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Senha no WhatsApp já está valendo para todos; entenda função

O ano começou agitado para o WhatsApp. Depois das sete novidades anunciadas somente em janeiro, agora em fevereiro foi a vez de o aplicativo revelar a verificação em duas etapas. A função nova garante mais segurança para os celulares com Android, iPhones e dispositivos que rodam o Windows Phone.

O recurso é opcional e pode ser ativado em poucos passos, de forma simples. Embora o update tenha sido liberado, alguns usuários ainda não viram essa nova opção. Para acabar com suas dúvidas, entenda o que é a verificação em duas etapas e o que é preciso fazer para ativá-la.

[marca] WhatsApp verificação em duas etapas (Foto: Aline Batista/TechTudo)WhatsApp: verificação em duas etapas chega para todos os usuários (Foto: Aline Batista/TechTudo)

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O que é autenticação em duas etapas?

A autenticação em duas etapas é um novo recurso de segurança para o aplicativo. Esse processo é opcional e adicionará ainda mais proteção à sua conta. Ou seja, ativando essa opção, qualquer tentativa de verificação do seu WhatsApp será, necessariamente, acompanhada de um código de acesso de seis dígitos (criado pelo usuário, como se fosse uma senha numérica ou um PIN).

O WhatsApp vai liberar a autenticação em duas etapas em quais sistemas?

A autenticação em duas etapas estará disponível para celulares com Android, iOS e Windows Phone. Não há informações sobre outros sistemas, mas vale lembrar que aparelhos antigos perderam o suporte do WhatsApp.

[marca] WhatsApp verificação em duas etapas (Foto: Aline Batista/TechTudo)Verificação em duas etapas promete mais segurança no WhatsApp (Foto: Aline Batista/TechTudo)

Quando vou receber o update?

O update estará disponível na próxima atualização do aplicativo, mas, como esse recurso estava em fase de testes desde novembro, alguns usuários já podem ativar a proteção.

Como ativar a autenticação em duas etapas?

Para ativar a autenticação em duas etapas basta ir em Configurações »Conta » Verificação em duas etapas » Ativar.

Por que o WhatsApp pede meu email?

Quando o usuário decidir ativar a verificação em duas etapas, terá a opção de colocar um endereço de e-mail. Com esse e-mail, o WhatsApp poderá enviar um link para desativar a verificação caso a pessoa tenha esquecido o seu código de acesso e servirá, também, como uma proteção. O app recomenda que o usuário coloque um endereço de e-mail para que não corra nenhum risco de ficar sem acesso a sua conta.

techtudo

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Padre Bosco assume função na Arquidiocese da Paraíba

DIGITAL CAMERAO padre João Bosco Francisco do Nascimento é o novo Coordenador da Pastoral Carcerária da Arquidiocese da Paraíba.

A nomeação foi feita pelo Administrador Apostólico da Arquidiocese da Paraíba,  Dom Genival Saraiva de França, “em face da necessidade de uma atuação mais articulada, em âmbito arquidiocesano e estadual, no acompanhamento pastoral da população carcerária”.

A nomeação está datada de 01 de fevereiro de 2017 e é por tempo indeterminado.

Rafael San

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Nova função do WhatsApp que permite fazer ligações de graça chega a alguns usuários, diz site

Muitos usuários do WhatsApp ficaram frustrados depois de um misterioso botão de ligar que apareceu na plataforma do mensageiro. A função nada mais era do que um atalho para o app do telefone. Porém, parece que o tão aguardado recurso de ligações gratuitas agora chegou de vez, mas apenas para Android e para a versão web. Segundo o site Android Police, alguns usuários já podem realizar chamadas de voz pelo próprio aplicativo, sem precisar do intermédio de uma operadora para realizar o serviço.

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Ainda de acordo com a fonte, a novidade só chegou para a versão 2.11.528 do Google Play Store, ou 2.11.531, no site oficial do WhatsApp. Porém, parece que nem todos terão acesso livre ao novo recurso tão rapidamente. Segundo o Android Police, a nova ferramenta podia ser enviada como convite a usuários que ainda não tinham acesso ao recurso, entretanto, esta opção não está mais disponível.

Como funcionaram os convites

Segundo a fonte, para enviar convites, o usuário  – que já tinha a função – precisava fazer uma ligação do próprio mensageiro para a pessoa que desejava convidar. Assim, os contatos que recebiam a chamada e não possuíam suporte ao recurso, visualizaram uma mensagem de notificação, que liberou o acesso a funcionalidade.

Porém, poucas horas depois, o mensageiro bloqueou a opção de enviar convites, deixando apenas usuários que já estavam com o recurso instalado funcionando. Isto é, apenas alguns felizardos tiveram a sorte de receber a suposta atualização. Agora, resta aguardar um comunicado oficial do mensageiro disponibilizando a versão a todos. Pelo que parece, o WhatsApp está testando a nova ferramenta e por isso liberou o recurso apenas a alguns usuários.

Diferenças para o atalho do telefone

A última atualização do WhatsApp incluiu um botão misterioso de telefone dentro das conversas do mensageiro. Porém, o recurso era apenas um atalho para fazer ligações pela operadora telefônica do usuário. Agora, se for confirmado, os usuários do WhatsApp agora vão poder fazer ligações de voz pelo próprio aplicativo, sem precisar pagar nada pelas chamadas.

Segundo o site, além de trazer um botão diferente de chamadas de voz, a nova versão divide o mensageiro em abas: uma específica para as chamadas de voz e outra para as mensagens de texto.

FONTE:

  • Tech Tudo

Conselho Tutelar de Bananeiras paralisa atividades em função de chacina em Pernambuco

Conselho-Tutelar-de-BananeirasOs conselhos tutelares de todo o Brasil paralisarão suas atividades nesta quinta-feira (12), em solidariedade aos três conselheiros assassinados em chacina ocorrida na cidade de Poção, no Agreste pernambucano, no último dia 06.

Em nota, o Conselho Tutelar de Bananeiras anunciou que vai acompanhar o movimento no país, aderindo a paralisação nacional, e estará atendendo em forma de plantão apenas casos de maior urgência.

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Leia a nota na íntegra:

ESTADO DA PARAÍBA

CONSELHO TUTELAR DE BANANEIRAS
Rua Professor Francisco Falcão, 38
Criada pela LEI Federal. Nº 8.069/90
Lei Municipal 125/97

O CONSELHO TUTELAR de Bananeiras – PB, Órgão Permanente não Jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelos direitos da criança e do adolescente, definidos pela Lei Federal 8.069/90 e Lei Municipal 125/97, localizado na Rua Professor Francisco Falcão, N°38, Centro, Bananeiras- PB, CEP: 58220-000, vem em solidariedade aos companheiros de trabalho vitimas de um ato covarde e abominável que ceifou a vida de três conselheiros tutelares da cidade de Poção, em Pernambuco aderir a ‪#‎PARALISAÇÃO‬ ‪#‎NACIONAL‬ nesta quinta-feira (12/02/15).

Infelizmente esse foi o desfecho de uma tragédia já anunciada em centenas de eventos, seminários, fóruns e capacitações realizados em todo território brasileiro. O assassinado dos conselheiros Carmen Lúcia Silva, Daniel Farias e Linderberg Vasconcelos é o mais grave resultado já obtido através das distorções das atribuições do Conselho Tutelar. Portanto, para que o sangue derramado dos conselheiros tutelares não caia no esquecimento e se torne apenas um dado estatístico, decidimos aderir à #PARALISAÇÃO #NACIONAL do dia 12 de fevereiro de 2015, a fim de reivindicar o que segue:
1. Absoluto respeito por parte das autoridades municipais à autonomia e autoridade do Conselho Tutelar;
2. Absoluto respeito por parte das autoridades municipais, às atribuições elencadas no artigo 136 do Estatuto da Criança e do Adolescente;
3. Absoluto respeito por parte das autoridades municipais à característica fundamental do órgão Conselho Tutelar, que é zelar pelos Direitos Humanos de crianças e adolescentes;
4. O reconhecimento das autoridades municipais, de que o Conselho Tutelar não é um órgão executor de ações, e sim garantidor de direitos através do exercício legítimo da requisição de serviços públicos e representação daqueles que cometem infrações administrativas ou penais contra os Direitos Humanos de nossas crianças e adolescentes;
5. O reconhecimento da importância do trabalho do Conselho Tutelar na comunidade através de remuneração compatível com a complexidade da função;
6. O reconhecimento dos direitos sociais já garantidos através de Lei Federal 12.696/2012, com a adequação imediata das leis municipais e do pagamento retroativo à data da publicação da lei;
7. Investimento em estrutura para o funcionamento do Conselho Tutelar conforme resoluções do CONANDA – Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente;
8. Investimento em estrutura administrativa e de equipe técnica para assessoramento do trabalho do Conselho Tutelar;
9. Investimento em capacitação continuada para os membros do Conselho Tutelar, equipe técnica e administrativa e rede de atendimento;
10. Ação imediata do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Superior do Ministério Público Federal na orientação dos juízes e promotores, em todos os níveis, em relação à autonomia, autoridade e atribuições do Conselho Tutelar.

Contudo, o colegiado/membros deste Conselho Tutelar se compromete na data de 12 de fevereiro de 2015 (quinta-feira) com a PARALISAÇÃO NACIONAL a não interrupção do atendimento da população mantendo atendimento mínimo através de sobreaviso/plantão nos telefones disponíveis na sede. Através deste movimento, queremos externar apoio e solidariedade aos familiares dos Conselheiros Tutelares chacinados e aos outros dois integrantes do Conselho Tutelar de Poção – Pernambuco.

Nenhuma criança ou adolescente ficará sem atendimento durante a Paralisação Nacional dos Conselhos Tutelares.

Desde já agradecemos a compreensão e atenção!

Bananeiras, 11 /02/2015
Atenciosamente,
Valnize da Silva Pereira
Presidente do CONSELHO TUTELAR

Bananeiras Online

A função da ouvidoria

artigoramalho

Quando exerci o cargo de Secretario  do  Controle da Despesa Publica, hoje Controladoria Geral, tive a satisfação de implantar a Ouvidoria Geral do Estado, órgão criado de há muito mas somente sob a gestão Cássio Cunha Lima, nomeada a primeira titular, a professor Carmem Isabel Silva. A iniciativa obteve ampla repercussão e muitas informações   chegaram a ser respondidas, pessoalmente, via telefone, pelo Chefe do Executivo, causando surpresa aos consulentes.

A figura do Ouvidor surgiu entre nós desde o Brasil-Colônia, herança trazida da Corte, onde se identificava na magistratura do Império Colonial Português. Na Terra de Santa Cruz os ouvidores  eram juízes nomeados pelos donatários das Capitanias. A função se confunde com o Ombudsman, surgido na Suécia de 1809 e caracterizado como um agente parlamentar de Justiça, com a missão  de limitar os poderes do Rei.

No Brasil de hoje as duas denominações convivem pacificamente. O Ombudsman mais utilizado nas empresas privadas e o Ouvidor, quadro do setor publico com o mesmo objetivo- intermediar os interesses dos clientes ou dos cidadãos, junto ‘as empresas e aos entes estatais.

Compete ao Ouvidor de entidade pública, ouvir as manifestações da sociedade, as queixas, reclamações, consultas, denuncias e encaminhá-las aos setores competentes visando corrigir os erros porventura denunciados, dando-se, depois, ao denunciante  ou ao consulente a resposta do que foi apurado ou dos procedimentos que estejam sendo adotados. A satisfação a quem reclama ou consulta ou denuncia, e’ primordial para a missão da Ouvidoria.

Lembro-me bem, e lembro muito bem, como diria o Armando Abílio, de fatos desabonadores na conduta  de militares e servidores civis que foram apurados a partir de denuncias chegadas a Ouvidoria do Estado através do Fala Cidadão, que e’ a ferramenta disponibilizada na internet para se alcançar a Ouvidora.

A professora Carmem Isabel Silva executiva do Fala Cidadão, só’ foi vista na hora solene de sua posse. A sua missão era subterrânea e eficiente, gerando resultados satisfatórios. A tudo ela mandava apurar e a todos informava das providencias. Se não foi possível corrigir todos os erros, pelo menos se evitou a sua repetição. Nunca, em tempo algum, a Ouvidora Geral do Estado, deu entrevista a jornais ou emissoras de radio sobre os fatos que apurou ou apontou seus responsáveis ou irresponsáveis. A sua função era de Ouvidora e não de amplificadora. Ouvidora, o nome, no bom português, já esta dizendo, e’ para ouvir, não para falar…

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O texto é de inteira responsabilidade do assinante

Ocupar uma propriedade que não cumpre sua função social é exigir a lei, diz MST

Advogado do MST, Ney Strozake, afirma que o movimento busca forçar o Poder Executivo a fazer valer a Constituição Federal

 

Ocupar uma propriedade que não cumpre sua função social é exigir a lei, diz MST “O movimento social precisa ir no limite da lei”, diz coordenador da área jurídica do MST (Foto: Camila Rodrigues/Divulgação)

 

O advogado Ney Strozake, coordenador da área jurídica do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmou que a ocupação de terras ocorre para demandar do Poder Executivo o cumprimento da lei. Em um evento na Faculdade Cásper Líbero, na quarta-feira (30/5), ele disse que a Constituição Federal de 1988 determina que a União deve desapropriar a propriedade rural que não cumpre sua função social. Para Strozake, as ações do movimento seriam noticiadas pelos veículos de comunicação como crimes, pois eles seguiriam a opinião do poder político dos proprietários de terra.

“Ocupar uma propriedade que não cumpre sua função social é exigir a lei”, disse ele. No artigo184 da Constituição Federal é dito: “Compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social”. E a função social, especificada logo em seguida na Carta Magna, no artigo 186, é cumprida quando, simultaneamente, há o aproveitamento racional e adequado da terra, a utilização adequada dos recursos naturais e preservação do meio ambiente, quando as relações de trabalho são respeitadas, e quando a exploração favorece o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores. Quando uma propriedade não cumpre uma dessas exigências, de acordo com Strozake, o MST a ocupa com a perspectiva que a União a desaproprie e, dela, faça um assentamento.“Enquanto o Estado não desapropriar, ele está desrespeitando a lei”, disse.

Para o advogado, os movimentos sociais devem pressionar para causar mudanças. “O movimento social precisa ir no limite da lei, isto é, fazer ações, no caso do MST, fazer ocupações de terras e de espaço público, que é forçar a sociedade a debater aquele assunto. Não há avanço social político-econômico se o movimento social não for no limite da lei. Não fossem as ocupações do MST, não teríamos os assentamentos que nós temos hoje”, afirmou.

Para ele, o fato de os governos estaduais, os ministérios e os partidos políticos não respeitarem a Constituição Federal mostra como a sociedade é incapaz de manter um acordo. Strozake afirma que a grande imprensa tampouco é capaz de fazê-lo, já que faz-se uma cobertura tendenciosa de todo acontecimento relacionado ao MST, a ocupações de terra e à Reforma Agrária. “Os meios de comunicação tradicionais são sempre porta-vozes do poder econômico, que estão relacionados ao poder político, e terra é poder – não é à toa que mais de 50% da Câmara dos Deputados é composta pela bancada ruralista.”

Procura-se transmitir uma imagem violenta, segundo Strozake. “O aspecto socioeconômico não é trabalhado. O assentamento onde minha família mora produz para a comunidade local e exporta, e os assentados têm um padrão de vida razoável. Alguém aqui viu em algum telejornal nacional uma reportagem sobre os aspectos positivos de um assentamento?”, questionou.

Segundo Strozake, quase todas as informações veiculadas no Brasil são criadas por empresas comunicação pertencente a poucas famílias, mas que a internet vem derrubando esse conglomerado familiar.

Strozake nasceu no Rio Grande do Sul em uma família de agricultores. Seus pais perderam sua média propriedade rural no Paraná, na década de 1970. Naquela época, eles haviam perdido parte da colheita por conta de uma seca e pediram um empréstimo ao banco. Não tiveram, contudo, recursos para pagar a dívida. À época, a produção de soja começava a tomar conta da região. Sua  família se envolveu com o MST, pouco tempo depois de ter de imigrar a São Paulo.

Strozake é mestre pela Universidade de São Paulo e doutor pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e atua junto ao movimento desde antes de sua graduação.

 

Rede Brasil Atual
Focando a Notícia

Cartaxo rebate Couto, ‘não vamos fazer aliança em função de outros estados’

O deputado estadual, Luciano Cartaxo (PT), afirmou na manhã desta sexta-feira (20) que desconhece posição do diretório Nacional de formar alianças em função de outros estados.

O pré-candidato do partido referiu-se às declarações do deputado federal Luiz Couto, que afirmou que o PT Nacional quer formar alianças com o PSB em vários estados, a exemplo de São Paulo, onde a aliança é negociado pelo presidente Lula.

Cartaxo voltou a afirmar que o PT tem interesse em eleger prefeitos em diversas capitais e João Pessoa é uma delas.

“A posição do diretório é de respeitar a decisão da militância o partido. E a decisão é da candidatura própria”

Pedro Callado

Paraíba.com.br