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Entenda a vontade frequente de urinar na gravidez

Dr. Alberto Guimarães explica sobre o xixi na gestação

A vontade constante de urinar pode começar logo no início da gestação. Muitas vezes, é um dos sintomas que ajudam a mulher a identificar a gravidez. Inicialmente, é consequência do aumento do volume do útero.

“A partir da 35ª semana, as futuras mamães sentem muita urgência em fazer xixi e em períodos curtos. A culpa é do hormônio (HCG), que aumenta o fluxo sanguíneo na área pélvica e para os rins que se tornam mais eficientes durante a gravidez, ” informa o Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo.

Nas duas últimas semanas, a frequência se intensifica por causa do encaixe da cabeça do bebê na bacia da mãe, o que é chamado de “queda do ventre, pois a bexiga é comprimida pelo útero conforme ele aumenta de tamanho para suportar o crescimento do bebê.

“O útero em crescimento também é um pouco responsável pelas corridas ao banheiro pois ele exerce pressão na bexiga, dando menos espaço para armazenar o xixi,” complementa o médico.

Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

Assessoria

 

 

Médico alerta para cuidados contra a Hanseníase na Gravidez

A hanseníase é uma doença crônica e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que se multiplica lentamente, levando a sintomas que podem demorar até 20 anos para aparecer. Ela afeta principalmente os nervos periféricos e está associada a lesões cutâneas características. Sem tratamento, pode causar danos aos nervos, demonstrados por fraqueza nas mãos e pés e pela presença de deformidade visível. Embora a doença seja completamente curável, com uma terapia que é gratuita, a demora em iniciar o tratamento pode levar à incapacidade permanente.

O Brasil concentra mais de 90% dos casos de hanseníase da América Latina, sendo o segundo país no mundo com a maior incidência, ficando atrás apenas da índia. Janeiro é o mês escolhido para a conscientização sobre a doença.

O ginecologista e obstetra Dr. Alberto Guimarães explica sobre a Hanseníase durante a gravidez:

Que problemas a hanseníase durante a gestação pode trazer à mãe e ao bebê?

A hanseníase começa de uma forma aparentemente inocente, com uma alteração na pele, e o desfecho pode levar a grandes mutilações, por isso quando um infectado era identificado ele era isolado, porque as pessoas começam a perder partes do corpo devido ao processo de atrofiamento e deformação, o que acabava causando uma segregação, sem o convívio com a sociedade.

Como é o tratamento da doença quando a paciente está grávida?

Como é uma doença que avança de uma maneira lenta e gradual, muitas pessoas que nem sabem que tem hanseníase acabam engravidando. Caso o diagnóstico seja feito durante a gestação, a principal questão é o tratamento que envolve vários medicamentos e que podem ter alteração no bebê, mas isso depende da fase que foi feito esse diagnóstico e do momento e que se inicia o tratamento. O tratamento da hanseníase dentro e fora da gravidez é o mesmo, com polimendicação, ou seja, a utilização de vários medicamentos.

Como a gestante pode evitar a hanseníase?

A hanseníase é transmitida principalmente por meios respiratórios, então é importante para a mulher – e não só a gestante – evitar os grandes conglomerados, a convivência em espaços com pouca ventilação, ou lugares aonde as pessoas não tem muita higiene. Uma abordagem interessante seriam campanhas que pudessem lembrar as pessoas que a hanseníase continua existindo, mesmo que a gente viva em um momento onde o Zika Vírus exige muitos recursos para descobrir como lidar com esse vírus, no Brasil ainda existem mais de 30 mil casos de hanseníase novos por ano e que passam despercebidos. É necessário que as pessoas estejam atentas ao seu próprio corpo e principalmente lembrar que manchas na pele e diminuição de sensibilidade (térmica, dolorosa e tátil) são situações que precisam ser investigadas. Se for feito o diagnóstico, a pessoa tem que entender a importância de ser tratado, geralmente o tratamento é longo, dependendo da fase da doença, e não é algo que termina em uma semana ou um ano, é um acompanhamento. É interessante ficar claro essa importância do tratamento e ser indicado, caso a mulher saiba que contraiu essa doença, a esperar a cura para se engravidar.

O pré-natal de uma gestante com hanseníase deve ser diferenciado?

O pré-natal de uma mulher que tem hanseníase será sim diferenciado, já que dependendo da gravidade da doença podem existir sequelas na criança. Na hanseníase a questão começa pela pele, mas o bacilo causador da doença tem preferência por atacar os nervos periféricos e a partir disso começam as outras complicações, inclusive a doença pode comprometer a visão por conta da alteração do nervo ótico, atrofiar músculos, alteração da movimentação. Além da pessoa também perder a autoestima e acabar se isolando, devido à essas situações. Durante o pré-natal, são tomados cuidados gerais para diminuir estas complicações referentes ao ataque dos bacilos nos nervos periféricos da mãe.

O recomendado é que a mulher que tenha hanseníase espere estar curada para engravidar, porém, muitas mulheres engravidam nesse período, e o Brasil tem mais de 30 mil casos de hanseníase por ano, segundo a OMS. O que contribui para esse cenário, na sua opinião?

São vários os fatores que contribuem para que a hanseníase não seja erradicada no Brasil. A hanseníase é o que chamamos de “doença silenciosa”, então ela começa na pele, de forma pouco perceptível, e em embora seja uma patologia de fácil identificação médica, muitas vezes as mulheres que estão infectadas engravidam porque nem sabem que estão doentes.

Outro fator é que a doença tem um tratamento longo e muitas vezes as pessoas abandonam os remédios por não verem o resultado imediato. O que agrava ainda mais a situação é que no Brasil não há políticas públicas que incentivem o planejamento familiar, então se a mulher engravida por acidente as chances de o bebê ter como consequência doenças graves é ainda maior. A hanseníase é uma questão de saúde pública, ainda mais por se tratar de uma doença que se prolifera com mais incidência em classes sociais menos favorecidas, que vivem em espaços menores, com mais pessoas e com poucas condições de higienização.

Dr. Alberto Guimarães: ginecologista, obstetra e precursor do Parto sem Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

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Mitos e verdades sobre a gravidez

O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, autor do livro “Gestação – Mitos e Verdades sob o olhar do obstetra”, desvenda as principais dúvidas sobre a gestação:

Mulheres que tomam anticoncepcional há muito tempo não engravidam logo em seguida à suspensão do uso?

MITO: A quantidade de tempo que a mulher tomou anticoncepcional não influi em sua fertilidade. Ela pode engravidar logo após a suspensão do uso. O que ocorre é que algumas mulheres que usaram anticoncepcional por muito tempo, às vezes, ficam com os hormônios da pílula impregnados nas células de gordura. Nesses casos, mesmo com a interrupção do uso, os efeitos do contraceptivo continuam no organismo por algum tempo. Por isso, os médicos consideram normal o período de até um ano de tentativas de engravidar após a suspensão do anticoncepcional.

Mulheres atletas ou que se exercitam demais podem ter maior dificuldade de engravidar?

VERDADE: Exercícios extenuantes e muito intensos como corridas de longa distância, maratonas, entre outros, podem resultar no que se chama de “amenorreia secundária” ou ausência dos períodos menstruais. Isso ocorre quando a gordura do corpo cai a níveis inferiores aos necessários para que haja ovulação. Há mulheres que, mesmo com uma rotina de exercícios intensos, continuam a menstruar regularmente. No entanto, mulheres que queiram engravidar devem reduzir suas atividades físicas em níveis mais moderados, justamente para não haver prejuízo na ovulação

A endometriose impede a gravidez?

MITO: Não impede, mas pode dificultar. Cerca de 50% das mulheres que têm endometriose apresentam infertilidade. É fundamental entender a diferença entre infertilidade e esterilidade: uma mulher estéril não pode engravidar; uma mulher infértil tem dificuldades para engravidar.

Se a mulher tem um ciclo menstrual irregular, pode ter dificuldade para engravidar?

VERDADE: As dificuldades ovulatórias são responsáveis por cerca de 25% de todos os casos de infertilidade feminina. Se o ciclo da mulher é irregular, ela não sabe quando está ovulando, portanto não tem como indicar qual é seu período fértil para programar as relações sexuais e, assim, facilitar a concepção. O melhor a fazer é procurar o ginecologista para que o profissional investigue as causas dessa irregularidade no ciclo menstrual e possa corrigi-las. A partir do momento em que o ciclo volta a ser regular, podemos ter uma noção mais precisa.

Se as relações sexuais ocorrem todos os dias, as chances de a mulher engravidar são maiores?

MITO: A quantidade de espermatozoides diminui com a frequência das ejaculações. Normalmente, aconselha-se que, na semana que precede a ovulação, o casal que deseja engravidar tenha relações sexuais dia sim, dia não, desde que o “dia sim” caia na metade do ciclo menstrual da mulher. Dessa maneira, os espermatozoides têm mais tempo para serem repostos e as ejaculações terão maior número deles, o que facilita muito a fecundação. Portanto, para que haja concepção, não adianta o homem ter cinco, seis relações sexuais num único dia, já que na quinta ou sexta relação quase não haverá mais espermatozoides no conteúdo ejaculado.

Dr. Domingos Mantelliginecologista e obstetra – autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

Site: http://domingosmantelli.com.br

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Instagram: @domingosmantelli

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Seis hábitos que evitam enjoos na gravidez

A temida “FASE DOS ENJOOS” acontece geralmente no início da gravidez e termina após o fim do primeiro trimestre. ”O incômodo é sério e causa bastante desconforto para muitas, por isso trouxe algumas dicas práticas do que fazer para ALIVIAR os sintomas e aproveitar sua gravidez com mais tranquilidade, ” explica Dr. Domingos Mantelli, ginecologista e obstetra.

Mantenha-se hidratada! Vale água, sucos de frutas (especialmente cítricas) e água de coco;

Evite ingerir líquidos durante as refeições, isso pode agravar as náuseas;
Faça refeições menores e em maior frequência durante o dia (a cada 2h ou 3h);
O limão será seu novo melhor amigo! Pingue algumas gotinhas na boca quando se sentir enjoada;
Evite se deitar logo após as refeições. Aguarde pelo menos 15min;
Coma muita fruta cítrica! Uva verde, kiwi, laranja e até… o limão.

Dr. Domingos Mantelliginecologista e obstetra – autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

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Homem é preso por estupro após adolescente afirma relação sexual e gravidez, em Guarabira

Um homem de 26 anos foi preso na tarde desta segunda-feira (21) acusado por estupro de vulnerável, desacato, desobediência, resistência e lesão corporal, no município de Guarabira, no Agreste da Paraíba. O fato foi registrado por volta das 12h, no Conjunto Ana Kelly.

Segundo a polícia militar, o acusado estava agredindo uma adolescente e teria tirado o bebê à força do colo dela. “Ele pegou sem minha autorização e levou o bebê para um local impróprio”, disse a menor de 14 anos, que ao tentar impedir, foi empurrada e derrubada ao chão.

Durante ocorrência, os policiais militares Tenente Danilo e Cabo Rogério foram agredidos e desacatados pelo acusado e a irmã do mesmo. “Ele estava muito agressivo, resistiu à prisão e desobedeceu às determinações legais da polícia, tentando fugir pelo quintal da casa”, relatos da polícia.

A irmã do acusado, tentando impedir sua prisão veio a jogar uma cadeira na direção da guarnição, atingindo o braço e o pescoço de um dos policiais. A adolescente de 14 anos relatou que mantém relações sexuais com o acusado desde os seus 12 anos de idade, vindo a engravidar do mesmo e dar a luz, aos 13 anos.

Diante dos fatos, as partes envolvidas foram encaminhadas até a delegacia de Polícia Civil para as devidas providências.

Blog do Pedro Júnior

 

 

“Ela estava com suspeita de gravidez”, diz esposo de jovem morta em Guarabira

Rodrigo, de 22 anos, disse em entrevista a repórter Pedro Júnior (Rádio Talismã FM 99,3), que quer ajuda da polícia para desvendar a morte da sua esposa, Deysiane Taynelle, de 23 anos, encontrada morta nesta terça-feira (6), na cidade de Guarabira.

Rodrigo afirmou na entrevista que a morte da sua esposa foi uma covardia. “Sem explicação, ela não devia e nem conhecia ninguém”, disse.

Perguntado se estava sofrendo acusação, Rodrigo disse que jamais teria como fazer isso com ela. “Eu amava muito ela”, declarou.

O delegado Norival Portela do NI – Núcleo de Homicídios da 8ª DSPC, também se pronunciou e afirmou que o crime se trata de um – CVLI – Crime Violento Letal Intencional. Os familiares foram ouvidos e diligências internas e externas estão sendo realizadas no intuito de elucidar o fato.

“Estamos trabalhando no caso e o propósito é elucidar o fato e descobrir o responsável, mas dentro de um trabalho com coletas de indícios que realmente possa surtir efeitos”, frisou Portela em entrevista ao repórter Pedro Júnior.

 

portal25horas

 

 

Mulher descobre gravidez de gêmeos na hora do parto em Maternidade de Mamanguape

Um fato inusitado no Hospital Geral de Mamanguape, localizado no Litoral Norte da Paraíba, aconteceu na semana passada, mas só foi divulgado nesta segunda-feira (1). A dona de casa Ana Daniele de Souza, 31 anos, deu entrada na maternidade da unidade saúde na manhã da quinta-feira (27) já em trabalho de parto e, logo após o nascimento da criança, uma menina a quem os pais chamaram de Rebeca, o pequeno Isaac veio ao mundo, surpreendendo a todos, pois a família não fazia ideia de que se tratava de uma gestação gemelar. As crianças nasceram de parto normal, e devem receber alta nos próximos dias.

Como a família não sabia da existência do outro bebê, assim que nasceu, Isaac foi inserido na lista de beneficiados do projeto de humanização Beija-Flor, desenvolvido na unidade hospitalar. Assim, alguns minutos depois, foi providenciado um kit com o material que o pequeno necessitava neste primeiro momento.

Ainda surpresa com a novidade, a mãe Ana Daniele, moradora da Baía da Traição, conta que está bastante feliz por saber que os filhos mais novos estão bem. “Vim para Mamanguape acreditando que teria o quinto filho, uma menina. Foi um susto para mim e para meu marido saber que levaríamos mais uma criança para casa. Os médicos e enfermeiros estão nos ajudando, inclusive com doações para o nosso pequeno, pois só tínhamos roupinhas e enxoval para uma criança, mas, apesar da surpresa, somos gratos por esse presente”, contou a mãe dos gêmeos.

 

clickpb

 

 

 

Alterações hormonais da gravidez afetam a pele

Dr. Thiago Guidi dá dicas de como prevenir as estrias após a gestação

Segundo pesquisa da Universidade de Washington, publicada no “International Journal of Dermatology”,  75% das futuras mães sofrem com os melasmas, manchas escuras que costumam aparecer no rosto. Além disso, 90% das gestantes estão vulneráveis ao aparecimento de estrias na barriga e nos seios. De acordo com estudos da Universidade de Michigan de 2018, entre 50% e 90% das mulheres têm as tais marquinhas na pele.

Durante e após a gravidez é comum que apareçam estrias no corpo da mulher. Isso acontece porque a gestação provoca uma distensão na pele, gerando uma ruptura de fibras colágenas e elásticas.

“´É preciso muito paciência e compreensão nesta fase tão iluminada, algumas linhas dos corpo ficam mais escuras, as axilas, virilha e região íntima também, algumas podem apresentar espinhas, talvez uma queda de cabelo, manchas como melasma e as tão temidas estrias,” comenta Dr. Thiago Guidi, médico do Instituto Guidi.

Esse esticamento da derme geralmente ocorre em alguns lugares do corpo feminino como barriga e seios. As estrias também podem aparecer nos culotes, na região dos glúteos e na raiz das coxas. Além disso, o ganho de peso e a genética podem contribuir para o aparecimento delas.

“A maior procura por abdominoplastia (remoção de pele abdominal por cirurgia plástica) é por causa de estria, Prevenir sempre foi melhor do que remediar… Não deixe que essa fase tão importante deixe marcas desagradáveis na sua pele.” explica o médico

  • Não use bucha ou sabonetes em regiões corporais de risco como abdome e cintura;
  • Evite banhos com água muito quente;
  • Tome colágeno tipo 1 e 3 após o sexto mês de gestação;
  • Evite roupas apertadas, e dê preferência a tecidos 100% algodão;
  • Ganhe menos que 12 a 13kg, e jamais coce a pele;
  • Use hidratantes 3x ao dia e após cada banho;
  • Beba muita água.

“Outra dica é tomar colágeno em pó após o sexto mês de gestação, ele não tem risco e é recomendado por muitos ginecologistas. Não ganhar mais que 11kg, e;você pode passar hidratantes sobrepostos por B-Pantol, e óleos,” finaliza DR. Guidi

 

DR THIAGO COSTA GUIDI  – CRM: 130225-SP:

Graduado em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto;

Pós-Graduação Latu Sensu em: Medicina Estética; Laser em Medicina; Cosmiatria; e Dermatologia Estética e autor do Método Zero Estrias. https://institutoguidi.com.br/

 

 

 

Alterações hormonais da gravidez afetam a pele

Dr. Thiago Guidi dá dicas de como prevenir as estrias após a gestação

Segundo pesquisa da Universidade de Washington, publicada no “International Journal of Dermatology”,  75% das futuras mães sofrem com os melasmas, manchas escuras que costumam aparecer no rosto. Além disso, 90% das gestantes estão vulneráveis ao aparecimento de estrias na barriga e nos seios. De acordo com estudos da Universidade de Michigan de 2018, entre 50% e 90% das mulheres têm as tais marquinhas na pele.

Durante e após a gravidez é comum que apareçam estrias no corpo da mulher. Isso acontece porque a gestação provoca uma distensão na pele, gerando uma ruptura de fibras colágenas e elásticas.

“´É preciso muito paciência e compreensão nesta fase tão iluminada, algumas linhas dos corpo ficam mais escuras, as axilas, virilha e região íntima também, algumas podem apresentar espinhas, talvez uma queda de cabelo, manchas como melasma e as tão temidas estrias,” comenta Dr. Thiago Guidi, médico do Instituto Guidi.

Esse esticamento da derme geralmente ocorre em alguns lugares do corpo feminino como barriga e seios. As estrias também podem aparecer nos culotes, na região dos glúteos e na raiz das coxas. Além disso, o ganho de peso e a genética podem contribuir para o aparecimento delas.

 “A maior procura por abdominoplastia (remoção de pele abdominal por cirurgia plástica) é por causa de estria, Prevenir sempre foi melhor do que remediar… Não deixe que essa fase tão importante deixe marcas desagradáveis na sua pele.” explica o médico

Não use bucha ou sabonetes em regiões corporais de risco como abdome e cintura;
Evite banhos com água muito quente;
Tome colágeno tipo 1 e 3 após o sexto mês de gestação;
Evite roupas apertadas, e dê preferência a tecidos 100% algodão;
Ganhe menos que 12 a 13kg, e jamais coce a pele;
Use hidratantes 3x ao dia e após cada banho;
Beba muita água
.

“Outra dica é tomar colágeno em pó após o sexto mês de gestação, ele não tem risco e é recomendado por muitos ginecologistas. Não ganhar mais que 11kg, e;você pode passar hidratantes sobrepostos por B-Pantol, e óleos,” finaliza DR. Guidi

DR THIAGO COSTA GUIDI  – CRM: 130225-SP:

 Graduado em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto;

Pós-Graduação Latu Sensu em: Medicina Estética; Laser em Medicina; Cosmiatria; e Dermatologia Estética e autor do Método Zero Estrias. https://institutoguidi.com.br/

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Hipertensão requer cuidado redobrado na gravidez

Cardiologista explica como a doença funciona e qual a melhor forma de prevenir
O período gestacional envolve mudanças comuns no corpo da mulher como o aumento dos seios, ganho de peso e alterações no sono, até quadros mais sérios como elevação de pressão arterial que pode levar à hipertensão gestacional. Esta situação ocorre quando a pressão sanguínea nas artérias atinge valor igual ou maior que 140mmHg/90mmHg e pode acometer mulheres que já possuíam a doença antes de engravidar e também mulheres que possuíam pressão arterial normal até antes da gestação. A hipertensão gestacional é mais comum nos últimos três meses de gravidez, mas pode manifestar-se em qualquer período após a 20ª semana de gestação.

Segundo últimos dados do Ministério da Saúde, a mortalidade maternal caiu cerca de 56% entre 1990 e 2015, no entanto, os óbitos ainda são altos no país. A hipertensão é responsável por 13,8% das mortes maternas durante a gravidez no Brasil e acontece por diversos motivos, incluindo histórico familiar, sobrepeso, diabetes e mulheres acima dos 40 anos.

Outros fatores que podem levar à doença são a presença de doenças cardiovasculares prévias e outras doenças sistêmicas.

“Apesar de se apresentar de forma assintomática muitas vezes, existem alguns sintomas que podem ser relacionados com a condição como inchaço nos membros inferiores, dor de cabeça, dor no peito e visão comprometida. Nos casos mais graves pode ocorrer convulsão e a mulher entrar em coma”, afirma o cardiologista Diego Garcia.

Lizandra Rebergue Bani, 37 anos, descobriu a hipertensão há 10 anos após fortes dores de cabeças. A comunicóloga conta que buscou ajuda médica para investigar os sintomas e acabou recebendo o diagnóstico da doença. “Minhas dores de cabeça eram persistentes e passei a monitorar minha pressão, foi então que notei que estava muito alta”.

É fundamental buscar auxílio médico logo nos primeiros sintomas para investigar as causas e buscar o tratamento mais adequado. Para quem recebe o diagnóstico da doença e deseja ser mãe é ainda mais importante um acompanhamento médico para ter uma gravidez mais saudável possível.

Lizandra seguiu estas recomendações à risca e procurou o médico antes mesmo de engravidar para entender o que poderia ser feito, já que ela utilizava medicamentos para estabilizar a doença. “Assim que descobri ser hipertensa, iniciei o tratamento e quando decidi ser mãe já estava orientada sobre o que eu precisava fazer para seguir com a gravidez”.

Hipertensão Gestacional pode evoluir e prejudicar a saúde de mãe e filho

Em alguns casos a hipertensão na gravidez pode progredir para a pré-eclâmpsia – aumento da pressão arterial que ocorre no 3º trimestre de gestação. A condição, que acometeu famosas como Beyoncé e Kim Kardashian, atinge também cerca de 5% das gestantes brasileiras, segundo o Ministério da Saúde.

Não existem ainda evidências concretas sobre a causa da pré-eclâmpsia. Especialistas acreditam que a doença se inicia na placenta – órgão que nutre o feto durante a gravidez.

“Acredita-se que a pré-eclâmpsia ocorra como consequência das alterações endócrinos-metabólicas, vasculares e hemodinâmicas presentes na gestação”, explica o cardiologista.

Situação pode se agravar

A eclâmpsia é considerada uma complicação gerada da pré-eclâmpsia e se caracteriza principalmente por alterações neurológicas graves como convulsões e coma. Estas podem ser fatais se não forem tratadas de forma imediata

Entre os principais sintomas estão a presença de proteínas na urina, dores de cabeça persistentes, aparecimento de edemas, vertigens, sonolência e até mesmo perda de consciência.

“O tratamento e acompanhamento médico ainda é a principal maneira de controlar a doença e evitar uma das principais complicações como é o caso da síndrome HELLP, caracterizada por uma grave alteração que consiste na destruição dos glóbulos vermelhos, diminuição das plaquetas e até mesmo lesões no fígado, provocando aumento das enzimas hepáticas e bilirrubinas no exame de sangue”, explica Garcia.

“Manter um estilo de vida saudável e o bom controle de doenças crônicas são as principais medidas para quem quer prevenir a ocorrência da hipertensão arterial”, finaliza Garcia.

*Dr. Diego Garcia é medico cardiologista com área de atuação em cardiologia geral, ecocardiografia, cardio-oncologia, medicina preventiva e medicina do estilo de vida.

 

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