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Saúde confirma oito mortes por H1N1 na Paraíba este ano

Oito pessoas morreram vítimas da Influenza A na Paraíba, também conhecida como Gripe A, provocada pelo vírus H1N1, de janeiro de 2019 até esta terça-feira (2). A informação é da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e foi obtida pelo Portal Correio.

Os óbitos foram registrados nos municípios de Alagoa Nova (1), Cachoeira dos Índios (1), João Pessoa (1), Santa Rita (1), São João do Rio do Peixe (1), São Bento (1), Sousa (1) e em Coremas (1).

No último dia 11 de junho, um idoso de 60 anos, que estava internado no Hospital Regional de Sousa, no Sertão da Paraíba, a 438 km de João Pessoa, morreu com suspeita da doença, posteriormente confirmada. Outra mulher de 65 anos, da cidade de Coremas, também morreu no mesmo hospital vítima da Influenza A.

Prevenção

O Ministério da Saúde recomenda que, além da vacinação, a população deve adotar medidas de prevenção para evitar a infecção por influenza. Algumas delas são lavar sempre as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas, o que facilita a transmissão de doenças respiratórias.

 

portalcorreio

 

 

Saúde 74% das mortes por gripe em 2019 foram causadas pelo H1N1

As mortes por gripe no Brasil já somam 199 casos em 2019, de acordo com balanço do Ministério da Saúde até 3 de junho. A maior parte delas (74,4%) foi provocada pelo vírus H1N1.

O número total de mortes é menor do que no mesmo momento do ano passado. Neste mesmo período, a gripe matou 335 pessoas. No entanto, o número de casos de H1N1 aumentou. Em 2018, este vírus estava relacionado com 65% das mortes até a Semana Epidemiológica 21. Neste ano, o aumento foi de quase 10 pontos percentuais.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe terminou no fim de maio, com a imunização de 80% do público-alvo, abaixo da meta de 90% de cobertura. Com isso, as doses remanescentes foram disponibilizadas para toda a população.

Algumas cidades e estados, no entanto, podem manter a imunização restrita aos grupos prioritários (idosos, crianças, gestantes, mulheres que deram à luz há pouco tempo, índios, portadores de doenças crônicas, profissionais da saúde, pessoas privadas de liberdade e alguns servidores públicos).

Confira:

  • Rio de Janeiro mantém a vacinação exclusiva para o grupo prioritário até 15 de junho.
  • Tocantins vai manter a vacina para o grupo prioritário e a liberação para o público-geral será determinada por cada prefeitura.
  • Ceará restringe a vacinação ao público-alvo até 14 de junho.
  • Recife mantém a campanha para o público-alvo por tempo indeterminado.

A vacina não é capaz de causar a gripe em quem recebe. Ela permite que o paciente fique imune aos tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.

A vacina produzida para 2019 protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS): H1N1, H3N2 e linhagem B/Victoria/2/87.

G1

 

 

Homem morre com suspeita de H1N1 no Hospital Regional de Sousa, no Sertão da PB

O homem de 59 anos que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Sousa, no Sertão da Paraíba, com suspeita de H1N1, morreu nesta terça-feira (11), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Ele foi transferido para a instituição no domingo (9), após ser atendido em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A direção do hospital havia informado, na segunda-feira (10), que ele deu entrada na unidade com um quadro gripal, tosse, dificuldade intensa de respirar e fraqueza. Ainda na UPA, foi coletado material do paciente e enviado para o Laboratório Central do Estado (Lacen), para investigação do caso.

A SES declarou que a morte foi causada pela evolução do quadro do paciente e que a suspeita de H1N1 só poderá ser confirmada ou descartada com o resultado dos exames, que devem ser obtidos dentro de 15 dias.

A esposa dele, cujo caso também tem suspeita de H1N1, segue internada, em tratamento, com um estado de saúde considerado estável, segundo a SES.

G1

 

Paraíba tem cinco casos de mortes por H1N1 confirmados em 2019, diz Secretaria de Saúde

Cinco casos de morte por H1N1 em 2019, na Paraíba, foram confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta segunda-feira (10). Os casos aconteceram nas cidades de São Bento, Santa Rita, João Pessoa, Alagoa Nova e Cachoeira dos Índios.

Em maio, quatro casos estavam sendo investigados. A Secretaria foi notificada no dia 1º de maio, após a morte de uma criança de quatro anos, que morava no município de Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba. Uma outra morte por suspeita de H1N1 foi notificada no dia 4 de maio. A vítima foi um homem de 45 anos, morador do município de São Bento, no Sertão do Estado.

Além disso, a SES informou que, em 2019, foi confirmado que 17 pessoas estão tratando a influenza.

Nesta segunda-feira (10), também foi confirmado que um homem de 59 anos está em tratamento no Hospital Regional de Sousa, com suspeita de H1N1. Ele fez os exames necessários, que foram encaminhados para o Laboratório Central do Estado (Lacen). A Secretaria aguarda o resultado.

Vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe terminou no dia 31 de maio. Em algumas cidades, como Patos e João Pessoa, a vacina foi liberada para toda a população nesta segunda-feira (10), quando atingiu a meta prevista pelo Ministério da Saúde.

A vacina protege contra três tipos do vírus – H1N1, H3N2 e influenza B – e começou voltada, especialmente, para os grupos prioritários, que incluem crianças e idosos. Agora, toda a população já pode ter acesso às doses.

Conforme a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, outras medidas de prevenção podem ser adotadas, como higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies possivelmente contaminadas, como corrimão, bancos e maçanetas; e manter hábitos de alimentação saudáveis.

G1

 

Saúde confirma quinta morte por H1N1 na Paraíba

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou, nesta sexta-feira (10), o quinto caso de morte por gripe H1N1, subtipo da Influenza A, na Paraíba. O caso mais recente aconteceu em Santa Rita, na Grande João Pessoa, no dia 18 de maio.

Após passar três dias internado na Unidade de Pronto Atendimento de Tibiri, o adolescente de 15 anos morreu, na época, com a suspeita. Outros quatro casos foram registrados em 2018 (Cabedelo, Cachoeira dos Índios, Pedras de Fogo e Serraria).

O jovem chegou à unidade no dia 16, com quadro de desconforto respiratório e sintomas compatíveis com infecção pelo vírus H1N1. “Ele foi avaliado por um infectologista e iniciamos tratamento com o Tamiflu. Desde o início do tratamento notamos que ele necessitava de uma vaga em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) isolada. Ele veio piorando gradativamente de saúde e o quadro se agravou com hipófise cerebral”, afirmou a médica na época.

O adolescente iria ser transferido para o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), mas não houve tempo.

portalcorreio

Segunda morte por H1N1 é confirmada em Guarabira, PB, diz Saúde

Vacina é importante medida de prevenção contra ocorrência de novos casos de influenza (Foto: Romero Mendonça/Secom)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou, nessa quarta-feira (25), o segundo caso suspeito de morte por gripe H1N1, subtipo da Influenza A. Esse caso mais recente aconteceu em Guarabira, no Agreste paraibano. A SES não informou detalhes sobre a vítima.

Na última sexta-feira (20), a Secretaria da Saúde já havia confirmado uma morte ocorrida em Cabedelo, na Grande João Pessoa. No mesmo dia, o órgão informou também tinham sido notificados 51 casos para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma doença respiratória que pode levar a morte.

Desde a segunda-feira (23), unidades de saúde dos 223 municípios do estado vão estar vacinando contra o vírus Influenza, que engloba H1N1 e SRAG. A meta é vacinar 90% dos grupos prioritários: pessoas com 60 anos da idade ou mais, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, profissionais de escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de Doenças Crônicas Não Transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade que estão sob medidas socioeducativas, e a população privada de liberdade.

Recomendações para evitar a infecção

Segundo a Saúde, a população deve adotar hábitos de higiene simples para evitar infecção pelo vírus como: lavar as mãos com água e sabão antes das refeições e após tossir ou espirrar; cobrir a boca ou nariz com lenço descartável ou o braço ao tossir ou espirar; não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal; não levar as mãos sujas aos olhos, nariz e boca; utilizar álcool gel quando não puder lavar as mãos e evitar contato próximo com pessoas que apresentam sintomas de gripe.

Portal  Correio

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Criança de sete anos morre em UTI no Sertão e Saúde investiga suspeita de H1N1

Isadora Alves Leite, com sete anos de idade, faleceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Noaldo Leite (Foto: Reprodução)

A Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba investiga um caso suspeito de gripe H1N1 na cidade de Patos, no Sertão do Estado. Na última segunda-feira (09), Isadora Alves Leite, com sete anos de idade, faleceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Noaldo Leite, onde estava internada.

De acordo com Renata Nóbrega, gerente executiva de Vigilância em Saúde, a investigação deve ser encerrada em cerca de 40 dias. Ela explicou que “a suspeita é de um tipo de gripe que evoluiu com complicação, mas o H1N1 só circulou em 2016 para a gente. 2017 e 2018 é o tipo de gripe A, do tipo H3”. Ainda segundo Renata Nóbrega, “não é momento para pânico”.

A criança, natural de São José de Piranhas, foi internada no Hospital de Cajazeiras ainda no dia 4 de abril com sintomas de gripe. O quadro avançou rapidamente para uma pneumonia e no último sábado (07), ela foi transferida para o Hospital Infantil de Patos.

Eulâmpio Dantas, diretor técnico do Hospital Infantil de Patos, explicou que Isadora “já veio em estado gravíssimo, entubada, com suporte ventilatório. E a princípio veio com quadro de pneumonia complicada”. Devido à “evolução torpe, foi levantada a hipótese de H1N1, já que não é uma evolução comum numa pneumonia com todo o tratamento antimicrobiano, ela não respondeu”, detalhou o diretor técnico, afirmando ainda que um dos pulmões dela teve um comprometimento completo.

Antes de falecer, entre o domingo (08) e a segunda-feira (09), a menina de sete anos teve cinco paradas cardiorrespiratórias. Ela não resistiu ao quadro de saúde e acabou falecendo na tarde da segunda-feira.

ClickPB

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Gripe H1N1 já matou nove paraibanos em 2016

Foto:Divulggação H1N1
Foto:Divulggação
H1N1

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou o Boletim Nº 3 da Influenza, que corresponde ao período de 1º de janeiro a 28 de maio de 2016 (21ª Semana Epidemiológica de início dos sintomas). Até então, foram notificados 176 casos para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e, destes, 19 (10,7%) foram confirmados para influenza A (subtipo H1N1), o mesmo que circula desde 2009. Entre os casos notificados até o momento, em 31 deles (17,6%) foi descartada a presença do vírus de influenza. Os demais seguem em investigação.

Quanto aos óbitos, foram comunicados 27 casos de SRAG com suspeitas de algum vírus de influenza, sendo em nove confirmada a identificação viral para influenza A (H1N1) nos municípios de Alagoinha (1), Baía da Traição (1), Cacimba de Dentro (1), Campina Grande (1), João Pessoa (2), Maturéia (1), Sousa (1) e Mogeiro (1). Dez mortes foram descartadas para o agente etiológico de influenza e 15 óbitos seguem em investigação.

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Ainda segundo o boletim epidemiológico, houve um aumento nos registros confirmados de pessoas que adoeceram com SRAG e que apresentaram o agente etiológico de influenza A (subtipo H1N1). Ele mostra que o ano de 2016 tem quatro casos notificados a mais que o ano de 2009, quando foi registrada a epidemia de H1N1 no Brasil e a pandemia mundial.

MaisPB

Mais de 200 mil ainda não se vacinaram contra H1N1 na PB

h1n1 vacinaA população considerada de risco para as complicações da gripe tem até esta sexta-feira (20) para se vacinar contra a influenza. De acordo com balanço do Ministério da Saúde registra que, até essa quinta-feira (19), 75,2% dos paraibanos que devem se vacinar haviam tomado a dose. Ainda faltam mais de 200 mil pessoas serem cobertas pela campanha no estado

“Embora o encerramento da campanha esteja programado para esta sexta, os estados que ainda não alcançaram a meta ou ainda possuírem doses disponíveis, podem seguir vacinando a população prioritária”, explica o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antonio Nardi.

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira, reforçou a importância de seguir a recomendação do Ministério da Saúde para vacinação, apenas, do público prioritário. “Durante toda a campanha, conversamos com secretários municipais de saúde de todo o país para não vacinar quem está fora do público-alvo da campanha. Temos que dar prioridade para a população mais vulnerável que nós mesmos, dos municípios, definimos junto com os estados e governo federal”, observou.

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A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização da Mundial da Sáude (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Neste ano, até 9 de maio, foram registrados 2.808 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Deste total, 2.375 por influenza A (H1N1), sendo 470 óbitos, com registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país). Os dados constam no Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde.

 

 

portalcorreio

Morre em Guarabira paciente com suspeitas da gripe H1N1

hospitalO homem natural da cidade de Alagoinha, na microrregião de Guarabira/PB, que estava internado na UTI do Hospital Regional de Guarabira, com suspeitas da gripe H1N1, faleceu por volta das 03:00h da madruga deste sábado (16). A informação foi repassada pelo secretário de saúde do município de Guarabira, Dr. Wellington Oliveira.

O paciente, que tinha entre 40 e 50 anos de idade, vinha sendo medicado com o remédio retroviral chamado Tamiflur, mas estava em estado grave e o seu quadro clínico não apresentava melhora.

Segundo o Dr. Wellington, a Secretaria de Saúde do Município de Alagoinha foi informada para fazer a prevenção com os membros da família do paciente e o resultado dos exames do mesmo ainda não saíram.

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portalmidia