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Servidores federais da Dataprev na Paraíba iniciam greve nesta quinta-feira contra ameaça de privatização

Os 200 servidores federais da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) na Paraíba deflagraram nesta quinta-feira (23) a greve da categoria. O movimento que acontece nacionalmente denuncia as 493 demissões, o fechamento de 20 unidades do órgão e a ameaça de privatização da estatal.

Os trabalhadores alegam que o Governo Federal vem realizando uma série de desmonte e que a Dataprev é responsável por processar R$ 50 bilhões de benefícios do INSS, ao mês, e R$ 555 bilhões, por ano, representando 8% do Produto Interno Bruto do país. 98% da sua receita são oriundos do processamento da folha do INSS, pagos pelo governo federal para a empresa fazer esse serviço pela gestão das folhas de aposentadorias e pensões.

A empresa pública é responsável pelas soluções de tecnologia da informação e comunicação do estado brasileiro e segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados da Paraíba (Sindpd-PB), Ademir Diniz está sendo alvo de uma política de privatizações mesmo sendo uma empresa lucrativa e estratégica para o país.

“Estamos em greve por tempo indeterminado. Em solidariedade aos colegas de todo o Brasil que estão sendo demitidos. Além do mais sabemos da real intensão do governo que é de sucatear para poder privatizar a empresa. Diversas unidades estão sendo fechadas. Até o momento não existe algo oficial de risco na Paraíba, por sermos uma Unidade de Desenvolvimento, mas sabemos que se continuar nesse ritmo poderemos ser os próximos. Estamos denunciando esse ataque que é desastroso e impacta a todos, principalmente aqueles que dependem do INSS e outros programas do governo, pois toda a sistemática desses órgãos depende da Dataprev”, declarou o líder sindical.

Em relação ao caos que se aprofunda dentro do INSS com as filas que já reúnem mais de 1 milhão de brasileiros a espera para dar entrada na aposentadoria, pensões e outros benefícios, Ademir destaca que tudo isso poderia ter sido evitado se o governo não tivesse aprovado às pressas a Reforma da Previdência. “Isso tudo está acontecendo por que tiveram pressa em aprovar uma nova legislação, mas não tiveram pressa em adequar as novas mudanças nos programas dos sistemas que gerem os benefícios. É por isso que o povo está sofrendo. Agora se já está desse jeito, imagine como ficará sem a Dataprev”, explicou.

Ademir explica que não há nenhuma previsão de retorno aos trabalhos e que até o momento nenhuma audiência com a diretoria da Dataprev foi marcada.

 

clickpb

 

 

Civis e militares ameaçam greve e governo pede “bom senso”

Representantes do Fórum das Entidades das Polícias Civil e Militar da Paraíba foram recebidos na última sexta-feira (17) pela equipe econômica do Governo do Estado com o intuito de avaliarem a proposta de subsídio e média salarial do Nordeste apresentada em dezembro de 2019. Os sindicalistas deixaram a reunião insatisfeitos e não descartaram a possibilidade de greve.

A equipe técnica do Governo do Estado propôs à categoria um reajuste de 5%, que não foi aceito, pois, de acordo com os representantes dos policiais, a cobrança da previdência retirará 3% do proposto aumento.

Uma assembleia da categoria foi agendada para o dia 5 de fevereiro. Até lá, os sindicalistas esperam uma resposta do Governo do Estado.

O secretário estadual da Fazenda, Marialvo Laureano, apelou para o bom senso dos policiais civis, militares e bombeiros. Segundo ele, o Governo propôs um ‘índice limite’ de aumento para os servidores, que deve acontecer de ‘forma linear’. Ele avalia a proposta apresentada pelo governador João Azevêdo como “ousada”, no entanto, o reajuste de 5% não foi aceito pela categoria.

 

PB Agora

 

 

Greve de caminhoneiros prevista para esta segunda-feira não vingou

Não há registro de paralisação ou de protesto de caminhoneiros no país até o momento, a despeito da greve da categoria que estava marcada para iniciar às 5h desta 2ª feira (16). A informação é do governo federal, que tem monitorado a movimentação a partir da imprensa local nos Estados e das redes sociais.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Infraestrutura, todas as vias estão livres e os caminhões circulam normalmente. O governo já havia indicado que eram pequenas as chances da greve ser realizada, por falta de mobilização dos caminhoneiros. Uma das principais pautas do movimento é a mudança de preços da gasolina, diesel e gás de cozinha por parte da Petrobras.

Internamente, observa-se uma divisão dentro da categoria: enquanto Marconi França, 1 dos líderes, defendia a greve e afirmava, até a semana anterior, que haveria grande apoio por parte dos caminhoneiros, Wallace Landim, conhecido como Chorão, que é o principal líder do setor, afirmou que ele quer “atrapalhar o país”.

Há quem avalie também que o apoio da CUT (Central Única dos Trabalhadores) à manifestação teria esvaziado o movimento. A Central lançou uma nota na semana passada afirmando que a pauta de reivindicações é também de interesse de toda a sociedade brasileira”.

Poder 360

 

 

Sindicato de trabalhadores da Energisa anuncia greve a partir da próxima quarta

O Sindicato de Trabalhadores Nas Indústrias Urbanas da Paraíba (STIUPB) anunciou a deflagração de uma paralisação por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (11).

A paralisação foi decidida em Assembleia Geral Extraordinária realizada entre os dias 21 e 26 de novembro, após a rejeição da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pelas empresas.

Confira abaixo:

AVISO DE GREVE O SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS URBANAS DA PARAIBA – STIUPB, CNPJ 09.368.580/0001-49, localizado à Rua Tavares Cavalcante, 199 – Centro – Campina Grande – CEP: 58.400-150, por seu Presidente abaixo assinado, conforme o Estatuto Social da Entidade e para cumprimento das exigências da Lei nº 7.783/89 e o Art. 9º da Constituição Federal, avisa às empresas Energisa Paraíba e Energisa Borborema, aos usuários de seus serviços e à população em geral, que os empregados pertencentes a estas empresas na base territorial deste Sindicato, em todo Estado da Paraíba com exceção da cidade de João Pessoa, realizaram Assembleia Geral Extraordinária entre os dias 21, 22, 25 e 26 de Novembro de 2019, onde deliberaram pela deflagração de paralisação por tempo indeterminado, a partir do dia 11 de dezembro de 2019, em razão da rejeição da proposta do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 apresentada pelas empresas, no que diz respeito aos seguintes pontos: 1 – Reajuste salarial; 2 – Reajuste do valor do ticket alimentação e; 3 – Coparticipação no plano de saúde dos dependentes.

Campina Grande-PB, 04 de dezembro de 2019

Wilton Maia Velez

Presidente

 

 

Garis entram em greve pela 2º vez em menos de um ano e prefeitura ‘improvisa’ coleta de lixo

Desde a greve deflagrada pelos Garis na última sexta-feira (11), que a Prefeitura de Patos decidiu improvisar a coleta de lixo na cidade. A gestão resolveu colocar trabalhadores sem os equipamentos de segurança para efetuarem a coleta de lixo e varrição de lixo. É a segunda greve realizada em menos de quatro meses. Em agosto, os profissionais da limpeza urbana de Patos retomaram as atividades, após um acordo anunciado pela empresa responsável. No total, 55 garis da empresa privada pararam.

Para tentar manter a cidade limpa, a Prefeitura Municipal de Patos colocou trabalhadores e um caminhão da própria frota veicular para realizar o serviço de coleta em alguns locais onde se acumulou o lixo no centro da cidade. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Limpeza Urbana da Paraíba (SINDLIMP-PB) a exposição e os riscos que os trabalhadores correm exercendo a atividade de tal forma são graves.

Segundo a entidade, é inapropriado a ação para a finalidade de coleta de lixo e coloca em risco a vida dos trabalhadores que estão expostos e sem os equipamentos necessários. Ainda segundo eles, a prefeitura deve procurar resolver a situação com a Empresa Conserv e não improvisar a coleta de lixo.

O Sindicato ainda denúncia que, a maioria dos trabalhadores da Empresa Conserv não receberam seus salários referente ao mês de setembro, estão com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) sem ser depositado pela empresa, e que houve atraso na cesta básica, estão sem receber férias gozadas e por esses motivos decidiram cruzar os braços por falta de condições de continuar exercendo o serviço.

 

clickpb

 

 

Greve: em nota, Correios garantem manutenção de serviços de atendimento

A paralisação parcial dos empregados dos Correios, iniciada nesta terça-feira (10) pelas representações sindicais da categoria, não afeta os serviços de atendimento da estatal.

A empresa já colocou em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação, remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas.

Levantamento parcial realizado na manhã desta quarta-feira (11) mostra que 82% do efetivo total dos Correios no Brasil está trabalhando regularmente. Na Paraíba, 82% dos empregados estão trabalhando normalmente.

Negociação — Conforme amplamente divulgado, os Correios estão executando um plano de saneamento financeiro para garantir sua competitividade e sustentabilidade. Desde o início de julho, a empresa participa de reuniões com os representantes dos empregados, nos quais foram apresentada a real situação econômica da estatal e propostas para o acordo dentro das condições possíveis, considerando o prejuízo acumulado, atualmente na ordem de R$ 3 bilhões. As federações, no entanto, expuseram propostas que superam até mesmo o faturamento anual da empresa.

Vale ressaltar que, neste momento, um movimento dessa natureza agrava ainda mais a combalida situação econômica da estatal. Por essa razão, os Correios contam com a compreensão e responsabilidade de todos os seus empregados, que precisam se engajar na missão de recuperar a sustentabilidade da empresa e os índices de eficiência dos serviços prestados à população brasileira.

 

pbagora

 

 

Trabalhadores dos Correios da Paraíba entram em greve por tempo indeterminado, diz sindicato

Os trabalhadores dos Correios da Paraíba entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (11). Uma assembleia do Sindicato dos Trabalhadores de Correios e Telégrafos da Paraíba (Sintect), realizada na noite desta terça-feira (10), definiu o posicionamento dos trabalhadores.

De acordo com o diretor do sindicato, Fael Paiva, desde julho os trabalhadores estão em campanha salarial, no entanto, ele informou que não houve negociação. O G1entrou em contato com a assessoria de comunicação dos Correios e aguarda um posicionamento sobre os impactos que foram gerados na execução das atividades.

A principal reivindicação, segundo o sindicato, é a reposição salarial de acordo com a inflação e os benefícios integrais no valor acumulado da inflação do período agosto de 2018 a julho de 2019. Além disso, os trabalhadores pedem manutenção de cláusulas sociais e aumento de salário no valor de R$ 300 linear.

Conforme o Sintect, a proposta da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) reduziria a reposição salarial para 0,8% de reajuste, o que representa R$ 13 no salário-base de carteiro.

G1

 

Federação descarta greve de caminhoneiros na Paraíba

A greve de caminhoneiros prevista para acontecer nesta quarta-feira não teve adesão dos profissionais na Paraíba. A informação foi confirmada pelo presidente da Federação dos Caminhoneiros Autônomos, Eduardo Oliveira. Segundo ele, nenhuma orientação da Confederação sobre o assunto foi repassada a ele.

A mobilização que é nacional promete ser um misto de movimento e paralisação nas estradas de todo o Brasil, devido à suspensão do julgamento sobre a constitucionalidade da tabela que prevê pisos mínimos para o frete dos caminhoneiros autônomos por parte do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli.

A categoria optou por bloquear as rodovias federais, em todo o país, neste dia. De acordo com a categoria, o protesto não tem nem data nem hora para conclusão.

O STF ainda não tem previsão para uma nova data de julgamento.

 

clickpb

 

 

Deputados federais da Paraíba criticam Greve Geral: ‘causou mais rejeição do que adesão’

Os deputados federais Pedro Cunha Lima (PSDB) e Efraim Filho (DEM) comentaram os protestos realizados na greve geral desta sexta-feira (14) convocados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) contra a reforma da Previdência Social proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“O Brasil precisa perder essa mania de fazer política partidária, um palanque político a qualquer custo, não é hora de ficar contra o país, contra o conserto de uma nação que tem 13 milhões de desempregados, que tem uma década perdida na economia, não é brincadeira o momento econômico vivemos, o drama social, as consequências desse colapso social e aí para tudo”, opinou Pedro.

O tucano ainda comentou a polêmica envolvendo a deputada estadual Cida Ramos (PSB): “houve até a utilização de um carro oficial pago pelo contribuinte para atravessar uma rua e tirar o direito de ir e vir do povo paraibano, que paga por isso. Eu lamento muito porque não é disso que a gente precisa para sair desse momento de muita dificuldade, a gente tem que consertar o Brasil”.

“É a maior demonstração da velha política, algo que já está rechaçado pela sociedade atual que não aceita mais com esse tipo de manifestação com fechamento de ruas, queima de pneus e, em alguns casos, depredação de patrimônio público, prejudicando o direito de ir e vir dos cidadãos que são intimidados por esse tipo de movimento que não tem mais adesão”, declarou Efraim.

O democrata completou: “esse tipo de greve geral era feito na década de 90, é por isso que a oposição hoje está perdendo eleição, está desatualizada, existem formas mais modernas de colocar seu posicionamento sem atrapalhar a vida de quem não se interessa por esse tipo de movimento. Foi um tiro pela culatra, um tiro no pé porque causou mais rejeição da sociedade do que apoio”.

Yves Portal

 

 

 

Petroleiros rejeitam proposta da Petrobras e devem aderir à greve geral

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que a categoria vai aderir à greve geral de 14 de junho e está rejeitando em assembleias a contraproposta da Petrobras para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020. Até 6 de junho, os petroleiros realizam assembleias para votar se aceitam a proposta da estatal de não fazer ajuste salarial este ano e nem ajustar benefícios, além de propor mudanças em cláusulas conquistadas nos últimos anos.

“De norte a sul do País, o recado aos gestores da Petrobras está ecoando de forma unitária e vibrante: a categoria vai se mobilizar para garantir os direitos conquistados e impedir o desmonte da empresa”, afirma a FUP em seu site.

A estatal alega que apesar de ter melhorado seu balanço em relação aos últimos anos, ainda está com indicadores financeiros abaixo de suas concorrentes do setor. A Petrobras alega que entre 2003 e 2014 os empregados tiveram um ganho real de 51%, e por este motivo quer manter os salários sem ajuste.

Entre as reivindicações da categoria está o aumento salarial equivalente ao Índice de Custo de Vida do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio Econômicos (ICV-Dieese), acumulado entre 1º de setembro de 2018 e 31 de agosto de 2019 e o reajuste de 2020 do acumulado entre 1º de setembro de 2019 e 31 de agosto de 2020. No acumulado nos 12 meses até abril deste ano, o ICV-Dieese registrou alta de 4,45%, abaixo do acumulado pelo IPCA, índice oficial da inflação do governo, de 4,94% no mesmo período.

Veja