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Bonecas sexuais têm seios transformados em fonte de bebida

bonecaPara não perder a tradição, eis que o Japão surge com mais uma grande ideia no ramo do entretenimento adulto. Depois de trazer para a realidade as assustadoras bonecas sexuais ultrarrealistas e a boneca sexual virtual, agora é a vez de adaptar o brinquedo para verter bebidas das tetas.

Sensação do momento, o novo item, indispensável em qualquer festa que se preze, tem até um vídeo de lançamento mostrando as festividades com uma gama de bebidas alcoólicas saindo dos bicos dos seios das bonecas.

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Os farristas são filmados espremendo um dos peitos do brinquedo e enchendo os seus copos. Após as imagens temos certeza de que um sarau nunca mais estará completo sem álcool derramando dos seios de uma mulher.

Pop

 

Casal choca pedestres ao fazer sexo em fonte de praça pública na Rússia

A polícia de Samara, na Rússia, está à procura de um casal que chocou pedestres ao fazer sexo em uma fonte de uma praça pública, em plena luz do dia.

De acordo com o jornal “LifeNews”, a dupla estava no monumento quando a relação esquentou e o homem se deitou, enquanto sua companheira tirava a parte de baixo da roupa, iniciando o ato sexual em seguida.

A relação, que durou cerca de 15 minutos, foi registrada por Aleksey Doubhov, de 26 anos, que destacou que ambos não pareciam intimidados com a presença de pedestres por perto.

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Após a divulgação das imagens em redes sociais, as autoridades russas estão tentando encontrar a dupla para que prestem esclarecimentos sobre o episódio.

Casal foi flagrado durante ato sexual em fonte de praça pública em Samara, na Rússia (Foto: Reprodução/YouTube/lifenewsru)Casal foi flagrado durante ato sexual em fonte de praça pública em Samara, na Rússia (Foto: Reprodução/YouTube/lifenewsru)

G1

 

Pesquisadores desenvolvem fonte de energia limpa inesgotável que pode mudar o rumo da humanidade

fusao-nuclearUm grupo de pesquisadores do laboratório americano Livermore National conseguiu desenvolver um reator de fusão nuclear que poderia mudar a história do consumo energético do mundo. Por quê? Porque produz muito mais energia do que consome e, portanto, poderia vir a ser uma fonte inesgotável de energia limpa, similar à energia utilizada pelas estrelas.

Segundo o artigo, publicado pela revista Nature, o grande problema dos reatores de fusão nuclear até o momento é, justamente, o fato de necessitarem de mais energia do que são capazes de produzir. Agora, parece que este balanço pode se tornar positivo.

Depois de diversas experiências com o reator NIF (National Ignition Facility), a equipe liderada por Omar Hurricane alcançou o feito histórico. “O mais empolgante, no momento, é que estamos registrando um aumento constante na produção energética, resultante do processo de ignição”, explicou Hurricane.

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A chave para o sucesso foi o ataque contra as partículas Alfa que, ao invés de escapar, depositam sua energia no combustível. O novo processo contribui para o aquecimento que, por sua vez, aumenta o número de reações de fusão nuclear, produzindo assim mais partículas Alfa. Trata-se de um processo de renovação interminável.

Nossa ideia de consumo energético e combustível pode estar à beira de uma imensa transformação.

History

A Petrobras já foi solução para Dilma. Hoje é fonte de problemas

FESTA: Desde o início do governo Lula, em 2003, a Petrobras foi loteada por partidos políticos (Ricardo Stuckert/PR)
FESTA: Desde o início do governo Lula, em 2003, a Petrobras foi loteada por partidos políticos (Ricardo Stuckert/PR)

O PT sempre usou a Petrobras como arma política. Nas duas últimas campanhas, seus candidatos diziam que o PSDB privatizaria a empresa se reconquistasse o poder. Acusados de mercadores do patrimônio nacional, os tucanos não tiveram repertório para responder aos ataques. A Petrobras foi usada como vitrine para alardear a competência administrativa de Dilma Rousseff — e, antes, a sorte de Lula pela descoberta em seu governo do “bilhete premiado” do pré-sal. Lula proclamou a autossuficiência do petróleo, sonho geopolítico histórico do Brasil. Em 2010, Lula defendeu a eleição da desconhecida ministra Dilma, apresentando-a como a responsável pelo novo modelo energético brasileiro, em que predominariam a oferta abundante de energia e a cobrança de tarifas cada vez menores dos consumidores. No palanque, ela foi a “Mãe do PAC”, gestora hábil, eficiente, a contraposição perfeita ao apagão de 2001, que foi vendido ao eleitorado como clara inépcia do governo Fernando Henrique. A estratégia funcionou em 2002, 2006 e 2010. Em 2014 pode funcionar, mas para os adversários. “A Petrobras virou a OGX da Dilma”, ironizou Aécio Neves, candidato a presidente pelo PSDB.

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A área de energia se tornou um poço de piche de problemas. O Brasil importa petróleo. Antes de os poços do pré-sal renderem um centavo sequer, deles parecem jorrar apenas alcatrão e terebintina política. O risco de racionamento de eletricidade, antes inexistente no discurso oficial, foi reclassificado para “baixo” — mas é alto. As tarifas, comprimidas por ímpeto populista e estatizante, em breve vão obedecer às implacáveis leis econômicas, buscar seu patamar realista, e os brasileiros vão pagar a conta — seja pelo aumento de impostos para recompor as finanças públicas, seja pelos dígitos a mais nas contas de luz e na bomba de gasolina. Dilma e sua equipe econômica acreditam ter um dique capaz de segurar essas pressões inflacionárias e empurrar a encrenca para 2015. Pode até ser. Mas um desses problemas já escapou. É justamente o que vinha sendo a solução: a Petrobras.

A empresa de petróleo tem um e­­x-diretor preso pela Polícia Federal. O loteamento político já dá sinais de que minou sua eficiência. O uso da Petrobras para pagar o bilionário subsídio no preço da gasolina fez com que secassem recursos para áreas e atividades vitais — entre elas, a manutenção das plataformas marítimas, as quais, segundo os próprios responsáveis, que não conseguem se calar diante do descalabro, estão quase todas sucateadas.

Visto de fora, o quadro apresentado pela Petrobras também é horroroso. Ela perdeu 30 bilhões de dólares em valor de mercado, a maior queda entre as empresas brasileiras. A Petrobras vale hoje a metade do que valia antes de Dilma subir a rampa do Planalto. A estatal passou de pedra a vidraça, e os rivais já farejaram a fraqueza. A presidente acusou o golpe e, na semana passada, deflagrou uma operação de contenção de danos.

Um indicador infalível de que a coisa não está boa para um político é o fato de ele apanhar até quando faz a coisa certa. Dilma ficou em péssima luz durante toda a semana passada por uma avaliação equivocada de seu comportamento em 2006, quando presidia o conselho de administração da Petrobras e o órgão autorizou por unanimidade a compra de uma refinaria em Pasadena, Texas. O caso, revelado por uma reportagem de VEJA em 2012, tem contornos suspeitos — mas não por causa de Dilma e, tudo indica, até mesmo apesar dela. O episódio ressurgiu no noticiário depois que a presidente respondeu a uma indagação feita pelo jornal O Estado de S. Paulo sobre seu papel na aprovação do negócio. Dilma convocou Graça Foster, presidente da Petrobras, que já chegou ao Planalto com uma nota explicativa pronta. Dilma considerou o texto vago e protocolar. Rasgou o papel e pôs-se a escrever de próprio punho a resposta.

Pôs um ponto-final e determinou que a nota fosse enviada ao jornal, que a publicou, e, assim, começou um vendaval de versões e interpretações, quase todas contra a presidente.

 

Robson Bonin, Rodrigo Rangel e Daniel Pereira

Dona Inês/PB: Em plena crise por água; a cerca de 2 KM da cidade fonte de água potável

 

Não precisa ir longe nem se quer e outro município  para encontrar o (precioso líquido) água, no Assentamento Fazenda Sítio, bem próximo a cidade existe uma bela fonte de água doce, porém só é lembrado nos temos de seca prolongada, a dita fonte trata-se de um açude e de varias nascentes, onde deveria ser melhor cuidado e tratado, haja vista serve para abastecer muita gente, todos sabem que nossa região, digo boa parte do Município de Dona Inês, tem boa quantia de chuvas (índice pluviométrico satisfatório) mas não há uma política de recursos hídricos , ou seja, tanto por parte dos   governantes quanto pela população, pois só lembram-se da devida importância quando ocorre a crise de água com a seca, muitos vezes os mananciais são mau cuidados pela população e esquecido pelo poder público, dessa forma é preciso que todos tenham a devida consciência para planeja e preservar   os recursos hídricos  para que tenhamos reservatórios suficientes para o período de estiagem mai prolongada, para que possamos ter uma percepção maior do despeso pela questão hídrica basta ver a questão da tranposição do Rio São Francisco, que ora para, ora é desvio de verba, a questão da nossa famigerada CAGEPA como os mananciais públicos de nosso município todos sem qualquer manutenção, no entanto é preciso despertar para essa tomada de consciência, ao contrário todos sofreram crises furas tal qual essa presente.

 

Fonte: Dona Inês Online – Focando a Notícia