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Corinthians segura empate sem gols com Grêmio

No duelo entre Grêmio, terceiro melhor ataque do Campeonato Brasileiro, e Corinthians, melhor defesa, 0 a 0 no placar em Porto Alegre.

Focado na semifinal da Copa Libertadores, os gremistas colocaram em campo um time misto na partida deste sábado (5), na Arena do Grêmio

Já o Corinthians se defendeu bem das muitas investidas do adversário e conseguiu sair de Porto Alegre com um ponto conquistado.
O empate garante ao Corinthians a 4ª posição na tabela (42 pontos), mas pode deixar as equipes acima se afastarem.
A equipe de Fabio Carille viu o Santos, 3º lugar, abrir dois pontos de vantagem, e o São Paulo, agora 5º, diminuir a diferença de de 5 para 3 pontos.

Flamengo e Corinthians, líder e vice-líder respectivamente, jogam amanhã e podem se distanciar mais dos corintianos.
O empate encerra uma sequência de três vitórias seguidas para o Corinthians. No entanto, mantém a equipe como melhor defesa do campeonato, com 13 gols sofridos.

GRÊMIO
Paulo Victor; Léo Moura (Pepê), David Braz, Kannemann e Cortez; Maicon (Thaciano), Matheus Henrique, Luan; Alisson, André (Diego Tardelli) e Everton. Técnico: Renato Gaúcho

CORINTHIANS
Cássio, Fagner, Manoel, Gil e Danilo Avelar; Ralf; Pedrinho, Sornoza, Mateus Vital (Janderson) e Clayson (Boselli); Vagner Love (Jadson). Técnico: Fábio Carille

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 0 X 0 CORINTHIANS
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo – RJ
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Thiago Henrique Neto Correa Farinha -RJ
VAR: Carlos Eduardo Nunes de Braga – RJ
Público: 16.542 pessoas e 14.596 pagantes/R$ 554.822,00
Cartões amarelos: Maicon, Matheus Henrique e Everton (Grêmio); Sornoza (Corinthians)

 

Foto: Ascom

FOLHAPRESS

 

 

Guerrero marca 2 gols, elimina Bota e garante final Fla-Flu

Flamengo conquistou a segunda vaga na final do Campeonato Carioca de 2017, aos derrotar o Botafogo por 2 a 1 na tarde deste domingo, no Maracanã. O peruano Paolo Guerrero marcou os dois gols do Rubro-Negro, e Sassá diminuiu, todos no segundo tempo.

Foto: Marcello Dias / Futura Press

O adversário do Fla na final será o Fluminense, que no sábado venceu o Vasco por 3 a 0, na outra semifinal. A decisão será em dois jogos, a serem disputados em dois domingos seguidos, nos dias 30 de abril e 7 de maio.

Antes da final, o Flamengo volta a campo na próxima quarta-feira, quando visita o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, pela quarta rodada do grupo 4 da Libertadores. O Flamengo lidera com 6 pontos, dois a mais que os paranaenses.

Já o Bota tem compromisso pela Copa do Brasil, também na quarta, no Engenhão. O adversário será o Sport, na primeira partida das oitavas de final.

Foto: Marcello Dias / Futura Press

O JOGO – Flamengo e Botafogo fizeram um primeiro tempo sem emoções ofensivas e com poucos lances de área. Mesmo com a vantagem do empate, foi o Rubro-Negro que assumiu a iniciativa de propor o jogo e foi mais incisivo nos 45 minutos iniciais, mas o domínio territorial não se traduziu em poderio ofensivo. Muito pelo contrário, sem contar com seu principal armador, já que Diego passou por cirurgia no joelho, o Flamengo sofreu com a falta de organização no meio de campo, e Guerrero ficou isolado na frente.

Ao contrário do adversário, que teve a semana livre para treinar, o Botafogo veio de desgastante viagem ao Equador, onde encarou o Barcelona de Guayaquil no meio da semana, pela Libertadores. Assim, Jair Ventura, embora tenha optado por escalar seus titulares, posicionou sua equipe atrás da bola e abdicou da posse de bola em busca de um lance salvador.

Só o Flamengo chegou com perigo no primeiro tempo, em três ocasiões. Aos 17, Everton fez boa jogada pela ponta esquerda e cruzou na área. William Arão ajeitou para Guerrero dominar no peito e chutar rasteiro, mas Gatito estava atento e fez boa defesa.

Foto: Wallace Teixeira / Futura Press

Aos 32, novo cruzamento da esquerda de Everton, que Gabriel tocou de cabeça para Rômulo e este tentou por cobertura, também de cabeça, mas a bola saiu à esquerda da meta Alvinegra.

Aos 40, a torcida se levantou, mas não valia mais nada. Guerrero, da intermediária, enfiou para Everton na área. Ele rolou para Gabriel completamente livre na entrada da pequena área, mas em impedimento, e o meia-atacante tocou para a rede.

O Flamengo voltou para a segunda etapa tentando imprimir mais velocidade, enquanto o Bota já dava sinais de cansaço. Não demorou e saiu o primeiro gol. Como foi rotina na partida, Everton foi acionado na esquerda e levantou na área. Víctor Luís cortou de cabeça mas a bola caiu no pé de Guerrero, que, de primeira, mandou um balaço que parou no fundo da rede de Gatito, aos 4 minutos.

O Fla continuava melhor e seguiu atacando. Aos 7, novo cruzamento de Everton da esquerda, e a bola foi na cabeça de Gabriel, na altura da marca do pênalti. O meia-atacante, porém, concluiu mal e mandou longe do gol.

Foto: Wallace Teixeira / Futura Press

Com a desvantagem no placar, Jair Ventura mudar o esquema de jogo e ir para o tudo ou nada. Aos 11 minutos, fez duas substituições de uma vez, tirando o volante Dudu Cearense e o atacante Roger, para colocar dois avantes, Sassá e Guilherme.

Aos 13, Guerrero fez boa jogada pela esquerda e rolou para o meio para a entrada de Trauco. O lateral peruano armou o chute e soltou a bomba, obrigando Gatito a espalmar a bola para evitar o segundo.

Mesmo com as substituições, o Botafogo não mostrava sinais de reação, e a situação ficou pior aos 19. Everton chutou dentro da área e a bola bateu no braço de Fernandes. Pênalti que Guerrero cobrou com força, no meio do gol, para praticamente liquidar a fatura.

Foto: Wallace Teixeira / Futura Press

Com a boa vantagem construída, Zé Ricardo fez duas substituições. Everton e Rômulo, que vêm de lesões, foram poupados para as entradas de Renê e Berrío. Trauco foi deslocado para o meio de campo e Gabriel passou a atuar mais centralizado.

O Rubro-Negro continuou mais incisivo e Guerrero perdeu gol incrível aos 38. Pará avançou pela direita e enfiou na frente para Berrío. O colmbiano tocou de primeira para o meio e achou Guerrero livre na marca do pênalti, mas o peruano demorou a concluir e Fernandes apareceu no úmtimo segundo para colocar o pé na frente da bola e afastar o perigo.

O Botafogo respondeu com Sassá, que recebeu na área, driblou Muralha, mas perdeu o ângulo e acabou chutando para fora, naquela que foi a melhor chance do Alvinegro na partida.

No minuto seguinte, o mesmo Sassá foi derrubado na área por Réver, e o árbitro assinalou a penalidade máxima. O mesmo Sassá cobrou no canto esquerdo e diminuiu para o Bota.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 2 X 1 BOTAFOGO

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 23 de abril de 2017 (Domingo)

Horário: 16h(de Brasília)

Renda: R$ 974.080,00

Público: 17.140 pagantes (20.853 presentes)

Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)

Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Thiago Neto Corrêa Farinha (RJ)

Cartões amarelos: Guerrero, Everton, Mancuello (Fla); Camilo, Joel Carli (Bota)

Gols:

FLAMENGO: Guerrero, aos 4, e aos 20 min do 2º tempo

BOTAFOGO: Sassá, aos 42 min do 2º tempo

FLAMENGO: Alex Muralha, Pará, Rever, Rafael Vaz e Trauco; Márcio Araújo, Rômulo (Berrío), Willian Arão e Gabriel (Mancuello); Everton (Renê) e Paolo Guerrero

Técnico: Zé Ricardo

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Fernandes, Emerson Silva, Joel Carli e Víctor Luís; Dudu Cearense (Guilherme), Rodrigo Lindoso (Gilson), João Paulo e Camilo; Rodrigo Pimpão e Roger (Sassá)

Técnico: Jair Ventura

Gazeta Esportiva

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Gre-Nal eletrizante tem virada, gols de reservas e termina 2 a 2

Lucas Uebel/Gremio FBPA
Lucas Uebel/Gremio FBPA

Clássico Gre-Nal é um jogo ‘feio’, com poucas oportunidades e raros gols, certo? Errado. Neste sábado (04), tudo que se viu foi um jogo eletrizante, com virada, gols de reservas e placar empatado em 2 a 2. A sexta rodada do Gauchão deu um ponto a cada um e encheu de emoção as cadeiras da Arena.

O Grêmio foi amplamente superior no primeiro tempo. Abriu 1 a 0 e poderia ter virado com dois ou três na frente. Mas na segunda etapa, o Colorado virou em três minutos. Uma vez na frente, o Inter se retraiu e o Grêmio empatou novamente. Fernandinho e Roberson, que entraram na segunda etapa, foram muito responsáveis pelo resultado. Cada um balançou as redes rivais uma vez.
O resultado deixa o Grêmio na segunda colocação no Estadual com 11 pontos. Já o Inter vai a 7 pontos e é quarto colocado. O jogo antecedeu compromissos importantes por outras competições. Na quarta o Inter encara o Sampaio Corrêa pela Copa do Brasil. Na quinta, o Grêmio estreia na Libertadores contra o Zamora, na Venezuela.

Bolaños é destaque da partida

O equatoriano Miller Bolaños tem sua trajetória no Grêmio marcada por um clássico Gre-Nal. Foi no ano passado, quando um lance com William acabou na fratura de sua mandíbula. De novo contra o Internacional, desta vez foi o jogo para comemorar. Ele marcou o primeiro gol da partida e foi destaque técnico do jogo.

Carlos e Charles decepcionam em 45 minutos

Dos jogadores do Inter, dois se destacaram negativamente. Carlos e Charles mostraram em 45 minutos que não deveriam seguir no time. Com falhas ofensivas e defensivas, a dupla foi sacada por Antonio Carlos Zago antes que fosse ainda pior.

4 minutos e a primeira polêmica

Bolaños enfia para Pedro Rocha que vai driblar Paulão e cai. O zagueiro do Inter vinha de carrinho. Foi o suficiente para muita reclamação. Renato Gaúcho protestou com o bandeirinha, os jogadores do Grêmio cercaram Leandro Vuaden e nada foi marcado.

Grêmio na frente: Inter frequenta pouco o campo rival

Os 15 primeiros minutos foram de superioridade absoluta do Grêmio. Povoando o campo adversário, o Tricolor chegou perto de marcar em conclusão de Bolaños pelo lado direito. Danilo Fernandes pegou. Já o Colorado pareceu preso. D’Alessandro foi muito bem marcado e não conseguiu distribuir bons lances para Brenner e Carlos. Desta forma, frequentou pouco em condição de criação o campo rival. Quando teve sua melhor chance, aos 19 minutos, o Colorado deu espaço e sofreu o gol. Pedro Rocha encontrou Miller Bolaños, que colocou nas redes.

Zago, preocupado, trata de mudar o time

O Internacional não foi superior ao Grêmio um minuto sequer da etapa inicial. Dominado e atrás no marcador, o técnico Antonio Carlos Zago viu os jovens de sua equipe em jornada longe do ideal. Charles e Ortiz foram mal. Brenner pouco tocou nela. Carlos errou todos os lances que tentou. Desta forma, tratou de colocar os reservas no aquecimento ainda antes dos 30 do primeiro tempo. E trocou non intervalo.

Virada em três minutos com mão de Antonio Carlos

O empate do Internacional tem muito de Antonio Carlos Zago. Foi ele quem deu as primeiras oportunidades a Brenner e pediu a contratação de Roberson. Numa tabela entre os dois, o ex-gremista bateu rasteiro e a bola ainda bateu na trave antes de entrar. Com 10 minutos de segundo tempo, o Inter igualou o jogo. E três minutos depois, uma troca de passes rápidas acabou em Brenner, que encobriu Marcelo e virou o jogo.

Apertou? Chama o Barrios

Um minuto depois de levar a virada, o Grêmio promoveu a estreia de Lucas Barrios. O atacante vindo do Palmeiras entrou no lugar de Pedro Rocha e serviu para remobilizar a torcida, já abalada com o resultado. Em seu primeiro lance, o paraguaio quase marcou, de cabeça. Danilo Fernandes defendeu.

Fernandinho empata para o Grêmio

Fernandinho estava em campo há menos de 10 minutos e empatou o jogo. Debaixo de chuva, aproveitou-se da força do chute para vencer Danilo Fernandes, que falhou. Cortou da direita para o meio e bateu forte para empatar.

Corneta no sistema de som

Antes da partida e no intervalo, o sistema de som da Arena puxou a corneta ao Internacional. Acostumado a reproduzir apenas músicas bandar estrangeiras e rock como gênero predileto, as caixas de som do estádio gremista entoaram o hit ‘Arerê’ de Ivete Sangalo. Tudo porque no refrão os aficionados mudavam a letra para “Arerê, o Inter vai jogar a Série B”.
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 2 X 2 INTERNACIONAL
Data e hora: 04/02/2017 (Sábado)
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Leandro Vuaden
Auxiliares: Lúcio Beiersdorf Flor e José Eduardo Calza
Renda: R$ 1.909.003,00
Público: 45.903
Cartões amarelos:  Michel (GRE), Bolaños (GRE), Luan (GRE), Pedro Geromel (GRE); Léo Ortiz (INT), Paulão (INT), D’Alessandro (INT), Charles (INT), Nico López (INT), Anselmo (INT);
Gols: Bolaños, do Grêmio, aos 21 minutos do primeiro tempo; Roberson, do Inter, aos 10 minutos do segundo tempo; Brenner, do Inter, aos 13 minutos do segundo tempo; Fernandinho, do Grêmio, aos 23 minutos do segundo tempo;
GRÊMIO
Marcelo Grohe; Léo Moura, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Michel (Fernandinho), Jaílson (Lincoln), Ramiro e Miller Bolaños; Luan e Pedro Rocha (Barrios).
Técnico: Renato Gaúcho
INTERNACIONAL
Danilo Fernandes; William, Léo Ortiz, Paulão e Carlinhos; Rodrigo Dourado, Charles (Roberson), Uendel e D’Alessandro; Carlos (Nico López) e Brenner (Anselmo).
Técnico: Antonio Carlos Zago
Uol

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Defesa falha e SP toma 4 gols do Audax em 1ª derrota do técnico Ceni

Na mesma Arena Barueri em que marcou seu 100º gol como goleiro em 2011, Rogério Ceni sofreu sua primeira derrota como treinador. Neste domingo, o Audax bateu o São Paulo por 4 a 2 e marcou negativamente o primeiro compromisso oficial do técnico tricolor no calendário brasileiro. Até então, o treinador havia disputado apenas a Flórida Cup, torneio amistoso nos Estados Unidos no qual empatou duas vezes e conquistou título contra o Corinthians nos pênaltis.

O Audax abriu dois gols de vantagem nos primeiros 10 minutos do primeiro tempo, com Marquinho e Pedro Carmona. O Tricolor foi às redes duas vezes com Chavez e empatou ainda antes do intervalo, aproveitando bronca de Fernando Diniz que parece ter desestabilizado o time de Osasco. No entanto, Felipe Rodrigues tocou de cabeça aos 9 da etapa complementar para garantir a vitória aos mandantes, e Pedro Carmona voltou a balançar a rede em cobrança de pênalti aos 29 para fechar a conta.

Marcello Zambrana/AGIF

Ceni promoveu duas mudanças em relação à equipe titular e campeã nos jogos da Florida Cup. O goleiro escolhido foi Sidão, com Denis no banco. Já na zaga, Douglas ganhou uma chance e Breno ficou como opção, com Rodrigo Caio adiantado como volante.

Apagão

Campeão paulista em 2016 diante do mesmo Audax de Fernando Diniz, o Santos de Dorival Júnior deixou o manual para quem quisesse superar o time de Osasco: posicionamento compacto e recuado. O São Paulo de Rogério Ceni fez o contrário no começo do jogo, uma vez que o técnico apostou inicialmente em uma defesa fechada com Maicon e Douglas – dois zagueiros de menor movimentação – e em um setor ofensivo veloz. Consequentemente, as linhas tricolores ficaram muito espaçadas e convidaram o adversário para a festa.

Lambança em portunhol

A bola não parecia tão ameaçadora quando espirrou na área do São Paulo aos cinco minutos. Porém, Maicon ficou para trás, Buffarini e Douglas bateram cabeça e ela sobrou redondinha pela direita para Marquinho, que só dominou e fuzilou a meta de Sidão para abrir o placar. Sua comemoração homenageou o garoto Tiago Linck, jovem embaixador do clube que nasceu sem os membros.

Quatro minutos depois, o golaço: os mesmos nomes do lance anterior voltaram a falhar enquanto assistiam a troca de passes do Audax, com direito a toque de calcanhar de Ytalo, culminando no chute rasteiro e no gol de Pedro Carmona.

Na etapa complementar, Bruno não subiu tanto quanto Felipe Rodrigues e viu os adversários comemorarem o terceiro tento, que já lhes devolvia a vantagem. Vinte minutos depois, Buffarini se complicou ainda mais ao cometer pênalti sobre Gabriel Leite, que havia acabado de entrar no lugar de Ytalo. Sidão não voltou a repetir o bom desempenho mostrado nos penais da Florida Cup: bola de um lado, goleiro do outro, e o quarto gol do Audax na rede.

Que bronca

O São Paulo encontrou menos dificuldades a partir do momento em que o time tricolor inteiro começou a subir para o ataque, diminuindo os espaços e buracos entre suas linhas. Foi assim que Cueva encontrou Chavez bem posicionado entre os zagueiros do Audax, que bobearam na linha de impedimento e deixaram o argentino livre para testar o goleiro Felipe Alves aos 29.

Antes que a bola voltasse a rolar no círculo central, as duas equipes aproveitaram a parada de hidratação para se reorganizarem junto aos seus treinadores. Diferente de Rogério Ceni, Fernando Diniz se exaltou e brigou bastante com seus defensores, em especial André Castro e Betinho.

Reprodução

O problema é que a bronca parece ter desestabilizado a zaga mandante, já que Chavez fez o que quis para passar pela marcação e só chutou cruzado para empatar aos 36. Constantemente exaltado, Fernando Diniz ainda foi expulso pela arbitragem no segundo tempo.

Ficou só na lembrança

“Voltar aqui a Barueri, estádio com bons jogos, boas histórias… Muito gostoso”, disse Ceni ao Premiere antes do apito inicial. No dia 27 de março de 2011, o então goleiro marcou em cobrança de falta o seu 100º gol sobre o Corinthians nesta mesma Arena Barueri. Por pouco, Cueva não repetiu os passos do comandante com boa cobrança de falta que explodiu no travessão – e os poucos torcedores nas arquibancadas “pediram” que a cobrança fosse executada por Rogério. Mas as lembranças desse domingo não devem entrar para o rol de favoritas de Rogério…

Como foi Sidão?

Sidão teve os direitos econômicos adquiridos pelo São Paulo junto ao… Próprio Audax. O goleiro disputou o último Campeonato Brasileiro emprestado ao Botafogo, mas esteve no elenco de Fernando Diniz que se sagrou vice-campeão paulista em 2016, eliminando o próprio Tricolor pelo caminho. Titular neste domingo com vantagem sobre Denis, o camisa 12 esteve tão desorientado nos dois primeiros gols adversários quanto o restante da zaga. Uma vez passado o susto inicial, fez boas defesas em chutes de longa distância e não voltou a comprometer.

Ytalo deixou saudade?

Contratado pelo São Paulo junto ao Audax em maio de 2016 como “reforço para a Libertadores”, o atacante Ytalo refez seu caminho e voltou a defender o time de Osasco. Neste domingo, o camisa 9 se limitou a participar das triangulações ofensivas de sua equipe, sem testar as luvas de Sidão. Mas o toque de calcanhar para o primeiro gol de Pedro Carmona foi muito bonito e deve trazer calafrios aos são-paulinos.

Dono da camisa 9

Apesar de ser o jogador do elenco que mais fez gols em 2016 (dez em 25 jogos), Chavéz era pressionado. Logo quando assumiu o comando do time, Rogério Ceni pediu a contratação de um centroavante. O clube negociou com Calleri, Colmán e sondou Nilmar. Agora, sonha com Lucas Pratto. Por outro lado, Gilberto ganhou chance nos testes de pré-temporada. Chavéz, por sua vez, recebeu propostas da China. Mas no primeiro jogo do estadual, o argentino deu conta do recado e marcou dois gols.

Boicote a Vampeta

A torcida são-paulina prometeu e cumpriu. Em represália ao presidente do Audax, o ex-jogador corintiano Vampeta, os tricolores não foram à Arena Barueri prestigiar a estreia de Rogério Ceni. Os torcedores ficaram revoltados com o fato de Vampeta querer lucrar com o jogo e colocar o ingresso mais barato a R$ 100. Com isso apenas 2.219 pessoas compareceram ao estádio. O gramado seco e com alguns buracos também chamou a atenção. A declaração do próprio ex-goleiro ao dizer que “o Morumbi sempre será o melhor palco para qualquer tipo de apresentação” reforça a ideia da torcida de considerar o jogo de domingo que vem (12) no Morumbi como a verdadeira estreia do ídolo.

FICHA TÉCNICA
AUDAX 4 X 2 SÃO PAULO

Data e hora: 05 de fevereiro de 2017, domingo, às 17h00 (de Brasília)
Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Daniel Paulo Ziolli
Público e renda: 2.219 pessoas; R$ 102.288,00
Cartões amarelos: Pedro Carmona, André Castro (Audax); Rodrigo Caio (São Paulo)
Gols: Marquinho, aos cinco minutos, Pedro Carmona, aos nove do primeiro tempo e aos 29 do segundo, e Felipe Rodrigues, aos nove do segundo (Audax); Chavez, aos 29 e aos 36 do primeiro tempo (São Paulo)

AUDAX: Felipe Alves; Felipe Rodrigues, André Castro (Magal), Betinho e Marquinho; Danielzinho, Léo Artur e Pedro Carmona; Hugo, Denilson (Matheus Vargas) e Ytalo (Gabriel Leite)
Técnico: Fernando Diniz

SÃO PAULO: Sidão; Bruno, Maicon, Douglas (João Schimidt) e Buffarini; Rodrigo Caio, Thiago Mendes, Cueva, Wellington Nem (Cícero) e Luiz Araújo; Chavez (Gilberto)
Técnico: Rogério Ceni

Uol

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Atlético-GO bate Tupi em jogo de 8 gols e celebra título inédito da Série B

Depois de conquistar a terceira divisão duas vezes, em 1990 e 2008, o Atlético-GO é o novo campeão da Série B do Campeonato Brasileiro. E foi com estilo e emoção: o primeiro título do clube no torneio foi confirmado neste sábado com a vitória por 5 a 3 sobre o Tupi, que teve o rebaixamento decretado pelo resultado do jogo no Olímpico, em Goiânia.

“Passou pela minha cabeça a história da minha família, da minha vida. Agradeço à minha mãe, meus irmãos e ao Atlético. Esses jogadores são fantásticos. Sofremos muito no jogo, mas soubemos vencer. É o maior título da minha carreira, fico feliz por entrar para a história do Atlético. Um beijo para minha esposa, meus filhos e a todos os amigos que me ajudaram nessa caminhada”, afirmou o técnico Marcelo Cabo, emocionado, após o título inédito.

Os 70 pontos no topo da tabela tornaram o Dragão inalcançável para os outros times do G-4: restando duas rodadas para o término da competição, Vasco e Avaí têm oito a menos e agora só brigam pelo G-4 com Bahia, Náutico, Londrina e CRB como concorrentes.

Do lado oposto da classificação, o Tupi soma apenas 30 pontos em 36 rodadas e já amarga a queda para a Série C 2017 ao lado do lanterna Sampaio Corrêa. Coincidentemente, o time maranhense é o próximo adversário do Atlético-GO, que agora só cumpre tabela até as férias oficiais.

Costurou a zaga

A intensidade do Atlético-GO foi premiada aos 14 minutos do primeiro tempo, quando Magno Cruz carregou a bola pela meia direita e tocou para Gilsinho, que fez o corta luz e se posicionou a tempo para receber de Jorginho dentro da grande área. O atacante só teve o trabalho de bater cruzado na saída do goleiro Rafael Santos para abrir o placar.

Montanha-russa

A torcida goiana presente no Estádio Olímpico foi momentaneamente frustrada aos 28 do primeiro tempo, quando Hiroshi chutou duas vezes para o gol; Kléver defendeu na primeira, mas o meia pegou seu próprio rebote e empatou o duelo – o quarto jogo seguido do Tupi a contar com gol de Hiroshi. Kléver ainda bloqueou cabeçada à queima-roupa de Giancarlo e impediu a virada mineira aos 40. Dois minutos depois, para a festa dos anfitriões, Marllon aproveitou cruzamento de Gilsinho e voltou a colocar o Dragão em vantagem.

Entretanto, o silêncio reinou absoluto entre a torcida rubro-negra aos 16 do segundo tempo, quando Jonathan, caído, não desistiu da bola e dividiu no chão pelo passe para Marcos Serrato, que concluiu de pé esquerdo para dar esperança ao vice-lanterna.

Para testar a fé

O canto de “eu acredito” embalado pela torcida rubro-negra empurrou o Atlético-GO na adversidade – que durou apenas seis minutos. Na marca dos 22, Magno recebeu em profundidade na arrancada e procurou Alison, que não conseguiu o domínio. A bola sobrou para Luiz Fernando, que tocou para o fundo da rede e selou o empate em 3 a 3.

Reprodução/Twitter

O campeão voltou

O quarto gol de Jorginho no campeonato deu o título ao Dragão. Quando o relógio já marcava 33 minutos do segundo tempo, Luiz Fernando acionou Magno Cruz, mas viu o colega falhar no domínio imediato. O meia correu até a linha de fundo para evitar a saída da bola e cruzou rasteiro para Jorginho, que bateu rasteiro e cruzado para marcar o gol do título e permitir que o grito de “o campeão voltou” ecoasse nas arquibancadas. Matheus Carvalho ainda fez o quinto e fechou a conta em contra-ataque aos 41.

Finalíssima

Embora o Tupi não fosse o adversário do Atlético-GO pelo título da Série B, a partida teve ares de final de campeonato. A primeira chance ofensiva foi justamente da equipe de Juiz de Fora, mas Giancarlo carimbou as luvas de Kléver e Jonathan não aproveitou o rebote. O lance mais lamentado do jogo, porém, foi de Romário: aos 34 do primeiro tempo, o atleta fez fila pela zaga e soltou a bomba para a defesa de Rafael Santos.

Força máxima… Na medida do possível

A possibilidade de confirmar o título neste sábado não deu outra opção ao técnico Marcelo Cabo que não fosse levar força total à partida. No entanto, as suspensões de Júnior Viçosa e de Pedro Bambu pelo terceiro cartão amarelo obrigaram o treinador a escalar Alison e Bruno Barra como titulares.

Empate no Passo das Emas

Simultaneamente, Luverdense e Bahia ficaram no 2 a 2 em Lucas do Rio Verde. Jean Patrick abriu o placar para o time da casa aos 33, mas foi expulso momentos depois por agressão cometida em Hernane. Edigar Junio empatou aos três minutos do segundo tempo, mas viu Diego Sodré colocar o Verdão em vantagem mais uma vez aos 28. Os quatro minutos de acréscimo conferidos pela arbitragem salvaram o Tricolor, que decretou a igualdade com novo gol de Edigar Junio aos 49, no apagar das luzes.

O Bahia segue na quarta colocação da Série B do Brasileirão e depende apenas de si mesmo para confirmar o acesso à primeira divisão. Com 60 pontos somados, dois o separam de Vasco e Avaí, segundo e terceiro colocado. A equipe tem três a mais que o Náutico, primeiro fora do G-4.

Uol

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Atlético-MG vence com dois gols de Fred e se mantém na cola do Palmeiras

fredVencer e seguir firme na briga pelo título do Campeonato Brasileiro. Esse era o objetivo do Atlético-MG diante do Vitória. E foi isso que a equipe alvinegra fez, na noite dessa quarta-feira (7), no Estádio Independência, ao ganhar por 2 a 1, com dois gols de Fred.

Resultado que deixa o Atlético em boa situação dentro da competição. Atualmente na vice-liderança, os mineiros torcem contra o Flamengo, que recebe a Ponte Preta, para seguir na posição. Além dos rubro-negros, o Atlético também vai torcer contra Palmeiras, que está na liderança e, no momento, com apenas um ponto de vantagem.

Fred marca dois em noite de muitas tentativas

Desde o final de julho que Fred não fazia um gol. Nesse período foram quatro partidas de jejum, que acabou de grande maneira diante do Vitória. Numa noite quem Fred conseguiu finalizar muitas vezes, o atacante conseguiu marcar duas vezes no mesmo jogo, pela primeira vez com a camisa do Atlético. E olha que na primeira grande chance a bola de Fred foi no travessão, mesmo com o goleiro Fernando Miguel batido. Mas o camisa 99 fez o que se espera dele e garantiu importantes pontos para o Atlético. Assim como o incrível gol perdido, também com outra bola chutava no travessão, mesmo com o goleiro fora da jogada.

Marinho perde gol e gera revolta em companheiro

Aos 35 minutos do primeiro tempo o atacante Marinho teve a grande chance do Vitória no jogo. O atacante aproveitou um erro da defesa do Atlético e partiu com a bola dominada, do meio de campo, sem nenhum marcador. Ao invés de tocar para um colega melhor colocado, Marinho tentou dar uma cavadinha para encobrir Giovanni, que conseguiu fazer a defesa. O lance gerou muita revolta no banco de reservas do Vitória, especialmente em Caique, o goleiro reserva. Após o término do primeiro tempo, os demais companheiros precisaram segurar Marinho e Caique, para que não brigassem no gramado do Independência.

Após longa viagem, Rafael Carioca atua os 90 minutos

Na terça-feira à noite a seleção brasileira venceu a Colômbia, por 2 a 1, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. No banco de reservas estava o volante Rafael Carioca, que deixou Manaus logo após a partida, com destino a Belo Horizonte. Foram mais de seis de viagem, incluindo uma parada em São Paulo. E menos de 24 horas depois o volante estava em campo para defender o Atlético e atuou durante os 90 minutos. Talvez pelo cansaço causado pela viagem, Carioca errou mais passes do que o normal, mas esteve bem em campo.

Robinho perde gol incrível e quebra sequência em casa

Seis jogos seguidos em Belo Horizonte com gols de Robinho. E diante do Vitória, o atacante teve a chance de chegar a marca de sete jogos consecutivos com gols diante da torcida. Já nos acréscimos, o goleiro Fenando Miguel errou o tempo de bola e Robinho ficou sozinho, com o gol livre, mas faltou a tranquilidade que sempre sobra no camisa 7. Robinho bateu de primeira e mandou a bola para fora.

Cárdenas volta ao Horto e segue sem jogar bem em BH

Titular do Atlético Nacional-COL durante algumas temporadas, Cárdenas chegou ao Atlético em 2015 como um dos principais reforços para a Libertadores. Porém, o colombiano não foi bem e deixou o clube mineiro sem marcar um gol sequer. Agora emprestado ao Vitória, Cárdenas voltou ao Independência e mais uma vez não foi bem. Outra atuação discreta do colombiano em solo mineiro.

Giovanni faz milagre, mas falha no gol do Vitória

Foram quase seis meses sem disputar uma partida oficial, desde março. Giovanni estava de volta à meta do Atlético após duas contusões e um longo período na reserva. Na primeira bola, Giovanni mostrou categoria, ao driblar o atacante Ramallo. O camisa 20 ainda fez importante defesa em tentativa de Marinho. No entanto, o arqueiro atleticano saiu mal do gol no lance de empate do Vitória.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 2 X 1 VITÓRIA

Data: 07/09/2016 (quarta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Motivo: 23ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Independência, em Belo Horizonte (MG)
Público: 13.532 pagantes
Renda: R$ 588.174,00
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Assistentes: Leirson Peng Martins (RS) e Maurício Coelho Silva Penna (RS)
Cartões amarelos: Edcarlos e Clayton (CAM) Marcelo, Fernando Miguel, Diogo Mateus, Alípio e Ramon (VIT)
Gols: Fred aos 45 min do primeiro tempo; Kanu aos 13 min e Fred aos 17 min do segundo tempo

ATLÉTICO-MG
Giovanni, Carlos César, Gabriel, Edcarlos e Fábio Santos; Rafael Carioca, Lucas Cândido (Hyuri, aos 44 do 2º), Carlos Eduardo (Clayton, no intervalo) e Maicosuel (Yago, aos 30 do 2º); Robinho e Fred.
Treinador: Marcelo Oliveira.

VITÓRIA
Fernando Miguel, Diogo Mateus (Euller, aos 37 do 2º), Ramon, Kanu e Diego Renan; Amaral, Marcelo, David (Alípio, aos 14 do 2º) e Cárdenas; Rodrigo Ramallo (Serginho, aos 14 do 2º) e Marinho
Treinador: Vagner Mancini.

Uol

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Pressionado após invasão em CT, São Paulo empata sem gols com Coritiba

jogoPressionado após sofrer uma invasão no centro de treinamento, o São Paulo não se encontrou em campo e ficou no empate sem gols com o Coritiba na tarde deste domingo (28), no estádio do Morumbi. A partida foi válida pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o time paulista chegou aos 28 pontos e ficou no 11º posto da tabela de classificação da competição nacional. Enquanto isso, a equipe paranaense terminou a rodada com 26 pontos e ficou na 15ª posição.

Na próxima rodada, o São Paulo encara o Palmeiras na quarta-feira (7), fora de casa, às 21h45 (de Brasília). Enquanto isso, o Coritiba recebe o Grêmio no estádio Couto Pereira, nos mesmos dia e horário.

Quem foi bem: Dá-lhe Chávez

O atacante Andrés Chávez assustou a defesa do Coritiba no primeiro tempo. O jogador do São Paulo chegou com perigo, mas perdeu muitas chances claras. Aos 27 minutos, o argentino recebeu bom cruzamento de Mena e, sozinho na área, mandou por cima do gol.

Quem foi mal: Michel Bastos desestabilizado

Após o fim do primeiro tempo do confronto, os torcedores são-paulinos se manifestaram contra Michel Bastos, que não teve uma boa atuação. Aos 16 minutos da etapa final, o jogador foi substituído por Luiz Araújo e foi para o banco de reservas sob vaias. O meia, que entrou como titular, foi um dos alvos do protesto da principal torcida organizada do clube, que invadiu o CT e agrediu três jogadores – além de Michel, Carlinhos e Wesley.

Coritiba sem Gladiador

O atacante Kleber foi poupado desta partida contra o São Paulo, porque sofreu um forte pisão na última rodada. Vinícius ficou no lugar do atacante, mas não agradou o técnico Carpegiani, que substituiu o jogador no início do segundo tempo por Iago.

Sem criatividade

A equipe do São Paulo não começou bem a partida, mas foi evoluindo e chegou com perigo ao gol adversário. Apesar disso, os jogadores não estavam com a pontaria calibrada e pecaram nas finalizações. Na volta dos vestiários, os comandados de Ricardo Gomes não conseguiam criar boas jogadas.

Coxa não aproveita

Se por um lado o time do São Paulo não aproveitou as oportunidades que teve de marcar, o Coritiba também não levou muito perigo. O time não encaixou os contra-ataques e deu pouco trabalho ao goleiro Denis.

Cadê a torcida?

A má fase e a derrota para o Juventude na Copa do Brasil espantou os torcedores são-paulinos. Foram 7.836 pessoas presentes.

Preocupação com emocional do São Paulo

O São Paulo foi para a partida deste domingo sob forte pressão. Um dia depois de ter seu Centro de Treinamentos invadido por torcedores organizados, que roubaram material esportivo do clube e agrediram jogadores como Wesley, Carlinhos e Michel Bastos, a preocupação com o estado emocional da equipe para uma partida importante no Campeonato Brasileiro era grande.

Invasão

Um torcedor tentou invadir o gramado do estádio do Morumbi para protestar, e foi impedido por seguranças.

Que fase

A situação da equipe tricolor não é simples. O São Paulo não vence sob os próprios domínios desde o dia 10 de julho, quando derrotou o América-MG por 3 a 0 pela 14ª rodada do Brasileirão.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 CORITIBA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 28 de agosto de 2016, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Assistentes: Esdras de Lima Albuquerque e Pedro Jorge de Araújo (ambos de AL)
Cartões Amarelos: Buffarini, Mena (São Paulo); Edinho (Coritiba)
Público: 7.836  Renda: R$ 182.596,00

SÃO PAULO: Denis; Buffarini, Maicon, Lyanco e Mena; Hudson, Thiago Mendes, Cueva, Kelvin (Pedro) e Michel Bastos (Luiz Araújo); Chavez
Técnico: Ricardo Gomes

CORITIBA: Wilson; Dodô, Luccas Claro, Juninho e Benítez; João Paulo (Walisson Maia), Edinho, Juan e Raphal Veiga; Vinícius (Iago) e Neto Berola (Jorge Ortega)
Técnico: Carpegiani

Uol

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Atlético-PR vence com dois gols de Walter e tira Corinthians da liderança

Crédito: Gustavo Oliveira / Site Oficial Clube Atlético Paranaense
Crédito: Gustavo Oliveira / Site Oficial Clube Atlético Paranaense

A noite desta quarta-feira na Arena da Baixada foi de Walter. Com dois gols, o atacante decidiu a partida desta 18ª rodada, garantiu a vitória de 2 a 0 do Atlético-PR sobre o Corinthians e, assim, tirou o adversário da liderança do Campeonato Brasileiro. Ao menos por enquanto, o primeiro lugar fica com o Santos, que empatou por 0 a 0 com o Flamengo na Arena Pantanal.

Com o resultado, o Corinthians estaciona nos 33 pontos e acaba ultrapassado pelo novo líder Santos por conta do saldo de gols (16 a 13). Já o Atlético-PR chega a 30 pontos, assume o sexto lugar e fica a apenas um do quarto colocado Grêmio, que ainda joga nesta quinta-feira.

Os times agora voltam a campo pela 19ª rodada (e última do primeiro turno) em dias distintos. O Atlético-PR visita o Flamengo já no sábado, no estádio Kleber Andrade, às 18h30. O Corinthians, por sua vez, volta aos gramados só na segunda-feira, quando recebe o Cruzeiro no estádio do Pacaembu – já que a Arena Corinthians está cedida ao COI para as Olimpíadas.

Walter enfim marca na Arena em 2016 e decide jogo

Com um ótimo papel de pivô e lances de efeito, com domínios impressionantes vindos de longas bolas da defesa, Walter já vinha sendo um dos destaques do Atlético-PR na partida. Mas, além disso, o agora camisa 19 decidiu o jogo com dois gols. O atacante, que já tinha marcado três gols na temporada, ainda não havia balançado as redes na Arena da Baixada nesta temporada de 2016.

Lucca ganha chance como titular, mas decepciona

Fora dos últimos cinco jogos do Corinthians, Lucca voltou a ser utilizado na noite desta quarta-feira. Foi o primeiro jogo do atacante como titular na Era Cristóvão Borges. Mas ele não convenceu. Correu, lutou, mas produziu pouco e, quando finalizou, não teve sucesso. Foi substituído na metade do segundo tempo.

Substituto de Weverton, Santos surpreende positivamente

Bastante seguro nas finalizações corintianas e nos cruzamentos para área, Santos surpreendeu principalmente jogando com os pés. Assim como o titular Weverton, que está com a seleção olímpica, Santos foi bastante utilizado no setor defensivo e até levantou a torcida ao cortar o atacante Romero em uma bola que lhe foi recuada. Fez ainda no segundo tempo um milagre espetacular em finalização à queima-roupa de Romero, da pequena área.

Marquinhos Gabriel sai machucado. Guilherme ganha chance

Marquinhos Gabriel levou uma pancada de Léo logo no início do jogo e, com dores, deixou o campo aos 28min do primeiro tempo. Com isso, Guilherme teve mais uma oportunidade de mostrar serviço. Criou algumas boas jogadas, mas dificilmente o suficiente para convencer Cristóvão a ganhar uma das vagas de titular do Corinthians.

Atlético-PR mantém padrão. Corinthians cria pouco

O Atlético-PR conseguiu, mesmo diante do líder Corinthians, fazer o que vinha fazendo em seus últimos jogos: muita troca de bola, viradas de jogo e lançamentos em profundidade na hora certa. Especialmente no primeiro tempo. Foi desta forma que finalizou, por diversas vezes, ao gol de Cássio. Na etapa final, o time alvinegro até melhorou e evitou os constantes ataques dos anfitriões, mas a precisão de Walter definiu o jogo.

Marlone faz sua estreia com Cristóvão Borges

Envolvido em negociações com outros clubes por não ser aproveitado por Cristóvão Borges, Marlone enfim fez a sua estreia com o técnico. Fora das últimas dez partidas do Corinthians, ele foi a campo aos 26min do segundo tempo e assim fez apenas o seu quinto jogo no Campeonato Brasileiro.

Falta de educação na Arena. De novo

O banco do Corinthians foi alvo de cusparada de alguns torcedores do Atlético-PR no início da partida. O goleiro reserva Walter inclusive pediu a ajuda de um orientador da Arena para tentar acabar com a atitude dos aficionados. Vale lembrar que, contra o Santos, torcedores do Atlético-PR cuspiram no goleiro Vanderlei. O clube foi punido apenas com uma multa.

Cristóvão reencontra ex-clube

Técnico do Atlético-PR entre outubro de 2015 e março de 2016, Cristóvão Borges reencontrou nesta quarta-feira o último clube em que trabalhou antes de assumir o Corinthians.

Uol

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Apagou: Santos vence e rebaixa o Botafogo com dois gols de Damião

jogoAconteceu de novo com o Botafogo. Os resultados de sábado até ajudaram, mas com as próprias pernas o alvinegro não conseguiu se manter na elite do futebol brasileiro. No clássico que em outros tempos era símbolo da era de ouro do futebol brasileiro – dos dias mais gloriosos do alvinegro carioca -, o time de Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho, Gérson e de tantos craques, caiu pela segunda vez para a Série B do futebol brasileiro. O time que mais perdeu no campeonato chegou à 22ª derrota em 37 jogos e, com 33 pontos, deu adeus à Primeira Divisão. O Santos, de férias, venceu a partida por 2 a 0 – gols de Leandro Damião, aos dois e aos 44 minutos do segundo tempo – na Vila Belmiro e chegou aos 50 pontos.

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Foi a queda anunciada de um clube que vinha em frangalhos desde o início da temporada, no fim da gestão Maurício Assumpção, que saiu da presidência na última semana. Carlos Eduardo Pereira assume o clube na Série B e com a responsabilidade de reestruturar desde as finanças até montar um time, já que mais de 10 atletas estão em fim de contrato.

As modificações ao longo do ano foram muitas. Do time que perdeu para o Santos neste domingo, apenas Jefferson e Gabriel estavam em campo na estreia no Brasileiro. Uma equipe toda modificada – seja por negociações ou vontades presidenciais -, com garotos que fazem suas primeiras partidas pelo Botafogo e um técnico que já tentou de tudo um pouco, não foi capaz de ameaçar o Santos no alçapão da Vila.

O discurso de Jefferson, na saída para o intervalo, mostrava que a queda estava a caminho:

– Estamos muito devagar. Parece que eles estão lutando por título, Libertadores… – disse, entre o desânimo e o nervosismo, o goleiro.

Bandeira Botafogo Vila Belmiro (Foto: Mauro Horita / Agência estado)Torcedor do Botafogo ajeita a faixa: tristeza pelo segundo rebaixamento (Foto: Mauro Horita / Agência estado)

Primeiro tempo já anunciava a queda

No jogo da vida para o Botafogo, o time de Vagner Mancini parecia quase morto desde o início. Com menos de um minuto quase sofreu gol no primeiro dos 18 passes errados do time no primeiro tempo. Robinho arriscou de longe, e a bola passou à direita do gol de Jefferson, que estava praticamente batido no lance.

O goleiro do Botafogo e da seleção brasileira ainda teria um pouco de sorte e trabalharia bem mais. Aos nove minutos, David Braz perdeu um gol fácil na cara de Jefferson. Pouco depois, após linda caneta de Robinho em Dankler, o goleiro botafoguense encaixou chute colocado do atacante santista. No fim do primeiro tempo, Andreazzi afastou mal e Gabriel cabeceou na trave. Jefferson, que não podia fazer nada, apenas olhou.

Mas Dankler não. Com o dedo em riste, ele foi para cima do jovem meia do Botafogo, que reagiu empurrando o zagueiro. A turma do deixa disso logo evitou uma briga que poderia render duas expulsões e piorar ainda mais as coisas.

Damião entra, liquida jogo e o Botafogo

Leandro Damião comemora gol do Santos contra o Botafogo (Foto: Mauro Horita / Agência estado)Leandro Damião comemora gol do Santos contra o Botafogo: algoz (Foto: Mauro Horita / Agência estado)

O mesmo Dankler, que por pouco não brigou com o companheiro de equipe, dançou de vez quando Leandro Damião, que entrou para o segundo tempo, o driblou duas vezes dentro da área. O atacante do alvinegro praiano bateu no cantinho, sem chance para Jefferson: 1 a 0 para o Santos aos dois minutos da etapa final.

Vagner Mancini havia feito todas as substituições permitidas até os 11 minutos de segundo tempo. Entraram Murilo, Gegê e Maikon para que o Botafogo ameaçasse um pouco mais o Santos. E nada mudou. Quem continuou trabalhando mesmo foi Jefferson. Até os 30 minutos, os santistas perderam, pelo menos, três chances. Numa delas, o ex-botafoguense Renato, de cabeça, obrigou Jefferson a fazer mais uma grande defesa.

Sem força, o Botafogo era praticamente inofensivo. André Bahia e Gegê tentaram, mas sem ameaçar Aranha. No contra-ataque, o Botafogo escapava de levar gol graças a uma certa displicência santista. Mas Damião tinha vontade. O atacante, reserva durante quase todo o Brasileiro, tentou duas vezes até encher o pé e mandar de vez o Botafogo para a Segunda Divisão. Era um triste, mas previsível desfecho para o Alvinegro carioca.

 

Globoesporte.com

Com gols de Conca e Fred, Fluminense vence fora de casa e dorme no G-4

fluA palavra de ordem do Fluminense na noite deste sábado foi eficiência. Sem precisar exibir seu melhor futebol em meio à fase iluminada, o Tricolor aplicou 2 a 0 sobre o Goiás, no Serra Dourada, alcançou a quarta vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro e, enfim, volta a dormir no G-4. Os gols – um em cada tempo – foram de Fred e Conca, que tornaram Walter e Erik, personagens antes do duelo por reencontrarem ex-clube e algoz recente, respectivamente, meros coadjuvantes.

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O maior mérito do time carioca foi errar pouco e manter certa regularidade durante os 90 minutos, contendo a tentativa de pressão do adversário, que não esteve inspirado e foi apático especialmente na segunda etapa. Isso tudo foi acompanhado por pouca gente, já que o estádio registrou 3.985 pagantes e renda de R$ 84.655,00.

O resultado colocou o Flu na terceira posição, com 54 pontos, à espera de tropeços de Inter e Atlético-MG para sustentar a vaga entre os classificados para a Taça Libertadores durante a semana. Já o Esmeraldino parou nos 41, em nono lugar, e adiou a confirmação da iminente fuga do rebaixamento.

Vice-artilheiro da competição, Fred chegou à marca de 100 gols na era dos pontos corridos e fica a seis do líder Paulo Baier, que está prestes a se aposentar. De quebra, colou em Henrique, do Palmeiras, na disputa (15 a 14). Fred marcou em quatro das últimas cinco vezes em que entrou em campo e vive grande fase.

Na 34ª rodada, o Tricolor encara o Coritiba no próximo sábado, às 19h30m, no Couto Pereira. Já o Goiás mede forças com o Bahia, domingo, no mesmo horário, de novo no Serra Dourada.

Gol do Flu, pressão do Goiás

Mais confiante pela fase na competição, o Fluminense tentou se impor e controlou a partida no início. Atacando quase sempre pelo lado esquerdo, Chiquinho e Conca eram muito acionados. O Esmeraldino, por sua vez, tinha mais posse de bola. Mas parava no bloqueio do adversário na frente da área e errava mais. Isso não impediu, porém, que, no primeiro vacilo dos cariocas, Bruno Mineiro chutasse para fora a chance clara de abrir o placar, cara a cara com Cavalieri. O Flu fez uma linha de impedimento equivocada e deixou três jogadores sozinhos.

Logo depois, veio o castigo: Conca achou Jean na área, e o volante só teve o trabalho de rolar para Fred balançar a rede e comemorar seu 14º gol no Brasileirão e o centésimo na era dos pontos corridos. Em desvantagem, o dono da casa tratou de avançar a marcação e aproveitou-se do recuo do rival para criar pelo menos três grandes oportunidades de empatar. Erik parou duas vezes em Cavalieri e, já nos acréscimos, David pegou na veia e viu Guilherme Mattis salvar de cabeça em cima da linha.

conca goias x fluminense (Foto: Nelson Perez/Fluminense FC)Destaques do jogo, Wagner e Conca armam jogada do Fluminense (Foto: Nelson Perez / Fluminense FC)

Flu mata jogo em rápido contra-ataque

O panorama foi o mesmo na volta do intervalo. O Goiás em busca da recuperação, só que com cada vez menos intensidade e abusando da individualidade. Sem um contra-ataque eficaz, Cristóvão Borges apenas trocou Walter por Sobis e Jean por Diguinho e se conformou com o cenário, seguro de que seus comandados não deixariam o ritmo cair. Vez ou outra, a frequente linha de impedimento tricolor até assustava, mas sem comprometer.

As mudanças de Drubscky não surtiram efeito e, dos 25 minutos em diante, o Fluminense cresceu, passando a ocupar mais espaços no campo ofensivo. No fim da partida, nada de pressão esmeraldina. Na realidade, os cariocas sempre estiveram mais perto de ampliar, e o único risco corrido foi em boa jogada isolada de Lima pela esquerda que não chegou em Tiago Real. Já nos acréscimos, como prova da tal eficiência, Wagner achou Chiquinho, que rolou para Conca, na pequena área, fazer 2 a 0 e definir o placar.

globoesporte