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Em um primeiro tempo maluco, Bahia goleia o Atlético-PR

Com direito a um primeiro tempo maluco, o Bahia goleou o Atlético-PR por 6 a 2 na tarde deste domingo, na Arena Fonte Nova, na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O destaque ficou por conta do primeiro tempo, que teve sete gols. Até os 39 minutos, o placar era de 2 a 1 para o Furacão, mas acabou a etapa inicial 5 a 2 para o Bahia (quatro gols em sete minutos).

Atlético-PR jogou com um time alternativo e acabou goleado na Arena Fonte Nova (Foto: Divulgação/ Bahia)
Atlético-PR jogou com um time alternativo e acabou goleado na Arena Fonte Nova (Foto: Divulgação/ Bahia)

Foto: LANCE!

Nos minutos iniciais, o Atlético-PR iniciou trocando a bola, mas não conseguia criar. Já o Bahia arriscava mais. Aos quatro, o volante Juninho bateu da entrada da área, mas a bola foi pela linha de fundo. Aos dez, o ataque baiano fez boa jogada, mas na hora da finalização de Régis o zagueiro José Ivaldo conseguiu evitar a finalização.

Mas na primeira vez em que conseguiu concluir a jogada ao gol, o Atlético-PR foi fatal. Após boa jogada, Sidcley cruzou para Guilherme, que da entrada da área dominou e bateu com categoria para abrir o placar na Arena Fonte Nova.

Com o 1 a 0 no placar, o Atlético-PR até trocou alguns passes no primeiro momento, mas na sequência acabou dando a bola ao Bahia e se fechou, tentando buscar um contra-ataque. O contragolpe não foi encaixado e, assim, a equipe baiana encurralou o Furacão. Zé Rafael e Eduardo assustaram o goleiro Weverton, mas o gol de empate ocorreu aos 33, com o zagueiro Tiago, de cabeça, após cobrança de escanteio.

Devido ao gol de empate, o Atlético-PR voltou a procurar o ataque. O zagueiro Marcão teve duas oportunidades. A primeira ele parou no goleiro Jean, que defendeu uma cabeceada dele. Mas aos 37 ele não desperdiçou e recolocou o Atlético-PR em vantagem. 2 a 1.

Mas a partir daí o que se viu foi um desastre do sistema defensivo do Atlético-PR, sofrendo quatro gols em sete minutos. Aos 39, Zé Rafael empatou. Aos 41, Régis virou. Aos 43, Edigar Junio ampliou. E aos 46, novamente Régis. 5 a 2 Bahia.

Embora tenha adotado uma postura mais cautelosa no segundo tempo, o Bahia teve uma boa oportunidade logo aos 20 segundos, quando Zé Rafael bateu forte da entrada da área e assustou o goleiro Weverton.

Já o Atlético-PR novamente ficou com a bola, mas não conseguiu criar boas chances. A melhor ocorreu aos 19, quando Jonathan cruzou da direita e Douglas Coutinho cabeceou pela linha de fundo.

Se o time paranaense não assustava, o Bahia, quando ia para a frente, levava muito perigo. O volante Edson teve duas grandes chances. Aos 25, ele exigiu boa defesa do goleiro Weverton. E no minuto seguinte ele não perdoou e anotou o sexto gol do Bahia. 6 a 2.

Para deixar ainda mais dramática a situação do Atlético-PR, o zagueiro Marcão foi expulso de campo aos 29 minutos, por receber o segundo cartão amarelo. Mas como o Bahia estava satisfeito com o resultado o fator de ter um homem a mais não teve tanto efeito em busca de chances de gol. Na única criada, Maikon Leite bateu na saída de Weverton, mas o zagueiro José Ivaldo tirou a bola em cima da linha.

Assim, o placar foi mesmo de 6 a 2 para o Bahia. Na quarta-feira, o time baiano tem a final da Copa do Nordeste, contra o Sport. Já o Atlético-PR enfrenta a Universidad Catolica, na última rodada do Grupo 4 da Libertadores da América.

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Corinthians goleia a Ponte e fica mais próximo do título

Um refrão de Belchior, ilustre cantor e compositor brasileiro morto neste domingo (e, curiosamente, simpatizante da Ponte Preta), define o duelo em preto e branco que inaugurou as finais do Campeonato Paulista neste domingo, no estádio Moisés Lucarelli: “Apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”. Passados 40 anos da história conquista com gol de Basílio, o Timão destilou superioridade para cima da Macaca e goleou por 3 a 0 o primeiro jogo das finais do Estadual.

Corinthians vence Ponte por 3 a 0 e sai na frente no Paulistão (foto: MARCELLO FIM / RAW IMAGE)
Corinthians vence Ponte por 3 a 0 e sai na frente no Paulistão (foto: MARCELLO FIM / RAW IMAGE)

Foto: LANCE!

Diferentemente dos jogos contra Santos e Palmeiras, a Ponte Preta começou neste domingo “como o diabo gosta”. Ou seja, sem fazer pressão no campo de defesa adversário. A maior prova disso foram as chances que o Corinthians acumulou jogando com o “coração selvagem”, mesmo na casa do adversário. Aos dois minutos, não fosse uma antecipação de Yago, Romero poderia ter feito o primeiro gol. Pouco depois, Aranha ainda defendeu um chute de Jô. Só que é aquela coisa… “uma nova mudança em breve vai acontecer”.

Aos 13 minutos, Jô tocou para Romero, que devolveu o passe. De primeira, o camisa 7 serviu Rodriguinho dentro da área, em linda trama ofensiva. Decisivo em partidas importantes, o número 26 do Corinthians apareceu livre, tirou de Aranha e marcou o primeiro gol do Corinthians. Rodriguinho, de novo em mata-mata, já que os “ídolos ainda são os mesmos”.

Parecia até “alucinação”, mas a Ponte Preta terminou o primeiro tempo sem dar trabalho quase nenhum a Cássio. Mesmo jogando em casa! O gol do Corinthians fez a Macaca precisar propor o jogo para desequilibrar a defesa do time que estava em vantagem. “Sem parentes importantes”, ou alguém que assumisse a bronca para resolver, a Macaca trocou duas peças logo no intervalo, viu sua torcida “voltar” ao jogo e tentou se aventurar no segundo tempo. “Like a rolling stone”.

“Na parede da memória, essa lembrança é o quadro”, e o fantasma de 1977 parece ainda não ter dissipado de Campinas. Aos 13 minutos do segundo tempo, Rodriguinho deu bela arrancada, ficou em pé mesmo com a falta, tirou a marcação e serviu Jadson, que bateu de primeira, sem chances de defesa para Aranha. “No presente a mente, o corpo é diferente”. Ou não.

Depois do segundo gol, o jogo virou uma pelada. A Ponte, improdutiva. O Corinthians, calmo, com “dedo em V, cabelo ao vento, amor e flor”. A tal tranquilidade entrou em contraste definitivo com a inoperância da Ponte aos 34: Fagner bateu lateral para Jô, mas a bola ficou solta na área e Rodriguinho é quem desviou de cabeça. “O novo sempre vem”.

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 0 X 3 CORINTHIANS

Local : estádio Moisés Lucarelli, Campinas (SP)
Data-Hora: 30/4/2017 – 16h (de Brasília)
Árbitro : Raphael Claus
Assistentes : Alex Ang Ribeiro e Luiz Alberto Andrini Nogueira
Público/renda: 16.048 pagantes, 17.322 torcedores / R$ 655.220,00
Cartões amarelos: Renato Cajá (PON), Rodriguinho e Gabriel (COR)
Cartões vermelhos:
Gols : Rodriguinho 14′ 1ºT (0-1); Jadson 13′ 2ºT (0-2); Rodriguinho 34′ 2ºT (0-3)

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Yago (Kadu – 14′ 2ºT), Fábio Ferreira e Reynaldo (Artur – intervalo), Fernando Bob, Elton e Jadson (Renato Cajá – intervalo); Clayson, Lucca e William Pottker. Técnico : Gilson Kleina

CORINTHIANS : Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel (Paulo Roberto 16′ 2ºT) e Maycon (Camacho 36′ 2ºT); Jadson (Clayton 31′ 2ºT), Rodriguinho e Romero; Jô. Técnico : Fabio Carille.

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Paulinho faz 3, Brasil goleia e põe a mão na vaga

DANTE FERNANDEZ/AFP
DANTE FERNANDEZ/AFP

A matemática ainda não garante a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia, mas já é possível comprar as passagens e reservar hotel para o Mundial de 2018.

Pela primeira vez sob o comando de Tite, o Brasil saiu perdendo, mas nem mesmo as místicas do estádio Centenário e da camisa do Uruguai foram capazes de acabar os 100% de aproveitamento brasileiro com o treinador. Paulinho fez três vezes, Neymar fechou o placar com um golaço e o Brasil venceu de forma categórica por 4 a 1.

Com 30 pontos, a vantagem do Brasil sobre o vice-líder Uruguai é de sete pontos. Além disso, desde que as eliminatórias sul-americanas começaram a ser disputadas neste formato, nunca um país ficou fora da Copa após atingir tal pontuação.

Depois de silenciar o Centenário, o Brasil espera fazer a festa contra o Paraguai, na terça-feira, em São Paulo.

A seleção brasileira dominou a primeira etapa e poderia ter ido para o vestiário em vantagem. O placar quase foi aberto aos três minutos, com o contra-ataque puxado por Neymar, que encontrou Philippe Coutinho e veio o cruzamento para o meio da área. Firmino não acreditou que a bola passaria pela marcação e a perdeu a primeira grande chance do jogo.

Apenas quatro minutos depois, veio o castigo. Após uma bola alçada para a área do Brasil, Marcelo tentou o recuo para Alison com o peito. Atento, Cavani se adiantou e obrigou o goleiro a fazer o pênalti. O camisa 21, artilheiro das eliminatórias, foi para a cobrança e colocou o Uruguai na frente.

Foi a primeira vez que o time de Tite saiu atrás no placar, mas o gol não abalou a equipe brasileira.

Homem de confiança de Tite, Paulinho respondeu, com gols, aqueles que questionam suas constantes convocações. Aos 18 minutos, o volante recebeu de Neymar e experimentou da intermediária. O chute saiu com endereço certo: o ângulo de Martín Silva. Um verdadeiro golaço para deixar tudo igual.

No segundo tempo, a virada veio com o jogador do  mostrando que Guangzhou Evergrande tem cacoete de atacante, com faro de artilheiro. Roberto Firmino recebeu na área, girou sobre a marcação e finalizou. Martín Silva deu rebote e Paulinho estava lá para conferir e marcar o segundo dele e do Brasil no jogo.

E, depois de Neymar tentar “ofuscar” um pouco seu brilho, Paulinho fecharia o placar com estilo, completando cruzamento de Daniel Alves para fechar seu hat-trick com o peito. Uma exibição de gala, sem sombra de dúvidas.

Apesar de jogar em casa, o Uruguai não parecia nada a seleção que começou as eliminatórias de forma arrasadora, levando perigo apenas em cobranças de falta. O Brasil controlava a partida, tinha as melhores chances e chegaria ao terceiro gol de forma espetacular.

Aos 29 minutos, Miranda deu um chutão do campo defensivo. Mais veloz, Neymar ganhou de Coates e deu um toque de extrema categoria sobre Matín Silva. Mais um golaço brasileiro no Centenário.

Na sequência das eliminatórias sul-americanas, as seleções voltam a jogar na terça-feira. O Brasil vai receber o Paraguai em jogo que acontece na Arena Corinthians, em Itaquera, às 21h45 (de Brasília). Já o Uruguai viaja para encarar o Peru, em partida marcada para começar às 23h15.

FICHA TÉCNICA
URUGUAI 1 X 4 BRASIL

Local: Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 23 de março de 2017, quinta-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Patricio Loustau (Argentina)
Assistentes: Diego Bonfa e Gustavo Rossi (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Maxi Pereira, Godín e Coates (Uruguai); Casemiro, Marcelo e Daniel Alves (Brasil)
Gols: URUGUAI: Cavani, aos 9 minutos do primeiro tempo; BRASIL: Paulinho, aos 18 minutos do primeiro tempo e aos 7 e aos 42 minutos do segundo tempo; Neymar, aos 29 minutos do segundo tempo

URUGUAI: Martín Silva; Maxi Pereira, Coates, Godín e Gastón Silva; Arévalo Ríos, Vecino, Sánchez (Hernández) e Cristian Rodríguez; Rolán (Stuani) e Cavani
Técnico: Óscar Tabárez

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho (Willian), Renato Augusto (Fernandinho) e Neymar; Roberto Firmino (Diego Souza)
Técnico: Tite

ESPN

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Belo faz seu melhor jogo e goleia no Almeidão; Raposa se distancia

beloQuatro jogos foram realizados na noite desta quarta-feira (08) pelo Campeonato Paraibano. No Almeidão, em João Pessoa, com homenagens às mulheres, o líder Botafogo enfim jogou bem e demorou apenas dez minutos para abrir o placar diante do Sousa, através de Wanderson. Dois minutos depois o mesmo Wanderson ampliou de cabeça.

No segundo tempo, Sapé, aos 15 minutos, fez o terceiro do Belo e aos 21 minutos Camilo, que acabara de entrar, acertou um belo chute, descontando para o Sousa. Rafael Oliveira ainda faria mais um aos 28 minutos para o Tricolor da Maravilha do Contorno. Placar final Botafogo 4  x  1 Sousa.

Outros jogos

No CT Ivan Tomaz, no Valentina, o CSP perdeu a quinta partida seguida. Dessa vez foi para o Serrano por um a zero com gol do zagueiro Weverson, aos 32 minutos do segundo tempo.

Em Campina Grande, o placar considerado a “Zebra” da rodada. Tido como favorito e buscando a sexta vitória consecutiva o Campinense não passou de um zero a zero contra o Atlético.

Já o Auto Esporte foi ao Perpetão em Cajazeiras para enfrentar o Paraíba e conseguiu um empate. Deivid abriu o placar para o Auto aos 26 do primeiro tempo e Vavá empatou para o Paraíba, aos 12 minutos do segundo tempo. 1 a 1 foi o placar final.

Com esses resultados, o Atlético entra, pelo menos temporariamente, no G4, tirando a vaga do Treze, que cai para a quinta colocação. Já o CSP que perdeu mais uma assume a lanterna isolada da competição.

A rodada será completada nesta quinta-feira (9) com o jogo entre Internacional e Treze no Almeidão em João Pessoa.

Confira a Classificação

Clubes PG J V E D GP GC SG
 1º-   Botafogo  28  12  9  1  2  20  10  10
2º-  Campinense 22 12 6 4 2 16 9 7
3º-  Auto Esporte 19 12 5 4 3 12 10 2  
4º-  Atlético 17 12 4 5 3 7 5 2
5º-  Treze 16 11 4 4 3 10 7 3
6º-  Internacional 15 11 3 6 2 8 7 1
7º-  Serrano 14 12 4 2 6 13 18 -5
 Sousa 10 12 2 4 6 13 17 -4
 Paraíba 9 12 1 6 5 8 14 -6
10º  CSP 8 12 2 2 8 7 17 -10

MaisPB – Albemar Santos 

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Erros de arbitragem ajudam, e São Paulo goleia o Santo André

são pauloEm uma tarde de arbitragem polêmica no Morumbi, o São Paulo manteve o conforto na liderança do Grupo B do Campeonato Paulista. Beneficiado pelo erro do trio comandado por Luiz Flávio de Oliveira em dois gols, o time comandado por Rogério Ceni goleou o Santo André pelo placar de 4 a 1, com gols de Cícero, Cueva, Luiz Araújo e Gilberto.

Os erros da arbitragem ocorreram no primeiro e terceiro gols da equipe tricolor. Cícero abriu o placar, com apenas 5min de jogo, em posição irregular (2,13m adiantado, mais precisamente). Na etapa complementar, aos 30min, a bola desviou no braço de Luiz Araújo antes de balançar as redes.

Além dos dois gols irregulares, o São Paulo, que dominou completamente a primeira etapa e acordou novamente na parte final do jogo após as entradas de Thiago Mendes e Wellington Nem, contou com mais uma boa exibição dos setores mais ofensivos para alcançar os 14 pontos – são quatro de vantagem em relação ao Linense, vice-líder do Grupo B.

O Santo André, em contrapartida, permanece com apenas seis pontos, na terceira posição do Grupo C.

Agora, o São Paulo volta a se concentrar na Copa do Brasil, antes de encarar o clássico com o Palmeiras, no próximo final de semana. Na quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), a equipe comandada por Rogério Ceni encara o ABC-RN, novamente no Morumbi.

Quem foi bem: Luiz Araújo

O grande garçom da tarde de futebol no Morumbi. A jovem revelação da equipe tricolor distribuiu assistências para os dois gols da equipe da casa. No primeiro, ele cruzou para Cícero completar. No segundo, passe preciso para Cueva ampliar ainda na etapa inicial. Na etapa complementar, o camisa 31 ainda deixou a sua marca para definir o resultado.

Quem foi mal: Sidão

O goleiro são-paulino terminou a tarde como um ponto negativo do time. Sidão falhou no gol anotado pelo Santo André ao deixar escapar a bola em plena pequena área. O erro comprometeu a atuação individual e assustou o público, acostumado a um duelo tranquilo até então.

Estreia diante da torcida

O confronto deste domingo marcou a estreia do meio-campista Jucilei como titular do São Paulo. O jogador atuou em frente ao setor defensivo e permaneceu em campo até a metade da segunda etapa, quando Rogério Ceni promoveu a entrada de Wellington, inscrito no Paulista somente na última sexta-feira.

São Paulo sobra no 1º tempo

Mesmo com nomes importantes como Lucas Pratto no banco de reservas, a equipe de Rogério Ceni encontrou pouca dificuldade para alcançar a segunda vitória consecutiva na temporada. Com velocidade pelas pontas – e beneficiado pelo entrosamento repentino de Júnior Tavares e Luís Araújo pela esquerda -, o São Paulo dominou o Santo André durante todo o primeiro tempo.

Ah, a arbitragem…

Embora dominante desde o primeiro minuto, o São Paulo chegou à vantagem por intermédio de um gol irregular. Muito adiantado em relação à linha da bola, Cícero aproveitou cruzamento rasteiro para fazer 1 a 0 no Morumbi. O erro do trio de arbitragem, na internet, não passou despercebido.

Ah, a arbitragem (2)

O terceiro gol do São Paulo, responsável por determinar o resultado final da partida, também saiu de maneira irregular. A bola desviou no braço de Luiz Araújo antes de cruzar a linha do gol do Santo André. Imediatamente ao gol, o time andreense tratou de reclamar com a arbitragem; em vão, pois Luiz Flávio de Oliveira ignorou complemente os questionamentos.

Velhos problemas

O sistema defensivo do São Paulo voltou a preocupar o torcedor neste domingo. O lance do gol do Santo André, anotado por Leonardo, contou com a falha de diversas alas do time do Morumbi. Primeiramente, o posicionamento na bola aérea, com Buffarini perdendo a disputa. Por fim, Sidão deixou a bola escapar nos pés do jogador adversário.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 4 X 1 SANTO ANDRÉ

Local: Estádio Cícero Pompéu de Toledo, no Morumbi, em São Paulo
Data: 5 de fevereiro de 2017, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
Assistentes: Alex Alexandrino e Leandro Matos Feitosa
Público: 20.694 espectadores
Renda: R$ 558.115,00
Cartão Amarelo: Lugano, Cueva e Gilberto (São Paulo)

Gols:
SÃO PAULO: Cícero, aos 4 minutos do 1º tempo, e Cueva, aos 26 minutos do 1º tempo; Luiz Araújo, aos 30 minutos do 2º tempo
SANTO ANDRE: Leonardo, aos 15 minutos do 2º tempo

SÃO PAULO: Sidão; Buffarini, Lugano, Douglas e Junior Tavares; Jucilei (Wellington), Araruna (Thiago Mendes) e Cícero; Cueva (Wellington Nem), Luiz Araújo e Gilberto
Técnico: Rogério Ceni

SANTO ANDRÉ: Zé Carlos; Cicinho (Jean), Reniê, Leonardo e Baraka; Fernando Neto, Claudinho, Dudu Vieira e Henan; Eduardo Ramos (Paulinho) e Serginho (Edmilson)
Técnico: Sérgio Soares

Uol

 

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Pintou o sete! Fla goleia Madureira e enfrenta Vasco na semi da Taça GB

flamengoO Flamengo segue com 100% de aproveitamento na temporada. O time goleou o Madureira por 4 a 0, neste domingo (19), em Volta Redonda. Os gols de Diego, Guerrero, Mancuello e Lucas Paquetá – uma pintura por cobertura da intermediária – deram o sétimo triunfo consecutivo em 2017 ao Rubro-negro e a melhor campanha na fase de classificação da Taça Guanabara – superando o Fluminense no segundo critério de desempate, o saldo de gols (15 a 14).

O resultado classificou o Flamengo em 1º lugar no Grupo B, com 15 pontos. Na semifinal da Taça Guanabara, a equipe do técnico Zé Ricardo joga contra o rival Vasco com a vantagem do empate. O clássico acontece no sábado de Carnaval, dia 25, às 18h30 (de Brasília) – o local será definido na segunda-feira (20).

Na outra semifinal, o Fluminense encara o Madureira no mesmo dia, às 16h30 (de Brasília), em Volta Redonda. O Tricolor tem a vantagem da igualdade no placar para ir à final.

Flamengo tem 15 escanteios a favor, mas Diego salva primeiro empo

O Flamengo teve o controle do jogo na maior parte da etapa inicial. Tanto que o Rubro-negro contou com 15 escanteios a favor. No entanto, o time errou praticamente todos os cruzamentos na área. Apenas duas chances chamaram a atenção. Uma com Réver, que tocou o travessão logo aos 3min, e outra com Guerrero, defendida pelo goleiro Rafael. Coube ao meia Diego aliviar o lado do time da Gávea. Aos 45min, logo depois da correta expulsão de Alex Moraes, o camisa 35 roubou a bola na entrada da área com um carrinho e bateu no ângulo para a festa da torcida em Volta Redonda.

Time de Zé Ricardo deslancha no segundo tempo; Paquetá faz golaço

Com um jogador a mais, o Flamengo teve espaços e a tranquilidade necessária para garantir a vitória sem sustos. O Madureira ainda acertou uma bola no travessão logo no começo da etapa complementar, mas o Rubro-negro não teve dificuldades na sequência. Guerrero, aos 19min, Mancuello, aos 22min, e Lucas Paquetá, com um golaço por cobertura da intermediária aos 35min, fecharam o placar. A partir daí, os comandados de Zé Ricardo fizeram o tempo passar e encerram a fase de classificação da Taça Guanabara com a melhor campanha.

Rubro-negro está a 90 minutos de igualar melhor início de ano recente

O Flamengo pode igualar a marca de 2011, obtida pelo time de Ronaldinho e Thiago Neves, na próxima quarta-feira (22), quando enfrenta o Ceará, no Castelão, às 19h30 (de Brasília), pela Primeira Liga. Na ocasião, a equipe dirigida por Vanderlei Luxemburgo conseguiu o melhor início de ano recente do Rubro-negro. Foram oito vitórias consecutivas em jogos oficiais. Resta apenas uma para o Flamengo de Zé Ricardo.

FLAMENGO 4 X 0 MADUREIRA

Local: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Árbitro: João Batista de Arruda
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Daniel de Oliveira Alves Pereira
Cartões amarelos: Guerrero e Diego (Flamengo); Alex Moraes (Madureira)
Cartão vermelho: Alex Moraes (Madureira)
Gols: Diego, aos 45min do primeiro tempo; Guerrero, aos 19min do segundo tempo; Mancuello, aos 22min do segundo tempo; Lucas Paquetá, aos 35min do segundo tempo

Flamengo
Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Miguel Trauco; Romulo, Willian Arão (Lucas Paquetá) e Diego (Gabriel); Mancuello, Everton e Guerrero (Felipe Vizeu)
Técnico: Zé Ricardo

Madureira
Rafael; Alex Moraes, Jorge Felipe e Diego Guerra; Ruan, Rezende, Wanderson (Walney), Luciano (Vitinho), Esquerdinha (Soares) e W. Saci; Julio César
Técnico: PC Gusmão

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Wanderson marca dois e Botafogo-PB goleia o Vitória pelo Nordestão

beloEm tarde inspirada de Wanderson, o Botafogo-PB, com dois gols relâmpagos no primeiro tempo e dois no segundo, goleou o Vitória-BA pela segunda rodada do Grupo E da Copa do Nordeste. O atacante marcou duas vezes na goleada de 4 a 2. Fernandes e Marcinho marcaram os outros gols.

O Vitória começou a partida indo para cima do Belo e já aos 4 minutos teve uma chance inacreditável desperdiçada. David invadiu a pequena área, foi até a linha de fundo e cruzou para o meio. Kieza chegou primeiro que a zaga e conseguiu, quase de cima da linha, mandar a bola por cima da meta de Michel Alves.

Mas quem mostrou serviço foi o Botafogo-PB, que em cinco minutos marcou duas vezes.

Aos 6, Rafael Oliveira apareceu como armador e enfiou a bola com açúcar para Fernandes, que veio da esquerda para o meio, invadiu a área e soltou a bomba de canhota para estufar a rede de Fernando Miguel.

Wanderson, aos 11, apareceu bem na entrada da área, limpou dois marcadores e ficou cara a cara com o arqueiro rubro negro. Com muita categoria, ele só tocou a bola no lado direito, deslocando o goleiro e fazendo o segundo gol botafoguense no jogo.

Foto: Raniery Soares/ Paraíba Press/ Botafogo-PB

Depois dos gols o Botafogo-PB passou a ter mais contrle do jogo, e coma vantagem o placar não precisava mais se expor. Mais fechado, não dava espaços para o Vitória-BA, que não achava espaços e não conseguia pressionar.

Administrando o jogo, o time pessoense teve uma baixa importante ainda na primeira etapa. Aos 35 minutos Raphael Oliveira sentiu uma lesão na virilha e foi substituído. Perseguido por lesões, o atacante vinha em  boa fase e havia marcado seis gols nas últimas sete partidas, antes do duelo contra o Vitória. Raphael Luz o substituiu.

O time baiano só chegou novamente à área botafoguense aos 42 minutos, quando Kieza foi lançado, invadiu a área sozinho, mas Michel Alves saiu do gol e evitou o perigo.

Segundo tempo

Depois do intervalo o Botafogo-PB voltou com a mesma postura de não se expor e administrar o resultado, e o Vitória veio para cima. Argel Fucks, treinador rubro negro, colocou o atacante Paulinho no lugar de Leandro Salino, lateral direito. Mas em uma falha individual os baianos marcarm seu primeiro gol. Aos 4 minutos Gustavo Henrique foi afastar a bola mas tocou muito fraco. Ela sobrou para Cleiton Xavier, que só teve o trabalho de tocar no canto direito de Michel Alves para diminuir o marcador da partida.

Mas assim como no primeiro tempo, em dois gols relâmpagos o Belo resolveu o jogo. Aos 10 Djavan deu passe milimétrico para Marcinho, que apareceu nas costas da defesa, invadiu a área, driblou Fernando Miguel e chutou de perna esquerda para estufar a rede e fazer o terceiro do Botafogo-PB.

Sem lateral direito de ofício, o Vitória levou o quarto gol em jogada semelhante ao do terceiro. Raphael Luz tocou para Wanderson, que passou se infiltrou em velocidade e deu só um toque de pé direito para encobrir o goleiro e marcar outro golaço, apenas um minuto depois do terceiro, deixando a torcida botafoguense ensandecida no Almeidão.

Em um lance de bola parada o Vitória-BA voltou para o jogo. Aos 34 minutos, Fred cobrou falta do lado esquerdo da área e mandou com perfeição no ângulo direito de Michel Alves, que nem se mexeu, e viu a bola morrer no fundo do gol.

O Belo tentou responder aos 37 minutos, quando após cobrança de escanteio, Gustavo Henrique subiu mais que todo mundo e cabeceou a bola para o chão, mas Fernando Miguel, no reflexo, conseguiu espalmar para o meio e evitou o quinto gol botafoguense.

O triunfo botafoguense embolou tudo no Grupo E da Copa do Nordeste. Agora América-RN, Sergipe, Vitória e Belo tem 3 pontos. O time pessoense fica, pelos critérios de desempate, em terceiro lugar. Na próxima rodada, no domingo (12), o Botafogo-PB vai até Aracaju enfrentar o Sergipe.

Ficha técnica

Botafogo-PB 4 x 2 Vitória-BA
Copa do Nordeste 2017 (Grupo E – 2ª rodada)
Estádio: Almeidão (João Pessoa)

Arbitragem: Antônio Moraes de Sousa; Francisco Gaspar e Rogério Oliveira

Gols: Fernandes, Wanderson (2x), Marcinho (B); Cleiton Xavier, Fred (V)
Cartões amarelos: Amarildo, Djavan, Marcinho, Michel Alves (B); Kieza, Paulinho (V)

Botafogo-PB: Michel Alves, Plínio, Walber, Gustavo Henrique;  Gustavo (Luiz Paulo), Djavan, Amarildo (Diogo Rangel), Marcinho, Fernandes; Wanderson, Rafael Oliveira (Raphael Luz). Técnico: Itamar Schulle.

Vitória-BA: Fernando Miguel, Leandro Salino (Paulinho), Alan Costa, Fred, Euller; William Farias, Uillian Correia, Dátolo (Jhemerson), Cleiton Xavier (André Lima); David, Kieza. Técnico: Argel Fucks.

paraibaonline

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Com show de Cueva, São Paulo goleia Corinthians com olé e encerra tabu

Nem parecia que o Corinthians briga por Copa Libertadores e o São Paulo quer se afastar da zona de rebaixamento. Na noite deste sábado (04), no Estádio do Morumbi, os são-paulinos foram amplamente superiores do começo ao fim e venceram por 4 a 0. Cueva, o dono do clássico, abriu o placar e foi seguido por David Neres, Chávez e Luiz Araújo. A vitória inquestionável derruba um tabu incômodo: há 13 anos o Tricolor não batia o maior rival em sua casa pelo Brasileirão.

O resultado a cinco rodadas do fim do Campeonato Brasileiro provoca efeito direto na classificação. Com a vitória, o São Paulo vai a 45 pontos e praticamente afasta qualquer risco de rebaixamento. O Corinthians, com 50 pontos, se vê ainda mais distante do objetivo de Copa Libertadores e pode acabar a rodada na nona posição.

David Neres se apresenta aos clássicos

Alê Cabral/Agif

Na quarta partida pelos profissionais do São Paulo, a primeira contra um dos rivais, Neres levou a torcida à loucura ao marcar o segundo gol sobre o Corinthians. Ele próprio, abraçado no chão pelos companheiros, se emocionou bastante.

O melhor: Cueva

Mauro Horita/Agif

O peruano mostrou que é um dos termômetros da equipe. Comandou as ações no meio-campo, driblou e acertou bons passes em profundidade. Converteu, com cavadinha, o pênalti que abriu o marcador. Na etapa seguinte, mesmo após sofrer falta criminosa de Rodriguinho, acertou assistências precisas para os gols de David Neres, Chávez e Luiz Araújo.

O pior: Marquinhos Gabriel

Primeiro a ser substituído no empate com a Chapecoense, o meia não fez valer o voto de confiança dado por Oswaldo na disputa particular com Marlone. Marquinhos errou praticamente todos os lances, alguns deles de maneira desastrosa. De tão nervoso, chegou a tropeçar em um microfone, que jogou longe para cobrar escanteio.

Cássio tem dia para esquecer na volta à equipe

Rubens Cavallari/Folhapress

O goleiro corintiano foi a campo como titular pela primeira vez desde 21 de setembro e não teve a chance de mostrar serviço. Com o São Paulo muito melhor no clássico, a noite de Cássio foi para esquecer. Com o futuro ligado ao clube do Morumbi por meio de especulações, acabou xingado por torcedores tricolores.

Chávez encerra jejum no clássico

O terceiro gol teve um sabor ainda mais especial para o argentino. O camisa 9 vivia um mal momento no clube. Depois de completar dez partidas sem balançar a rede, ele chegou a ouvir a torcida pedir por Luís Fabiano. Mas a história mudou neste sábado, quando fez o terceiro na vitória sobre o Corinthians.

Atuação do São Paulo: tudo funciona bem no clássico

Rubens Cavallari/Folhapress

Com liberdade, Cueva assumiu o comando da armação das jogadas do São Paulo. O peruano deixou os companheiros diversas vezes na cara do gol. De quebra, ainda fez o seu em cobrança de pênalti. Xodó da torcida, David Neres também apareceu como boa opção no ataque. Por outro lado, a entrada de Buffarini na lateral direita, no lugar de Wesley, deu mais mobilidade à equipe. Já o sistema defensivo pouco teve de trabalhar.

Atuação do Corinthians: mais uma jornada irreconhecível

Rubens Cavallari/Folhapress

O viés de queda corintiano parece claro na reta final. Pior que o resultado, no Morumbi, só o desempenho. Salvo uma bola aérea no início do segundo tempo e uma cabeçada de Romero no fim do primeiro tempo, Denis praticamente não teve trabalho. Defensivamente, o Corinthians foi inconsistente e deu muito espaço entre as linhas. Fisicamente, esteve sempre atrás do São Paulo. Além disso, teve momentos de violência contra os rivais.

Ricardo Gomes ganha o primeiro clássico

O treinador pode, finalmente, respirar aliviado. Contratado em agosto, ele conquistou a sua primeira vitória em clássico nesta passagem pelo São Paulo (havia perdido para Palmeiras e Santos). Com o resultado positivo deste sábado, ele viu o time se afastar da zona do rebaixamento. No total, o treinador tem seis vitórias, quatro empates e seis derrotas à frente do time.

Oswaldo de Oliveira sofre primeiros questionamentos

Mauro Horita/Agif

A apatia do Corinthians no Morumbi faz o treinador recentemente contratado ouvir suas primeiras críticas. No clássico, ele optou por um estilo de jogo mais direto, com Willians como volante, mas abusou das bolas esticadas na etapa inicial. Já após o intervalo, modificou todo o desenho tático para o 4-2-3-1 e mudou as posições de Giovanni Augusto, Guilherme e Romero, mas o time piorou defensivamente.

Cai o incômodo tabu de treze anos

Fazia tempo que o Tricolor não vencia o maior rival na própria casa em jogos do Brasileirão. A última vitória sobre o Corinthians no Morumbi tinha sido em 12 de outubro de 2003, por 3 a 0, com gols de Diego Tardelli, Carlos Alberto e Fábio Simplício. Desde então o tabu chegou aos 13 anos e 11 partidas, mas caiu neste sábado com goleada irrepreensível.

Sinalizadores atrapalham clássico

A torcida do São Paulo não respeitou pedidos dos jogadores, do serviço de som e dos telões do Morumbi. Sinalizadores foram acesos diversas vezes e fizeram com que a arbitragem paralisasse a partida quatro vezes. Caso o árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva, o São Paulo poderá ser punido.

Ficha Técnica

São Paulo 4 x 0 Corinthians
Data:
05/11/2016
Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi), São Paulo-SP
Hora: 19h30 (de Brasília)
Público: 53.781
Renda: R$ 723.844,00
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Nadine Schramm Camara Bastos (SC)
Cartões Amarelos: João Schmidt, Wesley e Luiz Araújo (São Paulo); Vilson, Romero, Rodriguinho e Balbuena (Corinthians)
Cartão Vermelho: não houve

Gols: Cueva aos 14 minutos do primeiro tempo. David Neres aos 16′, Chávez aos 22′, e Luiz Araújo aos 47 minutos do segundo tempo.

São Paulo: Dênis; Buffarini, Maicon, Rodrigo Caio e Mena; João Schmidt, Thiago Mendes, David Neres, Cueva e Kelvin (Luiz Araújo); Chávez (Pedro). Treinador:Ricardo Gomes.

Corinthians: Cássio, Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel (Guilherme Arana); Willians, Rodriguinho, Giovanni Augusto, Marquinhos Gabriel (Rildo) e Romero; Guilherme (Camacho). Treinador: Oswaldo de Oliveira.

 

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Para encher os olhos: Gabigol tira peso e Brasil goleia em noite perfeita

imagem: Fernando Donasci/Reuters
imagem: Fernando Donasci/Reuters

Demorou 26 minutos, mas a seleção masculina de futebol finalmente acordou na Olimpíada nesta quarta-feira (10), contra a Dinamarca. O gol marcado por Gabriel Barbosa aos 25 minutos tirou uma tonelada das costas do time, da torcida na Fonte Nova e de Rogério Micale, e abriu caminho para uma partida perfeita. O resultado foi uma goleada por 4 a 0 e a classificação para as quartas de final.

Apesar da derrota, a Dinamarca também passou de fase, na segunda posição, com quatro pontos. Já Iraque e África do Sul, que empataram por 1 a 1 na Arena Corinthians, foram eliminados.

Torcida baiana abraça a seleção e empurra Brasil para a vitória

É verdade que houve momentos de silêncio durante o primeiro tempo, quando o Brasil empatava sem gols. Mas, ao contrário de Brasília, o torcedor baiano foi bem mais caloroso. Empurrado pelo serviço de som que pediu apoio ao time desde a entrada na Fonte Nova, o público celebrou muito e até entoou um “o campeão voltou” após os gols brasileiros.

O melhor: Gabigol tira peso da seleção e abre caminho da vitória

Seja nas disputas corpo a corpo, como no primeiro gol, em lances de inteligência, como no segundo gol brasileiro, feito por Gabriel Jesus, ou em oportunismo no quarto, feito por ele próprio, o atacante do Santos mostrou de novo ter poder de decisão. Goleador da era Micale, apareceu em momento chave para tirar o peso das costas da seleção e deixar o caminho aberto para a vitória, concluída por ele mesmo.

O pior: Brock-Madsen, da Dinamarca

Peça nula no ataque dinamarquês, o centroavante do Birmingham-ING deixa a Olimpíada sem nenhum gol marcado. Com mais força física que qualidade, perdeu quase todas as bolas para Marquinhos e Rodrigo Caio. Assim, acabou substituído no intervalo da partida por Skov, herói da vitória sobre a África do Sul.

Mudanças de Micale surtem efeito e trazem alívio ao treinador

O treinador fez mudanças que deram resultado. Gabriel Jesus foi para a ponta esquerda, trocando de posição com Neymar, que passou ao centro da área. O desenho tático também foi modificado, do 4-3-3 para o 4-2-3-1. Fiel às suas convicções, Micale foi premiado com a vitória e a classificação que dão alívio para ele e toda a seleção. O técnico, aliás, comemorou os gols brasileiros de forma efusiva.

Treinador dinamarquês aposta em “caçula” da Olimpíada

Reserva na partida anterior, o garoto Jacob Bruun Larsen – mais jovem atleta do futebol olímpico masculino, com 17 anos – ganhou a oportunidade de ser titular no ataque, na principal surpresa de Niels Frederiksen na escalação dinamarquesa. Acostumado a jogar pelo contra-ataque, estratégia das duas primeiras rodadas, ele foi forçado a mudar o estilo da equipe quando o Brasil abriu vantagem. Aí, faltou qualidade para a Dinamarca propor o jogo.

Dupla gremista justifica aposta e contribui na vitória brasileira

O volante Walace foi eleito substituto do suspenso Thiago Maia e realizou grande partida em casa, já que é baiano. Com bom controle de bola, melhorou a saída do Brasil e prevaleceu no jogo físico contra os dinamarqueses, uma das razões para a escolha por ele. Já Luan aproximou mais o meio-campo do ataque e foi responsável pela jogada do gol de Gabriel Jesus com um cruzamento forte e preciso, além de anotar o terceiro da seleção com oportunismo.

Neymar não faz gol, mas tem ótima atuação e ajuda o Brasil

Em nova posição, com liberdade para se movimentar e jogar mais pelo centro, Neymar foi eficiente e ajudou a seleção na distribuição de bolas. O passe mais bonito da noite, por sinal, foi dele para Douglas Santos e permitiu o terceiro gol, feito por Luan. No segundo tempo, ele deu um susto grande na torcida em lance duro no tornozelo, mas depois seguiu normalmente. Agora há oito jogos sem marcar na seleção, reencontra a Colômbia nas quartas, dois anos após a lesão na Copa do Mundo.

Defesa do Brasil volta a segurar rivais e é a mais eficiente da Olimpíada

Aspecto positivo dos dois primeiros jogos, a defesa do Brasil voltou a ser segura apesar da ausência de Thiago Maia. Ao fim da fase de grupos, a seleção de Rogério Micale é a única entre as 16 que não sofreu gols, o que pode ser uma arma para o mata-mata da Olimpíada.

FICHA TÉCNICA

Dinamarca 0 x 4 Brasil

Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Data: 10/08/2016
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)

Gols: Gabigol, aos 25, e Gabriel Jesus, aos 40 minutos do 1º tempo; Luan, aos 5, e Gabigol, aos 36 minutos do 2º tempo
Cartões amarelos: Maxso (Dinamarca) e Gabriel Jesus (Brasil)

Dinamarca: Hojbjerg; Puggaard (Kasper Larsen), Gregor, Gomes e Blabjerg; Borsting (Rasmussen), Maxso, Jonsson e Vibe; Bruun Larsen e Brock-Madsen (Skov). Técnico:Niels Frederiksen

Brasil: Weverton; Zeca (William), Marquinhos (Luan Garcia), Rodrigo Caio e Douglas Santos; Renato Augusto (Rodrigo Dourado) e Walace; Gabigol, Luan e Gabriel Jesus; Neymar. Técnico: Rogério Micale

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Com Diego Souza inspirado, Fluminense goleia Tigres do Brasil

fluO futebol não foi de encher os olhos, mas o Fluminense derrotou com tranquilidade neste domingo (14) o Tigres do Brasil por 4 a 0, em duelo válido pela quarta rodada do Campeonato Carioca. Cícero, Diego Souza, Osvaldo e Henrique marcaram pelo clube tricolor na goleada no Raulino de Oliveira.

A vitória mantém o Fluminense na quarta colocação do Grupo A, com sete pontos, dois a menos que o Bangu, terceiro, e cinco atrás do Vasco, que lidera a chave. O Tigres é o sétimo colocado no Grupo B, empatado com zero pontos com o lanterna Bonsucesso, que leva a pior no saldo de gols.

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O Fluminense terá pela frente na quinta rodada do Carioca o rival Flamengo, em partida agendada para o próximo domingo (21), às 19h30, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O Tigres recebe o Vasco no sábado, também às 19h30, no Los Larios.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE X TIGRES DO BRASIL

Data e hora: 14 de fevereiro de 2016, às 19h30 (de Brasília)
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda
Árbitro: Mauricio Machado Coelho Junior
Auxiliares: Carlos Henrique Alves de Lima Filho e Andréa Izaura Marcelino de Sá
Cartões amarelos: Marlon (Fluminense), Rodrigo Sam, Gabriel, Fabiano Oliveira (Tigres do Brasil)
Gols: Cícero, aos 6min do primeiro tempo, Diego Souza, aos 10min, Osvaldo, aos 23min, Henrique, aos 37min do segundo tempo (Fluminense)

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Henrique, Marlon Santos e Giovanni; Pierre (Douglas), Cícero, Gustavo Scarpa (Osvaldo), Diego Souza e Marcos Junior (Danielzinho); Fred
Técnico: Eduardo Baptista

TIGRES DO BRASIL: Renan, Alex Santos, Rodrigo Sam, Sérgio Raphael, Lucas Fernandes (Lucão); Gabriel (Lucas Willian), Léo Bartholo, Giovanni, Kelvy, Diogo Sodré (Fabiano) e Fabiano Oliveira
Técnico: Marcelo Cabo

 

 

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