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A internet não pega na casa toda? Saiba como melhorar o Wi-Fi sem gambiarra

wi-fiEm alguns cantos da casa o sinal de Wi-Fi simplesmente não existe. Para receber e enviar mensagem, imagem ou vídeo, todo mundo já sabe para onde correr. Essa é uma situação comum. Paredes, móveis e até outros eletrodomésticos prejudicam o recebimento e a transmissão de dados, mas existem meios para melhorar a distribuição de conexão pelos cômodos. Trocar o roteador ou a antena e investir em repetidores são algumas soluções — isso sem contar as gambiarras já comuns como colocar palha de aço ou latinha de alumínio na antena.

Antes de entupir a casa de repetidores, aparelhos que replicam o sinal do Wi-Fi, tente realocar o roteador. Nem sempre ele está no melhor lugar. “Na grande maioria das vezes, a perda de sinal está ligada a muitos obstáculos e posicionamento inadequado do access point”, afirma Joselito de Sousa Barros, professor do curso técnico em informática do Senac.

“O que realmente deve-se considerar é a velocidade de comunicação necessária e o posicionamento do equipamento, que preferencialmente deve estar mais ao centro do ambiente, de forma a propagar uniformemente as ondas transmitidas”.

Se já tentou colocar o roteador em diversos lugares sem sucesso, talvez seja a hora de reavaliar o equipamento que está usando. Pode ser que você tenha um modelo antigo nas mãos. Pense há quanto tempo o roteador está em sua casa.

“Como o avanço tecnológico é vertiginoso”, disse Sousa Barros, “o volume de dados que trafegam pela rede aumenta proporcionalmente a esse avanço, logo se faz necessário que a infraestrutura que suporta esses serviços acompanhe essa evolução. Com isso, padrões de rede antigos não têm mais espaço, obrigando seus usuários a substituí-los”.

“Tem que ser um casamento”

Antes de comprar novos dispositivos, Sousa Barros recomenda conhecer os equipamentos, descobrir compatibilidades e pensar em aquisições futuras. “Tem que ser um casamento”, disse.

Se seu roteador suporta a troca de antena, essa será uma opção econômica. Segundo Sousa Barros, alguns dispositivos chegam às lojas com antenas de 12 ou 15 dBi e poderiam ter maior alcance e qualidade de sinal apenas trocando a antena por uma de 25 dBi – algo em torno de R$ 30. No entanto alguns fabricantes produzem roteadores com antenas fixas ou internas.

“Milagres não existem nessa área”, disse. “Se você quer acessar suas redes sociais pelo smartphone no cantinho do seu quarto, a 50 metros do transmissor e com dez paredes de concreto separando-os, não vai ser a troca da antena que resolverá seu problema”.

O repetidor de Wi-Fi, como o próprio nome indica, é usado para repetir um sinal já existente. Na prática, ele amplia a área de cobertura. Para grandes propriedades, a combinação de antena e repetidores fazem grande diferença.

Quando muitos repetidores são instalados em ambientes próximos, no entanto, eles podem se tornar fontes de interferência. “Não há um limite estabelecido para a instalação de repetidores, mas temos que ser sensatos”, contou.

“A grande maioria dos repetidores é detectada pelo equipamento principal (roteador) como outro dispositivo de rede (host) para que um canal seguro seja criado. Existem alguns modelos que são mais ‘comunicativos’, amplificado qualquer sinal detectado”.

Quando o ambiente for grande ou com muitos obstáculos, repetidor e antena podem funcionar. Tudo depende, é claro, da velocidade que seu plano diz que entrega. Vale lembrar que trocar roteador ou antena ou investir em repetidores não aumenta o plano que contratou, mas faz com que você aproveite melhor o que já paga.

 Uol

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Jovem morre ao fazer gambiarra durante churrasco no Sertão

eristonO jovem Eriston Paulo, 20 anos, morreu em decorrência de uma forte descarga elétrica, na cidade de Cajazeiras, no Sertão paraibano. A fatalidade ocorreu na noite deste domingo (17).

Segundo informações de policiais militares, a vítima participava de um churrasco com amigos em um sítio quando faltou energia. Eriston Paulo tentou fazer uma ligação clandestina sem nenhum aparato de segurança.

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Eriston sofreu uma forte descarga elétrica. Ele ainda chegou a ser socorrido para Hospital Regional de Cajazeiras, mas já chegou em óbito na unidade hospitalar. A vítima era natural da cidade de Triunfo, na mesma região.

Eriston Paulo morreu a caminhado do hospitalFoto: Eriston Paulo morreu a caminhado do hospital
Créditos: rep. facebook

 

 

Hyldo Pereira

Em Rio Tinto (PB), mãe e filho morrem após descarga elétrica; contato com ‘gambiarra’ teria provocado a tragédia

Uma tragédia foi registrada por volta das 17h desta sexta-feira (18), na cidade de Rio Tinto, localizada no Litoral Norte paraibano. Mãe e filho morreram após sofrer uma forte descarga elétrica na Comunidade Regina II, na casa onde moravam.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), ainda foi acionado até a localidade, no entanto, as vítimas não resistiram ao choque e morreram antes do socorro médico.  O corpo de Marilene Cardoso Silva, 41 anos, e do filho José Antony Eugênio Silva, 02 anos, foram encontrados no chão da sala da residência.

As investigações apontam que mãe e filho[bb] teriam sofrido a descarga elétrica após a criança ter encostado uma corrente de metal no ventilador, como a mãe estava de mãos dadas com o filho, ambos acabaram eletrocutados. A Polícia Militar foi acionada e isolou a área.

Uma equipe do Instituto de Medicina Legal (IML), esteve no local para realização da perícia e remoção dos corpos.

Imagens: PB Vale

Pollyana Sorrentino

Portalcorreio