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Atividades escolares estimulam o gosto e hábito pela leitura

leitura“Não há fórmula mágica para fazer o aluno aprender mais rapidamente; cada aluno ou turma tem a própria trajetória. Ou seja, seu próprio tempo.” A opinião é da professora Andrea Job de Souza, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. Guilherme Hildebrand, no município gaúcho de Santa Cruz do Sul. Para ela, que está no magistério há sete anos, a maior dificuldade de aprendizagem apresentada pelos estudantes está na apropriação da escrita e da leitura.

“Em 2014, as principais dificuldades também têm recaído na aquisição de uma leitura fluente e na escrita correta das palavras”, diz Andrea. Segundo a educadora, o primeiro passo é estimular a capacidade de aprender de cada um, além de valorizar e incentivar cada avanço dos alunos.

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À frente de uma turma de terceiro ano e de outra de reforço escolar, Andrea ressalta que o desenvolvimento de projetos que envolvem o hábito da leitura em sala de aula tem trazido avanços satisfatórios à prática pedagógica.

“Diariamente, proporciono um espaço para que isso aconteça de maneira prazerosa e se desenvolva o gosto pela leitura”, destaca a professora, que tem formação em pedagogia e pós-graduação em educação infantil.

Seu esforço é para que os estudantes percebam que cada letra e cada sílaba representam um som e que cada palavra faz parte de um contexto e pode contar uma história.

O planejamento deste ano inclui trabalhar passo a passo, a partir do que ela conhece dos alunos, para ampliar os conhecimentos e flexionar atividades e conteúdos de acordo com as dificuldades por eles apresentadas.

Andrea teve um aluno diagnosticado com dislexia, em 2013. Então, durante todo o ano, ela trabalhou com o som que cada letra e cada sílaba faziam quando se juntavam, associando sempre som e imagem.

“A maior barreira superada por aquele aluno tinha relação com a autoconfiança em sua capacidade de ler”, analisa. Assim, à medida que adquiria mais confiança em si mesmo e na professora, o estudante controlava o nervosismo e a ansiedade que demonstrava inicialmente.

A partir dos bons resultados obtidos com esse aluno, a professora resolveu dar ênfase, com a turma deste ano, à realização de trabalhos diferentes e ao atendimento diário, na mesa de cada estudante, a fim de acompanhar o processo de desenvolvimento das atividades.

Avaliação

Supervisora escolar na mesma instituição de ensino, Mara Núbia Sandim revela que os principais problemas de aprendizagem detectados entre os alunos, embora haja alguns casos de dislexia, são o déficit de atenção e a hiperatividade.

De acordo com Mara, os professores são orientados a planejar atividades diferentes e a realizar avaliação flexível, com exercícios variados, testes escritos e orais e trabalhos específicos para cada problema de aprendizagem.

“A escola procura sempre atender o aluno em suas necessidades de aprendizagem e, quando há professores com carga horária disponível, é organizado reforço pedagógico no turno contrário ao das aulas”, salienta.

Caso detecte algum problema de aprendizagem, o professor é orientado a encaminhá-lo à supervisão pedagógica, que o analisa com a área de orientação educacional.

Os aspectos nos quais o aluno apresenta dificuldades são discutidos para a elaboração de estratégias de atendimento, com a realização de atividades diversificadas em sala de aula. “A família é chamada, pois muitas vezes desconhece o problema”, diz Mara.

Quando se percebe que o estudante precisa de atendimento especializado, o caso é encaminhado à Secretaria de Educação e Cultura do município para que seja programado atendimento com equipe multiprofissional, composta por psicólogo, psicopedagogo e educador especial. “Em alguns casos, a família é orientada a encaminhar o estudante ao neuropediatra.”

Mara ressalta, entretanto, que em muitos casos esses profissionais não mantêm contato com a escola. Portanto, a instituição fica sem diagnóstico ou retorno da avaliação. Dessa forma, sem tomar conhecimento do problema, o professor acaba impossibilitado de planejar uma intervenção pedagógica adequada a cada caso.

Há 25 anos no magistério e há oito na função de supervisora escolar na rede municipal de ensino, Mara tem pós- graduação em supervisão escolar e psicopedagogia.

Fonte:
Portal do Professor

Romário brinca com boato sobre relação com transexual: “gosto de mulher”

Foto: Facebook / Reprodução
Foto: Facebook / Reprodução

O ex-atacante Romário ironizou em seu Twitter os boatos de que estaria saindo com a transexual capixaba Thalita Zampirolli, divulgados pelo colunista Léo Dias no jornal O Dia desta terça-feira. Segundo Dias, Romário “foi flagrado deixando o Barra Music de mãos dadas” com Thalita, 24 anos.

 

No Twitter, o deputado federal tratou o assunto com bom humor. “Estão colocando mais uma na minha conta – só que dessa vez uma transgênero”, publicou ele, que apresentou a amiga e ironizou a grande repercussão que sua vida pessoal ganha.

 

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“O nome dela é Thalita, gente boa, sangue bom, inclusive é minha camarada, minha parceira e de alguns amigos meus também”, afirmou o ex-camisa 11. “Agora, como (todo) mundo já sabe, notícias minhas, dependendo do objetivo, viram novela ou seriado. Vamos acompanhar para ver com quantos capítulos essa terminará e, o mais importante, como terminará”, completou.

 

 

 

 

 

 

 

Com uma postura que misturou o respeito e o bom humor, Romário descartou uma possível relação com Thalita. De quebra, afirmou acreditar ser alvo de polêmicas por conta de sua atuação como deputado federal.

 

“Com certeza, galera, casamento não vai rolar. Há algum tempo, disse que respeito o gosto pessoal de qualquer pessoa, mas volto a afirmar: eu gosto de mulher”, disse, indo além.

 

 

 

 

 

“Depois da política, passei a incomodar, mas realmente estou demais. Não sou sou candidato a cargo majoritário não, viu? Nem presidente, nem governador. Vou continuar fazendo as coisas que faço, indo para a noite, jogando minha pelada, meu futevôlei, indo para a praia. Feliz igualzinho”, encerrou.

 

Terra

“Não gosto da aparência das minhas partes íntimas, o que fazer?”

Getty Images
Getty Images

O que seria do vermelho, se todos gostassem do amarelo? A sociedade cria modelos de corpos e comportamentos como padrão de beleza e normalidade. Apesar da forte influência, nosso olhar geralmente se desvia para o especial, o diferente.

Ao sermos atraídos por alguém, capturamos algo de diferente na sua forma, no seu jeito de ser e muitas vezes nos encantamos. As diferenças funcionam como estímulos de atração ou repulsa. Neste contexto está a aparência da própria genitália.

Os lábios vaginais variam em forma, tamanho e cor, e a coloração pode mudar ao longo da vida. A preferência pela estética genital feminina varia de homem para homem, portanto há aqueles que gostam de lábios vaginais volumosos.

Mas algumas mulheres estão descontentes com aquilo que veem. Nos casos em que a estética genital é um fator constrangedor, um incômodo psicológico ou funcional, alterando significativamente a autoestima feminina e a qualidade da sua vida sexual, existe a indicação da cirurgia íntima.

Quanto aos lábios vaginais, o procedimento corrige o aumento, o excesso de pele e a flacidez. De acordo com a avaliação do especialista são empregadas técnicas cirúrgicas diferentes.

Outros tipos de reparações podem ser realizadas com a cirurgia íntima: diminuição dos pequenos lábios ou do monte de vênus, estreitamento do canal vaginal para ficar “apertadinha”, reconstrução do hímen, clareamento e rejuvenescimento genital.

Se a estética genital é de fato um problema em sua vida, na próxima ida ao ginecologista peça a indicação de um cirurgião plástico especialista nessa área.

 

iG