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Gilmar Mendes é botado pra fora de avião aos gritos. Veja vídeos

O Brasil efetivamente vive tempos novos e até surpreendentes.

Neste final de semana, o ministro Gilmar Mendes, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, foi objeto de um protesto num voo que partiu de Cuiabá (MT), seu estado de origem.

Diversos passageiros, ao se darem conta de sua presença a bordo, passaram a hostilizá-lo verbalmente, protestando contra o relaxamento de diversas prisões que autorizou, ao longo dos últimos meses.

A certa altura, começaram os gritos ´Fora Gilmar´.

O comandante da aeronave paralisou os procedimentos de decolagem e chamou agentes da Polícia Federal para escoltar o ministro na descida do avião e opção por outro voo.

Veja os dois vídeos abaixo com as imagens.

 

paraibaonline

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Maracanã tem gritos de “fora, Temer” antes da abertura da Paraolimpíada

REUTERS/Sergio Moraes
REUTERS/Sergio Moraes

Mesmo antes de a cerimônia de abertura dos Jogos Paraolímpicos começar, nesta quarta-feira (7), o público no Maracanã protestou contra o presidente da República Michel Temer.

Os presentes gritaram, por cerca de 10 segundos, a frase “fora, Temer”, que foi seguida por vaias. Os gritos começaram próximos às cabines de televisão e logo tomaram todo o estádio.

A cerimônia teve início às 18h15. O protesto ocorreu por volta das 18h.

Vale lembrar que Temer, na abertura da Olimpíada, passou por situação semelhante e optou por não participar do encerramento da Rio-2016.

A abertura, além dos apupos a Temer, também já está marcada pelas longas filas na entrada do Maracanã. A situação mais crítica se apresenta no portão D, no qual a distância da fila chegou a 1,8 km e gerou insatisfação do público – especialmente de idosos.

Uol

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Presidente ouve protestos e gritos de “Fora, Temer” em desfile cívico

temerUma semana após ser efetivado no cargo, o presidente Michel Temer participa nesta quarta-feira do desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Temer tornou-se presidente efetivo no último dia 31, após a ex-presidente Dilma Rousseff sofrer um processo de impeachment no Senado.

Parte do público presente ao desfile entoou gritos de “fora, Temer” na chegada do presidente à tribuna de honra de onde ele irá assistir ao evento. A arquibancada de onde partiu o protesto está posicionada próxima à do presidente, do lado oposto da pista da Esplanada dos Ministérios por onde passará o desfile.

É o primeiro evento público de Temer após ser efetivado. Na semana passada, o presidente viajou para a China para a Cúpula do G20, de onde só retornou nesta terça-feira (6).

O presidente abriu oficialmente o desfile do 7 de Setembro às 9h15. Na cerimônia, o comandante militar do Planalto pede autorização ao presidente para dar início ao desfile. “Autorização concedida”, foram as únicas palavras de Temer ao microfone.

A reportagem também ouviu gritos de “golpista” vindos do público. Em seguida, uma parte menos ruidosa do público puxou o coro de “a nossa bandeira jamais será vermelha”, aparentemente numa crítica ao PT e em apoio ao governo do PMDB.

Em Brasília, a Esplanada dos Ministérios conta com um efetivo de cerca de 3 mil homens na segurança do evento, entre policiais militares, militares, bombeiros, agentes de trânsito e policiais civis. O policiamento está reforçado nas áreas próximas ao local do desfile e em prédios públicos espalhados pela Esplanada.

Protestos proibidos no desfile

Seguranças que trabalham no desfile de 7 de Setembro em Brasília confiscaram uma bandeira de um grupo de estudantes e os informaram que eles seriam retirados das arquibancadas caso insistissem em algum tipo de manifestação crítica ao governo.

“Se tiver manifestação contra o governo nós vamos retirar [os manifestantes da arquibancada]”, disse um dos seguranças.

Questionado pela reportagem sobre se essa era uma ordem do Palácio do Planalto, o agente pediu que a área de imprensa da Presidência fosse procurada. A reportagem enviou um e-mail para a assessoria de imprensa do Planalto, mas ainda não obteve resposta.

“É um absurdo. É nossa liberdade de expressão”, afirmou Gabriela Almeida, 20, aluna do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP (Universidade de São Paulo).

Além de proibir qualquer tipo de protesto, os seguranças confiscaram uma bandeira do Brasil na qual os jovens haviam escrito a palavra “golpe”. Manifestantes contrários ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff têm classificado o processo como “golpe”.

UOL

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Turbulência, gritos e pânico: Timão faz viagem assustadora após vaga

timao-no-aviaoOs jogadores do Corinthians viveram momentos de terror no voo que trouxe a delegação da Colômbia nesta sexta-feira, após o empate com o Once Caldas que classificou o time para a fase de grupos na Taça Libertadores.

Praticamente lotado, o Airbus 330 da Avianca deixou Bogotá por volta das 15h30 (18h30 de Brasilia) com destino ao aeroporto internacional de Guarulhos, na grande São Paulo.

Com cerca de 40 minutos de voo, os avisos luminosos de atar os cintos foram acionados em virtude da passagem por uma grande concentração de nuvens carregadas.

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O avião começou a balançar imediatamente para os lados e logo em seguida teve uma queda brusca de cerca de três segundos. Tempo suficiente para passageiros entrarem em desespero.
– Nós vamos morrer! – gritou um deles.

 Não costumo ter medo, mas nessa fiquei bolado”
Renato Augusto, meia do Timão

Pouco antes da turbulência, algumas pessoas já haviam sido atendidas pelo serviço de bordo. Entre elas, Tite. Com o balanço da aeronave, o treinador não conseguiu equilibrar o copo de água que segurava e levou um banho. Durante o problema, o treinador rezava.

O zagueiro Gil era um dos jogadores mais assustados com a turbulência. O jogador também gritou com a mudança repentina de rota e cobriu a cabeça com o cobertor fornecido pela companhia aérea.

Curiosamente, Gil fazia naquele momento um tratamento na panturrilha direita, lesionada em Manizales, com um aparelho eletromagnético. Somente depois de todo o problema ele foi retirado pelo fisioterapeuta Bruno Mazziotti.

Minutos mais tarde, ainda sobrevoando a Colômbia, uma nova queda brusca da aeronave, desta vez um pouco mais leve que a anterior, mas capaz de assustar novamente as pessoas a bordo.

– Eu estava olhando para frente e percebi que o avião teve uma queda na parte de trás – contou o goleiro Walter.

Corinthians desembarque Tite (Foto: Diego Ribeiro)A expressão de Tite retrata os momentos vividos. O treinador buscou a fé para suportar a tensão do voo (Foto: Diego Ribeiro)

– Acho que essa foi a pior turbulência que peguei na minha vida – disse o repórter Abel Neto, da Rede Globo.

As luzes de alerta só foram apagadas com a melhora do tempo, sobrevoando o estado do Amazonas. Jogadores e outros passageiros passaram a andar pelo avião, mas ainda nervosos com o susto.

– Eu não costumo ter medo, mas nessa fiquei bolado – disse o meia Renato Augusto, ao conversar com os goleiros Cássio e Matheus Vidotto.

Corinthians desembarque (Foto: Diego Ribeiro)Aliviado, o colombiano Mendoza desembarca em Guarulhos (Foto: Diego Ribeiro)

 
A turbulência voltou com a chegada ao estado de Rondônia. As luzes foram acesas novamente. No entanto, perdeu força e acalmou os passageiros.

Somente três horas antes do pouso todas as luzes da aeronave foram apagadas para que as pessoas tentassem relaxar.

Apesar do alívio, o clima seguiu tenso. As brincadeiras entre os jogadores, tão comuns em voos após vitórias, foram raras. Gil, sempre atormentado pelos companheiros por causa do medo de voar, foi preservado.

– Fiquei com medo mesmo, a sensação é de que você realmente não vai sair dessa. Até pra nós que estamos acostumados a voar foi difícil – frisou o zagueiro.

Corinthians desembarque Gil (Foto: Diego Ribeiro)Gil revelou que temeu pelo pior (Foto: Diego Ribeiro)

O temor acabou já perto do pouso. O avião chegou a Guarulhos, sem novos sustos, à 0h43 desta sexta-feira. Alívio que rendeu aplausos dos passageiros ao piloto.

“São e salvo”, Sheik deixou claro que os momentos vividos nas alturas estiveram longe de terem sido serenos

– Foi um voo tranquilinho, está tudo sob controle (risos). Brincadeira, foi tenso mesmo, quem falar que não tem medo de avião está mentindo. Ainda bem que chegamos em casa.

Corinthians desembarque Emerson Sheik (Foto: Diego Ribeiro)Sheik relatou o voo “tranquilinho” (Foto: Diego Ribeiro)

globoesporte

 

Em depoimento à CNV, delegado afirma que gritos de torturados eram simulação

DIVULGAÇÃO CNV
DIVULGAÇÃO CNV

Conhecido pelo codinome de JC ou Jesus Cristo, o delegado Dirceu Gravina acredita profundamente no Espírito Santo, crença que jamais o permitiria torturar um ser humano. Hoje com 65 anos, o policial até ouviu pessoas gritando na sede do DOI-Codi, em São Paulo, onde trabalhou no início dos anos 1970. Mas acredita que elas deveriam estar simulando. Não nega, porém, que tenham existido casos de graves violações aos direitos humanos no órgão de repressão do II Exército durante sua passagem por lá. Por ser temente a Deus, nunca mentiu na vida.

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Esse é um resumo do depoimento prestado hoje (7) à Comissão Nacional da Verdade (CNV) em São Paulo pelo atual titular do Departamento de Polícia Judiciária do Interior, na cidade de Presidente Prudente (SP). Convocado para esclarecer denúncias de que havia torturado presos políticos durante a ditadura, Dirceu Gravina aceitou responder às perguntas dos advogados José Carlos Dias e Rosa Cardoso, membros da CNV, desde que a imprensa não estivesse presente. Permitiu apenas deixar-se fotografar na presença dos comissionados. Instado por Dias a autorizar que os repórteres acompanhassem a oitiva, voltou a negar, acusando que alguns meios de comunicação não acreditariam em sua “verdade” da história.

“Seu depoimento apresentou várias contradições. Usou muito a palavra de Deus, sua crença no Espírito Santo, afirmando que jamais torturou. Mas não negou que houvesse tortura. Nem não afirmou”, relatou José Carlos Dias logo após o término do depoimento. “Disse que ouvia gritos de pessoas que deveriam estar simulando. Perguntei a ele como poderia distinguir um grito de simulação de um grito de dor verdadeira. Ele dizia: é isso mesmo, doutor, é simulado, é simulado. Ele procurou se esquivar o tempo todo. Estava absolutamente perdido, fazendo citações. Diante disso, encerramos o depoimento.”

Segundo informações da CNV, que conta com assessoria da Polícia Federal na preparação das oitivas, o nome de Dirceu Gravina é citado três vezes no livro Direito à Memória e à Verdade, publicado pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Gravina está associado às mortes de Yoshitane Fujimori e Aluízio Palhano, ambos militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).  O delegado também figura como réu em duas ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF). Numa delas, responde pela tortura de quatro pessoas. Em outra, pelo sequestro e tortura de Palhano.

“Eu fui torturada pelo Gravina. Fui torturada muitas vezes”, testemunhou a ex-presa política Darcy Miaghi, que tomou o microfone logo depois de ouvir os relatos das evasivas do delegado. “Na época, o codinome dele era JC, Jesus Cristo. Ele chegava na sala de tortura e dizia assim: sou Deus, sou Jesus Cristo, tenho poder de vida ou morte sobre você.” Dentre os torturadores com quem teve o desprazer de conviver, Darcy afirma que Gravina era um sádico. “Não sei como classificar o nível dos torturadores. Mas quando você é torturada por muitos e muitos dias, por semanas, você acaba captando a natureza da pessoa. E, no caso, esse Gravina, o JC ou Jesus Cristo, que hoje apelou para Deus, ele zombava de deus. Ainda tenho sinais aqui provocados exatamente por ele há 40 e poucos anos.”

 

 

redebrasilatual

Vasco perde para o Volta Redonda na Colina e ouve vaias e gritos de ‘olé’

A ressaca pela perda do título da Taça Guanabara para o Botafogo foi ampliada neste domingo, em São Januário, onde o Vasco perdeu para o Volta Redonda por 1 a 0, na estreia das equipes na Taça Rio. O resultado aumenta ainda mais o clima de desconfiança em cima do time cruz-maltino, que teve novidades na equipe titular (entradas de Romário, Dakson e Sandro Silva), mas não conseguiu ter um bom desempenho e ouviu muitas vaias, além de gritos irônicos de “olé”. O gol do jogo foi marcado pelo zagueiro André Alves, ainda no primeiro tempo.

– Até esperava outro tipo de pressão, não foi nem forte. Apoiaram bastante, esperaram (para começar a vaiar). O time tem que ter mais personalidade nessas horas, alguns se abatem e acabam se escondendo. Não sei, faz parte, é levantar a cabeça, encarar o próximo jogo e vamos ver se rendemos melhor – disse o zagueiro Renato Silva.

Depois de uma campanha ruim na Taça Guanabara – seis pontos em oito jogos -, o Voltaço inicia bem o segundo turno. A equipe agora está com um novo treinador, Cairo Lima, que substituiu Alfredo Sampaio. Os jogadores passaram por um período de treinamentos em Águas de Lindoia, no interior paulista, antes de reiniciar a competição. O Voltaço agora aparece em terceiro lugar no Grupo A, com os mesmos três pontos de Botafogo e Friburguense, porém com pior saldo de gols. O Vasco é quinto, ainda sem pontuar.

Na próxima quarta-feira, às 22h (de Brasília), o Vasco enfrenta o Nova Iguaçu, no estádio da Cidadania, em Volta Redonda. O Voltaço, por sua vez, volta a campo no domingo, às 16h, recebe o Friburguense.

Vasco x Volta Redonda (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)Volante Sandro Silva, estreante pelo Vasco, leva carrinho de Marcelo Régis (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)

Vasco de cara nova e futebol apagado

Modificado, o Vasco teve dificuldades de se encontrar na marcação e viu o Volta Redonda crescer na partida. O cartão de visitas foi uma bola na trave acertada por Frontini. Na sequência deste lance, aos 11 minutos, o Voltaço abriu o placar. Após cobrança de escanteio, André Alves subiu entre Dedé, Sandro Silva e Nei e desviou de cabeça para a rede: 1 a 0.

A partir daí, o Vasco teve que se lançar de vez ao ataque. O primeiro lance de mais perigo foi com Dakson, que acertou o travessão do Volta Redonda. A equipe do Sul-Fluminense estava bem armada e dava poucos contra-ataques. Então, os vascaínos começaram a tentar lançar a bola pelo alto para dentro da área, mas com pouco perigo. No último lance da primeira etapa, Carlos Alberto tentou de biquinho e mandou sem direção. Na saída do campo, a torcida não perdoou e vaiou os jogadores.

Vasco muda, pressiona, mas não faz

gol  Volta Redonda x Vasco (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)Jogadores do Volta Redonda comemoram
(Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)

O Vasco voltou do vestiário com o lateral-esquerdo Yotún, que fez sua estreia, no lugar de Pedro Ken. Wendel voltou para o meio de campo. A equipe passou a criar mais chances, mas as desperdiçava. Primeiro com Eder Luis, depois com Wendel. Apesar da insistência, a pontaria não estava em dia.

Bernardo, artilheiro do Vasco com sete gols, foi chamado para entrar no lugar de Dakson e tentar dar mais poder de fogo ao time. Dos pés dele saiu uma das principais chances da equipe. O camisa 31 bateu falta e colocou na cabeça de Romário, que desviou e a bola passou rente à trave. Apesar da pressão, a bola não entrou. O atacante Eder Luis, que errou a maioria das jogadas, foi um dos mais vaiados pela torcida, que foi para casa com mais uma frustração.

 

 

Globoesporte.com

Galo desembarca em Porto Alegre sob gritos de ‘traíra’ para Ronaldinho

Ronaldinho respondeu com sorrisos as provocações da torcida (Foto: Fernando Martins/Globoesporte.com)

Já era início da madrugada em Porto Alegre e o saguão do aeroporto Salgado Filho estava cheio, porém, não havia nenhum torcedor uniformizado. Várias famílias esperavam conhecidos ou entes próximos e depararam com a chegada da delegação do Atlético-MG, que trazia ninguém menos do que Ronaldinho Gaúcho.

Bastou o craque colocar o pé para fora do portão de desembarque para todo o clima ameno se transformar em provocações e xingamentos. O alvo: Ronaldinho Gaúcho, que segundo parte da torcida do Grêmio, foi antiético ao não ter aceitado voltar da Europa para o clube onde iniciou a carreira e ter acertado com o Flamengo, em 2011.

Os gritos de “traidor, traíra e mercenário” ecoaram no até então calmo saguão do aeroporto. Cercado pelos seguranças do clube e particulares, R49 demonstrou tranquilidade durante todo o trajeto do saguão até o ônibus da delegação.

A cada xingamento, o craque exibia um largo sorriso como se estivesse respondendo aos provocadores que os insultos não o atingem. O jogador passou pela mesma situação no primeiro confronto com a torcida gremista após ter assinado com o Flamengo, ano passado, pelo Campeonato Brasileiro.

O Atlético-MG enfrenta o Grêmio, domingo, a partir das 18h30m (de Brasília), no Estádio Olímpico. Será o segundo encontro de Ronaldinho Gaúcho com a torcida gremista que o idolatrou no início de carreira.

Globoesporte.com