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CET Dantas-Unisa abre inscrições para cursos técnicos e pós-graduação em Solânea

A cidade de Solânea passa a oferecer o que muitos esperavam há anos, um centro que ofereça Cursos Técnicos e de Graduação com um preço justo. O CET Dantas (Centro Educacional Tecnológico) junto com a Unisa, já abriu inscrições para quem deseja se qualificar.

O CET Dantas está oferecendo mais de dez cursos técnicos com aulas práticas presenciais aos sábados, professores de nível nacional e laboratórios de alto nível para oferecer o melhor a seus alunos. Os cursos técnicos estão sendo oferecidos com mensalidades a partir de R$ 129,00.

Já a UNISA está oferecendo cursos de Graduação e Graduação Tecnológica nas mais diversas áreas de trabalho, sendo todos à distância com mensalidades a partir de R$ 148,00.

O CET Dantas está instalado na Escola José Menino, rua 5 de Agosto. Telefone para contato: (83) 33631260.

Confira os cursos abaixo:

Redação FN

 

 

UFPB anuncia 7.790 vagas para cursos de graduação pelo Sisu 2017.1

ufpbA Universidade Federal da Paraíba (UFPB) anunciou nesta quinta-feira (19) que vai ofertar 7.790 vagas em 123 cursos de graduação presencial por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) no período 2017.1. De acordo com a pró-reitora de graduação da instituição, Ariane Sá, do total, 3.708 vagas são ofertadas para candidatos da ampla concorrência, 3.901 vagas ofertadas para candidatos cotistas e 181 vagas para pessoas com deficiência. Em comparação com o número oferecido em 2016, o total de 2017 teve um aumento de 90 vagas.

Ainda de acordo com Ariane Sá, os cursos mais procurados da UFPB no Sisu 2016.1 foram medicina, direito, gastronomia, química, odontologia e engenharia civil.

Para concorrer às vagas disponibilizadas na UFPB os candidatos devem realizar sua inscrição no site do Sisu.

Conforme calendário divulgado pelo Ministério da Educação, as inscrições começam a partir do dia 24 e se encerram em 27 de janeiro. A previsão é que as matrículas sejam efetuadas nos dias 3, 6 e 7 de fevereiro. De 30 de janeiro a 10 de fevereiro, é o período previsto para aderir à lista de espera, também pela página do Sisu.

A nota do estudante no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai ser o principal critério de seleção dos candidatos inscritos. Para participar do processo seletivo, o candidato não pode zerar a prova de redação. Os participantes têm o direito de escolher até duas opções de curso, em ordem de preferência, indicando qual a modalidade de concorrência.

Os selecionados devem ficar atentos ao prazo, aos horários de atendimento da UFPB  e aos documentos necessários para efetuar matrícula no SiSU 2017. A lista com os documentos pode ser conferida no portal da UFPB.

G1 PB

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Quase metade dos alunos que entraram na graduação em 2010 desistiram do curso

sala-de-aulaQuase metade dos estudantes (49%) que entraram no ensino superior em 2010 desistiram do curso escolhido. Os dados fazem parte de um levantamento do Ministério da Educação que acompanhou a trajetória de estudantes das redes pública e privada ao longo de quatro anos. Foram monitorados os alunos que permaneceram no mesmo curso de ingresso entre os anos de 2010 e 2014.

A taxa de desistência dos estudantes em 2014 foi de 49% e a de conclusão, 29,7%. Cerca de 21% dos estudantes que entraram em 2010 permaneciam nas universidades em 2014.

Segundo o levantamento, as taxas de desistência de curso crescem ao longo dos anos de estudo. No primeiro ano do curso (2010), 11,4% dos matriculados desistiram. No ano seguinte (2011), o percentual subiu para 27,1%. Em 2012 foi de 36% e no penúltimo ano (2013) chegou a 43%.

Os dados fazem parte do Censo da Educação Superior 2015. Esta é a primeira vez que o Ministério da Educação divulga informações relativas à trajetória dos estudantes.

Na avaliação do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Paulo Barone, a desistência elevada na educação superior pode ser motivada pela oferta de curso com modelos ultrapassados e também pela falta de flexibilidade para que os estudantes mudem de curso dentro das instituições.

“Está claro que existe um desajuste entre a oferta de educação superior no Brasil e o interesse dos estudantes, tendo em vista que os indicadores de evasão e de abandono de curso e todos os outros que indicam a não conclusão dos programas originalmente cursados são muito evidentes”, disse Barone. “Possivelmente, isso tem relação com modelos de cursos que são ultrapassados, desenhados essencialmente para um país que não existe, num mundo que não existe mais há muito tempo”, completou durante coletiva para divulgar os dados do Censo.

“Os sistemas de escolhas para os estudantes brasileiros é muito estrito, depois que o estudante faz um vestibular com uma maratona maluca para ingressar num certo curso superior, ele tem uma enorme dificuldade de migrar para outro. As alternativas flexíveis poderiam solucionar em grande parte essa dificuldade.”

A desistência é um pouco maior na rede privada. Enquanto nas universidades particulares a taxa é de 52,7% ao final dos quatro anos, na pública é de 42,6%. Dos estudantes que foram monitorados nas instituições privadas entre 2010 e 2014, 31,3% concluíram o curso ao final desse período. Na pública, foram 22,5%.

Na análise de cursos das redes públicas e privadas que têm maior número de estudantes matriculados, direito teve taxa de desistência de 48,1%, pedagogia de 39,6% e as engenharias de 56,4%.

Agência Brasil

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Ciência sem Fronteiras muda e deixa de fora estudantes da graduação

ciencias-sem-fronteiraO Ministério da Educação vai deixar de financiar intercâmbios de universitários da graduação em instituições estrangeiras e passará a oferecer bolsas para estudantes do ensino médio de escolas públicas aprenderem outro idioma fora do Brasil.

“A ideia é contemplar estudantes pobres e de escolas públicas, que tenham bom desempenho e que possam passar um período no exterior, sobretudo, para o aprendizado de um outro idioma”, disse ao Blog o ministro da Educação, Mendonça Filho.

Deputado federal pelo Democratas de Pernambuco, Mendonça é o único representante de sua legenda na Esplanada.

Ao acabar com o Ciências sem Fronteiras para a graduação, o ministro acredita que ajudará a destinar verbas federais para uma parcela da população que realmente aproveitará de maneira mais eficaz a experiência de passar 1 ano no exterior.

Mendonça Filho contou que ouviu relatos sobre estudantes da graduação que se dedicavam pouco aos estudos e aproveitavam o tempo para somente viajar durante o intercâmbio.

Havia também o problema da não equivalência de disciplinas entre os cursos de outros países e os do Brasil. Isso tornava o ano acadêmico internacional muitas vezes inaproveitável para efeitos curriculares.

O ministro relata também ter ficado surpreso ao saber que os gastos com as bolsas da graduação no Ciência sem Fronteiras eram iguais aos do programa de alimentação escolar para os alunos da educação básica em escolas públicas de todo o Brasil. Cada despesa custava R$ 3,7 bilhões por ano (dados de 2015).

ciencia-sem-fronteiras-reproducao-22-jul-2016

Como se observa no quadro acima, o governo federal gastou R$ 105,7 mil por estudante do Ciência sem Fronteiras contra R$ 94,6 por aluno com merenda escolar. “Uma diferença assim me parece insustentável e não pode continuar”, disse Mendonça Filho.

Essa guinada do Ciência sem Fronteiras também está de acordo com a pretensão do presidente interino, Michel Temer, de tentar reforçar programas sociais para a população menos favorecida. Essa fórmula tem o objetivo de tentar descolar do Planalto a imagem de que o governo do peemedebista eliminará as políticas adotadas pelas administrações do PT.

Outro programa semelhante anunciado nesta semana é o Criança Feliz, vinculado ao Desenvolvimento Social e Agrário. Com custo anual de R$ 2 bilhões, 80 mil “visitadores” farão acompanhamento presencial a filhos de até 3 anos de beneficiários do Bolsa Família.

Antes, o governo Michel Temer já havia anunciado o reajuste médio de 12,5% no Bolsa Família —equivalente a R$ 295,1 milhões a mais para os favorecidos pelo programa.

NOVA GRADE DO ENSINO MÉDIO
O ministro da Educação afirmou também que pretende fazer mudanças no ensino médio já em 2017. O objetivo da reforma é dar ao estudante autonomia para eleger as matérias pelas quais tem mais interesse.

Mendonça Filho disse que a flexibilização da grade tende a diminuir a evasão escolar e a tornar o ensino médio mais técnico. Segundo o MEC, 15,7% dos jovens de 15 a 17 interromperam os estudos.

Essa mudança na grade depende da aprovação de uma lei ordinária pelo Congresso. O assunto já foi tratado por Mendonça Filho com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que estaria a favor da flexibilização.

Para o ministro, o assunto não enfrentará resistência no Legislativo.

CUSTOS DO ENEM
O Exame Nacional do Ensino Médio não terá alterações durante a gestão de Mendonça Filho embora o ministro enxergue alguns problemas na prova.

O Enem de 2017 deve ser o único que ficará sob seu comando. Em 2018, ele deve disputar algum cargo eletivo e pode ter de se desincompatibilizar da função.

Indagado sobre o que gostaria de ver aperfeiçoado no Enem, Mendonça é cauteloso. Cita o custo total aproximado desse exame anual que serve para selecionar interessados em ingressar na maioria das universidades brasileiras.

“O Enem custa aproximadamente R$ 600 milhões. Seria bom se pudéssemos ter mais de 1 Enem por ano, mas seria necessário tentar reduzir esse custo. E é importante dizer que, desse valor total, o gasto com a correção da prova de redação consome perto de R$ 200 milhões”, disse.

Mendonça acha que seria necessário amadurecer um debate sobre a conveniência de ter ou não a prova de redação. Mas reconhece que haverá sempre muitas resistências a respeito. Prefere deixar isso para um momento no futuro –e talvez não seja possível concluir tal mudança na sua gestão.

UOL

 

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MEC reconhece 150 cursos de graduação em instituições privadas e públicas

mecO Ministério da Educação reconheceu 150 cursos superiores entre licenciaturas, bacharelado e de tecnologia, conforme portarias publicadas na edição desta terça (16) do Diário Oficial da União. Do total, 11 são cursos na modalidade de educação a distância (EaD).

Os cursos reconhecidos estão principalmente em instituições privadas. O número de vagas em cada curso varia entre 20 e 250. As portarias esclarecem que, no caso dos cursos presenciais, o reconhecimento é válido exclusivamente para os endereços citados no Diário Oficial da União.

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As listas completas com os cursos presencias reconhecidos, instituições e número de vagas autorizadas estão nas portarias 544, 545, 546 e 547 da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, do Ministério da Educação. No caso dos cursos EaD, a portaria é a 558.

IG

Projeto exige graduação em pedagogia para exercício de cargos de direção e supervisão escolar

pedagogiaA Câmara dos Deputados analisa projeto que exige graduação no curso de pedagogia para quem exercer os cargos de profissionais da educação. A proposta (PL 7014/13), do deputado Ademir Camilo (Pros-MG), estabelece que os cargos de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional em educação básica deverão ser necessariamente ocupados por pedagogo.

Atualmente, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei 9.394/96) permite o exercício de cargos de direção e supervisão escolar também por profissionais com pós-graduação em educação, mesmo que tenham graduação em outra área.

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Para Camilo, um profissional com formação em qualquer outra área de graduação superior, apenas com um título de especialista em educação, não tem uma base integral e humana suficiente para atender os alunos. De acordo com o deputado, “o exercício de determinadas funções requer uma formação consistente, robusta e embasada”.

Tramitação – O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-7014/2013

Autor: Agência Câmara