Arquivo da tag: gastam

Poderes da PB gastam quase R$ 13 mi com pagamento de diárias

diariasMesmo diante de um cenário econômico desanimador, este ano os Poderes e órgãos que integram a Administração Pública não economizaram no pagamento de diárias e chegaram a ‘torrar’ R$ 12,9 milhões somente com esse elemento de despesa.

As informações constam no Portal da Transparência Pública do Estado e são relativas ao período de janeiro até esta quarta-feira (14). O maior volume de recursos destinado para pagamento de diária foi desembolsado pelo Poder Executivo, com cerca de R$ 7 milhões. Dentre os órgãos que compõem o Governo do Estado, o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) foi responsável pela maior cifra: R$ 1.158.625.

A Assembleia Legislativa foi o Poder que apresentou o menor gasto, com um total de R$ 60.940. A economia ocorre após o presidente da Casa, Adriano Galdino (PSB) suspender o pagamento de diárias aos parlamentares, como forma de economizar e enfrentar a crise financeira deste ano.

Ao contrário da Assembleia, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) não quis saber de economia e aumentou em 7% os gastos com diárias, em comparação com igual período do ano passado. Enquanto em 2015 o Poder Judiciário pagou R$ 2.101.480 em diárias, este ano o gasto alcançou R$ 2.265.152. Somente a magistrados o TJPB pagou R$ 873.873 em diárias na Paraíba, já aos servidores, foi pago um total de R$ 1.220.886 relativo a diárias no Estado.

Também com o pagamento de diárias, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) gastou R$ 885.850, enquanto a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) apresentou um gasto de R$ 867.825. A despesa do Ministério Público da Paraíba (MPPB) com diárias atingiu R$ 693.862, já a Defensoria Pública precisou pagar R$ 337.890.

MaisPB

Os 10 aparelhos que mais energia gastam mesmo estando desligados

standbyVocê sabia que muitos  eletrônicos, mesmo desligados, podem gastar energia se estiverem conectados à tomada?

Por isso, desconectar o aparelho da corrente elétrica ajuda a economizar dinheiro e proteger o meio ambiente.

Sabemos que o aquecimento global é um problema de grande escala e que deve ser combatido.

No entanto, uso de notebook, carregador de celular e de videogames ligados o dia inteiro na tomada é bastante comum em nossa sociedade, e isso contribui para aumentar o consumo de energia, além de contribuir para as mudanças climáticas do planeta..

Portanto, é um mau costume deixar os aparelhos conectados à tomada.

Sendo assim, a culpa não é apenas dos automóveis e grandes fábricas.

Sem saber, muitos de nós estão desperdiçando energia elétrica, pagando um alto preço por isso.

Saiba quais são os dez aparelhos que mais consomem energia quando estão “apagados”, ou seja, desligados no botão liga/desliga, mas conectados à tomada:

1. Computador

Hoje muita gente prefere o nootebook, mas o computador de mesa ainda é muito usado em escritórios e em alguns casas.

Geralmente, ele fica ligado na tomada o tempo inteiro, durante meses, gastando energia e danificando o aparelho.

Mesmo em ropouso, pode consumir até 21W e, se estiver ligado, aumenta para 80W, o que equivale a quatro lâmpadas fluorescentes ligadas o dia todo.

Ou seja, desligue seu computador quando não estiver usando-o.

2. Videogames

Eles, em funcionamento, podem gastar 23W.

E desligados, porém conectados na tomada, consomem 1W.

Então procure desligar e também desconectar os cabos de eletricidade.

3. Aparelho de som

O aparelho de som consume cerca de 15 watts, mesmo desligado.

Ou seja, se ficar sempre na tomada, ele gastará 20% mais do que se ficasse ligado 1 hora por dia no volume baixo.

Por isso você deve desligá-lo por completo na tomada.

4. Notebook

Usamos no trabalho, em casa, no lazer e ele acaba ficando ligado por muitas horas.

Há quem apenas feche o aparelho, mas isso não resolve.

Um notebook pode consumir mais de 15W quando conectado à tomada, mesmo sem estar em operação.

5. Telefone sem fio

Hoje, com o celular, é cada vez menos usado.

No entanto, ele pode gastar cerca de 3W.

6. Micro-ondas

Este aparelho de cozinha gasta muita energia e, se ficar ligado na tomada, pode consumir mais de 3W.

7. Televisão

Apesar de dizerem que essas TVs mais modernas economizam energia, devemos considerar painéis de luz, sensores e outros recursos que fazem com que a televisão desligada possa consumir 3W.

8. Carregador de celular

Muita gente deixa o carregador do celular conectado na tomada por horas, até dias.

Não faça isso.

O consumo médio de um carregador é de 0,26 watt quando não está em uso e de 1 a 5 watts mesmo quando um aparelho com a energia totalmente carregada está ligado nele.

Agora imagine vários carregadores na sua casa ligados por horas na tomada sem aparelho ou com celular já carregado?

Isso pode representar até, acredite!, 10% ou mais na sua conta mensal!

9. Decodificador de TV a cabo

Há quem desligue a televisão, mas não o aparelho da TV a cabo.

Procure desconectar tudo antes de sair de casa ou de dormir.

10. Cafeteira

Mesmo com o botão liga/desliga estando desligado, ela pode consumir 1W se ficar com o cabo de energia conectado na tomada.

Evite o desperdício.

Lembrar-se desses pequenos detalhes podem fazer toda a diferença no seu orçamento e na saúde do planeta.

curapelanatureza

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Prefeituras paraibanas gastam mais de R$ 820 milhões com prestadores temporários

Reprodução/Facebook Arnóbio Viana, conselheiro do TCE-PB
Reprodução/Facebook
Arnóbio Viana, conselheiro do TCE-PB

As Prefeituras da Paraíba gastaram mais de R$ 820 milhões com contratos de prestadores de serviço em 2014. Os dados são do levantamento feito pelo programa Correio Debate, da Correio Sat, junto com o Tribunal de Contas da Paraíba, nesta quarta-feira (3).

A Prefeitura Municipal de João Pessoa lidera a lista dos municípios que mais gastaram com servidores temporários, chegando a um terço do valor total gasto pelas demais prefeituras no estado. De acordo com o levantamento, a administração da Capital gastou no ano passando o montante de R$ 291.550.102,39. Em dezembro de 2014, conforme dados do Sagres do TCE, a cidade possuía 22.332 prestadores de serviço.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

A contratação dos prestadores é permitida na constituição para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, que poderá ser efetuada contratação de pessoal por tempo determinado, observando-se critérios e condições a serem estabelecidos em lei.

O conselheiro do TCE-PB Arnóbio Viana informou que irá convocar os prefeitos paraibanos para uma reunião com o objetivo de que eles assinem um termo de conduta para diminuir o número de contratos com prestadores de serviço e para que assumam o compromisso de realizar concurso público para preencher o quadro de servidores das prefeituras.

“Nós vamos chamar os prefeitos por intermédio do presidente do Tribunal [Artur Cunha Lima]. Será assinado uma espécie de termo de ajustamento de conduta, que aqui no Tribunal nós chamamos pacto. Pacto de ajustamento técnico operacional”, explicou.

Arnóbio Viana ressaltou que a não adequação dos prefeitos ao termo de conduta poderá implicar na reprovação das contas no TCE-PB. “O prefeito então ficará no compromisso de realizar concurso público para então preencher essas vagas no futuro a partir da assinatura do pacto. O descumprimento dele terá interferência na avaliação da prestação de contas”, avisou

Veja a lista com os dez municípios que gastaram mais com prestadores de serviço:

João Pessoa – R$ 291.550.102,39
Campina Grande – R$ 89.267.321,93
Bayeux – R$ 20.503.556,82
Cabedelo – R$ 17.698.232,30
Sousa – R$ 13.439.931,87
Patos – R$ 12.506.957,20
Queimadas – R$ 11.842.475,91
Conde – R$ 11.001.917,58
Pedras de Fogo – R$ 10.967.607,65
Santa Rita – R$ 10.680.606,86

 

Por Naira Di Lorenzo

 

Correios gastam R$ 42 milhões para mudar logomarca

Enviar cartas é algo cada vez mais raro, mas os Correios vão gastar R$ 42 milhões para alterar a sua logomarca.

O novo símbolo –uma flecha amarela e outra azul, apontando para direções opostas– foi lançado em Brasília na 3ª feira passada (6.mai.2014), com a presença do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e atletas patrocinados pela empresa.

marcas

O assunto recebeu pouco destaque na mídia, embora já estejam sendo gastos R$ 30 milhões em uma campanha publicitária para divulgar a nova marca. O comercial está sendo veiculado nos intervalos de redes de TV e de rádio do país (vídeo abaixo).

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

 

O desenvolvimento da marca custou R$ 390 mil –a criação do pequeno desenho. A troca dos letreiros das 11 mil agências próprias e comunitárias espalhadas pelo país consumirá outros R$ 9,9 milhões, segundo cálculo da estatal –uma média modesta de meros R$ 819 para reformar cada agência.

O Blog ouviu no mercado, entretanto, estimativas muito maiores, na faixa de mais de R$ 100 milhões. Edifícios dos correios e pequenas agências terão de passar por reformas em alguns casos para a troca de placas e letreiros não só nas fachadas, mas nas partes internas desses locais.

Outro número curioso é a cifra informada pela empresa para trocar a identidade visual de sua frota de 16 mil veículos. Segundo os Correios, será necessário gastar R$ 1,7 milhão para adaptar esses 16 mil carros. Ou seja, apenas R$ 106 por veículo.

Por que esse número é curioso? Porque os Correios informaram inicialmente que o custo total para adaptar os carros e caminhões à nova logomarca seria de R$ 30 mil. O Blog estranhou e perguntou: só R$ 1,87 por veículo? É claro que havia um erro na informação.

Aí os Correios apareceram com a nova cifra, de R$ 1,7 milhão.

O titubeio da estatal sobre quanto vai custar essa operação pode significar duas coisas: ou os números reais estão sendo sonegados ou houve pouco planejamento na operação da mudança da marca da empresa. Ou as duas coisas.

É importante lembrar que os Correios estiveram na gênese do escândalo do mensalão, em 2005, quando um de seus funcionários foi filmado recebendo propina em dinheiro. Depois, os contratos de publicidade da empresa foram questionados por causa de suposto desvio de verbas.

Os Correios estão fazendo esse investimento num momento em que o negócio histórico da empresa está em decadência: o envio de cartas. Também é curioso que seja feito tanto investimento por uma empresa que não tem concorrentes.

No Brasil, o mercado de correspondências (cartas, cartões postais e telegramas) é um monopólio estatal nas mãos dos Correios. Trata-se de um negócio em franco declínio no mundo inteiro, que tende a ser mínimo no futuro.

Nos Estados Unidos, o número de cartas enviadas caiu 24% nos últimos 10 anos (2004 a 2013). O Canadá chegou a anunciar, no ano passado, o fim da figura do carteiro que entrega correspondência na casa das pessoas. No Brasil, o volume estaria estagnado há 5 anos –são cerca de 6,5 bilhões de cartas, cartões e telegramas por ano. A empresa, entretanto, não explica a razão pela qual esse fenômeno existe no Brasil, contrariando a tendência mundial.

Já o ramo de entrega de encomendas e cartas expressas é aberto à competição privada de empresas nacionais e estrangeiras. Cerca de 60% da renda dos Correios vêm desse serviço, do qual o Sedex é o carro-chefe. Mas a reformulação da identidade visual não abrange o produto mais lucrativo da empresa.

Além das propagandas que faz na TV, os Correios não demonstram muita capacidade de inovação.

Em setembro de 2013, o Ministério das Comunicações, que comanda os Correios,anunciou que a empresa estudava criar um serviço público e gratuito de e-mail com criptografia, para tentar evitar espionagem como a realizada pelo governo dos Estados Unidos. A previsão inicial era oferecer o serviço no segundo semestre deste ano, mas os Correios informaram que o lançamento deve ficar para 2015.

Ao Blog, a empresa afirmou que nenhum letreiro, embalagem, papel timbrado ou uniforme será jogado fora devido à adoção da nova logomarca. Segundo a estatal, todos esses itens serão substituídos por novos no prazo de 2 anos, na medida em que forem utilizados ou encerrarem sua vida útil.

 

Fernando Rodrigues

 

 

EUA gastam meio bilhão de dólares por ano para manter Guantánamo

guantánamoO governo dos Estados Unidos gasta US$ 2,7 milhões por prisioneiro de Guantánamo a cada ano, gerando um custo anual de quase meio bilhão de dólares para manter funcionando seu complexo presidiário no leste de Cuba. O cálculo foi feito por integrantes do Partido Democrata que fazem campanha pelo fechamento do presídio e os dados apontam que, até o final do próximo ano, os EUA deverão ter gastado mais de U$S 5 bilhões com Guantánamo. As informações são do jornal Miami Herald.

Os gastos deste ano – US$ 454,1 milhões para operação, equipe e manutenção – vêm do Departamento de Defesa estadunidense e, segundo o jornal Miami Herald, aparentemente trazem, pela primeira vez, os gastos com tropas militares enviadas à prisão. Desde que foi aberta, em 2002, Guantánamo demanda inúmeras tropas, que recebem tratamento especial para a tarefa.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Apesar da previsão de U$S 5,242 bilhões gastos até o final de 2014, o Miami Herald afirma que os custos totais de Guantánamo devem ser ainda mais altos, pois os dados oficiais parecem não incluir as sedes dos campos do presídio, construídas em 2004 por U$S 13,5 milhões, ou as celas secretas para presos que são ex-agentes da CIA, cujo preço nunca foi divulgado.

O porta-voz de Guantánamo, entretanto, capitão da Marinha Robert Durand, se manifestou dizendo que o valor de U$S 2,7 milhões por prisioneiro representa “custos carregados” de se manter o complexo, que conta hoje com uma equipe de 2 mil funcionários e 166 presos, que se dividem em sete tipos diferentes de aprisionamento, incluindo a enfermaria e o hospital psiquiátrico.

Essas informações oficiais do governo estadunidense foram expostas pela primeira vez na semana passada, em sessão do Comitê Judiciário do Senado dos EUA convocada pelo senador Richard Durbin, que já defende o fechamento de Guantánamo há anos.

“Faça as contas: 166 prisioneiros, U$S 454 milhões. Nós estamos gastando U$S 2,7 milhões por ano com cada preso em Guantánamo”, disse, lembrando que na prisão considerada a mais segura dos EUA, no Colorado, cada preso custa em média U$S 78 mil por ano.

Durbin elogiou as tropas militares que trabalham em Guantánamo, mas fez uma ressalva dizendo que gastos tão altos “seriam fiscalmente irresponsáveis durante tempos econômicos normais”, mas que são ainda piores quando “o Departamento de Defesa está lutando para lidar com o isolamento, incluindo as demissões e os cortes, e treinamento para nossas tropas”.

 

Greve de fome

Enquanto os gastos financeiros com Guantánamo são questionados e discutidos nos Estados Unidos, cerca de 100 prisioneiros continuam em greve de fome como uma forma de protesto, 45 dos quais são alimentados à força duas vezes por dia. A manifestação já dura mais de cinco meses.

Segundo David Reme, um dos advogados dos réus, alguns dos homens em greve correm risco de morte. Vários deles perderam mais de 20 quilos e estão desesperados, diz ele. Alguns podem falecer nos próximos dias.

O protesto foi iniciado no último dia 6 de fevereiro, como reação aos abusos sofridos e contra as condições precárias das detenções, sendo que muitos estão presos há mais de uma década sem que tenha havido qualquer acusação oficial contra eles. Os detentos também recusam o confinamento por tempo indefinido e a apreensão de seus pertences e cópias do Corão, livro sagrado dos muçulmanos.

Na quarta-feira (31), a Al-Qaeda se manifestou contra o tratamento dado aos presidiários e a greve de fome na prisão em território cubano e afirmou que fará “todo o possível” para libertar os “irmãos” detidos.

 

do Opera Mundi

TRE e TRT da Paraíba se destacam no ranking dos tribunais que mais gastam com diárias no Nordeste

gastosUm total de um milhão, sessenta e sete mil e quatrocentos e dezesseis reais. Foi esse o montante gasto com diárias de funcionários pelos Tribunais Regional Eleitoral e do Trabalho da Paraíba no ano passado. De acordo com levantamento realizado pela entidade Contas Abertas, esse valor coloca o TRE e o TRT paraibanos em quinto lugar no ranking dos tribunais que mais gastaram na região Nordeste.

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) gastou, em 2012, R$ 443.015 mil com diárias. No Nordeste, apenas Piauí (R$ 1,2 milhão), Pernambuco (R$ 973 mil), Ceará (553 mil) e Rio Grande do Norte (487 mil) ficaram na frente da Justiça Eleitoral paraibana.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Mas, apesar de ter ficado em 5º lugar no Nordeste e em 11º no Brasil, o TRE-PB reduziu o valor dos seus custos com diárias em 25,17% comparado ao ano anterior quando foram utilizados R$ 554.539 mil.

 

TRT gastou 624 mil com diárias em 2012

 

Já o Tribunal Regional do Trabalho – 13ª Região – utilizou no ano passado R$ 624.401 mil para pagar diárias de funcionários. Esse valor também fez do TRT o 5º no ranking nordestino e o 17º no Brasil. No Nordeste ficaram na frente da Paraíba apenas Bahia (R$1,3 milhão), Maranhão (R$ 1,2 milhão), Pernambuco (R$ 857 mil) e Ceará (R$ 812 mil).

 

Em comparação com 2011, quando foram gastos R$ 396.309 mil, o pagamento de diárias no TRT da Paraíba teve um aumento de 57,55%.

Fonte: Nice Almeida – POLÍTICA PB

Vereadores gastam quase R$ 1 milhão em média para serem eleitos

Nas eleições de 2012, além de propostas para melhorar a cidade, os candidatos a vereador na capital paulista tiveram que desembolsar uma boa quantia em dinheiro durante a campanha eleitoral…

Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que os 55 vereadores eleitos em São Paulo gastaram em média R$ 826 mil com publicidade, jingle, transporte e salários de funcionários para conseguirem uma das vagas na Câmara Municipal. Mas, a quantidade de votos obtidos por cada um revela também que alguns tiveram que “pagar” mais caro que outros para conseguir o cargo. Levantamento feito pelo [B]Terra[/B] mostra que, nestas eleições, o voto para se eleger vereador em São Paulo “custou” em média R$ 20.

Para chegar ao “custo do voto”, a reportagem dividiu a quantidade de verba gasta em campanha pelo total de votos obtidos por cada um. A partir desta conta foi possível ver que a eleição saiu mais cara para o vereador reeleito Police Neto (DEM-SP), um dos campeões em gasto. Atual presidente da Câmara Municipal, Neto declarou ter usado R$ 2,56 milhões com despesas de campanha. Ao final do pleito, o político teve o voto de pouco mais de 28 mil pessoas. Isso quer dizer que cada voto conseguido por ele “custou” aproximadamente R$ 90, o mais caro entre todos os 55 candidatos que conseguiram a vaga.

Na outra ponta está o pastor Edemilson Chaves, eleito vereador pelo PP com o apoio do apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus. Na prestação de contas, o religioso divulgou ter gastado R$ 19 mil. Apesar da campanha modesta, ele recebeu mais de 45 mil votos nas urnas. Ou seja, Chaves desembolsou cerca de R$ 0,43 por cada eleitor que digitou seu número na urna, o valor mais baixo entre os vereadores eleitos.

Mas não necessariamente quem pagou mais caro pelo voto foi o campeão em gastos com campanha em 2012. No caso dos que se elegeram para a Câmara Municipal de São Paulo, o maior valor foi declarado pelo vereador reeleito Milton Leito (DEM-SP). O político desembolsou aproximadamente R$ 3,42 milhões nos cinco meses de disputa. Mas, como foi um dos mais bem votados, Leite investiu cerca de R$ 33 por cada um de seus 101.664 votos.

Outro que fez uma das campanha mais modestas foi o vereador eleito Toninho Vespoli (PSOL-SP). Ele declarou ter usado aproximadamente R$ 28 mil para pedir votos e divulgar sua candidatura. Por outro lado, foi um dos menos votados entre os eleitos. Vespoli garantiu uma vaga na Câmara com 8.722 votos. Com isso acabou desembolsando cerca de R$ 3,22 por cada um deles.

[B]Partidos[/B]
No total, estes 55 vereadores eleitos gastaram juntos aproximadamente R$ 45 milhões nos cerca de cinco meses de campanha. No caso dos gastos por partido, PT e PSDB lideram a lista dos que mais gastaram entre os eleitos. Os vereadores do partido de Fernando Haddad que conseguiram a vaga desembolsaram juntos quase R$ 13 milhões para conseguir 11 cadeiras na Câmara dos Vereadores.

Logo atrás dos petistas estão os tucanos, que tiveram um melhor aproveitamento do dinheiro investido se considerarmos o número de candidatos eleitos. O PSDB precisou de aproximadamente R$ 7 milhões, cerca de R$ 6 milhões a menos que o PT, para garantir nove vereadores em São Paulo.

Recém-nascido, o partido do atual prefeito Gilberto Kassab, o PSD, é o terceiro na lista de legendas que mais gastaram entre os que conseguiram vaga. Do total de R$ 45 milhões investidos pelos vereadores eleitos, mais de R$ 6,5 milhões vieram dos cofres da legenda criada só no ano passado.

Terra

Em ano eleitoral, deputados trabalham menos e gastam mais com viagens

O ano é eleitoral. Os parlamentares passaram menos tempo em Brasília para participar de votações de projetos. Entretanto, a conta das despesas do Congresso Nacional ficou ainda mais salgada. Os gastos realizados pela Câmara e pelo Senado em 2012 são superiores aos registrados no mesmo período do ano passado. Só com o pagamento de passagens aéreas para que os deputados e servidores se desloquem dentro e fora do Brasil em missões oficiais, a Câmara desembolsou R$ 20,5 milhões entre janeiro e setembro deste ano — valor 75% maior do que o registrado no mesmo período de 2011.

Já com o pagamento de diárias, o órgão já gastou R$ 1,7 milhão nos primeiros nove meses deste ano. O montante é 77% superior aos R$ 925 mil verificados em 2011. A Câmara argumenta que o crescimento se deve ao reajuste dos valores das diárias, ocorrido em abril.

De acordo com dados do portal Siga Brasil, as despesas com diárias e passagens vinham crescendo, anualmente desde 2001. Em 2010, porém, um ano após vir à tona a série de denúncias apontando irregularidades com o uso dos bilhetes aéreos — escândalo que ficou conhecido como a farra das passagens —, a Câmara conseguiu reduzir seus custos com as duas rubricas. Só que em 2012 a despesa voltou a subir.

Além dos benefícios das verbas indenizatórias, auxílio-moradia, passagens aéreas e ressarcimento de diárias, cada deputado ainda recebe mais dois salários por ano — 14º e 15º, significando um custo anual de quase R$ 1,6 milhão para o contribuinte.

No Senado, os valores ressarcidos aos parlamentares a título de verba indenizatória também tiveram aumento substancial. Os senadores receberam o reembolso de R$ 15,2 milhões entre janeiro e setembro deste ano. A quantia é 51% maior do que os R$ 10,1 milhões que eles receberam no mesmo período do ano passado.

Hoje, a verba indenizatória — R$ 15 mil por mês — está incluída na chamada cota para o exercício da atividade parlamentar dos senadores. O cotão concentra ainda o custo com transporte aéreo. Cada senador tem direito a cinco passagens mensais de ida e volta do estado de origem a Brasília.

De acordo com as normas, o ressarcimento só pode ocorrer mediante a apresentação de notas. A despesa com as horas extras, que não podem ser concedidas nos períodos de recesso parlamentar, também aumentou no Senado. Pulou de R$ 4,6 milhões no ano passado para R$ 5,2 milhões.

Correio Braziliense

Mulheres gastam mais com cremes, enquanto homens preferem cervejas

Os três produtos que lideram os gastos das mulheres nos supermercados e lojas físicas são cremes e loções, tinturas para cabelos e pães, segundo estudo da consultoria Kantar Worldpanel, especializada em conhecimento do consumidor. Enquanto isso, os três produtos com os quais os homens mais gastam quando saem às compras são cerveja, deo colônia e fraldas descartáveis.

Quando o homem a mulher estão juntos, os itens que aparecem no topo dos gastos são biscoitos, óleos e detergentes em pó. E o volume gasto, em dinheiro, é bem maior. Quando está sozinha, a mulher gasta em média R$ 12,25 por compra, já o homem desembolsa R$ 10,15. Juntos, fazem compras de R$ 53,14, em média.

O estudo mostra ainda que a ida a pontos de venda para fazer compras é um programa que as pessoas fazem mais frequentemente desacompanhadas: 64% das vezes as mulheres estão sozinhas, enquanto homens sozinhos são 23% do total. As preferências também mudam. “Os compradores solitários buscam no ato da compra suprir necessidades imediatas, ao contrário dos acompanhados que priorizam o abastecimento de produtos”, diz Christine Pereira, Diretora Comercial da Kantar Worldpanel no Brasil.

Crianças

Quando estão acompanhados de crianças na hora das compras, o que acontece apenas duas vezes ao mês, o preço médio pago nos produtos é 8% maior. E a sacola tende a voltar para casa com produtos mais saudáveis e inovadores.

Sobre as influências nas decisões de gastos, a pesquisa mostra que a indicação de amigos, familiares e as promoções pesam mais na hora da decisão de compra de bens não duráveis – como alimentos, bebidas, higiene, perfumaria – do que a publicidade em mídia tradicional e do que a confiança na marca.

Metade dos entrevistados declara que promoções interferem na escolha e as sugestões de amigos e familiares podem definir a opção por um produto para 41% deles. Já a publicidade na TV impacta apenas 14% das pessoas, seguida por 7% que afirma ser influenciado por propagandas no próprio ponto de venda, 5% pela confiança na marca e 2% pela publicidade em jornais, revistas e rádio.

Cerveja

A cerveja, que aparece no topo das prioridades das compras dos homens, está em 54% dos lares brasileiros, segundo a Kantar Worldpanel, cerca de 23 milhões de domicílios. O número de consumidores chega a 44 milhões de indivíduos.

A pesquisa mostra também que as mulheres mais novas bebem tanto quanto os homens mais velhos.

Cerca de 23% das mulheres de até 35 anos tomam a bebida, enquanto o percentual sobe para 35% entre os homens da mesma faixa etária. Quando têm mais de 35 anos, o número cai para 19% para o sexo feminino e 23% para o masculino.

Fonte: IG

Focando a Notícia

Universidades públicas da Paraíba gastam quase R$ 12 milhões com segurança

O investimento em segurança é alto e pode chegar até R$ 12 milhões por ano. Mesmo assim, tem se tornado comum assaltos em agências bancárias localizadas nas universidades públicas paraibanas deixando dúvidas se os locais realmente oferecem segurança. A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) aplica por ano R$ 3,2 milhões em segurança. Seguindo o mesmo caminho, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB) investem R$ 4,5 milhões e R$ 4 milhões, respectivamente, em segurança armada e eletrônica, principalmente nas unidades de Campina Grande e João Pessoa.

Contudo, esses campi estão cada vez mais presentes na rota dos assaltantes especializados em atacar bancos.

Para se ter uma ideia da fragilidade na segurança, três assaltos contra as agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF) ocorreram nos meses de junho e julho no campus da UFCG em Bodocongó. Já o banco Santander da UEPB, também em Bodocongó, foi assaltado duas vezes, uma no mês de abril do ano passado e outra em janeiro deste ano, levando o Sindicato dos Bancários de Campina Grande a afirmar que em casos como esses as agências só devem funcionar com segurança reforçada.

Ao todo existem oito unidades bancárias distribuídas na UFCG, UEPB e UFPB. Na primeira, os bancos disponíveis são Santander, Caixa Econômica e Banco do Brasil. Só o primeiro ainda não foi alvo de ataques. Na segunda, o único é o Santander, que teve um caixa eletrônico explodido duas vezes dentro de nove meses. Apenas na UFPB esse tipo de ação não acontece há mais de 5 anos, segundo informações da assessoria de imprensa. No local tem duas agências do Santander, uma da Caixa Econômica, uma do Banco do Brasil, além de uma agência dos Correios.

De acordo com o prefeito universitário da UFPB, Alessandro Diniz, a redução de incidentes aconteceu devido a um conjunto de ações que foram desenvolvidas ao longo dos últimos anos como a estruturação dos muros e cerca da universidade, melhoramento na iluminação do campus de João Pessoa e principalmente no controle da entrada e saída de pessoas e veículos no local. Além do investimento pesado na vigilância eletrônica. Ele não quis informar o efetivo que se dedica à segurança no campus.

Já na UEPB, Joel Furtado, chefe de segurança da instituição, acrescentou que o quantitativo de pessoal é composto por 180 homens da segurança armada que atuam em 89 postos distribuídos nos oito campi e outros 40 agentes de segurança que fazem o serviço de auxílio às equipes de segurança armada. A partir do mês que vem, mais um posto será ativado no bairro de Bodocongó devido ao funcionamento da Central de Aulas.

O prefeito da UFCG, Eduardo Bonates, confirmou que só em Campina Grande há 39 postos de seguranças noturnos armados. Já durante o dia são 56 profissionais responsabilizados pela segurança do campus. “Nós trocamos a cerca da universidade e não há como ninguém cortar ou pulá-la. O investimento foi de R$ 1,5 milhão. Estamos elaborando um plano de segurança com câmeras eletrônicas em locais estratégicos que alcançará um valor considerado alto”, disse o prefeito.

Ele ainda sinalizou que devem acontecer mudanças nos portões de acesso ao campus em Campina para que haja um controle maior a quem entra e sai da instituição.

G1PB