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Árbitro do Majestoso irá processar Ganso por acusação de roubo

Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi  (Foto: site oficial / saopaulofc.net)
Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi
(Foto: site oficial / saopaulofc.net)

Aquilo não foi erro, foi roubo. Se fosse o Serginho Chulapa, ia no vestiário bater nele. Mas como isso não pode mais no futebol, o que o juiz fez foi palhaçada mesmo.

A declaração calorosa de Paulo Henrique Ganso após a derrota do São Paulo por 2 a 0 para o Corinthians, pela Libertadores, deverá render um processo contra o jogador. A acusação de roubo indignou o árbitro Ricardo Marques Ribeiro que deverá processar o meio-campista. Na ação, Ribeiro pedirá reparação de danos morais ao atleta tricolor.

Ganso se referia ao lance do segundo gol corintiano, quando o atacante Sheik teria feito falta sobre o lateral-direito Bruno. Tanto o árbitro, quanto o bandeirinha nada assinalaram e o Corinthians marcou após rápido contra-ataque.

Para piorar, Serginho Chulapa se manifestou nesta quinta-feira (19) em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e falou sobre a polêmica acusação.

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— Ele foi mal nessa. Foi infeliz. Ele quis justificar o fracasso diante do Corinthians culpando a arbitragem e acabou até me citando. Eu não gostei. Acabou me usando como exemplo para uma situação negativa.

Paulo Henrique Ganso também terá que se explicar na Justiça desportiva e poderá ser suspenso na Libertadores.

R7

Santos assusta, mas São Paulo vence com gols e Pato e Ganso e é vice-líder

gansoDeu trabalho, mas o São Paulo é vice-líder do Campeonato Brasileiro. No clássico no Morumbi, o time de Muricy Ramalho dominou com um golaço de Ganso e tinha o jogo na mão até vacilar e conceder um pênalti ao Santos, bem convertido por Gabigol. Um gol tardio e na raça de Pato, porém, deu a vitória à equipe tricolor, muito aplaudida pela torcida.

O triunfo coloca o São Paulo de vez na lista de desafiantes do líder Cruzeiro. Agora o clube tricolor tem 32 pontos, contra 31 de Inter e Corinthians, que tropeçaram na rodada. A equipe mineira, que ainda entrará em campo neste domingo, tem 36.

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Mais que a posição, porém, serve ao São Paulo a certeza do bom momento, corroborado pela quarta vitória seguida no torneio. Antes inconsistente e irregular, o time de Muricy Ramalho, aos poucos, evolui. Hoje, o ataque com Ganso, Pato e Kaká vai se consolidando, embora a defesa ainda vacile acima do normal.

Foi uma bobeira dessas, aos 40 minutos do segundo tempo, que quase pôs tudo em risco. O Santos de Gabigol, porém, não teve forçar para segurar o São Paulo e saiu derrotado. Com 23 pontos, segue longe do G4 e em busca de um melhor futebol.

Fases do jogo:
O São Paulo ganhou com autoridade, embora tenha levado um susto enorme no fim do jogo. O ponto alto da equipe, como já vem acontecendo há tempos no Morumbi, foi o setor ofensivo, liderado por Paulo Henrique Ganso.

As associações entre o camisa 10, Kaká e Pato produziram os melhores lances do jogo. O São Paulo soube se movimentar, aproveitou-se das falhas individuais da defesa do Santos e levou perigo várias vezes ao gol de Aranha.

Ganso, de costas para o gol, aos 24 minutos do primeiro tempo, marcou um golaço e definiu a história do jogo, que já era favorável ao time da casa. Se o São Paulo não marcou mais é porque não teve muito esmero na hora de finalizar. Kardec, apagado e errático, também não colaborou.

Na defesa, por outro lado, a equipe tricolor não passou segurança. Paulo Miranda deu muito espaço a quem marcava, não importa quem fosse, e o time perdeu muitas bolas pelo alto. Sorte do São Paulo que o Santos, com Lucas Lima ineficiente, não jogou para aproveitar esses espaços.

Quem deu a melhor chance ao Santos foi Álvaro Pereira, que cometeu pênalti bobo a cinco minutos do apito final. Com personalidade Gabigol deslocou Rogério e provocou a torcida no Morumbi. Nos minutos seguintes, porém, Pato marcou na base da pressão e deu a vitória ao São Paulo.

O melhor: Ganso. O camisa 10 já vem se destacando nos últimos jogos, mas bater o ex-clube, de onde saiu brigado, certamente tem um gosto especial. No São Paulo de hoje, Ganso ajuda na marcação, volta para sair jogando e interage bem com Kaká e Pato. Quando teve a chance de definir, o fez de forma genial.

O pior: Ataque do Santos. Gabigol, de volta ao time, ficou isolado na ponta direita. Thiago Ribeiro, livre na esquerda, mal pegou na bola porque todos os passes em sua direção saíam de forma equivocada. Arouca, Alison e Lucas Lima, que deveriam dar volume ao time, foram anulados pelos rivais e abusaram da paciência ao forçar o jogo pelo meio quando o caminho claramente era pelas laterais.

Toque dos técnicos: Oswaldo viu seu time ser dominado no primeiro tempo e tentou colocar Gabriel no jogo, trocando Damião por Rildo. O melhor dos santistas já tinha tentado trocar de lado, mas não era muito acionado. Na vaga de Damião, Gabigol pôde recuar pelo meio e participar mais do jogo. O time melhorou, mas não o bastante para complicar o São Paulo.

Para lembrar:
Robinho fez falta. Fora do clássico por lesão, o atacante santista poderia ter sido a arma da equipe pela esquerda, justamente no ponto mais sensível da defesa do São Paulo: Paulo Miranda. Thiago Ribeiro e Rildo, que jogaram por ali, abriram mão de explorar o fraco lateral tricolor para tentar constantes cortes para o meio, sempre sem sucesso.

Kardec apagado. O camisa 14 foi impreciso e movimentou-se menos que os companheiros de ataque. Nem pelo alto, diante de uma zaga atrapalhada, ele conseguiu ajudar. Com Luis Fabiano prestes a voltar de lesão, deve começar a se preocupar com sua vaga no time.

Falta de fôlego. Pelo segundo jogo seguido, o São Paulo perde gás no segundo tempo. Na quarta passada, contra o Inter, a equipe já havia tomado sufoco nos 45 minutos finais. Contra o Santos a pressão foi bem menor, mas faltou preparo para manter a partida dominada. Kaká, por exemplo, sentiu o peso e parou de marcar.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X SANTOS
Local: 
Morumbi, São Paulo (SP)
Data/Hora: 24 de agosto de 2014, às 16h
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Carlos Augusto Nogueira Júnior (ambos de SP)
Cartões amarelos: Alexandre Pato, Ganso, Paulo Miranda e Rafael Toloi (São Paulo); David Braz e Gabriel (Santos)
Gols: Ganso, aos 24min do primeiro tempo; Gabriel, aos 40 min, e Pato, aos 43 min do 2º tempo

SÃO PAULO:
Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Souza, Kaká (Húdson) e Ganso; Alexandre Pato (Michel Bastos) e Alan Kardec
Técnico: Muricy Ramalho

SANTOS:
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, David Braz e Mena; Alison (Souza), Arouca e Lucas Lima; Gabriel, Thiago Ribeiro (Patito) e Leandro Damião (Rildo)

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Uol

Ganso comanda com show e gols, e São Paulo bate Fla na estreia de Ney

Na saída de campo, Rogério Ceni, jogador que mais vestiu a camisa do São Paulo, falou com autoridade: “O Ganso, quando é competitivo, não há jogador que faça o que ele faz. A bola corre mais fácil, ele faz coisas que os outros não fazem. Ele só tem que ficar ligado os 90 minutos.” Poucos resumiriam tão bem a partida deste domingo, no Maracanã. Não que o São Paulo, vencedor do clássico com o Flamengo por 2 a 0, tenha sido só o camisa 10. Mais organizado que o adversário nos 90 minutos, mostrou, no entanto, que fica mais fácil para um time sair com os três pontos quando tem o pensador, o criador, o homem para chamar a responsabilidade e dar o espetáculo. O meia foi o velho garçom nos tempos que tinha Neymar como parceiro e saiu de campo como o artilheiro da partida, com os dois gols da vitória.

Mas é bom salientar que Ganso teve também boa companhia. Alexandre Pato, de volta à equipe, foi outro gigante, com bons deslocamentos, o costumeiro e certeiro toque de bola. E o que falar de Osvaldo e Luis Fabiano? Boa movimentação, eficiência na troca de passes. Um quarteto que tem tudo para despontar no Brasileirão e já leva o Tricolor Paulista para a briga no grupo de cima da tabela, com nove pontos ganhos, dois a menos que o lider Internacional.

O Flamengo, ao contrário, começa a viver um desespero precoce. Na quinta rodada, está à beira da zona de rebaixamento, e não viu qualquer melhora na troca de treinador. O estreante Ney Franco ainda não conseguiu arrumar o time. Tanto que a torcida vaiou e voltou a gritar o nome de Jayme de Almeida, o antigo técnico, demitido no início da semana. Com quatro pontos ganhos, sem um meia eficiente na criação, sem gols – ainda por cima, Hernane, de volta à equipe, saiu com contusão no tornozelo ainda no primeiro tempo -, mostra laterais veteranos sem fôlego para apoiar e defesa com falhas na marcação.

Ganso comemoração jogo Flamengo x São Paulo (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Ganso corre para a comemoração e deixa o Fla já em desespero (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

No primeiro tempo, o São Paulo já foi bem mais organizado e merecedor da vitória. Depois de um começo morno, com as duas equipes se estudando e lentas para sair ao ataque, o Tricolor Paulista passou a encaixar melhor o seu jogo. O quarteto Ganso-Pato-Luis Fabiano-Osvaldo passou a comandar as ações e encontrar espaços. A defesa rubro-negra se complicou na marcação. Na primeira jogada perigosa, Osvaldo tentou deixar Pato livre, mas errou o passe e poderia até ter batido para o gol. Depois, Pato, se deslocando bastante, sofreu falta que Ceni cobrou. Felipe fez a defesa.

O gol amadurecia e saiu aos 22, num belo passe de Osvaldo para Ganso, que tocou com categoria. O show do camisa 10 seguiu com bons passes, dribles de efeito e jogada de fora da área que quase encobriu Felipe. O Fla, com Alecsandro e Hernane na área e sem talento para criar no meio, só levou perigo numa cabeçade de Wallace e em chute de Luiz Antonio de fora da área que Ceni espalmou. Ainda por cima, Hernane saiu contundido. O time ficou devendo muito para o segundo tempo.

Samir jogo Flamengo x São Paulo (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Samir disputa jogada com Ganso, obsevado por André Santos (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Logo no começo da segunda etapa, o Flamengo finalmente acertou uma jogada. De Elano, que entrara no lugar do Brocador, para Alecsandro, que rolou para Everton explodir a trave. Foi um domínio de 15 minutos, com outra bola do camisa 22, obrigando Ceni a boa defesa. Mas foi só o tempo passar para voltarem os velhos problemas. Nem com Mugni nem com Negueba, que ainda entraram, o time solucionou falhas na criação e nas jogadas de ataque.

O São Paulo cansou, é verdade, tanto que Pato e Osvaldo saíram. Mas Ganso continuou em campo. E o camisa 10, como bem disse Ceni, quando está ligado… Mesmo cansado, foi ele o grande condutor da equipe à vitória. Belos passes, bons dribles. E neste domingo, no Maracanã, voltou a ser o dos tempos de Santos. Foi também o artilheiro da partida. Aos 46, mais uma boa jogada de Luis Fabiano, sempre caindo bem pelos lados. Dessa vez, pelo lado de Léo Moura, encontrou o meia livre. Felipe, que errara reposição de bola que lhe rendeu vaias da torcida, tentou se redimir e fez boa defesa. Mas deu o rebote que o meia não perdoou. A vitória deixa o Tricolor com nove pontos ganhos e na briga de cima. O Fla continua no drama de baixo.

 

 

Globoesporte.com

Carlos Eduardo Lino: ‘Ganso ainda não deu certo no São Paulo’

carlos eduardoA fase do São Paulo não melhorou após a pausa da Copa das Confederações. O time perdeu o primeiro jogo da final da Recopa Sul-Americana para o Corinthians, na quarta-feira, e, neste domingo, foi derrotado pelo Santos por 2 a 0, no Morumbi, na primeira partida após a demissão do técnico Ney Franco. Para o comentarista do SporTV Carlos Eduardo Lino, além da falta de confiança dos jogadores, o Tricolor Paulista também precisa que as principais peças cresçam de produção. O jornalista citou o meia Paulo Henrique Ganso como exemplo de contratação que deu errado até agora.

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– É um time sem confiança sim, mas não é só confiança. Quem entrar no São Paulo vai ter que ajustar o time. O próprio Ney Franco não tem a incompetência que muitos pensam. Ele conseguiu ajustar um time com sistema de jogo, variar o sistema, mas os jogadores não renderam. Contrata o Ganso achando que vai render e não rende, acha que o Luis Fabiano vai ter sequência e ele não consegue ter sequência. O Jadson chega na cara do gol e perde. A zaga bate cabeça toda hora, com vários erros que não são de posicionamento, e às vezes você se pergunta se o Ney Franco não tinha razão quando falava que o problema do São Paulo não é tático. Talvez não seja nem treinador, talvez seja técnico. Tem cara que não dá certo. O Ganso é um. Ainda não deu certo no São Paulo, não conseguiu tocar na bola – afirmou Lino, no “Troca de Passes”.

 

Ainda sem definir quem será o novo treinador da equipe, a diretoria do São Paulo tem sido pressionada pelos torcedores, que querem Muricy Ramalho no comando do time novamente. De acordo com Lino, esta é a melhor opção no momento.

– Pelo clima que está criado no São Paulo, pelo fato do torcedor pressionar como pressiona, o Muricy é a solução mais óbvia. Talvez não seja a mais fácil porque a questão financeira pesa, porque não é unanimidade, porque é um cara difícil de relacionamento, mas é a opção mais viável que o São Paulo tem agora – disse.

O comentarista Edinho citou Paulo Autuori, que deve deixar o Vasco nesta segunda-feira, como outra boa alternativa, mas criticou a diretoria do São Paulo por ter demitido Ney Franco após as equipes brasileiras voltarem a disputar jogos oficiais.

– O Autuori já fez um bom trabalho no São Paulo, o Muricy também, agora é difícil entender a cabeça dos dirigentes. Tivemos 25 dias com as equipes paradas. O Ney já não estava com problema anteriormente com o São Paulo? Por que esperou agora para mandar embora e ficar a equipe sem treinador e ter que buscar outro? O Muricy está um pouco desmotivado também. Já fez grandes trabalhos, está um pouco cansado. A gente vê que ele não está com aquela motivação que tinha anteriormente, quando ganhou todos os títulos. Até a parte física dele, com problemas de saúde, a coluna dele, isso tudo está levando o Muricy a perder um pouco a motivação que ele tinha antes – concluiu.

globoesporte.com

Em novo teste para Ganso, Tricolor busca vice-liderança diante do Azulão

(Foto: Léo Pinheiro/Agência Estado)
(Foto: Léo Pinheiro/Agência Estado)

A chance que Paulo Henrique Ganso tanto esperava chegou. O meia ganhou a vaga de titular e a promessa do técnico Ney Franco de ter uma sequência à frente do São Paulo. Por isso, o confronto com o São Caetano, nesta quarta-feira, às 19h30m, no Anacleto Campanella, pelo Paulistão, é visto pelo jogador com muita importância. Só que o adversário conta com outro maestro com passagens pela Seleção e pelo Tricolor. Rivaldo é a aposta do Azulão para encontrar seu rumo este ano.

Ganso já teve outras oportunidades como titular, mas os testes foram pontuais. Agora, Ney Franco pretende deixá-lo no time por mais jogos para que o meia enfim adquira o mesmo ritmo do restante da equipe. No ABC, Ganso terá a missão de liderar o Tricolor à vitória e, por consequência, à vice-liderança do estadual.

O São Paulo tem o segundo melhor aproveitamento no Paulistão com 72,2% e fica atrás apenas da líder Ponte Preta, que somou 75% dos pontos disputados. No entanto, o time do Morumbi tem dois jogos a menos que a maioria dos adversários por causa do conflito de tabela com a “pré-Libertadores”. O duelo com o Azulão é um desses jogos atrasados. Por isso, o triunfo vale um salto da quinta para a segunda colocação.

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O time do ABC, por sua vez, ainda não se encontrou na temporada. Da vitória na estreia sobre o Atlético Sorocaba para cá, foram seis jogos sem vitórias. O meia Rivaldo, porém, deu novo ânimo ao Azulão.

O pentacampeão mundial estreou com gol diante do Corinthians e ajudou o São Caetano a conquistar um empate diante dos atuais campeões mundiais. Ele também deixou sua marca diante do Bragantino, mas, novamente, o triunfo não veio. Com apenas cinco pontos ganhos, o Azulão está na vice-lanterna. No entanto, uma vitória nesta quarta tira a equipe da zona de rebaixamento e a coloca na 14ª posição.

O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances da partida em Tempo Real, com vídeos exclusivos. A partida será transmitida pelo SporTV.

header as escalações 2

São Caetano: o técnico Geninho fará quatro mudanças em relação à derrota para o Bragantino. O goleiro Fábio Costa está com uma lesão no dedo e será substituído por Fábio. Suspenso, o zagueiro Gabriel dá lugar ao estreante Jaime Bustamante. Ainda na defesa, Eli Sabiá retorna ao time no lugar de Adriano Alves. Por fim, Marcone entrará na vaga de Éder no meio-campo. Assim, a provável formação do Azulão é: Fábio, Samuel Xavier, Jaime Bustamante, Eli Sabiá e Pirão; Marcone, Moradei, Leandro Carvalho e Rivaldo; Danielzinho e Jobson.

São Paulo: Ney Franco dará nova chance a Ganso como titular, mas não antecipou quem será sacado para isso. O técnico pode manter a formação 4-2-3-1, com apenas um armador, e tirar Jadson do time. No entanto, a opção mais provável é que ele escale os dois meias juntos e retorne o atacante Aloísio para a reserva, testando o esquema 4-4-2 novamente. Como Paulo Miranda passará por uma cirurgia no joelho esquerdo, Douglas assumirá o posto. O São Paulo deve entrar em campo com: Rogério Ceni, Douglas, Lúcio, Toloi e Cortez; Wellington, Denilson, Jadson (Aloísio) e Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano.
quem esta fora (Foto: arte esporte)

São Caetano: o goleiro Fábio Costa está com uma lesão no dedo e engrossa a lista de desfalques. Também no departamento médico estão o zagueiro Wagner, o lateral-esquerdo Fernandinho e o goleiro Luiz. Suspenso por acúmulo de cartões amarelos, o defensor Gabriel fecha a lista.

São Paulo: Paulo Miranda terá de passar por uma artroscopia no joelho esquerdo. Negueba também está no departamento médico se recuperando de uma cirurgia no joelho direito. Wallyson, por sua vez, ainda aprimora a forma física.

header fique de olho 2São Caetano: Rivaldo deixou sua marca nos dois jogos em que atuou pelo Azulão. Estrela do time do ABC, ele agora tenta manter a sequência e fazer gol no São Paulo, equipe que defendeu em 2011.

São Paulo: depois de uma boa arrancada inicial, com quatro gols em três jogos, Luis Fabiano amarga uma série de três partidas sem marcar. Ele tenta quebrar o jejum para não igualar sua pior sequência sem gols desde que voltou ao Tricolor, em 2011.
header o que eles disseram
Danielzinho, atacante do São Caetano: “Não podemos mais adiar nossa recuperação. Sabemos que não estamos apresentando um futebol competitivo como na Série B do ano passado. Precisamos voltar a ganhar para recuperar a confiança do grupo e nada melhor que vencer um grande para espantar a má fase”.

Ney Franco, técnico do São Paulo: “Vamos enfrentar um adversário difícil, com jogadores experientes. É um jogo importante para nós, já que pode nos colocar na vice-liderança e com um jogo a menos que os adversários”.

header números e curiosidades

* O São Caetano ainda não venceu jogando no Anacleto Campanella neste ano. O time foi superado pelo Linense, por 2 a 0, e pelo Bragantino, por 2 a 1.

* São Caetano e São Paulo se enfrentaram dez vezes no Anacleto Campanella, com vantagem do Tricolor, que venceu cinco vezes, contra três vitórias do Azulão e dois empates.

* A última vitória do São Caetano sobre o São Paulo foi pelas semifinais do Paulistão 2007 quando o Azulão goleou por 4 a 1, no Morumbi, diante de mais de 44 mil pagantes.

header último confronto v2

No dia 28 de janeiro de 2012, o São Paulo teve trabalho para bater o São Caetano por 2 a 1, no Morumbi, pelo Paulistão. Comandado pelo técnico Emerson Leão na época, o Tricolor abriu o placar logo aos 16 minutos, com Luis Fabiano. No entanto, a reação do Azulão de Márcio Araújo não tardou, e Moradei empatou aos 28 minutos. O gol da vitória só veio aos 31 minutos do segundo tempo, em um chute de Lucas.

 

Globoesporte.com

Cabeça boa: Ganso garante vitória do São Paulo sobre o Ituano

jogoO São Paulo é cada vez mais soberano no Morumbi. Nem mesmo quando o goleiro Rogério Ceni comete falha incrível, o Tricolor deixa o estádio derrotado. Neste sábado, coube aos meias Jadson e Paulo Henrique Ganso salvarem o capitão. Ambos marcaram quando o time sofria pressão e garantiram a vitória por 3 a 2 sobre o Ituano, pela oitava rodada do Campeonato Paulista – foi a 19º partida consecutiva sem derrota em casa. Uma vitória pessoal para o ex-santista, que vinha sendo bastante criticado. Foi dele o gol que garantiu o triunfo, aos 43 minutos do segundo tempo.

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Com o resultado, o São Paulo vai a 13 pontos e está momentaneamente em quarto lugar, mesmo tendo dois jogos a menos que a maioria dos adversários, porque teve partidas adiadas por causa da primeira fase da Taça Libertadores. O próximo desafio do Tricolor, aliás, é uma dessas partidas atrasadas. Na quarta-feira, às 19h30m, o time enfrenta o São Caetano, no estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul.

O Ituano, por sua vez, tem sua série positiva quebrada. O Galo estava invicto havia três jogos e já aspirava a uma vaga no G-8, mas volta a se preocupar com a zona de rebaixamento – está em 13º, com nove pontos. A equipe agora tem uma semana livre para se aprontar para o duelo com o Guarani, no dia 24 de fevereiro, às 18h30m, em Itu.

Vantagem e relaxamento

Para desarmar o favorito anfitrião, o técnico Roberto Fonseca adiantou a marcação do Ituano, congestionando a intermediária com duas linhas de quatro defensores. Além disso, o volante Marcinho Guerreiro assumiu a responsabilidade de colar no armador tricolor Jadson e tentar anulá-lo. A princípio, a tática do Ituano deu certo. O Tricolor tinha mais posse de bola, mas não conseguia derrubar a barreira do Galo de Itu. Abusados e em crescimento no Paulistão, os visitantes assustaram em contra-ataques, só que a pontaria os impediu de abrir o placar.

Aos poucos, a qualidade técnica do São Paulo começou a prevalecer sobre o empenho defensivo do Ituano. O time de Ney Franco passou a apostar em toques rápidos e curtos para envolver o adversário até que, aos 18 minutos, Jadson se livrou da marcação e deu um passe na medida para Osvaldo, em velocidade pela esquerda, colocar no canto direito de Anderson.

O Tricolor tinha o jogo sob controle e buscava aumentar a vantagem. O relaxamento, porém, atrapalhou. Aos 30 minutos, Kleiton Domingues arriscou chute da intermediária. Ele não pegou em cheio, e a bola não ganhou muita velocidade. Rogério Ceni, que parecia desconcentrado, errou o tempo da bola e a deixou passar para dentro do gol, ao tentar encaixá-la caindo, e cedeu o empate. Depois da falha, o experiente goleiro ficou sentado no gramado sem entender o que tinha acontecido. Depois, inconformado, levantou e socou a trave.

O golpe acordou o São Paulo. Rogério quase foi de vilão a herói em cinco minutos. Ele teve a chance de se redimir em uma cobrança de falta que caprichosamente carimbou o travessão de Anderson, mas o Ituano se segurou nos minutos finais do primeiro tempo.

Ganso salva

A tranquilidade da etapa inicial ficou de lado no time do São Paulo, que retornou com todo o gás. Jadson comandou as ações. Já aos dois minutos, o meia cobrou falta e encontrou Toloi para o cabeceio, que passou pouco acima do gol. Aos cinco minutos, o armador acertou. Em uma nova cobrança de falta da intermediária, Jadson levantou para Lúcio. O zagueiro não chegou a tocar na bola, mas atrapalhou Anderson, que não conseguiu fazer a defesa. Bom para o meia, que anotou seu quinto gol no ano.

Em desvantagem, o Ituano se lançou ao ataque e quase chegou ao empate em uma cobrança de falta de Fernando Gabriel. Apesar de o São Paulo ainda atacar, foi o visitante que cresceu e teve as melhores chances. De tanto pressionar, o Galo de Itu chegou ao empate aos 27 minutos. Leandro Silva recebeu livre na direita, arrancou e cruzou. A bola atravessou a área e encontrou Adailton livre, com o trabalho apenas de completar para o gol.

Aos 28, Ney Franco tirou Aloísio para colocar Ganso em campo. A princípio, o meia dava mostras de que seria o jogador burocrático das últimas partidas. Toques de lado, lentidão, um certo desinteresse. Até que, aos 43, se redimiu. Após cruzamento de Osvaldo, pela esquerda, o camisa 8 apareceu livre para escorar de cabeça para o gol, tirando o time do sufoco e garantindo os três pontos.

 

 

Globoesporte.com

Arbitragem relata moedas atiradas em Ganso na súmula do San-São

JogoA vitória do Santos por 3 a 1 sobre o São Paulo, no clássico do último domingo, teve como principal personagem Paulo Henrique Ganso, pela primeira vez de volta à Vila Belmiro. Bastante hostilizado, o jogador foi chamado de “traidor”. Irritados com a saída do meia, os santistas atiraram moedas no atleta, que reclamou da atitude e questionou se o ato seria punido. A arbitragem relatou o fato na súmula da partida e o Peixe pode perder mandos de campo.

Em função dos relatos dos assistentes Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Marcelo Rogério, o Santos pode ser enquadrado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que prevê perda de mando de um a três jogos por “deixar de tomar providências capazes de prevenir ou reprimir desordens em sua praça de desportos”.

Fui comunicado que torcedores do Santos (…) arremessaram moedas contra o atleta do São Paulo”
Marcelo de Souza,
na súmula do jogo

No clássico, Ganso teve atuação discreta e foi substituído por Aloísio, aos 32 minutos do segundo tempo. Neymar, de pênalti, e Miralles, duas vezes, marcaram para o Peixe, enquanto Jadson, de falta, descontou para o Tricolor, em partida válida pela quinta rodada do Paulistão.

Confira a íntegra do relato da arbitragem:

“Informo que no intervalo da partida, fui comunicado por fiscais da FPF, que , Sr. Paulo Henrique Chagas de Lima, cito não presenciei tais arremessos, mas observei diversas moedas no solo próximo à entrada do túnel do vestiário do São Paulo F.C.”, relatou Marcelo Aparecido de Souza

“Informo, que nos primeiros minutos de partida quando da disputa de bola, ocasionando uma cobrança de escanteio a favor da equipe São Paulo F.C., em lance que participou o atleta n. 8 da equipe São Paulo F.C. Sr. Paulo Henrique Chagas de Lima, oportunidade que foram arremessadas contra o mesmo diversas moedas. Informo ainda que presenciei o fato por estar de AAA n. 2.”, reforçou Marcelo Rogério.

 

 

 

GLOBOESPORTE.COM

Na volta de Ganso à Vila, Neymar faz gol e assistências, e Peixe bate SP

No encontro entre dois dos principais jogadores do país na atualidade, o domingo foi de Neymar. Quem esperava pelo brilhantismo de Ganso em seu retorno à Vila Belmiro viu o camisa 11 santista fazer um gol de pênalti e dar duas assistências para Miralles, na vitória do Santos sobre o São Paulo por 3 a 1, mantendo o Peixe na liderança do Campeonato Paulista.

O triunfo tem um sabor duplo para a torcida santista. Mais do que assegurar o primeiro lugar na classificação, agora com 13 pontos, o resultado serve como uma vingança contra Paulo Henrique Ganso. O meia voltou à Vila pela primeira vez desde a polêmica transferência no ano passado e foi recebido com vaias, gritos de “traidor” e uma nova chuva de moedas.

Em campo, Ganso e Neymar não foram brilhantes como quando atuavam juntos. O meio-campista deu cadência ao Tricolor, arriscou lances de efeito, mas acabou parado pela forte marcação de Renê Júnior. Neymar voltou a mostrar o velho poder de decisão. Mesmo sem fazer as exibições de costume, deu duas assistências para Miralles, além de sofrer e marcar de pênalti no início do segundo tempo.

O São Paulo sofre a segunda derrota consecutiva – perdeu por 4 a 3 para o Bolívar, pela Libertadores. O clube, último a ter 100% no Paulistão até este domingo, permanece com seis pontos e um jogo a menos que a maioria dos adversários.

Santos e São Paulo voltam a jogar pelo Campeonato Paulista na próxima quarta-feira. Disposto a manter a liderança da competição, o time alvinegro vai a Lins, encarar o Linense, às 19h30m, no estádio Gilbertão. Já o Tricolor recebe a ainda invicta e sempre perigosa Ponte Preta, às 22h, no estádio do Morumbi.

Neymar e Ganso no jogo do Santos e São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Neymar e Ganso se cumprimentam antes do jogo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Peixe marca, e Tricolor tem gol anulado

Não foi o primeiro tempo dos sonhos no encontro entre dois dos maiores jogadores do país nos últimos anos. Ganso não esteve tão brilhante. Neymar também ficou abaixo das exibições de gala que costuma ter na Vila Belmiro. Coube ao Santos ser, ao menos, mais eficiente do que o São Paulo para ir ao intervalo com a vantagem no placar.

Peixe e Tricolor optaram pela cautela nos primeiros minutos até os espaços começarem aparecer. Ganso foi colocado pela esquerda da linha de três jogadores no meio de campo, com Jadson pelo centro e Osvaldo, pela direita. Já Neymar apareceu aberto pela direita do ataque, tentando aproveitar a deficiência de Cortez na marcação.

Muricy optou por adiantar Montillo quase como um atacante, forçando Cícero a ser o armdor. O argentino teve boa chance, aos 19, ao receber de Miralles e chutar com desvio. Apostando no toque de bola, o São Paulo respondeu em seguida. Após finalização de Jadson, Luis Fabiano pegou o rebote na área, driblou Rafael, mas perdeu equilíbrio e mandou a bola para fora.

Bem marcado por Renê Júnior, Paulo Henrique teve dificuldades para aparecer. No melhor momento, arriscou de cobertura após tabela de calcanhar com o Fabuloso. Neymar também sofreu, mas, quando abriu espaço, foi decisivo. Aos 38, ele recebeu de Guilherme Santos na área e, com um toque sutil de costas, encontrou Miralles. O argentino, que já havia perdido uma chance ao tentar driblar Denis, desta vez chutou direto e fez 1 a 0.

Os são-paulinos deixaram o campo reclamando de um gol anulado pouco tempo depois. Depois de cobrança de falta para a área, Luis Fabiano desviou de cabeça e marcou. No entanto, a auxiliar Tatiane amargo marcou impedimento de Lúcio, que também apareceu na área para tentar concluir.

Neymar comemora gol do Santos contra o São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Neymar comemora seu gol sobre o São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Santos mata o jogo

A esperança do São Paulo em buscar a igualdade rapidamente no segundo tempo durou pouco. No primeiro ataque, o Santos ampliou a vantagem. Neymar, de novo, foi decisivo. Ele recebeu passe pela esquerda na área e acabou derrubado por Paulo Miranda. O craque ameaçou, esperou Denis cair para a direita e apenas rolou a bola na esquerda.

Ney Franco imediatamente mudou o Tricolor. Paulo Miranda deu lugar a Douglas e Cañete ficou coma vaga de Wellington. A entrada do argentino deu mais força ofensiva ao clube da capital, principalmente pelo lado direito. Rafael impediu que ele marcasse fazendo duas grandes defesas em chutes fortes de dentro da área. Aos 19, porém, a cota de milagres acabou. Jadson acertou linda cobrança de falta no ângulo direito e diminuiu.

Toda a euforia criada pelos tricolores acabou logo em seguida, aos 24. O Santos chegou ao terceiro gol e praticamente garantiu a vitória. Montillo cobrou escanteio, Neymar ajeitou e cruzou novamente. Miralles apareceu por trás da zaga e desviou de cabeça para tirar o Peixe do sufoco.

O São Paulo sentiu o golpe e não conseguiu manter o poder ofensivo que mostrou no início da etapa final. O Peixe passou a tocar a bola, buscar os contra-ataques e, aos poucos, acender a torcida. Vitória com sabor duplo para os santistas.

 

 

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“No clássico será Ganso e mais 10”, diz técnico Ney Franco

Foto: Luiz Pires / Vipcomm / Divulgação
Foto: Luiz Pires / Vipcomm / Divulgação

O meia Paulo Henrique Ganso voltará a atuar na Vila Belmiro após trocar o Santos pelo São Paulo na temporada passada. Reserva nos dois jogos da fase preliminar da Libertadores, o meio-campista teve a presença confirmada no clássico deste domingo contra o rival alvinegro, válido pela 5ª rodada do Campeonato Paulista. Em entrevista nesta sexta-feira, o treinador Ney Franco não adiantou a escalação da equipe, mas deixou claro que o camisa 8 será titular na partida, que será realizada às 17h (de Brasília).

 

“Ainda não defini a equipe, mas adianto que no clássico será Ganso e mais 10”, afirmou o comandante tricolor. Ao torcer para que o meia tenha sucesso em sua volta ao estádio do qual se despediu vaiado e sendo chamado de mercenário por torcedores, Ney Franco destacou que o meia está prepara para a titularidade. “Ele está preparado física e tecnicamente e vai para o jogo. Espero que ele possa estar em uma tarde boa também emocionalmente”.

“O atleta foi contratado, temos uma expectativa enorme nele. Contratamos para que ele jogasse em todos os jogos, mas quis o destino que ele jogasse o primeiro jogo contra o Santos na Vila. Vai até dar um ingrediente melhor para essa partida”, disse Ney Franco, no CT da Barra Funda.

Paulo Henrique Ganso chegou ao São Paulo no fim de setembro do ano passado. Para tirá-lo da Vila Belmiro, o clube tricolor teve o aporte do Grupo DIS e, juntos, desembolsaram R$ 24 milhões para rescindir o contrato com o time alvinegro.

Em sua última partida no estádio santista, ainda com a camisa do ex-clube, Ganso foi hostilizado pela torcida, que atirou moedas em direção ao jogador e o chamou de mercenário. Na época, São Paulo e Santos já discutiam a possibilidade da negociação.

 

 

Terra

Ganso e Cañete desencantam, e São Paulo vence o Atlético Sorocaba

Paulo Henrique Ganso e Marcelo Cañete deram um recado para Jadson neste sábado: estão na briga para serem titulares do São Paulo. Os dois armadores garantiram a vitória do São Paulo por 2 a 1 sobre o Atlético Sorocaba, no Morumbi, pela terceira rodada do Paulistão. Sem os titulares do Tricolor, poupados para o duelo com o Bolívar, os meias mostraram que estão recuperados de suas lesões, fizeram seus primeiros gols pelo Tricolor e comandaram os reservas em mais um triunfo no Campeonato Paulista.

Jadson foi o nome do jogo na goleada por 5 a 0 sobre o Bolívar, quarta passada, pela primeira fase da Taça Libertadores, mas tem sombras de peso. Ganso foi perseguido pela marcação sorocabana. No entanto, aproveitou o momento de descuido do rival para fazer, de cabeça. O argentino chamou a responsabilidade na armação e fez um golaço justamente quando o rival crescia. Fábio Sanches até diminuiu de cabeça no fim, mas não evitou a derrota do Atlético.

Com a vitória, o São Paulo vai a seis pontos, mantém o 100% de aproveitamento no Paulistão, mas tem um jogo a menos. O foco da equipe, porém, está muito longe do estadual no momento. Depois golear no duelo de ida contra o Bolívar, o Tricolor se apronta para encarar os 3.650m de altitude de La Paz, nesta quarta-feira, às 22h (horário de Brasília).

O Atlético Sorocaba, por sua vez, já acende o sinal de alerta. Embora o Paulistão esteja apenas no início, o time só somou um ponto em três rodadas e ainda não apresentou um futebol convincente. O próximo desafio no estadual será o duelo com o Botafogo-SP, em casa, na quinta, às 21h.

Abre alas

Os suplentes do São Paulo entraram em campo com uma missão clara: aproveitar a chance para mostrar serviço ao técnico Ney Franco. No entanto, a falta de entrosamento pesou, e o time demorou a se encontrar.

O Atlético Sorocaba assumiu a condição de azarão, armou uma retranca com duas linhas de quatro jogadores no campo de defesa e explorou os contra-ataques. A estratégia deu certo de início. O Tricolor batia cabeça e errava muitos passes. Só que a falta de mira dos sorocabanos fez o anfitrião quase não ser ameaçado no primeiro tempo.

Ganso gol São Paulo (Foto: Mauro Horita / Ag. Estado)Ganso comemora com Maicon seu primeiro gol pelo Tricolor (Foto: Mauro Horita / Ag. Estado)

Os defensores do time visitante se revezavam para marcar de perto a principal arma são-paulina: Paulo Henrique Ganso, que mal conseguia pegar a bola. A solução então foi investir nas jogadas pela ponta, principalmente pela esquerda, com Cañete. E o meia argentino por pouco não abriu o placar aos 21 minutos, quando tentou encobrir o goleiro Marcelo Moreto.

Cañete chamava o jogo, enquanto Ganso estava apagado. Até que, aos 26 minutos, o camisa 8 deu o primeiro aperitivo do que estava por vir, com um belo passe para Paulo Miranda arrematar da intermediária. Marcelo Moreto conseguiu parar o lateral, mas não o meia tricolor.

Aos 30 minutos, Ganso enfim se livrou da perseguição dos marcadores e recebeu um cruzamento perfeito de Carleto, pela direita. O cabeceio foi certeiro. O goleiro adversário chegou a triscar na bola, mas não evitou o gol. Depois de sete jogos em branco, Ganso alcançou o tão esperado objetivo: seu primeiro gol pelo São Paulo, o abre alas.

Com Ganso acordado, o Tricolor quase chegou ao segundo gol em uma bela triangulação entre o meia, Cañete e Edson Silva, aos 32 minutos, mas o zagueiro não concluiu bem: errou o chute e mandou por cima. Ademilson também desperdiçou bom passe do argentino, aos 38 minutos. Os reservas enfim se entendiam em campo.

Cañete define

Em desvantagem no placar, o técnico Estavam Soares sacou o volante Gilberto para a entrada do atacante Bruninho. A alteração deixou a partida aberta, com os dois lados se lançando ao ataque. Logo aos oito minutos, o próprio Bruninho puxou contra-ataque e só foi parado por Edson Silva na hora do arremate, quando já estava cara a cara com Denis.

O Tricolor tentou responder com Ademilson, mas o chute da intermediária passou longe da meta sorocabana. Apesar dessa tentativa do time da casa, o visitante era mais agressivo e perdeu um gol incrível, aos 15 minutos: Tiago Marques pegou o rebote do chute de César, mas mandou em cima de Denis.

Ney Franco, então, mexeu no time e colocou os garotos Henrique Miranda e Rodrigo Caio. A solução para conter o crescimento do Atlético Sorocaba, porém, já estava em campo. Se o Tricolor não conseguia criar jogadas, Cañete resolveu o problema em um chute da entrada da grande área, aos 31. E que chute! O argentino disparou um foguete no canto direito do goleiro Marcelo Moreto. Assim como Ganso, o meia fez seu primeiro gol pelo São Paulo, justamente em um momento em que o rival pressionava.

Aos 38, Fábio Sanches ainda diminuiu de cabeça após cobrança de escanteio de Júnior Timbó. Nada que atrapalhasse o recomeço dos meias tricolores.

 

 

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