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Câmara prevê gastar R$ 43 mil em maquete para representar a ampliação da Casa

maqueteCâmara dos Deputados prevê gastar cerca de R$ 43 mil na aquisição de uma maquete que vai representar a ampliação da Casa. O anexo 4, conhecido como “Serra Pelada”, será expandido. O local atualmente é o que mais abriga gabinetes de deputados. A maquete deverá ter as seguintes medidas: 1,40 metro de comprimento, 0,80 metro de largura e 0,20 metro de espessura.

O projeto de ampliação foi revisto após a saída do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Ele pretendia construir um novo prédio – que ganhou o apelido de “Parlashopping”, por prever lojas – por meio de uma Parceria Público-Privada.

O dinheiro para a expansão do anexo 4 será da própria Câmara dos Deputados.

Época

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Eleitor deve gastar cerca de 30 segundos para votar neste domingo

urna-eletronicaOs eleitores deverão gastar de 30 a 40 segundos para votar nas eleições deste domingo (2). A estimativa é menor do que a eleição anterior, já que o eleitor votará apenas para prefeito e vereador. De acordo com o coordenador das Eleições do Tribunal Regional da Paraíba, Fábio Falcão, a Paraíba deverá ficar entre as cinco apurações mais rápidas do país, pelo menos em relação ao resultado para prefeito.

Além da biometria, presente em 121 municípios do Estado, a rapidez no resultado também é esperada em função da ferramenta JE Connect, que permite a transmissão do resultado das eleições de qualquer computador. A praticidade do sistema está na característica de que pode ser transportado em um pendrive. Com isso, há mais garantias de uma rápida e segura apuração e divulgação total dos votos, que podem ser enviados a partir de qualquer computador conectado ao Tribunal Eleitoral, em rede Virtual Private Network (VPN).

blogdogordinho

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Óleo certo faz motor gastar menos e trabalhar melhor; saiba escolher

Shutterstock
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Não caia na armadilha (ou tentação) de só completar o nível do óleo a cada parada no posto de combustível. Nem se acomode em adicionar o produto periodicamente. Pôr qualquer lubrificante no motor e nunca trocá-lo totalmente trará consequências graves lá na frente — é como aquele cara que passa a vida comendo em fast food: uma hora, o organismo vai reclamar.

Perda de desempenho, falhas na partida, consumo elevado e até comprometimento da garantia são alguns dos problemas comuns ao se optar por utilizar um óleo qualquer. Isso porque lubrificantes errados podem resultar em borras e acúmulo de verniz, além de aumentar o atrito entre as peças. Em alguns casos extremos, o motor pode até quebrar. UOL Carros explica porque isso acontece, mostra como fazer a verificação do nível correta e dá dicas do que fazer na hora da troca.

Como verificar

O nível do lubrificante tem que ser checado com o carro frio e em lugar plano, para não dar falsa impressão de que esteja fora do nível recomendado. Abra o capô, retire a vareta do cárter, limpe-a com uma flanela (ou algum pano que não solte fios e fibras) e ponha-a novamente no recipiente. Retire-a de novo para verificar o nível. Caso o veículo esteja rodando há algum tempo, desligue o motor e aguarde por cinco minutos.

Importante: se você já tiver saído com o carro e a luz do óleo acender no painel, pare o veículo imediatamente e verifique o nível. Se estiver abaixo do traço de mínima capacidade, complete-o com produto das mesmas especificações do lubrificante recomendado no manual do proprietário — misturar marcas é permitido. Contudo, não fique só completando, pois essa é uma das principais causas para formação de borras. Se o nível estiver alto, leve o carro até a oficina e verifique a bomba de óleo.

Também não se intimide com o diagnóstico assustador do frentista, que pode condenar seu óleo por estar escuro. É normal o produto ficar escurecido, afinal, tem poder detergente para limpar o motor e manter as impurezas em suspensão. Assuste-se somente se aparecer borras na vareta. Corra para fazer a troca.

Lucas Lacaz Ruiz/A1 – 26.02.2011

Para não ter dor de cabeça, faça a troca em concessionárias ou lojas especializadas

Quando trocar

Em média, o óleo é substituído a cada 5 mil ou 10 mil km — a troca varia conforme a marca do carro e o tipo de lubrificante. Carros mais modernos registram consumo médio de óleo de 300 ml a cada 1.000 km. Se o seu consome mais que isso, procure a concessionária.

Para fazer a troca, vá a uma concessionária ou lojas especializadas. Esses estabelecimentos têm maquinário apropriado e seguem procedimentos para a troca, como o aperto no parafuso que abre o bujão do cárter. Em veículos zero km, a substituição geralmente está prevista nas revisões programadas. Lembre-se que colocar óleo fora da especificação pode acarretar em perda da garantia do carro.

Também é importante ressaltar a importância dos filtros de óleo: sempre que for trocar o lubrificante, coloque um novo e opte por produtos de marcas conhecidas.

Sopa de letrinhas

Aquela overdose de letras e números na embalagem do lubrificante tem explicação: são as informações e características do produto, como índice de viscosidade, temperatura, aditivos etc. Mas o leque hoje é maior. Geralmente, fabricantes recomendam mais de uma especificação de óleo para o mesmo modelo. Por isso, consulte o manual.

Veja, por exemplo, a explicação da Shell sobre um rótulo com a seguinte classificação: 5W40, 0W30 ou 10W30 e API SN, API CJ-4. “Os primeiros números dos óleos multiviscosos representam o comportamento do motor na partida a frio, ou seja, quanto menor o valor, menor será o tempo necessário para que o óleo chegue à todas as partes do motor; o outro número indica a viscosidade à temperatura; já a segunda classificação é a de serviços (as mais conhecidas são a American Petroleum Institute, API, e a Association of Constructors of European Automobiles. a ACEA)”.

O deciframento continua: “A primeira é dividida em duas categorias, a “S” (óleos de Serviço) é voltada para motores ciclo otto; a “C” (óleos Comerciais) é voltada para motores ciclo diesel. E dentro de cada categoria existe os níveis de performance, que aumentam na medida em que a letra após o “S” ou “C” evolui. Por exemplo, o SB é melhor que o AS, e o CB é melhor que o CA. Atualmente, as classificações mais modernas são: API SN e API CJ-4 — o número que acompanha a categoria C é voltado para motores de dois ou quatro tempos”. Ufa.

Reprodução

Nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, nem o contrário: misturar é queimar dinheiro, já que um “contaminará” o outro

Sintético ou mineral?

A principal mudança entre os dois está no tempo de oxidação: o produto mineral oxida em menos tempo e perde mais rapidamente o poder de fluidez, corrosão e formação de espuma. O sintético tem viscosidade estável, que facilita a lubrificação mais rápida das partes altas do motor e forma película mais resistente.

Por conta disso, nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, já que este tem mais aditivos em sua composição, nem faça o contrário. Fique atento, pois misturar é queimar dinheiro, já que um “contamina” o outro.

Perigos do óleo errado

O produto fora da especificação para aquele carro pode não suportar a dilatação provocada pelo calor do motor. Desse modo, ele vai se degradar mais rapidamente. Isso pode causar o depósito de verniz e borras, que chegam a gerar entupimentos. Em casos extremos, o motor pode fundir.

A viscosidade diferente comprometerá toda a lubrificação e pode até quebrar o motor. Isso porque o lubrificante é responsável, entre outras coisas, por manter uma película para minimizar os atritos entre as peças metálicas do conjunto. Se o óleo tiver viscosidade diferente, essa película simplesmente se romperá e ocasionará mais atrito entre esses componentes.

Outro exemplo: o óleo mais “fino” que o recomendado pode subir para a câmara de combustão e queimar junto com o combustível.

Aditivos para quê?

O óleo lubrificante tem detergentes próprios para limpar a parte interna do motor. Por isso, aditivos adicionais não são recomendados, já que podem alterar a viscosidade e desgastar precocemente componentes como o virabrequim e os eixos comandos de válvulas.

Uol

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Conta de celular custa, em média, R$ 104 no Brasil. Veja como gastar menos

Monica Schipper/Getty Images
Monica Schipper/Getty Images

Os smartphones se popularizaram no Brasil e não é difícil ver em todo lugar pessoas usando aplicativos que usam a internet no celular. Esse hábito tem um preço. Segundo uma pesquisa inédita encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pelo portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz, o valor é de R$ 104 por mês em média.

O levantamento mostra que quase nove em cada dez brasileiros (87%) que usam o celular e acessam a internet consideram esses serviços necessários no dia a dia. E não pense que as classes C, D e E estão muito atrás das classes A e B. Confira a comparação com outros gastos abaixo.

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Na visão da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, nos últimos anos, o celular e a internet se converteram em mecanismos de interação online e de busca e compartilhamento de informações.

— De modo geral, são cada vez mais imprescindíveis no trabalho e no dia a dia das pessoas. É fundamental manter-se conectado, mas o consumidor precisa pesquisar bem e escolher o plano que melhor caiba no próprio bolso.

Como pagar menos

R7 fez um levantamento por meio do site Pricez.com.br com as quatro principais operadoras de celular no País e encontrou diferenças de mais de R$ 205 nos planos controle e de mais de R$ 613 em planos pós-pagos.

Confira os valores abaixo. A pesquisa levou em consideração preços para o DD 11 (São Paulo). Para os planos pós-pagos, foram considerados os menores preços dos pacotes com mínimo de 60 minutos para falar com outras operadoras e pelo menos 1GB de internet por mês.

 

 

Campanha da PB deve gastar R$ 249,1 milhões, só as candidaturas ao governo gastarão R$ 78,54 mi

eleiçoes-destaque_interno.A campanha a eleição deste ano (2014) na Paraíba deve gastar cerca de R$ 249 milhões tanto na eleição majoritária quanto proporcional (governador, senador, deputado federal e estadual). A informação é da secretaria judiciária do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Para a campanha majoritária será gasto R$ 78,54 milhões. Computados os gastos aos postulantes ao Senado esse valor sobe para R$ 117,9 milhões.

No sábado, 05, seis candidatos pediram registro. A coligação “Força do Trabalho”, tendo o candidato ao governo Ricardo Coutinho, a vice Ligia Feliciano e ao Senado Lucélio Cartaxo.

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O PSDB tem a coligação “Vontade do Povo”, com chapa encabeça pelo candidato a governador Cássio Cunha Lima, a vice Ruy Carneiro e ao Senado, Wilson Santiago (PTB).

O PMDB com a coligação “Renovação de Verdade”, conta com o senador Vital do Rego Filho como candidato ao governo do estado, Roberto Paulino a vice e o ex-governador José Maranhão a senador.

O PROS tem o candidato Major Fábio disputado o governo, Olavo Filho a vice governadoria e Leila Fonseca ao Senado

O PSOL conta com Tárcio Teixeira candidato ao governo, Marcos Dias a vice e Nelson Júnior ao Senado.

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O PSTU tem Antônio Radical candidato ao governo do estado, Lena Leite como vice e Rama Dantas ao Senado.

O PTC lançou candidatura avulsa para o Senado, com Walter Brito Filho.

Os deputados – Com relação à eleição para a proporcional que inclui a disputa para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa, as cifras ultrapassam R$ 131,2 milhões. Onde R$ 90,2 milhões serão destinados aos candidatos a deputados federais e R$ 41 milhões para a campanha estadual.

Confira abaixo quanto cada partido gastará na campanha

PMDB/PT – 25 milhões para a disputa a vice e R$ 11,5 milhões. O PMDB declarou que irá investir R$ 1,5 milhão para eleger deputados à Câmara Federal e R$ 1 milhão para a Assembleia Legislativa

PSB – R$ 25 milhões para a disputa de governo e vice e R$ 8 milhões para o Senado. O partido gastará R$ 18,7 milhões na proporcional e R$ 9,4 milhões para a campanha a deputado estadual. A chapa a Força do Trabalho 4, gastará mais R$ 4,3 milhões. No total o PSB e seus aliados devem desembolsar na proporcional R$ 28 milhões.

PSDB – R$ 18 milhões para a disputa de governo e vice e R$ 14 milhões para o Senado. O partido está investindo R$ 72,6 milhões na campanha proporcional sendo R$ 50 milhões na corrida para Câmara Federal. Aliados do candidato tucano, três chapões – A Vontade do Povo II, III e IV – declaram investir R$ 26,6 milhões.

Pros – R$ 10 milhões para a disputa de governo e vice e R$ 5 milhões para o Senado.

PSOL – R$ 800 mil para a campanha do governo, vice e ao Senado.

PSTU – R$ 58 mil para a campanha do governo, vice e ao Senado.

PTC – R$ 600 mil para a campanha ao Senado.

Os registros serão avaliados pela justiça e devem ser oficializados até o 5 de agosto.

Paulo Dantas com informações do Jornal Correio

Tião Gomes acusa ALPB de gastar R$ 400 mil com gratificações em gabinete de deputado da oposição

tiãoO deputado estadual, Tião Gomes (PSL), ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa na manhã desta terça-feira (13) e cobrou do presidente da Casa, deputado Ricardo Marcelo (PEN), explicações sobre os gastos de alguns gabinetes dos parlamentares.

Segundo Tião, tem gabinete com gastos muito superiores do que os de outros deputados, principalmente comparando os parlamentares de oposição e da situação. “Não é possível um gabinete com R$ 400 mil só para gratificações, enquanto outros têm R$ 50 mil em gratificações”, declarou.

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“Os deputados da oposição têm gabinetes abarrotados e os do Governo tem os gabinetes esvaziados”, disse.

Tião afirmou que amanhã, na audiência de avaliação das contas do Governo do Estado, ele vai expor e vai cobrar as contas da Assembleia Legislativa, os gastos com gabinete, principalmente o que tem R$ 400 mil só de gratificações.

O presidente Ricardo Marcelo estava presente na Mesa durante o discurso, mas não responde às acusações.

Pedro Callado / João Costa

 

TRE vai gastar R$ 5,2 milhões para realizar eleições municipais nos 223 municípios paraibanos

O Tribunal Regional da Paraíba (TRE-PB) vai gastar R$ 5.229.650,04 para realizar as eleições nos 223 municípios paraibanos. A Justiça Eleitoral utilizou o dinheiro em oito áreas específicas: Alimentação de mesários; locação de veículos para transporte de urnas; indenização de oficiais de justiça: R$ 824.670,00; diárias; energia elétrica; convocação de mesários; treinamento de mesários; e material de consumo, inclusive impressos.

De acordo com o TRE, o orçamento para as eleições de 2012 é resultado das avaliações e planejamento realizados no ano passado.Ao final de cada eleição, o TRE/PB analisa todos os procedimentos do pleito passado, avaliando os sucessos e os pontos críticos a fim de aperfeiçoar o processo eleitoral, garantindo a segurança do voto e rapidez na apuração dos resultados.

Com base nisso ficou previsto para este ano de 2012 o valor de R$ 5.229.650,04 para despesas com toda a logística do processo eleitoral em todas as suas fases, desde o alistamento do eleitor até a divulgação dos resultados e diplomação dos eleitos.

A dotação para estas despesas é alocada originariamente no orçamento do TSE, sendo descentralizada para os Regionais, que são as unidades responsáveis pela execução dos recursos nos Estados.

Confira os itens de despesa mais relevantes e quanto foi aplicado em cada um deles:

Alimentação de mesários: R$ 1.241.989,00

Locação de veículos para transporte de urnas: R$ 933.000,00

Indenização de oficiais de justiça: R$ 824.670,00

Diárias: R$ 646.727,00

Energia elétrica: R$ 430.000,00

Convocação de mesários: R$ 126.487,90

Treinamento de mesários: R$ 115.760,00

Material de consumo, inclusive impressos: R$ 256.349,97

Fonte: PolíticaPB

Candidatos a prefeito de Bananeiras, Casserengue e Solânea devem gastar R$ 1,3 milhão na campanha

 

Três candidatos e uma conta para pagar de mais R$ 1,3 milhão. Esse é o valor que os postulantes ao cargo de prefeito de Bananeiras, Casserengue e Solânea devem desembolsar até o final da campanha eleitoral deste ano. A campanha que mais deve ‘esbanjar’ dinheiro é a de Bananeiras. Serão ‘investidos’ R$ 550 mil na cidade. Em Casserengue os candidatos devem gastar R$ 400 mil e em Solânea R$ 350 mil. Todos os três municípios terão dois candidatos, cada.

Em Bananeiras irão se enfrentar Douglas Lucena Moura de Medeiros (Douglas Medeiros) e Edgard Santa Cruz Neto (Edgar). Este último é quem mais deve gastar nessa campanha (R$ 400 mil). Já na campanha de Douglas Lucena devem ser investidos R$ 150 mil.

Casserengue, onde dois irmãos vão disputar o cargo de prefeito, o valor dos gastos fica empate. Carlinhos e Orlando pretendem gastar até R$ 200 mil, cada um.

Solânea deve fazer a campanha mais pobre. No município, os candidatos pretendem investir ‘apenas’ R$ 350 mil, sendo que Beto do Brasil é quem mais vai gastar (R$ 200 mil). Professor Josenias tem a meta de gastar R$ 150 mil.

Redação/Focando a Notícia