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Polícia instaura inquérito para apurar morte de gatos na UFPB

gatosA Delegacia de Crimes contra o Meio Ambiente de João Pessoa instaurou um inquérito para apurar a morte de gatos no Campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Cinco animais foram encontrados mortos nesta segunda-feira (26). A polícia investiga a hipótese de envenenamento.

De acordo com o delegado José Guedes Sobrinho, titular da delegacia especializada, perícias foram requisitadas, entre elas o exame toxicológico na ração que estava sendo dada aos animais. “Os corpos dos gatos também foram encaminhados para exame veterinário. Testemunhas, alunos e professores da UFPB serão ouvidos ainda esta semana”, frisou.

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Guedes Sobrinho lembrou que maus-tratos contra animais e outros crimes contra o Meio Ambiente podem ser denunciados à delegacia, que funciona de segunda a sexta-feira, na Central de Polícia, no bairro do Varadouro. “O cidadão pode comparecer à delegacia ou ainda ligar para o número (83) 3218-5311. É possível ainda denunciar pelo número 190 ou pelo 197, o Disque Denúncia da Secretaria da Segurança e da Defesa Social, que garante o sigilo da fonte e a gratuidade na ligação”, afirmou. O Batalhão de Polícia Ambiental também atende ocorrência de maus-tratos pelo telefone (83) 3218-7222

 MaisPB

Expectativa de vida de cães e gatos dobrou nos últimos 30 anos

animaisOs animais de estimação alegram a casa, servem de companhia e, muitas vezes, preenchem lacunas afetivas de seus donos. Por isso mesmo tanta gente os abriga. Estima-se que haja atualmente no Brasil 31 milhões de cães e 15 milhões de gatos domésticos. Como esses animais vivem muito menos que o homem, quem os cria costuma estar preparado para o dia em que a amizade será interrompida. A novidade é que, nos últimos dez anos, a expectativa de vida de cães e gatos aumentou significativamente, graças à popularização das rações e vacinas e aos avanços na medicina veterinária.

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Uma década atrás, um cão de porte pequeno vivia geralmente até os 9 anos. Hoje, chega facilmente aos 15. Os cães de maior porte, por motivos de predisposição genética das raças, duram menos que os pequenos. Até dez anos atrás, viviam em média oito anos – agora, chegam aos 12. No caso dos gatos, a expectativa de vida dobrou. Antes viviam dez anos e hoje chegam aos 20. O resultado dessa sobrevida é que cães e gatos enfrentam uma velhice longa, com as previsíveis consequências – tornam-se propensos a desenvolver doenças como diabetes, insuficiência cardíaca, câncer e problemas ortopédicos. Repete-se com os animais o que ocorre com os seres humanos, que hoje vivem mais graças aos avanços da medicina, mas também estão sujeitos aos males da velhice.

Em geral, não é fácil conviver com totós e bichanos na terceira idade. Eles perdem a vitalidade e passam a não responder com a mesma animação aos chamados para passeios ou brincadeiras – o que é motivo de frustração para o dono. Pedem mais carinho e têm atitudes inesperadas, como fazer xixi em locais que antes sabiam ser território proibido para isso. Os animais idosos ficam inseguros porque percebem que estão se distanciando de seus donos, como se estivessem passando para outra dimensão, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs, especializada em psicologia animal. Cães e gatos idosos também exigem uma série de cuidados especiais. A aposentada paulista Zilda Carolis levou para casa a pinscher Minnie quando ela tinha 25 dias. A cadelinha era sempre agitada e brincalhona. Tornou-se uma companhia importante quando o marido de Zilda morreu, doze anos atrás. Com o passar do tempo, Minnie foi perdendo o vigor. Hoje, tem 16 anos. Além de quieta, está cega, surda, corcunda e sem olfato. Para cuidar dela, Zilda precisa fazer alguns sacrifícios. Não dorme fora de casa e até deixou de viajar no réveillon para lhe fazer companhia. Dorme com ela num colchão no chão e esforça-se para fazer com que se alimente – o que inclui preparar um cardápio variado diariamente e levar-lhe comida à boca. Quero dar a ela todo o conforto possível nesta fase da vida, diz Zilda.

Um cachorro torna-se idoso quando atinge 75% de sua expectativa de vida, conta que varia de acordo com a raça. Cães de porte pequeno, como o poodle, são considerados idosos a partir dos 9 anos. Os de tamanho médio, como o cocker, a partir dos 8. Cães grandes, como o labrador e o boxer, já são idosos aos 7 anos. No caso dos gatos, cuja diferença de tamanho entre as raças não é significativa, todos são considerados idosos a partir dos 8 anos. Um fator determinante na expectativa de vida dos gatos é o ambiente em que vivem. Em geral, gatos não gostam de grandes áreas ao ar livre. Os que são criados em ambientes fechados e protegidos tendem a viver mais. A dona-de-casa Vania Rombauer, carioca de 57 anos que mora há sete em Curitiba, é apaixonada por gatos desde a infância. Integrante de uma ONG que ajuda a castrar os bichanos, ela conta com a companhia de seis deles em casa. Samantha é a mais velha, com 16 anos. A gata enxerga muito pouco e com um olho só. Costuma se perder pela casa e, nesses momentos, Vania precisa socorrê-la. Ela diz que teve outros gatos idosos que davam ainda mais trabalho. Já deixei de viajar por causa dos meus gatos, mas não me arrependo, conta.

A maior incidência de doenças nos animais de estimação aumentou a demanda por recursos para tratá-los. Já existe no Brasil uma bateria de exames laboratoriais e de imagem, além de técnicas cirúrgicas, especiais para cães e gatos. Há tratamentos considerados modernos até para seres humanos que já são oferecidos aos animais, como o ultrassom com imagens em 3D, diz o veterinário Mário Marcondes, diretor-geral do Hospital Veterinário Sena Madureira, de São Paulo. Marcondes calcula que o atendimento a animais idosos no hospital tenha aumentado 30% nos últimos anos. Um animal de estimação idoso precisa fazer exames rotineiros e visitar frequentemente o veterinário. Se fica doente, os custos para o dono aumentam de forma exponencial. Foi o que aconteceu com Melanie, uma golden retriever de 12 anos. Seu dono, o economista carioca Diogo Thaumaturgo Aguiar, de 30 anos, conta que a cadela sempre teve saúde delicada – toma remédios para controlar a epilepsia desde os 3 anos. Depois de ela completar uma década de vida, seu estado piorou e os gastos de Aguiar com seu tratamento passaram de 200 para 800 reais por mês.

Melanie atualmente toma remédios para reumatismo, otite e hipotireoidismo, além de Gardenal, para a epilepsia. Também toma um complexo vitamínico para a pele, pois sofre de queda de pelos, e cortisona. Faz ainda quimioterapia para tratar um tumor na cabeça descoberto no ano passado. A lista de cuidados com Melanie inclui exames de sangue mensais e de ressonância magnética semestrais. Melanie é como uma criança. Não pode ficar sozinha e precisa de cuidados o tempo todo, diz Aguiar. Os donos de animais de estimação sofrem com a ideia de sua morte na mesma medida em que se esforçam para lhes proporcionar uma boa velhice. Alguns centros veterinários chegam a dispor de psicólogos para ajudá-los a superar o trauma quando o animal está desenganado. Nesse momento, é comum dizerem que nunca mais vão ter um cachorro ou um gato. A promessa só dura, em geral, até depararem com um filhotinho fofo clamando por cuidados e atenção.

Veja o quadro sobre a idade real dos animais

Veja os cuidados que você deve ter as doenças mais freqüentes de acordo com a raça do seu bichinho

Veja

Energisa identifica 1,4 mil ligações irregulares na PB e ‘gatos’ geraram prejuízos de R$ 6,5 milhões em 2013

gato_energiaA distribuidora de energia da Paraíba (Energisa) identificou, no ano de 2013, cerca de 1,4 mil ligações irregulares em todo o Estado, desvio que foi calculado em 77 GWh, o que significou uma perda de arrecadação de R$ 6,5 milhões aos cofres públicos.  De acordo com a assessoria da Energisa, são realizadas fiscalizações durante o ano todo para identificar furtos na rede elétrica. As vistorias são feitas pelo Departamento de Medição e Combate a Perdas (DMCP) que regularmente faz um levantamento.

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Este ano as fiscalizações foram iniciadas nessa segunda-feira (24) e nomeada de ‘Operação contra gato no Bairro dos Estados’. Segundo o balanço do primeiro dia, foram 149 inspeções, sendo que dessas foram constatadas 15 situações irregulares (gatos). A operação vai até o dia 21 de abril.

A concessionária faz um trabalho de busca por esses desvios em cada região do Estado. A escolha da área é feita de acordo com dados técnicos apurados pelo centro de inteligência de Combate a Perdas. Essa ação visa combater as ligações clandestinas ou irregulares de energia.

Para coibir esses furtos, além das campanhas informativas veiculadas, também ocorrem as operações. Quando identificado o desvio a concessionária cobra os valores desviados e os responsáveis pela infração respondem a processo que se enquadra no artigo 155 do Código Penal como furto qualificado por subtrair coisa alheia móvel. A pena é de dois a oito anos reclusão e multa.

As ligações irregulares também provocam queda na qualidade do fornecimento de energia elétrica, já que sobrecarregam o sistema elétrico de distribuição. O furto de energia elétrica representa risco de morte, aos que interferem no sistema elétrico contra a vontade da distribuidora.

Viviane Carvalho do Blog do Gordinho

Donos de cachorros se sentem menos sozinhos do que de gatos

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Dizem que os cachorros são os melhores amigos do homem. No entanto, segundo pesquisa, ter o pet traz outros benefícios ao dono: o torna mais sociável, fazendo com que se sinta menos solitário. Uma pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, concluiu que exclusivamente os donos de cachorros se sentem menos isolados, já que quem tem gatos, lagartos e hamster não parecem se beficiar do mesmo efeito.

 

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“Descobrimos que cachorros estão associados a menos solidão, mas não sabemos por que não se pode fazer a mesma associação a outros animais de estimação. No entanto, desconfiamos que eles exigem algumas coisas, como, por exemplo, que seus donos os levem para caminhar”, explicou o professor John Cacioppo, responsável pela pesquisa. Ele comenta que, além de fazer exercício, é mais fácil conhecer os vizinhos e outras pessoas da região quando está levando o animal para dar o passeio diário.

 

“Quando você está caminhando com seu cachorro e cruza com outras pessoas que estão fazendo a mesma coisa, diz ao menos ‘olá’, enquanto quem passa sem cachorro tende a não parar, nem cumprimentar”, disse o veterinário Cris Laurence. Ele alertou ainda que, quando o cachorro não está bem e deixa de interagir com outros animais pela rua, o dono também fica mais fechado e se comunica menos.

 

Outro ponto que pode influenciar estes efeitos positivos dos cachorros em seus donos é o fato de os cães expressarem de foma mais contundente suas emoções e demosntrarem que gostam muito da casa onde vivem. “Há aquele velho ditado que diz que você não possui o seu gato, ele é que é seu dono. Os gatos tendem a interagir quando eles querem, enquanto que os cães tendem a interagir quando você quer”, afirma o veterinário.

 

Além disso, uma pesquisa anterior da American Heart Association já havia sugerido que donos de pets, especialmente cachorros, têm o coração mais saudável do que as outras pessoas. Um outro levantamento australiano concluiu que donos de cães andam, em média, cinco horas por semana, contra três horas das outras pessoas.

 

Terra

Saiba como dar banho em gatos

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Higiênicos por natureza, os gatos são animais que se lambem constantemente para retirar a sujeira de seus pelos e manter-se limpos. No entanto, esse hábito dos felinos não é o suficiente para que sua higienização seja completa, e medidas adicionais devem ser praticadas para que um bichano possa levar uma vida saudável e longe de problemas.

 

Embora haja uma crença mundial que denomina os gatos como animais que têm pavor de água, esta crença não é completamente real; já que, quando acostumados desde filhotes, os bichanos não apresentam problema algum com a água – havendo raças específicas – como a do Turkish Van, apelidado de “Gato Nadador” – que adoram esse contato.

 

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Independentemente do nível de aceitação do felino à água, os banhos tradicionais são fundamentais para manter a saúde dos bichanos, removendo o acúmulo de sujeira na pelagem do animal e evitando o desencadeamento de problemas de pele, como dermatites e descamações, entre outras.

 

A recomendação para os donos de felinos pouco acostumados com banhos é a de procurar por um estabelecimento que preste este tipo de serviço, pois o animal pode ter reações agressivas diante da situação, e quem realiza esse tipo de serviço é mais preparado para lidar com a situação. No entanto, os gatinhos mais tranquilos podem ser higienizados dentro de casa, bastando que seu proprietário tenha em mãos os produtos especialmente desenvolvidos para a limpeza do animal (como sabão, xampús e condicionadores), além de muita paciência.

 

Antes de começar o processo, é recomendado que os pelos do animal sejam desembaraçados com uma escova e que o dono do bichano prepare o local para o banho, juntando todo tipo de produto que será utilizado e certificando-se de que a água para o banho não está fria ou quente demais.

 

Treinar algumas técnicas de contenção do animal também é importante antes de começar o banho (já que o animal pode reagir e tentar fugir), e colocar um pedaço de algodão nos ouvidos do gato também é importante para impedir a entrada de água na região (que pode causar problemas como a otite).

 

Feito isso, o banho pode começar, e o animal deve ter seu corpo inteiro bem molhado e ensaboado para garantir uma limpeza completa – lembrando que as instruções de uso de cada produto são diferentes, e devem ser devidamente seguidas durante o processo. Depois de um enxágue abundante, é necessário secar o animal com uma toalha grande e macia (evitando que ele seja atingido por correntes de ar enquanto estiver molhado) e, caso o bichano seja bastante calmo, o uso de um secador de cabelos por ajudar muito a secar a pelagem.

 

Terra

Campanha de vacinação contra raiva animal em cães e gatos é prorrogada até dia 30

 

A Secretaria de Estado da Saúde (SES)  prorrogou até o dia 30 de janeiro, a campanha de vacinação contra a raiva animal que foi iniciada no dia 1º dezembro. A meta é imunizar 414.892 cães e 192.751 gatos em todo o Estado.[bb]

O chefe de Núcleo de Controle de Zoonoses da SES, Francisco de Assis Azevedo, explicou que a autorização para a prorrogação da campanha foi solicitado ao Ministério da Saúde (MS), que atendeu a um pedido da secretaria. Ele disse que o principal motivo que levou a pedir a  prorrogação da campanha, foi a baixa cobertura vacinal. A maioria dos municípios realizou a campanha no dia “D” e não deu continuidade ao restante do período. “Agora vamos fazer reuniões para sensibilizar os novos gestores a darem continuidade à campanha e assim melhorar os indicadores”, explicou Assis.

De acordo com os dados do Núcleo de Zoonoses, até o dia 27 de dezembro foram vacinados 343.573 cães e 110.566 gatos totalizando 450.139 animais e atingindo uma cobertura de 66,2%. A meta estipulada pelo Ministério da Saúde é de 80%.

Assis Azevedo destacou que apenas duas Gerências Regionais de Saúde superaram a meta preconizada pelo Ministério da Saúde. Em Guarabira, sede da 2ª Gerência, formada por 25 municípios, a cobertura foi de 86,9% e em Catolé do Rocha, sede da 8ª Gerência com 14 municípios, a vacinação atingiu 87,4%.

A doença – A raiva é uma doença infecciosa aguda, de etiologia viral, transmitida ao homem por meio da mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas ou pele lesionada por animais raivosos, provocando uma encefalite viral aguda. A transmissão ocorre quando o vírus rábico existente na saliva do animal infectado penetra no organismo.

A doença acomete o sistema nervoso central, levando ao óbito após curta evolução. É letal em aproximadamente 100% dos casos, por ser causada por um vírus mortal, tanto para os homens quanto para os animais, e a única forma de evitá-la é pela vacinação anual, que não tem contraindicação.

A raiva apresenta quatro ciclos de transmissão: no ciclo rural, os bovinos, ovinos, caprinos, suínos e equídeos são os principais elementos transmissores da raiva; no ciclo silvestre, as raposas, guaxinins, macacos e roedores têm maior destaque na transmissão da doença; no ciclo aéreo, os morcegos representam o maior perigo; e no ciclo urbano os principais elementos responsáveis pela manutenção do vírus rábico são os cães e gatos.

Secom-PB para o Focando a Notícia