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Suposto ex de Gugu, Thiago Salvático entra na disputa por herança bilionária

A disputa judicial que envolve a fortuna do apresentador Gugu Liberato ganhou mais um nome: Thiago Salvatico. O chef brasileiro é apontado como namorado do saudoso comunicador e, de acordo com a coluna Direto da Fonte, do jornal O Estado de S. Paulo, buscou o escritório de advocacia Traldi e Saggiori para representá-lo no processo de inventário de Liberato.

A informação foi confirmada pela colunista Sonia Racy: Patricia Saggioro Leal e Mauricio Traldi, sócios do escritório, representam Salvatico no inventário. Além disso, Saggioro declarou: “Thiago foi sim companheiro de Gugu”.

Porém, o representante legal de Thiago Salvatico não deu detalhes a reivindicação do cliente no processo. A coluna também afirma que Gugu e Thiago mantiveram relação estável por cerca de oito anos e, durante esse tempo, viajaram ao redor do mundo dezenas de vezes.

Em sua estreia na Rádio Metrópoles, Leo Dias divulgou, com exclusividade, o nome do companheiro de Gugu Liberato, morto em novembro do ano passado. Ainda de acordo com o jornalista, Thiago, que mora na Alemanha, também mantinha a relação dos dois em sigilo. No entanto, durante essa viagem para Singapura, eles tiraram fotos idênticas, com legendas bem parecidas, mas, claro, sem aparecerem juntos.

 

Metrópoles

 

 

Wanderley Guilherme: Jornalismo, Judiciário e a herança maléfica de 2013

ornitorrincoO recorde mais espetacular do ano de 2013 foi o número de previsões fracassadas. Dia sim, outro também, os jornalões estamparam notícias recebidas com surpresa pelo famoso mercado, que as esperava o oposto.

De boca aberta também andaram seus renomados especialistas, a inventar explicações fora da curva para os furos especialmente enormes. Erros que, imediatamente, soterraram com pompa, circunstância e virgens anúncios de futuras tempestades.

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É intrigante a permanente charlatanice com que os periódicos, diários e semanais, afagam o ego dos conservadores sem que estes se sublevem contra a falcatrua. Ou, talvez, os conservadores desconfiem de que a realidade seja bastante diferente, mas aspiram, tal como os jornalistas e especialistas, a vê-la materializar-se conforme a aspiração.

Este parece o sonho derradeiro dos colunistas e pitonisas da oposição: obter o condão de pronunciar profecias que se auto-cumprem. Daquelas que, uma vez proclamadas, contribuem para a realização do desastre. Uma corrida a um banco disparada por falsa previsão de que vai quebrar pode, de fato, levar à bancarrota um estabelecimento sólido. Mas é impossível evitar uma estupenda safra agrícola escondendo-a sob pragas e tormentas apenas verborrágicas.

Criam, contudo, uma espécie ornitorrinco de jornalismo – aquele que retrata o que lhe apeteceria acontecesse efetivamente, não o que, com modesta realidade, ocorre. Daí a freqüente discrepância entre as manchetes e o conteúdo, ainda que este venha narrado como que sob tortura, tão tortuosa é a narrativa.

Diverso é o caso do jornalismo a soldo. Não há como perdoar àqueles que sabem o que fazem. Omitem informações relevantes, adulteram outras, inventam terceiras. Cada um dos desvios é serviço prestado. Digamos que eles fabricam um tipo especial de caixa dois, recursos contabilizados como salário, quando, contudo, resultam de um efetivo domínio do fato inventado ou distorcido.

Essa cumplicidade entre fiéis ingênuos e deliberados bandoleiros que assaltam a reputação alheia, maculam o estafante trabalho de legislar ou de executar tarefas de interesse geral, enriquecendo ao longo da labuta, dificulta identificar a composição da quadrilha que, diariamente, vende engodo à população. Estamos de acordo que as matérias impressas, tanto as assinadas quanto as editorializadas, constituem atos de ofício e aceitável evidência dos crimes assinalados, certo?

Sendo assim, uma legislação democrática, que proteja os cidadãos comuns contra os achaques e calúnias dessa quadrilha de mistificadores e inventores de escândalos, deve ser uma das preocupações de qualquer governo de origem popular. Os antigos gregos já puniam severamente os  propagadores de infâmias e em alguns casos de indução de outros a atos perversos, aplicavam a pena do ostracismo, da multa e, eventualmente, impunham até a pena de morte.

O Brasil nunca ultrapassou essa fase porque nunca esteve nela.  O jornalismo ornitorrinco e o jornalismo adversativo (o que acrescenta um mas, porém, todavia, contudo a toda notícia positiva) ainda são  os controladores do mercado de notícias. O mercado de notícias é o único que os conservadores não desejam livre.

Qualquer iniciativa de soltá-lo das garras oligárquicas é, ornitorrincamente, apresentada como seu oposto, o de invadir a liberdade da notícia. Ora, o que não existe no país é justamente uma imprensa livre, plural e competitiva o suficiente para que o cidadão possa optar.  O mercado de notícias está cativo de tiranetes sem escrúpulos, de colunistas a soldo, sem  mencionar o inacreditável nível de desinformação e de cultura da média das redações desses jornais.

O Judiciário, por sua vez, além da adoção do discurso de ódio, inaugurou uma etapa bastante peculiar em nosso constitucionalismo. Dizem seus arautos que o Supremo Tribunal Federal representa a vanguarda iluminada das sociedades contemporâneas. Ainda com mais fulgor no Brasil, entendem, em vista da podridão de que estariam acometidos os demais poderes da República.

Entre suas atribuições abrigar-se-ia a de estabelecer prazos para que o Legislativo legisle sobre matérias que ele, Judiciário, considera inadiáveis. Isso, como todos sabem, inclusive os senhores ministros do STF, não está escrito na Constituição.

Os únicos prazos legitimamente impostos ao Legislativo, salvo engano, são aqueles hospedados por seu Regimento Interno e pelos estatutos de urgência e medidas provisórias, ambas emanadas do Poder Executivo. De uma penada os atuais e transitórios ministros do STF ofendem o Executivo e o Legislativo.

É cautelar, em conclusão, que se observe como os conflitos por vir não deverão ser debitados à conta de um confronto direto entre  o capital e o trabalho, mas entre o jornalismo ornitorrinco e o Judiciário e os demais poderes. O ano de 2014 promete.

 

viomundo

Dilma sanciona MP que permite aos taxistas deixar concessões como herança à família

Gustavo Miranda / Arquivo O Globo
Gustavo Miranda / Arquivo O Globo

A presidenta Dilma Rousseff sancionou, nesta quarta-feira (9), no Sindicato dos Taxistas do Distrito Federal, a Medida Provisória 615, que possibilita aos taxistas transmitir aos herdeiros o direito de exploração do serviço de táxi pelo mesmo prazo original da primeira outorga. Segundo Dilma, a nova lei dirime qualquer dúvida jurídica quanto ao tema.

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“Não é uma transferência de permissão, é um direito de sucessão. Por isso, não é possível haver questionamento de nenhuma ordem. Significa, essa lei, que, quando o taxista falecer (…), os herdeiros, a família, a mulher e os filhos, ou o marido e os filhos podem sucedê-lo na utilização do táxi, garantindo renda para toda família”, disse.

Casa da Mulher Brasileira

A sanção também garante recursos para a construção da Casa da Mulher Brasileira nos 26 estados e no Distrito Federal. De acordo com a ministra Eleonora Menicucci, a MP autoriza a Secretaria de Políticas para as Mulheres a contratar o Banco do Brasil para a construção dos espaços.

“O projeto está praticamente pronto. O Banco do Brasil fará o projeto executivo e licitará a construção nos 27 estados. A Casa é fundamental, é necessária, é a marca do governo federal, da presidenta Dilma, na defesa das mulheres e na luta contra a violência contra as mulheres”, explicou.

A Casa da Mulher Brasileira consiste em espaços onde serão concentrados os principais serviços especializados e multidisciplinares de atendimento às mulheres. Cada uma das unidades terá a finalidade de, em situações de violência, facilitar o acesso da vítima a uma estrutura que a acompanhe de forma integral.

 

 

Fonte:
Blog do Planalto

Irmão mata outro por causa de briga de herança no município de Gurinhém (PB)

Casos de policiaUma verdadeira tragédia aconteceu na noite desta terça-feira (4), no município de Gurinhém (distante 75 quilômetros de João Pessoa), no Agreste da Paraíba. Em briga por causa da herança deixada pelo pai, um homem matou o próprio irmão na zona rural da cidade.

De acordo com informações do major Valmir César, do 8º Batalhão da Polícia Militar, os homens eram irmãos apenas por parte de pai. Com a morte do patriarca, os dois viviam em constante discussão para ficarem com parte da herança, que ainda seria dividida pelos outros irmãos.

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Quando ambos se encontraram nesta terça no sítio Buenos Aires, iniciou-se outra briga entre eles. Ainda segundo a polícia, o agente de saúde Cícero Milton dos Santos, 41 anos, desferiu um golpe de punhal nas costas de Zenaldo Milton dos Santos – de idade não revelada – que reagiu e sacou um revólver.

Mesmo ferido, Zenaldo conseguiu atirar contra o irmão, que foi atingido com quatro disparos e teve morte imediata. Zenaldo dos Santos foi socorrido por uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na Capital, onde deve ficar sob custódia.

Com medo, familiares de Zenaldo decidiram abandonar a residência onde moram, na zona rural do município. O corpo de Cícero foi encaminhado à Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) de João Pessoa.

 

 

portalcorreio

Pesquisa revela que 46% dos prefeitos que assumiram reclamam da herança dos antecessores

retrovisorPor todo canto que eu me viro cruzo com prefeitos choramingando a herança recebida dos antecessores.
Muitos fazem isso para despistar quem quer lhe oferer algo, cobrar dívida ou compromisso de campanha, mas muitos tem motivos de sobra mesmo para chorar.
Mas também há aqueles que atacam o antecessor mirando apenas na questão do política do prejudicar por prejudicar.

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Comprovando essa tese, um levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios revela que quase metade (46%) dos prefeitos que respondeu a um questionário da entidade afirma que assumiu cidades sucateadas.
O setor de saúde aparece como o principal, seguido de obras na área de infraestrutura.

 

Blog do Dércio

Pai é morto pelo seu próprio filho por motivo de herança

Jovem mata o pai a pauladas e golpes de faca  após uma discussão por venda de bens da família, no município de Tucumã, sudeste paraense, na sexta-feira (4).

Segundo o Delegado do município,  Rodrigo Santos do Nascimento, de 19 anos, matou o pai Francisco Alves do Nascimento, (Francisco de Zêu), 43 anos, natural de Uiraúna, na noite da última quinta-feira (3), após uma discussão.

Ainda de acordo com o delegado, a vítima, que morava com os filhos e estava separada da mãe do acusado há poucos dias começou a se desfazer dos bens da família, como terrenos e casas. Assustado com a possibilidade de não desfrutar da herança do pai, já que Francisco estava vendendo tudo o que tinha, e revoltado com as ameaças que a vítima fazia à sua mãe; Rodrigo, durante uma discussão, desferiu duas pancadas contra a cabeça do pai, além de um golpe de faca no pescoço.

O crime aconteceu dentro da casa da vítima, localizada no bairro da Palmeira, no município de Tucumã. Após o assassinato, o acusado seguiu com o corpo em uma motocicleta até o final da Avenida Brasil, no município, onde passou a noite ao lado do corpo do pai. Ao saber da situação, a mãe de Rodrigo pediu que ele se entregasse à Polícia.

Rodrigo Santos do Nascimento compareceu à delegacia de polícia civil da cidade, na sexta-feira (4) e confessou ter matado o pai. O corpo de Francisco Alves do Nascimento será levado para a Paraíba para ser velado por familiares. O acusado foi autuado por homicídio por motivo fútil e ocultação de cadáver e aguarda julgamento.

Fonte: Portal ORM
Focando a Notícia

“Censura prévia a jornalistas brasileiros é herança do coronelismo”

“A concentração midiática é muito grande,” diz Hervieu. Foto: DW

A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) apresentou, em seu recente relatório, um preocupante panorama da liberdade de imprensa no Brasil. O país consta entre as cinco nações mais perigosas do mundo para se exercer a profissão de jornalista. Somente em 2012, cinco profissionais foram assassinados – dois deles, ao que tudo indica, foram mortos por investigar casos de narcotráfico.

Em entrevista para a DW Brasil, Benoît Hervieu, diretor do escritório para as Américas da RSF, disse que a impunidade é um dos principais fatores para a onda de violência contra os profissionais do jornalismo no país, mas não o único.[bb]

Outro problema citado é a censura prévia por parte da Justiça, o que seria uma “herança do coronelismo brasileiro”. “Isso porque há uma ligação muito forte entre o poder judiciário estadual e os governadores, senadores, etc.”, frisou.

DW Brasil: Qual o balanço do relatório deste ano sobre a liberdade de imprensa no Brasil?

Benoît Hervieu: O número de mortos deste ano faz com que o Brasil seja considerado o segundo país mais perigoso do continente para o trabalho do jornalista, depois do México. Foram onze jornalistas assassinados no Brasil, sendo que cinco dos casos têm relação direta com a profissão. Dois desses jornalistas investigavam o narcotráfico na fronteira com o Paraguai, então estavam claramente expostos ao perigo. A cobertura das recentes operações contra o crime organizado às vésperas da Copa do Mundo e das Olimpíadas também expõe os jornalistas. Outra causa de mortes são as vinganças políticas. Muitos jornalistas no Brasil fazem militância política, e é difícil saber onde está o limite entre a atividade de jornalista e de político.

Quais são as regiões mais críticas?

Tradicionalmente são os Estados localizados no Norte e no Nordeste do Brasil, onde os jornalistas são expostos à insegurança, à presença do narcotráfico e a uma pressão política muito forte. Tudo isso faz com que seja difícil realizar o trabalho de forma independente e com as mínimas condições de segurança fora dos círculos tradicionais da imprensa, que é bastante poderosa, mas também bastante controlada.

A impunidade pode ser considerada um problema?

É um dos fatores, mas não o principal. A situação da impunidade no Brasil talvez seja menos grave do que em outros países onde os crimes não são investigados, como México, Honduras e Colômbia, por exemplo. O problema no Brasil é que, muitas vezes, os executores dos crimes são presos, porém, prender os autores intelectuais [mandantes] é muito mais difícil. Além do mais, a impunidade depende da região brasileira.

O governo tem feito progressos quanto à liberdade de imprensa no país?

Houve avanços durante os dois mandatos do ex-presidente Lula. E também a lei do acesso à informação, que é um fator muito importante. Eu diria que a principal questão no Brasil não é o problema da liberdade de imprensa ou de informação, mas os obstáculos da imprensa para informar. A concentração midiática é muito grande, e alguns veículos de imprensa da sociedade civil têm pouco espaço para se expressar.

Existe censura no país?

Sim. Uma questão muito frequente no Brasil é a censura prévia, isto é, quando um veículo de comunicação ou um blogueiro não podem publicar uma notícia contra um político, porque um juiz proibiu. Isso devido a uma ligação muito forte entre o poder judiciário estadual e governadores, senadores etc.

Esta é uma herança do coronelismo brasileiro. Muitos jornalistas me contaram que no Maranhão, por exemplo, falar mal da família Sarney é quase impossível. Se isso ocorrer, você terá que fechar o seu jornal ou vai sofrer censura dos juízes. Essa concentração local de poderes faz com que seja muito difícil existir um contrapoder por parte dos veículos de informação.

cartacapital