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‘Tratamos o câncer com drogas que não foram feitas para a genética dos latinos’

RemédiosSabe-se muito pouco sobre o real cenário do câncer na América Latina. Além de existirem mais estimativas do que dados sobre a incidiência da doença, a região corresponde a apenas 1% de todas as pesquisas clínicas feitas em oncologia no mundo. Por aqui, pesquisas, tratamentos e medicamentos são “importados” principalmente dos Estados Unidos e Europa.

 

De acordo com o colombiano Andrés Felipe Cardona, diretor científico da RedLano (Rede Latino Americana de neuro-oncologia), a carência de pesquisas tem um preço alto: ainda não se sabe exatamente como se comportam os tumores na população latino-americana nem se os medicamentos usados na região são tão eficientes quanto são para as populações norte americanas ou europeias.

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Vale ressaltar que cada vez mais os novos medicamentos oncológicos são baseados na genética tumoral e, de acordo com o pesquisador, no que se refere à oncologia, a heterogênea e diversa população latino-americana teria, curiosamente, maior semelhança com a asiática. Leia abaixo a entrevista:

 

A maioria dos medicamentos e tratamentos contra o câncer é oriunda de pesquisas feitas nos Estados Unidos ou na Europa. Quanto de pesquisa clínica em oncologia é feita na América Latina?
Andrés Felipe Cardona:
 Digamos que de 100% de toda a pesquisa feita sobre câncer no mundo atualmente, apenas 1% seja feito na América Latina. Deste 1% , 60% é feito no Brasil. Os outros 40% correspondem principalmente a pesquisas clínicas feitas no México e na Argentina. Os outros países fazem muito pouco. Então não sabemos ainda como se comportam os nossos tumores, os nossos cânceres.

 

Por que não dá para saber como se comportam os nossos tumores?
Cardona:
 Nossa genética é completamente diferente da dos americanos e dos europeus. Antes, nos guiávamos por estudos norte-americanos e acreditávamos que os comportamentos sobre as doenças seriam iguais aos deles. Agora sabemos que, curiosamente, a genética dos nossos tumores se parece mais com a dos asiáticos. Então o câncer de pulmão na América Latina, por exemplo, é muito mais parecido ao câncer de pulmão na Ásia, principalmente a genética.

 

Por que nos parecemos mais com asiáticos?
Cardona:
 Acreditamos que isto pode ter relação com genes muito antigos, que provavelmente têm a ver com as migrações feitas a 14 ou 18 milhões de anos da Ásia. Estes genes estavam nos aborígenes da América Latina e quando nós nos mesclamos com os europeus estes genes ficaram exacerbados, digamos assim, e são eles que por acaso têm relação com as doenças. Bom, é importante ressaltar também que a América Latina é um continente muito heterogêneo, existe muita diferença.

 

Quais são as especificidades destes tumores?
Cardona:
 O comportamento de um tumor entre os peruanos, por exemplo, é completamente diferente do comportamento entre os brasileiros. O que estamos aprendendo, a passos muito lentos, é como se comportam estas populações para saber como vão se comportar os medicamentos quando aplicados a elas. No Peru, por exemplo, há uma relação importante de tumores criados por um vírus chamado Epstein-Barr e ainda não sabemos a razão disso. Acredita-se que tenha uma provável relação com as migrações de japoneses para lá, assim como ocorreu no Brasil, uma vez que os japoneses também têm uma prevalência alta de câncer por este vírus, coisa que não ocorre no resto da América Latina. São questões difíceis de explicar, mas aos poucos vamos caminhando.

 

Então o problema não está só na falta de diagnóstico precoce, tratamento, sistema de saúde, mas também no desconhecimento da genética?
Cardona:
 Sim, mas é preciso considerar todos estes fatores. Um exemplo importante entre os latino-americanos é a infecção pelo HPV, que cria não só canceres de colo uterino, como também de cabeça e pescoço e que poderia estar gerando cânceres de pulmão e outros tantos. A infecção por HPV entre as mulheres latino-americanas é muito alta. Em Bogotá, mais ou menos 25% das mulheres com menos de 40 anos estão ou estiveram infectadas. No Brasil, o porcentual é de 15%. Se olharmos o total da população sexualmente ativa na América Latina, estaríamos falando provavelmente de 35%. Por isso o câncer de colo uterino é tão alto aqui. A infecção por HPV está relacionada com o subdesenvolvimento, mas ele pode gerar também tumores. São muitas transformações que fazem com que os nossos tumores sejam completamente diferentes daqueles que surgem nos norte-americanos e europeus. O maior problema é que os 40% dos casos de câncer em 2020 ou 2030 estarão relacionados ao subdesenvolvimento, à pobreza.

 

O senhor poderia me dar exemplos de características no Brasil que são diferentes nos Estados Unidos e na Europa?
Cardona:
 No Brasil, a população de pessoas negras é maior e os tumores de mama são muito mais agressivos na população negra. Esses genes também estão na população miscigenada. Logo, o câncer de mama na população brasileira e na colombiana (onde a população negra também é maior) tem uma dominância maior para um tipo de câncer chamado triplonegativo, mais agressivo. É isso que temos aprendido pouco a pouco, mas infelizmente a pesquisa em câncer é muito limitada.

 

Isso é um pouco preocupante, pois os medicamentos estão cada vez mais baseados no genoma.
Cardona:
 Grande parte desta informação de inovação em oncologia se deu por conta do genoma tumoral. Desde o ano de 2002 quando completou o projeto do genoma humano, começou-se a tratar de tipificar uma variedade de informações genéticas, a “impressão digital” dos tumores. Hoje em dia, ao menos dos tumores maiores, conhecemos 60% desta “impressão digital”. Assim, conhecemos os genes que estão ativados, os mais quentes, digamos assim. As investigações em todo o mundo têm se dado para apagar estes incêndios, digamos assim. Na década de 1960, existiam 40 medicamentos em pesquisa, todos quimioterápicos. De 1960 a 2000 foram investigados 300 medicamentos em oncologia. Entre 2000 e 2010, foram pesquisados mais de 500 medicamentos. Então há uma multiplicação de informação. É fantástico.

 

Como funciona isso?
Cardona:
 Só para explicar melhor, vamos colocar que a genética de cada tumor é como um ônibus. O motorista é o gene quente e os passageiros são os genes que indicam onde o motorista vai buscar a informação da doença. Hoje em dia temos conhecimento sobre quem são esses genes quentes e temos medicamentos que conseguem inibí-los e cosequentemente apagar a doença. Boa parte desses medicamentos são dirigidos a esses genes, produzem menos efeitos colaterais e são tomados por via oral.

 

 Mas se a revolução nos tratamentos contra o câncer está exatamente no genoma e você me diz que nossa genética é diferente da genética usada como base para estes remédios, então não temos medicamentos feitos para a gente.
Cardona:
 Não, eles são muito caros. Um estudo para uma nova molécula custa, em média, entre 50 e 100 milhões de dólares. Agora temos pesquisas em câncer de pulmão e em câncer de mama na América Latina para entender por que nós nos comportamos de modo tão diferente, por que os tumores se comportam de modo diferente. É muito importante fazer pesquisas na América Latina, mas acontece que os nossos países investem muito pouco em pesquisa.

 

Onde está o problema? Falta de dinheiro, desconhecimento sobre as populações, prioridades, tempo regulatório?
Cardona:
 Há mais coisas. A fatia do produto interno bruto dos nossos países para a pesquisa é muito baixa. Os países desenvolvidos investem de 5% a 6% do PIB em pesquisa. Na América Latina, os países que mais investem em pesquisa no geral, que são o Chile e o Brasil, estão em 2%. Existem ainda casos mais dramáticos, como o do meu país, que investe menos de 1%. Temos também um problema muito grande são os tempos, como você disse. Em geral, os tempos regulatórios na América Latina são muito lentos. O caso mais extremo é o Brasil, onde o tempo regulatória varia de 200 e tantos e 500 dias. A grande maioria dos países – exceto Equador, Peru e México, que são mais rápidos – estão mirando a política regulatória da Anvisa e passando 300 ou 450 dias até a aprovação dos medicamentos. Fora isso, a grande maioria dos medicamentos saem com restrições, então não temos o acesso universal, por eles serem caros. No Brasil, a nova tecnologia tem acesso de 8%, na Colômbia é de 4% e o problema é que nós como latinos somos diferentes dos norte americanos e dos europeus. Muitos países também reprimem o acesso a estas novas tecnologias, não só o medicamento, mas também pesquisa, plataformas de tipificação e também para a inclusão de reativos.

 

Você se refere à entrada de medicamentos?
Cardona:
  Sim. O tempo que a tecnologia evolui e a necessidade de cumprir muitos passos e requisitos é muito grande. Para que vocês entendam em 1960 ou 70 o tempo que levava para introduzir um novo medicamento para uma doença tumoral estava ao redor de 15 anos de pesquisa. Agora este tempo está ao redor de sete anos. O problema da América Latina é que a tecnologia demora muito mais para chegar. Os medicamentos que estão hoje nos EUA demoram três ou quatro anos para chegar e o acesso não é global, nem todos os pacientes terão estes medicamentos.

 

Na sua opinião, se aumentasse o investimento em pesquisa haveria redução nos gastos de saúde?
Cardona: Claro. Saberíamos mais das nossas doenças e poderíamos aprender a cuidar e tratá-las melhor. Saberíamos se os medicamentos que estamos usando são tão eficientes quanto são para norte-americanos ou europeus.

 

Uma critica muito grande que se tem sobre a pesquisa em câncer é que ela está sempre no quase e que isto poderia indicar que se está no caminho errado. Qual a resposta que o senhor dá a esta crítica?
Cardona:
 Se olharmos os dados mais recentes o mundo teria morrido de câncer nos próximos 20 ou 30 anos. Hoje em dia morrem cerca de 8 milhões de pessoas de câncer por ano em todo o mundo. Nos anos de 2025 e 2030 vão morrer 30 milhões de pessoas por ano por esta doença. E uma quantidade gigantesca de pessoas. Em 1960, só podíamos curar 10% das doenças tumorais. Hoje em dia podemos curar 40%. Veja que ganhamos 30% em capacidade de cura e não é só por causa de diagnósticos mais precoces, mas também em grande proporção e também ao acesso a novos medicamentos que apagam estes genes e mudaram em mais de 40% a evolução das doenças mais importantes como o câncer de mama, de pulmão. Então não estamos em um quase, mas conseguindo cada vez mais curar mais pessoas e aqueles que não conseguimos curar conseguimos dar uma qualidade de vida maior, por um tempo de vida maior.

 

*A repórter viajou a convite da Roche para o congresso que discutiu Oncologia

IG

Fifa diz que árbitros e atletas foram contatados para manipularem Copa

ralf-mutschkeO chefe de segurança da Fifa, Ralf Mutschke, afirmou nesta quinta-feira que alguns árbitros e jogadores foram contatados por pessoas interessadas em manipular resultados de partidas da Copa do Mundo de 2014.

De acordo com Mutschke, as partidas passíveis de manipulação são aqueles com algo em jogo, como os duelos finais da fase de grupos.

“Não estamos esperando que as pessoas que manipulam viajem para o Brasil e batam na porta dos jogadores ou dos juízes, mas sabemos que alguns foram procurados”, afirmou o executivo à BBC.

Mutschke, que foi policial e executivo da Interpol, afirmou que a Fifa acompanha de perto algumas seleções, mas disse que não poderia revelar quais são elas.

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“Não posso falar quais são as seleções ou os grupos, mas posso dizer que a Inglaterra (grupo D, ao lado de Itália, Costa Rica e Uruguai) não está na chave de maiores riscos”, declarou.

Na última terça-feira, a partida entre Nigéria – que estará na Copa do Mundo – e Escócia ficou sob suspeita por causa de uma possível manipulação de resultados. O jogo terminou 2 a 2.

ESPN

Em três anos, quase 9 mil armas foram apreendidas pelas forças de Segurança na PB

armasAs ações das forças de Segurança Pública da Paraíba conseguiram, nos últimos três anos, tirar de circulação 8.690 armas de fogo. No 1º quadrimestre de 2013 foram 892 e este anono mesmo período, foram 1.001 apreendidas, entre revólveres, pistolas e outras de grosso calibre. A média de apreensões é de 7,1 armas por dia. Foi um aumento de em torno de 12%.

O balanço do monitoramento da Segurança Pública apontou que houve queda nos crimes contra a vida de mulheres em 2014, com o registro de 29 assassinatos com vítimas do sexo feminino. No mesmo período de 2013, aconteceram 53 casos, o que representa uma queda de 45% nas ocorrências deste tipo no Estado.

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O número de assassinatos foi reduzido em 13,1% no primeiro quadrimestre de 2014, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os dados mostram ainda que nos três primeiros meses do ano a Paraíba foi o estado brasileiro que mais reduziu proporcionalmente os crimes contra a vida, ficando à frente de estados como Ceará e Rio de Janeiro, onde foi registrado um crescimento de 14,7% e 22,4%, respectivamente (dados das secretarias da Segurança dos Estados).

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, nos primeiros quatro meses do ano foram registrados 469 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte. No mesmo período de 2013, aconteceram 540 crimes desse tipo.

O governador Ricardo Coutinho atribuiu a redução dos índices à política de Segurança Pública implantada pelo Governo do Estado, que trabalha na lógica de integração das polícias e monitoramento das áreas de segurança. “A Paraíba é o Estado que mais vem reduzindo os crimes contra a vida. Uma das responsáveis por isso é a metodologia adotada no Governo, que integra as Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros. O Programa Paraíba Unida Pela Paz reestruturou as Forças de Segurança, estabeleceu metas e qualificou os profissionais, com foco na redução da criminalidade”, afirmou o governador.

Para o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, a redução de homicídios mostra que o planejamento realizado pela Segurança Pública vem alcançando resultados. “Estamos no caminho certo. A permanência dessa queda, que na verdade já se verifica desde o mês de dezembro de 2013, significa que passamos por um processo de consolidação de uma política de Segurança Pública e atesta eficiência dos órgãos policiais”, defendeu.

As ações de segurança também resultaram na apreensão de um volume maior de drogas nos quatro primeiros meses do ano na Paraíba. Foram 416,8 quilos de entorpecentes que deixaram de circular em solo paraibano. Em relação ao mesmo período de 2013, quando foram recolhidos 179,6 quilos, o aumento é de 132%. A droga mais apreendida no 1º quadrimestre de 2014 em relação ao mesmo período do ano passado foi a maconha (391,1 quilos contra 153,8 quilos), com aumento de 154%. A quantidade de crack apreendida na Paraíba também aumentou (22,9 quilos contra 18,7) e de cocaína foram retirados de circulação 2,8 quilos.

Em três anos e quatro meses na Paraíba foram apreendidos quase 5 toneladas de entorpecentes, o que representa uma média de 4,1 quilos de drogas apreendidas por dia.

portal correio

Laudo diz que crianças queimadas no DF apanharam e foram amordaçadas

Rômulo Nascimento, artesão de 21 anos suspeito de amarrar e botar fogo em crianças no DF (Foto: TV Globo/Reprodução)
Rômulo Nascimento, artesão de 21 anos suspeito de
amarrar e botar fogo em crianças no DF
(Foto: TV Globo/Reprodução)

Um laudo divulgado no início da tarde desta terça-feira (13) pela Polícia Civil aponta que os dois irmãos – um menino de nove anos e uma adolescente de 13 – encontrados amarrados e carbonizados em casa, no Distrito Federal, foram agredidos antes de morrer. Principal suspeito, o artesão Rômulo Nascimento, de 21 anos, admitiu o crime e diz que invadiu a residência para levar um notebook, um tablet e uma máquina fotógrafica como forma de pagamento de uma dívida de R$ 500 feita pelo irmão mais velho delas.

De acordo com o laudo, que é preliminar, as vítimas tinham marcas de soco no rosto e no corpo. O documento aponta que a menina foi amordaçada com uma sacola plástica e o garoto com um pedaço de pano. Umdesenho feito à mão pelo artesão mostra o passo a passo do crime. As crianças estavam sozinhas em casa e foram agredidas porque começaram a gritar quando ele pegou o notebook.

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Na imagem feita à mão, o artesão usa setas para mostrar de onde tirou o sofá que usou para barrar a saída dos dois quartos da casa em que deixou as crianças amarradas. Ele também indica a posição da cadeira usada para bloquear a porta de um dos cômodos. O crime aconteceu na tarde desta segunda-feira (12). Em entrevista, o suspeito disse aos jornalistas que estava arrependido do que aconteceu.

Desenho feito por suspeito de amarrar crianças no DF e atear fogo na casa delas por causa de dívida de R$ 500 (Foto: TV Globo/Reprodução)Desenho feito por suspeito de amarrar crianças no DF e atear fogo na casa delas por causa de dívida de R$ 500 (Foto: TV Globo/Reprodução)

Os corpos do garoto e da adolescente foram encontrados na tarde de segunda, e o suspeito foi localizado por volta das 19h na casa da namorada, no P Sul. “Ele confessou o crime, não chorou, não se emocionou. Apenas narrou o que aconteceu”, relatou o delegado Johnson Kenedy Monteiro, responsável pelo caso.

O artesão era amigo do irmão mais velho das crianças e já havia dormindo na casa da família. Abalada com o crime, a mãe delas sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi levada para o Hospital Regional de Ceilândia. A mulher recebeu alta na noite de segunda.

Crime
Na versão apresentada à polícia, o suspeito afirmou que teria vendido, alguns dias antes, peças de artesanato ao irmão mais velho das vítimas. No fim de semana, o homem contou que havia cobrado do cliente o valor dos produtos, e ouviu que deveria ir à casa da família na segunda-feira, para receber parte do valor.

Conforme o combinado, o artesão foi até a residência e lá recebeu R$ 100 do irmão das vítimas. Pouco depois, o rapaz voltou ao local, tocou a campainha e encontrou a criança e a adolescente sozinhas. Ele disse aos dois que havia voltado porque esqueceu algo na casa.

Quando o homem falou que levaria embora um notebook para liquidar a dívida, as vítimas começaram a gritar. O suspeito, então, revelou que pôs a menina em um quarto e amarrou as mãos dela com um fio de telefone. Depois, conduziu o garoto a outro quarto e o amarrou com um pedaço de lençol rasgado.

O jovem decidiu, então, escorar cadeiras e um sofá nas portas dos dormitórios para impedir que os irmãos saíssem, e colocou fogo na residência. Saindo de lá, o autor do crime ainda encontrou a mãe das vítimas na rua, que o cumprimentou.

Mensagens trocadas pelo suspeito e pelo irmão mais velho das vítimas para combinar pagamento de dívida no DF (Foto: TV Globo/Reprodução)Mensagens trocadas pelo suspeito e pelo irmão mais velho das vítimas para combinar pagamento de dívida no DF (Foto: TV Globo/Reprodução)

A Polícia Civil informou que o suspeito não tinha antecedentes criminais. Ele vai responder por duplo latrocínio (roubo seguido de morte) e pode pegar até 60 anos de prisão. Detido no Departamento de Polícia Especializada, o homem deve ser transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda ainda nesta terça-feira.

 

 

G1

Mais de 2,5 mi de ingressos já foram vendidos, revela Fifa

Torcida durante partida da Copa das Confederações na Fonte Nova em Salvador - Ivan Pacheco
Torcida durante partida da Copa das Confederações na Fonte Nova em Salvador – Ivan Pacheco

A Fifa anunciou nesta terça-feira que um total de 2.577.662 ingressos para a Copa do Mundo já foram reservados aos torcedores que solicitaram as entradas em todos os canais de vendas, incluindo o programa de hospitalidade (entradas para setores vip). O balanço foi feito depois do término do segundo período da segunda fase de vendas, na terça. A Fifa destacou que 65% dos bilhetes foram alocados a torcedores brasileiros, que adquiriram um total de 1.041.418 ingressos. Os Estados Unidos estão em segundo na lista, com 154.412 entradas, seguidos pela Austrália (40.681), Inglaterra (38.043) e Colômbia (33.126).

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A Fifa também anunciou que 261.988 ingressos foram vendidos com desconto em todas as categorias (Bolsa Família, idosos e estudantes). Os torcedores que compraram os bilhetes com desconto devem apresentar a documentação necessária para obterem as entradas nos Centros de Distribuição da Fifa. Todos os compradores também devem levar a confirmação da compra dos ingressos e a identidade ou passaporte utilizado no processo.

 

Os Centros de Distribuição das doze cidades-sede, com exceção de Brasília e Porto Alegre, abrirão a partir do dia 18 de abril, das 12h às 18h (horário de Brasília). Eles irão operar apenas aos sábados e domingos nas três primeiras semanas. A expectativa é que 540.000 ingressos sejam entregues aos brasileiros e estrangeiros que optaram pelo recebimento em casa no início de maio.

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O período final de venda dos bilhetes começa no dia 15 de abril, às 7 horas (de Brasília) e irá até o final da Copa. Nesta fase, os torcedores brasileiros só poderão pagar pelas entradas utilizando cartão. Se alguém optar pela compra em dinheiro, as vendas estarão disponíveis diretamente nos Centros de Distribuição apenas a partir do dia 1º de junho.

 

Onde retirar os ingressos

Belo Horizonte Boulevard Shopping : Avenida dos Andradas nº 3.000, Santa Efigênia, Belo Horizonte (MG)
Brasília Centro de Convenções Ulysses Guimarães : Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, S/n Asa Sul, Brasília (DF)- (Data de abertura não definida)
Cuiabá Shopping Pantanal – Av. Historiador Rubens de Mendonça, 3.300 – Jardim Aclimação, Cuiabá (MT)
Curitiba Patio Batel Shopping – Avenida do Batel, 1.868 – Batel, Curitiba (PR)
Fortaleza Centro de Convenções de Fortaleza: Avenida Washington Soares nº 999, Portão E – Edson Queiroz, Fortaleza (CE)
Manaus Centro Cultural dos Povos da Amazônia: Praça Francisco Pereira da Silva, s/n°, Manaus (AM)
Natal Shopping Cidade Jardim: Av. Eng. Roberto Freire, 2.920 – Capim Macio, Natal (RN)
Porto Alegre Barra Shopping Sul: Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal, Porto Alegre (RS) (Data de abertura não definida)
Recife Recife Shopping: Rua Padre Carapuceiro nº 777, Edifício Garagem B1, Boa Viagem, Recife (PE)
Rio de Janeiro Casarão General Severiano: Av Venceslau Brás, nº 72 – Botafogo, Rio de Janeiro (RJ)

Cidade das Artes: Av. das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ) (A partir do dia 1º de junho)

Salvador Iguatemi Shopping : Avenida Tancredo Neves nº 148, Estacionamento I-1, Salvador (BA)
São Paulo Ginásio do Ibirapuera: Rua Manoel da Nóbrega, 1.361, Ginásio do Ibirapuera, Paraíso, São Paulo (SP)

Centro Cultural São Paulo: Rua Vergueiro, 1.000, Paraíso, São Paulo (SP) (A partir do dia 1º de junho)

Banco de São Paulo: Rua XV de Novembro, 347 – Centro – São Paulo (SP) (A partir do dia 1º de junho)

veja (Com Estadão Conteúdo)

Provas do IFPB que foram anuladas vão acontecer no dia 23 de fevereiro

ConcursoA Comissão Permanente de Concursos Públicos do IFPB divulgou o cronograma de provas para os cargos de Assistente de Laboratório, Técnico de Laboratório/área: Física, Odontólogo e Auxiliar em Administração do Concurso Público para técnico-administrativo que foram anuladas em dezembro de 2013 devido a problemas operacionais. Confira aqui o Edital 05/2014.

A prova escrita para estes quatro cargos será realizada na data provável no dia 23 de fevereiro de 2014. Segundo a Compec 2.434 candidatos estão aptos aos exames. Desse total 512 são do cargo para Assistente de Laboratório, 105 candidatos para Técnico de Laboratório/área: Física, 335 para Odontólogo e 1.482 para Auxiliar em Administração.A relação dos locais de prova será divulgada até o dia 13 de fevereiro no portal do IFPB.

A prova escrita será composta de 40 (quarenta) questões de múltipla escolha.Para os cargos de níveis C e D oprocesso seletivo será aplicado das 8h às 12h (horário oficial local) e para o cargo de nível E das 14h às 18h (horário oficial local).O acesso ao local de realização da prova será a partir das 7:20h para os candidatos aos cargos de níveis C e D e os portões serão fechados as 8h. Para o cargo de nível E o acesso será a partir das 13:20h e o fechamento dos portões será as 14h.

A Compec lembra que para ter acesso à sala de provas o candidato deve assinar a lista de frequência e apresentar documento de identidade, bem como o comprovante original do pagamento da taxa de inscrição. Só será permitido utilizar caneta esferográfica na cor azul ou preta.

O candidato terá o tempo máximo de 4 horas para responder a todas as questões e só poderá levar o Caderno de Provas depois de 3 horas do início da aplicação dos exames. Não será permitido ao candidato nas salas portar boné, telefone celular, relógio digital ou qualquer outro tipo de equipamento eletrônico, bem como material impresso, sob pena de exclusão do certame.

Os gabaritos preliminares da prova escrita serão divulgados no dia 24 de fevereiro e o período para interpor recursos é nos dias 26 e 27 de fevereiro. O resultado final do Concurso Público será divulgado até 30 de abril.

pbagora com Ascom