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Ginecologista aponta os hábitos que prejudicam a saúde íntima no Verão

O verão é a época em que as mulheres precisam ficar mais atentas com a saúde íntima. Os fungos e bactérias, naturalmente presentes na flora vaginal, proliferam com mais rapidez em ambientes úmidos.

Segundo a ginecologista, obstetra e sexóloga Dra. Erica Mantelli há um desequilíbrio no PH vaginal. “Esse fator associado à baixa imunidade do corpo, faz com que haja um aumento nas secreções, corrimentos e até algumas doenças como, por exemplo, a candidíase”, explica a médica.

Para evitar os problemas, a ginecologista alerta que o principal erro está nos hábitos mais simples. “O biquíni molhado, por exemplo, é o principal vilão da vagina no verão. As mulheres entram no mar ou na piscina e continuam com a parte íntima úmida. Isso acarreta no desenvolvimento de fungos e bactérias. O ideal é sempre levar uma troca na bolsa e se manter seca durante o dia.”, ressalta.

O uso incorreto de absorventes diários também são um erro. “Como são feitos de algodão, a vagina fica ainda mais úmida e isso pode desencadear secreções e corrimentos. Absorventes diários são apenas adequados para situações de emergência ou durante o ciclo menstrual, deixando claro que o recomendável é trocá-lo de quatro em quatro horas, mesmo se o fluxo sanguíneo for baixo”, completa Dra. Erica.

Cuidados simples fazem com que o verão seja mais proveitoso e sem desagrados. O sabonete íntimo é indicado para o uso sem exageros. “Todo e qualquer medicamento, sendo natural ou não, deverá passar pela avaliação médica”, conclui.

Dra. Erica Mantelli, ginecologista, obstetra e especialista em saúde sexual  Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Pós-graduada em disciplinas como Medicina Legal e Perícias Médicas pela Universidade de São Paulo (USP), e Sexologia/Sexualidade Humana. É formada também em Programação Neolinguística, por Mateusz Grzesiak (Elsever Institute). Site: http://ericamantelli.com.br

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Mariana Durante

 

 

Ginecologista alerta sobre câncer de mama por mutações somáticas

80% dos casos de câncer de mama em mulheres com idades entre 20 e 35 anos podem ser por causa de alterações genéticas nas células da mama

Para comemorar o Dia Mundial de Câncer, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) lançou a publicação Estimativa 2018 – Incidência de Câncer no Brasil. Com exceção do câncer de pele não-melanoma, os tipos de câncer mais frequentes serão os cânceres de próstata (68.220 casos novos) em homens e mama (59.700 mil) em mulheres. Além dos citados, completam a lista dos dez tipos de câncer mais incidentes: cólon e reto (intestino – 36.360), pulmão (31.270), estômago (21.290), colo do útero (16.370), cavidade oral (14.700), sistema nervoso central (11.320), leucemias (10.800) e esôfago (10.970).

Embora os homens também possam ser acometidos, as mulheres são as principais vítimas do câncer de mama. “Existem diversos fatores de risco que podem ajudar a diagnosticar a doença: o histórico familiar, quando a mulher corre um sério risco em desenvolver a doença se dois ou mais parentes de primeiro grau teve ou tem câncer de mama; idade, já que mulheres entre 40 e 69 anos são mais propensas; menstruação precoce; obesidade; colesterol alto; ausência de gravidez; reposição hormonal; entre outros”, explica a Ginecologista e Obstetra Dra. Erica Mantelli.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum em mulheres – a estimativa é de 59 mil novos casos no Brasil em 2018 – e ocorre principalmente naquelas que têm mais de 50 anos e já se encontram na menopausa.  Porém, cerca de 80% dos casos de câncer de mama em mulheres jovens, com idades entre 20 e 35 anos, podem ser causados por mutações somáticas – alterações genéticas nas células da mama que não têm origem hereditária. Foi o que constatou um estudo feito no Centro de Investigação Translacional em Oncologia (LIM 24) do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) com apoio da FAPESP.

“A maioria dos tumores da mama, quando estão no início, não apresenta sintomas, o que pode passar como despercebido. Mas ao fazer o autoexame de mama, se a mulher sentir o nódulo ao toque é sinal de que ele tem cerca de 1 cm. Por isso é importante fazer os exames preventivos na idade adequada, com a finalidade de evitar o aparecimento de qualquer sintoma da doença “comenta a Dra. Erika.

Por ter diagnóstico mais difícil e ser pouco esperado, 4,5% dos casos da doença acometem mulheres jovens, entre 20 e 35 anos de idade e normalmente o tratamento nesses casos é iniciado quando a doença já está em estágio mais avançado e apresenta maior taxa de mortalidade que em mulheres mais idosas.

O exame clínico da mama é indicado para mulheres com menos de 49 anos. Ele é realizado por um médico e pode detectar caroços de até 1 cm. Já a mamografia é uma radiografia da mama que detecta lesões em fase inicial. Ela é realizada em um aparelho de raio X apropriado, que comprime a mama de modo a fornecer melhores imagens. “Apesar do desconforto provocado, esse exame causa uma redução de até 30% na mortalidade de mulheres acima de 50 anos. Ele deve ser feito por mulheres a partir dos 40 anos a cada ano ou de acordo com as prescrições do médico”, afirma a ginecologista.

Nos resultados do estudo, publicado na revista Oncotarget, são destacados os dois fatores mais importantes para o câncer de mama: o hereditário, quando a pessoa herda uma mutação genética dos pais, que predispõe ao câncer; e as mutações somáticas, que ocorrem na célula da mama ao longo do tempo.

Se o câncer de mama for diagnosticado precocemente, as chances de cura chegam até 95%. É importante que toda mulher entre 50 a 69 anos faça mamografia a cada dois anos. Além disso, adotar um estilo de vida saudável, cuidar da alimentação e fazer atividade física também é uma medida de prevenção à doença, finaliza Dra. Erica Mantelli.

Dra. Erica Mantelli, ginecologista, obstetra e especialista em saúde sexual – Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Pós-graduada em disciplinas como Medicina Legal e Perícias Médicas pela Universidade de São Paulo (USP), e Sexologia/Sexualidade Humana. É formada também em Programação Neolinguística, por Mateusz Grzesiak (Elsever Institute). Site: http://ericamantelli.com.br

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Ginecologista e Obstetra aponta cinco cuidados que toda mulher precisa ter

O corpo feminino é uma caixinha de surpresas. Apesar de muito se falar em “saúde da mulher”, há certos cuidados que podem passar despercebidos. O ginecologista e obstetra Dr. Alberto Guimarães, autor do livro “Parto Sem Medo”, aponta cinco importantes precauções:

1-      Autoexame – Durante o banho não deixe de tocar as mamas e atentar-se para qualquer nódulo;

2-      Menstruação – Sentir fortes dores e cólicas menstruais incontroláveis podem ser sinais de endometriose;

3-      Exame clínico – Cerca de 80% das doenças da mulher são detectadas pelo exame clínico. Assim, o médico precisa tocar na paciente. Apenas 30% das patologias são diagnosticadas com exames laboratoriais;

4-      Visita ao ginecologista – É essencial colher o exame Papanicolau logo após o início da vida sexual. Esse cuidado tem que ser anual, sem desculpas;

5-      Dor na hora do sexo é tratável – Mais comum do que muita gente imagina, o sexo para algumas mulheres pode ser uma tortura. E isso não tem a ver com libido. A mulher pode sentir desejo pelo parceiro, mas algo físico pode estar atrapalhando. O problema tem cura e muitas vezes pode sem bem simples.

Dr. Alberto Guimarães:  ginecologista, obstetra e precursor do Parto Medo

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

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Ginecologista fala sobre as cinco principais dúvidas sobre esse tema

O parto humanizado ou humanização do parto trata-se de um direito garantido por lei e é considerado um processo no qual todas as atenções são voltadas às necessidades da gestante. Segundo o ginecologista e obstetra, Alberto Guimarães, defensor do parto humanizado, é a mulher quem tem o controle da situação e as suas decisões devem ser respeitadas e levadas em consideração para tornar o momento do parto em uma experiência única, saudável, instintiva, entendendo esta ação como um ato fisiológico e natural do ser humano.

O parto humanizado oferece inúmeros benefícios como: apoio emocional, maior percepção do momento do parto, recuperação mais rápida, uma vez que não é necessário realizar cortes e nem aplicar anestesia. Além disso, a interação entre mãe e filho é imediata, haja vista que a amamentação ocorre no local onde o nascimento aconteceu.

1.       O que é um parto humanizado?

O parto humanizado é aquele em que o evento maior que é de se parir, é realizado pela mulher. A mulher colocada como protagonista deste evento, uma pessoa que tem e teve seu desejo respeitado, teve suas necessidades atendidas. Tais quais, principalmente, a ideia de acompanhante por ela escolhida, um ambiente acolhedor, pouca luz, pouca gente circulando nesse meio, possibilidade dela ingerir alimentos se ela desejar, de caminhar durante o trabalho de parto, de ter uma ajuda, a colaboração da doula com massagens para diminuir o desconforto e dar apoio. Então o parto normal humanizado é o parto em que o protagonismo é da mulher, como nós costumamos defender, dizendo que o parto é um evento feminino e tem que ser respeitado como tal.

2.       Uma cesárea também pode ser humanizada?

Claro que quando nós falamos no parto humanizado, a maioria das pessoas imaginam que seja um parto natural/normal e, na verdade uma cesariana com indicação obstétrica, também pode nesse ato ser incorporados práticas onde respeita a passagem do neném para ser feito o contato pele a pele ou o corte tardio do cordão, isso não precisa abrir mão pelo fato de ser uma cesárea, esses aspectos que vão fazer diferença depois desse nascimento na vida do bebê e da mãe.

3.       Porque as taxas de cesárea são tão altas no Brasil?

O Brasil sem dúvida é um campeão mundial de cesáreas, esse tema é complexo. A percepção porque chegamos nesse ponto, sem dúvidas existem aspectos que diz respeito a parte médica, ao sistema de saúde vigente no Brasil, diz respeito a remuneração, ao estímulo e a mudança da questão do parto que era no primeiro momento num tipo de estrutura domiciliar. Essa ida para a parte hospitalar, atuação de especialista, medicalização do parto na questão da anestesia, antibióticos, a sinalização de que a segurança viria com a questão hospitalar e a participação médica, é um dos fatores que acabou carreando pra essa quantidade de cesáreas que observamos hoje.

Ouve um momento que a mulher ia simplesmente para uma cesárea eletiva, ela começou imaginar que isso seria uma situação privilegiada que o dinheiro estaria resolvendo o principal medo do parto que é relacionado a dor. Então a ilusão de que seria mais seguro  na questão hospitalar, estaria usando recursos mais avançados e fazendo uso da questão financeira pra ter um parto entre aspas em condições mais favoráveis que o parto normal, foi também um responsável por essa distorção. Onde se imaginava “ah eu posso, vou lá e faço e uma cesárea. Quem não pode, espera o tempo que for pra nascer”.

E sem dúvida, acreditar no parto cirúrgico, no parto agendado como melhor, é uma distorção, pode até entender que seja mais tranquilo no sentido de previsível, mas não é mais seguro, é o que mostram os estudos.

4.       As mulheres têm medo do parto?

Em nossa cultura, realmente o parto é percebido como uma experiência que leva muito ao medo, remete a dor, remete a um desafio quase instransponível. Daí na questão da criação desse programa Parto Sem Medo, nós tínhamos uma clareza de que ajudar a mulher a enfrentar essa questão do medo, ela perceber a fisiologia do parto, como ele acontece, quais as modificações que acontecem, como é que funciona a questão das contrações, do corpo, que ajuda ela pode ter desde o pré-natal, quais preparos pode ter nesse sentido e que suporte terá por ocasião do parto. Acredito que isso, faz a diferença, porque muitas mulheres de posse desse conhecimento e desse resgate, da coragem, realmente estão se colocando no que nós chamamos de protagonismo. As mulheres que passaram por essa experiência que é desafiadora sim, mas ao receber seu neném no colo ainda cheio de secreção, de sangue, a criança externa, ela traz a vibração que aquela experiência foi marcante e aquela experiência valeu a pena e muitas dizem imediatamente pós-parto que fariam tudo de novo. Então isso nos encoraja em falar e a fazer a diferença na assistência de parto e ajudar a mulher a resgatar essa força que é dela.

5.       Como podemos tranquilizá-la e deixá-la ser a protagonista desse momento tão especial?

A mulher poder compartilhar com a equipe de saúde seu desejo na questão do parto, sentir que esse desejo vai ser respeitado. Discutir claramente as condições para esse nascimento e ficando claro nesse contrato, que pode ser verbal, de que as cesáreas existem sim, podem e devem ser usadas no caso de indicações precisas. Uma cesárea bem indicada se for preciso, vai ser realizada. Então, se a mulher sabe que a experiência do parto é assistida, que está sendo acompanhada e estando tudo bem com ela, se houver alguma situação realmente que leve a complicações para o bebe e para sí, obvio que a equipe de saúde tem que estar ali de maneira verdadeira, assistindo sem fazer nada sem for necessário e fazer tudo que precisar ser feito caso tenha indicação desse atendimento. Quando fica clara a comunicação entre o que a mulher, o casal grávido estão procurando, o que estão desejando e que possibilidade aquela equipe de saúde tem em relação a multiprofissional com participação do obstetra, da doula, da obstetrícia. Enfim, essa conversa fica mais fácil e nós vamos perceber que o médico e a equipe de saúde busca é tão grande quanto essa mulher busca e achar um desfecho positivo: neném bem, mãe bem e de preferência alta breve, isso é o que desejamos.

Alberto Guimarães

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo

Assessoria de Comunicação

 

 

Ginecologista alerta para os problemas da Diabetes Gestacional

Há riscos de partos prematuros, ruptura da bolsa e até de morte súbita

A diabetes gestacional é um distúrbio caracterizado pelo aumento do nível de açúcar no sangue nas grávidas e que pode levar a futuros problemas de saúde, tanto para a mãe, quanto para o bebê.

Um estudo realizado recentemente nos Estados Unidos com mais de 21 mil gestantes revelou que o consumo excessivo de batatas, antes da gravidez, pode ser um dos fatores que aumentam o risco das mulheres desenvolverem a diabetes gestacional.

O ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli, reforça que a diabetes gestacional geralmente ocorre em grávidas que têm tendência de desenvolver a doença, isto é, mulheres que já eram diabéticas ou que tiveram resistência periférica aumentada por conta da ação da insulina. “Durante a gestação a placenta produz um hormônio chamado Lactogênico Placentário, substância que faz com que aumente o risco de diabetes gestacional”, revela o médico.

O diagnóstico é feito por meio de dosagem de glicemia de jejum, além do teste oral de tolerância à glicose (TOTG), exame que mede a curva glicêmica da paciente.

Além de aumentar o peso do bebê, a diabetes faz com que uma quantidade maior de glicose fique no sangue da mãe e, consequentemente, obriga o pâncreas do bebê a produzir mais insulina para poder queimar essa glicose. Todavia, mesmo com o ganho de peso, os bebês ficam extremamente frágeis após nascimento, já que costumam ter crises de hipoglicemia pela alta produção de insulina.

Mantelli alerta que o fato da diabetes estar descontrolada pode trazer várias consequências para  a saúde da mãe e do filho como, por exemplo, trabalho de parto prematuro, ruptura prematura de bolsa, risco maior de morte súbita, peso excessivo ao nascer, além de diversas alterações físicas prejudiciais.

Para o ginecologista, existem alguns cuidados e tratamentos que devem ser feitos de acordo com o grau de diabetes, podendo controlar por intermédio de dieta ou insulina. “Basicamente, o tratamento é feito com mudanças nos hábitos alimentares, atividades físicas e aplicação de insulina para regular a glicemia. Estes cuidados evitarão que o bebê sofra os efeitos deletérios de uma carga glicêmica tão alta”, conclui.

 

Sobre Dr. Domingos Mantelli

Dr. Domingos Mantelli é ginecologista e obstetra, com formação em neurolinguística e atuação na área de medicina psicossomática. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e possui residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.

 

 

Equipe de Comunicação & Marketing

 

 

Ginecologista aponta os hábitos que prejudicam a saúde íntima na estação mais quente do ano

O verão é a época em que as mulheres precisam ficar mais atentas com a saúde íntima. Os fungos e bactérias, naturalmente presentes na flora vaginal, proliferam com mais rapidez em ambientes úmidos.

Segundo a ginecologista, obstetra e sexóloga Dra. Erica Mantelli há um desequilíbrio no PH vaginal. “Esse fator associado à baixa imunidade do corpo, faz com que haja um aumento nas secreções, corrimentos e até algumas doenças como, por exemplo, a candidíase”, explica a médica.

Para evitar os problemas, a ginecologista alerta que o principal erro está nos hábitos mais simples. “O biquíni molhado, por exemplo, é o principal vilão da vagina no verão. As mulheres entram no mar ou na piscina e continuam com a parte íntima úmida. Isso acarreta no desenvolvimento de fungos e bactérias. O ideal é sempre levar uma troca na bolsa e se manter seca durante o dia.”, ressalta.

 

O uso incorreto de absorventes diários também são um erro. “Como são feitos de algodão, a vagina fica ainda mais úmida e isso pode desencadear secreções e corrimentos. Absorventes diários são apenas adequados para situações de emergência ou durante o ciclo menstrual, deixando claro que o recomendável é trocá-lo de quatro em quatro horas, mesmo se o fluxo sanguíneo for baixo”, completa Dra. Erica.

Cuidados simples fazem com que o verão seja mais proveitoso e sem desagrados. O sabonete íntimo é indicado para o uso sem exageros. “Todo e qualquer medicamento, sendo natural ou não, deverá passar pela avaliação médica”, conclui.

Dra. Erica Mantelli

Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia, Dra. Erica Mantelli tem pós-graduação em Medicina Legal e Perícias Médicas e Sexologia/Sexualidade Humana pela Universidade de São Paulo (USP). É formada também em Programação Neurolinguística, por Mateusz Grzesiak (Elsever Institute).

Assessoria de Comunicação & Marketing

 

Ginecologista ressalta os cuidados e a importância da amamentação para a mãe e o bebê

No Brasil, só 41% das crianças são amamentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses, como a OMS recomenda.

 

O aleitamento materno exclusivo é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) até os 6 meses de vida do bebê, sendo continuado após esse período por até 2 anos ou mais, com a adição de suplementos alimentares. No Brasil, só 41% das crianças são amamentadas exclusivamente com leite materno até os seis meses, como a OMS recomenda.

“A amamentação é um processo importantíssimo para o bebê. Além de fortalecer os laços entre a criança e a mãe, o leite materno tem um papel fundamental para o desenvolvimento do sistema imunológico do recém-nascido, já que o protege contra doenças e alergias”, reforça a ginecologista e obstetra Dra. Erica Mantelli.

Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) confirmou que a alimentação exclusiva com leite materno no começo da vida faz mesmo muita diferença no desenvolvimento do organismo do bebê.

Algumas mães são mais sensíveis ao ato de amamentar, e podem sofrer no início por conta da mama inchada, das fissuras e do ingurgitamento mamário. É pelo leite materno que o bebê recebe fontes de nutrição, proteção, estimulação e conveniência nos primeiros meses de vida.

De acordo com a medica, é preciso ter alguns cuidados durante a gestação para que no pós-parto essa fase seja menos conturbada. “É importante que a mulher utilize loção hidratante apenas nas mamas, evitando a aréola e os mamilos. O sutiã tem que se adequar ao novo tamanho e peso, para evitar que a mamãe sinta dor nos ombros, nas mamas e evitar o aparecimento de estrias. O indicado é usar sutiã com boa sustentação, alças mais largas e fácil de ser aberto”, ressalta.

Para que as aréolas fiquem mais resistentes e menos propensas à rachaduras e machucados, é indicado que a gestante tome sol por cerca de 15 minutos (antes das 10h ou depois das 16h) ou um banho de luz, que pode ser feito com uma lâmpada de 40 watts com distância de 15 cm da pele.

O processo de aleitamento pode ser bastante difícil inicialmente, porém, com o passar dos dias, as dores tendem a melhorar. “Nos casos em que a mãe sentir desconforto e dor na hora da mamada é importante que ela seja avaliada para corrigir a posição e a pega, além de receber orientações para evitar o surgimento de machucados que possam predispor às infecções como, por exemplo, a mastite. É preciso conversar sempre com o médico responsável e procurar ajuda especializada em caso de dúvidas ou dificuldades”, completa Erica Mantelli.

Dra. Erica Mantelli

Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia, Dra. Erica Mantelli tem pós-graduação em Medicina Legal e Perícias Médicas e Sexologia/Sexualidade Humana pela Universidade de São Paulo (USP). É formada também em Programação Neurolinguística, por Mateusz Grzesiak (Elsever Institute).

Assessoria especial para o FN

Ginecologista é acusado de esquecer celular no corpo de paciente em parto

ginecologistaUm ginecologista foi acusado de ter deixado cair seu celular dentro do corpo de uma paciente durante uma cesariana em Amã, na Jordânia.

Segundo o jornal inglês “Daily Mirror”, o médico não teria percebido o incidente e acabou esquecendo o aparelho ainda no corpo de Hanan Mahmoud Abdul Karim, de 36 anos, após o nascimento do bebê.

A mulher havia dado à luz em um hospital privado na capital jordaniana no dia 24 de abril. Mas, durante a cesariana, o médico teria deixado seu telefone cair na paciente e não percebeu.

A mãe de Hanan disse que sua filha notou que algo estava vibrando em sua barriga ao chegar em casa. A mulher precisou passar por nova cirurgia para a retirada do aparelho.

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O porta-voz do Ministério da Saúde da Jordânia, Hatem Al Azrae, disse que a história é falsa.

G1