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6 Exercícios físicos na gravidez

A prática de atividades físicas durante a gestação, oferece muitos benefícios para a mamãe e o bebê. Facilita o momento do parto, pois ajuda a preparar os músculos; reduz o risco de excesso de peso; diminui problemas nas costas; auxilia na saúde do coração; melhora o sono e diminui a fadiga.

Algumas pesquisas apontam que as mulheres que se exercitam DURANTE a gravidez, apresentam uma frequência cardíaca fetal menor. E os bebês recém-nascidos podem ter uma maior tolerância ao estresse e maturação neurocomportamental avançada, além de um peso mais saudável, e menor massa gorda.

Os exercícios devem ser sempre de baixo impacto, feitos moderadamente e adequados a cada fase da gestação. E é sempre bom ter uma orientação médica, principalmente se você tiver alguma condição de saúde especifica, que possa oferecer um risco à você e ao seu bebê. “Procure ajuda do profissional educador físico para adaptar seu treino para cada fase da gestação, ” alerta Dra. Erica Mantelli. ⠀

1.       ⠀Caminhada: Positiva para um treino cardiovascular; ⠀

2.       Natação: Exercícios na água melhoram a amplitude de movimentos, sem pressionar as articulações; ⠀

3.       Yoga: Estimula a circulação sanguínea, fortalece os músculos, melhora o relaxamento e mantém a flexibilidade das articulações; ⠀

4.       Inclinações pélvicas: ajudam a fortalecer os músculos abdominais e a reduzir dores nas costas; ⠀

5.       Agachamento: praticar durante a gravidez, pode auxiliar durante o trabalho de parto para abrir a pelve;

6.       Pilates, musculação, treinamento funcional e muitos outros também podem ser praticados com segurança.

 

Dra. Erica Mantelli, ginecologista, obstetra e especialista em saúde sexual  Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Pós-graduada em disciplinas como Medicina Legal e Perícias Médicas pela Universidade de São Paulo (USP), e Sexologia/Sexualidade Humana. É formada também em Programação Neolinguística, por Mateusz Grzesiak (Elsever Institute). Site: http://ericamantelli.com.br

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Agência Contato Comunicação

 

 

Salto alto em crianças? Conheça os riscos físicos e psicológicos

Eles são indicados para meninas acima dos 12 anos. Entenda agora, por quê.

Quem nunca viu uma garotinha querendo usar as roupas e sair por aí igual a sua mamãe? Sentem aquela vontade de pintar as unhas, de colorir os cabelos e sair desfilando de salto alto. Mas será que o uso de salto alto nas pequenas é saudável?

Durante o  crescimento,  as crianças passam por fases importantes em seu desenvolvimento, principalmente no que tange à estrutura corporal e óssea.

Um estudo publicado em 2011 no  US National Library of Medicine National, constatou que os usuários de salto alto apresentaram aumento de curvatura na coluna vertebral e inclinação pélvica.

Essa mudança sutil da parte inferior do corpo pode causar dores no joelho . O salto alto também pode impedir que os tendões e músculos das pernas impulsionem o corpo para a frente, de modo que os joelhos, coxas, quadris e até as nádegas precisam trabalhar mais para compensar essa perda.

Por que salto alto não é indicado para as pequenas

São muitas as negativas em torno do uso do sapato de salto em crianças. Um dos riscos mais comuns que uma criança pode correr é o risco de lesões.

Uma vez que eles diminuem a base de sustentação do corpo, é mais fácil para uma criança perder o equilíbrio e acabar se machucando.

Outro motivo é que esse tipo de calçado, eleva o calcanhar forçando uma posição que não é natural mantendo as pernas dobradas, encurtando os músculos da panturrilha, desalinhando o quadril e a coluna.

O ideal é que até os 12 anos de idade a criança use calçados de acordo com a anatomia do pé. Além disso, é importante que esses calçados tenham alguma resistência a fim de evitar escorregões e possíveis quedas.

Quais os melhores modelos?

Ao comprar um sapato para uma criança deve ser observados os seguintes fatores:

  • O bico deve ser arredondado, para evitar que a criança enrosque os pés ou tropece

  • O solado deve ser apropriado, para que não derrape com facilidade

  • O material deve ser  flexível e deve permitir que os pés se dobrem, garantindo que a criança possa brincar livremente sem ter que ficar se equilibrando para andar.

Posso comprar um sapato com pé maior para meu filho?

Muitas mães, pensam que comprar um sapato de número maior vai garantir que a criança não “perca” o sapato muito rápido. Vale observar que essa atitude pode comprometer a segurança dos pequenos. Quando escolher um tamanho, garanta que ele seja adequado ao pé da criança, não sendo de número maior, nem menor,  para que não aperte os dedos e nem saia facilmente.

Uma questão de moda

Para as   mamães que  não abrem mão de tendências e gostam de seguir a moda até nas suas pequenas,  é importante saber que no mercado existem empresas especializadas em desenvolver calçados ideias para todas as fases de crescimento das  crianças.

Existem empresas com foco no universo infantil que produzem roupas, calçados e acessórios com foco na necessidade dos pequenos… e claro, sem deixar de lado a moda. Assim, mãe e filha podem desfilar lindas e na tendência da moda!

Salto alto é coisa de adulto

Além de manter a segurança e garantir o crescimento saudável das crianças, é de responsabilidade dos adultos ensinar que cada coisa tem seu tempo. Na hora certa, ela poderá escolher os sapatos que mais a agradam e desfilar de salto alto.

A comunicação com a família é importante para que a criança entenda, que por enquanto elas podem explorar o mundo de outras formas: brincando. Além disso, existe uma infinidade de produtos para moda infantil feminina que se adaptam às necessidades de desenvolvimento das pequenas.

 

ALINE MATOS

 

 

Dor no peito: como o luto pode causar sintomas físicos

lutoNada havia preparado a britânica Shira Schiller para a dor que ela sentiria ao perder repentinamente seu filho Max, vítima de um problema cardíaco quando ele tinha apenas 10 anos. Inclusive a dor a física.

“É como se alguma coisa estivesse sentada sobre seu peito”, contou a mãe de 47 anos. “Como se houvesse uma mão segurando seu coração. Se estou em um dia ruim, é como se não fosse capaz de respirar.”

Schiller não está sozinha. Lyn Rigby, de 49 anos, disse à BBC sentir uma “constante dor no peito” desde 2013, quando seu filho Lee foi assassinado em Londres. Um mal que “nunca vai embora”.

Termos como “dor no coração”, “ferida” e “dor” são normalmente usados para descrever o trauma emocional. Mas pessoas afetadas pela perda de um ente querido costumam dizer que não se trata apenas de uma figura de linguagem: elas relatam realmente vivenciar essas sensações fisicamente.

Subprodutos da perda

Estômago revirado, coração acelerado, tremedeira, flashbacks e hipersensibilidade ao barulho são alguns dos subprodutos físicos da perda, segundo a Sociedade Psicológica Britânica.

Mas como as pessoas costumam reagir de formas diferentes ao luto, ainda não há uma lista uniforme de sintomas.

A locutora de rádio Barbara Want recorda ter notado uma sensação intensa em seu estômago após a morte de seu marido, o apresentador da BBC Nick Clarke, em 2006. “Era um peso forte, muito forte. Quase como estar doente, com um quadro bem ruim de gastroenterite.”

Want, que agora preside uma entidade que ajuda crianças a superar o luto, a Winston’s Wish, afirma que se alimentou sem sentir qualquer prazer nisso por dois anos. Não sentia fome naquela época.

Ela também desenvolveu uma rouquidão na voz – segundo um cirurgião, resultado do choque vivido por seu corpo.

Físico e emocional

Cientistas sabem há algum tempo que o luto pode se manifestar não só emocionalmente, mas também fisicamente.

Em exames realizados pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, a Ucla, pesquisadores mostraram que a parte do cérebro que lida com a dor física – o córtex cingulado anterior – também processa a dor emocional.

Sensações ruins relacionadas ao peito são tema recorrente.

“Tenho alguns pacientes que, após um episódio emocional estressante, sentem dor no coração ou palpitações”, afirma Alex Lyon, professor do Imperial College London, de Londres, e cardiologista consultor honorário no Royal Brompton Hospital.

Barbara Want

Barbara Want com o marido, Nick Clarke; morte dele impactou saúde dela

 

Esses são os sintomas da “síndrome do coração partido”, ou cardiopatia de Takotsubo, algo que geralmente ocorre após um “significante estresse emocional ou físico”, segundo descrição da Fundação Britânica para o Coração (BHF, na sigla em inglês).

Acredita-se que esse mal afete cem a cada 1 milhão de pessoas por ano. Nele, o músculo do coração fica fraco de repente, e uma das câmaras do órgão muda de forma.

Um estudo do Imperial College London sugere que isso se trata, na verdade, de um mecanismo de defesa do coração ao se deparar com a onda muito forte de adrenalina que costuma acompanhar situações de choque e luto.

Imunidade prejudicada

A perda de alguém próximo também pode deixar uma pessoa mais vulnerável a infecções.

Um estudo da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, descobriu que aqueles que viveram recentemente um quadro de luto, especialmente idosos, podem passar por um processo de redução das funções dos neutrófilos – a parte mais abundante dos glóbulos brancos do sangue, responsáveis por combater bactérias como a da pneumonia.

Isso talvez ajude a explicar alguns dos muito noticiados casos de casais de idosos que morrem praticamente juntos.

Em 2014, Clifford e Marjorie Hartland, da cidade britânica de Coventry, morreram em um intervalo de 14 horas em seu 76º aniversário de casamento.

No mesmo ano, Don e Maxine Simpson, de Bakersfield, Califórnia, morreram com quatro horas de diferença em camas vizinhas, segurando as mãos um do outro em seu último momento juntos. Eles estavam casados havia 62 anos.

Shira Schiller

Shira Schiller e seu filho Max, que morreu aos 10 anos

 

“As pessoas dizem que se morre de coração partido. O que nós diríamos é que eles estão morrendo dos efeitos desses fatores em seu sistema imunológico”, afirma Anna Philips, professora de Medicina Comportamental da Universidade de Birmingham e responsável por liderar os estudos que correlacionaram o desempenho dos neutrófilos e o luto.

Outra pesquisa conduzida por ela e outros colegas concluiu que pessoas que vivenciaram uma perda no último ano produzem menos anticorpos em resposta a uma vacina.

Consequências inesperadas

Mas apesar do peso do conhecimento científico sobre o relacionamento entre luto e o desconforto físico, os sintomas costumam ser completamente inesperados.

“Às vezes as pessoas ficam bastante chocadas com como se sentem fisicamente e preocupadas achando que há algo errado com elas”, conta Jessica Mitchell, gerente do serviço de apoio telefônico da ONG Cruse Bereavement Care.

As pessoas que entram em contato com a organização também costumam reportar sentirem-se cansadas, dormindo mal, com mudanças no apetite e no ciclo menstrual e aparentam ficar doentes mais facilmente, explica Mitchell.

Entretanto, isso não é muito conhecido. “As pessoas realmente não entendem, porque não se fala sobre isso”, explica Susan Hughes, da ONG Compassionate Friends, que presta suporte aos familiares após a morte de crianças.

Schiller, a britânica que perdeu o filho de apenas 10 anos, lembra que conversar deixou claro que ela não estava enlouquecendo – ou seja, que aquela sensação em seu estômago era tangível e real.

“Nós dois, eu e meu marido, falamos sobre essa sensação física de luto”, ela afirmou. “Nós percebemos que estávamos sentindo a mesma coisa.”

A falta de compreensão reflete a dificuldade da sociedade em falar francamente sobre o luto e a perda, acrescenta.

“Trata-se de um grande tabu. As pessoas não querem ouvir você falar sobre isso.”

BBC Brasil

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Praticar exercícios físicos torna pessoas mais espertas e melhora humor

mulher-malhandoTodos nós sabemos que a prática de exercícios pode melhorar a qualidade de vida. Mas além de ajudar a perder peso e dar disposição, você sabia que a atividade física pode influenciar no bom humor, na cognição e na produção de novos neurônios?

Pois é, malhar fortalece o cérebro.

Um estudo teórico divulgado no jornal Frontiers in Neuroscience se baseou em diversas teses já publicadas para defender a hipótese de que a prática constante de exercícios físicos em níveis leves e moderados impulsiona a formação de novos neurônios, um fenômeno chamado de neurogênese no hipocampo adulto.

Anteriormente, acreditava-se que a criação de neurônios acontecia só durante o desenvolvimento do cérebro e não continuava por toda a vida.

Porém, cientistas identificaram a produção contínua em algumas partes do cérebro, principalmente no hipocampo –e estes novos neurônios seriam altamente responsivos ao exercício.

O hipocampo é a parte do cérebro com papel fundamental na formação de novas memórias e na regulação emocional, por isso o nascimento de neurônios nesta região do cérebro melhora a cognição e o humor, de acordo com o neurologista Fábio Porto, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

iStock

Mas não adianta fazer um abdominal e esperar como resposta diversos neurônios ou maior controle emocional. Os benefícios da neurogênese acontecem com o tempo.

“Existem duas respostas corporais distintas que afetam o humor e estão relacionadas aos exercícios. De imediato temos a liberação da endorfina, que nos deixa feliz logo após o suor. A longo prazo temos a neurogênese, que pode trazer equilíbrio ao cérebro e nos deixar de bom humor”, afirma o neurologista Lucas Schilling, pesquisador do Instituto do Cérebro da PUC Rio Grande do Sul.

Mas o exagero faz mal

Schilling explica que a tese abordada no artigo leva em conta o nível dos exercícios –atividade física moderada e leve tem como benefício a produção de neurônios e o equilíbrio entre os neurônios que já existem. Mas a atividade exagerada, que força os limites, provoca respostas negativas do corpo, como inflamações, lesões e desidratação.

“Os cientistas acreditam que o acompanhamento dos níveis da neurogênese no hipocampo pode ser uma boa maneira de mensurar as respostas dos exercícios, com a possibilidade de analisar se a atividade gera novos neurônios ou não”, explica Schilling.

Uol

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Pastora causa indignação ao defender que amputados ou deficientes físicos sejam proibidos de pregar

pastoraUma pastora causou indignação ao afirmar que em sua igreja, um amputado ou portador de necessidades especiais pela ausência de algum membro não pode pregar ou dirigir um culto.

Maria Luisa Piraquive, líder da Igreja de Deus Ministério de Jesus Cristo Internacional, disse entender que não é “certo” que alguém que não tenha qualquer parte do corpo dirija a Palavra à congregação.

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“Por exemplo, vamos dizer que um irmão muito dedicado e usado pelo Senhor na igreja, infelizmente sofreu um acidente e perdeu um membro de seu corpo. A partir desse ponto, ele não pode pregar. Isto, por causa da consciência. Quero dizer, as pessoas vão dizer que eles não gostam disso [deficiência] e não retornarem. Outros dirão que é por causa da estética”, afirmou a pastora Maria Piraquive.

Tentando reforçar seu argumento, a pastora ilustrou: “Algumas pessoas vêm para a igreja, sem um olho, sem um braço ou uma perna ou defeitos físicos , você não pode nomear essa pessoa como um pregador, por questão de consciência, porque isso é errado”, comentou.

Numa tentativa de reforçar seu argumento, a pastora disse que, enquanto em outros países as igrejas concordam que todas as pessoas preguem, na sua denominação isso não vai acontecer porque a igreja “é dirigida pelo Espírito Santo, e um só Deus quem governa”.

A pastora, que é mãe de um senador na Colômbia, disse ainda que há lugares que a falta de um membro se torna uma credencial para os pregadores, e que isso não agrada a Deus: “Em outros países apreciam que o pregador seja um deficiente ou desativado. Eu acho que esses países devem respeitar as nossas leis como uma igreja. Isso porque as pessoas com deficiência processam e diz que o governo não vai deixá-lo pregar. Ao fazer isso Deus os punirá e tirará da igreja”, disse.

Mais Gospel 

Facilidade no acesso de deficientes físicos em escolas deverá ser obrigatória

As escolas públicas e particulares de todo país poderão ser obrigadas a oferecer melhores condições e fácil acesso aos deficientes físicos. A obrigatoriedade está na prevista no Projeto de Lei (PL) 3512/2012. A proposta tramita na Câmara dos Deputados em conjunto com o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

Na justificativa do projeto, o autor, deputado licenciado Romero Rodrigues (PSDB-PB), diz que, apesar do atendimento aos estudantes deficientes estar previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a realidade brasileira ainda não é esta.

De acordo com o PL, a mobília e os equipamentos usados nas escolas também devem ser especiais para os alunos que possuam alguma deficiência física.

Tramitação
Como está apensado ao PL 7699/2006, do Estatuto, o PL 3512/2012 aguarda votação no Plenário da Câmara e se aprovado segue para análise no Senado Federal.

Acesse na íntegra o PL 3512/2012 e o projeto do Estatuto, PL 7699/2006.

paraibaverdade

Deficientes físicos terão linha de crédito com juros reduzidos

Taxas de 0,64% ao mês aplica-se a pessoas com rendimento de até 10 salários mínimos. Limite do crédito é R$ 30 mil

O governo federal, por meio do Banco do Brasil, abriu uma linha de crédito voltada para pessoas com deficiência física. Os juros serão de 0,64% ao mês, até três vezes mais baixos do que os cobrados nos empréstimos consignados, por exemplo. A medida aplica-se aos deficientes com rendimento de até 10 salários mínimos. O limite de crédito é de R$ 30 mil por pessoa.
A Lei , de autoria do Executivo, foi publicada nesta quinta (19) no Diário Oficial da União, e faz parte do Plano Viver sem Limites, lançado em novembro de 2011. O objetivo é promover a inclusão e independência, facilitando o acesso a equipamentos básicos e de alta tecnologia.
O presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência do Paraná, Mauro Nardini, avaliou o incentivo com bastante otimismo. “Vai suprir a necessidade que os deficientes têm de vários equipamentos de tecnologia assistida, principalmente a linha de cadeiras de rodas, manuais ou elétricas”, disse.
Nardini afirmou que o Plano Viver Sem Limites tem envolvimento de todos os ministérios e deverá contar com um aporte de R$ 7,6 bilhões até 2014. “O governo está atendendo a pessoa com deficiência em todas as áreas, de saúde, educação, trabalho, ciência e tecnologia, previdência, então, está vindo um pouco de cada ministério”, disse.
Além de aparelhos comuns como cadeiras de rodas e aparelhos auditivos, os deficientes poderão utilizar esse volume de crédito para aquisição, por exemplo, de adaptações que facilitem a utilização de seus carros, como um sistema adicional para a otimizar a utilização dos freios e aceleradores, que custam em média R$ 1.000, e máquinas automáticas de elevação de cadeiras de rodas – semelhantes aos elevadores utilizados em ônibus –, que custam aproximadamente R$ 25 mil.
Nardini antecipou que pode haver uma ampliação do programa. “O governo federal, por medidas provisórias, está dando incentivo aos bancos privados a cederem uma linha de crédito no mesmo modelo, só que a renda vai acima de 10 salários mínimos e com taxas de até 2%, sem limite de crédito”, contou.

Fonte: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual
Focando a Notícia

Vital comemora aprovação de projeto que concede benefícios aos deficientes físicos que se aposentem


Senador revela que proposta reduz tempo de contribuição para o INSS e idade mínima aos deficientes físicos

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) que já tinha emitido o seu parecer no Senado favorável a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que garante a integralidade e a paridade de proventos para os servidores públicos aposentados por invalidez permanente, comemorou a aprovação ontem (04) no Plenário do Senado que contou com seu apoio a aposentadoria especial para deficientes que reduz tempo de contribuição para o INSS e idade mínima para que deficientes físicos se aposentem; proposta agora será enviada à Câmara dos Deputados, onde o parlamentar cobra celeridade do projeto.

O senador revela que a atual legislação previdenciária não estabelece nenhum critério especial para as -aposentadorias de deficientes. No caso de pessoas com deficiência grave, o tempo de contribuição para aposentadoria integral de homens cai de 35 para 25 anos. Para mulheres, de 30 para 20 anos. Nas hipóteses de deficiência moderada e leve, as novas condições para aposentadoria por tempo de serviço passam a ser de 29 e 33 anos para homens e 24 e 28 anos para mulheres, respectivamente. Já com relação à aposentadoria por idade, os novos limites, independentemente do grau de deficiência, caem de 65 para 60 anos para homens, e de 60 para 55 anos para mulheres — as mesmas condições para os trabalhadores rurais. A matéria retorna agora à Câmara dos Deputados. O texto aprovado ontem no Senado é um substitutivo do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) ao Projeto de Lei da Câmara 40/10 — Complementar.

Vital sempre manifestou o seu apoio a iniciativas que venham a melhorar as condições de vida dos deficientes físicos, bem como a importância de garantir para esses atuais trabalhadores um futuro seguro, com uma aposentadoria digna pela contribuição prestada ao país. Neste âmbito recentemente apresentou um Projeto de Lei no Senado para assegurar prioridade aos portadores de deficiência física na Restituição do Imposto de Renda; outro importante Projeto de Lei do senador torna obrigatório a instalação de equipamentos de segurança e acessibilidade nas escadas rolantes, esteiras e rampas em condomínios de edifícios residências, comercias e públicos, vai servir de modelo para a Subcomissão Temporária para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada e a Paraolimpíada de 2016, ao qual é membro, dentre outros inúmeros projetos.

Para Vital, o projeto, faz justiça com quem sempre contribuiu para o crescimento do país. “São mais de 300 mil trabalhadores nesta condição. A aprovação foi uma importante conquista para os servidores aposentados”, disse.

Assessoria para o Focando a Notícia