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Menina de 13 anos dança sem roupa em baile funk

O vídeo foi registrado na madrugada de segunda-feira (20) num baile funk em Santa Luzia (MG). A menina, de apenas 13 anos, tira toda a roupa e fica só de calcinha, incentivada por um homem que fala ao microfone. O baile foi realizado na garagem de um imóvel que pertence a um policial civil. Ele aluga o espaço para festas sem alvará de funcionamento. O Conselho Tutelar e a Polícia Militar vão investigar o caso.

R7

Vídeo de deputada dançando funk e fazendo movimentos sensuais gera polêmica na web

Deputada-dançando-funkMais do que por suas ideias e propostas, a deputada federal Bruniele Ferreira Gomes, conhecida como Brunny, 25 anos, chama atenção pelas roupas justas, botas pretas e jaquetas de paetês com que desfila pela Câmara. Nesta semana, também repercutiu a escolha de pintar seu gabinete de roxo. No entanto, o auge de sua fama ainda está por vir. Parlamentar no primeiro mandato, a mineira teve um vídeo divulgado no final do ano passado em que se joga no funk na cidade de Governador Valadares, no interior de Minas Gerais, que repercutiu recentemente nas redes sociais, gerando polêmica.

De sainha azul e com uma blusa preta decotada, a musa da Câmara rebola com outras mulheres ao som dos funks “Sarra Novinha No Grau”, do MC Gw, e “Aquecimento Das Maravilhas”, do Bonde das Maravilhas.Resultado de imagem para deputada federal Bruniele Ferreira Gomes

Brunny é Presidente Nacional do PTC-Mulher e foi eleita deputada federal com pouco mais de 45 mil votos pelo Partido Trabalhista Cristão. Ela é casada com o deputado estadual Hélio Gomes, do Partido Social Democrático (PSD) e apresenta um programa em uma emissora afiliada do SBT no interior mineiro.

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CONFIRA:

blogdogordinho

Funk “Parara tibum”, de MC Tati Zaqui, é retirado da internet

tatiA música Parara tibum, de Mc Tati Zaqui, não pode mais ser tocada. Emissoras de TV e rádios de todo o Brasil já foram informadas da proibição, partida da Peermusic do Brasil Edições Musicais Ltda, dona dos direitos da versão original Heigh Ho, de autoria de Larry Morey e Frank Churchill.

Segundo o jornalista Leo Dias, do jornal O Dia, a empresa dententora da canção tomou conhecimento do funk através da Som Livre. A música já estava registrada com autoria de Mc Tati no ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). A Peermusic entrou em contato com a funkeira, que acatou o pedido para não executar mais a canção. O clipe já foi retirado do YouTube.

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Ainda de acordo com o jornalista, a erotização da letra e do vídeo foi um dos motivos para a não liberação da música, que já tinha versão feita por Braguinha na década de 50. Além de plataformas de rádios e TV, lojas de venda de música on-line também estão proibidas de comercializar Parara Tibum.

 

correiobraziliense

Pastor divulga funk que identifica criminosos e é assassinado na Paraíba, afirma delegado

Foto: Divulgação Presos durante a operação
Foto: Divulgação
Presos durante a operação

Um funk que fazia apologia ao crime e a repressão ao tráfico de drogas foram dois pontos principais para uma quadrilha assassinar Antônio Pinto Barbalho, que era pastor e vice-diretor de uma escola estadual. O crime ocorreu em dezembro de 2014, no município de Mamanguape (Litoral Norte do estado, a 62 km de João Pessoa. O grupo responsável pelo homicídio e outros delitos foi preso nesta quinta-feira (23), durante a ‘Operação ‘Sócrates’ comandada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar. Barbalho foi morto com tiros e facadas de uma escola onde trabalhava. Sete foram presos.

De acordo com o delegado de Mamanguape, Marcos Paulo, foram dois meses de investigações para a Polícia Civil identificar o grupo criminoso que vinha agindo no Litoral Norte do estado. Após a prisão de Wellington do Rego dos Santos, 25 anos, o assassinato do pastor foi desvendado. Ele foi um dos que efetuaram tiros contra a vítima.

 

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“O ponto crucial para a morte do vice-diretor foi a divulgação em uma emissora de Mamanguape de um funk onde a música fazia apologia ao crime e citava os nomes de criminosos da região. A quadrilha entendeu que foi o pastor que teria denunciado a existência da letra e enviado para a imprensa. Após a divulgação, o pastor foi morto. Wellington do Rego e Carlos Alexandre mataram Antônio Pinto ”, falou o delegado.

Ainda segundo a autoridade policial, as ações de combate ao tráfico no distrito de Pitanga da Estrada contribuíram para o homicídio. “Os traficantes entenderam que o pastor estava prejudicando a expansão do tráfico devido às ações de repressão que ele vinha desenvolvendo na comunidade. Esse foi outro ponto para a execução de Antônio Pinto”, disse.

Para o delegado, a desarticulação da quadrilha contribuiu para evitar que seis pessoas fossem mortas pelo grupo. “Conseguimos evitar seis homicídios que seriam praticados pelo bando. A operação foi um sucesso. Sete presos e falta apenas o chefe da quadrilha, mas vamos o prender em breve”, avisou. Os presos foram levados para a Central de Polícia Civil de João Pessoa onde serão interrogados e transferidos para os presídios da Capital.

 

Portal Correio

MC Tati Zaqui, nova estrela do funk, é fã de Justin Bieber e diz que nunca curtiu baladas

mc-tati-zaquiEsqueça os cordões de ouro, as letras sobre carrões e a apologia à riqueza, entoados por MC Guimê e por Nego do Borel. Essa onda é tão 2014… A moda agora é cantarolar por aí o “parara tibum, parara tibum, eu vou, eu vou, eu vou…” de MC Tati Zaqui. A funkeira de 20 anos virou musa do gênero com a letra inspirada no tema de “Branca de Neve e os Sete Anões” e conquistou até cantoras famosas, como Anitta, que incluíram o hit no repertório.

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— Fico grata pelo carinho dos outros artistas. Esperava que “Parara tibum” virasse um hit, mas não dessa forma — celebra a cantora, que chama atenção pela beleza e pelo cabelo: — Era loura, mas o funk já tinha muitas louras e morenas. Então, pintei de azul, minha cor favorita.

 

MC Tati Zaqui participou até do carnaval de Salvador
MC Tati Zaqui participou até do carnaval de Salvador Foto: Divulgação

 

A opção por não cantar o funk ostentação nem é só pelo estilo:

— Não consigo criar funk ostentação, pois não vivo isto em meu dia a dia. Não ostento com meu dinheiro, prefiro gastar ajudando minha familia e realizando nossos sonhos.

O sucesso é tanto que Tati está com a agenda lotada até maio. No carnaval, a música estava entre as mais baixadas do iTunes. Não bastasse, a paulista de São Caetano chegou a fazer um show no bloco Pirraça, na concorrida folia de Salvador:

— Por semana, faço uma média de dez apresentações. Por mês, dá uns 35, 45 shows.

 

MC Tati Zaqui se vestiu de Branca de Neve sexy no clipe de
MC Tati Zaqui se vestiu de Branca de Neve sexy no clipe de “Parara tibum” Foto: Facebook / Reprodução

 

Após o sucesso de “Parara tibum”, que já tem mais de 13 milhões de visualizações no YouTube, foi hora de dar mais um passo importante na carreira. Lançado há cerca de uma semana com uma superprodução, o clipe da música está já tem mais de 3,8 milhões de visualizações no canal de vídeos.

— Foi a realização de uma meta. Clipes de funk, geralmente, são lançados após a música estourar, pois é um investimento alto. Agora, estou prestes a gravar o meu primeiro CD — conta ela, que, para o vídeo, se vestiu como uma Branca de Neve sexy.

 

 

Para quem faz a festa de vários fãs em cima do palco, a MC tinha uma vida mais tranquila.

— Nunca curti frequentar baladas — admite ela, que ainda está melhorando seus passos de dança, copiados por quem curte suas músicas: — Nunca soube dançar funk. Até hoje, não gosto do meu quadradinho, mas já me aperfeiçoei muito.

 

MC Tati Zaqui é fã de Justin Bieber: ele a segue no Twitter
MC Tati Zaqui é fã de Justin Bieber: ele a segue no Twitter Foto: Divulgação

 

E o sucesso na internet não para por aí. Entre seus milheres de seguidores no Twitter, um ocupa um lugar especial no coração da moça: Justin Bieber. Sim, o próprio astro canadense!

— Entrei em desespero quando vi, chorei muito, mexeu com meu emocional. Até hoje sou fã dele, porém não tenho mais tempo de acompanhá-lo como antes — afirma Tati, que sonha dividir o palco com o ídolo.

Antes da fama

O caminho do funk, ela conta, começou a ser trilhado tarde:

— Eu componho e canto desde 2012. Antes, trabalhei num bufê infantil, num escritório de administração e fiz curso de comissária de bordo.

A vida de famosa não é fácil, ela sabe. Mas será que dá para namorar com tanta correria?

— Eu tento — despista a MC, que não descarta se envolver com um fã: — Se eu bater o olho e ver algum que se diferencia, que faça meu tipo, não teria motivo para dizer não.

Fica a dica, marmanjos…

 

MC Tati Zaqui fez curso de comissária de bordo e começou a cantar e compôr em 2012
MC Tati Zaqui

Extra

Vídeo de Bruna Marquezine requebrando em baile funk bomba na internet

brunaBruna Marquezine se jogou no Baile da Favorita neste final de semana, que aconteceu na quadra da Rocinha em São Conrado, zona sul do Rio de Janeiro, com as amigas Manu Gavassi, Polliana Aleixo, e Thaila Ayala.

Dançando o “quadradinho de quatro” ao som de MC Ludmilla, Bruna mostrou que tem o ritmo na veia ao requebrar o bumbum como as funkeiras fazem. A atriz foi então filmada e o vídeo caiu na internet, bombando nas redes sociais.

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Além da funkeira, quem também se apresentou na noitada foi Buchecha e Leozinho, animando a noitada das atrizes, que dançaram sem parar na frentinha do palco.

Vídeo de Bruna Marquezine requebrando em baile funk bomba na internet. Assista!

Vídeo de Bruna Marquezine requebrando em baile funk bomba na internet. Assista!

Vídeo de Bruna Marquezine requebrando em baile funk bomba na internet. Assista!

Vídeo de Bruna Marquezine requebrando em baile funk bomba na internet. Assista!

Vídeo de Bruna Marquezine requebrando em baile funk bomba na internet. Assista!

Vídeo de Bruna Marquezine requebrando em baile funk bomba na internet. Assista!



O Fuxico

‘Fiquei assusado’, diz professor sobre polêmica com Hino Nacional em funk

professorO professor Alan Oliveira revelou que ficou assustado com a repercussão do trabalho de seus alunos, que se apresentaram com uma versão funk do Hino Nacional em uma atividade da escola, em Cacimba de Dentro, no Curimataú da Paraíba. A declaração foi feita em entrevis ao JPB 1ª Edição desta quarta-feira (17).  “Quando comecei a ver as postagens [negativas] eu me assustei e falei com meu advogado, que me disse que estava tudo bem”, conta.

O vídeo gravado na 10ª Amostra Cultura, Científica e Tecnológica (ACCTEC) da Escola Estadual Senador Humberto Lucena foi publicado no Facebook e contava com mais de 34,6 mil compartilhamentos até esta quarta-feira.

Veja aqui o link do vídeo.

O vídeo gerou críticas e elogios. Entre os comentários postados na publicação, muitos leitores fazem comentários contrários à atividade, como “nunca pensei que isto pudesse acontecer … Falta de respeito” e “Gente sem educação, sem respeito e sem cultura”. Um internauta chega a dizer que “tinha que jogar uma bomba nessa escola de lixo”.

Mas há também quem defenda a atividade justificando que “as pessoas devem respeitar opiniões, não achei nada demais usarem o hino com funk, isso é criatividade”. “Nunca imaginei que no Brasil existia tanta gente preconceituosa e de mente pequena”, diz outra internauta.

O festival de artes no pátio da escola contou com apresentações de sapateado, street dance, balé, dança do ventre e até um monólogo teatral. Foi aberto ao público, com participação de convidados de escolas da cidade e de municípios circunvizinhos.

“A direção da escola me deu carta branca e os alunos gostam do ritmo, inclsuive eles mesmos incluiram o ‘passinho’ na apresentação. A gente esperava críticas, mas não dessa forma. Nossa escola quebra muito o preconceito e a maioria dos alunos ama o funk. Na mesma hora tive a ideia, tenho muitas outras ideias para a área cultural. Na escola há muitos talentos da dança, da música, do teatro… A cada dia conheço um novo talento e a gente tem que expor esses talentos”, destacou.

 

Do G1 PB

Vídeo com alunos dançando hino em ritmo de funk ganha repercussão nacional

extraO vídeo que mostra alunos de Cacimba de Dentro, dançando o hino nacional em ritmo de funk ganhou repercussão na mídia nacional. O site Extra, do Globo.com, destacou a polêmica gerada pela apresentação e que foi noticiada inicialmente no Focando a Notícia.

 

Veja o vídeo

 

Confira a reportagem do Extra na íntegra:

 

Apresentação escolar com hino nacional em ritmo de funk gera polêmica na web
Uma apresentação dos alunos da Escola Senador Humberto Lucena, em Cacimba de Dentro, interior da Paraíba, tem gerado polêmica nas redes sociais. Durante a abertura de um evento cultural da institução, a turma fez uma coreografia de funk. O detalhe é que a parte instrumental da música era composta pelo hino nacional. Ao compartilhar o vídeo no Facebook, o professor Alan Oliveira, de 25 anos, tornou-se alvo de críticas, agressões verbais e até mesmo ameaças.— São mensagens de racismo, coisas absurdas. Acionei o Ministério Público por conta de um comentário que dizia que os paraibanos são analfabetos. Meu advogado está cuidando disso. Inclusive, quando ele tentou argumentar no Facebook, o chamaram de corno, usaram palavras de baixo calão. É um absurdo, está muito dificil. 

Foto: Reprodução/Facebook

 

Alan explica que a ideia de realizar uma apresentação com o hino partiu da coordenação da escola, inspirada em uma coreografia de 2013, com o forró. Na época, não houve nenhuma reclamação sobre o gênero musical associado à canção. Para ele, há preconceito relacionado ao funk.

— Tomou uma proporção absurda. Vi comentários dizendo que eu deveria ser metralhado. Pensei no funk porque os alunos amam o funk. Fiz para atrair os alunos, para que eles participassem. A coordenação da escola me deu carta branca porque conhece meu trabalho. Na cidade, só umas duas ou três pessoas foram contra. Críticas são normais, agora não pode acontecer o que estão fazendo comigo, fazer montagem do Bin Laden (terrorista) com a minha cara. Isso me entristece. Estou mais sereno porque tem muita gente do meu lado, estou vendo que não cometi um crime. Com certeza, é preconceito — lamentou Alan.

No Facebook, o vídeo já foi compartilhado mais de 15 mil vezes. Entre os comentários, há até quem defenda a volta da ditadura militar no Brasil.

“Façam isso na Rússia, Japão, Estados Unidos e Alemanha, que vocês verão o que é “liberdade de expressão” eles vão ser livres em “expressar” a vontade de fuzilar vocês em praça pública”, escreveu um homem no perfil de Alan. “Pra dançar e rebolar a bunda aprende rapidinho, agora estudar, que é bom, nada”, comentou outro.

 

Volta da ditadura militar?
Volta da ditadura militar? Foto: Reprodução/Facebook

 

Apesar das críticas, a apresentação dos alunos também tem recebido apoio nas redes sociais.

“Legal a iniciativa. Que a escola brasileira possa cada vez mais se sincronizar com o ambiente na qual ela está inserida, afinal de contas, é muito mais didático ensinar com meios pelos quais os alunos sintam-se mais à vontade e livres para se expressar. E cultura significa o estilo de vida que levamos, se associando o hino ao ritmo de funk tem mais relação com a cultura local (e assim com estilo de vida das pessoas), que assim eles sejam ensinados. (…) Não gosto de funk, mas vejo o funk como mais um estilo popular brasileiro, e se o hino fosse tocado em ritmo de forró? Ou talvez mpb? Seria isso diferente? Enfim, que se possa associar o hino ao axé, funk, sertanejo e assim por diante”, afirmou um jovem.

“Não há crime”

Muitas pessoas têm argumentado que a atitude de apresentar o hino nacional em ritmo de funk seria desrespeitosa e até mesmo ilegal. Uma campanha para denunciar o vídeo à Polícia Federal foi iniciada, acusando Alan de ferir a Lei 5.700, que dispõe sobre a forma e apresentação dos símbolos nacionais.

Mas de acordo com o presidente da Comissão de Direito Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Leonardo Vizeu, a interpretação está equivocada e a apresentação dos alunos não pode ser caracterizada como desrespeito ao hino nacional.

— Os símbolos nacionais só podem ser utilizados em cerimônias oficiais. No caso de eventos não oficiais, precisam ser apresentados de forma respeitosa. Mas o que seria desrespeito ao hino? Eu mesmo não gosto de funk, mas vi o vídeo e não tem ato de desrespeito nenhum. Se fosse em ritmo de forró, não falariam nada. O que vi ali é que dentro do gosto deles, fizeram uma homenagem ao hino. É um exercício de liberdade, que evoca a liberdade cultural também.

 

Segundo advogado, a lei não pode ser aplicada a este caso
Segundo advogado, a lei não pode ser aplicada a este caso Foto: Reprodução/Facebook

 

O advogado afirmou ainda que os comentários se baseiam no preconceito contra o gênero musical e as mensagens de ódio devem ser analisadas com cuidado.

— O professor pode ficar despreocupado. Você pode não gosta de funk, mas ouvir funk ainda não é crime no país. Tocar o hino em ritmo de funk não difere em nada do que já foi feito no passado em outros ritmos. Preocupante é ver as pessoas veiculando mensagens de ódio nas redes sociais. Intolerância e falta de respeito com a opinião alheia. Querem o monopólio da verdade e do bom gosto para si. O sentimento de patriotismo é seletivo. A polêmica é resultado da carga de marginalização que o ritmo carrega — finalizou.

Extra

Vídeo com alunos de Cacimba de Dentro dançando o hino nacional em ritmo de funk gera polêmica

 

COMENTÁRIOUm vídeo onde aparecem alunos do município de Cacimba de Dentro, na Paraíba, dançando o hino nacional em ritmo de funk gerou polêmica nas redes sociais, nesta quinta-feira (11). A repercussão se deu de forma positiva e também negativa. Muitos dos que assistiram a apresentação elogiaram a iniciativa e parabenizaram a idéia. Porém, alguns não concordaram com a expressão da dança.

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O fato de discordar não chamaria atenção se não fosse a forma preconceituosa com que alguns internautas se pronunciaram na rede. Em um dos casos, um rapaz comenta: “Essa turma de analfabetos somente mesmo podiam ser da Paraíba”.

Confira o vídeo

Os comentários preconceituosos chamaram a atenção do professor Alan Oliveira, criador da coreografia, que prometeu acionar o Ministério Público contra os protestos que revelam certa agressividade para com a dança apresentada.

“Nunca imaginei que o vídeo tivesse tamanha repercussão. Houve até comentários racistas (nos vídeos compartilhados). Um do tipo: Bando de analfabetos, só poderia ser da Paraíba. Entrarei em contato com o Ministério Público para tomar as devidas providências”, informou o professor.

Ele explicou que a ideia foi apresentar algo diferente na X Amostra Cultura Científica e Tecnológica (ACCTEC ), realizada de 09 a 12 de setembro, na Escola Estadual Senador Humberto Lucena , em Cacimba de Dentro.

“Fiquei responsável por toda a parte cultural do evento como já faço desde a edição do ano passado, quando teve a dança do hino nacional, só que na versão forró, e ninguém criticou”, completou Alan.

 

Redação/Focando a Notícia

Thammy Miranda posa ao lado de cantoras de biquíni em show de funk

Thammy Miranda posa com as Tigresas do Funk (Foto: R&B/Divulgação)

Thammy Miranda decidiu passar seu sábado (20) curtindo a animada agitação do funk. Posando ao lado das integrantes do grupo Tigresas do Funk, a atriz foi a grande presença VIP em dois eventos, que aconteceram em Franca e Araraquara, no interior de São Paulo.

Com renovação de contrato garantida na Rede Globo após o sucesso conquistado como a escrivã Jô em Salve Jorge, a ex-dançarina foi fotografada ao lado das meninas que, de biquíni, exibiram seus corpões em posição de ataque.

 

 

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