Arquivo da tag: greve

Deputados federais da Paraíba criticam Greve Geral: ‘causou mais rejeição do que adesão’

Os deputados federais Pedro Cunha Lima (PSDB) e Efraim Filho (DEM) comentaram os protestos realizados na greve geral desta sexta-feira (14) convocados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) contra a reforma da Previdência Social proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“O Brasil precisa perder essa mania de fazer política partidária, um palanque político a qualquer custo, não é hora de ficar contra o país, contra o conserto de uma nação que tem 13 milhões de desempregados, que tem uma década perdida na economia, não é brincadeira o momento econômico vivemos, o drama social, as consequências desse colapso social e aí para tudo”, opinou Pedro.

O tucano ainda comentou a polêmica envolvendo a deputada estadual Cida Ramos (PSB): “houve até a utilização de um carro oficial pago pelo contribuinte para atravessar uma rua e tirar o direito de ir e vir do povo paraibano, que paga por isso. Eu lamento muito porque não é disso que a gente precisa para sair desse momento de muita dificuldade, a gente tem que consertar o Brasil”.

“É a maior demonstração da velha política, algo que já está rechaçado pela sociedade atual que não aceita mais com esse tipo de manifestação com fechamento de ruas, queima de pneus e, em alguns casos, depredação de patrimônio público, prejudicando o direito de ir e vir dos cidadãos que são intimidados por esse tipo de movimento que não tem mais adesão”, declarou Efraim.

O democrata completou: “esse tipo de greve geral era feito na década de 90, é por isso que a oposição hoje está perdendo eleição, está desatualizada, existem formas mais modernas de colocar seu posicionamento sem atrapalhar a vida de quem não se interessa por esse tipo de movimento. Foi um tiro pela culatra, um tiro no pé porque causou mais rejeição da sociedade do que apoio”.

Yves Portal

 

 

 

Petroleiros rejeitam proposta da Petrobras e devem aderir à greve geral

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que a categoria vai aderir à greve geral de 14 de junho e está rejeitando em assembleias a contraproposta da Petrobras para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020. Até 6 de junho, os petroleiros realizam assembleias para votar se aceitam a proposta da estatal de não fazer ajuste salarial este ano e nem ajustar benefícios, além de propor mudanças em cláusulas conquistadas nos últimos anos.

“De norte a sul do País, o recado aos gestores da Petrobras está ecoando de forma unitária e vibrante: a categoria vai se mobilizar para garantir os direitos conquistados e impedir o desmonte da empresa”, afirma a FUP em seu site.

A estatal alega que apesar de ter melhorado seu balanço em relação aos últimos anos, ainda está com indicadores financeiros abaixo de suas concorrentes do setor. A Petrobras alega que entre 2003 e 2014 os empregados tiveram um ganho real de 51%, e por este motivo quer manter os salários sem ajuste.

Entre as reivindicações da categoria está o aumento salarial equivalente ao Índice de Custo de Vida do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio Econômicos (ICV-Dieese), acumulado entre 1º de setembro de 2018 e 31 de agosto de 2019 e o reajuste de 2020 do acumulado entre 1º de setembro de 2019 e 31 de agosto de 2020. No acumulado nos 12 meses até abril deste ano, o ICV-Dieese registrou alta de 4,45%, abaixo do acumulado pelo IPCA, índice oficial da inflação do governo, de 4,94% no mesmo período.

Veja

 

 

Professores da UEPB aderem à greve nacional da educação e definem segunda paralisação em maio

Contra a Reforma da previdência, os cortes de verbas na universidades e institutos federais e na UEPB e por reposição salarial já. Esta é a pauta dos professores da Universidade Estadual da Paraíba que justifica sua adesão à Greve Nacional da Educação, amanhã, 15/05, com concentração em Campina Grande na Praça da Bandeira a partir das 09h.

A decisão de paralisar foi tomada por unanimidade, numa assembleia geral da categoria, pela unanimidade dos participantes. Muitos docentes da UEPB estão convocando a população por suas redes sociais para a mobilização desta quarta-feira (15) Veja: https://www.instagram.com/p/Bxbag4ehcRi/

Os professores também aprovaram uma segunda paralisação para ainda esse mês, na Semana Nacional das Universidades Estaduais, entre 20 e 24/05, para a realização de um ato público em João Pessoa, para cobrar do governo do estado a abertura de diálogo com a Associação dos Docentes da UEPB – ADUEPB, para discussão da pauta da categoria.

Desde janeiro a ADUEPB solicita uma audiência ao Governo para a discussão da pauta salarial sem receber nenhuma resposta. Os professores ativos e aposentados acumulam uma perda de 30,74% em seus salários nos últimos cinco anos e estão com suas progressões de carreira congeladas por tempo indeterminado.

Deliberações

Além da adesão à greve nacional da educação, os professores da UEPB também decidiram realizar uma campanha de mídia para divulgar e valorizar o trabalho da categoria e a sua importância para a qualidade de vida da população paraibana.

Moções aprovadas:

A assembleia da ADUEPB também aprovou por unanimidade várias moções. A primeira é de solidariedade ao Professor David Lobão, que está ameaçado de processo por um vereador de Campina Grande.

A segunda, também de solidariedade aos alunos da Universidade de São Carlos que foram injustamente condenados a pagar uma indenização de R$ 50 mil por supostos danos materiais, como consequência pelos protestos contra o aumento do preço da refeição, em maio de 2018, numa clara perseguição a quem luta por direitos;

Uma terceira moção, de repúdio ao governo federal pelos cortes nas bolsas de Mestrados e Doutorados e a última de repúdio ao colégio eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) onde o Professor Ricardo Silva Cardoso, atual vice-reitor,  foi indicado como primeiro nome da lista tríplice para reitor, mesmo não participando da consulta eleitoral a comunidade acadêmica, desprezando assim o resultado  da referida consulta.

 

Redação com Aduepb

 

 

 

TRT determina retorno imediato de 50% dos vigilantes em greve

O presidente do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), desembargador Wolney de Macedo Cordeiro, determinou nesta terça-feira (30) o retorno imediato ao trabalho de 50% dos vigilantes em transporte de valores que estão em greve.

A liminar foi concedida a pedido do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado da Paraíba.
Caso a decisão não seja cumprida, o sindicato dos trabalhadores terá que pagar uma multa diária de R$ 10 mil.

Além da determinação do retorno de metade da categoria ao trabalho, o desembargador marcou uma audiência de conciliação referente ao dissídio coletivo da categoria, para a próxima segunda-feira (6), às 14h, no auditório do Tribunal Pleno, sede do TRT13, em João Pessoa.

Cerca de 600 trabalhadores de cinco empresas de transporte de valores entraram em greve nessa segunda-feira (29) por tempo indeterminado na Paraíba. Entre as reivindicações, eles exigem reajuste salarial de 5%, plano de saúde e melhoria no vale alimentação

MaisPB

 

 

Vigilantes que trabalham em carros-fortes na Paraíba decretam greve

Os vigilantes que trabalham em carros-fortes de toda a Paraíba entram em greve a partir da 0h desta segunda-feira (29).

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes de Valores da Paraíba, Laudivan Gonçalves, informou que os vigilantes que trabalham no interior das agências receberam aumento salarial de 5%, enquanto os de carros fortes não tiveram qualquer reajuste.

Segundo ele, com a greve, as agências bancárias de toda a Paraíba deixarão de receber dinheiro, o que prejudicará muito o atendimento.

ParlamentoPB 

 

 

Após greve dos caminhoneiros, paraibano analfabeto cria moto movida a água

“Sandro das antenas” ou “da moto movida a água”. É assim que o paraibano Sandro Alves de Oliveira, de 37 anos, é conhecido pelos moradores da cidade de Alagoa Nova, no Agreste da Paraíba, depois que inventou um sistema que faz com que a motocicleta dele seja movida a água.

Sandro diz que resolveu criar o sistema para fazer a moto funcionar com água após a greve dos caminhoneiros na Paraíba, em maio deste ano. “Com a falta de gasolina naquele tempo e com o alto preço do combustível, decidi criar esse sistema com água para economizar”, explica ele.

Segundo o inventor, a moto faz 1.000 km com apenas 1 litro de água. “Eu comecei a desenvolver uns negócios aqui dentro de casa. Fiz uma célula de hidrogênio, coloquei uma bateria, um produto dentro da água e a moto explodiu, consigo andar na cidade toda com ela”, revela.

O sistema acontece através de um reator de alumínio, em que as moléculas de hidrogênio se tornam o combustível para a moto. Questionado sobre os experimentos serem perigosos, Sandro diz que fez o projeto com muito cuidado.

“Não é perigoso quando a gente sabe exatamente a quantidade de produto que precisa ser colocado junto com a água, eu fiz direitinho e deu certo”, explica.

Mas antes de ficar conhecido na cidade pela invenção da motocicleta movida a água, alguns moradores já sabiam quem era Sandro. O primeiro trabalho do inventor foi desenvolver antenas para TV e é isso que ele faz até hoje.

“Hoje em dia é tudo digital, eu comecei a trabalhar fazendo antenas e tá dando certo. Eu criei minha própria antena pra mostrar aos vizinhos e depois eles começaram a me pedir pra fazer pra casa deles”, conta.

A produção de uma antena dura cerca de 25 minutos. Além desse trabalho, Sandro aprendeu sozinho a consertar eletrodomésticos e eletrônicos e hoje é procurado pelos moradores para fazer esse serviço.

Genaldo Gonçalves, que se mudou recentemente para a Avenida São Sebastião, onde a casa de Sandro fica localizada, diz que conheceu o trabalho do inventor através de amigos e das redes sociais.

“Eu ouvi falar do Sandro e das invenções dele, e o que impressiona é por ele não ter estudo e desenvolver tão bem esse trabalho com eletrônicos. As pessoas da cidade procuram consertar os aparelhos eletrônicos com ele, porque ele é muito inteligente”, afirma.

‘Inventor’ nasceu na zona rural da cidade e nunca estudou

Sandro nasceu na zona rural do município e há dez anos mudou-se para o Centro da cidade. O inventor nasceu com uma deficiência que compromete a fala. Ele diz que não sabe ler, nem escrever, e que aprendeu sozinho a consertar eletrônicos e criar suas invenções. “Eu só sei assinar meu nome, porque eu tive problema de cabeça e nunca consegui estudar”, explica.

O alagoa-novense conta que tem mais seis irmãos, mas que mora sozinho com a mãe, Maria Alves de Oliveira, de 79 anos. Maria diz que já está acostumada com as invenções do filho. “Ele começou com essas coisas desde que a gente veio morar na cidade, há uns 10 anos atrás, todo dia é um negócio diferente”.

Sandro afirma que não consegue estudar porque, quando tenta ler ou escrever algo, a cabeça dói muito. Mas diz que adora consertar os eletrônicos e inventar novos projetos. “Há uns anos atrás eu até tentei estudar, mas nunca deu certo. Já tentei ir a um psicólogo pra entender o que tenho na cabeça, mas não consegui”, lamenta.

O inventor não tem acesso à internet em casa e conta que aprendeu a mexer nos eletrônicos e criar os projetos sozinho. “É tudo da minha cabeça, eu não vi em canto nenhum. Fui aprendendo depois que comecei a mexer nisso tudo”, diz Sandro.

Quem conhece Sandro pelas antenas ou pela moto movida a água nem imagina a quantidade de outros projetos que o inventor já criou com materiais recicláveis que ele encontra no lixo. E é dentro de casa que Sandro trabalha. Ele tem um quarto reservado só para colocar os materiais que irão ser utilizados nas novas invenções.

Mas o quarto da casa já não é suficiente para guardar todo o material. Sandro conta que quase todos os dias moradores vão até a residência e entregaram eletrônicos velhos para que ele utilize em seus projetos.

Para as criações, o inventor conta com a ajuda do amigo desenhista José Carlos, de 30 anos. “Eu conheci o Sandro desde que ele veio morar aqui na Avenida São Sebastião, aí a gente começou a inventar esses projetos. Eu ajudo ele com os desenhos e na produção das antenas também”, diz José Carlos.

Umas das primeiras invenções de Sandro, que o amigo José Carlos ajudou a criar, foi a miniatura de um trio elétrico com materiais recicláveis. O projeto chama a atenção dos moradores da cidade, que querem vê de perto a criatividade do inventor alagoa-novense.

“Tem uns que eu ainda consigo consertar, mas os que não servem mais eu desmonto e uso para fazer outras coisas”, diz ele.

G1

Servidores dos Correios não entram em greve, mas marcam nova assembleia

Membros do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos na Paraíba (Sintect-PB), em assembleia ocorrida na noite desta terça-feira (7), na sede do sindicato, em João Pessoa, decidiram, a partir de orientação do movimento nacional da categoria, não entrar em greve. Os servidores, no entanto, marcaram uma nova reunião para o dia 14, quando definirão os rumos da mobilização.

Nesta terça, a categoria recebeu uma proposta do Tribunal Superior do Trabalho que inclui reposição salarial pela inflação no período (com perdas de 3,68%). De acordo com o servidor Evandro Tavares, da Secretaria Geral do Sintect-PB, além da campanha por reajustes dos salários, também há um movimento contrário à privatização dos Correios.

Uma nota divulgada pelo sindicato ressalta que os servidores buscam “reajuste salarial digno e compatível com os lucros da empresa”. Sobre a privatização, a categoria teme o fechamento de agências, demissão de servidores concursados e contratações de mão de obra terceirizada.

portalcorreio

Escolas privadas entram em greve no Agreste da Paraíba

Foto: Pedro Ribas/ANPr

Os 4.500 professores e profissionais da educação particular do agreste da Paraíba decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado, deixando mais de 30 mil alunos das cerca de 180 escolas sem aulas a partir desta sexta-feira (18). Eles pedem um reajuste salarial de 10%, enquanto os patrões oferecem 3,3% de aumento.

Esta será a primeira paralisação geral em 12 anos, segundo informou José Roberto Martins, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Privado do Agreste e da Borborema (Sintenp). Ele ainda salientou que os docentes tiveram perdas neste período, mas decidiram continuar trabalhando por entender que estavam sendo ouvidos em suas reivindicações.

“Há dois meses estamos negociando, mas o sindicato patronal vem desrespeitando a classe, zombando das nossas necessidades e não levando em conta o que nós abrimos mão. Começamos pedindo 18% de aumento e agora queremos apenas 10% e poderíamos aceitar 8%, mas eles fazem piada com isso”, declarou.

José Roberto falou que os professores decidiram também diminuir o número de assembleias, passando a realizar uma por semana. O sindicato ainda afirmou que não entende a matemática utilizada pelas escolas.

“Eles aumentaram a mensalidade entre 14 e 18% e não estão passando nem um quarto disso para os profissionais. Estão querendo aumentar 23 centavos em relação a hora aula. É vergonhoso”, acrescentou o presidente.

De acordo com as contas do sindicato dos professores, cada docente receberia em média R$ 8,40 no salário mensal e ficaria com uma remuneração de mil reais a menos que o piso do Estado, caso aceitasse a proposta patronal.

“São circunstancias que nos levam à greve. Professor estuda, temos mestres e doutores, a gente só queria um pouco de respeito”, disse José Roberto. O presidente do Sindicato Patronal das Escolas Privadas de Campina Grande (Sinepec), Antônio Andrade, falou que não foi negado nenhum direito.

“Todos os direitos foram garantidos, inclusive a gratuidade para os filhos dos empregados. Não podemos fazer nada, vamos manter as aulas normais, com portões abertos para os alunos, e vamos aguardar que essa greve não ocorra”, declarou.

Antônio Andrade garantiu que o reajuste proposto está repondo a inflação do período e ainda com ganho real de 1%. “Não tem nenhuma motivação para ter greve, não acreditamos que vai ter greve. Os pais têm todo direito de reivindicar as mensalidades caso não haja aula, mas os professores não têm motivo para parar”.

*Texto de Wênia Bandeira, do Jornal Correio da Paraíba

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

TJ declara ilegalidade da greve do Sindifisco PB

(Foto: Divulgação)

O desembargador Leandro dos Santos declarou provisoriamente a ilegalidade da greve deflagrada pelo Sindicato dos Integrantes do Grupo Ocupacional Servidores Fiscais Tributários do Estado da Paraíba (Sindifisco PB), determinando o retorno dos auditores fiscais ao exercício das funções e a continuidade dos serviços, no prazo de 24 horas, sob pena de multa de R$ 20 mil, por dia de descumprimento. A concessão, em parte, da liminar ocorreu na tarde desta terça-feira (10), em ação interposta pelo Estado da Paraíba.

Ao interpor a Ação, o Estado expôs que, no dia 22 de março de 2018, recebeu um ofício (2131421) comunicando que, a partir do dia 28 e março, os auditores fiscais do Estado da Paraíba entrariam em greve por tempo indeterminado.

Na decisão, o desembargador destacou a impossibilidade de os auditores fiscais fazerem greve, por exercerem atividade essencial. Determinou, ainda, que, em caso de descumprimento da medida, fica autorizada a anotação de faltas e consequente dedução salarial dos dias não trabalhados, além de extração e envio de cópias ao Ministério Público, para fins de apuração de responsabilidade penal e de improbidade administrativa, entre outras penalidades.

O desembargador Leandro afirmou que estão presentes os requisitos para concessão da medida (‘Fumaça do bom direito’ e ‘Perigo da demora’). Lembrou que, embora o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha assentado entendimento de que o direito constitucional de greve dos servidores públicos civis tem eficácia imediata, a regra comporta exceções, entre elas, quanto às carreiras, cujos membros exercem atividades indelegáveis.

“O auditor fiscal exerce atividades que nenhum outro órgão da iniciativa privada pode suprir. Se entra em greve, não há como a sua função ser substituída. Vale ressaltar que a exação fiscal, além de ser importante por si só, pois responsável pela Administração Tributária do Ente Federado, se for paralisada, afetará, também, as atribuições de outros agentes públicos, como, por exemplo, dos procuradores de Estado, que ficarão impedidos de manejar as competentes Ações de Execução Fiscal”, analisou o desembargador.

O relator explicou, ainda, que a própria Constituição Federal dispõe que as administrações tributárias da União, Estados, Distrito Federal e Municípios são atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercidas por servidores de carreiras específicas. “Como se vê, cabe à administração tributária, mediante atuação dos auditores fiscais, prover o Estado com os recursos financeiros necessários ao funcionamento das instituições dos três Poderes da República, bem como à implementação das políticas públicas”, declarou.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Técnicos Administrativos Estado deflagram greve por tempo indeterminado a partir de hoje

Os técnicos administrativos do Estado deflagraram nesta segunda-feira (02), uma greve por tempo indeterminado. De acordo com o presidente do Sindicato da categoria (SinditecPB), Nataluan Carvalho, foram realizadas duas paralisações de advertência nos dias 22 e 28 de março e enviado ofício ao governador, Ricardo Coutinho (PSB), mas não houve avanço nas negociações e os técnicos deflagraram a greve.

No dia 17 de março houve uma assembléia geral que definiu as duas paralisações, caso não houvesse diálogo após isso, a categoria decidiria entrar em greve a partir do dia 02. “São mais de dois mil técnicos que trabalham em escolas, hospitais, Centro Administrativo Estadual, entre outros.

“É a terceira maior categoria do estado e não recebe um aumento há cinco anos”, disse.

O presidente disse que são cinco anos sem reajuste e que a categoria que entrou em 2013 ganhava 15,76% acima do salário mínimo na época, agora está equiparado o valor. “E ainda recebemos menos porque tem o desconto do PBPrev. É o pior salário do país. Lamentável um servidor efetivo receber menos que o salário mínimo”, explicou.

Além disso, a categoria também reivindica vale alimentação para todos independente da Secretaria, análise do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) e redução da carga horária de 40 para 30 horas semanais.

De acordo com Nataluan, a categoria vai continuar se reunindo semanalmente para avaliar a greve, enquanto aguarda uma resposta do governo do Estado.

Marília Domingues

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br