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WhatsApp Pagamentos: nova funcionalidade do app é revogada pelo Banco Central

A nova funcionalidade do app WhatsApp e o WhatsApp Business que possibilita realizar transações monetárias entre os usuários foi revogada pelo Banco Central.

Na segunda feira, dia 15/06, o WhatsApp anunciou a nova função de mandar e receber dinheiro pelo app. As empresas também vão poder realizar essas transações através do aplicativo WhatsApp Business.

No entanto, o Banco Central (BC) decidiu nesta semana, dia 23 de junho, que a nova função deveria ser revogada porque falta um aval prévio dos órgãos reguladores, neste caso o Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB), que terá que avaliar minuciosamente este novo sistema.

A função até o momento permitia realizar transferências bancárias somente em território nacional e o valor limite de uma transação era de R$ 1.000,00.

Além disso, os usuários poderiam realizar somente um máximo de 20 transações por dia e o valor diário era de R$ 5.000,00. Depois da avaliação do SPB não saberemos se estas condições serão ou não mantidas e nem se a funcionalidade poderá, de facto, ser usada no país.

 

Com assessoria

 

Instagram libera nova funcionalidade no Brasil

Usuários do aplicativo no país já podem utilizar o sticker de pedidos de refeição

O Instagram havia liberado a funcionalidade de pedidos de refeição para os Estados Unidos e hoje chegou ao Brasil. O sticker de delivery já está ativo para os usuários e tem funcionalidade simples, como explica a professora de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis.

“No seu Instagram, crie um story. Acione o botão de stickers para verificar quais estão disponíveis, e o de ‘pedidos de refeição’ deve aparecer. Você pode escolher se quer cadastrar um prato ou um restaurante do Rappi ou Uber Eats, os dois parceiros do nessa novidade. Depois é só inserir a URL do prato ou do restaurante que quer compartilhar com seus amigos e pronto. Quando eles assistirem seu story, podem clicar na figurinha e ir direto para o link escolhido por você”, orienta Maria.

A especialista aponta os principais benefícios da nova funcionalidade: quem tem menos de 10 mil seguidores consegue inserir um link externo; quem já tem mais de 10 mil e tem a funcionalidade “arrasta para cima”, pode inserir links de restaurantes manualmente, mas esse novo sticker ajuda aqueles negócios menores. Os usuários comuns também podem utilizar para estimular seus seguidores a pedirem o mesmo prato ou conhecerem um restaurante específico.

“A ferramenta também encurta o caminho para o usuário, que é a principal característica dos negócios na internet, fornecer uma boa experiência. O usuário não precisa abrir o aplicativo, procurar pelo restaurante, navegar pelo menu e escolher o prato. Com dois cliques ele faz o pedido, usando o sticker. Aumentam as possibilidades de parcerias com microinfluenciadores”, afirma.

Para a professora, o único ponto negativo é que nem todas as cidades do Brasil podem contar com a funcionalidade, já que Uber Eats e Rappi não têm atuação em todas as cidades brasileiras. As empresas de tecnologia vêm pensando em ótimas soluções para apoiar os negócios durante a crise causada pela pandemia.

Dicas para o uso:

  1. Explore fotos e vídeos que sejam atrativos e que estimulem a vontade de comer. O usuário que assiste pode agir rápido quando vê que o caminho é simplificado.
  2. Faça stories diversificados usando o sticker. Nem só foto, nem só vídeo, nem só boomerang. Use conteúdos multimídia.
  3. Organize seu cardápio no Instagram usando o sticker, através dos destaques. Como após 24h o story some, use os destaques para mostrar aos usuários quais produtos existem no seu restaurante.
  4. Aos usuários, não deixem de compartilhar o conteúdo dos seus restaurantes favoritos, para apoiar durante esse período complicado.
  5. Não poste muitos stories em um mesmo dia. Isso pode cansar seu seguidor.
  6. Aproveite para mostrar bastidores: pratos sendo preparados, legumes sendo colhidos para o preparo, o motoboy entregando e tomando os devidos cuidados, o processo de fabricação, matéria-prima, explore sua criatividade.

Lorena Ramos – Página 1

 

 

 

Reitora da UFPB prevê para 2020 mais cortes e rebate críticas sobre funcionalidade das universidades

Em entrevista à imprensa paraibana a reitora da Universidade Federal da paraíba, Margareth Diniz, foi enfática ao prever quedas orçamentárias oriundas do Governo do presidente Jair Bolsonaro para com a universidade para o orçamento do próximo ano. Questionada sobre as recentes declarações do presidente sobre algazarras dentro do espaço universitário contra a gestão federal, ela nega e discorda de Bolsonaro.

“Nós fizemos um planejamento orçamentário e encaminhamos para a PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual); em sequência, a LOA foi aprovada. Uma vez aprovada, começamos a trabalhar com aquele orçamento aprovado na LOA, embora sabendo que o orçamento, dependendo de arrecadação, ele pode haver contingenciamento. Bom, ao longo do tempo, já no começo do ano, recebemos a informação de que nós teríamos 30% do nosso orçamento contingenciado. Ou seja, você se planeja para uma coisa e, de repente, você recebe a informação de que 30%, no nosso caso, um quantitativo de R$ 44 milhões para o ano de 2019, serão contingenciados. Sem estes 30% nós não fecharíamos o ano”, disse a reitora, lamentando a postura atual do Governo Federal.

Questionada sobre como observa a política educacional do novo governo? Tendo em vista as declarações críticas do presidente sobre o ensino público superior no Brasil, a exemplo da famosa ‘balburdia’, ela disse: “A questão da balbúrdia, a gente discorda, porque se você olhar os indicadores das universidades, você vai ver que as universidades federais são as melhores do país. Que mais de 70% de pesquisa deste país são feitas pelas universidades federais. Nós fazemos inovação tecnológica. A UFPB, por exemplo, é quinto lugar de governança dado pelo TCU. É a quarta universidade do país em depósito de patente. Nós estamos entre as melhores universidades do país, em qualquer indicador que você possa observar. Então não concordo nada, nem do governo, nem de qualquer outra autoridade que diga que as universidades não funcionam muito bem”, lembra Margareth.

Veja os resultados do levantamento do TCU:

https://portal.tcu.gov.br/governanca/governancapublica/organizacional/levantamento-2018/resultados.htm

 

pbagora