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Como comunicar a gravidez no local de trabalho

(Crédito: Fotolia)
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Comunicar a gravidez no local de trabalho não deveria ser motivo para insegurança ou apreensão entre as mulheres. Infelizmente, alguns gestores mudam de comportamento com a funcionária depois que ela comunica que está grávida.

Foi isso o que aconteceu com a diretora jurídica P.E., 35 anos, mãe de duas meninas _uma de 3 e outra de 6 anos. Ela foi transferida de um projeto de destaque em uma multinacional assim que avisou a chefia sobre sua gestação.

Segundo ela, o trabalho dos seus sonhos foi parar nas mãos de um colega do sexo masculino. O projeto foi premiado, o colega ficou com todos os créditos e ela não recebeu nenhum reconhecimento pelo trabalho.

“Fiquei frustrada pelo fato de o projeto ser transferido para um colega que tinha acabado de entrar na empresa pelo simples fato de eu estar grávida”, diz P., que pediu para não se identificar.

“Fiquei com sensação ruim, de algo que foi tirado de mim. Entendo que eu sairia de licença, mas poderiam ter reconhecido minha participação de alguma forma. Foi meio como se fosse uma punição por eu ter ficado grávida, por ficar de licença.”

O relacionamento com alguns colegas também mudou. “Além de tirarem a minha posição naquele trabalho, ainda fiquei com medo de perder o espaço que levei anos para conquistar quando retornasse da licença-maternidade”, relata a advogada.

A executiva ainda ficou mais alguns anos nessa empresa antes de trocar de emprego. Quando  ficou grávida da segunda filha, fazia seis meses que ela havia feito a mudança de companhia.

“Fiquei muito nervosa, tinha acabado de entrar na empresa. Fiquei alguns dias sem dormir pensando em como ia contar”, diz a advogada.

Ela tinha dois chefes, um brasileiro e um americano. “Com o brasileiro foi tranquilo. Com o americano, deu pra sentir que ele não gostou. Senti cinismo e hostilidade na sua voz. É uma coisa muito velada, nunca é escancarada. Mas ele não foi bobo de falar nada, pois sabe que não pode fazer discriminação.”

Para a advogada, o principal problema é a forma como as empresas diferenciam homens de mulheres quando o assunto é família.

“O mundo do trabalho é injusto e cruel para as mulheres. As mães sofrem uma pressão que os homens não sentem. A mulher fica grávida, mas o filho  e as responsabilidades são dos dois. Falta as empresas se conscientizarem e tratarem os dois a mesma forma. A mulher avisa o chefe que está grávida e recebe uma cara de desânimo. O homem fala que vai ser pai e todo mundo fica feliz.”

Apesar da implicância do chefe americano, P. não perdeu o emprego. Mas afirma que no mundo ideal ela não deveria ter ficado noites sem dormir com medo de dar a notícia da gravidez aos chefes.

“Eu não precisava ter sofrido tanto. Hoje não perderia nenhuma noite de sono com essa preocupação. Mas também não me imagino com uma carreira executiva em uma multinacional com três filhos. Essa é uma preocupação que os homens não têm”, afirma ela.

Como dar a notícia da gravidez ao chefe então? A analista comportamental e coach Tayná Leite diz que neste momento, menos é mais. “Basta um comunicado simples: ‘Estou grávida, esta é a previsão de parto’ e basta.”

Segundo ela, não existe um momento ideal para fazer o anúncio –o que importa é que aconteça quando a gestante se sentir confortável para compartilhar a notícia.

Se a funcionária ainda não estiver grávida, mas tiver tomado a decisão de engravidar, não é necessário antecipar o desejo de aumentar a família para os colegas do escritório.

“Além de ser muito pessoal, tentar engravidar não é sinônimo de conseguir”, aconselha. “Além disso, a mera informação de estar com a intenção de engravidar já pode trazer prejuízos para a profissional, que muitas vezes pode ser excluída de projetos e desconsiderada para promoções, sendo duplamente penalizada.”

Para quem chefia uma mulher grávida, Tayna recomenda ter compreensão “A gravidez de uma mulher é um evento ainda erroneamente tido como individual –como se fosse só dela a responsabilidade por aquela crianç – e isso dificulta muito o jogo”, conclui a analista comportamental.

7 mitos que toda mulher acredita na gravidez

 

gravidezQuando uma mulher fica grávida, várias coisas mudam na vida da futura mamãe. Além dos cuidados que se deve tomar, existem outras coisas que aparecem a deixando mais preocupada. Dentre essas coisas, algumas são consideras mitos pelos médicos.

Pesando nisso, separamos alguns desses mitos para você:

1. Desejos de grávidas

É um dos mais famosos mitos que sempre são ouvidos pelas futuras mamães e papais. A ideia de que o bebê nascerá com uma mancha na pele se a gestante não ingerir determinado alimento é completamente absurda e sem qualquer fundamento.

2. Bebê cabeludo

Quando a futura mamãe sente azia, significa que o bebê será cabeludo. O mito antigo não possui base científica e não deve ser levado a sério. A irritação e possíveis desconfortos no estômago normalmente estão relacionados a alterações hormonais.

3. Sexo na gravidez

Ao contrário do que muitos pensam, fazer sexo durante a gravidez não prejudica o bebê e o pênis não incomodará o feto. Seguindo pequenas regras e posições específicas, especialmente nos últimos meses de gestação, o casal pode transar tranquilamente.

4. Sexo do bebê pelo formato da barriga

O mito de que barriga pontuda indica gravidez de menino e redonda significa gravidez de menina não possui relevância científica.

5. Comer por dois

O período normalmente pode deixar a mulher com mais fome, mas não significa a necessidade de exagerar nos pratos ou forçar o apetite. Manter um cardápio equilibrado e o peso sob controle, aliás, é mais saudável para a mãe e para o bebê.

6. Gatos na gravidez

Além de ser cruel abandonar o animal de estimação, ele não é responsável por transmitir doenças se vive dentro de casa e está com a vacinação em dia.

7. Exercícios físicos

Com orientação médica e acompanhamento, a gestante só terá benefícios em manter o corpo ativo.

Fonte: Bolsa de Mulher

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Existem diferenças na gravidez de menino e de menina

meninoNovo estudo feito na Austrália prova que meninos, aparentemente, podem causar mais problemas do que as meninas quando ainda estão no útero da mãe. Segundo a pesquisa, que levou em conta quase 600 mil nascimentos entre 1981 e 2011, foi descoberto que complicações mais sérias na gravidez são mais frequentes em mulheres grávidas de meninos.

Considerando o tempo de gestação, os meninos são definitivamente mais apressados! Comparados às meninas, eles têm 27% de chances a mais de nascerem prematuros entre a 20ª e 24ª semana de gestação. Quando a 30ª semana se aproxima, o risco de nascimento aumenta em 24%. Já, nas 34ª a 36ª semanas, as probabilidades aumentam em 17%.
Falando sobre diabetes gestacional e pré-eclâmpsia, os riscos também são maiores em mulheres que esperam meninos.

 

“O sexo do bebê pode estar associado diretamente a essas complicações na gravidez,” comenta a autora do estudo Petra Verburg, do Instituto de Pesquisa Robinson da Universidade de Adelaide na Austrália. Ela acrescenta que, enquanto as causas disso não são descobertas, “são grandes as chances de ser tudo culpa da genética”.

Uma explicação possível, de acordo com a coautora Claire Roberts, outra pesquisadora do mesmo instituto, é que a placenta (que nutre o feto em desenvolvimento) é diferente se o bebê for um menino ou uma menina.

“A placenta é extremamente importante para o sucesso da gravidez”, diz Claire. “Nós acreditamos que a diferença de sexo e a relação com a placenta estão sendo comprovadas. O próximo passo é entender as possíveis consequências dessa diferença e como elas influenciam na gravidez”, esclarece ela.

Pensando nisso, cuidados diferenciados podem ser estabelecidos para as mães, a depender do sexo do bebê. “Nossos resultados indicam que podem existir intervenções específicas quando se espera um menino ou uma menina”, explica Petra. “Estamos investigando outros fatores que podem gerar essas complicações na gravidez”.

Enquanto isso, o conselho para as mulheres grávidas de meninos é o mesmo que para todas: comer direito, não fumar e se exercitar.

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Como amenizar o inchaço durante a gravidez?

gravidezAs impressões das grávidas sobre o inchaço durante a gestação variam: parecia um balão, fiquei igual a um planeta, meu pé era de um elefante, estava como um pão saindo do forno. Segundo o ginecologista Gustavo Ventura Oliveira, a retenção de líquido, esse mal que acomete muitas grávidas, ocorre porque os hormônios da gestação promovem uma grande modificação no organismo materno, como uma maior quantidade de sangue circulando, o ganho de peso e a alteração na filtração dos rins.

“O inchaço – ou edema – é comum na gestação, mas é preciso que o médico, durante as consultas de pré-natal, afaste outras doenças, como anemia, diabetes gestacional, alteração cardíaca, renal, no fígado e hipertensão na gestação, que é a pré-eclâmpsia, doença que pode provocar o parto prematuro trazendo riscos para a gestante e o bebê”, diz o especialista.

Esse foi o caso de Maria Beatriz Luminati, que, com 33 semanas, descobriu que estava com pressão alta. “Cortei o sal, fiquei de repouso e fiz sessões de drenagem linfática. No meu caso, o remédio para controle da pressão também ajudou”, diz.

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Segundo o médico Gustavo Ventura, o ganho de peso excessivo é o principal fator de risco para o inchaço. “Portanto uma dieta equilibrada, com restrição de sódio e com boa oferta hídrica, além de atividade física regular, pode auxiliar a prevenir essa queixa”.

O quadro de inchaço de Laís Caldeira começou a partir das 28 semanas e foi se agravando até o final de gestação – e ainda persistiu por quase um mês após o parto. Ela optou por cortar o sal, o açúcar e passou a tomar quase cinco litros de água por dia. “Voltei para a ioga e fazia alongamento todo dia de manhã. Colocava os pés para cima à noite, deitada no chão com as nádegas na parede”, conta.

De olho no prato

O nutrólogo Fernando Bacalhau explica que as gestantes precisam redobrar a atenção com a alimentação e controlar a ingestão de sal, que leva à retenção de líquido. “Seu consumo deve ser moderado durante os noves meses.”

Segundo o especialista, o recomendado é apostar nos alimentos diuréticos e evitar embutidos e processados, em conserva – como azeitona, pepino, alcaparra –, queijos amarelos, carnes defumadas, temperos industrializados e refrigerantes.

Obrigatório no cardápio

– Vegetais verde-escuro: ricos em magnésio, clorofila e antioxidantes que ajudam na circulação sanguínea. Inclua de quatro a cinco porções por dia.
– Alface, tomate, pepino, cenoura, aipo, chuchu e espinafre: diuréticos e ajudam o organismo a eliminar os líquidos. Consuma diariamente.
– Frutas: uva, maçã, maracujá, limão, pêssego e abacaxi também não podem faltar na alimentação da gestante. Além de ajudarem na manutenção do peso, as frutas são diuréticas.
– Chás: capim-limão, dente-de-leão: são diuréticos, colaboram para o bom funcionamento dos rins e ainda estimulam a eliminação dos líquidos acumulados no corpo.
– Banana, granola, damasco, ameixa: carboidratos complexos que ajudam a regular o organismo e mantêm o açúcar mais tempo no sangue, promovendo energia.

Dicas

“Eu passava cremes com cânfora e mentol e ficava com as pernas em descanso para cima por uns 20 minutinhos todos os dias”, diz Caroline Munhoz.
“Eu não inchei, porque fazia hidroginástica para gestante de segunda a sexta. E usei meia de compressão média 3/4 todos os dias”, diz Cristina Yassuda.

Vital

Governo do Estado ressalta importância da penicilina na prevenção da sífilis durante gravidez

sifilisA Secretaria de Estado da Saúde, por meio da Gerência Operacional de DST/Aids e Hepatites Virais, divulga recomendações para a prevenção da sífilis congênita através do uso da penicilina benzatina durante a gestação, de acordo com a Portaria Nº 25, de 8 de junho de 2015. Esta portaria torna pública a decisão de recomendar a manutenção, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), da penicilina benzatina para a prevenção da sífilis durante a gravidez.

“Devido ao desabastecimento da penicilina em vários locais do Brasil, devido à falta de matéria-prima no mercado mundial, muitos profissionais estavam trocando a medicação no tratamento da sífilis, porém, a portaria do MS ressalta que, para gestante tem que ser administrada a penicilina, pois é a única medicação que trata tanto a mãe quanto o bebê”, explicou a chefe do Núcleo de DST/Aids e Hepatites Virais da SES, Joanna Angélica Ramalho.

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A SES recomenda que os municípios que ainda dispõem da Penicilina G Benzatina priorizem esta medicação para o tratamento da gestante com sífilis. “Estamos solicitando, ainda, que os municípios nos informem sobre a disponibilidade desta medicação através dos e-mails dstaidspb@gmail.com e joanaspb@hotmail.com”, concluiu Joanna.

Secom-PB

Anticoncepcional masculino é método revolucionário de prevenir a gravidez

Pesquisadores encontraram uma técnica revolucionária, para prevenir a gravidez, que vai mudar a vida de todo mundo. O Vasalgel é um contraceptivo injetável que permite que homens tenham relações sexuais sem o risco de engravidar a parceira.

Segundo a Parsemus Fountadion, organização sem fins lucrativos norte-americana que trabalha na produção do produto, o remédio não é usado em doses diárias, mas em uma única aplicação não hormonal, reversível, que funciona por até 10 anos! Se o homem decidir virar pai, basta uma injeção de bicarbonato de sódio (feita em laboratório) para dissolver o gel e os espermatozóides voltam a seguir o seu caminho.

COMO FUNCIONA
O médico injeta uma gota do gel contraceptivo no canal deferente (o tubo que transporta o esperma), localizado abaixo da pele de cada testículo, que bloqueia a passagem do esperma. Não se assuste! O local é anestesiado para receber a injeção.

Parsemus_Home_Vasalgel.jpg

O Vasalgel, patenteado pelos americanos, é inspirado no contraceptivo RISUG (Inibição Reversível de Esperma Sob Supervisão, na tradução original), que age de maneira parecida e foi desenvolvido há mais de 30 anos por um professor de engenharia biomédica do Instituto Indiano de Tecnologia chamado Sujoy Guha. Os testes realizados pelo indiano provam que o RISUG não tem efeitos colaterais e funciona com quase 100% de eficácia.

A principal diferença entre os dois é a instabilidade química. O RISUG, quando guardado dentro de uma seringa, tinha seu componente acidificado, deixando o gel inicial diferente do encontrado na seringa depois de uns anos. O Vasalgel já utiliza o subproduto ácido como a matéria prima da injeção. Os pesquisadores garantem que ele tem a mesma eficácia do seu antecessor.

O grande desafio é conseguir patrocínio para o desenvolvimento do projeto. Por ser um procedimento rápido e super barato (uma injeção custaria muito menos do que um DIU de US$ 800), o Vasagel não atrai os olhares da indústria farmacêutica.

A ideia é importantíssima para reforçar a necessidade da divisão de responsabilidade entre homens e mulheres na hora do sexo, evitar a gravidez na adolescência e a diminuição no número de mulheres se arriscando em clínicas clandestinas por conta da gravidez indesejada. Além disso as mulheres desse mundão não precisariam mais se entupir de hormônios. Tem coisa melhor?

Fonte: SOS Solteiros/Uol

12 sintomas da gravidez

Getty Images
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Muitos dos sintomas da gravidez podem ser facilmente confundidos com outras condições. “Não existe um sintoma específico da gravidez. Eles são sugestivos”, afirma Eduardo Cordioli, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein. Ou seja: estes sintomas sugerem algum outro estado do corpo, não necessariamente uma gestação.

Não é incomum, também, estar grávida e confundir os sintomas com tensão pré-menstrual. “Os primeiros sintomas podem começar a aparecer a partir de uma semana antes da menstruação”, afirma a ginecologista e obstetra Denise Coimbra.

O atraso menstrual costuma ser o ponto de partida. A partir dele, a mulher nota outras reações, como inchaço e dor nos seios, leves cólicas no baixo ventre e enjoos, entre outros sintomas comuns, listados abaixo.

 

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Mas a confirmação de uma gravidez só pode ser feita com um exame adequado, indicado por seu médico. “A mulher deve procurar um ginecologista para entender o que está acontecendo com o seu corpo”, recomenda João Antonio Dias Junior, médico do Centro de Reprodução do Hospital Sírio Libanês.

1. Atraso menstrual
Por que acontece? O organismo interrompe a menstruação a fim de preparar o útero para o feto.
O atraso menstrual nem sempre indica gravidez. Também pode ser sintoma de alterações hormonais, estresse e perda ou ganho de peso.

 

2. Inchaço e dores nos seios
Por que acontece?
 O corpo passa a produzir hormônios que irão estimular a produção de leite. É um sintoma precoce.
O inchaço e as dores nos seios nem sempre indicam gravidez. Podem ser sintomas de TPM e alterações hormonais em função do uso de pílulas anticoncepcionais.

 

3. Aumento da frequência urinária
Por que acontece?
 É resultado da ação da progesterona no corpo e da pressão exercida pelo útero sobre a bexiga.
O aumento da frequência urinária nem sempre indica gravidez. Também pode ser sintoma deinfecção urinária (quando acompanhada de dor), uso de medicamentos diuréticos e diabetes.

 

4. Cólicas
Por que acontece? 
O útero está se adaptando para abrigar o embrião. Algumas mulheres ignoram este sintoma, já que ele pode ser associado à menstruação.
Cólicas nem sempre indicam gravidez. Também podem ser sintomas de menstruação e infecções intestinais, entre outros.

 

5. Sangramento
Por que acontece?
 É resultado da implantação do embrião no útero. Pode passar despercebido para algumas mulheres, principalmente se for leve.
O sangramento nem sempre indica gravidez. Também pode ser sintoma de menstruação, ferimento interno, infecção ou alterações hormonais.

 

6. Escurecimento dos mamilos
Por que acontece?
 Devido à ação dos hormônios que mantêm a gestação.
O escurecimento dos mamilos nem sempre indica gravidez. Também pode ser sintoma de disfunção hormonal.

 

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A confirmação da gravidez depende de uma consulta e exames indicados pelo médico

 

7. Náuseas e enjoos
Por que acontece?
 Está relacionado às alterações de olfato e paladar comuns durante a gestação, além da questão hormonal. Algumas mulheres podem se sentir enjoadas nas primeiras semanas após a concepção, enquanto outras só sentem este sintoma após o terceiro mês de gravidez.
Náuseas e enjoos nem sempre indicam gravidez. Também podem ser sintomas de intoxicação alimentar, viroses, infecções bacterianas, entre outros.

8. Fadiga e cansaço
Por que acontece? 
Devido às alterações hormonais no corpo, como o aumento do hormônio progesterona, responsável pela manutenção da gravidez.
Fadiga e cansaço nem sempre indicam gravidez. Também podem ser sintomas de estresse, exaustão, resfriado ou gripe.

9. Desejos diferentes
Por que acontece? 
Os hormônios também são responsáveis por desejos de determinados alimentos – e aversão por outros – ao longo da gravidez. Pode também indicar a necessidade de repor algum nutriente em falta no corpo da mulher.
Desejos ou aversão por alimento nem sempre indicam gravidez. Também podem ser sintomas de TPM, ansiedade e falta de nutrientes, entre outros.

10. Dores de cabeça
Por que acontece?
 O fluxo sanguíneo passa a ser mais intenso no período da gestação.
Dores de cabeça nem sempre indicam gravidez. Também podem ser sintomas de TPM, exaustão, resfriados ou gripes, entre outras doenças.

 

11. Variações de humor
Por que acontece? 
Os hormônios, que preparam o corpo para o desenvolvimento do bebê, também provocam as alterações de humor.
Variações de humor nem sempre indicam gravidez. Também pode ser sintomas de TPM, estresse, desgaste físico e mental, problemas psicológicos.

 

12. Tonturas e desmaios
Por que acontece? 
Durante os primeiros meses de gravidez, a pressão sanguínea da mulher pode cair. Este não é um sintoma frequente.
Tonturas e desmaios nem sempre indicam gravidez. Também podem ser sintomas de pressão baixa, hipoglicemia e problemas cardiovasculares, entre outros.

 

Fontes: Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano de São Paulo; Eduardo Cordioli, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein; Denise Coimbra, ginecologista e obstetra; João Antonio Dias Junior, médico do Centro de Reprodução do Hospital Sírio Libanês.

Altos níveis de colesterol podem dificultar gravidez

gravidasA pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Saúde, Universidade de Buffalo e Universidade Emory, nos Estados Unidos, constatou que mulheres demoram mais para engravidar se elas ou os maridos têm colesterol alto. “Nossos resultados sugerem que quem deseja ter um filho precisa ter um nível de colesterol aceitável”, diz Enrique Schisterman, coautor da pesquisa.

Participaram do estudo 501 casais que tentavam engravidar sem tratamento, de 2005 a 2009. Todos faziam parte de um estudo que examinava a relação entre fertilidade e exposição a produtos químicos e estilo de vida. As mulheres tinham de 18 a 44 anos, e os homens, mais de 18 anos. Os participantes foram acompanhados até a gravidez ou um ano de tentativa.

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A partir de amostras de sangue retiradas dos voluntários, os pesquisadores mediram o nível de colesterol livre, sem diferenciá-lo por frações como HDL e LDL, popularmente como colesterol “bom” e “ruim”, respectivamente. A tese dos pesquisadores é de que o colesterol está relacionado à fertilidade por ser utilizado na produção de hormônios sexuais, como a testosterona e o estrogênio.

Os pesquisadores constataram que os casais que não conseguiam engravidar durante o estudo apresentavam as maiores concentrações. “O alto nível de colesterol não só aumenta os riscos de doenças cardiovasculares, como reduz as chances de um casal engravidar”, diz Schisterman.

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Mulher viciada em gravidez já doou três de seus filhos e garante que vai continuar engravidando

Uma mulher viciada em gravidez afirma que não vai parar de ter filhos enquanto seu ventre aguentar. Ela doou três deles nos últimos dois anos.

Tara Sawyer, de 37 anos, já deu à luz sete bebês. Quando não está grávida, ele sente-se com um vazio.

A mulher conta que não tem planos de parar de ter bebês para outras pessoas. Por lei, ela tem direito a cerca de R$ 45 mil em despesas por conta da “barriga de aluguel”, mas ela dispensa esse tipo de ajuda já que engravida apenas por conta da emoção que sente

Tara começou a planejar sua próxima gravidez apenas algumas semanas de dar à luz a gêmeos, em janeiro deste ano. Ela pretende estar grávida novamente até o final de 2014.

 

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Tara Sawyer

Tara Sawyer é viciada em gravidez é só pretende parar quando seu ventre não aguentar mais.

O primeiro bebê de aluguel que deu à luz há dois anos era biologicamente sua filha, mas ela não sentia amor algum pela criança. “Eu não me sinto triste em entregar uma criança que nunca foi minha”, contou.

Na última gravidez, o parto foi realizado com 29 semanas por conta de complicações na placenta dos gêmeos. A mulher que foi adotada quando criança, viu na “barriga de aluguel” uma forma de dar aos pais que não podem ter filhos a oportunidade de construírem suas famílias.

A ideia agora é ajudar um casal homossexual a ter seu próprio filho.

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