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Gol no fim garante empate do Fla no clássico contra o Flu

Os rivais entraram no Maracanã iguais na classificação do Brasileirão: dez pontos. E com aquela sensação de que havia muito a melhorar para uma aproximação ao grupo dos líderes. 90 minutos depois, o Fla-Flu terminou empatado em 2 a 2, a distância para o líder Corinthians segue em nove pontos, mas as torcidas viram um clássico eletrizante.

Wendel na disputa com Thiago (J Ricardo/ Agência Freelancer)
Wendel na disputa com Thiago (J Ricardo/ Agência Freelancer)

Foto: LANCE!

O primeiro tempo começou com os dois times congestionando o mesmo lado do campo. Com Richarlison e Gustavo Scarpa, o Flu atacava quase sempre pela esquerda. Já o Fla tinha pela direita do ataque a alegria nas pernas de Vinicius Jr., com apoio constante de Diego, já que Rodinei estava mais ocupado com a marcação. A concentração de ações pelo setor, porém, não se transformou em chances claras de gol. Os sistemas defensivos predominavam até ali.

O primeiro perigo saiu após um erro na saída de bola de Márcio Araújo. Wendel recuperou a apareceu para concluir, mas foi abafado pelo goleiro Thiago. E o gol também saiu de um erro, desta vez de posicionamento de Rodinei. Ele deu condições para Wendel aparecer livre às costas de Réver, após belo lançamento de Gustavo Scarpa. O volante do Flu e o goleiro do Fla pareciam esperar a marcação de impedimento, mas o auxiliar Herman Vani corretamente deixou o lance prosseguir. Wendel acertou a trave na primeira conclusão e depois só empurrou a bola para o fundo das redes. Segundo gol do volante como profissional. O segundo em cima do Rubro-Negro. O Flamengo ainda teve tempo de pedir pênalti de Scarpa em Rodinei. O lateral desabou após sentir um toque no ombro.

Na etapa final, Zé Ricardo voltou com Arão e Berrío. E com outra postura. Trauco arriscou de longe e assustou Júlio César aos três minutos. A posse de bola era quase tudo rubro-negra. E o empate saiu antes do dez minutos, após blitz ofensiva. Everton e Guerrero finalizaram, até que Diego marcou o gol da igualdade. O replay mostrou que Everton estava impedido no momento do lançamento de Arão. Oitavo jogo tricolor com gol cedido na competição.

Berrío voltou a aparecer aos 16 minutos e construiu boa jogada pela direita. Trauco concluiu, Júlio César deu rebote e por pouco Everton não decretou a virada. Na sequência, uma cena rara. O árbitro Vinicius Gonçalves sentiu um problema na coxa e foi substituído pelo auxiliar Flávio Rodrigues de Souza, que estava atrás do gol de Thiago.

O colombiano, por pouco, não fez um golaço. Ele deixou Mascarenhas para trás, driblou Henrique e só não marcou pois Reginaldo deu um carrinho salvador. Abel trocou então Mascarenhas e Wendel por outros dois jovens: Léo e Mateus Norton, buscando reequilibrar as ações. Era um jogo de ataque contra defesa.

E foi no pior momento tricolor do jogo que saiu o 2 a 1. Scarpa deu lançamento para Richarlison, que foi derrubado por Juan na área. Pênalti cobrado pelo artilheiro Henrique Dourado com perfeição. Thiago até acertou o canto, mas o chute foi no cantinho.

O Fla foi para o desespero com a entrada de Conca, ex-xodó do Flu, na vaga do volante Cuellar. No primeiro lance, o argentino deu carrinho em Orejuela, levou amarelo e ouviu várias músicas com xingamentos da torcida tricolor. O jogo ficou nervoso, mais cartões foram distribuídos até Trauco achar um chute muito bem colocado aos 49 minutos, para decretar o empate, quando a torcida do Flu já festejava a vitória.

Na quarta-feira, o Fluminense tenta reencontrar o caminho das vitórias contra o lanterna Avaí, na Ressacada, em Florianópolis, às 21h45. O Flamengo jogará na quinta, na Ilha do Urubu, diante da Chapecoense, às 21h.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 2 X 2 FLAMENGO

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 18/6/2017 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo (SP)
Auxiliares: Rogério Zanardo e Herman Vani (SP)
Renda/público: R$ 1.496.460/ 37.962 presentes / 33.112 pagantes
Cartões amarelos: Berrío, Cuellar, Rodinei, Conca, Trauco, Guerrero (FLA), Mateus Norton (FLU)

GOLS: Wendel 36’/1ºT (1-0), Diego 9’/2ºT (1-1), Henrique Dourado, pênalti, 36’/2ºT (2-1), Trauco 49’/2ºT (2-2).

FLUMINENSE : Júlio César, Lucas, Henrique, Reginaldo e Mascarenhas (Léo 28’/2ºT); Wendel (Mateus Norton 28’/2ºT), Orejuela (Nogueira 43’/2ºT) , Calazans e Gustavo Scarpa; Richarlison e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO : Thiago, Rodinei, Réver, Juan e Trauco; Márcio Araújo (William Arão, intervalo), Cuellar (Conca 37’/2ºT) e Diego; Everton, Vinicius Jr. (Berrío, intervalo) e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.

Lance

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Ponte bate SP em estreia de Sheik e com gol de ex-corintiano

O São Paulo voltou a oscilar no Campeonato Brasileiro. Na tarde desse domino, a equipe comanda por Rogério Ceni tinha a possibilidade de acabar com um pequeno tabu no estádio Moisés Lucarelli e chegar à terceira vitória consecutiva no nacional por pontos corridos, mas a Ponte Preta, com gol do ex-corintiano Lucca, arrancou os três pontos nessa quarta rodada do Brasileirão.

Foto: Matheus Reche / Futura Press

O revés faz o São Paulo cair três posições na tabela de classificação. Com seis pontos, o time da capital é apenas o nono colocado. Já a Ponte, que teve a estreia do também ex-corintiano Emerson Sheik, sobe seis posições e, pelo menos por enquanto, fica em quinto lugar, com sete pontos ganhos.

Foto: Marcos Bezerra / Futura Press

O placar magro resumiu bem o que foi o jogo nesse domingo, em Capinas. Debaixo de um sol forte, as duas equipes demoraram a engrenar. O São Paulo até começou melhor, ditando o ritmo do confronto, enquanto os donos da casa preferiam manter uma obediência tática mais cautelosa para sair apenas na boa.

Apesar disso, o São Paulo não chegou a criar grandes situações na frente. No lance mais perigoso, Lucas Pratto ficou frente a frente com Aranha, que conseguiu desviar a finalização do argentino. A bola ainda sobrou na pequena área e Marllon afastou o perigo antes da chagada de Luz Araújo, que já negociado com o futebol francês, deve ter feito sua última partida com a camisa tricolor..

Foto: Marcello Zambrana/Agif / Gazeta Press

Foi só. Estava claro que o confronto seria definido no detalhe, e nessa hora faltou atenção mais uma vez à zaga tricolor. Logo aos cinco minutos da etapa final, Rodrigo Caio cochilou ao voltar lentamente à linha de impedimento de seus companheiros e deu condição a Lucca, que com liberdade nas costas de Maicon, fuzilou Renan Ribeiro e marcou um belo gol.

Foto: Marcello Zambrana/Agif / Gazeta Press

O gol fez com que Rogério Ceni mexesse na equipe, abdicasse dos três zagueiros e apostasse até no jovem Léo Natel. Mas, nem mesmo assim o São Paulo conseguiu de impor e exercer a pressão esperada. Assim, a Ponte Preta administrou sua vantagem sem grandes problemas até o apito final.

Na próxima rodada, O São Paulo recebe o Vitória, quinta-feira, no Morumbi, às 19h30. Já a Ponte visita o Atlético-GO, em Goiás, no mesmo dia e horário.

Foto: Marcos Bezerra / Futura Press

FICHA TÉCNICA

PONTE PRETA 1 x 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)

Data: 4 de junho de 2017, domingo

Horário: 16 horas (Brasília)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques – PR (FIFA)

Assistentes: Bruno Boschilia – PR (FIFA) e Victor Hugo Imazu dos Santos – PR (CBF)

Cartões amarelões: PONTE PRETA: Emerson Sheik, Wendel. SÃO PAULO: Maicon, Rodrigo Caio, Marcinho, Gilberto

Público: 5.711 pagantes (6.246 no total)

Renda: R$ 171.495,00

GOL:

PONTE PRETA: Lucca, aos 5 minutos do 2T

PONTE PRETA: Aranha; Jeferson (Emerson Sheik), Marllon, Rodrigo e João Lucas; Wendel (Fábio Braga), Nino Paraíba, Elton e Léo Artur; Lins (Jadson) e Lucca

Técnico: Gilson Kleina

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Lucão (Bruno), Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei e Cícero; Thomaz (Gilberto); Marcinho (Léo Natel), Luiz Araújo e Lucas Pratto

Técnico: Rogério Ceni

Gazeta Esportiva

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Com gol de Nenê no fim, Vasco vence o Fluminense de virada

Na abertura da terceira rodada, o Vasco fez valer o mando de campo e venceu o Fluminense por 3 a 2, neste sábado, em São Januário. O gol da vitória cruzmaltina veio nos acréscimos, com Nenê. Com o resultado, os vascaínos chegaram a seis pontos, os mesmos dos tricolores, que perderam a invencibilidade no Campeonato Brasileiro.

Foto: Futura Press

O Vasco dominou o primeiro tempo e foi com a vantagem no placar para o intervalo após o gol de Luís Fabiano. Já no segundo tempo, o Fluminense veio melhor e conseguiu a virada em dois gols de pênalti de Henrique Dourado. Só que os cruzmaltinos empataram com Manga Escobar. Nos acréscimos, Nenê marcou o terceiro e deu a vitória aos donos da casa.

Na próxima rodada, o Vasco vai até Porto Alegre para encarar o Grêmio, em Porto Alegre, no domingo. No dia anterior, o Fluminense recebe o Vitória, no Maracanã.

O jogo – Empurrado pela torcida, o Vasco começou melhor a partida, principalmente por conta da forte marcação sobre o Fluminense desde o campo de defesa. Só que a primeira finalização da partida aconteceu somente aos 12 minutos. Após bola rebatida para frente da área, Jean arriscou de longe, mas parou em Diego Cavalieri.

O panorama da partida seguia o mesmo, com os donos da casa mostrando mais vontade em campo, mas com dificuldade em criar boas jogadas. Só que aos 26 minutos, o Vasco abriu o placar em São Januário. Yago Pikachu cruzou pela esquerda na cabeça de Luís Fabiano, que colocou para a rede.

Mesmo depois do gol, os vascaínos mantiveram o ritmo e não deixaram o Fluminense avançar em busca do empate. No entanto, a partida ficou muito centralizada entre as intermediárias. Os tricolores só chegaram com perigo aos 39 minutos. Após cobrança de escanteio, Nogueira cabeceou para o chão, viu a bolar quicar e bater no travessão.

Nos minutos finais, o Fluminense conseguiu equilibrar o confronto. Só que os tricolores seguiam tendo problemas para chegar próximo ao gol. O Vasco preferiu recuar e administrar o resultado até o intervalo.

No segundo tempo, o Fluminense voltou melhor e criou sua primeira boa chance aos dez minutos. Gustavo Scarpa arriscou de longe e obrigou Martín Silva a fazer a defesa em dois tempos. Só que no minuto seguinte os tricolores chegaram ao empate. Em lançamento na área, a bola bateu na mão de Jean e o árbitro marcou pênalti. Henrique Dourado cobrou com categoria, sem chance para o goleiro vascaíno.

O Vasco até tentou equilibrar as ações após o revés, mas foi o Fluminense que virou aos 18 minutos. Gilberto derrubou Richarlison na área e o árbitro marcou mais um pênalti. Henrique Dourado cobrou novamente para deixar os visitantes a frente em São Januário.

Após a virada, o Fluminense recuou e viu o Vasco passar a pressionar em busca do empate. Não demorou muito para os cruzmaltinos chegarem ao segundo gol. Aos 29 minutos, Manga Escobar, que havia entrado pouco minutos antes, recebeu na área, passou por um marcador e chutou cruzado, sem chance para Diego Cavalieri.

Depois, o clássico ficou movimentado, com as duas equipes em busca da vitória. O Fluminense tinha mais posse de bola, mas pouco incomodava Martín Silva. O Vasco buscava os contra-ataques e chegou a vitória aos 48 minutos. Nenê recebeu passe na área e chutou cruzado para a rede para a alegria da torcida e dar números finais em São Januário.

No final da partida, ‘Manga’ Escobar recebeu a bola na entrada da área, tentou fazer o corte e ela sobrou para Nenê, que saiu cara a cara com o goleiro e marcou o gol da vitória.

FICHA TÉCNICA

VASCO-RJ 3 X 2 FLUMINENSE-RJ

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 27 de maio de 2017 (Sábado)

Horário: 16h(de Brasília)

Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP)

Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (Fifa-SP)

Renda: R$ 700.560,00

Público: 19.082 pagantes

Cartões amarelos: Luís Fabiano e Jean (Vasco); Douglas e Marquinho (Fluminense)

GOLS

VASCO: Luís Fabiano, aos 26min do primeiro tempo; Manga Escobar, aos 29min segundo tempo

FLUMINENSE: Henrique Dourado, aos 11 e 18min do segundo tempo

VASCO: Martín Silva, Gilberto, Breno, Paulão e Henrique; Jean, Douglas, Yago Pikachu (Nenê), Mateus Vital (Muriqui) e Kelvin (Manga Escobar); Luis Fabiano

Técnico: Milton Mendes

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Lucas, Nogueira, Henrique e Léo; Jefferson Orejuela, Wendel, Douglas (Marcos Júnior), e Gustavo Scarpa (Marquinho); Richarlison (Maranhão) e Henrique Dourado

Técnico: Abel Braga

Gazeta Esportiva

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Gol aos 54 do 2º tempo dá vitória épica ao Verdão contra o Peñarol

 (Foto: NELSON ALMEIDA / AFP)
(Foto: NELSON ALMEIDA / AFP)

Teve virada, teve pênalti perdido por Borja, teve expulsão de Dudu, teve confusão, teve gol aos 54 minutos do segundo tempo… Só não teve tapa na cara. O Palmeiras fez 3 a 2 no Peñarol e saiu do Allianz Parque com uma vitória épica. Willian, Dudu e Fabiano, nos acréscimos, fizeram para o Verdão.

O resultado coloca a equipe de Eduardo Baptista na liderança do grupo, com sete pontos. O Jorge Wilstermann está em segundo, com seis, e o Peñarol ficou para trás, com três.

O primeiro tempo saiu melhor do que a encomenda para o Peñarol. Uma das missões dos uruguaios era levar Felipe Melo ao descontrole, estratégia que eles provavelmente adotariam mesmo que a frase sobre o tapa na cara nunca tivesse existido. Aos poucos, eles perceberam que Dudu também seria um bom alvo para provocações e passaram a importunar o camisa 7.

Dudu respondia com lindos dribles, mas na maioria das vezes não encontrava ninguém vestido de verde por perto para dar sequência. Felipe Melo, entre uma encarada e outra, acumulava desarmes e levantava a arquibancada. Ironicamente, os torcedores vibraram com o chutão que o volante deu para a linha de fundo aos 30 minutos. Não sabiam que era isso que o Peñarol estava esperando. Júnior Arias, com um tiro de cabeça, abriu o placar após a cobrança.

Mas bastaram cinco minutos do segundo tempo para a preocupação virar euforia. O Verdão voltou com a mesma formação, mas ganhando as divididas, chegando ao fundo pelos dois lados, asfixiando o rival. Dinamite pura. Borja parou em Guruceaga antes do minuto um, Willian empatou no lance seguinte e Dudu extravasou toda sua ira após presente de Guerra, pouco depois.

O jogo poderia ficar tranquilo logo aos dez minutos, mas Borja chutou longe o pênalti sofrido por Dudu. O colombiano ainda perderia mais uma chance antes de ser substituído por Michel Bastos, aos 23. Com cartão amarelo, Felipe Melo também saiu, para a entrada de Thiago Santos. Foi justamente aplaudido.

A vitória estava se oferecendo ao Palmeiras, que não agarrava. Aos 29, o goleiro Guruceaga impediu o gol de Michel Bastos e o lateral Hernández, em cima da linha, deixou o grito de gol entalado na garganta de Tchê Tchê. Vacilos imperdoáveis diante de oponente tão tradicional.

Gastón Rodríguez aproveitou nova pane do Verdão na bola parada para empatar no momento seguinte. Saiu apontando para o número 5 que indica o número de conquistas do Peñarol nesta competição.

Willian, aos 32, driblou o goleiro e chutou na trave. Inacreditável. Eduardo ainda apostou suas fichas em Keno, mas tirou Guerra, que vinha bem. Parecia que o gol salvador não viria desta vez, ainda mais quando Dudu perdeu a cabeça de vez, aplaudiu o árbitro após levar amarelo e acabou expulso. A confusão entre os jogadores era a deixa para o fim do jogo, mas o predestinado Fabiano, o mesmo que marcou o gol do título brasileiro, surgiu na área no apagar das luzes para definir o triunfo.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 2 PEÑAROL-URU
Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data-Hora: 12/4/2017 – 21h45
Árbitro: Roddy Zambrano Olmedo (EQU)
Auxiliares: Luis Vera (EQU) e Juan Macías (EQU)
Público/renda: 38.483 pagantes/R$ 2.582.842,67
Cartões amarelos: Mina e Felipe Melo (PAL), Ramón Arias, Gastón Rodríguez, Cristian Rodríguez, Petryk, Pereira e Affonso (PEN)
Cartões vermelhos: Dudu, aos 48’/2º (2º Amarelo)
Gols: Ramón Arias (31’/1ºT) (0-1), Willian (1’/2ºT) (1-1), Dudu (5’/2ºT) (2-1), Gastón Fernández (30’/2ºT) (2-2), Fabiano (54’/2ºT) (3-2)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Fabiano, Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo (Thiago Santos, aos 24’/2ºT), Willian, Tchê Tchê, Guerra (Keno, aos 36’/2ºT) e Dudu; Borja (Michel Bastos, aos 22’/2ºT). Técnico: Eduardo Baptista.

PEÑAROL-URU: Guruceaga: Petryk, Quintana, Ramón Arias e Lucas Hernández; Nández, Novick (Gastón Rodríguez, aos 13’/2ºT), Pereira e Cristian Rodríguez; Junior Arias (Ángel Rodríguez, aos 37’/2ºT) e Affonso (Perg, aos 43’/2ºT). Técnico: Leonardo Ramos

LANCE!

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Com gol de ”El Tanque”, Fla perde para Católica em jogo de chances desperdiçadas

(Foto: Ivan Alvarado/Reuters)
(Foto: Ivan Alvarado/Reuters)

O Flamengo conheceu a primeiro derrota na Libertadores. Após aplicar goleada sobre o San Lorenzo no Maracanã, o time da Gávea não consegui repetir o mesmo futebol do jogo passado e perdeu por 1 a 0, fora de casa, para a Universidad Católica.

O rubro-negro até chamou o jogo, conseguiu criar algumas boas jogadas, mas não foi efetivo. A Universidad Católica então aproveitou e “El Tanque” Silva marcou garantindo a vitória para os chilenos. O jogo ainda quebrou um tabu de quase seis meses. O técnico Zé Ricardo não perdia um jogo desde outubro de 2016.

Na outra parte do grupo, Atlético-PR venceu seu jogo contra o mesmo San Lorenzo. O Grupo conta com Universidad Católica e o Furacão juntos na primeira posição com 4 pontos, o Flamengo em segundo com 3 e o time de El Magro em último com nenhum ponto conquistado.

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Botafogo-PB derrota o Paraíba com um gol contra e dispara na liderança

perpetaoA fase definitivamente não anda nada boa para o Paraíba de Cajazeiras. Jogando em casa, precisando da reabilitação, o time perdeu para o Botafogo-PB por 1 a 0, com um gol contra marcado pelo zagueiro Correia, no segundo tempo.

O magro, mas importante placar, deixa o Belo ainda mais líder do Campeonato Paraibano. Para se ter uma ideia, o time pessoense encerrou a fase de jogos de ida, com 21 pontos, nove de diferença para o rival Auto Esporte, o quinto colocado.

O Paraíba, com mais esse revés, estaciona na lanterna da competição com apenas seis pontos positivos.

Os dois times só voltam a jogar pelo campeonato dia 1º de março. O Paraíba encara o Sousa, no Marizão. Já o Botafogo-PB enfrentará o Internacional-PB. Antes disso, o time tem jogo pela Copa do Nordeste, onde recebe o Sergipe, sábado, dia 25, no Almeidão. O Tricolor do Contorno é lanterna do grupo E, com apenas três pontos.

Ficha técnica:

Paraíba 0×1 Botafogo-PB  – Campeonato Paraibano (9ª rodada)

Estádio: Perpetão

Gol: Correia (gol contra, em favor do Botafogo-PB)

Paraíba: Ricardo, Apodi, Afonso, Correia, Arnold, Gleidson, G. Ítalo (Renatinho), Olavo, Cleitinho, Vavá (Jardel) e França (Daniel Piauí). Técnico: Alexandre Duarte

Botafogo-PB: Edson, Gustavo, Walber, Bruno Maia, Luiz Paulo; Djavan, Sapé (Warley), Tarcísio (Marcinho), Fernandes, Wanderson e Danillo Galvão (Fernandinho). Técnico: Itamar Schülle

paraibaonline

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Com gol de novato, Corinthians faz as pazes com a vitória em Arena “vazia”

corintiansDerrotado pelo Santo André no último sábado, o Corinthians voltou a vencer pelo Campeonato Paulista nesta quarta-feira. Diante do Novorizontino e com apenas 11 mil torcedores presentes, o pior público da história da Arena, a notícia boa foi o melhor futebol e o triunfo por 1 a 0.

Apesar de criar mais oportunidades que no último jogo, o Corinthians ganhou graças ao novato Pablo, zagueiro recentemente adquirido. Ele fez de cabeça, no primeiro tempo, em escanteio batido por Fagner. Ainda houve mais chances para Rodriguinho e Marlone, mas o time de Fábio Carille ficou mesmo na vitória simples.

Com os três pontos, o Corinthians passa à segunda posição do Grupo A, agora com 6 pontos. O Novorizontino, com 3 pontos, é terceiro do Grupo C.

O melhor: Pablo

Além de anotar o gol da vitória, o zagueiro ex-Bordeaux teve atuação bastante segura ao lado de Balbuena.

O pior: Marlone

Pela segunda partida seguida, não atuou bem. Perdeu boa oportunidade e foi substituído aos 18min do segundo tempo. Vem com desgaste muscular.

Mudança de esquema

O Corinthians enfrentou o Novorizontino com um esquema tático diferente em relação aos últimos jogos. O time atuou no 4-2-3-1 em vez do 4-1-4-1. Na formação atual, Fellipe Bastos recuou para jogar ao lado de Gabriel. À frente, na linha de três, Rodriguinho ficou por dentro, com Marlone à esquerda e Romero à direita. Na referência, Jô.

Jogo aéreo agora funciona

No último sábado, o Corinthians cruzou quase 50 bolas para a área durante a derrota por 2 a 0 para o Santo André em Itaquera. Nesta quarta o time alvinegro voltou a apostar no fundamento. Foi dessa forma que a equipe conseguiu abrir o placar. Fagner cobrou escanteio pelo lado direito e o zagueiro Pablo marcou de cabeça seu primeiro gol com a camisa do clube.

De volta e já vai para o jogo

Léo Jabá se reapresentou da seleção sub-20 na terça-feira após campanha decepcionante no Sul-Americano e já foi acionado por Fábio Carille. Diferentemente de Leo Santos, Guilherme Arana e Maycon, que nem relacionados foram, Jabá ficou no banco e entrou aos 18 minutos do segundo tempo na vaga do desgastado Marlone, que atuou bem enquanto teve forças. Giovanni Augusto e Marquinhos Gabriel, vale lembrar, foram preservados.

Apenas 11 mil torcedores

O Corinthians registrou o pior público da arena de Itaquera. O estádio recebeu apenas 11.708 torcedores compareceram ao estádio no jogo número 90 do time alvinegro no local. O número é inferior ao público de Corinthians e Atlético-MG no Campeonato Brasileiro do ano passado. Na ocasião, 17.135 pessoas assistiram ao empate sem gols no local. O segundo pior resultado tinha sido registrado na derrota para o Santo André por 2 a 0, no último sábado (18.046).

Diego Salgado/UOL Esporte

Repeteco

Corinthians e Novorizontino voltaram a se enfrentar na arena de Itaquera. No ano passado, o time alvinegro venceu a equipe do Novo Horizonte por 3 a 0, gols de Fagner, duas vezes, e Alan Mineiro. Na ocasião, 30.475 torcedores assistiram à vitória. Antes desse duelo, o último encontro tinha ocorrido em 1996, em duas oportunidades, com triunfos corintianos: 2 a 1 em Catanduva e 4 x 0 no Parque São Jorge.

Camisa amarela

O Novorizontino jogou contra o Corinthians com um uniforme personalizado. A camisa usada pelo time do interior trazia a cor amarela, sem as listras pretas horizontais habituais. Segundo o clube, o fato deu-se pelo jogo ser considerado especial para o clube. A data do confronto, inclusive, estava estampando ao lado do escudo do clube.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 0 NOVORIZONTINO
Data: 15 de fevereiro de 2017, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Paulista (3ª rodada)
Público pagante: 11.708
Renda: R$ 473.376,10
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Eduardo Vequi Marciano e Risser Jarussi Corrêa
Cartões amarelos: Fagner e Leo Jabá (Corinthians);  Everaldo e Domingues (Novorizontino)
Gol: Pablo, aos 28min do primeiro tempo
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Moisés; Gabriel e Fellipe Bastos (Camacho); Romero, Rodriguinho e Marlone (Léo Jabá); Jô (Kazim). Técnico Fábio Carille
NOVORIZONTINO: Tom; Cléo Silva, Domingues, Guilherme Teixeira e João Lucas; Éder (Henrique Santos), Doriva, Roberto e Fernando Gabriel (Caíque); Everaldo (Roberto) e Alexandro. Técnico: Júnior Rocha
Uol

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Palmeiras cresce após troca de Baptista e vence o Bota com gol de Tchê Tchê

palmeirasO primeiro tempo foi difícil, mas o Palmeiras deslanchou após o intervalo e estreou com vitória sobre o Botafogo de Ribeirão Preto no Campeonato Paulista, neste domingo (05), no Allianz Parque. O gol da vitória por 1 a 0 foi marcado por Tchê Tchê, que acertou de fora da área a 1min do segundo tempo.

Se não funcionou no primeiro tempo, a estratégia de Eduardo Baptista foi modificada no intervalo com substituições e um novo desenho tático, o que permitiu ao Palmeiras uma etapa seguinte mais envolvente e segura contra um rival que dificultou a tarefa palmeirense.

O melhor: Dudu

Ainda de braçadeira de capitão, mesmo com a volta de Prass, chamou a responsabilidade e protagonizou bons lances. Jogou pela esquerda e pela direita no primeiro tempo e cresceu após o intervalo ao trabalhar com liberdade às costas de Alecsandro.

O pior: Willian

A escolha sobre o centroavante titular foi adiada por Eduardo Baptista até o último momento, mas não funcionou. Com um sistema defensivo muito firme e que não deu espaços, Willian ficou preso entre os zagueiros e não achou espaços. No intervalo, o treinador fez duas trocas: Michel Bastos na vaga de Raphael Veiga e também Alecsandro para ter mais força dentro da área.

Eduardo Baptista muda desenho no intervalo

O 4-1-4-1, sistema escolhido pelo novo treinador, foi bem bloqueado pelo Botafogo nos primeiros 45 minutos. A mudança de Eduardo foi dupla e levou a equipe ao 4-2-3-1 com Michel Bastos na esquerda e Dudu centralizado às costas de Alecsandro. Aumentou a presença ofensiva palmeirense, sobretudo após abrir vantagem no placar.

Felipe Melo mostra cartão de visitas

Responsável pela proteção à frente da zaga do Palmeiras, o estreante do meio-campo travou duelo pessoal com Samuel Santos, lateral do Botafogo. Só na etapa inicial, foram três infrações. Uma delas, bastante violenta, sobre o meia atacante Serginho, irritou Samuel, que cobrou o árbitro e discutiu com Felipe Melo. Na etapa final, ao desarmar tentativa de chapéu do lateral, Felipe gritou na orelha do rival e foi repreendido pelo juiz.

A canhota de Tchê Tchê

Depois de uma primeira etapa apertada, o Palmeiras conseguiu reagir logo após o intervalo graças ao volante campeão brasileiro. Ele recebeu na direita, girou sobre o marcador com a canhota e novamente com ela acertou um bonito chute no canto de Neneca, que pulou atrasado e viu a bola morrer no fundo das redes. Tchê Tchê ganhou destaque em 2016 justamente após fazer gol no Corinthians, a serviço do Audax, com a perna esquerda de fora da área.

Ex-palmeirenses do outro lado

Três jogadores com passagens recentes pelo Palmeiras foram alinhados por Moacir Júnior no Botafogo. O zagueiro Gualberto, cria palmeirense, o lateral Fernandinho e o meia Serginho atuaram entre os titulares.

Na volta ao gol, Fernando Prass trabalha duro

A primeira partida oficial do goleiro palmeirense após cirurgia no cotovelo não foi de moleza. Prass foi bastante acionado e interveio muito bem enquanto Jaílson, um dos destaques do título brasileiro, assistia do banco. Tentativas de Fernandinho e Marcão, incisivas, foram paradas com segurança pelo arqueiro.

Ficha técnica

PALMEIRAS 1 x 0 BOTAFOGO-SP

Local: Allianz Parque, em São Paulo
Data: 05 de fevereiro de 2017, domingo
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Assistentes: Danilo R. Simon Manis e Luiz Alberto Nogueira
Cartões amarelos: Tche Tche, Matheus Mancini, Samuel Santos, Diego Pituca, Rafael Bastos
Gol: Tchê Tchê, a 1min do segundo tempo

PALMEIRAS
Fernando Prass; Jean, Vitor Hugo, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo, Tchê Tchê (Thiago Santos) e Raphael Veiga (Michel Bastos); Roger Guedes, Willian (Alecsandro) e Dudu. Treinador: Eduardo Baptista

BOTAFOGO-SP
Neneca; Samuel, Gualberto, Matheus Mancini e Fernandinho; Marcão Silva, Bileu, Diego Pituca (Bernardo) e Rafael Bastos; Marcão e Serginho (Wesley). Treinador: Moacir Jr.

Uol

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Com gol nos acréscimos, Bota-PB vence Auto Esporte e reassume liderança

Um gol nos acréscimos do segundo tempo garantiu mais uma vitória do Botafogo-PB em um clássico Botauto.

Neste domingo (22), pela quinta rodada do Campeonato Paraibano de 2017, o zagueiro Gustavo Henrique deus os três pontos que recolocaram o Belo na liderança da competição, e deixaram o Auto Esporte ainda na lanterna.

Como em quase todo dérbi, a partida foi muito brigada e recheada de cartões amarelos. Sem nenhuma cena lamentável, as punições aconteceram apenas pela força excessiva utilizada em algumas jogadas. No total, seis cartões foram aplicados, sendo quatro botafoguenses e dois automobilistas.

Quem chegou com algum perigo pela primeira vez foi o Auto Esporte. Aos 13 minutos, Cesinha lançou a bola para Van Basten, que chutou cruzado, de pé esquerdo, e obrigou Michel Alves a se esticar todo para mandar a bola para escanteio.

Cinco minutos mais tarde foi a vez do Botafogo-PB quase abrir o placar. Gustavo cobrou falta próximo da marca de escanteio, Gustavo Henrique subiu mais que a defesa e cabeceou, mas a bola passou a esquerda da trave esquerda defendida por Danilo.

O jogo ficava muito amarrado e sem muitas oportunidades de gol. Jogando com três zagueiros, o alvirrubro de Mangabeira tinha uma postura mais defensiva e não dava espaços para o Botafogo-PB, que por sua vez, jogando com três volantes no meio campo, tinha pouca criatividade e dependia muito das jogadas em velocidade de Wanderson, que não surtiram efeito.

Percebendo a falta de opções para armar, ainda antes do intervalo, o treinador Itamar Schulle tirou Amarildo e colocou Luiz Paulo, que entrou na lateral esquerda e deslocou Tarcísio, que estava improvisado no lado do campo, na armação, sua posição de origem, junto com Raphael Luz.

Para o segundo tempo Itamar colocou o time ainda mais para cima, sacando Tarcísio e colocando o atacante Biro Biro em seu lugar logo na volta do intervalo.

Foto: Voz da Torcida

Antes do primeiro minuto da segunda etapa quase o Belo abre o placar. Raphael Luz cobrou falta pela esquerda e Rafael Oliveira desviou de cabeça, no canto esquerdo rasteiro de Danilo, que se esticou todo e conseguiu espalmar a bola, afastando o perigo.

Por sua vez, o Auto Esporte fez uma bonita jogada aos 14 minutos do segundo tempo e quase marcou o seu também. Gil Bala dançou na frente de Robston quase na bandeira de escanteio do lado direito do campo, tabelou com Arthur, que de dentro da área, chutou de perna esquerda, mas a bola subiu demais e passou por cima do travessão.

Na melhor oportunidade do jogo até então, o Botafogo-PB chegou bem com Biro Biro pela direita. O xodó da torcida botafoguense invadiu a área e bateu cruzado, de pé direito. Danilo rebateu para o meio, Gustavo pegou a sobra e a defesa bloqueou o chute. Wanderson ainda tentou empurrar para as redes, mas Júlio afastou o perigo da pequena área automobilista.

Mas quem chegou ao gol primeiro foi o Auto Esporte. Aos 23 minutos, Tadeu fez boa jogada pela direita, limpou Gustavo Henrique e bateu cruzado. A bola ia cruzar a pequena área, mas Van Basten apareceu nas costas de Plínio e só empurrou de pé direito para o gol vazio, estufando a rede e abrindo o placar no Almeidão.

Três minutos mais tarde, Júlio tentou cortar o cruzamento e colocou a mão na bola dentro da área. Pablo Alves assinalou pênalti. Rafael Oliveira foi para a bola, tocou no canto esquerdo de Danilo, que foi para o outro lado, e deu a resposta imediata do Botafogo-PB, empatando o jogo.

O Belo teve uma chance espetacular para virar o jogo aos 41 do segundo tempo. A bola sobrou na pequena área para Raphael Luz, que ficou só com o goleiro Danilo a sua frente. O meia encheu o pé esquerdo, mas o arqueiro alvirrubro conseguiu fazer grande defesa e evitou o segundo gol do Botafogo-PB.

Na base da pressão, o Botafogo-PB conseguiu virar o jogo. Aos 48 do segundo tempo, Gustavo cobrou falta na área, Rafael Oliveira desviou de cabeça para Danilo defender, mas no rebote, o zagueiro Gustavo Henrique, quase na linha do gol, só tocou na bola para marcar o gol que garantiu a vitória botafoguense.

Os três pontos recolocam o Botafogo-PB na liderança isolada do Paraibano, agora com 12 pontos. No meio da semana, na quinta-feira (26), o Belo tem compromisso pela Copa do Nordeste, quando irá a Natal enfrentar o América-RN. Pelo estadual, o time volta a campo no domingo (29), no Amigão, em Campina Grande, onde enfrentará o Serrano.

Já o Auto Esporte segue sem vencer, somando apenas 2 pontos, ocupando a lanterna do certame. Na próxima rodada o alvirrubro enfrentará o Sousa, no Marizão.

Ficha técnica

Botafogo-PB 2 x 1 Auto Esporte

Campeonato Paraibano 2017 (5ª rodada)
Estádio: Almeidão (João Pessoa)

Arbitragem: Pablo Alves; José Maria Neto, e Michelson Nóbrega

Gols: Rafael Oliveira, Gustavo Henrique (B);Van Basten (A)
Cartões amarelos: Amarildo, Plínio, Gustavo Henrique, Robston (B); Cesinha, Tiago Bob (A)

Botafogo-PB: Michel Alves, Gustavo, Plínio, Gustavo Henrique, Tarcísio (Biro Biro); Djavan, Amarildo (Luiz Paulo), Robston, Raphael Luz; Wanderson (Warley), Rafael Oliveira. Técnico: Itamar Schulle.

Auto Esporte: Danilo, Tiago Bob, Júlio, Fábio Bilica; Naldo (Emersonn Bastos), David (Izaias), Tadeu, Léo Lima, Tadeu, Gil Bala; Cesinha (Arthur), Van Basten. Técnico: Severino Maia.

paraibaonline

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Com direito a “olé” e gol 50 de Neymar, Brasil faz 3×0 e afunda a Argentina

Um espetáculo canarinho. Nesta quinta-feira (10), num Mineirão pulsante, o Brasil fez 3 a 0 sobre a Argentina com direito a “olé” pela 11ª rodada das Eliminatórias da Copa da Rússia. Philippe Coutinho, com golaço, Neymar e Paulinho definiram a vitória da seleção brasileira, que segue na liderança da competição, com 24 pontos.

No retorno da seleção brasileira ao palco do maior vexame de sua história, 7 a 1 para a Alemanha, foi a Argentina que viu fantasma. Com a derrota, a seleção albiceleste permanece com 16 pontos, na sexta posição das Eliminatórias, fora até mesmo da zona de repescagem para a Rússia.

O clássico no Mineirão também ficou marcado, além do show de bola, pela bela festa da torcida mineira, que não parou de provocar Messi e Maradona em cantos

Em 1º tempo truncado, Coutinho, Jesus e Neymar decidem

EVARISTO SA/AFP

Com dez minutos, Brasil x Argentina no Mineirão tinha oito faltas marcadas. Jogo tenso, brigado, muito disputado no meio de campo. Com início de primeiro tempo irregular, as duas equipes tiveram dificuldades para criar oportunidades e levar perigo à meta rival. A primeira boa chance de gol veio em chute de fora da área de Biglia, que parou em ótima defesa de Alison. Logo depois, no entanto, quem chegou foi o Brasil – e para abrir o placar.

Escalado pela meia direita, Philippe Coutinho inverteu de lado, confundiu a marcação argentina e marcou um golaço. Arrancou da meia esquerda, cortou para o meio e fuzilou no ângulo. Após Coutinho desafogar o clássico, Neymar ampliou para o Brasil em grande jogada de Gabriel Jesus, que estava apagado até então no jogo. O atacante do Palmeiras recebeu de costas, girou sobre Zabaleta e enfiou bola perfeita para Neymar – que só deslocou Romero.

‘O campeão voltou’

Leo Correa/AP

“Ohhh, o campeão voltou, o campeão voltou, o campeão voltou…” Assim a torcida embalou a seleção brasileira no segundo tempo de show no Mineirão. Coma vantagem de 2 a 0 no placar, Tite chamou Bauza para o jogo. O treinador tirou o meia Pérez e lançou o atacante Agüero. Deu espaços e o Brasil passeou. Primeiro, Paulinho driblou o goleiro, mas teve chute cortado em cima da linha.

Na segunda chance não teve jeito. Ele aproveitou bola cruzada na área por Renato Augusto e completou as redes, para levar à loucura Tite – que saiu do banco de reservas e foi abraçar os jogadores. A partir daí, foi um show no Mineirão com direito a olé e festival de dribles de Neymar. Se não tivesse desperdiçado pelo menos duas boas chances, com Jesus e Firmino, o Brasil ainda poderia ter aplicado um goleada história no Mineirão, mas parou no 3 a 0.

Messi amarela Fernandinho com chapéus…

EVARISTO SA/AFP

Dois chapéus em cinco minutos de jogo. Foi o suficiente para Lionel Messi amarelar Fernandinho, velho conhecido dos confrontos entre Barcelona e Manchester City. O brasileiro costuma sofrer com o talento do argentino nas partidas pelo futebol europeu. Os dois, inclusive, já chegaram a se estranhar em campo no Velho Continente. Após uma das faltas sofridas, aliás, Messi ficou caído no chão e com a boca sangrando. Ainda no primeiro tempo, com medo da expulsão de Fernandinho, Tite colocou Paulinho para perseguir “La Pulga”.

… e pede pênalti de Neymar

REUTERS/Ricardo Moraes

Quando o Brasil vencia a partida por 1 a 0, Messi sofreu falta de Miranda na entrada da área. O próprio argentino cobrou a falta, buscando o canto do goleiro Alison, mas a bola ficou na barreira. Mais especificamente, no braço de Neymar, que estava colado ao corpo. Polêmica! O camisa 10 argentino pediu pênalti do companheiro de Barcelona, mas o juiz ignorou. Segue o jogo!

Amigos, amigos, negócios à parte

Leo Correa/AP

Antes do clássico no Mineirão, Messi e Neymar se abraçaram e beijaram com carinho na entrada de campo. Logo que o jogo começou, no entanto, deixaram as carícias de lado. Num lance com poucos minutos de jogo, o argentino perseguiu o brasileiro por alguns metros com marcação dura no setor defensivo da seleção argentina. Mas apesar do bom início de Messi, quem brilhou foi Neymar. Além de fazer o segundo gol e participar taticamente do primeiro, Neymar regeu a orquestra no espetáculo.

Mosaico incompleto não atrapalha espetáculo da torcida 

Pedro Ivo Almeida/UOL

A CBF contratou designer gráfico, investiu, mobilizou profissionais, mas não viu a festa perfeita que queria na entrada dos times em campo no Mineirão. Por conta dos lugares vazios na parte superior central das arquibancadas, o inédito mosaico em jogos da seleção ficou incompleto. Apesar disso, a torcida fez uma bela festa nas cadeiras do Gigante da Pampulha. Os torcedores brasileiros cantaram muito, principalmente com provocações a Messi e Maradona.

Bauza, freguês de Tite, fica na berlinda

AFP PHOTO / VANDERLEI ALMEIDA

Em três confronto até então, Tite tinha duas vitórias e um empate contra Edgardo Bauza. Agora, com nova derrota contra o professor Adenor, o ex-técnico do São Paulo virou freguês de vez. Para completar, a derrota da Argentina coloca Bauza de vez na berlinda. Em cinco jogos, venceu apenas um, contra o Uruguai. Empatou contra Peru e Venezuela e perdeu de Paraguai e Brasil. “Olê, olê, olê, olê, Tite, Tite”, cantou a torcida no Mineirão.

BRASIL 3 x 0 ARGENTINA

Data e hora: 10 de novembro de 2016, às 21h45 (horário de Brasília)
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Julio Bascuñam (Chile)
Auxiliares: Christian Schiemann e Marcelo Barraza (ambos do Chile)
Público: 53.490
Renda: R$ 12.726.250,00
Gols: Philippe Coutinho, 26′, e Neymar, 46′ do 1º tempo; Paulinho, 15′ do 2º tempo

Brasil
Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda (Thiago Silva) e Marcelo; Fernandinho, Paulinho, Renato Augusto, Philippe Coutinho (Douglas Costa) e Neymar; Gabriel Jesus (Roberto Firmino).
Técnico: Tite

Argentina
Romero; Zabaleta, Otamendi, Funes Mori e Más; Mascherano, Biglia, Enzo Pérez (Kun Agüero) e Di María (Ángel Correa); Messi e Higuaín
Técnico: Edgardo Bauza

Uol

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