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Maternidade nas redes sociais: conteúdos podem gerar comparação e frustração

Em tempos de redes sociais, compartilhar parte da rotina virou algo normal para muitos e até profissão para alguns, que passam a ser reconhecidos como influenciadores. Na infinita gama de assuntos apresentados nas plataformas está a maternidade dita como real. De acordo com a psicóloga do Hospital Edmundo Vasconcelos, Marina Arnoni Balieiro, esta exposição nem sempre é benéfica a quem assiste ao conteúdo.

A especialista explica que apesar de apresentarem a temática como uma realidade, há uma escolha no que compartilhar, e neste recorte, é possível que frustrações sejam despertadas nas mães que assistem a esses conteúdos. “É muito difícil basear sua realidade nas redes sociais. Nestes espaços são compartilhados o que priorizam como importante, e por isso, gera uma comparação entre as mães que consomem esse conteúdo, entendendo que a sua vida é pior”, complementa.

Neste cenário, a diferença de educação e possíveis falhas não devem ser vistas como pontos negativos. Marina ressalta que a relação entre pais e filhos não tem uma fórmula e depende da personalidade e estrutura familiar. “Cada um vai ter uma forma de lidar com os filhos, e nesta relação, assim como qualquer outra, a falha é inerente, e isso não torna a maternidade pior, ou melhor”, reforça.

Assim como a falha, a ausência é outro assunto tratado nas redes, mas que não é totalmente prejudicial no processo de educação. Neste quesito, a psicóloga esclarece que às vezes é na falta que é possível ensinar e aprender. A partir disso a criança é estimulada a ter independência e compreender o espaço dos pais.

“Claro que quando ainda são pequenos dependem mais dos adultos, mas ensinar sobre essa ausência ajuda na rotina pessoal, e compreender que ter tempo pra si é indispensável para a saúde e para a relação com os filhos, pois é possível aproveitar o tempo juntos com mais entrega”, conclui.

HOSPITAL EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Hospital Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.000 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 – Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar na categoria Saúde – Hospitais, conquistado por dois anos consecutivos, 2017 e 2018.

 

 

Pais que mimam filhos estão criando geração de adultos deslocados e incapazes de lidar com frustração

Thinkstock
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À mesa do restaurante, João faz manha exigindo o celular da mãe para se divertir durante o almoço. Maria se joga no chão da loja de brinquedos porque quer que o pai compre aquela boneca agora. E, sentado no sofá de casa, Pedro se irrita com os pais porque quer uma resposta urgente sobre poder ou não ir à festa dos amigos no sábado à noite. Todos eles, não importa a idade, têm algo em comum: vão se tornar adultos mimados, incapazes de lidar com as frustrações do mundo.

A culpa do destino dos três, João, Maria e Pedro, é do imediatismo que rege as relações atualmente. Temos, como pais, dito muitos “sim” para os filhos, quando, na verdade, o ideal seria dizer mais “não sei” ou “vou pensar”. Como explica a psicóloga e educadora Rosely Sayão, essa atitude traz como maior prejuízo uma alienação em relação à realidade.

— O adulto que tem o imediatismo cultivado, ao invés de controlado, tem dificuldade de compreender e se inserir no mundo.

Pressionados a responder às demandas dos filhos imediatamente, os pais acabam soltando respostas impensadas, e a consequência, na visão da coach de vida e carreira Ana Raia, é a criação de jovens pouco preparados para lidar com a vida.

Segundo ela, os pais, atualmente, não aguentam não ser imediatistas. Se no passado eles se permitiam deixar os filhos insatisfeitos por mais tempo, hoje atitudes como essa se transformaram em um dos maiores desafios na educação das crianças e jovens.

Ana acredita que a tecnologia colabore para o imediatismo a partir do momento em que, ao toque de um dedo na tela do celular, a resposta para qualquer pergunta ou busca de informação podem ser obtidas em pouquíssimos segundos.

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— Não conseguimos sustentar uma dúvida por muito tempo, um incômodo. Não sabemos lidar com um mal-estar neste mundo onde a felicidade é imperativa.

E a dúvida, explica Rosely Sayão, é preciosa, assim como a espera e o pensamento, porque eles ajudam a criança a crescer e a amadurecer. Crianças que não têm momentos de “mente vazia”, por exemplo, poderão sofrer graves consequências na vida adulta.

Alguém que está sempre entretido terá para sempre a necessidade de entretenimento constante, alerta o médico Daniel Becker, criador do projeto Pediatria Integral. Segundo ele, para ser criativo, o cérebro humano precisa da criatividade.

— São necessários momentos em que ele está engajado com algo externo, e também momentos em que está ocioso, em estado de contemplação. Quando uma criança tem seu tempo completamente tomado com atividades como escola, inglês, natação, Facebook, Instagram, WhatsApp, ela fica incapacitada de ter importantes processos interiores.

Becker acrescenta que crianças que não interagem com seus pares ou com os adultos, porque passam o dia com eletrônicos na mão, terão menos inteligência emocional, menos empatia e menos capacidade de se comunicar com os outros quando crescerem.

Se este já não fosse um bom argumento, ainda haveria a opinião de outros especialistas, que enxergam o hábito dos pais de entregar celulares e tablets às crianças como algo benéfico apenas para os adultos.

Na opinião de Rosely Sayão, oferecer um eletrônico em momentos em que se espera que os filhos se socializem com a família e amigos não é um carinho, mas, sim, um comodismo.

— O celular e o tablet nestas situações têm a função do “cala a boca”, nada além disso.

Mas, então, o que fazer quando a conversa no restaurante está boa, mas os pequenos não param de dar chilique e pedir para ir embora? O pediatra Daniel Becker dá uma boa dica.

— As pessoas se esquecem que as crianças sabem conversar e que podem fazer pequenos contratos. Mesmo as menorzinhas têm essa capacidade de compreensão. Basta dizer ao filho que, nos momentos em que estiverem conversando em família, ele não terá o tablet, mas que, quando a mamãe e o papai estiverem falando só com seus amigos, ele poderá pegar o tablet emprestado por 15 minutos. Assim, se alcança um equilíbrio.

Soluções como esta são recursos para que os pais lidem não só com o imediatismo das crianças, como também o deles próprios, que pode, mesmo que de maneira não intencional, servir como exemplo negativo aos filhos, que acabam copiando as atitudes da família.

Para o pediatra presidente do Congresso Brasileiro de Urgências e Emergências Pediátricas, Hany Simon, a ansiedade e a angústia na adolescência e na vida adulta podem ser resultados do imediatismo paterno presenciado na infância. E, como reforça Rosely Sayão, viver de maneira urgente só traz impactos emocionais negativos nas crianças.

— Somos imediatistas desde que nascemos. Choramos para manifestar desconforto, somos atendidos e temos nossas necessidades básicas saciadas. Com isso, vem também uma sensação de prazer, que vamos desejar para sempre. No entanto, precisamos entender que não é o princípio do prazer que vai reger a nossa vida, e, sim, o princípio da realidade. O papel dos pais é, aos poucos, mostrar aos filhos a realidade do mundo.

 

 

R7

Mega da Virada: alegria dos novos ricos e frustração de quem perdeu a chance

Agência A Tarde
Agência A Tarde

Três dias depois de divulgado o segundo maior prêmio desde que a Mega-Sena da Virada começou, em 2009, apostadores começaram a retirar a bolada, enquanto outros, menos afortunados, lamentaram por pouco não terem entrado no seleto grupo dos novos milionários. O rateio foi de R$ 224.677.860. Quatro apostas acertaram as seis dezenas da Mega-Sena da Virada 2013, sendo duas no Paraná, uma em Alagoas e uma na Bahia.

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Em Teofilândia (BA), o primeiro dia útil de 2014 foi marcado por um misto de alegria, arrependimento, sonho, medo e clamor por mais segurança. Tudo por conta do bilhete premiado, que foi pago a um grupo de 22 pessoas que trabalha no Hospital Municipal Waldemar Ferreira de Araújo e investiu R$ 100 no bolão. Agora, cada um deve receber pouco mais de R$ 2 milhões. Os vencedores são duas cozinheiras, quatro funcionárias da limpeza, cinco motoristas, cinco técnicas de enfermagem, três vigilantes, uma enfermeira, uma recepcionista e um diretor.

Um dos amigos dos ganhadores disse que seu nome era um dos primeiros da lista do bolão, mas acabou excluído por não ter pago sua parte no dia da aposta.

— O organizador resolveu adiantar a aposta e como eu viajei e acabei não pagando, meu nome foi retirado da lista. Não era pra ser — disse o funcionário, que não quis se identificar.

Melhor sorte teve o diretor Valdemir de Assis, 43 anos, casado, quatro filhos:

— Resolvi participar pela primeira vez e dei sorte. Mas não mudará muita coisa em minha vida, afinal minha família é muito grande e pobre, assim como a de minha esposa.

Quando recebeu a notícia dos colegas, Valdemir disse ter ficado “sereno”. Na virada do ano, “como sempre faço, abri um espumante e brindei com minha esposa”. Ele não quis entrar em detalhes sobre o salário que recebe, mas disse que o prêmio vai melhorar um pouco a qualidade de vida da família:

— Sairei do aluguel mensal de R$ 500, mas continuarei trabalhando.

Uma das vencedoras, Maria Lúcia deixou a cidade na noite de quarta-feira. Há mais de 20 anos, ela trabalhava no hospital. No quintal da casa de estrutura muito precária, apenas uma cadela, um cachorro e algumas galinhas ciscando. Vizinha de Maria Lúcia, Marivalda Andrada disse que a viu chorando na tarde do dia 1º:

— Achei que foi de emoção. E, por volta das 22h, um carro parou em sua porta, pegaram algumas coisas e ela partiu. Acho que perdi uma amiga, mas estou muito feliz pela sua conquista.

Na cidade, o prêmio de Maria Lúcia foi visto como a mais merecido.

— Ela é muito pobre e sofredora. Mãe de 10 filhos, sendo dois deficientes físicos. Tinha dia que, por falta de dinheiro, ela andava até o trabalho. São mais de 9km. Deus foi muito justo com ela. Estou muito feliz — disse Ademilson Ramos.

Na casa de uma das filhas de Maria Lúcia, Junior, genro da vencedora, pediu que a equipe de reportagem fosse embora:

— Não se brinca com dinheiro, aqui é uma cidade sem nenhuma segurança, e vocês da imprensa vão acabar cavando a nossa sepultura.

A preocupação com a segurança não é à toa. Segundo o delegado Getulio Queiroz, na cidade existe “dificuldade de pessoal”.

— Trabalho com apenas dois agentes e um escrivão — contou Queiroz, lembrando que a a Polícia Militar trabalha com oito homens e em regime de revezamento: — Só mesmo com a ajuda de Deus.

Motorista do hospital, Antônio Matos disse conhecer todos os vencedores:

— Nenhum veio trabalhar. Eles não estão preocupados com demissão.

Matos é evangélico e não joga. Mas acredita que será beneficiado, pois um dos ganhadores, além de ser motorista, é vereador (PDT). Matos é seu suplente.

Dono da lotérica onde a aposta foi feita, Antônio Ramos lembra que teve o estabelecimento assaltado duas vezes — no último assalto, ele foi baleado no ombro — e que a casa também foi arrombada. Para ele, o prêmio pode servir para reforçar a segurança na cidade:

— Estava me programando para mudar de atividade. Agora, com essa verba circulando no município, o prefeito terá mais força para reivindicar proteção.

Na pequena Palotina, no Paraná, sete das dez cotas do bolão vencedor já estão nas mãos dos novos milionários. Cada cota é de R$ 5,6 milhões. O ganhador de Curitiba, que fez um único jogo pelo preço de R$ 2, também já está com os mais de R$ 56 milhões, retirados na tarde desta quinta-feira.

Um suposto apostador paranaense registrou boletim de ocorrência relatando o furto do bilhete ganhador, que teria desaparecido em um lava a jato de Curitiba. No registro, Aníbal Fayez Marraui diz que viajou no dia 24 de dezembro e deixou o carro com a irmã, que levou o automóvel para lavar. Quando voltou, teria constatado o sumiço. Com o aparecimento do ganhador em Curitiba, Marraui pode responder, segundo a Polícia Civil, por falsa denúncia.

O Globo

Descaso e frustração. Denuncias ao mau atendimento médico não são priorizadas pelo MP ou CRM

saudeUma das profissões de maior prestígio na sociedade contemporânea é, sem dúvidas, a do médico. A medicina se destaca como o curso mais procurado das instituições públicas e privadas de ensino. Contudo, em paralelo a esse prestígio a medicina tem sido também um dos serviços com o maior número de reclamações e queixas registradas pela Promotoria do Consumidor (Ministério Público).

 

Entre as denuncias recebidas tanto pelo Ministério Público, quanto pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), as mais recorrentes tratam da desumanização da relação médico/paciente, com relato de maus tratos, descaso e descomprometimento por parte dos profissionais da área.

 

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De acordo com o Dr. João Alberto Morais, corregedor do Conselho na Paraíba, todos os dias o órgão recebe denuncias que confirmam a tecnificação dos atendimentos e o distanciamento imposto a essa relação. Porém, a averiguação dos casos é feita de acordo com uma linha de prioridades. “Todos os dias recebemos denuncias, algumas denotam infração ao código de ética, outras são desprovidas de cabimento. Sendo assim, as denuncias passam primeiro por uma seleção para depois apurarmos os fatos”, disse.

 

Nesse caso, as denuncias que recebem maior atenção por parte do Conselho são aquelas que comprometem a vida do paciente, ou, os casos de negligencia médica. Queixas relacionadas ao tratamento pessoal são ouvidas, mas não recebem tratamento especial. “As principais queixas, no que diz respeito a médico/paciente, são relacionadas à demanda excessiva de pacientes tanto nos hospitais públicos quanto particulares. O excesso prejudica a capacidade física dos médicos e acaba gerando uma insatisfação nos pacientes que já se encontram sensibilizados pela doença”, explicou o corregedor.

 

Em relação às queixas direcionadas ao Ministério Público, o promotor de defesa do consumidor, Gualberto Bezerra, assentiu que existem processos de diferentes naturezas em andamento e que os pacientes que se sentem prejudicados têm direito a serem ressarcidos por danos morais e materiais. “Estamos estudando uma nova cartilha para os serviços médico/hospitalares, e adianto que os hospitais serão obrigados a manter comissões de infecção hospitalar funcionando e haverá ainda mais urgência em relação as maternidades e UTIs”, declarou.

 

Casos – Apesar de haver órgãos que se responsabilizam por acolher essas denuncias, muitos são os casos que ilustram o crescimento dessa relação automatizada dentro dos consultórios médicos. Problema que afeta indiscriminadamente toda a população, como é o caso do estudante de direito Natan Félix, que aos 22 anos já move um processo contra o Hospital da Unimed. A jornalista A.S, de 36 anos que sofreu com o descaso durante a gravidez e o editor Paulo Cavalcante, 44, que também foi vítima de maus-tratos em uma consulta particular.

 

De acordo com os depoimentos dos pacientes, a naturalização do ‘procedimento padrão’ e a desatenção dos órgãos responsáveis à mecanização das condutas médicas é um dos fatores que mais contribuem com a disseminação dos casos.

 

Para Cavalcante, o que ficou de uma consulta rotineira foi a frustração. “Depois de um longo tempo de espera, tive um atendimento de 5 minutos e a prescrição de remédios sem justificativa ou explicação, nem de como deveria tomá-los. A consulta era particular, mas tive acesso a um procedimento padrão, mecanizado no qual o médico mal olhou para mim. E eu era o último da fila, não havia porque ter pressa”, declarou. Acredito que o médico as vezes se sente deus, mas apesar disso não conseguem tomar nenhuma decisão sem antes pedir os exames. Eles não apalpam, não olham, nem se interessam pelo paciente. Olha para nós não como uma pessoa, mas como uma doença apenas. Talvez eles acreditam que somos incapazes de entender o que eles estão vendo, ou simplesmente não se preocupam com isso”, desabafa.

 

No caso de A.S, o sentimento não é diferente. Grávida de primeira viajem, tudo que procurava era o atendimento humanizado de uma obstetra que pudesse tirar suas dúvidas e acompanhar a gestação de maneira delicada. “Fui indicada ao atendimento de uma médica por amigas que já haviam tido bebe. Como ginecologista ela foi uma médica atenciosa, mas como obstetra foi péssima. Foi altamente fria, mecânica… Quando passei por um descolamento de placenta de 3 cm e perguntei se era muito ela me mandou medir com uma régua. Ela não deu a mínima atenção, me livrei de uma ‘carnificeira’ ainda nos primeiros meses e sei de casos que a mesma médica tratou com descaso de pacientes que passaram por abortos naturais”, relatou.

 

Contudo, é a história de Natan Felix, que revela um dos descasos mais recorrentes, e também mais naturalizados pelos conselhos. No final do ano passado, o rapaz foi internado e passou por todos os procedimentos do pré-operatório, incluindo um jejum de mais de 12 horas, quando foi notificado pelo Hospital da Unimed de que o médico teria esquecido de sua cirurgia. “Me senti revoltado, angustiado. Não tiveram respeito pela minha pessoa, tive a dignidade relegada. Estou processando por danos morais e materiais a Unimed e o médico pelo descompromisso”, explicou.

 

Para Dr. João Alberto Morais, as denúncias devem ser apuradas detalhadamente, já que, muitas vezes, “existem outros fatores a serem esclarecidos e que os médicos também têm direito a defesa”.

Contudo, para Cavalcante, é preocupante ver a mecanização do tratamento, mais ainda é perceber que nem as escolas de medicina, nem o Ministério Público ou o CRM estão preocupados com isso, já que os erros médicos são priorizados nas denúncias. “Eles não entendem que o erro, muitas vezes, vem da ganância do médico, da má formação, ou da falta de atenção em relação ao paciente”, finaliza.

Cybele Soares