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Sheherazade tacha Bolsonaro de “garoto propaganda da cloroquina”

A jornalista paraibana Rachel Sheherazade tachou, em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro de “garoto propaganda da cloroquina”.

A declaração da paraibana, ocorreu após o presidente ter afirmado que havia tomado a terceira dose do medicamento hidroxicloroquina para tratar o coronavírus.

A jornalista questionou se o presidente iria consumir todo o estoque do medicamento que ele teria mandado o Exército Brasileiro produzir.

“Será que o garoto propaganda da Cloroquina vai consumir todo o estoque do medicamento que mandou o Exército produzir, mesmo com a comprovada ineficácia no combate ao vírus?” publicou Rachel.

PB Agora

 

 

Garoto de 12 anos confessa ter matado menina de 9 em parque

A Polícia Civil confirmou na tarde desta terça-feira, 1, que um garoto de 12 anos confessou ter assassinado a menina Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, no último domingo, 29, no Parque Anhanguera (zona norte de SP).

O adolescente morava na mesma rua da vítima e foi apreendido pela polícia após confessar o crime. Segundo o delegado Luiz Eduardo de Aguiar Marturano, titular da 5ª Delegacia da Divisão de Homicídios do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), o garoto relatou o crime aos pais, que decidiram levá-lo à delegacia.

Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, morava no bairro do Morro Doce, na zona norte de São Paulo
Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, morava no bairro do Morro Doce, na zona norte de São PauloFoto: Reprodução / Estadão Conteúdo

Aos policiais, ele primeiramente afirmou que apenas acompanhava a menina quando um homem de bicicleta chegou e cometeu o crime. Mais tarde, no entanto, ele voltou a relatar o que afirmara aos pais: que havia assassinado a colega.

“Eles saíram da festa no CEU (Centro Educacional Unificado), caminharam até a área de mata, brincaram um pouco, e o menino então começou a agredi-la com as mãos e com um pedaço de pau”, contou o delegado. Em seguida, o adolescente teria “laçado” a menina com uma corda em uma árvore e a enforcado.

De acordo com Marturano, ainda não é possível saber se a causa da morte foi asfixia ou os múltiplos traumas provocados pelas agressões. A confirmação depende dos laudos do Instituto Médico Legal (IML).

Ele relatou ainda que, como a investigação é muito recente, não descarta nenhuma hipótese, inclusive a de participação de um terceiro no crime.

Agora a polícia pretende analisar mais imagens das câmeras da região e ouvir depoimentos de parentes e vizinhos das duas famílias.

Em depoimento, o menino não falou a motivação do crime. “Ele não demonstrou emoção”, relatou o delegado. O menor teve a internação provisória decretada pela Justiça e deve ser encaminhado para a Fundação Casa.

Marturano disse que a mãe de Raíssa havia deixado a menina com o adolescente na fila do pula-pula enquanto foi buscar um alimento para o filho caçula.

A menina morava no bairro do Morro Doce, próximo ao Parque Anhanguera, e fazia acompanhamento para autismo há um ano. Seu corpo foi enterrado nesta segunda no Cemitério Municipal de Perus, na zona norte.

TERRA

 

 

Garoto de 14 anos morre afogado ao brincar em açude de Campina Grande

(Foto: Reprodução/TV Paraíba).
(Foto: Reprodução/TV Paraíba).

Um estudante de 14 anos foi encontrado morto no açude Silveirinha, na cidade de Campina Grande, no Agreste paraibano. O garoto havia saído de casa para tomar banho no manancial com um grupo de amigos e teria sofrido um afogamento. O caso aconteceu na tarde desta segunda-feira (11), próximo ao condomínio habitacional Major Veneziano, no bairro Cidades. A vítima ainda chegou a ser retirada da água por outros moradores, mas já estava sem vida.

De acordo com o relato de testemunhas, o menino saiu de casa por volta das 14h (horário local) com os amigos para tomar banho no açude, geralmente frequentado pelos moradores do condomínio. Enquanto brincava na água, o garoto teria passado mal e afundou. Ao perceberem que o menino não retornava para a superfície, outros moradores entraram no açude e retiraram o corpo dele.

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Alguns moradores do bairro disseram que o açude possui muitos buracos. Devido as fortes chuvas registradas em Campina Grande, no últimos dias, o nível da água do açude estava maior.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e compareceu ao local, mas encontrou o estudante já sem vida. Os outros garotos que estavam com a vítima fugiram após o ocorrido. A Polícia Civil disse que abrirá um inquérito para investigar a morte e apurar como o afogamento aconteceu. O corpo do adolescente foi levado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande.

 

 

G1

Garoto de 7 anos pede ajuda após ver dois da família serem mortos em SP

 (Foto: Reprodução/ TV TEM)
(Foto: Reprodução/ TV TEM)

Um aposentado de 51 anos e o filho dele, de 24, foram mortos quando voltavam da chácara da família, em Capão Bonito (SP), nesta segunda-feira (12). As três pessoas que são suspeitas dos assassinato, incluindo um adolescente, estão foragidas. O crime ocorreu no Bairro Boituva, zona rural do município.

A mãe do rapaz, de 47 anos, foi atingida com com uma facada de raspão na cabeça, mas foi levada à Santa Casa e passa bem.

De acordo com o delegado Hélio Edson de Souza Júnior, a suspeita é de que a família saía da chácara com destino a Sorocaba(SP), onde mora, mas foi interceptada pelos homens no caminho. “É visível que houve luta corporal entre as seis pessoas (três suspeitos e três vítimas). Havia um revólver, facas e facões, mas não sabemos de quem são esses materiais. Não descartamos nem a hipótese de que os suspeitos tenham agido por legítima defesa, se as próprias vítimas é que atacaram”, afirma.

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Além dos três, o neto do casal, de 7 anos, e o cachorro da família também estavam no carro supostamente emboscado pelos suspeitos. “Depois que os homens morreram, a mulher e a criança fugiram. Como estava ferida, ela caiu e ficou no meio do caminho enquanto o menino, que não se feriu, foi pedir ajuda e encontrou um motociclista.”

De acordo com a Polícia Militar, o garoto estava muito nervoso e só contou o que tinha acontecido por meio de desenhos.

Ainda sobre a luta corporal entre as partes, o delegado afirma que há manchas de sangue até no teto do carro da família. “Não sabemos se a luta começou dentro do veículo ou fora e depois continuou dentro. Tudo vai depender do depoimento da vítima e dos homens depois que forem encontrados, para fazermos uma reconstituição”, afirma.

Segundo o delegado, uma das hipóteses levantadas por vizinhos é que os homicídios foram causados por uma antiga briga. “Essa desavença teria sido gerada por um suposto roubo de uma moto da família de Sorocaba. Mas não há nada confirmado ainda”, conclui.

Bairro Boituva fica a 30 quilômetros da área urbana da cidade (Foto: Reprodução/ TV TEM)Bairro Boituva fica a 30 quilômetros da área urbana da cidade (Foto: Reprodução/ TV TEM)
G1

Garoto detalha o crime que vitimou 4 jovens em Castelo

garotoNessa sexta-feira (05/06) a TV Cidade Verde divulgou o vídeo de um dos adolescentes acusado de abusos contra quatro garotas em Castelo do Piauí, em crime ocorrido no último dia (27/05). Na gravação, o menor revelou todos os detalhes do crime e aponta Adão José de Sousa como mentor dos crimes praticados no alto do “Morro do Garrote”.

Segundo a reportagem, as imagens foram feitas no dia seguinte à apreensão dos garotos e reforçam as acusações contra o último preso pela polícia.

Na gravação, o adolescente conta que por volta de 15h estava no morro na companhia de Adão e mais dois garotos quando encontraram as vítimas. “Às quatro da tarde chegaram quatro meninas. O Adão mandou eu e o *** vir pra baixo que ele e o *** iam se esconder. O Adão abordou as meninas com uma arma e forçou elas a ter relação sexual com ele”, diz o adolescente.

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Ele segue narrando que o homem de 40 anos que foi preso em Campo Maior teria instruído os menores e diz que as vítimas foram jogadas do alto do morro pelo maior de idade. “Adão me chamou e mandou *** ficar embaixo. E mandou ficar de vigia enquanto ele trazia as quatro meninas aqui pra esse lugar. Aqui aconteceu tudo, os abusos… Em seguida o Adão pegou, levou as garotas pra beira da pedra e jogou elas lá de cima. *** desceu e tentou terminar o serviço que o Adão não conseguiu terminar”, relata.

Questionado sobre “que serviço era esse” ele responde friamente: “Matar as meninas”. Isso, jogando pedras na cabeça das jovens.

Todas foram amarradas pelas mãos junto ao pé de caju. Todas foram levadas para o alto da pedra e foram jogadas uma por vez. Na gravação o garoto confirma ainda que todos estavam no morro consumindo droga, mais precisamente maconha, na companhia de Adão. Ele nega ter participado dos estupros e ainda, que tenha tenham drogado as meninas.

ACUSADO DE ABUSOS É PRESO E NEGA TUDO
Apresentado pela polícia ainda no sábado passado após ser preso tentando fugir de mototáxi para Teresina,Adão José de Sousa negou que tivesse participação no crime. Por vezes contraditório, disse não conhecer os quatro garotos que o acusaram e afirmou ainda que sequer esteve alguma vez no local conhecido como “Morro do Garrote”, onde as jovens foram violentadas. “Eu não estava lá e nem sei quem é ninguém. Não foi eu que estuprei. Quando pegarem quem fez, vão ver que não fui eu”, disse.

Ele inclusive autorizou em público que a polícia coletasse seu material genético para comparar com qualquer material encontrado nas jovens. “Podem fazer o exame de sangue, onde tiver um papel que autorize eu vou lá e assino”, disse.

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TODOS OS MENORES INDICARAM ADÃO COMO MENTOR
É o que garante o delegado regional Laércio Evangelista, que acompanha as investigações desde o início. Responsável pela delegacia de Castelo do Piauí, a autoridade policial diz que todos os jovens ouvidos em depoimento apontaram a participação de Adão. Os quatro confessaram e deram detalhes da ação do acusado que é maior de idade. Informações estas que a polícia, por enquanto, prefere manter em sigilo.

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COMO TUDO COMEÇOU
As adolescentes, com idade entre 15 e 17 anos, saíram de casa em duas motocicletas, com o pretexto que iriam fazer um trabalho da escola. No local conhecido como Morro do Garrote, elas se depararam com os cinco acusados, que estavam consumindo drogas. Num ato, até agora sem motivo e de tamanha crueldade, os cinco agarraram as adolescentes e as amarraram em árvores, usando a própria roupa que as meninas usavam.

Elas lutaram para tentar escapar – tanto que resquícios de pele foram encontrados debaixo das unhas de todas – mas foi em vão. Armados com facas, os acusados feriram e violentaram as meninas. Após mais de uma hora de abusos, elas foram covardemente jogadas de uma altura de quase 5 metros. Feridas, elas sequer conseguiam gritar e só foram encontradas pouco mais de uma hora depois.

COMO FORAM LOCALIZADAS
Os agentes que faziam as buscas por Adão – ainda sem suspeitar do novo crime que ajudara a cometer – encontraram no alto do morro apenas as duas motocicletas, que foram apreendidas e levadas para a delegacia da cidade na carroceria da viatura. Por sorte, o irmão de uma das adolescentes viu as motos e avisou para sua mãe, indicando acreditar que as motos tinham sido apreendidas.

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A mãe de uma das garotas, já desesperada porque não tinha notícias da filha – celular estava fora de área – então foi para a delegacia já suspeitando de que algo de errado havia acontecido. Ainda descrente no pior, quis saber se a filha tinha sido pega em uma blitz. Foi então que os policiais indicaram que a moto havia sido encontrada abandonada no alto do Morro do Garrote. Os policiais então saíram em busca pelas garotas. Mas antes elas já tinham sido encontradas por populares, muito debilitadas.

Publicado Por: Maycon Carlos

Após assassinar garoto de 15 anos a facadas, jovem é linchado em praça pública. Estado de saúde dele é grave

O crime aconteceu na noite deste domingo dia 09 de Novembro em Alagoa Nova-PB.

Segundo informações de populares,  um jovem de 15 anos foi cruelmente assassinado com golpes de faca, quando estava em um bar.

Minutos após o crime, o acusado foi pego por populares que começaram uma sessão de linchamento em praça pública, com a chegada da polícia, o jovem foi socorrido e encaminhado para o hospital de Trauma em CG, segundo informações seu estado de saúde é grave.

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por Jaceline Marques

Garoto de 19 anos é agredido e sofre uma tentativa de estupro por três homens: “Você quer ser mulher? Então agora vai apanhar como mulher”

Gabe Kowalczyk é um menino magrinho, de traços femininos e cabelo compridão, que chama a atenção e sabe disso. Entende que olhar é inevitável e não se incomoda que olhem. O problema é que poucas vezes as pessoas, principalmente os homens, se contentam em olhar. São raríssimos os dias na vida dele em que não ouve uma agressão do tipo: “Amiga, vem aqui” ou “Ah, bicha!”

Reprodução

Gabe Kowalczyk foi agredido na rua por três homens

Nesta quinta (25), a foto que ele postou no Facebook conta uma história pior. Ele foi perseguido, machucado e sofreu uma tentativa de estupro por três homens que diziam assim: “Você quer ser mulher? Então agora vai apanhar como mulher”. “Acordei umas 6 e 15 da manhã e me troquei porque tinha uma entrevista de emprego. Coloquei a touca na cabeça, mas o cabelo é grande, sempre fica um pouco aparecendo e sempre alguém mexe comigo”, conta ele. “Desci umas duas ruas para baixo da minha casa em direção ao ponto de ônibus. Não tinha andado nem 300 metros quando percebi que tinha três caras andando atrás de mim. Quando vi continuei de cabeça baixa e apertei o passo para chegar o mais rápido possível até a Miguel Yunes, uma avenida movimentada onde eu poderia correr para algum lugar. Estava a 10 metros da avenida quando eles chutaram a minha perna e me derrubaram. Caí de cara no chão, ralou tudo. Tenho um piercing no nariz e ele enroscou em algum lugar e me machucou muito. Tentei me virar e um cara mais gordinho virou meu corpo e os três começaram me dar chutes e socos, enquanto falavam: ‘Sua bicha, seu ridículo, quer ser mulher então vai apanhar que nem mulher’. Meu corpo estava tão machucado que eu tentava gritar e só saíam gemidos.”

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Reprodução

Gabe Kowalczyk foi agredido na rua por três homens

Foi então que eles fizeram um movimento de estuprá-lo. “Puxaram o meu cinto e desceram a minha calça, enquanto falavam: ‘Agora você vai apanhar como mulher.” Um deles estava abaixando a calça também. Os carros passavam e ninguém descia para fazer nada. Mas de repente teve uma movimentação numa casa perto de onde estávamos e eles levantaram falando: ‘Moiô, moiô’ e saíram dizendo assim: ‘Não acabou não, você vai ter o que merece.’

AJUDA POLICIAL

“Consegui me levantar e fui a pé até a base de polícia, onde caí no chão. O policial me pegou e foi muito atencioso, me colocou em um carro e me levou ao Pronto Socorro. Tive traumatismo craniano leve, lesão no tórax e no estômago e luxação nos dois tornozelos.”

Reprodução

Gabe Kowalczyk foi agredido na rua por três homens

Não é a primeira vez que Gabe sofre violência. Já tinha acontecido no começo do ano, no mesmo bairro de Interlagos. “Fui encontrar o meu namorado e quatro nóias que já tinham mexido comigo vieram atrás. Eles estavam com um estilete e começaram a me agredir, queriam furar a minha barriga. Lutei para me desvencilhar deles e eles fincaram o estilete na minha perna, fiquei com uma cicatriz horrível. Tentamos procurar, perguntamos por aí e ninguém tinha visto.

‘FAZ O SEU TRABALHO’

Fui até um posto policial e contei o que tinha acontecido. O policial falou assim: ‘O que vc quer que eu faça?’ Eu disse: ‘Faz o seu trabalho’. Eles não me deram nenhuma assitência, meu pai foi me buscar e me levou ao Pronto Socorro, onde tomei 4 pontos e muitos remédios. Fiquei um tempo em observação neurológica, porque estava confuso, meio atordoado, sem lembrar direito do que tinha acontecido por conta da batida na cabeça.”

“Minha família felizmente me dá muito suporte, todos são muito amorosos comigo. Meus pais sempre me respeitaram muito. Eu preciso de bastante coragem e eles me dão o apoio necessário para ter toda a coragem

Por sorte, Gabe tem apoio total da família. Mora com seu pai e o namorado, numa casa que divide o quintal com a casa de uma tia e uma prima. A mãe não mora com eles, mas também é uma grande aliada do filho. “Minha família felizmente me dá muito suporte, todos são muito amorosos comigo. Meus pais sempre me respeitaram muito. Eu preciso de bastante coragem e eles me dão o apoio necessário para ter toda a coragem”, diz ele.

 

iG

Garoto de 11 anos mata padrasto com golpe de faca em João Pessoa

homicidioUma criança de 11 anos de idade matou o padrasto na noite deste domingo (24), no bairro do Roger, em João Pessoa. Ronaldo do Carmo de Sousa, 30 anos, foi atingido com um golpe de faca no pescoço.

De acordo com a Polícia Militar, a vítima chegava de uma tarde de lazer e começou uma discussão com a mãe do garoto.

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Após presenciar a mãe sendo agredida, o menino pegou uma faca e saiu em defesa da sua genitora, atingindo o padrasto no pescoço.

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel, SAMU, foi acionada mas quando chegou ao local já encontrou Ronaldo sem vida. O corpo foi levado para a Gerência Executiva de Odontologia Legal (Gemol), em João Pessoa.

Roberto Targino – MaisPB

Suposto pedófilo teria marcado encontro com garoto de 13 anos via Facebook na PB

Reprodução/Skyscrapercity
Reprodução/Skyscrapercity

A Polícia Civil de Cajazeiras, no Sertão do estado, a 468 quilômetros de João Pessoa, está investigando um suposto caso de pedofilia através do uso das redes sociais. A vítima seria um adolescente de 13 anos que teria marcado encontro com um jovem maior de idade pelo Facebook. Segundo o suspeito, o menor teria afirmado que tinha 16 anos e não 13, como apura a polícia.

De acordo com o delegado Francisco Filho, a denúncia foi feita pela família do adolescente, temendo que ele fosse explorado sexualmente. O encontro teria sido marcado durante as festas juninas.

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O delegado contou que deixou que o adolescente fosse ao local marcado, sendo monitorado, e no momento em que o jovem maior de idade chegou, a polícia o abordou e e encaminhou os dois, junto com a família do adolescente, para a delegacia para prestar esclarecimentos.

Na delegacia, o jovem contou que durante as conversas pelo Facebook, o adolescente dizia que tinha 16 anos. “Nós ouvimos o jovem e depois liberamos porque não tinha como caracterizar flagrante, uma vez que a suposta vítima estaria se identificando com 16 anos”, explicou o delegado.

Ele informou que agora irá analisar todas as conversas entre os dois através do Facebook, nos aparelhos celulares e em computadores para poder decidir sobre que encaminhamento dará ao caso.

 

portalcorreio

Adolescente mata garoto de 12 anos a pedradas e pauladas no Agreste da Paraíba

Local onde ocorreu o homicídio
Local onde ocorreu o homicídio

Um garoto de 12 anos foi assassinado a pedradas e pauladas na tarde desta quinta-feira (22), na zona rural da cidade de Soledade, no Agreste do estado a 186 km de João Pessoa. O suspeito do crime é um adolescente de 16 anos, que foi detido pela Polícia Militar após quase ser linchado pela população.

Segundo a Polícia Militar local, o menor teria saído de casa para encontrar com a irmã quando foi abordado pelo adolescente em uma estrada de barro que dá acesso a um assentamento. O suspeito do crime jogou várias pedras contra o garoto e o espancou com um pedaço de madeira.

Perto do corpo foram encontradas pedras grandes sujas de sangue. De acordo com o major Sérgio Fonseca, comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar, após o crime, a população enfurecida tentou linchar o adolescente.

 

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“Chegamos rápido e evitamos que ele fosse linchado pela população. O adolescente foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Soledade, mas devido o clima de tensão e a aglomeração que se formou no local, o suspeito do crime foi transferido para Campina Grande”, comentou o major.

Durante depoimento, o adolescente confessou o crime e disse que não tinha nenhuma rixa contra a vítima. “Ele disse que deu um branco na hora e matou o menino. O menor falou que não tinha nenhuma divergência com a vítima. Mas, que não se lembra de nada”, disse o major.

O corpo do garoto foi levado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Campina Grande.

 

Por Hyldo Pereira