de desespero diante do drama de quem está precisando do serviço público de saúde.

O protesto aconteceu em frente ao Hospital São Vicente de Paulo. Em entrevista a TV Cabo Branco, os dois irmãos contaram que a mãe está internada na unidade há cerca de 8 dias, mas o tratamento para o caso dela está sem evolução.

“Não anda não. A gente precisa de ajuda e a gente quer cobrar justiça porque está complicada demais a nossa situação. Querem que a gente roube para conseguir o dinheiro do tratamento?”m disse Paulo Lima.

A paciente é uma senhora de 65 anos de idade que permanece internada. Segundo a direção do hospital, ela ainda não tem precisão de alta médica. O hospital explicou que ela já passou por uma cirurgia e que ainda deve passar por outro procedimento. Os filhos destacam que alguns exames estão demorando muito tempo para serem feitos.

“É desespero. A situação não está fácil. Estão dizendo que estão resolvendo, mas não está. Porque passamos o dia esperando exames e ainda estamos esperando outros. Não estamos acreditando mais que vá resolver”, disse o outro filho da paciente, Flávio Lima.

G1 não conseguiu resposta do hospital durante a noite desta quarta-feira sobre situação do estado de saúde da paciente. Os filhos dela continuavam acorrentados em frente a unidade de saúde.

G1

 

Lucélio Cartaxo é transferido para hospital particular de João Pessoa após acidente

O secretário-chefe de Gabinete da Prefeitura de João Pessoa, Lucélio Cartaxo, foi transferido do Hospital de Trauma para um hospital particular, na manhã deste domingo (7), após sofrer um acidente de quadriciclo neste sábado (6). O filho dele também ficou ferido e foi levado para o hospital, mas recebeu alta.

De acordo com o diretor do Hospital de Emergência e Trauma, Leonardo Leite, Lucélio Cartaxo sofreu um traumatismo cranioencefálico moderado, o que significa que houve lesão no cérebro, mas não precisou passar por cirurgia.

O secretário-chefe ficou em observação neurológica e também chegou a sofrer uma lesão na lombar, bem como fraturas em algumas partes da coluna. No entanto, também não precisou de cirurgia. Após o período de observação, por volta das 11h deste domingo, Lucélio foi transferido para um hospital particular. O estado de saúde dele é considerado estável.

De acordo com a prefeitura, Lucélio e o filho estavam andando de quadriciclo em um condomínio quando o veículo derrapou. Os dois foram encaminhados para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Além de chefe de gabinete, Lucélio é irmão gêmeo do prefeito Luciano Cartaxo. Ele foi candidato ao governo do estado em 2018, pelo PV.

Foto: Zuíla David/TV Cabo Branco

G1

 

Homem que caiu em fogueira morre no Hospital de Trauma de Campina Grande

Um homem que caiu em uma fogueira no município de Matinhas, no Agreste paraibano, morreu na noite desta segunda-feira (24), no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Ele estava internado na ala vermelha do hospital, em estado grave.

José Avelino Henrique, de 49 anos, foi uma das sete pessoas que deram entrada na unidade de saúde apenas na véspera de São João (23). As outras seis pessoas foram atendidas e receberam alta.

De acordo com os dados do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, o número de queimados vítimas de acidentes com fogos e fogueira, especificamente na véspera de São João, subiu este ano em relação ao ano passado.

Em 2018, cinco pessoas deram entrada no hospital vítimas de queimaduras na véspera do feriado. Este ano foram sete casos, sendo três crianças e quatro adultos. “A maioria dos casos que registramos esse ano foi de acidentes com o chamado ‘chuveirinho’”, diz a enfermeira Leiliane Queiroz, da ala de queimados do Trauma.

G1

 

Mulher achada inconsciente após ser arremessada de carro morre no hospital, em João Pessoa

A jovem de 22 anos que foi achada inconsciente após ter sido arremessada de um carro em movimento na Avenida João Maurício, no bairro de Manaíra, em João Pessoa, não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (16), no Hospital de Emergência e Trauma da capital. A vítima, identificada como Michele dos Santos, estava internada na UTI da unidade desde o dia 28 de maio.

De acordo com a unidade hospitalar, o corpo da jovem ainda não havia sido liberado até as 7h30 desta segunda-feira (17) pois a família dela resolveu fazer a doação dos órgãos e o hospital aguarda a chegada da equipe que faz os procedimentos de doação.

Michele foi achada desacordada na via na madrugada do dia 28 de maio. Segundo a Polícia Militar, por volta de 1h, o Centro Integrado de Operações (Ciop) recebeu ligações informando que uma mulher havia sido jogada de um carro vermelho. Ao chegar no local, a polícia achou a vítima sem identificação.

As testemunhas não souberam dizer quantas pessoas estavam no carro no momento em que ela foi arremessada, porém, no dia seguinte, um homem que seria o motorista, foi até ao local onde ela trabalhava entregar os documentos.

Ele prestou depoimentos na Polícia Civil e contou que Michele não foi arremessada do carro, mas sim se jogou do veículo. O jovem de 23 anos é apontado como suspeito pela polícia, que desconfia dele uma vez que não a socorreu depois que ela caiu do carro. A polícia segue acompanhando o caso.

G1

 

Homem morre com suspeita de H1N1 no Hospital Regional de Sousa, no Sertão da PB

O homem de 59 anos que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Sousa, no Sertão da Paraíba, com suspeita de H1N1, morreu nesta terça-feira (11), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Ele foi transferido para a instituição no domingo (9), após ser atendido em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A direção do hospital havia informado, na segunda-feira (10), que ele deu entrada na unidade com um quadro gripal, tosse, dificuldade intensa de respirar e fraqueza. Ainda na UPA, foi coletado material do paciente e enviado para o Laboratório Central do Estado (Lacen), para investigação do caso.

A SES declarou que a morte foi causada pela evolução do quadro do paciente e que a suspeita de H1N1 só poderá ser confirmada ou descartada com o resultado dos exames, que devem ser obtidos dentro de 15 dias.

A esposa dele, cujo caso também tem suspeita de H1N1, segue internada, em tratamento, com um estado de saúde considerado estável, segundo a SES.

G1

 

Polícia investiga denúncia de estupro em hospital psiquiátrico de João Pessoa

Está sendo investigada pela polícia a denúncia de um suposto caso de abuso sexual. Segundo a denúncia, o estupro contra um menor teria ocorrido no Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, no bairro da Torre, em João Pessoa. Informações repassadas pela mãe da paciente à polícia, o abuso teria ocorrido em novembro de 2018.

Segundo a denunciante, sua filha, uma adolescente de 15 anos, relatou que o crime teria sido praticado por um outro paciente, também adolescente. Ainda de acordo com relatos da vítima, em outra ocasião teria ocorrido um novo abuso por uma outra pessoa.

Exames realizados no Instituto de Polícia Científica (IPC) comprovaram a  conjunção carnal. Logo após os exames, a mulher procurou a delegacia do município do Conde, onde mora com a filha. A denúncia está sendo investigada pela delegacia da Infância e da Juventude. O caso corre em segredo de Justiça.

A direção do Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira diz ter recebido com surpresa notícia do suposto estupro. Ainda segundo a unidade hospitalar, os alojamentos masculino e feminino são separados e há uma vigilância constante e que não foi procurada por nenhum órgão policial.

 

PB Agora