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Sente dor na perna, especialmente ao caminhar? Pode ser sinal de depósitos de gordura e cálcio acumulados nas paredes das artérias

Esses sintomas aumentam com o envelhecimento, diabetes, sedentarismo e tabagismo

A doença arterial periférica dos membros inferiores, pode ser entendida como obstrução das artérias dos membros inferiores, atinge 10 a 25% da população, preferencialmente masculina, fumantes, com distúrbios do colesterol, vida sedentária, hipertensos ou diabéticos, e especialmente a partir dos 55 anos. Ocorre principalmente quando placas de gordura se acumulam na parede das artérias que levam sangue para as pernas, causando o estreitamento da passagem do sangue ou obstrução completa.

Os sintomas mais comuns incluem dor muscular de perna, coxa ou quadril, com prejuízo da caminhada (perna que trava) que é aliviado com o repouso. Em quadros mais graves, com pior circulação, a dor torna-se continua e podem surgir feridas. Nestes casos, pode haver necessidade de amputação.

“O diagnóstico se baseia na história, avaliação do membro isquêmico e exames como o ultrassom Doppler, tomografia, ressonância ou arteriografia digital, explica o Dr. Airton Mota Moreira, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa.

O tratamento será instituído conforme o grau de isquemia, por meio do uso de medicamentos e exercícios, para casos leves. E noutros, haverá necessidade de Angioplastia percutânea ou cirurgia para reconstituir a chegada de sangue. A angioplastia é tratamento minimamente invasivo realizado por meio da dilatação dos estreitamentos arteriais utilizando cateteres-balões ou implante de stents. O acesso poderá ser feito a partir de uma artéria periférica, com auxílio de Raios X.

“Normalmente utilizamos anestesia local, e o paciente fica na unidade hospitalar por pelo menos 24 horas para controle clinico. Utilizando técnicas modernas como estas, se diagnosticada a tempo, podemos evitar e tratar a isquemia descompensada dos membros, com mínimo risco de complicações, se comparado à cirurgia convencional, assim como evitar amputações desnecessárias, ” finaliza o Radiologista Intervencionista

Dr. Airton Mota Moreira, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa  especialista em Angiorradiologia e Radiologista Intervencionistainiciou sua formação no estado do Piauí, onde completou graduação em Medicina no ano de 1990 pela Universidade Federal (UFPI). Tem residência médica credenciada pelo MEC em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular Periférica. Obteve o título de especialista em Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia pela Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (Sobrice).

CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – centro médico e de pesquisas que é referência nacional e internacional nas áreas de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular, especialidades voltadas ao tratamento minimamente invasivo de doenças com o auxílio de métodos de imagem. Desde 1997, por meio de uma equipe de médicos da Universidade de São Paulo (USP) formada pelo Prof. Dr. Francisco Cesar Carnevale, Dr. Airton Mota Moreira e Dr. André Moreira de Assis, o CRIEP oferece, aos pacientes, uma série de tratamentos por meio de técnicas e equipamentos tecnológicos mais avançados. Site: http://www.criep.com.br

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São Paulo tropeça no lanterna e perde gordura na liderança

Poucos campeonatos entre as grandes ligas de futebol pelo mundo proporcionam um equilíbrio tão grande no embate entre líder e lanterna como o Brasileirão é capaz de fazer. O São Paulo foi a vítima da vez dessa situação peculiar. No estádio Durival de Britto, a famosa Vila Capanema, o Tricolor não saiu de um empate por 1 a 1 com o Paraná Clube. Para piorar o cenário dos paulistas, simultaneamente o Internacional encarou o Bahia em Salvador e conquistou a vitória por 1 a 0.

Com isso, a liderança segue absoluta, nas mãos do São Paulo. Mas, agora o Colorado vem logo atrás, com apenas um ponto a menos (42 a 41). O Flamengo enfrenta o Vitória nessa quinta, no Maracanã, e pode chegar a 40 pontos. O Paraná, por outro lado, segue na última posição depois de 20 rodadas, com 15 pontos somados.

Nenê comemora gol do São Paulo com os companheiros
Nenê comemora gol do São Paulo com os companheiros

Foto: Guilherme Artigas / Fotoarena / Estadão Conteúdo

Antes da boal rolar, o favoritismo são-paulino era inegável. Líder, melhor visitante e invicto há quatro jogos, os líderes ainda entraram em campo com força máxima, os 11 ideais de Diego Aguirre, que tanto gosta de rodar o elenco.

Para ajudar, o São Paulo ganhou um baita presente logo aos sete minutos. O zagueirão Cleber Reis adiantou demais a bola na intermediária defensiva e perdeu o controle da redonda para Nenê. Uma simples tabela com Diego Souza e bola na rede. Foi o oitavo gol do camisa 10 nesse Brasileirão, agora artilheiro da equipe tanto na temporada (12 gols) quanto no nacional.

Os torcedores locais, imediatamente, passaram a perseguir Cléber Reis. A entregada não passou impune, e o clima ficou todo favorável aos visitantes, que viam a pressão sobre o adversário e ainda contavam a vantagem no placar.

Inesperadamente e até de forma surpreendente, porém, o São Paulo, aos poucos, foi perdendo o controle do jogo. E no lance seguinte a um quase golaço de bicicleta de Diego Souza, os mandantes contaram com o imprevisto para deixar tudo igual. Júnior viu a bola se oferecer dentro da área depois de uma dividida estranha e não perdoou.

Na etapa final, o Paraná definitivamente passou a apostar apenas nos contra-ataques. O ímpeto foi vencido pela falta de capacidade, e o Tricolor do Morumbi, enfim, encurralou os lanternas.

Junior comemora o empate do Paraná
Junior comemora o empate do Paraná

Foto: Reinaldo Reginato / Fotoarena / Estadão Conteúdo

A pressão, no entanto, não surtiu efeito. O goleiro Richard pouco trabalhou, apesar da bola pipocar bastante dentro de sua área. Diego Aguirre ainda apostou em Liziero, Shaylon e Tréllez, mas, não teve jeito. O gol da vitória não veio e o empate teve um sabor um pouco mais satisfatório para os donos da casa.

Os dois times voltam a campo no fim de semana. O Paraná encara o Corinthians no sábado, às 19h, em Itaquera, enquanto o São Paulo recebe o Ceará no dia seguinte, às 11h, no estádio do Morumbi.

FICHA TÉCNICA

PARANÁ 1 x 1 SÃO PAULO

Local Estádio Durival Britto e Silva, em Curitiba (PR)

Data: 22 de Agosto de 2018, quarta-feira

Horário: 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)

Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE)

Cartões amarelos: Guilherme Biteco, Júnior, Rafael Grampola (PAR); Liziero (SP)

GOLS:

Paraná: Júnior, aos 36 minutos do 1T.

São Paulo: Nenê, aos 7 minutos do 1T.

PARANÁ: Richard; Júnior, René, Cleber Reis e Mansur; Leandro Vilela, Alex Santana e Caio Henrique; Guilherme Biteco (Rodolfo) (Jhonny Lucas), Silvinho e Rafael Grampola (Rafael Alemão)

Técnico: Claudinei Oliveira

SÃO PAULO: Sidão, Bruno Peres, Arboleda, Anderson Martins e Reinaldo; Hudson (Lizeiro), Jucilei e Nenê (Tréllez); Everton, Joao Rojas (Shaylon) e Diego Souza.

Técnico: Diego Aguirre

Gazeta Esportiva

Açúcar é apontado como vilão pelo seu colesterol alto, não a gordura

Artigos e revisões que contestam o argumento de que a gordura é o grande vilão das doenças coronárias têm ganhado força. Em vez dela, a culpa seria do açúcar. No mês passado, a revista JAMA Internal Medicine publicou um estudo que sugere que a indústria do açúcar pagou o equivalente a US$ 48 mil para uma pesquisa relacionar doença do coração à gordura saturada e tirar o foco do risco causado pelo açúcar.

Outro famoso é o Estudo dos Sete Países, publicado pelo médico americano Ancel Keys em 1970, uma das pedras fundamentais para se afirmar que as doenças cardíacas são causadas pela gordura, também vem sendo questionado.

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Açúcar invertido é um composto comum em alimentos, é o açúcar com água

Na pesquisa, Keys ignorou países que consomem muita gordura, mas pouco açúcar, como a França, e tem taxas baixas de doenças coronárias. Além disso, o artigo diz que “a taxa de doenças coronárias é correlata à média de calorias derivadas da sacarose (o açúcar comum) na dieta explicada pela interrelação da sacarose com a gordura saturada”. Ou seja, Keys não fez um teste controle para separar o resultado da gordura e do açúcar, apenas considerou os dois juntos.

Um dos maiores acusadores do açúcar, o endocrinopedriatra e pesquisador Robert Lustig, da Universidade da Califórnia, defende que ele causa diretamente doenças cardiovasculares, gordura no fígado, diabetes tipo 2 e cárie.

Ele publicou neste ano na revista Obesity, da Sociedade Americana de Obesidade, o resultado da troca do açúcar por carboidratos na dieta de crianças obesas nos Estados Unidos por nove dias, sem alterar a quantidade ingerida. Observou então uma redução de 10 pontos do colesterol LDL, implicado em doenças do coração, além de reduzir os triglicérides (gordura armazenada no corpo) em 33 pontos e a pressão arterial em 5 pontos. Mesmo sem alteração significativa do peso, o metabolismo melhorou consideravelmente. Para Lustig, a obesidade não é a causa, mas um dos sintomas dos problemas causados no corpo pelo açúcar.

O conceito de que você precisa de açúcar para viver é propaganda que a indústria do açúcar usou para as pessoas não acharem que poderia ser perigoso consumi-lo. O açúcar não é perigoso por causa das suas calorias, mas porque a bioquímica da molécula é perigosa”

Lustig argumenta que as orientações para reduzir o consumo de gordura saturada que vigoraram por 50 anos provocaram um aumento no açúcar adicionado à grande parte dos produtos industrializados: pães, ketchup, e principalmente refrigerantes e sucos. As orientações também fizeram médicos recomendarem a troca de manteiga por margarina e banha por óleos vegetais, entre outros. E o colesterol ruim não diminuiu.

Neste ano, um grupo multidisciplinar nos EUA avaliou dados que haviam sido deixados de fora de um dos estudos mais completos e que dava suporte à hipótese de que a dieta rica em gorduras saturadas aumenta o risco de doenças coronárias, chamado Experimento Coronário de Minnesota (1968-73). “Quando você analisa a sequência histórica da hipótese da dieta-coração dos anos 1950 até agora, parece claro que a publicação incompleta de estudos importantes gerou um viés na pesquisa e na política de nutrição”, diz Daisy Zamora, pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte que participou da pesquisa.

Veneno para o fígado e coração

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O mel também contém muito açúcar e deve ser evitado

Lustig descreve o açúcar como “veneno” por ser metabolizado da mesma forma que o álcool e produzir colesterol nesse processo. A digestão do açúcar leva à formação de uma substância chamada acetilcoenzima A, que forma o triglicérides e acaba se transformando em uma lipoproteína chamada VLDL, que, quando quebrada no fígado, produz colesterol LDL pequeno e denso. Há consenso de que este LDL alto está associado a doenças do coração, já que ele forma placas nas artérias.

Já quando a gente come gordura, eleva o nível de colesterol LDL grande e leve, que é mais inofensivo. “Na corrente sanguínea, você mede os dois juntos, pois é muito difícil distinguir um LDL do outro”, diz Lustig. “O que você faz é olhar o nível de triglicérides em associação ao LDL, pois os triglicérides dizem de qual deles se trata”. Os triglicérides estão associados ao colesterol baixo e denso alto, que significa risco ao coração.

A gordura alimentar não aumenta o colesterol pequeno e denso, mas o açúcar sim. Os carboidratos também aumentam, mas especialmente o açúcar” Lustig

O médico cita uma pesquisa que mostrou que o mesmo número de calorias de glicose e frutose (as duas juntas formam a sacarose) se transformam em coisas diferentes. No caso da glicose, quase nada virou gordura. Mas, das calorias de frutose, 30% se transformam em gordura. Parte dessa gordura não consegue sair do fígado e causa esteatose hepática não alcoólica, ou gordura no fígado.

Essas reações ocorrem independentemente de o açúcar ter passado por menos processos químicos, ou seja, aumenta com ingestão de açúcar refinado, cristal, demerara, mascavo e até mel. A diferença entre os açúcares é, por quanto mais processos de refinamento passar o açúcar, menos minerais ele vai conter, explica nutricionista Gabriela Rebello, pesquisadora da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (ES). Entre os adoçantes, ainda não há estudos que comprovam a relação, mas ambos recomendam cuidado. A única fonte de frutose recomendada por Lustig é a das frutas, pois elas vêm com fibras e em quantidade que somos capazes de metabolizar.

A gordura como vilã

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A frutose e o xarope de milho são açúcares presentes em vários alimentos naturais e industrializados

No entanto, existem os defensores da hipótese de que é a gordura saturada, presente em laticínios e carne vermelha, que aumenta o LDL. Marcelo Bertolami, diretor da divisão científica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia cita estudos como o de Ancel Keys, alvo da controvérsia atual, outro da década de 1970 chamado Nihonsan, que estudou homens japoneses no Japão, Havaí e na Califórnia, e concluiu que o ambiente e os níveis de colesterol prevalecem sobre a genética como fator de risco para doenças cardíacas.

Ele concorda que o consumo de açúcar está relacionado ao colesterol pequeno e denso. Porém, discorda que haja uma relação causal direta por ser difícil mensurar e separar os dois tipos de LDL. “Quanto mais triglicérides você têm, você tem uma tendência a ter mais LDL pequeno e denso, mas não concordo que o açúcar causa diretamente doença cardíaca”, afirma.

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Muito comum em bebidas para prática de exercício, a maltodextrina é um tipo de açúcar presente nos alimentos

Todos entrevistados concordam que a gordura trans é péssima para o organismo, pois não é metabolizada. “A gordura trans é pior do que o açúcar. O açúcar pode pelo menos ser oxidado e usado para energia. Nós não temos enzima para metabolizar a gordura trans, o corpo não tem outra escolha senão armazenar no fígado, o que causa doença hepática”, diz Lustig. No Brasil, a gordura trans é permitida em porções muito pequenas, como em bolachas industrializadas.

Até hoje, o alerta sobre o risco de consumir gordura saturada existe na orientação do governo americano apesar de a Associação Americana do Coração, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e outras autoridades também terem começado a alertar sobre a adição de açúcar ser uma das possíveis causas de risco de doença cardiovascular. O Ministério da Saúde do Brasil recomenda uma dieta mais próxima do natural possível, ou seja, evitar o consumo de alimentos industrializados.

A OMS recomenda que o consumo de açúcar não ultrapasse 10% das calorias consumidas por dia, o que equivale a, aproximadamente, 50 gramas/dia. O brasileiro consome em média 16,3% de açúcar do total de calorias. A nutricionista lembra que um pão francês já tem 25g de açúcar.

Açúcar também está relacionado com câncer e demência

Lustig afirma ainda que o açúcar é responsável pelo aparecimento de demência. Apesar de as pesquisas ainda não terem sido testadas em seres humanos, um estudo publicado em 2015 na revista Biochim Biophys Acta mostrou que a ingestão de frutose (açúcar 33% mais doce que a sacarose) por camundongos reduziu a plasticidade sináptica do hipocampo, afetando o aprendizado e a memória. A maioria das sequelas foi revertida três meses após corte do açúcar da dieta.

Outra pesquisa associa o açúcar ao câncer. Publicada no jornal Cancer Research, o estudo mostra que a dieta rica em açúcar aumenta o risco de câncer de mama e metástase nos pulmões. Lorenzo Cohen, da Universidade do Texas, apontou que substâncias no sangue associadas a esses tipos de câncer são elevadas com o consumo de açúcar em camundongos.

Uol

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Comer antes ou depois dos exercícios influencia na queima de gordura, diz estudo

Foto: Bruno Poppe / Extra/Agência O Globo/Arquivo
Foto: Bruno Poppe / Extra/Agência O Globo/Arquivo

Se você já não sabe mais o que fazer para se livrar dos “pneuzinhos”, um experimento feito por um médico da Universidade de Surrey, na Inglaterra, pode ter encontrado a solução. Testes feitos com 30 pessoas e exibidos no programa “Trust me, I’m a doctor”, da BBC britânica, mostraram que as mulheres conseguem queimar até 22% a mais de gordura se ingerirem carboidratos logo antes de se exercitarem. Para os homens, essa queima fica até 8% maior se o consumo de alimentos energéticos ocorrer imediatamente após a atividade física.

No estudo, conduzido pelo PhD em nutrição Adam Collins, os voluntários, que não tinham hábito de se exercitar, fizeram aulas de zumba, spinning e treinos de alta intensidade por um mês. Sete homens e sete mulheres bebiam uma mistura de carboidratos com quantidade controlada de calorias antes das atividades, enquanto seis homens e dez mulheres consumiam a preparação após as sessões. Para comparação de efeitos, às vezes, era dado a eles um placebo, sem calorias.

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A explicação para homens queimarem mais gordura fazendo refeições após a malhação é que o corpo deles tem preferência por gastar carboidratos. Assim, na presença desse nutriente, utilizam-no como combustível em vez da gordura.

No caso das mulheres, o carboidrato é conservado mais facilmente durante o exercício, o que facilita a queima de gordura por até três horas depois. Comer apos a malhação, portanto, atrapalharia esse processo, de acordo com Adam Collins.

Jejum não é indicado para perda de peso

Segundo o ortopedista Rodrigo Freitas, especialista em medicina esportiva, as conclusões do teste não podem ser tomadas como verdade absoluta, já que diversas varáveis, como idade e percentual de massa magra, interferem na queima de gordura. O essencial é não se exercitar em jejum.

— Isso não é indicado para perder peso e é extremamente arriscado, porque pode gerar um estado de hipoglicemia e levar a desmaios, além de lesões como estiramento muscular — alerta.

O médico diz que comer carboidratos, ainda que uma porção mínima, antes da malhação é importante principalmente para as mulheres porque, para elas, o nutriente funciona como ativador da via metabólica que leva à perda de gordura. Sem esse substrato, o risco de queimar proteínas musculares é maior.

Extra

Perigosa pílula que promete queimar gordura volta à moda entre os jovens

perigosa-pilulaO aumento do consumo de um perigoso composto que promete “queimar” a gordura do corpo está preocupando autoridades de saúde pública em todo o mundo.

A substância 2,4-dinitrofenol, mais conhecida como DNP, era usada originalmente para a fabricação de explosivos, mas está sendo cada vez mais comercializada de forma ilegal pela internet em forma de cápsulas, pó ou creme, sendo procurada por pessoas que querem emagrecer ou reduzir a porcentagem de gordura em seu corpo.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o DNP “já causou doenças graves e mortes em vários países nos últimos três anos”.

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O uso do DNP como emagrecedor não é novo: na década de 30 foi descoberto que essa substância aumentava a taxa metabólica e permitia a perda de peso.

Mas o alto número de efeitos colaterais e mortes fez com que a Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, proibisse o composto em 1938 e ele acabou catalogado como uma “substância extremamente perigosa e não apta para o consumo humano”.

O uso do DNP, no entanto, parece estar crescendo novamente, especialmente graças à facilidade de se adquirir essa substância pela internet.

Segundo um estudo do Departamento de Medicina de Emergência do Hospital Whittington, de Londres, publicado em 2011 pela revista especializada Journal of Medical Toxicology, desde a década de 60 até o fim do século 20 não foram registradas mortes devido ao consumo de DNP.

Os pesquisadores observaram, porém, um ressurgimento dos casos fatais na primeira década do século 21 – foram 12 mortes entre 2001 e 2010 -, o que, segundo eles, reflete “o aumento da disponibilidade do DNP na internet, onde (esse produto) é comercializado particularmente para o uso de fisiculturistas”.

Em 2015, apenas na Grã-Bretanha foram 30 casos de intoxicação pela substância (contra 9 casos em 2014). E dos intoxicados, cinco acabaram morrendo.

Por isso, o Departamento de Saúde Pública da Inglaterra decidiu fazer um alerta no dia 11 de dezembro, advertindo sobre o “ressurgimento” desse tipo de intoxicação, principalmente entre adolescentes e jovens.

“Essa droga deveria ser classificada como veneno, já que só traz danos (ao organismo)”, disse à BBC Ryck Albertyn, anestesista e consultor do Hospital Worthin, na Grã-Bretanha.

Eloise Aimee Parry sofria de bulimia e morreu depois de tomar oito pílulas de DNP (Foto: Família Parry)Eloise Aimee Parry sofria de bulimia e morreu depois de tomar oito pílulas de DNP (Foto: Família Parry)

Morte
Um dos casos mais recentes de intoxicação por DNP foi o da jovem britânica Eloise Aimee Parry, que sofria de bulimia e morreu aos 21 anos em abril, após ingerir a substância.

Fiona Parry, sua mãe, disse à BBC que Eloise tomou oito pílulas e que os médicos “não puderam fazer nada para salvar sua vida”.

Parry também pediu que fossem adotadas medidas mais duras contra as empresas que distribuem o DNP.

“As pessoas precisam saber do perigo que são essas pílulas. A busca por uma boa aparência nunca deveria custar a saúde ou (causar) a morte de alguém”, disse a jornais britânicos.

Em maio, Rachel Cook, que sofria de transtorno alimentar, também morreu, aos 25 anos.

De acordo com uma investigação recente, Rachel, que já estava muito magra, tomou as pílulas de DNP porque “queria queimar gordura e perder peso rapidamente”.

“Sei que existe uma pressão entre os jovens para ficarem magros e muitos tomam medidas drásticas para conseguir isso. Mas eles devem estar cientes das consequências inevitáveis de ingerir essa substância mortal”, disse um dos peritos que investigou o caso de Rachel.

Alerta mundial
A Agência Espanhola de Consumo, Segurança Alimentar e Nutrição (Aecosan) fez recentemente um alerta de que algumas páginas na web que vendem o DNP se passam por empresas farmacêuticas.

A OMS e a Interpol (a agência internacional de polícia criminal) também emitiram informes alertando sobre o aumento do consumo desse composto.

“(Trata-se de uma substância) ilícita e potencialmente mortal. Além disso, os riscos ligados a seu consumo são agravados pela condição ilícita de sua fabricação”, afirmou a Interpol em um Alerta Laranja mundial emitido em maio e distribuído a seus 190 países membros.

Segundo a Aecosan, o efeito adverso mais comum associado ao uso do DNP são as erupções cutâneas (vermelhidão e inflamação da pele, muitas vezes com presença de bolhas).

“Outros efeitos são a neuropatia periférica (problemas no sistema nervoso), gastroenterite (inflamação que afeta o estômago e o intestino), anorexia, catarata ou surdez permanente”, entre outros.

Há também outros problemas derivados dos efeitos tóxicos do DNP: confusão, agitação, coma, convulsão, hipertermia, taquicardia, sudorese e colapso cardiovascular.

E não há nenhum antídoto para a intoxicação por essa substância.

“As pessoas precisam estar conscientes e atentas, especialmente no que diz respeito a vulnerabilidade de pessoas com transtornos alimentares que pode levar ao uso dessa substância”, diz Ryck Albertyn, anestesista e consultor do Hospital Worthin.

Bem Estar

Fim do mistério: ‘Coloquei gordura’, diz musa do bumbum avantajado

 (Foto: Celso Tavares/EGO)
(Foto: Celso Tavares/EGO)

Renata Pinheiro resolveu revelar a intervenção que fez em seu bumbum. O destaque da Tucuruvi – que roubou a cena no desfile, em São Paulo, na sexta, 13 -, contou que a popozão não é resultado apenas de exercícios físicos ou de dormir com short apertado.

“Coloquei gordura do meu próprio corpo (no bumbum). Eu fiz porque queria que fosse maior o que já era grande”, confessou ela ao EGO quase 24 horas após o desfile da Tucuruvi. Renata não quis contar quando fez a operação, apenas que tirou as gorduras da barriga. E diz também que é “G-O-R-D-U-R-A” e não “S-I-L-I-C-O-N-E”.

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Renata demorou quase um para admitir que havia algo por ali que não era natural. Ela jurava porque jurava que era tudo resultado de malhação e short apertado. Na madrugada deste sábado, 14, ela chegou a gravar um vídeo dizendo que o bumbum era resultado da “genética boa”.

Eu fiz porque queria que fosse maior o que já era grande”
Renata Pinheiro

Ex-participante do Miss Bumbum
Renata já quis ser a dona do título da mulher com o bumbum mais bonito do Brasil. A loira participou do concurso Miss Bumbum Brasil em 2013. Na época, Renata não era tão “popozuda”.

“É nítido que teve alteração. O que o concurso busca um bumbum natural. Garanto que na época do concurso ela não tinha prótese de silicone. É só comparar as fotos da época do concurso com as atuais. Ela competiu em 2013 representando Rondônia e nem conseguiu classificação entre as 15 finalistas”, contou ao EGO o organizador do concurso, Cacau Oliver.

Para tirar a dúvida sobre o atual bumbum de Renata, que parou o Anhembi, o EGO ouviu um especialista no assunto, o cirurgião plástico Wagner Moraes, que atua há 43 anos na área e é responsável pela maioria dos procedimentos estéticos realizados por sua mulher,  a modeloÂngela Bismarchi.

Wagner é categórico em afirmar que Renata, tem sim, próteses de silicone em seu bumbum, e que elas são enormes. “Claro que é silicone, silicone com certeza, não tenho a menor dúvida. E as próteses são grandes. Algo em torno de 500 ou 600ml”, diz ela.

Bumbum sarado seria resultado de short apertado
Nesta tarde, em entrevista ao EGO sobre a repercussão em torno de seu bumbum, Renata Pinheiro tinha garantido que não tinha silicone, disse tê-lo apenas nos seios. Ela contou ainda que, tamanha projeção e “dureza” seria resultado de muitos exercícios.

“Eu faço treino. Não como doces. Faço agachamento, bebo muita água”, contou. A modelo tambénm revelou uma dica bastante inusitada. “Uso short apertado para dormir”, disse Renata, contando ainda como foi que teve essa “ideia”: “Ouvia em alguns lugares e algumas meninas me falavam que para eu dormir que ajudava”, disse.

Renata Pinheiro em 2013 (Foto: Divulgação / MBB3)Renata Pinheiro em 2013 (Foto: Divulgação / MBB3)
Renata Pinheiro (Foto: Celso Tavares/EGO)Renata Pinheiro (Foto: Celso Tavares/EGO)
Renata Pinheiro (Foto: Celso Tavares/EGO)Renata Pinheiro (Foto: Celso Tavares/EGO)
EGO

Para emagrecer, é melhor evitar carboidrato do que gordura

paoDiminuir o consumo de pão, massa e arroz parece ser mais eficaz do que eliminar alimentos gordurosos da alimentação para perder peso. Ao menos é o que concluiu uma nova pesquisa que comparou os efeitos das duas dietas — a que restringe carboidratos e a que limita gordura — durante um ano.

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O estudo, feito na Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, foi publicado nesta segunda-feira no periódico Annals of Internal Medicine.

Participaram da pesquisa 148 obesos de 22 a 75 anos. Parte dos voluntários foi submetida à dieta que restringe carboidratos: eles não deveriam consumir mais do que 40 gramas do nutriente por dia. O restante foi orientado a seguir a dieta com pouca gordura. Nesse grupo, a gordura deveria representar menos de 30% das calorias consumidas no dia. Nenhuma das dietas limitava o consumo total de calorias.

Resultados — Os voluntários foram avaliados três, seis e doze meses após o inicio do estudo. Nas três avaliações, os participantes que seguiram a dieta com pouco carboidrato haviam perdido mais peso do que os que cortaram a gordura. Após um ano de dieta, eles perderam, em média, 3,2 quilos a mais do que o outro grupo.

Além disso, a pesquisa indicou que restringir carboidrato também parece ser a opção mais eficaz para proteger o coração. Isso porque, após um ano, as pessoas que seguiram essa dieta apresentaram uma maior redução dos níveis de colesterol e outras substâncias conhecidas por aumentar o risco de problemas cardiovasculares.

Por outro lado, a dieta com baixo teor de gordura foi mais eficaz em reduzir medidas de forma mais rápida. Após três e seis meses do inicio da dieta, a circunferência abdominal dos participantes desse grupo diminuiu mais do que a daqueles que comeram menos carboidratos. No entanto, após um ano, não houve diferença significativa nesse sentido entre pessoas que cada uma das duas dietas.

 

Veja

Gordura da barriga aumenta risco de osteoporose em homens

gorduraA gordura da barriga – localizada da cavidade abdominal – tem sido associada com doenças como diabetes tipo 2, doença cardíaca e até morte precoce. Agora, um novo estudo mostra que a gordura abdominal também pode ser um fator de risco para a osteoporose, pelo menos para os homens.

Pesquisadores de Harvard encontraram uma associação entre a maior quantidade de gordura da barriga e a diminuição da força óssea em homens, de acordo com um estudo apresentado na reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte. Pesquisas anteriores também já haviam chamado atenção para uma associação entre a gordura da barriga e a diminuição da densidade mineral óssea em mulheres.

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“É importante para o homem estar ciente de que o excesso de gordura da barriga não é apenas um fator de risco para doenças cardíacas e diabetes, também é um fator de risco para a perda óssea”, afirma o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, (CRM-SP 60.377), idealizador da VI Caminhada de Combate à Osteoporose.

O estudo incluiu 35 homens com idade média de 34 anos. O IMC médio foi de 36,5. Os participantes do estudo foram submetidos a tomografia computadorizada de abdômen e coxas, de modo que os pesquisadores puderam ver a quantidade de gordura e massa muscular que eles tinham. A resistência óssea e o risco de fratura dos ossos foram também calculados por análise de elemento finito, técnica utilizada para calcular o ponto onde outros materiais (tais como os de pontes, etc) podem quebrar ou dobrar.

Os pesquisadores descobriram que nem o IMC e nem a idade tiveram qualquer efeito sobre testes de força dos ossos, mas a quantidade de gordura da barriga fez diferença, com mais gordura na barriga, um homem obtém uma menor pontuação em medidas de força dos ossos. Os pesquisadores também encontraram uma associação entre ter mais massa muscular e o aumento da resistência óssea.

Outros estudos também têm sugerido uma ligação entre a gordura e a saúde dos ossos. Um estudo de 2007, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, mostra que pessoas com gordura corporal elevada têm ossos mais fracos em comparação com pessoas com quantidades normais de gordura corporal. O estudo também mostrou que tanto aqueles com valores de gordura mais elevados e os que apresentavam um índice normal de gordura corporal tinham resistência óssea semelhante. Inicialmente, os pesquisadores esperavam que as pessoas com mais gordura corporal teriam maior força óssea.

Da mesma forma, um estudo de 2007, publicado no the Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, mostrou que o aumento de gordura corporal está relacionada com menor massa óssea. Os pesquisadores revelaram que o pensamento anterior de que a obesidade pode realmente aumentar a massa óssea, servindo, assim, como um fator de proteção contra a osteoporose, é falho, pois não leva em conta o quanto o peso de uma pessoa pode influir sobre a sua massa óssea.

Osteoporose é coisa de homem também

“Nas mulheres, a osteoporose é diagnosticada bem mais cedo do que em relação aos homens. Geralmente, elas ficam sabendo da doença quando entram na menopausa. Já eles, são mais acometidos por volta dos sessenta e cinco anos, quando a doença atinge um em cada oito. Nos homens, a osteoporose está associada a inflamações crônicas e distúrbios renais. Por isso, uma das pistas para investigar se o esqueleto masculino está perdendo massa óssea é saber se o paciente sofre de artrite reumatoide”, explica Sergio Bontempi.

O acompanhamento médico apropriado seria o suficiente para impedir o aparecimento e a evolução da osteoporose, mas os homens não têm o costume de fazer exames preventivos. O exame básico para diagnóstico e controle da osteoporose é a densitometria óssea. “O procedimento é rápido e simples, além de conseguir detectar níveis iniciais da doença, permite verificar a perda de massa óssea e determinar os riscos de fratura nos ossos comprometidos”, observa o diretor do Iredo.

Em geral, costuma-se pedir a primeira densitometria óssea quando a mulher completa quarenta anos, para observação de massa óssea e/ou para fazer o diagnóstico precoce da doença. “Para os homens, a recomendação é fazer o exame, logo após completarem sessenta e cinco anos”, diz o organizador da VI Caminhada de Combate à Osteoporose.

Assessoria

Bolinhas de gordura que surgem na pele podem indicar riscos ao coração

Observar mudanças e alterações na pele é um hábito bastante importante e que pode ajudar a identificar diversos problemas de saúde.

Por exemplo, as bolinhas de gordura, que aparecem e se espalham por diferentes partes do corpo em diversos tamanhos e formas, podem estar associadas a taxas elevadas de colesterol e triglicérides no sangue, o que indica riscos para a saúde do coração, como explicou o cardiologista Marcelo Bertolami no Bem Estar desta sexta-feira (26).

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Por isso, é importante se preocupar em controlar esses dois índices como uma maneira de tratar e também prevenir as bolinhas de gordura, como alertou a dermatologista Márcia Purceli. Se a dieta não for suficiente para o tratamento, o médico pode orientar também o uso de medicamentos.

No caso do colesterol, a reação na pele pode aparecer como um xantelasma, uma espécie de mancha pequena que surge nas pálpebras, um pouco mais amarelada do que a pele.

Ainda associado ao colesterol alto, existe o xantoma de colesterol, uma bolinha da cor da pele do tamanho de uma pérola, mas que pode crescer. Geralmente, o xantoma de colesterol aparece nas articulações, às vezes único ou em grande quantidade.

Colesterol valendo (Foto: Arte/G1)

Há também a opção de aparecer o xantoma de triglicérides, como o nome diz, associado ao triglicérides alto, que são pequenas bolinhas avermelhadas ao redor do corpo, semelhante à catapora.

De acordo o cardiologista Marcelo Bertolami, o xantoma, no entanto, pode logo desaparecer se sua causa for tratada. O problema pode estar associado também ao alcoolismo e diabetes, doenças que alteram os triglicérides no corpo, ou até mesmo problemas no pâncreas.

Outras bolinhas de gordura podem também aparecer, como o cisto sebáceo. Normalmente, surge apenas um, que fica embaixo da pele, e pode ser do tamanho de uma ervilha, azeitona ou até maior. O cisto aparece geralmente nas costas, mas pode também ocorrer em outras partes do corpo. Nesse caso, a dermatologista Márcia Purceli alerta que não é indicado que ele seja espremido porque pode inflamar – a melhor coisa é ir ao médico para retirar o cisto.

Já o siringoma e o lipoma são dois tumores benignos feitos de células de gordura, que podem aparecer em grande quantidade em diversas partes do corpo. Nesse caso, a preocupação é apenas com a estética, como explicaram os médicos. Portanto, para quem se sente incomodado com o lipoma, por exemplo, é importante verificar três regras antes de retirá-lo: se está crescendo rápido demais, se está doendo e se está incomodando esteticamente. Nesse caso, é importante procurar um médico.

*No vídeo ao lado, a dermatologista Márcia Purceli e o cardiologista Marcelo Bertolami respondem perguntas enviadas pelos internautas.

De acordo com a dermatologista Márcia Purceli, há três jeitos de retirar as bolinhas de gordura, se essa for a orientação médica: através do laser, de cirurgia ou cauterização.

O problema é que muitas delas acabam voltando e, por isso, os médicos lembraram novamente que é importante se preocupar também em tratar as causas, principalmente no caso daquelas relacionadas às taxas de gordura no sangue.

Aprendi com o Bem Estar
O quadro ‘Aprendi com o Bem Estar’ desta sexta-feira (26) mostrou a história da aposentada Marleni Barros Cocco, que seguiu a recomendação da dermatologista Márcia Purceli e foi a um mutirão de câncer.

Lá, ela examinou uma verruga que tinha na pele, fez uma biópsia e descobriu que estava com câncer. Marleni fez cirurgia para retirá-lo, se recuperou e está bem. Agora, ela alerta que aumentou muito mais a preocupação com a pele e, ao acordar, a primeira coisa que faz é passar protetor solar.

Dieta nostra
Na busca pela vida saudável, está também o analista de sistemas Rodrigo de Azevedo Paes, de 27 anos. Ele tem o hábito de comer de um a dois pastéis por dia, além das coxinhas.

Em uma consulta com o cardiologista Raul Santos, ele descobriu que os resultados dos exames estavam todos alterados, o que aumenta muito as chances de ele ter problemas no coração no futuro.

Mas como ele ainda é jovem, o médico diz que ainda há possibilidade de agir e, por isso, recomendou a mudança na alimentação e a prática regular de atividade física. Daqui a um mês, o Bem Estar vai avaliar se esses novos hábitos de vida conseguiram ajudar Rodrigo a ter melhoras em sua qualidade de vida.

Bem Estar

Núbia Óliiver reage: ‘É melhor mostrar barriga de lipo do que com gordura

Núbia Óliiver e sua barriguinha polêmica (Foto: Nelson Miranda)
Núbia Óliiver e sua barriguinha polêmica (Foto: Nelson Miranda)

Não foi à toa que a modelo Núbia Óliiver posou com a barriguinha à mostra no cruzeiro “É o amor”, de Zezé Di Camargo e Luciano. A imagem, aliás, provocou discussões acaloradas dos leitores do EGO, criticando a plástica que ela fez no local. Depois de lutar contra a Síndrome do Pânico que a deixou longe dos holofotes durante um ano, Núbia quer voltar a bombar sua imagem.

Até maio ela vai lançar uma linha de lingerie e roupas de ginástica para mulheres sedentárias, acima do peso. “Os manequins vão do 46 ao 54. É cada bojo de sutiã enorme! E as estampas são inspiradas nas paisagens da minha fazenda em Uberaba, Minas Gerais”, contou ela, que chegou a engordar 33 kg quando engravidou da única filha, Anne, de 9 anos. “É uma coleção para as mulheres sedentárias vestirem”.

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Núbia só conseguiu superar a doença com a ajuda médica. A síndrome foi ocasionada graças ao estresse diário da modelo, que precisava dar conta da criação da filha, na época com 7 anos, dos compromissos profissionais e da administração da fazenda. Na ocasião, ela ficou amedrontada, sem conseguir atravessar túneis e viajar de avião e navio. “Aos poucos, estou parando os ansiolíticos que tomei durante um ano. Hoje me sinto curada. Há três meses que não tive mais crise. Agora quero tocar meus projetos”.

Na busca para aparecer na mídia, o cuidado com o Corpo é fundamental. Para isso, Núbia não mede esforços para exibir sua forma física, moldada com ajuda de musculação, corrida, treinos funcionais e plásticas. Ela diz que por causa dos quilos extras adquiridos na gestação da filha, precisou fazer uma abdominoplastia na barriga e um retoque nos seios, que já traziam próteses de silicone. A lipoaspiração também é uma velha conhecida da modelo, que já se submeteu a técnica nas pernas e na cintura mais de uma vez. “Tentei também um preenchimento nos lábios, mas acho que o produto não era de boa qualidade e não funcionou. Acho que precisamos usar o que a tecnologia nos oferece. Sou a favor da plástica para me sentir bonita e tenho um cirurgião plástico ótimo!”.

Acima do peso

Com um peso acima do que teve ao longo da vida – ela pesa 69 kg para 1,67 m – graças a retenção de líquido provocada pelo uso de remédios para combater a Síndrome do Pânico, Núbia não pensa em emagrecer. Sua intenção é ter saúde, avisa. Mesmo assim, gosta de mostrar sua boa forma nas redes sociais para desespero do namorado, um engenheiro que mora em Uberaba. “Ele não assiste à TV aberta, não sabe quem é famoso e não entendeu porque postei a foto da minha barriga. Mas voltei com tudo. Só que hoje com os pés no chão. É melhor mostrar minha barriga com plástica do que com gordura, flácida”.

Núbia Oliiver (Foto: Divulgação)O bumbum também está em dia (Foto: Divulgação)
Núbia Oliiver (Foto: Divulgação)Núbia Óliiver (Foto: Divulgação)
Ego