Arquivo da tag: formas

3 formas de melhorar a sua memória

memoriaSe você é daqueles que só não esquece a cabeça porque está colada no corpo, essa matéria é especialmente para você.

Selecionamos alguns truques que vão te ajudar a melhorar a sua memória. Confira:

1. Compreenda ao invés de decorar

Apesar de ser a forma mais usada pelas pessoas, a repetição não é a melhor conselheira na hora de se lembrar das coisas. Isso porque, quando se decora algo, se algum detalhe foge ao roteiro, acaba-se esquecendo tudo.

Dessa forma, a melhor técnica para melhorar a memória e não se esquecer é compreender! Por exemplo, para apresentações, tente entender o conceito a respeito do qual precisa ser falado e você se sairá muito melhor do que se passar horas decorando suas anotações.

2. Rabisque

Outro truque que não parece grande coisa mais que ajuda muito na hora de melhorar a memória é rabiscar. Isso mesmo, fazer desenhos, linhas e traços aleatórios em pedaços de papéis podem ajudar a lembrar das coisas porque ajudam a ‘digerir’ informações não visuais (de novo, o cérebro funciona muito bem com abstrações).

3. Faça associações com objetos

Uma das coisas mais fáceis de se esquecer na vida são nomes de pessoas que acabamos de conhecer. O pior de tudo é que ficar perguntando várias vezes ‘qual é mesmo o seu nome?’ vai criando um clima chato, não é mesmo? Nesses casos, dá para evitar o constrangimento associando o nome da pessoa com alguns objetos físicos, que vá ajudar você a se lembrar. Se, por exemplo, a Ana estivesse sentada, você poderia pensar: “Ana do sofá”.

Claro que parece uma coisa boba, mas esse truque é um dos mais eficazes possíveis quando o assunto é melhorar a memória. Isso porque nosso cérebro é mais eficaz com realidades que com abstrações.

Fonte: Segredos do Mundo

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

11 formas de acabar com a dor de cabeça sem remédios

dor de cabeçaA dor de cabeça é um problema que afeta várias pessoas no mundo inteiro. Mas você sabia que existem forma de acabar com esse problema sem usar remédios? Listamos alguns desses truques para você. Porém, se a dor persistir, o ideal é buscar ajuda especializada. Confira:

1. Salmão

Um bom pedaço de salmão também pode ser bastante eficaz na hora de acabar com a dor de cabeça sem remédios. Esse alimento é rico em niacina, ou vitamina B3, que ajuda no tratamento de dores de cabeça e enxaquecas.

2. Água

Muitas vezes dores de cabeça são causadas por desidratação. Nesse caso, é possível acabar com a dor de cabeça sem remédios, apenas bebendo água. Para conseguir um bom resultado, você só precisa tomar um bom copo de água quando a dor aparecer e ir tomando outros goles de tempos em tempos.

3. Gengibre

Alguns medicamentos como a aspirina inibe a síntese das prostaglandinas, assim como as substâncias naturais encontradas no gengibre. Essa raiz é capaz de fazer nosso corpo interromper o reconhecimento da dor e, assim, interrompê-la. Você só tem que mastigar um pedacinho do gengibre ou beber um pouco de chá da raiz para se sentir melhor.

4. Pressão com as mãos

Quando você começar a sentir dor de cabeça, faça um pouco de pressão com as mãos no sistema craniossacral. Para isso, você precisa pressionar os dedos em pontos específicos da enxaqueca, como na testa e logo atrás do pescoço. Isso ajuda a relaxar e a aliviar a pressão causada pela dor de cabeça.

5. Acupuntura

Parece doloroso, mas ter agulhas fininhas enfiadas na pele pode ajudar bastante a reduzir a tensão e a acabar com a dor de cabeça sem remédios. Isso porque a acupuntura, um método tradicional da medicina chinesa, tem o poder de realinhar o fluxo de energia no corpo.

6. Massagem

Outra forma de tratar as dores de cabeça sem remédio é por meio de passagens na cabeça. Um estudo apontou que pessoas que sofriam com enxaqueca e receberam 6 sessões de massagens semanais, durante três meses, passaram a dormir melhor e a sentir menos dores. O ideal é que as massagens sejam focadas nas têmporas, no pescoço, nas costas, no topo da cabeça e nos ombros.

7. Alongamentos

Alongar áreas específicas do corpo também podem ajudar a acabar com a dor de cabeça sem remédios, já que ajudam a relaxar. Comece alongando a cervical, o pescoço e movendo os ombros lentamente. Melhores resultados podem ser alcançados se você se alongar duas vezes por dia, durante 20 minutos por vez.

8. Meditação

Claro que ela não vai funcionar instantaneamente, é preciso criar o hábito de meditar para ver os benefícios dessa prática aparecer em seu dia-a-dia.

9. Escuridão

Ficar no escuro por algum tempo pode ajudar a acabar com a dor de cabeça sem remédios ou, pelo menos, reduzir a intensidade do incômodo. Óculos escuros também podem ajudar.

10. Hortelã

As propriedades calmantes da hortelã podem ajudar a acabar com a dor de cabeça sem remédios. É por isso que sua avó está certa quando manda você tomar um chazinho de hortelã todas as vezes que você está nervoso ou sofrendo dores.

11. Compressas frias ou quentes

Outra forma de acabar com a dor de cabeça sem remédios e usando uma compressa fria. Isso é bastante eficiente no caso de dores causadas por sinusite. Se você não tiver uma bolsa térmica, envolva alguns cubos de gelo em uma toalha fina e coloque essa compressa improvisada sobre a área dolorida.

Fonte: Segredos do Mundo

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Segurança e representantes de entidades LGBT discutem novas formas de tratamento nas delegacias

representanteslgbtO secretário executivo da Segurança Pública, Jean Francisco Nunes, recebeu nessa terça-feira (3) representantes de várias entidades que trabalham questões ligadas ao público LGBT na Paraíba. Na reunião, foram discutidas novas formas de tratamento para este público nas delegacias, como a inclusão de campos específicos para Nome Social, Orientação Sexual e Identidade de Gênero nos Boletins de Ocorrência e outros documentos da Secretaria de Segurança e Defesa Social. Além disso, deverá ser criado um banco de dados único em parceria com a Secretaria da Mulher e Diversidade Humana para registrar notificações de casos de homofobia no Estado.Para Jean Francisco Nunes, a reunião foi de grande importância para que a Secretaria de Segurança e Defesa Social possa ter um mapeamento com dados mais seguros a respeito dos casos de homofobia, bem como lidar com as perspectivas das entidades que trabalham as questões de gênero. “Nós estamos caminhando no sentido de trabalhar em conjunto com todas as frentes sociais. Esta reunião representa a abertura e o interesse do Estado em tratar as questões de gênero com igualdade e, por isso, estamos finalizando um novo modelo de Boletim de Ocorrência, que passará a ser informatizado, e já vamos solicitar à comissão através de ofício que atenda à reivindicação das entidades LGBT, incluindo campos específicos para Nome Social, Orientação Sexual e Identidade de Gênero”, assegurou.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Representantes dos movimentos e entidades que trabalham a questão LGBT no Estado também cobraram da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social que haja uma continuidade no trabalho de orientação aos servidores para que saibam lidar com esse público na delegacia. “Já houve um treinamento de servidores para que haja um melhor tratamento às mulheres nas delegacias. Nós queremos que aconteça o mesmo em relação ao público LGBT. Muitas vezes, os servidores ficam constrangidos em perguntar a orientação sexual de uma pessoa na hora que ela vai fazer um Boletim de Ocorrência, mas acredito que se houver um treinamento da pessoa que atende ao público essa relação pode melhorar muito. Então é preciso que haja uma formação continuada dos servidores públicos que lidam com o público LGBT”, reivindicou Renan Palmeira, do movimento LGTB.

O delegado Marcelo Falcone, da Delegacia de Crimes Homofóbicos, disse que a delegacia é um dos canais de atendimento ao público LGBT e vem lidando muito bem com esse público. Nesse ponto, os representantes de entidades LGBT disseram que é necessário que haja uma visibilidade maior dessa Delegacia para a população. “A gente sabe que existe a Delegacia de Crimes Homofóbicos, mas consideramos que a delegacia fica num lugar muito escondido e não há a visibilidade que tem a Delegacia da Mulher, por exemplo. Acho que se faz necessário uma campanha de divulgação e um espaço mais amplo para a Delegacia de Crimes Homofóbicos”, disse Renan Palmeira.

A reunião foi concluída com o compromisso da Secretaria de Segurança e Defesa Social de solicitar à comissão que elabora o novo modelo de Boletim de Ocorrência a inclusão de campos específicos para o público LGBT, como Nome Social, Orientação Sexual e Identidade de Gênero; a criação de um banco de dados onde sejam registrados todos os crimes homofóbicos em parceria com a Delegacia da Mulher e Diversidade Humana e que haja cursos de reciclagem para que os servidores que lidam com o público possam oferecer um tratamento específico ao público LGBT.

Participaram da reunião o secretário executivo da Segurança Pública, Jean Francisco Nunes, Delegado Marcelo Falcone, da Delegacia de Crimes Homofóbicos,e representantes do Movimento do Espírito Lilás (MEL), Grupo de Mulheres Lésbicas e Bissexuais Maria Quitéria, Comissão da Diversidade Sexual da OAB-PB, Núcleo de Estudos Populares Flor de Mandacaru da Universidade Federal da Paraíba, Coordenação de Políticas Públicas para LGBT da Prefeitura Municipal de João Pessoa e Secretaria Estadual da Mulher e Diversidade Humana.

iParaiba com Secom

Cinco formas de reduzir e controlar a taxa de colesterol

colesterol-e-sangueO colesterol é um tipo de gordura que circula na corrente sanguínea e que carrega a fama de vilão pelo fato de, em excesso, aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como derrame e infarto. A substância, no entanto, é essencial para algumas funções do organismo, já que ajuda na regeneração dos tecidos e dos ossos e na produção de hormônios sexuais e de vitamina D. Prova disso é que 70% de todo o colesterol presente no corpo de uma pessoa é produzido por seu próprio organismo.

Para circular pela corrente sanguínea, o colesterol precisa se ligar a uma lipoproteína, molécula que contém proteína e gordura. Existem dois tipos dessas moléculas transportadoras: as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e as de alta densidade (HDL) — e são elas que determinam se o colesterol será mais ou menos prejudicial à saúde.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Enquanto o LDL deposita o colesterol nas paredes das artérias, podendo entupir os vasos e desencadear problemas cardiovasculares, o HDL leva o excesso de colesterol para o fígado para que seja eliminado pelo intestino. Por isso, o colesterol transportado pelas moléculas LDL e HDL é conhecido como colesterol ruim e bom, respectivamente.

Os médicos consideram que os níveis de HDL devem ser de, no mínimo, 60 miligramas por decilitro de sangue e os de LDL não devem ultrapassar 100 miligramas por decilitro de sangue. Em quantidade superior a essa, o colesterol “ruim” pode se acumular nas artérias e formar placas de gordura. “Com o tempo, essas placas reduzem a circulação do sangue que vai para o coração e podem formar coágulos, interrompendo completamente a passagem do sangue, que é a causa do infarto ou derrame cerebral”, diz o cardiologista Luiz Bortolotto, coordenador do Centro de Hipertensão do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo.

A alimentação é uma importante fonte de colesterol — e a qualidade dos hábitos alimentares é fundamental para controlar os níveis de gordura no sangue. Para garantir que o colesterol não prejudique a saúde, é essencial evitar o consumo de gorduras saturadas, como explica o endocrinologista Alex Leite, do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, em São Paulo. Segundo ele, alguns alimentos ricos nesse tipo de gordura são laticínios e derivados integrais, como leite integral, queijos de coloração mais amarela, manteiga e requeijão, além de carnes gordas, como lombo de porco, picanha, cupim e embutidos.

Praticar atividade física, ingerir alimentos ricos em fibra e parar de fumar também ajuda a controlar o colesterol, reduzindo os níveis de LDL e aumentando os de HDL.

Tratamento — No entanto, existem casos em que as taxas de colesterol não se estabilizam com alimentação e atividade física. As causas para esses problemas podem estar em alguma doença metabólica, como o diabetes e a obesidade, ou na herança genética. “Pessoas que têm familiares com colesterol alto tendem a apresentar taxa elevada de colesterol, independentemente da dieta”, diz Marcelo Paiva, cardiologista do Núcleo de Cardiologia do Hospital 9 de Julho.

O tratamento à base de estatina é o mais utilizado nesses casos: o medicamento inibe a produção de colesterol pelo organismo. Mesmo esses pacientes, porém, devem seguir recomendações básicas para controlar o colesterol.

 

Veja

Desafio às várias formas de violência contra os idosos

idososNo Brasil, os idosos ainda são tratados muito mal apesar de todas as políticas públicas inauguradas de dez anos para cá regidas por leis e regulamentadas em estatutos, e não obstante a aguda desigualdade que persiste no país. Nossa cultura, que ao contrário do que se dizia no passado, é uma cultura violenta em todas as classes, da elite abonada aos mais pobres (ou explorados), reforça a uma imagem negativa na alma do brasileiro: velhos pobres e dependentes – física ou financeiramente – são tratados com, no mínimo, impaciência e negligência.
Estorvos e alvos de piadas e chacotas crueis eles são ‘desrespeitados diariamente’ no dizer de um profissional liberal de classe média, 70 anos, aposentado, mas  atuante no exercício de seu trabalho, por desejo de sobreviver em uma velhice independente.

Entre os velhos ricos, com frequência bajulados por parentes ansiosos em botar a mão na parte da herança que lhes cabe do  condomínio familiar, a violência e a exploração podem vir de dentro da própria família, camufladas em hipocrisia ou em golpes financeiros sutis e traiçoeiros.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Agora, porém, em mais uma iniciativa da secretaria de Direitos Humanos da presidência da República através de sua Coordenadoria Geral dos Direitos dos Idosos  procura-se contribuir para a correção desses estereótipos negativos relembrando punições legais e policiais aos crimes de violência contra os mais velhos e, sobretudo difundindo informação, distribuindo aos membros do Conselho Nacional do Idoso, aos integrantes dos conselhos estaduais e distritais, aos 2800 conselhos municipais do país e às 90 delegacias que atuam na área dos idosos, a publicação Manual de Enfrentamento à Violência contra a Pessoa Idosa com dados sobre uma situação que atinge a população deste país com mais de 200 milhões de habitantes – quinta nação mais populosa do planeta -, dos quais  auqse 25 milhões de indivíduos têm além de 60 anos.

O Manual é apresentado paralelamente à assinatura pela presidenta Dilma Rousseff, em setembro de 2013, do Compromisso Nacional para o Envelhecimento Ativo que atualmente está sendo articulado por 17 ministérios, estados, Distrito Federal e municípios. Ele define o que é violência contra o idoso, apresenta estatísticas impressionantes; algumas das causas que levam os mais velhos aos hospitais e a violência difusa, permanente e insidiosa que tem como alvo a população de mais de 60 anos.

O volume também lembra que, segundo todas as convenções internacionais, os governos devem priorizar os direitos da pessoa idosa. Devem apoiar familiares e profissionais (cuidadores) ou os que acompanham ou abrigam os mais velhos em suas famílias e residências. Precisam estimular a criação de espaços sociais seguros e amigáveis fora de casa e no seu interior quando neles habitam idosos.

Um dos aspectos mais significativos do trabalho é a prevenção de dependências e a abordagem sobre a formação de profissionais de saúde, assistência e cuidadores profissionais que, “bem preparados, sensíveis e atuantes promovem a prevenção de vários tipos de violência institucional interferindo na dinâmica familiar onde ocorre grande parte dos maus-tratos, das negligências, dos abusos e do abandono.”

O Manual relembra que o Brasil conta apenas com 900 médicos geriatras para atendimento a uma população de 24 800 indivíduos a partir de 60 anos.

Para uma ideia mais aproximada da violência da qual é vítima o idoso (a) na nossa sociedade, desde 2011 até o primeiro trimestre deste ano de 2014, o Disque-100* registrou 77 059 denúncias de violações de direitos humanos contra a pessoa idosa. Segundo dados desse serviço – cada vez mais conhecido e utilizado pela população, – os tipos mais comuns de violação contra os mais velhos são a negligência (68,7%), a violência psicológica (59,3%) e o abuso financeiro e econômico relacionado à violência patrimonial – surpreendentes 40,1% dos casos. Faixa etária que mais sofreu abuso financeiro: de 76 a 80 anos.

Se há um ano eram 19,68% os casos de abuso financeiro nesta faixa etária, hoje, até aqui, o número de denúncias já chegou a 20,43%. E se em 2013 cerca  de 50%  dos infratores eram filhos  de idosos, apenas nos primeiros meses deste ano o número subiu para 53%!

O quadro que aponta para uma covardia sem nome é o de casos de violência física – 34 %. Vítimas mulheres: 66,29%. Homens: 27,26%. Maior incidência, entre 76 e 80 anos.

Autora do Manual, a cientista social Neusa Pivatto Müller, coordenadora do departamento de Direitos dos Idosos da SDH ressalva: “Esta violência exige análise das relações sociais, econômicas e culturais no contexto em que ela se produz. Não são apenas as limitações físicas próprias da idade que definem a vulnerabilidade da população. Mas é o medo de represálias ou de mais violência; o sentimento de culpa e vergonha por depender de outros; as limitações cognitivas e a desconfiança; o isolamento social e a incapacidade de reação.”

Segundo Müller, “ (no Brasil) o conjunto de normas, leis, programas e serviços relacionados à proteção das pessoas idosas são insuficientes para garantir sua exequibilidade. Novas políticas públicas e novas atitudes que caracterizem uma necessária mudança cultural precisam se impor para garantir o respeito que a pessoa idosa merece fazendo valer seu direito humano de ser tratada com igualdade, dignidade e respeito.”

Os 5000 exemplares do Manual alcançam um vasto público de pessoas idosas, gestores, prestadores de serviços, profissionais de saúde e de assistência social, operadores do direito, membros dos conselhos do idoso, agentes de segurança e familiares assim como promotores e defensores que atuam na defesa dos direitos da pessoa idosa, grupos de pessoas idosas do SESC e trabalhadores e trabalhadoras rurais através da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – CONTAG – e das Federações de Trabalhadores Rurais.

Sua distribuição é gratuita e o Manual está disponível para acesso no site da SDH. O acesso amplo das pessoas idosas a esta publicação se faz também através do apoio aos projetos que envolvem ações de capacitação como é o caso da Coordenação Geral dos Direitos do Idoso (SDH) que, anualmente, transfere a estados e municípios recursos para o enfrentamento à violência conta essa população. Do mesmo modo, o Conselho Nacional dos Direitos do Idoso acessa recursos às organizações da sociedade civil oriundos do Fundo Nacional do Idoso – FNI (*).

(*) De acordo com dados de 2013 do Disque 100, o serviço gratuito de denúncias de casos de violência contra o idoso, da secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, os filhos e netos são os principais agressores de idosos. Mulheres são as principais vítimas.

Léa Maria Araão Reis