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Deputado do PSL diz que filho do presidente Jair Bolsonaro é uma fraude e o outro é vaidoso

O deputado federal do PSL Julian Lemos classificou como uma “fraude” o senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro, sem partido, e chamou o outro de vaidoso. Desde o começo do mandato, que a relação do deputado paraibano com o presidente da República tem sido marcada por conflitos.

Considerado o braço direito de Bolsonaro no Nordeste, o paraibano vem se queixando do presidente, principalmente por causa dos ataques cibernéticos que sofreu dos filhos de Jair.
Em entrevista, ele comentou os conflitos, alegando que considera Bolsonaro um pai, mas que foi ‘escanteado’ pelos filhos do presidente.

– A minha relação com Bolsonaro era quase de pai e filho. O respeito que tenho por ele é diferente. Jair me fez, me treinou, me doutrinou para que eu fosse deputado e os filhos depois interferiram, inviabilizaram porque não queriam meu protagonismo. Chegamos ao nível de ele não querer tirar uma foto comigo pra não ficar mal com os filhos – contou.

Em mais uma declaração polêmica, Lemos criticou a postura do filho do presidente nas redes sociais.
– Carlos Bolsonaro é uma fraude. Não resolvo minhas coisas por twitter, sou cabra macho e tive a coragem de trazer ele pra o lugar dele que é de poodle e não de pitbull – frisou.
As críticas também foram dirigidas aos irmãos de Carlos.

– Um é vaidoso demais, o outro não diz coisa com coisa e eu quero que justiça seja feita. Sou grato ao presidente, mas não irei tolerar violência dos filhos. Se me der uma pancada eu dou uma maior – pontuou.

PB Agora

 

 

Gaeco apura fraude em licitação do DER-PB e desvio de R$ 175 mil

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), a quinta fase da Operação Papel Timbrado. O objetivo é combater crimes de fraude à licitação e desvio de recursos públicos em João Pessoa, Santa Luzia, Sertão paraibano, e Recife, Pernambuco.

As investigações apontaram que empresários investigados, em conluio com o então chefe da Divisão de Conservação e Melhoramento (DCM) do DER-PB e integrantes da Comissão Permanente de Licitação, fraudaram, em 2013, o procedimento licitatório referente à construção do aterro de acesso à ponte sobre o Rio Estivas (PB-041), contribuindo para desvio e apropriação de recursos direcionados à obra. O prejuízo aos cofres públicos é estimado em R$ 145 mil.

Seis mandados de busca e apreensão são cumpridos na sede do Departamento de Estradas e Rodagens da Paraíba (DER-PB) em João Pessoa; nas casas, também na Capital, de três alvos das investigações, entre eles um servidor e um ex-servidor do órgão; na sede da empresa Consultoria e Construções Santa Luzia LTDA., em Santa Luzia; e na residência do então engenheiro da empresa Monte Belle LTDA., em Recife, beneficiada na licitação fraudulenta.

A quinta fase da Operação Papel Timbrado conta com apoio da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deccor), da Promotoria de Santa Luzia/PB e do Gaeco de Pernambuco.

 

portalcorreio

 

 

MPF investiga fraude no Bolsa Família na Paraíba

Mais uma vez o Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB) investiga suposta fraude no recebimento do benefício do programa governamental Bolsa Família.

Conforme a portaria desta sexta-feira (21) e publicada nesta quinta-feira (20), o MPF-PB instaurou um inquérito civil contra Nílton Carlos Oliveira, que, segundo o relato, não preenche os requisitos legais para figurar como beneficiário da política pública.

A portaria é assinada pelo procurador Anderson Danillo Pereira Lima.

MaisPB

 

 

MPF denuncia prefeito e ex-prefeito de Serraria por fraude e superfaturamento em festa

O Ministério Público Federal (MPF) em Guarabira ajuizou ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Serraria (PB), Severino Ferreira da Silva, e o atual gestor Petrônio de Freitas Silva.

Segundo a ação, houve má utilização de recursos públicos federais oriundos do Convênio nº 732393/2010, celebrado entre o Ministério do Turismo e o município, no valor de R$ 100 mil. Ainda de acordo com o MPF, houve fraude em licitação e superfaturamento na contratação da empresa Centauros Produções e Eventos para a realização do evento intitulado “Serraria Fest”, realizado nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2010. Na época da fraude, Petrônio, atual prefeito, era presidente da Comissão Permanente de Licitação, na gestão de Severino.

O representante da empresa, Francinildo Ferreira dos Santos, bem como a Centauros Produções e Eventos também são alvo da ação de improbidade.

O MPF quer a condenação dos réus com as sanções previstas no artigo 12, inciso II, e subsidiariamente, no inciso III, ambos da Lei n° 8.429/92, bem como nas despesas processuais. No que se refere à pessoa jurídica, o Ministério Público quer a aplicação de multa civil, ressarcimento dos danos sofridos pelo erário e proibição de contratar e licitar com o poder público, bem como de receber financiamentos, inclusive creditícios. Já com relação ao prefeito e ex-prefeito, bem como ao empresário, o MPF requer à Justiça perda de função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano, entre outras sanções.

pbagora

Operação desarticula esquema de fraude fiscal envolvendo 13 empresas falsas na PB

(Foto: Jean Gregório/Receita Estadual)

Um esquema que era operado por 13 falsas empresas que se utilizavam de ‘laranjas’ para ocultar irregularidades e fraudar a fiscalização está sendo desarticulado por uma operação realizada na manhã desta terça-feira (11) em João Pessoa e Bayeux.

No início da manhã, a polícia confirmou a prisão de um homem na Cidade Universitária. Após ser detido, ele foi levado para o escritório da família dele, no bairro de Jaguaribe, onde os policiais fizeram a busca e apreensão de objetos que possam ajudar nas investigações. De acordo com o Ministério Público, o suspeito tinha seis carros e a atividade profissional que ele exercia não seria compatível com o patrimônio que possuía.

A ação da Polícia Civil, o Ministério Público da Paraíba e a Receita Estadual pretende desarticular um esquema de sonegação fiscal no estado, que já movimentou cerca de R$ 30 milhões em notas fiscais fraudulentas de 2011 até este ano, causando um prejuízo de mais de R$ 8 milhões aos cofres públicos. Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão nas duas cidades.

A operação é uma ação conjunta da Delegacia de Crimes contra a Ordem Tributária com a Promotoria de Justiça de Crimes contra a Ordem Tributária e a Receita Estadual. Segundo a Secretaria de Estado da Receita, participam da operação 55 agentes da Polícia Civil, 15 delegados, um promotor de Justiça e 16 auditores fiscais. As investigações começaram há um ano e quatro meses.

Ainda de acordo com a Receita, os mandados de prisão estão sendo cumpridos nas casas dos suspeitos na capital paraibana e em Bayeux. Já os exclusivos de busca e apreensão são realizados nos escritórios dos alvos e um escritório de contabilidade no Centro da capital. Os investigados vão responder por crimes contra a ordem tributária, falsificação de documento e uso de documentos falsos. Somadas, as penas para esses delitos podem chegar a 22 anos de prisão. Os detalhes vão ser divulgados em uma entrevista coletiva ainda na manhã desta terça-feira.

G1

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Operação Gabarito divulga lista com 81 concursos investigados por suspeita de fraude

(Foto: Reprodução/Relatório da Polícia Civil)

A lista com o número de concursos com suspeita de fraude investigados pela Operação Gabarito, que completou dois meses na sexta-feira (7), foi divulgada pela Polícia Civil da Paraíba. De acordo com o delegado de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, Lucas Sá, até este sábado (8), 93 concursos foram identificados, sendo que 81 foram divulgados e os demais estão sob sigilo de investigação. Veja abaixo a lista de concursos investigados na Operação Gabarito.

A operação está na 4ª fase e, dois meses depois da deflagração da 1ª fase, a Polícia Civil identificou um novo suspeito de fazer parte do grupo, que seria líder do esquema. De acordo com o delegado, o homem seria sócio dos líderes e mandados de busca e apreensão já foram cumpridos na casa dele.

Ponto eletrônico apreendido na Operação Gabarito, durante concurso do Ministério Público do Rio Grande do Norte (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Ponto eletrônico apreendido na Operação Gabarito, durante concurso do Ministério Público do Rio Grande do Norte (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

As investigações da operação começaram em fevereiro de 2017, após a polícia receber denúncias anônimas. Desde a realização da primeira fase, em 7 de maio, até esta sexta-feira (7), 31 pessoas foram presas suspeitas de participar do esquema. Destas, 23 tiveram a prisão mantida, três estão em prisão domiciliar e três respondem ao processo em liberdade.

Mais de 100 pessoas, entre integrantes do grupo e beneficiados, estão sendo investigadas. A polícia estima que em 12 anos, o grupo desarticulado na Operação Gabarito movimentou pelo menos R$ 60 milhões com as fraudes. Parte do dinheiro era investido em imóveis, que supostamente eram comprados como uma forma de lavar o dinheiro.

Os concursos teriam sido fraudados por um esquema criminoso que vendia um “kit completo de aprovação” por até 10 vezes o valor do salário pretendido para o cargo. De acordo com o delegado, com a análise do material apreendido, que deve acontecer na quinta fase da operação, o número final de concursos pode passar de 100.

Polícia encontrou fotos de provas de concursos tiradas em banheiros, aparentemente ainda nos locais de prova, durante a Operação Gabarito (Foto: Reprodução/Polícia Civil da Paraíba)

Polícia encontrou fotos de provas de concursos tiradas em banheiros, aparentemente ainda nos locais de prova, durante a Operação Gabarito (Foto: Reprodução/Polícia Civil da Paraíba)

Confira lista dos concursos investigados na Operação Gabarito:

  1. 2005 – CBTU João Pessoa
  2. 2006 – Câmara Municipal de João Pessoa – Funiversa
  3. 2008 – Polícia Militar da Paraíba – Comvest/UEPB
  4. 2008 – Fundac-PB – Cespe
  5. 2009 – Polícia Civil do RN – Cespe
  6. 2010 – Guarda Municipal de Cabedelo – IBFC
  7. 2010 – Detran-RN – Fundação Getúlio Vargas/FGV
  8. 2011 – Concurso da Coperve – IFPB
  9. 2012 – Guarda Municipal de Bayeux – Contemax Consultoria Ltda
  10. 2012 – Guarda Municipal de João Pessoa – IBFC
  11. 2012 – Prefeitura de Santa Rita – Asperhs
  12. 2012 – Concurso da UFAL – Fundepes
  13. 2012 – IFAL
  14. 2013 – CFO Bombeiros Paraíba – CPCon/UEPB
  15. 2013 – Concurso do IFPB – IFPB
  16. 2013 – TRT 19ª Região (Alagoas)
  17. 2013 – Departamento Penitenciário Nacional (Depen) – Cespe
  18. 2013 – ALPB – Assistente Administrativo – Fundação Carlos Chagas/FCC
  19. 2013 – Detran-PB – Funcab
  20. 2013 – Delegado da Polícia Federal
  21. 2014 – CFO PM Paraíba – Funape
  22. 2014 – Agente da Polícia Federal – Cespe
  23. 2014 – Polícia Civil do Distrito Federal
  24. 2014 – CFO Bombeiros Paraíba – IBFC
  25. 2014 – UEPB – CPCon/UEPB
  26. 2014 – TRT 13ª Região – Fundação Carlos Chagas/FCC
  27. 2014 – Concurso da Conab 1
  28. 2014 – Guarda Municipal de Recife
  29. 2014 – Polícia Rodoviária Federal – Cespe
  30. 2014 – Câmara Municipal de Cabo de Santo Agostinho/PE
  31. 2014 – Agência Estadual de Regulação de Pernambuco (ARPE)
  32. 2015 – Ministério Público da Paraíba – Fundação Carlos Chagas/FCC
  33. 2015 – Concurso do IFPB – IFPB
  34. 2015 – UFPB – Coperve
  35. 2015 – TRE-SE – Fundação Carlos Chagas/FCC
  36. 2015 – Guarda Municipal de Vitória de Santo Antão/PE
  37. 2015 – Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe)
  38. 2015 – Prefeitura de Ipojuca/PE
  39. 2016 – Prefeitura de João Pessoa – Agente de Fiscalização – Quadrix
  40. 2016 – Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE
  41. 2016 – UFPE – Covest
  42. 2016 – TRE-PB – Fundação Carlos Chagas/FCC
  43. 2016 – Concurso Contemax – Contemax
  44. 2016 – IBGE – Fundação Getúlio Vargas/FGV
  45. 2016 – Ebserh – Hospitais Universitários – Instituto AOCP
  46. 2016 – Prefeitura Municipal do Conde – Advise
  47. 2016 – Prefeitura de Alhandra – Fiscal Tributário – Educa-PB
  48. 2016 – Polícia Militar de Pernambuco
  49. 2016 – Dataprev
  50. 2016 – Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
  51. 2016 – Guarda Municipal do Conde
  52. 2016 – Departamento Penitenciário Nacional (Depen)
  53. 2016 – HUAC
  54. 2016 – Anvisa
  55. 2016 – Enem 2016 – INEP
  56. 2016 – TRE-SP
  57. 2016 – CRM-PB
  58. 2016 – UNB – Professores
  59. 2016 – Auditor Fiscal do Piauí
  60. 2017 – Ebserh – HUAC – Instituto AOCP
  61. 2017 – Técnico Administrativo da UEPB – CPCon/UEPB
  62. 2017 – Ministério Público do Rio Grande do Norte – Comperve
  63. 2017 – Anvisa
  64. 2017 – IFAL
  65. 2017 – IFBA
  66. 2017 – Bombeiro Militar do Rio Grande do Norte
  67. 2017 – TRE-PE
  68. 2017 – TRE-SP – Fundação Carlos Chagas/FCC
  69. 2017 – Polícia Civil de Pernambuco
  70. 2017 – TRE- PE
  71. 2017 – UFBA
  72. 2017 – TRE 11ª Região (Amazonas) – Fundação Carlos Chagas/FCC
  73. 2017 – Prefeitura de Maceió (Alagoas) – Copeve
  74. 2017 – Concurso do TRF 2ª Região – Consulplan
  75. 2017 – TRF Rio de Janeiro
  76. (ano não identificado) Polícia Civil do Piauí
  77. (ano não identificado) Polícia Civil de Sergipe
  78. (ano não identificado) Governo do Estado do Piauí
  79. (ano não identificado) Agente Penitenciário do Ceará
  80. (ano não identificado) Bombeiro Militar do Piauí
  81. (ano não identificado) TRE – Roraima

G1

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Policial rodoviário suspeito de chefiar esquema de fraude em concursos se apresenta e é preso na PB

Um policial rodoviário federal que era procurado pela Polícia Civil desde sexta-feira (12), ocasião da deflagração da Operação Gabarito 2, se apresentou à Justiça nesta terça-feira (16) e foi preso por uma equipe da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa. Segundo o delegado Lucas Sá, ele é suspeito de ser um dos chefes do esquema de fraudes a concursos públicos.

O delegado explicou que o suspeito chegou ao Fórum Criminal acompanhado de três advogados. No local, ele foi detido por uma equipe da DDF e foi encaminhado à Central de Polícia. Em seguida, ele vai ser levado ao 5º Batalhão de Polícia Militar, onde deve ficar detido.

O esquema lucrou pelo menos R$ 18 milhões e aprovou mais de 500 pessoas em pelo menos 70 concursos e vestibulares, segundo a Polícia Civil. Até a sexta-feira (13), 25 pessoas foram presas, sendo 19 no dia 7 e outras seis na sexta-feira, além de 11 veículos apreendidos e muitos documentos e equipamentos eletrônicos.

De acordo com Lucas Sá, o policial rodoviário é apontado como segundo o terceiro na “linha de comando” do esquema fraudulento e ficaria com 25% do que fosse arrecadado. O irmão dele foi preso na primeira fase da Operação Gabarito. Segundo as investigações, ele conseguiu fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e aprovar a filha no em primeiro lugar para o curso de medicina. Além dela, ele teria conseguido a aprovação de outras pessoas próximas em diversos cargos públicos.

Além do concurso de 2006 da PRF, o suspeito também foi aprovado para escrivão da Polícia Civil (2003), para técnico judiciário do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Alagoas (2013) e para analista judiciário do TRT de São Paulo (2016).

Ainda segundo o delegado da DDF, o suspeito estava no condomínio de luxo em que foi deflagrada a primeira fase da operação, no dia 7, em João Pessoa. Porém, ele teria conseguido fugir e sair da cidade.

 Policial rodoviário estaria em condomínio de luxo em João Pessoa, mas teria conseguido fugir, segundo delegado  (Foto: Lucas Sá/DDF João Pessoa)

Policial rodoviário estaria em condomínio de luxo em João Pessoa, mas teria conseguido fugir, segundo delegado (Foto: Lucas Sá/DDF João Pessoa)

Entenda o caso

As fraudes começaram em 2005, e mais de 500 pessoas já foram beneficiadas com o esquema em pelo menos 70 concursos. Os suspeitos cobravam, em média, o valor correspondente a 10 vezes o salário inicial do cargo pleiteado. A venda do ‘kit completo de aprovação’ custava até R$ 150 mil. Em 12 anos, o valor acumulado pelo grupo com o esquema já passa de R$ 21 milhões, segundo Lucas Sá.

Ao todo, 26 pessoas já foram presas na operação, que investiga a participação de pelo menos 70 pessoas no grupo. A primeira etapa aconteceu no dia da realização das provas do concurso do Ministério Público do Rio Grande do Norte, quando 19 pessoas foram presas em flagrante tentando fraudar o concurso com pontos eletrônicos. Os outros seis suspeitos foram presos na sexta-feira (12), durante a segunda etapa da operação.

G1

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Governo bloqueia 9,5 mil pedidos de seguro-desemprego por suspeita de fraude

carteiraO Ministério do Trabalho bloqueou o pagamento de 9,5 mil requerimentos de seguro-desemprego desde a implementação do sistema antifraude, em dezembro de 2016. O total equivale a R$ 52 milhões em benefícios.

Segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, a plataforma antifraude tem 30 trilhas de auditoria a partir do CPF do requerente do seguro-desemprego ou do abono social. Neste momento, está em operação apenas uma trilha de rastreamento, mas as demais serão implantadas até julho, ampliando a capacidade de verificação de possíveis fraudes.

“O resultado é extraordinário porque com apenas uma trilha de auditoria em funcionamento nós já evitamos o pagamento indevido de R$ 52 milhões. Quando tivermos as 30 trilhas em funcionamento, com certeza todos esses resultados serão aprimorados”, disse o ministro em entrevista.

A primeira checagem de dados, feita em requerimentos de agosto a dezembro de 2016, identificou cerca de 45 mil pedidos suspeitos de fraude, que ainda estão sendo investigados, no valor de R$ 145 milhões. A estimativa para 2017 é evitar o pagamento indevido de R$ 1,3 bilhão.

“É dinheiro que pertence ao trabalhador e não é justo que ele seja utilizado para sustentar e potencializar ações criminosas. Existem quadrilhas organizadas para fraudar o dinheiro dos trabalhadores”, disso o ministro.

As fraudes comprovadas são comunicadas à Polícia Federal. Quem tiver o seguro-desemprego bloqueado deve procurar o Ministério do Trabalho, pois existem casos em que o próprio trabalhador não sabe que seus dados foram utilizados por fraudadores.

Em 2016, foram pagos cerca de R$ 36 bilhões em seguro-desemprego no Brasil. “Esse dinheiro originado do Fundo de Garantia do trabalhador precisa cumprir sua finalidade pró-trabalhador, precisa dar sustentabilidade ao fundo para pagamento do seguro, do abono, para cumprir sua finalidade social de investimento em habitação, infraestrutura e saneamento e para manter os ativos de uma forma saudável e sustentável, porque essa poupança pertence ao trabalhador”, disse Nogueira.

Acesso ao benefício

Com a plataforma de checagem de dados, a partir de 2018, o trabalhador demitido sem justa causa terá acesso ao seguro-desemprego sem precisar comparecer às agências do Ministério do Trabalho, de acordo com o ministro Ronaldo Nogueira. “No momento que o trabalhador é demitido a própria plataforma faz a checagem de dados e o trabalhador será informado sobre a quantidade de parcelas que tem direito e a partir de qual data pode comparecer à Caixa [Econômica Federal] para receber seu benefício”, disse.

Da mesma forma, assim que o trabalhador for admitido em outro emprego, a plataforma fará a checagem e os pagamentos serão suspensos. “Para que o seguro-desemprego cumpra sua finalidade específica, que é proteger o trabalhador no momento em que ele está desempregado”, afirmou o ministro.

Agência Brasil

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Polícia Federal realiza operação no Sertão e JP contra fraude em licitações e desvios de recursos

Polícia-FederalA força-tarefa da Operação Andaime, formada pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), Polícia Federal (PF), Controladoria-Geral da União (CGU) e Ministério Público da Paraíba (MPPB), deflagrou nas primeiras horas desta sexta-feira (27) a quarta fase da operação.

Equipes da força-tarefa, composta nesta etapa por 12 servidores da CGU e 101 policiais federais, cumprem 4 prisões preventivas, 1 prisão temporária, 12 conduções coercitivas, 22 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de diversos bens móveis e imóveis, nas cidades de Cajazeiras (PB), João Pessoa (PB) e Jaguaribe, no Ceará.

A etapa atual da Operação Andaime é resultante da continuidade de outras fases investigativas, destinadas a apurar irregularidades em processos licitatórios e contratações públicas em prefeituras da Paraíba, principalmente no que se refere à fraude de procedimentos licitatórios, desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro por intermédio de empresas “fantasmas”, venda de notas fiscais “frias” e emissão irregular de boletins de medição de obras públicas relacionadas a obras de pavimentação contratadas entre 2008 e 2016 no Município de Cajazeiras – em condutas delituosas que persistiram mesmo após deflagração da primeira fase da operação. Essas obras envolveram a alocação de verbas superiores a R$ 27 milhões, majoritariamente oriundas de repasses firmados com o Governo Federal, através dos ministérios das Cidades e do Turismo.

Sigilo – Apesar de o MPF ter pedido o levantamento do sigilo, por determinação da Justiça Federal em Sousa as apurações da quarta fase da Operação Andaime ocorrem em segredo de Justiça.

PGR – O procurador-geral da República em exercício, José Bonifácio Borges de Andrada, designou os procuradores da República Djalma Gusmão Feitosa, Eliabe Soares da Silva, Felipe Torres Vasconcelos, Marcos Alexandre Wanderley Bezerra de Queiroga e Sérgio Rodrigo Pimentel de Castro Pinto para atuarem em conjunto com o também procurador na Paraíba Tiago Misael de Jesus Martins.

MaisPB com MPF

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População de Pocinhos faz protesto em frente à prefeitura e denuncia fraude nas eleições

Na manhã desta quinta-feira (6), moradores da cidade de Pocinhos, na região do Cariri paraibano, realizaram manifestação em frente à prefeitura para denunciar irregularidades cometidas pelo atual prefeito Cláudio Chaves durante as eleições do último domingo (02).

A manifestação seguiu até a frente ao Fórum da cidade de Pocinhos e, segundo os participantes, no último domingo, os eleitores que eram contrários ao atual prefeito recebiam retaliações dos servidores municipais.

Os manifestantes empunharam cartazes e gritavam palavras de ordem contra as fraudes durante o pleito municipal.

De acordo com as denúncias, os moradores da zona rural da cidade não eram transportados pelos motoristas que fazem o transporte passageiros para votar no município.

“O povo da zona rural de Pocinhos ficou sem votar por que os motoristas não paravam para quem estava vestido de laranja”, denunciou uma dona de casa que participou da manifestação.

pbagora com Assessoria

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