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João Azevêdo divulga dados da Covid na Paraíba e alfineta Bolsonaro: ‘informação é fundamental’

O governador João Azevêdo (Cidadania), na noite deste sábado (06), publicou em sua conta no Twitter a atualização nos dados da Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus, na Paraíba.

O gestor fez questão de ressaltar que as informações são repassadas sempre às 18 horas “porque informação é fundamental”.

A postagem parece ter sido uma indireta ao presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) que mandou o Ministério da Saúde excluir o número total de infectados pelo novo coronavírus e acumulado de óbitos no país desde o início da pandemia.

Na mesma semana, o Ministério passou a atrasar em cerca de cinco horas a distribuição dos boletins, para às 22h, horário depois do fim do Jornal Nacional e depois do horário de fechamento das edições impressas dos principais jornais do país.

“Acabou matéria do Jornal Nacional”, disse Bolsonaro ao ser indagado sobre a estratégia.

João Azevêdo

@joaoazevedolins

Dados da Paraíba, todos os dias às 18:00h, porque informação é fundamental.

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Yves Feitosa

 

 

Autocuidado é fundamental para as mães

Principalmente durante a quarentena, prática é importante para aliviar a rotina das mães, que se esforçam para equilibrar a dedicação à família, home office e atividades da casa.

Diariamente, mães são desafiadas a encontrarem o equilíbrio entre trabalho, atividades pessoais, rotina dos filhos e o autocuidado. E no atual cenário não seria diferente, já que o isolamento social por conta da COVID-19 impôs mudanças de hábitos para a maioria da população, como é o caso da implementação do home office e de ensino à distância, por exemplo.

Diante disso, muitas mães precisam equilibrar atividades para não deixar de lado o cuidado consigo mesmas. Esta é a situação que a dermatologista Dra. Maria Helena Garrone conhece bem. Entre a dedicação aos seus trigêmeos de 9 anos, às consultas e a outras funções, a médica se esforça para encontrar um tempo para cuidar de si. “Precisamos estabelecer um momento nosso de cuidado para deixar o dia mais leve, como uma rotina com a pele. Dedicar minutos para você é fundamental para, inclusive, se preparar para cuidar do outro.”

Pensando nisso, a Dra. Maria Helena sugere alguns passos simples para as mães incluírem o autocuidado na rotina e, assim, sentirem na pele o carinho que seu instinto materno não deixa faltar para as pessoas com quem convivem.

1. Higienização da pele: ao acordar, a limpeza é importante para retirada da oleosidade produzida durante o sono, além de oferecer uma sensação de frescor e leveza. Mas é preciso atenção à escolha do sabonete, pois há produtos específicos para isso, como os higienizadores faciais de Dermotivin – com linhas para todos os tipos de pele e sabonete esfoliante – e os de Cetaphil, voltados para peles sensíveis e sensibilizadas.

2. Hidratação: depois da limpeza, é importante hidratar a pele com produtos específicos, uma vez que o uso de um item inadequado pode comprometer o resultado esperado, como mais oleosidade para uma pele com tendência à acne, por exemplo. Os hidratantes Cetaphil têm formulações para cada tipo de pele, além de recuperar a barreira cutânea, promover hidratação profunda e por 48 horas. Vale aproveitar esse momento para fazer uma automassagem facial e corporal.

3. Proteção solar: na parte da manhã, é preciso incluir um protetor solar após a hidratação para proteger a pele dos danos causados pelos raios UVA e UVB. Cetaphil também oferece itens de proteção solar para corpo e rosto e para todos os tipos de pele.

Antes de dormir, a mesma rotina deve ser realizada, mas com objetivos diferentes: a limpeza é para retirar impurezas do dia e a hidratação tem papel fundamental para evitar o envelhecimento da pele, além dos cuidados específicos receitados pelo médico. “Manter a hidratação adequada da pele é importante durante o dia e à noite para que o equilíbrio e suas funções sejam mantidas, bem como responda aos tratamentos específicos”, comenta a dermatologista.

Para incentivar as mães nesse autocuidado, Cetaphil e Dermotivin, marcas da Galderma, lançaram a campanha #Sintanapeleocuidadodemae no Instagram (@cetaphilbrasil e @dermotivin_br) e Youtube (Cetaphil e Dermotivin).

Sobre a Galderma

A Galderma, maior empresa global independente de dermatologia do mundo, foi criada em 1981 e atualmente está presente em mais de 100 países. Com um extenso portfólio de medicamentos prescritos, soluções estéticas e produtos para o consumidor, a empresa faz parceria com profissionais de saúde em todo o mundo para atender as necessidades de saúde da pele das pessoas ao longo da vida. A Galderma é líder em pesquisa e desenvolvimento de soluções cientificamente definidas e clinicamente comprovadas para a pele. Para mais informações, visite http://www.galderma.com.

 

Em busca da boa escola fundamental

UM BOM COMEÇO SERIA IMPLANTAR UM SÉRIO E ABRANGENTE PROGRAMA DE OFICINAS PARA AUXILIAR NA PREPARAÇÃO  DE  PROFESSORES, QUANTO AOS DOMÍNIOS DOS CONTEÚDOS QUE DEVERIAM SER LECIONADOS E BEM AVALIADOS.

Estamos completando os primeiros vinte anos do terceiro milênio, em conformidade com o calendário vigente, onde o Brasil foi descoberto na precisa metade do segundo milênio, na manhã de 22 de abril de 1.500.

Infelizmente, a busca pela boa escola fundamental não era uma atividade praticada pelo governo português que passaria a colonizar o Brasil, a partir do ano de 1.534, como resultado da criação das Capitanias Hereditárias.

Em 1822, ano da independência do Brasil, depois de 322 anos como colônia portuguesa, a busca pela boa escola fundamental ainda não havia começado, pois o analfabetismo era tal que em cada dez brasileiros somente um sabia ler, escrever e quase nada contar.

Durante as fases imperiais brasileiras e durante muitos anos republicanos, os filhos das poucas pessoas abastadas estudavam nas famosas Universidades existentes em Portugal.

Países que lentamente se desenvolvem, como é o caso do Brasil, precisam urgentemente se livrar do complexo de inferioridade, que os leva a facilmente acreditar que, ações de empreendedorismos e inventividades, são para os americanos e chineses.

Pessoas geniais podem nascer em qualquer lugar do mundo, com talentos, dons e vocações para se tornarem os maiores e melhores cientistas e produtores de proteção vacinal contra todas as doenças que possam gerar epidemias com imensos prejuízos sócio-econômicos e humanitários.

Para que isso aconteça é necessário que exista a base chamada de boa Escola Fundamental, que todo município brasileiro tem obrigação constitucional de gratuitamente fornecer, para as crianças e adolescentes, em nove anos de boas escolaridades previstas.

UM BOM COMEÇO SERIA IMPLANTAR UM SÉRIO E ABRANGENTE PROGRAMA DE OFICINAS PARA AUXILIAR NA PREPARAÇÃO  DE  PROFESSORES, QUANTO AOS DOMÍNIOS DOS CONTEÚDOS QUE  DEVERIAM SER LECIONADOS E BEM AVALIADOS.

 

 

Educação financeira chega ao ensino infantil e fundamental em 2020

Antonia, auxiliar de escritório, todos os dias compra uma balinha ou um chocolate, no ponto de ônibus, na volta do trabalho, que custa R$ 0,50. “Eu não dava importância para aquele gasto. Imagina, R$ 0,50 não é nada! Mas eu nunca consegui economizar um centavo”. Fazendo as contas, esses centavos viram R$ 11 em um mês e R$ 132 em um ano.

São situações como esta, retirada de livro didático disponível online, que ensinam estudantes de escolas em várias parte do país a terem consciência dos próprios gastos e a ajudar a família a lidar com as finanças. A chamada educação financeira, cuja oferta hoje depende da estrutura de cada rede de ensino passa a ser direito de todos os brasileiros, previsto na chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“É uma grande oportunidade, uma grande conquista para a comunidade escolar do país”, diz a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil), Claudia Forte. “A educação financeira busca a modificação do comportamento das pessoas, desde pequeninas, quando ensina a escovar os dentes e fechar a torneira para poupar água e economizar. Isso é preceito de educação financeira”.

A BNCC é um documento que prevê o mínimo que deve ser ensinado nas escolas, desde a educação infantil até o ensino médio. Educação financeira deve, pela BNCC, ser abordada de forma transversal pelas escolas, ou seja, nas várias aulas e projetos. Parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo Ministério da Educação (MEC), prevê que as redes de ensino adequem os currículos da educação infantil e fundamental, incluindo esta e outras competências no ensino, até 2020.

A educação financeira nas escolas traz resultados, de acordo com a AEF-Brasil. Pesquisa feita em parceria com Serasa Consumidor e Serasa Experian, este ano, mostra que um a cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro depois de participar de projetos de educação financeira. Outros 24% passaram a conversar com os pais sobre educação financeira e 21% aprenderam mais sobre como usar melhor o dinheiro.

Sonho do restaurante próprio

É com o que aprendeu em sala de aula aos 16 anos que Adria Cristina da Costa, hoje com 18 anos, pretende ter o próprio restaurante. “Foi fundamental para entender que não é só gastar e curtir, mas é preciso pensar em si mesmo, pensar que o dinheiro vai ser necessário um dia”, diz.

Depois da formação, Adria conta que deixou de gastar apenas com roupas, sapatos, bolsas e artigos para a casa os R$ 80 que ganhava como babá e começou a guardar um pouco todo mês. Com o que poupava, comprava salgados, que vendia a R$ 2 com suco. Logo, os R$ 80 por mês, transformaram-se em R$ 100 por dia. “Quando eu tinha 16, 17 anos, eu queria ter o meu próprio restaurante. Ainda não consegui, mas, agora, em 2020, pretendo ter meu próprio negócio”.

Ela também mudou os hábitos da casa. “Meus pais trabalham muito e não têm tempo de analisar os gastos. Comecei a ajudá-los com os custos de energia, a tirar os aparelhos da tomada. Começamos a nos reunir para fazer uma lista do que é necessário comprar para chegar nas lojas e já saber o que levar e o custo disso”.

Adria foi aluna de Mariá de Nazaré Conceição Sena, pedagoga e socióloga, que desde 2015 desenvolve projetos de educação financeira com os estudantes das escolas que leciona, no Amazonas. O primeiro foi na Escola Municipal Maria Madalena Corrêa, a estudantes do ensino fundamental e, o segundo, na Escola Estadual Professora Adelaide Tavares de Macedo, para o ensino médio, onde Adria estudou. Ambas são escolas em Manaus (AM).

“A educação financeira está entre os temas que são de suma importância para o ser humano e que precisam ser desenvolvidos o quanto antes. Crianças têm possibilidade de mudança mais rápida e aceitam mais que os adultos”, diz a professora que agora mora em Presidente Figueiredo, onde pretende também desenvolver projetos de educação financeira.

Segundo a professora, o lidar conscientemente com o dinheiro está relacionado também com o cuidado com a saúde e com a preservação do meio ambiente. “Está relacionado com a alimentação saudável. Vou comprar produtos mais naturais ou industrializados? Está também relacionado ao acúmulo de lixo. Preciso mudar de celular todos os anos? Tenho essa necessidade? Qual o lugar para o descarte adequado de materiais obsoletos? [A educação financeira] ensina a não ser consumista, mas sim consumidor”.

Desafios

Levar a educação financeira para todas as escolas envolve, no entanto, uma série de desafios, que vão desde a formação de professores, a oferta de material didático adequado e mesmo a garantia de tempo para que os professores se dediquem ao preparo das aulas. “A gente não tem tempo livre para trabalhar projeto nenhum, tem que desenvolver projetos como este na cara e na coragem”, conta Mariá.

De acordo com o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia, os municípios, que são os responsáveis pela maior parte das matrículas públicas no ensino infantil e fundamental, focarão, em 2020, na formação dos docentes, para que eles possam levar para as salas de aula não apenas educação financeira, mas outras competências previstas na BNCC.

“Tivemos um grande foco na construção dos currículos e, agora, neste ano, [em 2020], entramos no processo de formação. Educação financeira, inclusão, educação  socioemocional, todos esses elementos vão chegar de fato na sala de aula a partir da discussão que fizermos agora”, diz. Segundo ele, a implementação será concomitante à formação, já em 2020.

De acordo com Garcia, não há um levantamento de quantos municípios já contam com esse ensino. “Não existe uma orientação geral com relação a isso. São iniciativas locais. Não tenho como quantificar, mas não é algo absolutamente novo”, diz.

Ensinar a escolher

A educação financeira é pauta no Brasil antes mesmo da BNCC. Em 2010 foi instituída, por exemplo, a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), com o objetivo de promover ações de educação financeira no Brasil. Na página Vida e Dinheiro, da entidade, estão disponíveis livros didáticos que podem ser baixados gratuitamente e outros materiais informativos para jovens e para adultos.

As ações da Enef são coordenadas pela AEF-Brasil. Claudia explica que a AEF-Brasil foi convocada pelo Ministério da Educação (MEC) para disponibilizar materiais e cursos para preparar os professores e, com isso, viabilizar a implementação da educação financeira nas escolas.

As avaliações mostram que o Brasil ainda precisa avançar. No Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, o Brasil ficou em último lugar em um ranking de 15 países em competência financeira. O Pisa oferece avaliação em competência financeira de forma optativa aos países integrantes do programa. O resultado da última avaliação dessa competência, aplicada em 2018 ainda foi divulgada.

Os resultados disponíveis mostram que a maioria dos estudantes brasileiros obteve desempenho abaixo do adequado e não conseguem, por exemplo, tomar decisões em contextos que são relevantes para eles, reconhecer o valor de uma simples despesa ou interpretar documentos financeiros cotidianos.

Agência Brasil

 

 

Cuidado com a alimentação é fundamental para a regeneração das células

Tal medida fortalece a prevenção de doenças como o câncer
Cuidados com a alimentação não previnem diretamente o câncer, mas alguns alimentos possibilitam uma vida mais saudável e, consequentemente, um organismo com uma desenvoltura maior, capaz de processar as células de forma contraceptiva à doenças e malefícios genéticos.

Todos os dias, cerca de 70 milhões de células morrem e outras 70 milhões nascem. Com exceção dos neurônios, toda célula ao perceber que está envelhecendo, divide-se para criar uma célula jovem. “O câncer resulta sempre de uma perda de integridade do patrimônio genético de uma célula, com a aparição de anomalias não reparadas ou mal reparadas, trazidas por genes que controlam ou regulam os fenômenos de divisão celular”, informa a nutricionista Sabina Donadelli.

O maior fator de impacto na prevenção contra o câncer é evitar alimentos processados e gordurosos, além de bebidas alcóolicas e cigarros. “Meu trabalho tem o intuito de melhorar a vida das pessoas através da alimentação. Acredito na possibilidade de gerar consciência evolutiva e poder pessoal através dos alimentos, por isso cultivo o acolhimento, a solidariedade e o comprometimento”, ressalta Donadelli.

Uma alimentação equilibrada regida por frutas, legumes e verduras é a melhor opção, o consumo habitual de, pelo menos, um alimento de cada um desses grupos ao dia é grande aliado à um organismo saudável. Já o consumo de carnes deve ser pequeno e feito a cada dois ou três dias. “O alimento interfere no processo de regeneração das células, através de quatro principais mecanismos: ao proteger o DNA e ao estimular mecanismos de reparo do DNA, a diferenciação celular (lembrando que o câncer é uma massa de células não diferenciadas), e a Estimulando a apoptose (suicídio) das células não diferenciadas”, informa a nutricionista.

As brássicas são ótimas opções para quem pretende dar mais atenção ao que consome. Elas possuem uma grande diversidade de espécies valorizadas pelas suas folhas, raízes, sementes, gemas e flores, ricas em glicosinolatos que estimulam a apoptose (morte celular programada) em células cancerosas. “Recomenda-se comer cruas ou cozidas no vapor por até dez minutos ou ainda refogá-las. Devem ser consumidas diariamente no almoço e jantar, ao menos uma das opções. Se você quer ter saúde, precisa ser uma pessoa saudável e fazer o que as pessoas saudáveis fazem”, finaliza a profissional.

Sobre Sabina Donadelli

Apaixonada pelo poder dos alimentos, a nutricionista Sabina Donadelli garante que a comida pode fazer maravilhas pelas pessoas. E ela sabe o que está falando. Formada e pós-graduada em Nutrição, a profissional alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana. Para saber mais, acesse http://www.sabinadonadelli.com.br/ ou pelo instagram @sabinadonadellinutricao

Governo recua e revoga trecho de decreto que ampliava ensino a distância na educação fundamental

No mesmo dia em que autorizou que alunos do ensino fundamental que ficassem sem aula por falta de professor concluíssem as disciplinas por meio de ensino a distância, o governo federal recuou e decidiu revogar trecho do decreto presidencial que facilitou a oferta desses cursos em “situações emergenciais”. Um novo decreto será publicado na edição desta segunda-feira (29) do “Diário Oficial da União” retificando o anterior.

Por meio de nota, a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação informou que houve um “erro material” na redação do artigo 9º do decreto 9.057, que havia sido assinado pelo presidente Michel Temer na última quinta (25). O decreto que havia ampliado o acesso aos cursos de EaD foi publicado na edição desta sexta (26) do “Diário Oficial”.

Entre outros pontos, o ato presidencial permitia cursos a distância para educação básica (fundamental, médio e profissional) em situações especiais.

No caso específico da educação fundamental, o governo havia permitido no artigo 9º do decreto desta semana permitir que os estudantes matriculados nas séries finais do ensino fundamental que estivessem privados da oferta de disciplinas obrigatórias do currículo escolar cursassem as disciplinas por meio do EaD.

Na prática, o governo havia dado aval para que os alunos que ficassem sem aula por falta de professor se matriculassem em cursos de ensino a distância.

Segundo a assessoria da pasta, o decreto assinado por Temer revoga outro, de 2005, que também permitia a ampliação de oferta de novos cursos nos ensino fundamental, médio e superior.

“A Secretaria de Educação Básica do MEC informa que houve um erro material na redação do Art. 9º do Decreto 9.057 de 25 de maio de 2017. Diante disso, a retificação será enviada para publicação na próxima segunda-feira (29/05), restabelecendo os termos do Decreto 5.622 de 19 de dezembro de 2005 de acordo com o § 4º do art. 32 da Lei nº 9.394 (LDB) de 1996”, diz a nota divulgada pelo Ministério da Educação.

Diante da avaliação de que ocorreu um erro no artigo 9º, o governo decidiu revogar este dispositivo. Com isso, ressaltou a assessoria do MEC, ficam mantido os termos do decreto de 2005.

A legislação anterior já permitia o acesso dos estudantes do ensino fundamentgal aos cursos de EaD nas seguintes situações:

estejam impedidos, por motivo de saúde, de acompanhar o ensino presencial

  • se encontram no exterior
  • vivam em localidades que não possuam rede regular de atendimento presencial
  • são transferidos compulsoriamente para regiões de difícil acesso (incluídas as missões localizadas em regiões de fronteira)
  • estejam privados de liberdade

O trecho que havia sido incluído nesta semana e que agora foi revogado ampliava essa possibilidade especial também aos estudantes que “estejam matriculados nas séries finais do ensino fundamental regular e privados da oferta de disciplinas obrigatórias do currículo escolar”.

G1

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Eleições 2016: quase 30% dos eleitores não têm ensino fundamental completo

eleiçõesDos mais de 144 milhões de eleitores aptos a irem às urnas no próximo dia 2 de outubro para eleger vereadores e prefeitos, 41,1 milhões (28,5%) informaram à Justiça Eleitoral que não completaram o ensino fundamental, que compreende as séries do 1º ao 9º ano. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 27,39 milhões de eleitores (19%) completaram o ensino médio, enquanto 27,38 milhões disseram não ter concluído essa etapa.

Grau de instrução

De acordo com o TSE, 15,4 milhões de eleitores (10,7%) leem e escrevem; 10,1 milhões (7%) terminaram o ensino fundamental; 9,5 milhões (6,6%) têm diploma de ensino superior e 5,9 milhões (4,1%) iniciaram, mas não concluíram o curso universitário. Do total de eleitores, 6,9 milhões disseram-se analfabetos e 90 mil não informaram o grau de instrução.

Homens e mulheres

Do eleitorado apto a votar em outubro,75,2 milhões são mulheres (53,2%), 68,7 milhões (47,7%) são homens e 95,2 mil não informaram o sexo.

Do total do sexo feminino, 44 milhões têm idade entre 21 e 49 anos; 22,9 milhões, de 50 a 79 anos; 5,1 milhões, de 16 a 20 anos; e 2,2 milhões têm idade superior a 79 anos.

Entre os eleitores do sexo masculino, 41,2 milhões têm idade entre 21 e 49 anos; 19,9 milhões, 50 a 79 anos; 5,1 milhões estão na faixa etária entre 16 e 20; e 1,7 milhão têm mais de 79 anos de idade.

Segundo turno

As eleições municipais deste ano serão realizadas em 5.568 cidades e, por isso, as estatísticas da Justiça Eleitoral não levam em conta o quantitativo de eleitores residentes no Distrito Federal e em Fernando de Noronha (PE). Nesses locais, não há pleitos para escolha de prefeitos e vereadores.

Do total de cidades onde haverá eleição, há a possibilidade de haver segundo turno em 92. Nas últimas eleições municipais, em 2012, 83 municípios tinham mais de 200 mil eleitores.

Pelas regras eleitorais, somente cidades com mais de 200 mil eleitores podem, eventualmente, ter segundo turno para escolha de prefeito e vice-prefeito. Neste ano, o segundo turno ocorrerá no dia 30 de outubro.

Das 26 capitais, apenas em Palmas não há possibilidade de segundo turno. São Paulo é o estado com maior número de municípios com mais de 200 mil eleitores, 28 ao todo. Em seguida, aparece o estado do Rio de Janeiro, com dez municípios; Minas Gerais, com oito; e Paraná e Rio Grande do Sul, com cinco cada um.

Evolução do eleitorado

Na comparação com o total de eleitores aptos a votar nas eleições municipais de 2012, o Brasil registrou crescimento de 3,96%, passando de 138,5 milhões para 144 milhões eleitores. O município paraense de Canaã dos Carajás teve o maior crescimento do país no número de eleitores, com evolução de 69%. Em 2012, eram 23.593 aptos a votar e esse número saltou para 39.832.

Segundo o TSE, na sequência aparece São Patrício (GO). No último pleito municipal, eram 1.878 eleitores e neste ano serão 2.927, crescimento de 56%. O terceiro maior aumento (51%) no número de eleitores foi registrado no município de Altamira do Maranhão. Em 2012, eram 7.808 e passou para 5.178, este ano. Em quarto lugar, ficou o município de Roteiro (AL), com um aumento de 43% no eleitorado, passando de 3.483 para 4.994. O crescimento na quantida de eleitores deve-se a novos pedidos de títulos ou solicitações de transferência de domicílio eleitoral.

Biometria

De acordo com o TSE, nas próximas eleições, 46,3 milhões de eleitores (32,1%) serão identificados antes de votar por meio da biometria. Esses fizeram o recadastramento eleitoral em que foi coletado, pela Justiça Eleitoral, a impressão digital. O processo de cadastramento biométrico está sendo feito de forma gradual pela Justiça Eleitoral em todo o país.

portalcorreio

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Mais da metade dos prefeitos da PB não têm ensino superior e quase 15% só têm o fundamental

REPETÊNCIA E EVASÃO – Com baixa qualidade de ensino, estudantes repetem de ano e abandonam a escola. Metade dos alunos não concluem o ensino médio até os 19 anos. Foto: A2 Fotografia/José Luis da Conceição/Divulgação
REPETÊNCIA E EVASÃO – Com baixa qualidade de ensino, estudantes repetem de ano e abandonam a escola. Metade dos alunos não concluem o ensino médio até os 19 anos. Foto: A2 Fotografia/José Luis da Conceição/Divulgação

A educação é um dos dez direitos sociais garantidos pela Constituição Federal a todo cidadão brasileiro. E ela deve chegar até os mais longínquos recantes e não pode fazer distinção de cor, raça ou crença. Mas, o que fazer em um município onde nem mesmo o seu gestor tem um grau de instrução condizente com o cargo o qual ocupa?

De acordo com a Pesquisa de Informações Básicas dos Municípios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), mais da metade dos prefeitos paraibanos (51,12%) não têm ensino superior. Pior que isso. Segundo os dados, 14,80% só têm o ensino fundamental, que é aquele que vai do 1º ao 9º ano, ou 2ª a 8ª série, como se dividia antigamente a estrutura educacional brasileira. Alguns deles até chegaram a entrar no ensino médio, mas não completaram.

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Isso quer dizer que, dos 223 prefeitos que comandam as cidades da Paraíba, 114 não têm formação superior e, desses, 33 só têm ensino fundamental.  Sete gestores que atualmente estão à frente de prefeituras paraibanas sequer terminaram o nível primário de educação. Outros 16 conseguiram finalizar esse grau de instrução.

Dez desses chefes do Poder Executivo Municipal ainda entraram no nível médio, mas não terminaram e 54 conseguiram finalizar esse grau. Vinte e sete prefeitos conseguiram ingressar na universidade, mas não concluíram os cursos. Apenas 82 (36,77%) conquistaram um diploma de ensino superior e 27 (12,10%) têm pós-graduação.

A média de prefeitos da Paraíba que não têm ensino superior ultrapassa a nordestina que é de 48,16%. No Nordeste dos 1.794 Chefes do Executivo, 864 só têm até o ensino médio. Esse índice também supera o brasileiro, que é de 47,54%, ou seja, dos 5.570 prefeitos do país, 2.648 têm apenas até o nível médio como grau de instrução.

Secretários mudam o roteiro

O índice de gestores municipais de saúde que não têm nível superior de ensino também não é baixo, mas nem de longe se compara ao resultado dos prefeitos, conforme o IBGE. Os dados revelam que dos 223 secretários que comandam a pasta da saúde, 55 (24,7%) não conquistaram diploma em uma universidade ou faculdade.

No caso dos gestores da saúde o quadro ficou assim, segundo o IBGE: dois só têm o ensino fundamental; um tem ensino médio incompleto; 24 possuem o nível médio completo; 28 o superior incompleto; 108 têm superior completo; e 60 possuem pós-graduação.

 

Por: Nice Almeida

Menor de 6 anos não pode entrar no ensino fundamental, diz STJ

STJA Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que crianças menores de seis anos de idade não podem ser matriculadas no ensino fundamental, ainda que tenham capacidade intelectual comprovada por avaliação psicopedagógica.

A decisão ocorreu na análise de um recurso da União contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região de derrubar resolução do Conselho Nacional de Educação que só autoriza o ingresso, no ensino fundamental, de estudantes com seis anos completos até o dia 31 de março do ano a ser cursado.

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Antes do julgamento em segunda instância, a 2ª Vara Federal de Pernambuco já havia autorizado o ingresso na escola de menores de seis anos, em todo o Brasil. O TRF-5 limitou a eficácia da decisão para o estado de Pernambuco, por entender que a Corte não possuía competência para aplicar o posicionamento em todo o país.

O tribunal defendeu que é possível liberar a matrícula de crianças com menos de 6 anos que fossem consideradas aptas ao estudo por meio de avaliação de pedagogos e psicólogos. A maioria da Primeira Turma do STJ decidiu, porém, que a competência para estabelecer as regras de acesso ao ensino é do Executivo, a quem está vinculado o Conselho Nacional de Educação.

Para o ministro Sérgio Kukina, relator do processo, o critério de idade adotado pelas autoridades educacionais federais não foi “aleatório”, já que foi precedido de audiências públicas com especialistas no assunto.

Kukina destacou ainda que, se o Judiciário derrubar as regras estabelecidas pelo conselho, estará “fazendo as vezes do Executivo, substituindo-lhe, indevidamente, na tarefa de definir diretrizes educacionais no âmbito do ensino fundamental”.

G1

TRE-PB lança pedra fundamental para construção do Fórum de Guarabira

 

lançamentoO Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba realizou  na manhã desta sexta-feira (12) a cerimônia de lançamento da pedra fundamental para construção do Fórum Eleitoral de Guarabira. O presidente do TRE, Saulo Henriques de Sá e Benevides agradeceu à Prefeitura Municipal da cidade pela doação do terreno para a construção do prédio e disse se sentir honrado por poder deixar esse marco da sua gestão na cidade onde tem suas origens.

 

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O TRE já possui o projeto arquitetônico e os recursos para a construção do Fórum Eleitoral. A doação do terreno foi feita através de projeto de lei da Prefeitura de Guarabira aprovado em novembro deste ano. O prefeito Zenóbio Toscano afirmou que é uma grande satisfação poder contribuir para o desenvolvimento da cidade e o Fórum vai atender a uma necessidade da população que busca os serviços da Justiça Eleitoral.

 

O juiz da 10ª Zona Eleitoral, da qual Guarabira faz parte, Gilberto Medeiros, falou que é motivo de muita alegria participar desse momento em que o Fórum começa a ser construído pois há uma carência muito grande da Justiça Eleitoral possuir um prédio próprio com instalações adequadas para atender à demanda da população. Ele lembrou que todo cidadão utiliza os serviços da Justiça eleitoral pelo menos uma vez na vida, quando tira o seu título eleitoral, um documento indispensável para o exercício da cidadania.

 

A solenidade de lançamento da pedra fundamental contou com a presença de várias autoridades, entre elas, o juiz federal Rudival Gama do Nascimento, o juiz Sylvio Pelico Porto Filho, o procurador eleitoral, Rodolfo Alves, deputada Lea Toscano, deputada eleita Camila Toscano, vereadores e secretários municipais de Guarabira.

 

ASCOM