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Policial rodoviário morre após sofrer mal súbito enquanto jogava futebol na Capital

Foto:Divulgação/PRF-PB
Corpo do policial já foi levado para o RN

O policial rodoviário federal Rodrigo Rodrigues de Paiva, de 45 anos, morreu, nesse domingo (22), após sofrer um mal súbito enquanto participava de um jogo de futebol na Vila Olímpica Parahyba, em João Pessoa.

O policial atuava no Rio Grande do Norte e estava na capital paraibana por causa dos Jogos Norte/Nordeste de integração dos servidores do órgão.

Segundo a assessoria de comunicação da PRF, Rodrigo de Paiva sofreu uma parada cardíaca dentro de campo durante a competição.

Médicos da PRF fizeram o atendimento de urgência e levaram Rodrigo para um hospital particular. Na unidade, ele sofreu uma segunda parada cardíaca e não resistiu.

O corpo do policial já foi levado para o Rio Grande do Norte e o enterro está previsto para acontecer às 16h desta segunda-feira (23), na cidade de Parnamirim, Região Metropolitana de Natal.

Portal Correio

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Campeonato Municipal de futebol começa neste sábado em Solânea

O Campeonato Municipal de Futebol de Campo Amador de Solânea começa neste sábado (19) no estádio Tancredo de Carvalho, reunindo 20 equipes tanto da zona urbana como rural do município. A previsão é que a final aconteça no dia 26 de novembro, data que marca a emancipação política da cidade.

Segundo o regulamento deste ano, apenas atletas que residem na cidade participam do campeonato. Toda a competição será realizada com o apoio da Prefeitura Municipal e conta também com a colaboração de alguns desportistas da cidade que integraram a comissão de organização voluntariamente.

Equipes participantes:

Fluminense do Saco dos Campos

Real Baixio do Baixio

Fluminense da Pe. Pinto

Campinense da Pe. Pinto

Spectro

São Paulo de Varjota

União de Filgueira

Bad Boy do Pe. Cícero

Grêmio de Cacimba da Várzea

Jatobá

Atlético do Assentamento

Juventude de Açude Velho

Rio Branco do Pe. Cícero

Ponche

Independente de Santa Fé

Vila Gama

Palmeiras da Soécia

Palmeiras da Ramada

Flamengo das Barrocas

Cruzeiro de Cacimba da Várzea

Focando a Notícia

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Açude que virou campo de futebol durante seca começa a sangrar, na PB; veja vídeo

O açude Bambu, localizado na Zona Rural da cidade de Alagoinha, no Brejo da Paraíba, a 89 km de João Pessoa, que, há quase ano, havia secado completamente, tornando-se um campo de futebol improvisado para o lazer de moradores, sofreu mudanças significativas após receber grande volume de chuvas nas últimas 24 horas, enchendo e passando a sangrar.

Segundo o radialista Cristiano Alves, que havia registrado o açude completamente seco, o cenário agora é outro, com o rio que abastece o açude “totalmente cheio e quase transbordando”.

Em janeiro deste ano, Alves registrou que dentro do açude seco haviam sido colocadas traves feitas de bambu e o meio do reservatório havia se transformado em um ponto de encontro de jovens.

O açude, conforme o comunicador, tem mais de 30 anos e está situado no Sítio Curral Picado, em trecho próximo à rodovia PB-075.

Confira vídeo do açude cheio:

portalcorreio

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Tiroteio deixa um morto e outro ferido em torneio de futebol nas comemorações de 1º de maio em Mari/PB

Um tiroteio ocorreu no início da tarde desta segunda-feira (01) no Assentamento Tiradentes na zona rural do município de Mari, Mata Paraibana, durante um torneio de futebol em comemoração ao 1º de maio.

Segundo informações, dois rapazes foram baleados e um deles teria vindo a óbito ainda no local, a segunda vítima foi socorrida pelo Samu.

Um grupo de bombeiro cívil fez os primeiros socorros.

A polícia esteve no local e realiza diligências para descobrir a motivação do crime e a sua autoria.

 

Da Redação 
Do ExpressoPB

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Em alta, Diego Souza põe futebol do Nordeste na seleção e prega respeito: ‘tem que valorizar’

diego souzaNenhum jogador foi mais decisivo para um clube na Série A da última temporada que Diego Souza: ao todo, foram 14 gols e sete assistências na campanha que assegurou o Sport por mais uma temporada na primeira divisão.

O meia de 31 anos tem alçado desde então voos mais altos em sua carreira e coroou a sua excelente fase com a convocação na última sexta-feira para defender a seleção brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018. É o primeiro jogador do futebol nordestino a ser chamado desde o volante Leomar em 2001 com Emerson Leão.

O camisa 87 do rubro-negro pernambucano reacende o debate sobre a suposta falta de prestígio da região nas listas.

“A gente ouve muita coisa de muita gente e temos que tentar abstrair isso”, afirmou, em entrevista ao ESPN.com.br.

Diego Souza abriu, sim, mão de dinheiro ao deixar o Fluminense após pouco mais de três meses para retornar ao Sport. Um caminho que deve se tornar mais recorrente com os concorrentes locais movimentando cada vez mais dinheiro no mercado.

Ele se apresenta junto ao grupo comandado por Tite no próximo dia 19, em São Paulo, para enfrentar o Uruguai, em Montevidéu, no dia 23, e depois o Paraguai, na Arena do Corinthians, na capital paulista, no dia 28.

ESPN – Você já esperava ser convocado? Como é representar o Sport depois de 16 anos em uma Eliminatória?
Diego Souza –
A expectativa era boa por causa da convocação contra a Colômbia, mas a gente nunca tem certeza de nada nessas horas. Eu estava com minha família no momento da convocação e foi uma emoção muito grande. Meu filho era muito pequeno quando fui convocado na última vez e ele não entendia direito essa grandeza de vestir a amarelinha. Agora, ele está um pouco mais velho e sabe o que representa para todos nós ser convocado, para o amistoso e agora para esses dois jogos das Eliminatórias.

A sensação de representar o Sport é algo que é difícil de descrever, mas que o torcedor pode ter certeza de que farei com muita honra. Se estou de novo na seleção, é por tudo que o Sport me proporcionou nesses últimos anos.

ESPN – Sempre que se conversa com dirigentes, falam que jogador bom só deixa o ‘eixo Rio-São Paulo’, como dizem, para ganhar mais no Nordeste. Seria esse mesmo o custo de supostamente se ‘esconder’?
Diego Souza –
A gente ouve muita coisa de muita gente e temos que tentar abstrair isso. Acredito que essa convocação serve para demonstrar aos atletas e profissionais que trabalham no mundo da bola que o futebol nordestino tem muita força e deve ser mais valorizado.

ESPN – Sonha disputar a Copa também?
Diego Souza –
Agora o sonho reacendeu! Era um gigante que estava aqui dentro adormecido, mas que, aos poucos, está se levantando. Ainda falta muito para a Copa do Mundo e preciso subir degrau a degrau para garantir meu lugar entre os 23. Vamos deixar para pensar nisso mais pra frente. Vai depender do meu desempenho, não só no Sport como também na seleção. Empenho não vai faltar. Isso só me dá mais ânimo para trabalhar.

ESPN – Palmeiras, Fluminense, Flamengo, Vasco, Atlético-MG, Grêmio e Cruzeiro. Você passou por todos esses clubes, mas em nenhum deles teve a identificação que conseguiu hoje no Sport. Por que isso?
Diego Souza –
Recife foi um lugar que sempre me abrigou com muito carinho e respeito. Sou muito grato ao Sport por ter aberto as portas e por ter me dado alegria de voltar a jogar futebol. Sou muito feliz aqui, minha família adora a cidade e vejo um futuro de muita alegria com essa camisa.

ESPN – Para marcar de vez a sua passagem, confia que falta apenas a conquista do título pernambucano?
Diego Souza –
A gente está sempre em busca de títulos e é isso que nos coloca na história dos clubes. Meu objetivo no dia-a-dia é trabalhar cada vez mais e melhor para escrever meu nome na galeria de craques desse clube.

ESPN – Conforme apurado, você ligou para Arouca, Rafael Marques e André para convencê-los a jogar pelo Sport. O seu papel hoje no clube, pela importância que tem, extravasa o vestiário?
Diego Souza –
Conversei algumas vezes com o André para passar a ele como era a cidade, o clube e tudo que ele encontraria aqui. Nada além do normal que um amigo faria pelo outro para ajudá-lo aqui no Recife. Eu, claro, como todos aqui, quero o melhor para o Sport e ajudo da maneira como posso. Mas eu jamais me meteria em negociação da diretoria para reforçar o elenco. Estou aqui para ser decisivo dentro de campo, que é minha principal função e, se um dia pedirem meu conselho sobre algum atleta, posso dar, mas não atuo diretamente nisso.

ESPN – Você apoiou a eleição de Arnaldo Barros, ex-vice de futebol, para presidente. Chega a bater papo com ele sobre a melhora do clube?
Diego Souza –
O Sport já tem uma estrutura excelente entre os clubes do Brasil. O Arnaldo é um cara que me recebeu muito bem aqui no clube e fizemos uma amizade bacana. Nossa conversa não avança muito além disso.

ESPN – Você disputou três Brasileiros pelo Sport. Todos em alto nível. Em 2016, o melhor. O que contribuiu para isso?
Diego Souza –
Eu trocaria todos os meus gols pelo título do Campeonato Brasileiro para o Sport. Ganhar premiações pessoais é sempre bacana, mas o futebol é um esporte coletivo e é isso que colocamos sempre em primeiro plano. Difícil explicar um motivo único para o bom ano de 2016, mas devo ao crescimento de toda a equipe e, claro, a ajuda dos companheiros foi importante.

ESPN – É verdade que você criou as Séries A e B de dominó no vestiário?
Diego Souza –
Dominó é uma paixão que tenho desde cedo. Sempre que posso chamo alguém para um desafio e raramente perco. Aprendi a jogar em casa e não larguei nunca mais. É uma brincadeira bacana que foge um pouco da tela do celular ou do vídeo game.

ESPN – Fala-se muito em demagogia ao analisar a relação de jogador e clube. É algo que passa longe de sua relação com o Sport?
Diego Souza – O Sport é um clube que eu aprendi a amar. É um dos maiores clubes do Brasil, com uma história linda no futebol e poucos sabem da honra e responsabilidade que temos de vestir essa camisa. Desde o primeiro dia que pisei aqui, eu só cresci e isso é um motivo de orgulho para mim.

ESPN – Sendo revelado no futebol carioca, como foi para você receber a camisa 87 e toda história envolvendo o Brasileiro?
Diego Souza – Foi uma honra vestir o número que representa um título importante na história do Sport. A responsabilidade só aumentou quando me deram essa opção e aceitei, porque acredito que seria um peso gostoso de se vestir em cada partida. Me sinto muito bem vestindo a 87 aqui.

ESPN – Você chegou até mesmo a defender o gol do Sport uma vez.
Diego Souza –
Costumo brincar com amigos e com meus companheiros que, pelo Sport, jogo em qualquer posição, até mesmo de goleiro. Foi uma situação diferente, mas que acreditei que poderia ser feita por mim. Já tinha brincado algumas vezes de ser goleiro nos rachões e achei que naquele momento eu seria o mais preparado para colocar as luvas. Felizmente, deu certo, não perdemos e consegui ajudar mais uma vez o Sport.

ESPN

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PRF apreende “amarelinho” transportando time de futebol; prefeito vai responder

onibusUm ônibus do Programa “Caminhos da Escola” foi flagrado neste domingo, (29), durante uma fiscalização na BR 230 em Mamanguape, sendo utilizado de forma irregular.

Além de estar realizando trajeto não autorizado, o condutor não possuía autorização para condução de escolares, o que é obrigatório de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Diversas outras irregularidades foram encontradas.

O ônibus da Prefeitura Municipal de Jacaraú, estava circulando fora dos limites da cidade e levava cerca de 22 pessoas, sendo elas 18 crianças para participar de uma competição de futebol. A identificação dos passageiros precisaria constar em um lista, previamente confeccionada, mas essa lista não foi apresentada.

Além de todas as desconformidades, a PRF ainda extraiu multas baseadas no CTB como passageiros sem cinto de segurança, para-brisa trincado, além do equipamento chamado cronógrafo estar com aferição vencida. O aparelho mede a velocidade no trajeto percorrido, a quantidade de horas trabalhadas pelo condutor e os momentos de parada.

Após todos os registros, o ônibus foi liberado. O relatório com a respectiva denúncia será remetido ao Ministério Público Federal, órgão responsável pela apuração das irregularidades.

Rafael San

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Deputados querem rever isenção de impostos a igrejas e times de futebol

deputadosOs deputados federais devem reavaliar as isenções tributárias oferecidas a empresas como igrejas e clubes de futebol, por exemplo. Estas isenções representam um terço do déficit das contas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2017, que será de R$ 181 bilhões.

De acordo com o G1, isenções concedidas por lei a pequenos empresários, indústrias, entidades filantrópicas e produtores rurais, que correspondem a R$ 62,5 bilhões em contribuições que poderiam ser destinados à Previdência, são alguns dos benefícios que devem ser revistos.

Os principais alvos, segundo a matérias, seriam isenções concedidas a igrejas e instituições de ensino religioso, além de clubes de futebol, que anteriormente recolhiam um percentual da folha de salários e agora pagam 5% sobre o total do faturamento.

As centrais sindicais também apoiam a medida, pois acreditam ser uma forma de reduzir o impacto das mudanças que serão trazidas pela reforma da Previdência.

O governo ainda não se posicionou oficialmente, mas tem estimulado os deputados a avançarem na discussão.

Notícias ao Minuto

 

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Polícia britânica identifica 83 suspeitos em ‘potencial’ de pedofilia no futebol

bola-murchaA polícia britânica anunciou nesta sexta-feira ter identificado “83 suspeitos em potencial” na investigação do escândalo de pedofilia que abala o futebol no Reino Unido. O Conselho Nacional dos Chefes de Polícia (NPCC), órgão que coordena as forças de polícia locais, não especificou se os suspeitos ainda exercem atividade no futebol, ou se ainda estão vivos, mas ressalta que existem “casos antigos”.
A entidade também explicou que 98 clubes de futebol de diferentes níveis foram citados na investigação. Das 350 vítimas potenciais, que tinham de 7 a 20 anos no momento dos fatos, 98% são de sexo masculino.
Os dados “revelam a extensão profundamente preocupante das agressões cometidas no meio do futebol”, comentou um porta-voz da Sociedade Nacional de Prevenção da Crueldade contra Crianças (NSPCC).
O escândalo estourou em novembro, com as revelações de Andy Woodward, ex-jogador do Crewe Alexandra, hoje com 43 anos, que relatou o pesadelo que viveu ao jornal “The Guardian”.
Desde então, mais de 20 jogadores, entre eles vários ex-integrantes da seleção inglesa, também saíram do silêncio para contar como foram agredidos por um treinador ou um olheiro quando eram crianças. A Federação Inglesa (FA) e os clubes ingleses são acusados de ter acobertado casos de pedofilia durante décadas.

 

G1

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Em março, vidente previu acidente com ‘time inteiro de futebol’

videnteUm vidente pode ter previsto o acidente de avião que o time da Chapecoense sofreu nesta terça-feira. Convidado para fazer previsões para 2016 no programa “Olga Bongiovanni”, Carlinhos Vidente disse que “um time inteiro de futebol vai morrer num avião”.

“Vou contar uma [previsão] de primeira mão também: um time inteiro de futebol vai morrer num avião. Marca o que estou falando para vocês. Isso vai acontecer em um ano ou um ano e meio”, disse Carlinhos Vidente, em março deste ano.

“Mas é um time do Brasil?”, perguntou Olga. “Essa é a pergunta. Não deu para levantar ainda se é um time do Brasil ou um time de fora”, respondeu o vidente.  A previsão do vidente acontece exatamente aos 16 minutos de vídeo. 

Avião da Chapecoense cai e deixa 76 mortos

Uma tragédia deixou o Brasil de luto na madrugada desta terça-feira. O avião que levava a equipe da Chapecoense para a Medellín, na Colômbia, caiu nas proximidades da cidade deixando pelo menos 76 mortos, segundo as últimas informações das autoridades colombianas.

O avião tinha 81 pessoas a bordo, sendo 72 passageiros, entre delegação e jornalistas, e 9 tripulantes. Seis pessoas sobreviveram: o lateral-direito Alan Ruschel (Alan Luciano Ruschel), o goleiro reserva Follmann (Jackson Ragnar Follmann), o zagueiro Neto (Helio Hermito Zampier Neto) e o jornalista Rafael Henzel, além dos tripulantes Erwin Tumiri e Ximena Suárez. O goleiro Danilo (Marcos Danilo Padilha), herói da classificação à final da Copa Sul-Americana, foi resgatado com vida pelos bombeiros, mas morreu no hospital por voltas das 9h30 (horário de Brasília).

Fonte: Portal MN

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Aos 72, morre Carlos Alberto Torres, o maior dos capitães do futebol brasileiro

A braçadeira de capitão sempre lhe caiu bem. Porte esguio, olhar penetrante, personalidade marcante. Não tinha jogador que não ouvisse com atenção suas observações, seus conselhos ou, na pior das hipóteses, suas broncas. Nem Pelé escapava, e foram  muitas as vezes em que precisou até baixar a cabeça. E foi esse grande capitão que o futebol brasileiro e o mundo perderam nesta terça-feira, aos 72 anos. Morreu no Rio de Janeiro, vítima de enfarte fulminante, Carlos Alberto Torres, atualmente comentarista do SporTV.. Nome e sobrenome de craque. O homem do tricampeonato mundial em 1970, que beijou e levantou a Taça Jules Rimet.

Seja como lateral-direito, onde começou na base do Fluminense, seja como zagueiro, ele sempre desfilou pelos gramados uma classe com a bola nos pés em que não ficava para trás nem para um astro do nível de Franz Beckenbauer. Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos tiveram em campo a sua classe. Era reverenciado no mundo todo pelo seu passado. Depois, como treinador, o Capita, como era carinhosamente chamado, teve como pontos altos a conquista do Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, a Copa Conmebol, em 1993, pelo Botafogo, e o Campeonato Carioca pelo Fluminense, em 1984.

carlos alberto torres taça copa do mundo tour (Foto: Gaspar Nobrega / Inovafoto Divulgação)No tour da Taça Fifa antes da Copa de 2014, realizada no Brasil, Carlos Alberto Torres repetiu o beijo que dera na Jules Rimet em 1970. Capitão ganhou títulos como jogador e técnico (Foto: Gaspar Nobrega / Inovafoto Divulgação)

 

Como jogador, Carlos Alberto conquistou uma penca de títulos. No Fluminense, clube de coração. onde começou a carreira, ganhou o Carioca em 1964, quando estourou, e depois, no seu retorno, os de 1975 e 1976, com a famosa Máquina montada pelo presidente eterno Francisco Horta. No Santos de Pelé, onde chegou em 1965, ainda garoto, e viveu o auge, atuando ao lado de craques como o próprio Rei doi Futebol, Edu e Clodoaldo, companheiros de tricampeonato mundial, levou a Taça Brasil em 1965 e 1968, o Torneio Rio-São Paulo em 1966, a Recopa Sul-Americana em 1968 e muitos campeonatos paulistas – 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973.

Em sua breve passagem pelo Botafogo em 1971, emprestado pelo Santos, Carlos Alberto Torres não conquistou títulos mas teve também presença marcante, atuando ao lado de craques como Jairzinho, Paulo Cezar Caju e outros. Depois, voltou ao Peixe, ainda no mesmo ano, onde ficou até 1974. Retornou então ao Fluminense, onde viveu outro grande momento em sua carreira, com a Máquina de Rivellino, Paulo Cezar, Pintinho & Cia.

Saiu da Máquina em 1977 para atuar no Flamengo de Zico, onde também passou em branco mas viu começar ali aquela que seria a maior equipe rubro-negra da história. Depois, reviu Zico, Junior, Leandro e Adílio quando os comandou na conquista do Brasileiro de 1983.

O pouco tempo no Flamengo como jogador teve explicação. O New York Cosmos o queria. Já como zagueiro, Carlos Alberto foi para a equipe americana recém-montada para atuar com supercraques. O Cosmos ficou conhecido por reunir uma verdadeira seleção mundial, de Pelé a Franz Beckenbauer. E o Capita, por lá, foi campeão por quatro temporadas – 1977, 1978, 1980 e 1982. Levantar taça era com ele mesmo.

E quando levantou a Jules Rimet, a maior que conquistou, no tricampeonato de 1970, Carlos Alberto eternizou não só o gesto, mas também uma geração fora de série. Zagallo sempre dizia que fora de campo era o comandante, mas, no gramado, era o seu capitão o porta-voz. O gol marcado pelo lateral-direito, o último na goleada por 4 a 1 sobre a Itália na grande final, sintetizou o que o então camisa 4 e toda aquela Seleção tinham de melhor. A jogada, que iniciou da intermediária com série de dribles de Clodoaldo, foi de pé em pé até Pelé dar um simples toque para o lateral, que vinha de trás. A bola ainda deu uma pequena subida antes de o jogador desferir o potente chute que estufou a rede.

Carlos Alberto era um jogador moderno no seu tempo. Tinha forte poder de marcação, a ponto de poder ter atuado, já como veterano, na zaga. Era também dono de uma rara habilidade e tinha fôlego e capacidade para subir ao ataque como elemento surpresa.

Liderança como jogador e técnico

Como jogador, Carlos Alberto Torres ainda teve uma breve passagem pelo California Surf, até retornar ao Cosmos e encerrar a carreira em 1982. Não demorou muito, no entanto, para o Capitão voltar a frequentar o mundo do futebol, mas como treinador. Numa decisão ousada na época, o Flamengo, em crise na tabela do Brasileirão, convidou Carlos Alberto para ser o técnico. O time tinha sido campeão em 1982, mas passava por mau momento naquele período. O Capita assumiu e levou a equipe a uma reação na tabela que a levou ao tricampeonato brasileiro, na final sobre o Santos, vencida por 3 a 0, num Maracanã com mais de 150 mil pessoas.

Globoesporte.com

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