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É falso áudio de suposta médica dizendo que morte na Paraíba foi causada por H1N1

É falso o áudio que anda circulando nas redes sociais com uma suposta médica afirmando que a morte de uma funcionária da Maternidade Frei Damião, em João Pessoa, foi causado por H1N1. A morte dela também foi descartada para Coronavírus.

A secretaria de saúde do Estado (SES), conforme publicação do site Paraíba.com, afirmou que o áudio gravado por uma suposta médica afirmando que o exame da funcionária testou positivo para H1N1 é falso.

“Esta informação é inverídica, uma vez que foi testado no LACEN-PB para COVID-19, ainda aguardando o resultado para outros vírus respiratórios. A investigação de um óbito pela vigilância epidemiológica dura até 60 dias”, diz a nota da secretaria.

 

fonte83

 

 

‘Brasil está mais preparado contra Covid-19 que contra H1N1’, diz Fiocruz

O Brasil está mais preparado para lidar com o Covid-19 do que estava em 2009 para enfrentar a pandemia da gripe H1N1. A afirmação é do médico infectologista Rivaldo Venâncio, coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição científica vinculada ao Ministério da Saúde. O médico diz que a população precisa se manter informada, mas ressalta que não há razão para pânico.

Segundo Rivaldo, os casos ocorridos até agora em diversos países são em sua maioria leves ou moderados. “Há inclusive casos assintomáticos, em que a pessoa, embora tenha sido infectada, não desenvolve nenhuma manifestação clínica. A ampla maioria dos casos são leves e moderados – talvez uns 80%, 85%, até 90%. E é pequena a parcela de infecções com manifestações clínicas mais fortes.”

O Covid-19, como é chamada a doença causada pelo novo coronavírus, começou a se disseminar na China no final de dezembro e em mais 49 países já foram registrados casos. Em alguns deles, como a Itália e a Coreia do Sul, o surto avançou rapidamente nos últimos dias. Até o último dia 28, a China havia registrado 78.959 casos, com taxa de mortalidade de aproximadamente 3,5%. No resto do mundo, eram 4.351 ocorrências, das quais em cerca de 1,5%, os pacientes morreram. Naquele dia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para “muito alto” o risco em nível globa. No Brasil, havia 182 casos considerados suspeitos e um caso confirmado em São Paulo: um homem de 61 anos que esteve na Itália.

Os primeiros sintomas da doença podem levar até 14 dias para aparecer. “O mais comum é que, em torno de uma semana a partir da infecção, a pessoa desenvolva a enfermidade. E, uma vez desenvolvendo as manifestações clínicas, há um período médio de uma semana a 10 dias de transmissão. Há, no entanto, algumas observações sendo feitas por autoridades sanitárias da China de que, aparentemente, algumas pessoas estariam provocando a transmissão do vírus um pouco antes de se manifestarem os primeiros sintomas”, destaca o médico.

Com sede no Rio de Janeiro, a Fiocruz é uma das instituições habilitadas a fazer os testes laboratoriais capazes de detectar a presença do vírus. Os exames são realizados a partir de amostras de material clínico coletado das narinas ou da faringe dos pacientes. Os resultados saem após um período que varia entre 24 e 72 horas.

O Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e o Instituto Evandro Chagas, em Belém, também estão preparados para as análises. Ambos são vinculados ao Ministério de Saúde. A tendência é que essa rede de diagnóstico aumente. Em Goiânia, testes já são realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), administrado pelo governo estadual. O Lacen foi capacitado levando em conta a chegada ao estado de brasileiros que foram resgatados em Wuhan, na China. Os repatriados ficaram em quarentena na Base Aérea de Anápolis, em Goiás.

Segundo Rivaldo, o Brasil evoluiu nos últimos 20 anos no enfrentamento de emergências de saúde pública a partir de experiências concretas. Ele cita o surto global de coronavírus, que ficou conhecido como síndrome respiratória aguda grave (Sars) em 2002, a ameaça do ebola em 2014, que acabou não alcançando o Brasil, e a pandemia da gripe H1N1 que se expandiu para o mundo a partir do México. A esses episódios, soma-se o combate a enfermidades como a dengue, a zika e a chikungunya, além das emergências sanitárias decorrentes de outras causas como os rompimentos de barragens de mineração nos municípios mineiros de Mariana, no ano de 2015, e Brumadinho, no ano passado.

“O SUS, nosso Sistema Único de Saúde, aprendeu muito com tudo isso, e a rede de saúde complementar também cresceu nesse período. Isso fez com que pudéssemos antever algumas dificuldades e preparar estruturas para enfrentar o novo surto mundial de coronavírus com uma rapidez infinitamente maior do que em 2009, diante da pandemia de H1N1. Eu diria que, neste momento, o Brasil está mais preparado para fazer a detecção da doença. Evidentemente, isso vai depender da magnitude da transmissão. Lembrando que em algumas localidade do país, sobretudo em regiões metropolitanas, existem dificuldades na rede assistencial, que são de conhecimento público”, avalia o infectologista.

Rivaldo destaca um lado positivo, que é o aprendizado das últimas décadas, mas lembra um aspecto negativo, que foi a desestruturação, em algumas localidades, da rede que estava estabelecida. “Tivemos uma redução da cobertura da assistência pela Estratégia de Saúde da Família, que é o primeiro nível de atenção no SUS. Então, é preciso planejamento, considerando que o coronavírus pode ser uma demanda adicional ao que já enfrentávamos”, acrescenta o médico, ressaltando que deve ser mantida a atenção às demais enfermidades.

Vulnerabilidade

Os grupos que desenvolvem manifestações mais intensas são aqueles tradicionalmente considerados mais vulneráveis a outras doenças respiratórias, como gripe ou sarampo: pessoas com mais de 60 anos, sobretudo as que já têm algum comprometimento de saúde como uma doença pulmonar crônica, hipertensão e diabetes. Também precisam de mais atenção pessoas que usem medicação imunossupressora ou que tenham imunossupressão adquirida causada, por exemplo, pelo vírus HIV.

Até sexta-feira (28), o único caso confirmado no Brasil era o de um empresário de 61 anos, que se recupera em casa. Segundo Rivaldo, eventuais internações têm de ser analisadas caso a caso, e a avaliação da vulnerabilidade precisa levar em conta outros fatores além da idade. “Temos pessoas de 60 anos que nunca fumaram, que não têm hipertensão, nem diabetes e que praticam atividade física. A vulnerabilidade dessa pessoa pode ser menor que a de outra com 40 anos que fuma desde os 15 e leva uma vida sedentária.”

O infectologista destaca alguns protocolos domésticos: “não compartilhar objetos como copos e talheres e, de preferência, ficar em um quarto separado, que seja ventilado, bem arejado e com a janela aberta. Evitar ficar em sala fechada, assistindo à televisão com quatro, cinco ou seis pessoas. Se morar um idoso em casa, de 80 anos ou mais, o paciente deve tomar cuidado com o contato e evitar o mesmo ambiente. E, claro, tomar os cuidados de higiene pessoal.”

Autoridades públicas de saúde recomendam que se lavem as mãos e o rosto com frequência e cobrir o nariz e a boca, preferencialmente com um lenço descartável, se for tossir ou espirrar. Se não tiver o lenço descartável, a pessoa deve usar a dobra do cotovelo. Se tossir ou espirrar nas mãos, deve lavá-las em seguida. Em caso de suspeita de infecção, cabe à pessoa evitar locais de aglomeração. A confirmação do caso em São Paulo demanda uma elevação do nível de atenção. Para Rivaldo, aumentou a chance de que o vírus esteja circulando no Brasil em breve.

“Temos um caso confirmado, adquirido no exterior, mas que pode ter iniciado uma cadeia interna dentro do país. É preciso aguardar os próximos dias para saber se houve uma consequência maior desse primeiro caso. A circulação interna se torna uma possibilidade mais forte. A quantidade de países que passou a registrar a transmissão sustentável do vírus aumentou bastante. Então as chances de pessoas infectadas ainda em período de incubação entrarem no Brasil se tornam maiores. E não é só a China, que é um país para o qual o Brasil não tem voos diretos. Mas a Itália, por exemplo, já tem transmissão interna, e nós temos voos diretos de lá. Então a probabilidade de introdução do coronavírus no Brasil aumentou razoavelmente”, afirma o médico.

Tratamento

Os primeiros sintomas são febre e manifestações respiratórias que podem ser tosse seca, espirro, coriza principalmente. Nos casos mais intensos, o paciente sente dificuldades na respiração, que podem progredir, por exemplo, para uma pneumonia. O desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas está em estudo, mas, por enquanto, o tratamento tem se dado sobre os sintomas. Ministra-se medicação para febre ou para dores de cabeça, quando é o caso. Nos casos mais intensos, recorre-se à oxigenioterapia, em que é colocada um suporte de oxigênio para melhorar a respiração do paciente.

De acordo com Rivaldo, a elaboração da vacina demanda uma mobilização internacional. A Fiocruz e seus parceiros estrangeiros já compõem as redes de pesquisas, mas ainda é cedo para estimar quando o imunizante poder ficar pronto. De outro lado, o Ministério da Saúde antecipou a vacinação da gripe comum, que será distribuída preferencialmente para alguns grupos como gestantes, crianças de até 6 anos de idade e idosos. Segundo o infectologista, a medida pode ajudar na redução de casos mais graves de coronavírus.

“É importante deixar claro que a vacina da gripe não protege contra o corona. De outro lado, ela reduz a quantidade de pessoas com quadro de infecção respiratória. O fato de os pulmões não terem sofrido dois ou três meses antes uma infecção pela gripe pode ajudar a evitar casos mais graves no caso de uma infecção posterior pelo coronavírus”, ressalta o médico.

Agência Brasil

 

 

Saúde confirma oito mortes por H1N1 na Paraíba este ano

Oito pessoas morreram vítimas da Influenza A na Paraíba, também conhecida como Gripe A, provocada pelo vírus H1N1, de janeiro de 2019 até esta terça-feira (2). A informação é da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e foi obtida pelo Portal Correio.

Os óbitos foram registrados nos municípios de Alagoa Nova (1), Cachoeira dos Índios (1), João Pessoa (1), Santa Rita (1), São João do Rio do Peixe (1), São Bento (1), Sousa (1) e em Coremas (1).

No último dia 11 de junho, um idoso de 60 anos, que estava internado no Hospital Regional de Sousa, no Sertão da Paraíba, a 438 km de João Pessoa, morreu com suspeita da doença, posteriormente confirmada. Outra mulher de 65 anos, da cidade de Coremas, também morreu no mesmo hospital vítima da Influenza A.

Prevenção

O Ministério da Saúde recomenda que, além da vacinação, a população deve adotar medidas de prevenção para evitar a infecção por influenza. Algumas delas são lavar sempre as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas, o que facilita a transmissão de doenças respiratórias.

 

portalcorreio

 

 

Saúde 74% das mortes por gripe em 2019 foram causadas pelo H1N1

As mortes por gripe no Brasil já somam 199 casos em 2019, de acordo com balanço do Ministério da Saúde até 3 de junho. A maior parte delas (74,4%) foi provocada pelo vírus H1N1.

O número total de mortes é menor do que no mesmo momento do ano passado. Neste mesmo período, a gripe matou 335 pessoas. No entanto, o número de casos de H1N1 aumentou. Em 2018, este vírus estava relacionado com 65% das mortes até a Semana Epidemiológica 21. Neste ano, o aumento foi de quase 10 pontos percentuais.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe terminou no fim de maio, com a imunização de 80% do público-alvo, abaixo da meta de 90% de cobertura. Com isso, as doses remanescentes foram disponibilizadas para toda a população.

Algumas cidades e estados, no entanto, podem manter a imunização restrita aos grupos prioritários (idosos, crianças, gestantes, mulheres que deram à luz há pouco tempo, índios, portadores de doenças crônicas, profissionais da saúde, pessoas privadas de liberdade e alguns servidores públicos).

Confira:

  • Rio de Janeiro mantém a vacinação exclusiva para o grupo prioritário até 15 de junho.
  • Tocantins vai manter a vacina para o grupo prioritário e a liberação para o público-geral será determinada por cada prefeitura.
  • Ceará restringe a vacinação ao público-alvo até 14 de junho.
  • Recife mantém a campanha para o público-alvo por tempo indeterminado.

A vacina não é capaz de causar a gripe em quem recebe. Ela permite que o paciente fique imune aos tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.

A vacina produzida para 2019 protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS): H1N1, H3N2 e linhagem B/Victoria/2/87.

G1

 

 

Homem morre com suspeita de H1N1 no Hospital Regional de Sousa, no Sertão da PB

O homem de 59 anos que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Sousa, no Sertão da Paraíba, com suspeita de H1N1, morreu nesta terça-feira (11), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Ele foi transferido para a instituição no domingo (9), após ser atendido em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A direção do hospital havia informado, na segunda-feira (10), que ele deu entrada na unidade com um quadro gripal, tosse, dificuldade intensa de respirar e fraqueza. Ainda na UPA, foi coletado material do paciente e enviado para o Laboratório Central do Estado (Lacen), para investigação do caso.

A SES declarou que a morte foi causada pela evolução do quadro do paciente e que a suspeita de H1N1 só poderá ser confirmada ou descartada com o resultado dos exames, que devem ser obtidos dentro de 15 dias.

A esposa dele, cujo caso também tem suspeita de H1N1, segue internada, em tratamento, com um estado de saúde considerado estável, segundo a SES.

G1

 

Paraíba tem cinco casos de mortes por H1N1 confirmados em 2019, diz Secretaria de Saúde

Cinco casos de morte por H1N1 em 2019, na Paraíba, foram confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta segunda-feira (10). Os casos aconteceram nas cidades de São Bento, Santa Rita, João Pessoa, Alagoa Nova e Cachoeira dos Índios.

Em maio, quatro casos estavam sendo investigados. A Secretaria foi notificada no dia 1º de maio, após a morte de uma criança de quatro anos, que morava no município de Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba. Uma outra morte por suspeita de H1N1 foi notificada no dia 4 de maio. A vítima foi um homem de 45 anos, morador do município de São Bento, no Sertão do Estado.

Além disso, a SES informou que, em 2019, foi confirmado que 17 pessoas estão tratando a influenza.

Nesta segunda-feira (10), também foi confirmado que um homem de 59 anos está em tratamento no Hospital Regional de Sousa, com suspeita de H1N1. Ele fez os exames necessários, que foram encaminhados para o Laboratório Central do Estado (Lacen). A Secretaria aguarda o resultado.

Vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe terminou no dia 31 de maio. Em algumas cidades, como Patos e João Pessoa, a vacina foi liberada para toda a população nesta segunda-feira (10), quando atingiu a meta prevista pelo Ministério da Saúde.

A vacina protege contra três tipos do vírus – H1N1, H3N2 e influenza B – e começou voltada, especialmente, para os grupos prioritários, que incluem crianças e idosos. Agora, toda a população já pode ter acesso às doses.

Conforme a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, outras medidas de prevenção podem ser adotadas, como higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies possivelmente contaminadas, como corrimão, bancos e maçanetas; e manter hábitos de alimentação saudáveis.

G1

 

Saúde confirma quinta morte por H1N1 na Paraíba

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou, nesta sexta-feira (10), o quinto caso de morte por gripe H1N1, subtipo da Influenza A, na Paraíba. O caso mais recente aconteceu em Santa Rita, na Grande João Pessoa, no dia 18 de maio.

Após passar três dias internado na Unidade de Pronto Atendimento de Tibiri, o adolescente de 15 anos morreu, na época, com a suspeita. Outros quatro casos foram registrados em 2018 (Cabedelo, Cachoeira dos Índios, Pedras de Fogo e Serraria).

O jovem chegou à unidade no dia 16, com quadro de desconforto respiratório e sintomas compatíveis com infecção pelo vírus H1N1. “Ele foi avaliado por um infectologista e iniciamos tratamento com o Tamiflu. Desde o início do tratamento notamos que ele necessitava de uma vaga em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) isolada. Ele veio piorando gradativamente de saúde e o quadro se agravou com hipófise cerebral”, afirmou a médica na época.

O adolescente iria ser transferido para o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), mas não houve tempo.

portalcorreio

Segunda morte por H1N1 é confirmada em Guarabira, PB, diz Saúde

Vacina é importante medida de prevenção contra ocorrência de novos casos de influenza (Foto: Romero Mendonça/Secom)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) confirmou, nessa quarta-feira (25), o segundo caso suspeito de morte por gripe H1N1, subtipo da Influenza A. Esse caso mais recente aconteceu em Guarabira, no Agreste paraibano. A SES não informou detalhes sobre a vítima.

Na última sexta-feira (20), a Secretaria da Saúde já havia confirmado uma morte ocorrida em Cabedelo, na Grande João Pessoa. No mesmo dia, o órgão informou também tinham sido notificados 51 casos para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma doença respiratória que pode levar a morte.

Desde a segunda-feira (23), unidades de saúde dos 223 municípios do estado vão estar vacinando contra o vírus Influenza, que engloba H1N1 e SRAG. A meta é vacinar 90% dos grupos prioritários: pessoas com 60 anos da idade ou mais, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, profissionais de escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de Doenças Crônicas Não Transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade que estão sob medidas socioeducativas, e a população privada de liberdade.

Recomendações para evitar a infecção

Segundo a Saúde, a população deve adotar hábitos de higiene simples para evitar infecção pelo vírus como: lavar as mãos com água e sabão antes das refeições e após tossir ou espirrar; cobrir a boca ou nariz com lenço descartável ou o braço ao tossir ou espirar; não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal; não levar as mãos sujas aos olhos, nariz e boca; utilizar álcool gel quando não puder lavar as mãos e evitar contato próximo com pessoas que apresentam sintomas de gripe.

Portal  Correio

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Criança de sete anos morre em UTI no Sertão e Saúde investiga suspeita de H1N1

Isadora Alves Leite, com sete anos de idade, faleceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Noaldo Leite (Foto: Reprodução)

A Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba investiga um caso suspeito de gripe H1N1 na cidade de Patos, no Sertão do Estado. Na última segunda-feira (09), Isadora Alves Leite, com sete anos de idade, faleceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Noaldo Leite, onde estava internada.

De acordo com Renata Nóbrega, gerente executiva de Vigilância em Saúde, a investigação deve ser encerrada em cerca de 40 dias. Ela explicou que “a suspeita é de um tipo de gripe que evoluiu com complicação, mas o H1N1 só circulou em 2016 para a gente. 2017 e 2018 é o tipo de gripe A, do tipo H3”. Ainda segundo Renata Nóbrega, “não é momento para pânico”.

A criança, natural de São José de Piranhas, foi internada no Hospital de Cajazeiras ainda no dia 4 de abril com sintomas de gripe. O quadro avançou rapidamente para uma pneumonia e no último sábado (07), ela foi transferida para o Hospital Infantil de Patos.

Eulâmpio Dantas, diretor técnico do Hospital Infantil de Patos, explicou que Isadora “já veio em estado gravíssimo, entubada, com suporte ventilatório. E a princípio veio com quadro de pneumonia complicada”. Devido à “evolução torpe, foi levantada a hipótese de H1N1, já que não é uma evolução comum numa pneumonia com todo o tratamento antimicrobiano, ela não respondeu”, detalhou o diretor técnico, afirmando ainda que um dos pulmões dela teve um comprometimento completo.

Antes de falecer, entre o domingo (08) e a segunda-feira (09), a menina de sete anos teve cinco paradas cardiorrespiratórias. Ela não resistiu ao quadro de saúde e acabou falecendo na tarde da segunda-feira.

ClickPB

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Gripe H1N1 já matou nove paraibanos em 2016

Foto:Divulggação H1N1
Foto:Divulggação
H1N1

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou o Boletim Nº 3 da Influenza, que corresponde ao período de 1º de janeiro a 28 de maio de 2016 (21ª Semana Epidemiológica de início dos sintomas). Até então, foram notificados 176 casos para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e, destes, 19 (10,7%) foram confirmados para influenza A (subtipo H1N1), o mesmo que circula desde 2009. Entre os casos notificados até o momento, em 31 deles (17,6%) foi descartada a presença do vírus de influenza. Os demais seguem em investigação.

Quanto aos óbitos, foram comunicados 27 casos de SRAG com suspeitas de algum vírus de influenza, sendo em nove confirmada a identificação viral para influenza A (H1N1) nos municípios de Alagoinha (1), Baía da Traição (1), Cacimba de Dentro (1), Campina Grande (1), João Pessoa (2), Maturéia (1), Sousa (1) e Mogeiro (1). Dez mortes foram descartadas para o agente etiológico de influenza e 15 óbitos seguem em investigação.

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Ainda segundo o boletim epidemiológico, houve um aumento nos registros confirmados de pessoas que adoeceram com SRAG e que apresentaram o agente etiológico de influenza A (subtipo H1N1). Ele mostra que o ano de 2016 tem quatro casos notificados a mais que o ano de 2009, quando foi registrada a epidemia de H1N1 no Brasil e a pandemia mundial.

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