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Vice-prefeito de Puxinanã morre vítima de infarto fulminante

Na manhã desta terça-feira (11), o vice-prefeito da cidade de Puxinanã, Hélio Monteiro Lima (PCdoB), de 59 anos, faleceu vítima de um infarto fulminante.

As primeiras informações dão conta de que o vice-prefeito, mais conhecido como Hélio Placa, estava em sua residência quando sentiu-se mal.

Ainda não há informações sobre o velório.

No final de semana o ex-prefeito da cidade e pai do atual gestor, Abelardo Coutinho também faleceu.

PB Agora

 

 

Senador do PMDB morre após infarto fulminante

senadorO senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB) morreu na tarde deste domingo (10) em Joinville, no Norte de Santa Catarina. Ele tinha 75 anos e chegou a ser encaminhado ao hospital, mas não resistiu, segundo a assessoria de imprensa do Hospital da Unimed.

De acordo com o secretário de Comunicação de Joinville, Marco Aurélio Braga, o senador estava em casa, em Joinville, e as primeiras informações indicam que ele sofreu um infarto fulminante logo após o almoço.

Luiz Henrique da Silveira foi conduzido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital da Unimed, onde às 15h15 foi confirmada a morte, confome a assessoria de imprensa da instituição.

Além de senador desde 2011, o político catarinense foi prefeito de Joinville por três mandatos, deputado federal, deputado estadual e governador de Santa Catarina por dois mandatos, entre 2003 e 2010.

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De acordo com o secretário Braga, não há confirmação do local do velório. Esta decisão será tomada em conjunto com a família.

G1

Orgasmo pode causar dor de cabeça fulminante; entenda a cefaleia orgástica

dordecabecaImagine um encontro perfeito: champanhe para brindar, um prato sofisticado para o jantar, um vinho especial para acompanhar, beijos e carícias. A consequência natural é mais do que esperada: aquela cama gostosa, com lençóis macios e perfumados, para uma noite de amor. Mas, e se no meio da relação sexual, no ápice da excitação, quase chegando lá, aparecer uma incrível dor de cabeça, tão fulminante que é dá vontade de parar tudo? Não, não é a velha e conhecida desculpa da dor de cabeça para não transar. Trata-se da cefaleia orgástica, uma doença que atinge até 1% da população ocidental e pode prejudicar – e muito – a vida sexual.

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Segundo o neurologista especializado em dor de cabeça, Abouch Krymchantowski, membro da American Headache Society e da International Headache Society, a cefaleia do orgasmo representa de 0,2 a 1,3% de todas as dores de cabeça que se manifestam em caráter mais frequente em pacientes. E não são poucas: existem mais de 250 tipos de dor de cabeça, que atingem mais de 90% da população brasileira, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia.

“Para se diagnosticar a cefaleia orgástica é preciso que a dor de cabeça aconteça na vigência do ato sexual”, afirma o neurologista Pedro Moreira, membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia e professor de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense. Nessa circunstância, o problema pode se manifestar de duas maneiras. A cefaleia pré-orgástica, menos comum, ocorre antes do orgasmo, na fase inicial de excitação ou da relação sexual. “Vai aumentando progressivamente na medida em que o indivíduo vai se excitando. A intensidade é tão grande que muitas vezes é preciso interromper o orgasmo”, explica Moreira.

Já a cefaleia orgástica, mais comum, acontece na vigência do orgasmo, ou seja, no clímax sexual. “É uma dor de caráter explosivo, bem mais incapacitante, que afeta toda a cabeça ou só a nuca”, diz Krymchantowski. Segundo ele, os pacientes relatam que, quando atingem o orgasmo, a cefaleia costuma durar até 48 horas, mas, se o interrompem, a dor pode desaparecer em até uma hora.

Problema de homem

A doença pode afetar tanto homens como mulheres, mas, segundo um dos poucos estudos sobre o tema, realizado na Universidade de Munster, na  Alemanha, a cefaleia do orgasmo atinge cerca de três vezes mais homens do que mulheres e é mais comum entre os 20 e 25 anos. “Nem sempre acontece em todas as relações sexuais e pode também ocorrer numa masturbação”, afirma Moreira. De acordo com os médicos, o problema costuma atingir mais as pessoas que apresentam outros tipos de dor cabeça, como a enxaqueca, apesar de o quadro não ser obrigatório. “Eu já vi pacientes com cefaleia do orgasmo que não tinham enxaqueca”, conta Krymchantowski.

O desconhecido

A causa principal da cefaleia orgástica não é conhecida. Há uma corrente de estudiosos que afirma ter relação com o aumento da pressão sanguínea durante do ato sexual, quando a dilatação de vasos na cabeça e a produção de serotonina podem desencadear as crises. Outra corrente acredita que o cérebro das pessoas acometidas pela enxaqueca – que apresenta um desequilíbrio químico natural – recebe o estímulo do orgasmo como um fator desencadeante da dor. “É uma deficiência do sistema antidor”, diz Krymchantowski. De acordo com Moreira, há também correntes que ligam o problema ao estresse, mas não há comprovação. “É uma teoria ainda muito discutível.”

Vergonha
“Por vergonha ou por concluir que o problema não tem cura, muitos sofrem anos em silêncio e passam a evitar as relações sexuais, pois a intensidade da dor é muito grande. Isso acaba com a vida sexual”, afirma Krymchantowski. O que se sabe com certeza é que não tem nada a ver com problemas psicológicos ou de outra natureza, como muitos pacientes chegam a pensar num primeiro momento.

​Foi o caso do empresário M.A., de 54 anos, que desconfiou até de macumba, tamanha a falta de conhecimento sobre o problema. “Há alguns anos comecei a ter uma forte dor de cabeça quando transava com a minha amante. Era uma dor muito forte, explosiva, sempre antes do orgasmo. No entanto, a dor aparecia somente nas relações com a minha amante. Com a minha esposa eu conseguia ter uma relação sexual normal. Fiquei preocupado e achei, inclusive, que a minha esposa, já desconfivda da traição, tinha feito algum tipo de macumba para mim”, conta o empresário.

Como o problema não desaparecia, ele começou a evitar as relações sexuais, principalmente com a amante. “Eu sentia muita vergonha e medo de a dor acontecer e ocasionar algo mais sério no momento do orgasmo. Achei que poderia ser por causa da alimentação, de remédios, estresse ou algum outro motivo que eu desconhecia”, diz. O problema persistiu até que ele procurou um neurologista para um diagnóstico correto e recebeu medicação para controlar as crises. “Hoje já está tudo certo”, comemora.

Diagnóstico e medicação

Para o neurologista Abouch Krymchantowski, o mais importante para o diagnóstico é uma consulta demorada e detalhada com um neurologista especializado em dor de cabeça. “Ainda há muito desconhecimento em relação à essa doença, por isso é importante procurar um especialista”.

“A cefaleia orgástica não coloca o paciente em risco de vida, mas é preciso afastar outras causas mais graves para fazer o diagnóstico correto”, avalia o neurologista Pedro Moreira. Para ele, é necessário realizar alguns exames, como arteriografia cerebral, angioressonância cerebral e ressonância do cérebro. “Há determinadas circunstâncias que ocorrem também na vigência de um esforço e podem resultar em hemorragia cerebral provocada por ruptura de um aneurisma”, afirma Moreira.

Uma vez descartadas causas mais graves, o problema é tratado com medicação, geralmente via oral, indicada pelo médico. Ter hábitos saudáveis, como dormir cedo, praticar exercícios físicos, controlar o estresse e procurar uma boa alimentação também ajuda no tratamento. E o mais importante, segundo os médicos, é não ter vergonha de procurar ajuda médica especializada.

 

 

Terra

Prefeito morre de enfarte fulminante durante campanha

O prefeito da cidade de Joca Marques, 440 quilômetros ao Norte de Teresina, no Piauí, faleceu depois de sofrer um enfarte fulminante na quarta-feira (12). Edilberto de Aguiar Marques (PTB), 64 anos, disputava a reeleição.

Ele chegou a ser socorrido no Hospital Gerson Castelo Branco, em Luzilândia, município a pouco mais de 10 quilômetros de distância, mas não resistiu. Segundo o médico Vicente Sabóia Menezes Neto – responsável pelo atestado de óbito – a morte foi por volta do meio-dia.

De acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato do PTBera casado. Edilberto foi o primeiro prefeito da cidade de Joca Marques, após a emancipação do município, em 1994, e o governo de transição, chefiado pela filha dele, Janaína Marques. Antes disso, a cidade fazia parte de Luzilândia. Com pouco mais de 12 anos de autonomia, a cidade conta com uma população de pouco mais de 5 mil habitantes, sendo quase 4 mil eleitores, segundo dados do Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Há menos de quinze dias, em outra cidade do Piauí, um político também morreu depois de sofrer um enfarte. Rodevaldo Nunes de Sousa (PDT), 34 anos, faleceu logo após passar mal enquanto discursava em cima do palanque, em um bairro da cidade de Amarante.

G1

Com contra-ataque fulminante, Ponte Preta vence e afunda o Flamengo

A Ponte Preta iniciou este Brasileiro, depois de cinco edições na Série B, com uma escrita: jamais havia vencido no Rio de Janeiro. Pois nesta quarta-feira conseguiu pela segunda vez – em três jogos no estado – ao bater o Flamengo por 1 a 0, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O gol de Uendel, iniciado em um contra-ataque puxado pelo goleiro Edson Bastos, deixa o time em nono lugar, de volta ao top 10 do campeonato depois de seis rodadas fora. São quatro jogos de invencibilidade (três vitórias e um empate), que lhe deixam com 30 pontos.

O Flamengo, que não venceu nas últimas quatro rodadas, está com três pontos a menos e caiu para o 13º lugar. Ainda pode ser ultrapassado pelo Santos, que pega o Fluminense na quinta, e nesse caso ocuparia sua pior colocação neste Brasileiro.

– Hoje, sim, jogamos como Flamengo. Criamos, buscamos, mas a bola não entrou – analisou Ramon, que terá de cumprir suspensão após receber seu terceiro cartão amarelo.

O jogo no Raulino teve o pior público do Flamengo no campeonato, com 2.627 pagantes. Agora, o time joga duas vezes fora de casa, a primeira contra o Coritiba, no sábado, no Couto Pereira. A Ponte Preta terá o Figueirense pela frente, também no sábado, em Campinas.

Flamengo x Ponte Preta, Vagner Love (Foto: Fernando Azevedo / Fla Imagem)Love na briga: atacante teve melhor chance em cabeçada (Foto: Fernando Azevedo / Fla Imagem)

Dorival muda o Flamengo

O Flamengo entrou em campo com uma formação diferente da usual, tentando deixar para trás a goleada de 4 a 1 aplicada pelo Internacional na rodada passada. Com Liedson, em seu primeiro jogo como titular, e Bottinelli nos lugares de Thomás e Negueba, o time não conseguiu ser efetivo nos primeiros minutos. Desentrosados, os jogadores apresentaram dificuldades em se encontrar em campo.

Com isso, as jogadas de bola parada se transformaram nas principais oportunidades. Ainda assim, as finalizações não aconteciam. A Ponte Preta fez o seu papel no primeiro tempo e se postou na defesa para aproveitar os contra-ataques. Foi assim que marcou o seu gol, curiosamente depois de um cruzamento do adversário para a sua área.

Aos 20 minutos, Edson Bastos segurou com tranquilidade um cruzamento de Ramon e lançou com precisão Luan na ponta esquerda. Sem a pressão de Léo Moura, ele teve tranquilidade para tocar a bola no meio da área e encontrar Uendel, que tocou com categoria para abrir o marcador, aproveitando a demora dos jogadores do Flamengo em recompor a defesa.

O gol acordou o Flamengo, que passou a fazer maior pressão no ataque. Teve boas chances com Bottinelli, duas em cobrança de falta e outra num chute de dentro da área, e com Vagner Love, que fez jogada individual e parou em Edson Bastos. O goleiro voltou a trabalhar numa conclusão de Ramon. Antes do fim do primeiro tempo, a Ponte Preta reclamou de um pênalti de Welinton em Uendel, não marcado pelo árbitro Elmo Alves Resende, de Goiás.

Edson Bastos salva a Ponte Preta

Para buscar o resultado, Dorival Júnior decidiu fazer uma mudança ousada. Colocou Negueba, que vinha sendo titular, no lugar do volante Amaral. O atacante entrou pelo lado esquerdo, mas o time continuou enfrentando as mesmas dificuldades para encontrar espaços na defesa da Ponte Preta.

Os visitantes não mudaram sua forma de jogar. O técnico Gilson Kleina apenas colocou Roger no lugar de Giancarlo, trocando um atacante por outro. Dorival fez o mesmo do outro lado, tirando Liedson – que não conseguiu uma finalização sequer em seu primeiro jogo como titular – para dar uma chance a Hernane.

O Flamengo só levou algum perigo pela primeira vez aos 22 minutos, quando a defesa da Ponte Preta afastou mal um cruzamento de Negueba, e Ramon chutou por cima. Depois da chance perdida, Dorival fez a sua última substituição, colocando Nixon, em sua estreia nos profissionais, no lugar de Ibson, que saiu de campo vaiado. O time passou a atuar com quatro atacantes, mas ainda sofrendo para finalizar.

Com um sistema bem definido de jogo, a Ponte Preta teve mais uma boa chance aos 24, com André Luis, que havia substituído Luan, bem defendida por Felipe. Edson Bastos apareceu três vezes com destaque. Defendeu uma cabeçada de Welinton, salvou uma cabeçada à queima-roupa de Vagner Love, na melhor oportunidade rubro-negra, e pegou um chute de longa distância de Negueba.

A dificuldade em conseguir o gol deixou o Flamengo com os nervos à flor da pele, e Dorival acabou expulso, assim como havia acontecido no empate por 0 a 0 com o Botafogo. Apesar dos sustos, a Ponte Preta manteve sua tranquilidade e aproveitou-se do desespero adversário. A equipe, que já havia derrotado o Botafogo e perdeu para o Vasco no Rio, terá a chance de alcançar uma trinca carioca: enfrentará o Fluminense na 30ª rodada.

Globoesporte.com