Arquivo da tag: Frias

Outono chega com madrugadas mais frias e promessa de chuva na Paraíba, diz Aesa

Solânea: Imagem instagram@focandoanoticia
Solânea: Imagem instagram@focandoanoticia

O outono, estação de transição entre o verão e o inverno, começou oficialmente às 7h29 de ontem. A mudança, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), somente será sentida nas madrugadas, considerada mais fria. A meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, informa que na faixa central do Estado as temperaturas ficam mais amenas, apesar de não se evidenciar as características dessa estação.

Segundo ela, isso é devido a localização geográfica da Paraíba, mas mesmo assim as chuvas ficam frequentes em algumas regiões. A meteorologista explicou ainda que até meados de junho, quando se inicia o inverno, a expectativa é a diminuição gradativa das temperaturas. Somente agora é que começa o período de chuvas no Agreste, Brejo e Litoral. De acordo com Marle, a previsão local aponta que as chuvas na Paraíba devem se manter dentro da média, no entanto as ocorrências devem ser irregulares, registrando diferentes índices de acordo com cada região do estado.

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), embora o outono seja um dos períodos chuvosos no Nordeste, a seca deve continuar. Isso porque a previsão aponta que o volume de chuvas deve ficar abaixo da média histórica na região. Uma mudança do cenário dependeria de uma reviravolta nas condições climáticas, segundo a meteorologista Renata Tedeschi, do CPTEC/Inpe.

pbagora

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Alta de impostos sobre bebidas frias será escalonada em três vezes, diz Receita

imposto_de_renda O aumento da carga tributária do setor de bebidas frias –que abrange cervejas, refrigerantes e isotônicos– será feita de forma escalonada em três vezes, informou a Receita Federal nesta segunda-feira (26).

A elevação, no entanto, ainda não tem data definida, nem quais os percentuais, segundo a Receita. “Vai ser escalonado, mas não se decidiu sobre os percentuais”, disse o coordenador de estudos tributários e aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Rodrigues.

Em abril, o governo havia anunciado a alta de IPI e do PIS/Cofins sobre o setor, atualizando o redutor que define a tributação, e com expectativa de receitas extraordinárias de R$ 1,5 bilhão. A elevação começaria a vigorar em 1º de junho.

Mas, em 13 de maio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou atrás após os fabricantes ameaçarem subir os preços dos produtos, o que dificultaria ainda mais o trabalho da área econômica no controle da inflação.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Na ocasião, o ministro havia dito que a alta dos impostos, quando fosse adotada, ocorreria de forma gradual.

Uma loja e bar da Confraria Paulistânia tem investimento inicial a partir de R$ 650 mil (custos de instalação + taxa de franquia); faturamento médio mensal de R$ 80 mil; lucro de até R$ 13,6 mil; retorno do investimento a partir de 36 meses (dados fornecidos pela empresa); clique nas fotos acima e veja mais sobre franquias de cervejas especiais.

Folha financiava operações na ditadura e Frias era amigo de Fleury

 

O ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra (23) fez uma série de revelações na terça-feira (23), em depoimento à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, sobre episódios da ditadura militar. Detalhou o caso conhecido como ‘chacina da Lapa’ e tratou da participação do dono da Folha de S.Paulo e de outros empresários no apoio financeiro à repressão.

 

 Ex-delegado: Folha financiava operações na ditadura e Frias era amigo de Fleury

O ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra afirmou nesta terça-feira (23), à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, que foi o autor da explosão de uma bomba no jornal O Estado de S.Paulo, na década de 1980, e afirmou que a ditadura, a partir de 1980, decidiu desencadear em todo o Brasil atentados com o objetivo de desmoralizar a esquerda no País.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

“Depois de 1980 ficou decidido que seria desencadeada em todo o País uma série de atentados para jogar a culpa na esquerda e não permitir a abertura política”, disse o ex-delegado em entrevista ao vereador Natalini (PV), que foi ao Espírito Santo conversar com Guerra.

No depoimento, Guerra afirmou que “ficava clandestinamente à disposição do escritório do Sistema Nacional de Informações (SNI)” e realizava execuções a pedido do órgão.

Entre suas atividades na cidade de São Paulo, Guerra afirmou ter feito pelo menos três execuções a pedido do SNI. “Só vim saber o nome de pessoas que morreram quando fomos ver datas e locais que fiz a execução”, afirmou o ex-delegado, dizendo que, mesmo para ele, as ações eram secretas.

Guerra falou também do Coronel Brilhante Ustra e do delegado Sérgio Paranhos Fleury, a quem acusou de tortura e assassinatos. Segundo ele, Fleury “cresceu e não obedecia mais ninguém”. “Fleury pegava dinheiro que era para a irmandade (grupo de apoiadores da ditadura, segundo ele)”, acusou.

O ex-delegado disse também que Fleury torturava pessoalmente os presos políticos e metralhou os líderes comunistas no episódio que ficou conhecido como Chacina da Lapa, em 1976.

“Eu estava na cobertura, fiz os primeiros disparos para intimidar. Entrou o Fleury com sua equipe. Não teve resistência, o Fleury metralhou. As armas que disseram que estavam lá foram ‘plantadas’, afirmo com toda a segurança”, contou.

Guerra disse que recebia da irmandade “por determinadas operações bônus em dinheiro”. O ex-delegado afirmou que os recursos vinham de bancos, como o Banco Mercantil do Estado de São Paulo, e empresas, como a Ultragas e o jornal Folha de S. Paulo. “Frias (Otávio, então dono do jornal) visitava o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), era amigo pessoal de Fleury”, afirmou.

Segundo ele, a irmandade teria garantido que antigos membros até hoje tivessem uma boa situação financeira.

‘Enterrar estava dando problema’

Segundo Guerra, os mortos pelo regime passaram a ser cremados, e não mais enterrados, a partir de 1973, para evitar “problemas”. “Enterrar estava dando problema e a partir de 1973 ou 1974 começaram a cremar. Buscava os corpos da Casa de Morte, em Petrópolis, e levava para a Usina de Campos”, relatou.

Fonte: Portal Terra