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Ficar disponível fora do horário de trabalho eleva estresse

trabalhoNão se trata apenas de senso comum: profissionais que se mantém disponíveis para resolver assuntos relacionados ao seu emprego, por meio de e-mail ou telefone, quando estão fora do ambiente de trabalho, são mais estressados. É o que comprova um estudo conduzido por psicólogos na Universidade de Hamburgo e publicado no “Journal of Occupational Health Psycology”.

Os pesquisadores conversaram com 132 pessoas de 13 diferentes ambientes de trabalho, e os fizeram preencher questionários diários durante um período de oito dias — quatro nos quais eram esperados estarem disponíveis para o trabalho, quatro em que não. Metade dos participantes também ofereceu amostras de saliva para a medição do hormônio cortisol (liberado em resposta a situações de estresse).

Os resultados mostraram então que, durante os períodos fora do batente em que as pessoas deveriam estar acessíveis, elas apresentavam um nível de cortisol mais elevado, e relatavam sentirem-se mais estressadas. Ainda que previsível, esse resultado, no entanto, mostrou que mesmo que as pessoas não recebessem uma solicitação do trabalho, só o fato delas estarem disponíveis já é suficiente para deixá-las ansiosas.

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Os fatores por trás disso? A combinação da permanente conexão possibilitada pelos smartphones e uma cultura que possui limites cada vez mais tênues entre trabalho e lazer.

“Os contatos e a disponibilidade para o trabalho fora do horário de expediente estão associadas com o arruinamento do bem-estar”, escreveram os autores do trabalho.

Esse desconforto da disponibilidade permanente é potencializado por aquele provocado pelos e-mails relacionados ao trabalho. No mês passado, Marcus Butts, da Universidade do Texas, e Wendy Boswell, da Universidade Texas A& M, divulgaram os resultados de um estudo que teve como foco o efeito emocional das mensagens eletrônicas recebidas durante as horas de folga, de segunda a sexta-feira.

— Observamos o tom dos e-mails e o tempo que as pessoas levaram para respondê-los. Quando se trata de mensagens com tons negativos, isso nos deixa nervosos, o que tira muito do nosso foco e dos nossos recursos para nos manter engajados com outras coisa — afirmou Butts à revista “Time”.

Ou seja, quando fora do horário de trabalho, e-mails impedem que as pessoas prestem atenção ou se engajem na sua vida fora do trabalho. Aqueles com tom negativo, então, têm o poder de arruinar o seu humor. E aqueles que misturam trabalho e vida social tendem a sofrer mais com o fenômeno.

O Globo

Modelo faz sucesso no Instagram com bumbum de fora

Há pessoas que fazem loucuras para conseguir mais uns 15 minutinhos de fama ou continuar nos holofotes. Não é o casso da top model Nina Agdal que em seu perfil no Instagram, resolveu  valorizar os próprios atributos e conseguiu em uma publicação nada mais nada menos do que 32 mil likes.

Na imagem, que repercutiu nas redes sociais, ela aparece deitada e com o bumbum de fora. Pensa que parou por aí? No baile da 22ª amfAR’s 22nd Cinema contra a AIDS, Nina usou um vestido prá lá de intransparente que gerou comentários na web. Em outros fotos também compartilhada no Instagram, a modelo exibe o bumbum e os fãs não poupam elogios. Confira!

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FONTE:

  • Com informações do Terra

No Brasil, 75% das adolescentes que têm filhos estão fora da escola

fora da escolaSheila Andrade tinha 16 anos e iniciava o terceiro ano do ensino médio na Zona Sul de São Paulo quando descobriu que estava grávida do então namorado. Aos cinco meses de gravidez, a dificuldade de se locomover a pé até a escola a fez desistir de estudar. Hoje, seu filho Brayan tem seis meses, e a jovem passa os dias em casa cuidando do bebê, enquanto tenta uma vaga em uma creche pública, para poder então voltar às aulas.

A jovem Sheila, hoje com 17 anos, encara a realidade de outras mais de 309 mil mães adolescentes que estão fora da escola, segundo levantamento do Movimento Todos pela Educação, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, ao qual o G1 obteve acesso.

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A Pnad mostrou que o Brasil tinha 5,2 milhões de meninas de 15 a 17 anos. Dessas, 414.105 tinham pelo menos um filho. Neste grupo, apenas 104.731 estudam. As outras 309.374 estão fora da escola. Um pequeno grupo só trabalha (52.062).

A maioria dessas jovens (257.312 adolescentes) não estudam nem trabalham. É o caso de Sheila, que depois do nascimento de Brayan teve de parar de estudar e trabalhar. “Quero concluir o ensino médio e conseguir um emprego”, diz Sheila.

Mães adolescentes e a educação
Veja a situação escolar e laboral das jovens com entre 15 e 17 anos e pelo menos um filho em 2012 e 2013
367.075414.105275.517309.37491.558104.731totalsem estudarna escola20122012,52013100k200k300k400k0k500k
Fonte: Todos pela Educação/Pnad 2012 e 2013

As garotas que já são mães, mas ainda não terminaram o ciclo básico de ensino, abandonaram os estudos e estão desempregadas são um desafio para o poder público, que tem até 2016 para matricular todos os e as adolescentes de 15 a 17 anos na escola.

O prazo faz parte de uma das 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A meta 3 diz que o Brasil precisa “universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%”. Isso quer dizer que, além de ter todos os adolescentes matriculados, 85% deles precisam estar matriculados no ensino médio, e não em anos do ensino fundamental, com o aprendizado defasado.

A realidade atual mostra que 1,3 milhão de pessoas de 15 a 17 anos não estudam, não trabalham e não terminaram o ensino médio. A maior parte dessas pessoas é do sexo feminino.

No período analisado, o número de garotas sem diploma, aulas ou emprego aumentou mais que o de meninos. Ele foi de 715.139 para 806.220. Em 2012, as garotas nessa situação representavam 58,7% do total. Em 2013, elas passaram a representar 59,1% de todas as pessoas de 15 a 17 anos fora da escola e do mercado de trabalho.

No caso específico das mães adolescentes, houve aumento no número de matriculadas na escola. Mas cresceu ainda mais o número de jovens com filhos sem estudo ou trabalho. Isso porque, em 2013, havia menos meninas de 15 a 17 anos trabalhando do que em 2012.

MEC não tem programa específico
Procurado pelo G1, o Ministério da Educação afirmou que não tem um programa específico que trate desse público (mães e gestantes em idade escolar que desistem dos estudos), mas que desenvolve dois programas de prevenção à gravidez na adolescente e de oferta de creches: o Escola que Protege e o Proinfância, programa para a construção de creches e pré-escolas em parceria com prefeituras.

“Cabe lembrar ainda que a oferta de educação infantil é de responsabilidade dos municípios, conforme coloca a LDB [Lei de Diretrizes e Bases]”, disse o MEC, em nota (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).

Sheila Andrade, 17 anos, e o filho Brayan, de seis meses (Foto: Caio Kenji/G1)
Sheila Andrade, 17 anos, e o filho Brayan, de seis
meses (Foto: Caio Kenji/G1)

Meta fora da trajetória
Segundo Alejandra Meraz Velasco, coordenadora-geral do Todos pela Educação, o desafio de incluir os e as adolescentes no ensino médio exige “integrar outras políticas públicas para além da educação, para conseguir garantir educação básica de qualidade pra todos”.

A meta “não está na trajetória certa”, de acordo com ela. “O que a gente observa é que [a meta] não está na trajetória certa. Principalmente a segunda parte da meta, que é a taxa líquida de matrículas, o jovem chegando no ensino médio na idade correta. Para isso acontecer, a gente precisa que se regularize a situação também no ensino médio. A solução para o ensino médio depende do sucesso nas etapas anteriores.”

Pior índice de escolaridade
O estudo mostra que as mães adolescentes que não trabalham nem estudam apresentam os piores índices de escolaridade entre a população de 15 a 17 anos fora da escola. A maioria delas (55,4%) não chegaram a completar o ensino fundamental. Considerando todos os jovens dessa idade que não trabalham nem estudam, a porcentagem média dos que não têm instrução, ou têm o fundamental incompleto, cai para 47,2%.

Em geral, adolescentes do sexo feminino fora da escola e do mercado de trabalho têm escolaridade mais alta que os do sexo masculino: 27,9% delas terminaram o ensino médio, 29,3% têm pelo menos o fundamental completo e o ensino médio incompleto, e 42,7% não chegaram a concluir o ensino fundamental.

Já entre os meninos nessa situação, 22,9% concluíram o ensino médio, 23,3% concluíram o ensino fundamental, e 53,8% deles deixou a escola sem o diploma do fundamental.

Maioria das mães adolescentes não estudam nem trabalham
Nº de jovens de 15 a 17 anos foram da escola e do mercado aumentou 17% entre 2012 e 2013
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Fonte: Todos pela Educação/Pnad 2012 e 2013

Evasão provocada pela gravidez
Alejandra afirma que as meninas têm níveis de escolaridade maior, de acordo com os dados, e que, por isso, a evasão escolar no caso específico das mães adolescentes é provocado pela maternidade, e não por falta de interesse na escola.

“As meninas acabam abandonando, apesar de terem tido uma trajetória escolar mais adequada que os meninos, um desempenho melhor. Elas acabam saindo por uma questão alheia à educação. A gente precisaria de políticas públicas, que também passam pela educação, mas a assistência [social], a saúde precisariam ser envolvidas para a gente poder enfrentar esse desafio”, explicou a coordenadora do Todos pela Educação.

Veja a nota do Ministério da Educação
“Não temos um programa específico que trate desse público. O que o MEC desenvolve, de forma suplementar, é o Proinfância. É um programa para construção de creches e pré-escolas em parceria com as prefeituras. Cabe lembrar ainda que a oferta de educação infantil é de responsabilidade dos municípios, conforme coloca a LDB.

Em relação à prevenção, o MEC tem ações por meio do programa Escola que Protege.

No entanto, diante das competências estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9394/1996 -, é responsabilidade de cada uma das unidades federadas (União, Estados, Municípios e Distrito Federal) atuar junto a seus sistemas de ensino em todos os temas e questões no âmbito de suas atribuições, considerando que as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação estão mais próximas da realidade dos estabelecimentos de ensino. Entendemos que é necessário apoiar, por meio de políticas públicas, os sistemas de ensino a estimular as escolas para que insiram, de forma sistêmica e integrada, o debate sobre preconceito, discriminação, violências no cotidiano escolar, com a participação de toda a comunidade e outros setores sociais.”

 

 

G1

Metade da população aceita direitos de gays, mas não fora do ‘armário’

-gay-homossexualÉ o famoso “não tenho nada contra, mas não quero perto de mim”. Na pesquisa sobre tolerância social à violência contra mulheres, realizada pelo Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), metade dos 3.810 entrevistados pelo instituto (50,1%) afirma que casais de pessoas do mesmo sexo devem ter os mesmos direitos de outros casais – contra 40% dos que veem a ampliação desses direitos como inaceitáveis.

Quando a afirmação é mais incisiva, no entanto, a questão muda de figura. Para a maioria da população (52%), o casamento de homem com homem ou de mulher com mulher deve ser proibido no Brasil. Para 60%, incomoda ver dois homens, ou duas mulheres, se beijando na boca em público (44,9% dizem concordar “totalmente” com a afirmação).

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“É notável o avanço da aceitação do princípio da igualdade de direitos de casais heterossexuais e homossexuais”, aponta o estudo. No entanto, há uma tendência em se observar um nível mais alto de intolerância quando o teste recai sobre situações concretas, como a explicitação de uma relação entre gays em público.

Sobre esta questão, aponta a pesquisa, os jovens apresentam uma tolerância maior à homossexualidade. Os idosos mostram-se mais intolerantes. A intolerância também é maior entre religiosos. A maioria dos católicos, por exemplo, diz não aceitar a ideia de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Já os evangélicos são mais intolerantes em relação à homossexualidade.

Carta Capital

 

Barbosa quer mandar no STF mesmo fora dele

Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)
Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa encaminhou um novo ofício ao vice-presidente da corte, Ricardo Lewandowski, reiterando pedido pela manutenção de 46 servidores do seu gabinete na corte, após sua aposentadoria. Barbosa já deveria estar aposentado desde a última quinta-feira (10), mas adiou a saída para 6 de agosto.

O documento com o pedido esdrúxulo de Barbosa foi recebido nesta sexta-feira (11) pelo gabinete de Lewandowski. No ofício anterior, de segunda-feira (7), Barbosa havia enviado a Lewandowski uma relação de indicados aos cargos em comissão, funções comissionadas e demais servidores que ”deverão retornar” ao seu gabinete de ministro assim que ele deixar a corte. O caso gerou novo, e talvez o último, embate entre Barbosa e seu sucessor na presidência da corte.

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Em novo ofício, datado do dia 9, Barbosa cita o regulamento interno do tribunal para justificar seu pedido. De acordo com as regras, quando um ministro está de saída, seus assessores serão exonerados 120 dias após seus afastamento.

“Em face da clareza das normas internas, sigo na expectativa de que as tradições desta Casa venham a ser observadas na presente transição, evitando-se, com isso, que se cause inesperado desassossego aos profissionais técnicos que, por longo tempo, vêm prestando inestimáveis serviços a este tribunal”, diz trecho do ofício.

Quatro ministros do STF ouvidos pelo jornal Folha de S. Paulo dizem que o ofício de Barbosa, apesar de legal, não é comum. A praxe é o presidente que deixa o cargo entregar um pedido de exoneração de todos os funcionários. Os concursados são realocados, e os que não são deixam o Supremo.

O gabinete sem o novo ministro tem de ficar aberto para consultas a processos existentes. Para esse serviço, bastam quatro ou cinco funcionários, 10% dos 46 que Barbosa deseja manter empregados. Cada gabinete tem, em média, 30 funcionários. Ou seja, o de Barbosa já é um gabinete com excesso de comissionados.

 

247

Da Paraíba para o Brasil, Luan e Forró Estilizado tem 56% dos votos e fica fora da disputa

Na noite da Final, as bandas Luan e Forró Estilizado e Suricato ficaram fora da disputa logo na primeira parte do programa. Em sua apresentação, os forrozeiros da Paraíba conquistaram 56% dos votos. Já os cariocas da Suricato atingiram 50%.  Primeira banda a tocar hoje, a Jamz alcançou 61% e seguiu na disputa, assim como aMalta, que teve 70%.

Na segunda vez em que subiram ao palco,Jamz e Malta fizeram uma apresentação com a votação fechada. A primeira escolheu umamúsica de Michael Jackson, já a segunda foi de Phil Collins. Com a votação valendo mais uma vez, era hora de escolher a vencedora da primeira temporada: a Jamz trouxe uma música autoral e conquistou 47% dos votos pelo aplicativo, abrindo espaço para a Malta, que recebeu quase 30% a mais de votos.

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Com o trio de canções populares “Súplica Cearense”, “a Vida do Viajante” e “Riacho do Navio”, a banda Luan e Forró Estilizado chega à Final do SuperStar e conquista 56% dos votos do público. “É uma grande oportunidade que ele teve, com todo o seu carinho, talento e humildade, de ganhar o Brasil inteiro”, diz Fábio Jr. sobre o vocalista Luan.

Ao longo do programa, Luan e Forró Estilizado trouxe o carisma da Paraíba para o mundo e surpreendeu a cada canção no palco do programa. Logo na primeira apresentação, a banda passou por uma prova de emoção, pois, no último segundo, Fábio Jr. deu seu voto, o que fez o telão subir.

Resumão 2 (Foto: SuperStar / TV Globo)

 

 

Clickpb com Gshow

Zagallo piora, está fora da estreia e cada vez mais longe da Copa

zagaloZagallo está fora da abertura da Copa do Mundo. O Velho Lobo piorou da dor na coluna, provocada por uma bactéria, e não foi liberado por seus médicos para assistir à estreia do Brasil contra a Croácia, nesta quinta-feira, no Itaquerão, a partir das 17h.

Seu filho, Paulo, revelou ao blog Extracampo que Zagallo, de 82 anos, está desapontado por não poder ir ao estádio ver a seleção brasileira.

– Eu sempre achei difícil, mas ele tinha alguma esperança. Agora, está vetado. Ele voltou a sentir dores fortes, agudas, durante a noite. Não conseguiu dormir. Está chateado, pois sempre foi muito ativo – disse.

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Zagallo não voltou a ser internado, mas conta com uma equipe médica na sua casa, já que continua tomando medicação intravenosa.

– Em casa, ele tem o mesmo tratamento que receberia no hospital. E não corre o risco de contrair outras bactérias – explicou.

– Estou achando muito difícil ele ir a algum jogo da Copa. Os três primeiros, acho que a gente já pode descartar – encerrou o filho.

Extra Online

Sistema do INSS fica fora do ar neste fim de semana

inssO sistemas de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estarão indisponíveis em todas as unidades entre esta sexta e o domingo, dia 1, devido à modernização do centro de processamento da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev).

Os serviços serão restabelecidos na segunda, dia 2 de junho. Segundo nota do INSS, a interrupção afetará ainda os serviços previdenciários disponíveis no portal da Previdência Social e na Central de Teleatendimento 135.

 

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Dessa forma, serviços como o agendamento do atendimento, extrato de pagamentos, inscrição na Previdência Social, emissão da Guia da Previdência Social, entre outros, estarão indisponíveis.

Dataprev também fica sem sistema

A Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev ) vai desligar, entre esta sexta (30) e às 20h de domingo, todo o data center, espaço que organiza os computadores de grande porte, responsáveis pelos dados de seus clientes, no Centro de Processamento do Rio de Janeiro (CPRJ). A operação deixará o sistema da unidade fora do ar, mas não prejudicará o pagamento de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com o diretor de Infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação da Dataprev, Daniel Darlen, a empresa trabalhou para não gerar impactos no pagamento dos beneficiários. “Todos os pagamentos de previdenciários, de benefícios, ficam hospedados no data center aqui do Rio. O processo que roda e gera a folha de pagamento foi feito, e os créditos dos pagamentos dos benefícios já foram encaminhados aos bancos. Não trará impacto nenhum”, disse.

Durante a mudança, serão transferidos para o novo data center computadores, servidores de bancos de dados e de aplicações, dispositivos de rede e de armazenamento de dados como parte da modernização do CPRJ. Com o sistema fora do ar, aplicações hospedadas no sistema da Dataprev, que atendem ao Ministério do Trabalho e Emprego, além da Receita Federal, também serão afetadas.

“Aqui no Rio, hospedamos basicamente os sistemas previdenciários. O maior destaque é o Cadastro Nacional de Informações Sociais e o sistema do seguro-desempegro do ministério. O grande problema para os clientes da Dataprev é que teremos que utilizar a sexta-feira, gerando certo transtorno por ser um dia útil”, explicou Daniel Darlen.

Cerca de 300 profissionais, da Dataprev e de empresas especializadas em suporte técnico, farão transferências de computadores e de fitotecas de armazenamento de dados para o novo espaço. Segundo Darlen, o deslocamento de equipamentos será feito em ondas, e nem todos os computadores serão movidos neste final de semana. As próximas operações não devem gerar impactos, já que não serão feitas em dias úteis.

A Dataprev investiu, desde 2012, R$ 200 milhões em modernização dos seus três data centers – Brasília, São Paulo e Rio – e já funciona com novas instalações no Distrito Federal e na capital paulista desde 2012 e 2013, respectivamente. No Rio de Janeiro, o novo data center vai dobrar a capacidade do espaço físico, da rede elétrica e lógica, bem como do sistema de refrigeração. A conclusão está prevista para dezembro.

Agência Brasil

Nova derrota na justiça mantém Rosilene Gomes fora da Federação Paraibana de Futebol

rosileneA terceira tentativa de Rosilene Gomes em voltar para a Federação Paraibana de Futebol foi frustrada. O desembargador Abraham Lincoln negou, na noite dessa terça-feira (27), mais um recurso impetrado na justiça pela ex-presidente e a manteve fora da entidade. No despacho, Lincoln não deu seguimento ao recurso por entender que a defesa perdeu o prazo legal previsto no Código de Processo Civil. O advogado de Rosilene, George Ramalho Júnior, entretanto, discorda da decisão do desembargador e diz que vai recorrer.

Segundo o relator, o prazo da ex-presidente começou a contar desde em que as partes tomaram ciência, ou seja, no dia 4 de abril, mesmo que a defesa de Rosilene (tida como terceiro prejudicado no processo) tenha sido notificada apenas no último dia 14. Sendo assim, ele se apega ao artigo 242 do CPC, que diz que o prazo para recorrer é de 10 dias, para julgar o recurso como intempestivo.

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George Ramalho, contudo, diz que o entendimento do relator é equivocado e que o prazo tem que ser contado apenas no momento em que recebeu a intimação. Ele, inclusive, promete estar tomando as medidas judiciais cabíveis, sem adiantar quais seriam, e que até esta quarta-feira deve ingressar com mais outro recurso no Tribunal de Justiça da Paraíba.

Blog do Gordinho com Globo Esporte

PT vai ao STF contra decisão de Barbosa impedir mensaleiros de trabalhar fora da cadeia

dirceuO PT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo o direito ao trabalho externo a todos os presos do regime semiaberto, sem a necessidade de cumprimento de um sexto da pena como requisito para ter acesso ao benefício. A exigência do cumprimento mínimo da pena está na Lei de Execução Penal e foi usada pelo presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, para negar o pedido de trabalho feito pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado no processo do mensalão.

Com o mesmo argumento, Barbosa revogou autorizações de trabalho concedidas a outros sete condenados no mesmo processo: os ex-deputados Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Corrêa (PP-CE), Bispo Rodrigues (PL, atual PR) e Romeu Queiroz (PTB-MG); o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares; o ex-tesoureiro do PL Jacinto Lamas; e o advogado Rogério Tolentino.

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Apesar de existir a regra na lei, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) vinha autorizando o trabalho externo a presos do semiaberto sem o cumprimento de um sexto da pena desde a década de 1990. Essa jurisprudência estava sendo seguida por juízes das Varas de Execuções Penais de todo o país. Barbosa adotou a regra anterior no julgamento dos casos dos réus do mensalão.

Na ação, o PT argumenta que a exigência do cumprimento de um sexto da pena antes da concessão do benefício fere o direito à individualização da pena e o princípio da ressocialização do condenado, previstos na Constituição Federal. Segundo o texto, a exigência, se adotada pelas VEPs, vai esvaziar “a possibilidade de trabalho externo no regime semiaberto por parte de milhares de apenados”.

A ação chegou ao STF no domingo, por meio eletrônico. Ainda não foi sorteado um relator para a causa. O ministro escolhido vai analisar o pedido de liminar (decisão provisória) para suspender a validade do artigo da Lei de Execuções Penais. Ele pode tomar a decisão sozinho, ou levar ao plenário do tribunal.

Segundo a ação, Barbosa deu decisões individuais aos presos do mensalão. No entanto, por ser o chefe do Poder Judiciário, a interpretação pode ser adotada por outros juízes de todo o país, refletindo no trabalho externo de todos os presos no semiaberto.

O PT argumenta que não faz sentido aguardar o cumprimento de um sexto da pena a quem está no semiaberto. Isso porque, depois desse período, o detento migrará para o regime aberto. Para o partido, essa regra tira a esperança do preso, podendo levá-lo a reincidir no crime.

“É necessário destacar, ademais, que o prejuízo não se restringe ao próprio apenado. Pelo contrário, a sociedade também é prejudicada, certo que a restrição, ao invés de fomentar os vínculos do apenado com sua comunidade, privilegia o rompimento e o isolamento, tendendo a privilegiar apenas a reincidência”, anotou o advogado Rodrigo Mudrovitsch, que assina a ação.

Ainda segundo a ação, negar o trabalho externo ao preso do semiaberto é o mesmo que negar-lhe qualquer tipo de trabalho, já que as prisões não têm oferta de emprego para todos os detentos. Ao pedir a liminar, o PT argumenta que há “necessidade de evitar a ocorrência de graves danos a direitos fundamentais dos cidadãos”.

O Globo