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Fonoaudióloga fala sobre importância da voz e destaca que maçã e frutas cítricas são aliadas da saúde vocal

Nesta terça-feira (16), data em que se celebra o Dia da Voz, a fonoaudióloga do Hapvida em João Pessoa, Claudionária Torres, fala dos cuidados necessários com a voz e explica como ela é produzida. Mas, a primeira recomendação é simples: a atenção com esse importante instrumento de comunicação não deve se limitar apenas a quem trabalha com ele. A especialista informa que alimentos como maçã e frutas cítricas são aliados da voz.

De acordo com a especialista, as principais estruturas responsáveis pela produção vocal são as pregas vocais. “Elas ficam localizadas na laringe e para que a voz seja produzida é necessário que o ar, vindo dos pulmões durante o ato de expiração passe pelas pregas vocais, fazendo com que elas vibrem. Essa vibração ou som é o que chamamos de voz”, explica.

Claudionária Torres afirma que algumas atitudes que costumamos tratar como normal muitas vezes provocam problemas na voz. “Falar muito alto ou em ambiente muito ruidoso, tensão e/ou esforço ao nível de pescoço e ombros durante a fala, falar durante longos períodos de tempo e pigarrear excessivamente são alguns fatores que contribuem para problemas na voz”, esclarece.

Entre as doenças que podem desencadear problemas de saúde, devido ao mau uso da voz, são os nódulos vocais, pólipos e cistos. Os sintomas incluem rouquidão, voz soprosa e falhas na voz. Além de garganta seca, necessidade de pigarrear, que tendem a progredir por dias ou semanas. “O indivíduo acometido por qualquer alteração vocal, seja ela por mau uso ou alguma perturbação no funcionamento das pregas vocais, pode chegar ao grau de afonia, que é a perda total da voz”, afirma a fonoaudióloga.

A fonoaudióloga ainda alerta que “a voz é extremamente importante e essencial para a comunicação com outras pessoas, assim como para expressar os próprios sentimentos (por meio do canto, por exemplo), logo, ela passa a nos representar e se torna nossa identidade”.

Além disso, a especialista lembra que as pessoas tendem a valorizar a voz apenas quando são acometidos por alguma alteração vocal (transitório ou permanente), e se veem quase impossibilitados de se comunicar. “Cuidar da voz e estar atento aos primeiros sintomas de alteração vocal como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão é essencial. No caso de problemas vocais, é de suma importância buscar ajuda com um fonoaudiólogo e/ou um médico otorrinolaringologista”, finaliza.

Para combater todo e qualquer problema com a voz, a fonoaudióloga Claudionária Torres elenca alguns comportamentos , alimentos e cuidados importantes para com a voz. São eles:

1. Lembre-se de beber muita água;
2. Cuide da sua postura, mantendo a coluna ereta e o pescoço alinhado ao eixo corporal;
3. Use sapatos confortáveis e roupas leves, evitando apertar a região do pescoço e abdômen;
4. Evite falar excessivamente, faça pausas ao longo do dia (repouso vocal) e dê intervalos enquanto fala;
5. Evite falar em local muito ruidoso, espere diminuir o barulho para continuar sua fala;
6. Evite gritar, falar ou rir demasiado alto constantemente;
7. Evite falar fora do seu tom habitual (mais agudo, mais grave ou sussurrar);
8. Evite pigarrear, devendo substituir por tosse ou deglutir a saliva;
9. Evite falar muito durante estados gripais ou crises alérgicas;
10. Aqueça sua voz, preparando os músculos para a produção da voz;
11. Relaxe a garganta fazendo exercícios de desaquecimento após falar por mais tempo;
12. Evite leite e derivados como queijos e iogurtes, assim como chocolate antes e durante o uso da voz porque aumentam a secreção na garganta;
13. Pastilhas e balas em geral devem ser evitadas porque causam uma sensação de alívio imediato e você pode não perceber que está falando com esforço;
14. Fumar, pois o fumo irrita a mucosa das pregas vocais;
15. Coma alimentos como maçã e frutas cítricas, que tem propriedade adstringente e favorecem a limpeza e lubrificação.

 

Assessoria de Imprensa

 

 

Criança de oito anos morre e outras duas passam mal após comerem frutas encontradas em lixão de Alagoinha

alagoinhaUma criança de oito anos de idade morreu no início da tarde deste domingo (16) após comer frutas em um lixão na cidade de Alagoinha, Região Metropolitana de Guarabira, Agreste Paraibano. Outros dois garotos passaram mal e foram socorridas, sendo que uma se encontra em estado grave.

Um tio dos garotos, que são irmãos, contou que os meninos com idades de 10, 8 e 5 anos, saíram pela manhã e depois chegou a notícia da morte de um deles.

Os meninos teriam comido abacaxi e laranjas encontradas no lixão e após a ingestão do alimento, passaram mal, conforme relatos do menor de 5 anos a polícia.

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Os garotos sobreviventes foram levados até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Guarabira. As informações dão conta que um deles pode ser transferido para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa.

A Polícia informou que o corpo da criança que veio a óbito foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal para tirar dúvidas se realmente foram as frutas que causou a morte da vítima.

O lixão da cidade de Alagoinha fica em um local conhecido como ‘Curral Picado’, próximo a cidade de Cuitegí.

Roberto Targino 

com informações de Cristiano Alves, em Alagoinha

Açúcar de frutas é melhor do que o de refrigerantes? Entenda

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

O açúcar é componente de muitos alimentos, mas há alguma diferença entre eles? Segundo a cientista Joy Dubost não interessa se é um pedaço de fruta, um copo de refrigerante ou um prato de massa: o açúcar é sempre o mesmo. A razão é porque, independente de onde ele venha, é sempre feito de dois componentes moleculares: frutose e glicose.

 

De acordo com o site inglês Huffington Post, as taxas destes dois componentes são quase a mesma. A maioria das frutas tem entre 40% e 50% de frutose (salvo algumas exceções, como a maçã e a pera, que têm 65%), enquanto o açúcar comum tem 50%. Por isso, nenhum tipo de açúcar é melhor ou pior. Mas a grande diferença é como o corpo processa estes componentes.

 

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A frutose é quebrada no fígado e não provoca nenhuma resposta de insulina. Já a glicose começa a ser digerida no estômago e precisa de insulina para ser metabolizada completamente. Por isso, não se iluda que, por causa da mesma composição, este processo seja o mesmo nas frutas e nos doces.

 

Em primeiro lugar, as frutas oferecem, além de açúcar, vitaminas, antioxidantes e água, enquanto os doces não apresentam nenhum valor nutricional. Além disso, as frutas têm menos açúcar em volume: meio copo de morangos tem 3,5 gramas de açúcar e meio copo de sorvete de morango tem 15 gramas.

 

Além disso, as frutas têm muita fibra, o que retarda a digestão da glicose feita pelo corpo. Portanto, o organismo terá mais tempo para digerir este componente ao invés de logo armazená-lo, em forma de gordura, como acontece com os doces. Mesmo frutas secas têm muitas fibras e nutrientes, mas, devido a composição extra de açúcar comum, não se pode abusar delas.

 

 

Terra

Frutas e verduras melhoram também a saúde mental, diz pesquisa

Uma pesquisa da Universidade de Warwick, na Inglaterra, relacionou o consumo de frutas e verduras ao bem-estar e à saúde mental. Os resultados sugerem que a quantidade recomendada desse tipo de alimento é de sete porções por dia para que o benefício seja alcançado.

O artigo será publicado no periódico Social Indicators Research.

Participaram do estudo cerca de 80 mil britânicos, que responderam questões sobre seus hábitos alimentares e como se sentiam.

Sarah Stewart-Brown, integrante do grupo de pesquisadores, explicou que o artigo reúne diversos estudos realizados, e todos tornaram possível a mesma conclusão: a quantidade de frutas e verduras que uma pessoa ingere tem impacto em sua saúde mental, além dos efeitos já conhecidos sobre bem-estar físico.

O ápice do bem-estar foi encontrado em torno das sete porções diárias.

“Atualmente se recomenda na Grã-Bretanha o consumo de cinco porções diárias, que é a quantidade adequada para prevenir doenças cardíacas ou câncer, por exemplo, mas poucas pessoas têm pesquisado os efeitos de quantidades maiores”, disse Stewart-Brown ao site de VEJA.

A porção, para fins do estudo, é definida como uma quantidade de 80 gramas. Não foram estudados os efeitos individuais de algum tipo de fruta ou verdura, nem os períodos do dia em que o consumo é mais indicado.

Sarah Stewart-Brown ressalta que esse tipo de pesquisa ainda não é realizada com frequência e que seria interessante desenvolvê-la em outros países.

“Se você puder dizer às pessoas que além de fazer bem para a saúde, frutas e verduras farão com que elas se sintam melhor, é um incentivo a mais para que elas tenham hábitos saudáveis”, afirma a pesquisadora.

Veja