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Baixa umidade do ar: Cuidados importantes durante a prática de atividades físicas

Estamos vivendo períodos críticos com maior baixa da umidade relativa do ar, o que é preocupante porque tal condição climática provoca dificuldade em respirar, devido ao ressecamento das vias aéreas, dor de cabeça, cansaço prematuro e taquicardia. A umidade do ar é mais baixa principalmente no final do inverno e início da primavera, no período da tarde, entre 12 e 16 horas.

A umidade ideal para se exercitar, segundo a OMS, deve estar fica entre 40% a 70%. Abaixo dessa faixa ocorre um desconforto por causa da perda de líquido pelas células mucosas das vias aéreas e compromete não só a performance, mas a saúde do praticante.

Entre os principais cuidados, é essencial que o praticante de esporte seja orientado por um profissional e que acima de tudo, respeite seus limites individuais. “Costuma ser preocupante quando baixa a umidade relativa do ar, porque ela provoca o maior ressecamento das vias aéreas, potencializando o risco de infecções, alergias e desidratação”, explica a preparadora física Vanessa Menache, sócia-diretora da AV Treinamento Inteligente.

A preparadora física listou alguns cuidados simples a serem tomados para você treinar em baixa umidade do ar com tranquilidade:

– Mantenha o corpo hidratado durante a atividade física. Para isso, beba água antes, durante e depois dos treinos;

– Use roupas com tecidos leves transpiráveis;

– Evite treinar em ambiente não climatizado ou ao ar livre entre 10:00 e 16:00.

Treinamento Inteligente – Localizado no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, o espaço conta com um time de profissionais altamente qualificados e especializados em treinamento funcional embasados no Sistema Core 360.  O estúdio oferece aos seus clientes um programa de treino customizado por meio do relacionamento interdisciplinar e interação com os diversos profissionais da área da saúde como Medicina Esportiva, Nutrição, Fisioterapia e Terapeutas. Site: http://treinamentointeligente.com.br

 

Financiamento de veículos para pessoas físicas cresce 3,5%

O número de contratos de financiamento em bancos para compra de carros e motos por pessoa física cresceu 3,5% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2018. O total de contratos passou de 620.337 para 642.003. Os números fazem parte de um levantamento inédito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com as cinco principais instituições bancárias que operam neste segmento e representam 75% do mercado brasileiro.

Em relação ao volume de recursos relacionados a esses contratos, houve um crescimento de 10,5% na comparação com os três primeiros meses de 2018. Foram negociados R$ 15,6 bilhões no ano passado e R$ 17,2 bilhões em 2019. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de veículos financiadas por bancos com maior participação no setor representam 76,5% do total de unidades comercializadas entre janeiro e março.

“Isso demonstra, apesar daquele primeiro trimestre de muitas incertezas, que talvez tivéssemos um cenário um pouco melhor que 2018, mas ainda era um cenário incerto. E percebemos isso em outros setores da economia que ainda não experimentaram esse crescimento. Aqui a indústria teve uma oportunidade de manter um aquecimento. Se essa tendência se confirmar ao longo dos próximos trimestres e se tivermos ambiente econômico com mais emprego, isso é uma oportunidade para que esse setor seja mola propulsora da economia do país”, disse Leandro Vilain, diretor de Negócios e Operações da Febraban.

A entidade não detalhou as razões que podem explicar o que eles chamam de “oásis” em meio ao atual cenário econômico, mas apontam, como uma das hipóteses, o aumento de profissionais que, em razão do desemprego, passaram a trabalhar como autônomos com aplicativos de entrega de produtos e transporte de pessoas.

“Nesse momento só temos algumas inferências, todas válidas, mas não é possível afirmar ainda. Eu acredito que nunca é um fator só. São um conjunto de fatores, mas dificilmente é um fator apenas [que explica esse aumento dos financiamentos]”, acrescentou Vilain.

Veículos novos

Os dados da Febraban destacam que os financiamentos de veículos novos para pessoa física cresceram 7% no primeiro trimestre de 2019 em relação a igual período do ano passado. Ao considerar apenas os veículos usados, houve alta de 2,5%. A participação dos usados em financiamentos em veículos alcança 76,5% dos contratos.

A federação destaca o aumento das motos financiadas no trimestre, de 56.132 para 72.591, um incremento de 30%. O total de carros financiados, contudo, teve pequena evolução de 1%, de 564.205 para 569.412.

Sobre o total de recursos movimentados pelos contratos de financiamento de moto, houve aumento de 37% no trimestre. Os recursos somaram R$ 631,5 milhões de janeiro a março do ano passado e R$ 867 milhões no mesmo período de 2019. No mesmo período, o montante financeiro relacionado aos carros cresceu 9% de janeiro a março em relação a 2018, passando de R$ 14,9 bilhões para R$ 16,35 bilhões.

Perfil

O levantamento da Febraban também apresenta um perfil da faixa etária e grupo de renda de pessoas físicas que tomaram crédito para compra de veículos. O destaque foram os jovens adultos de 18 anos a 25 anos, com alta de 8,5%, seguido pelo grupo de 36 anos a 45 anos (6,5%).

Em relação à renda, o grupo com maior evolução está entre os que ganham entre seis e dez salários mínimos (9,7%). A população de renda entre três e seis salários mínimos e até três salários, contudo, concentram a maior parte dos contratos, 40% e 33%, respectivamente.

Na análise por gênero, entre as pessoas físicas 63% dos que fazem financiamento para compra de veículos são homem e 34% são mulheres.

 

agenciabrasil

 

 

Dores físicas e emocionais são ‘irmãs’

ratueira“Achei que ia fazer xixi e desmaiar. Não chorei porque não conseguia chorar. Foi quando a mulher enfiou o alicate lá no fim da unha. Foi uma dor rápida, mas bem forte, uma das piores que já senti”. Essa é a descrição da estudante de arquitetura Maria Luiza de Souza, 22, sobre sua experiência em uma podóloga para desencravar uma unha.

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“Você vai bater o carro e vai matar todo mundo”, avisou a mãe da jornalista Thaís Helena Amaral, 25, enquanto as duas corriam na estrada para tentar salvar Simba, o pet que ela tinha desde os 9 anos. Em vão: morreu no colo da mãe. “Chorei até dormir. Nos dias seguintes, via ele em todos os lugares. É uma dor que esmaga dentro do peito, como se tivesse levado um soco”, conta Thaís.

Os relatos de Maria Luiza e Thaís são diferentes. Um retrata uma dor física e outro uma dor emocional. No entanto, recentes pesquisas de neuroimagem mostram que ambas ativam as mesmas regiões cerebrais relacionadas a dor.

“Existe um paralelo entre esses dois tipos de sensação. A dor de quem leva o fora da namorada produz uma sensação análoga à dor de quem martela o dedo”, explica Daniel de Barros, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Um dos primeiros a demonstrar isso foi Ethan Kross, da Universidade de Michigan. Ele e seus colegas analisaram 21 homens e 19 mulheres que haviam sido dispensados pelo parceiro. Os voluntários passaram por testes de ressonância magnética durante duas tarefas: ao segurar um copo de café quente e ao olhar para fotos de seus antigos amores. As regiões do cérebro ativadas foram as mesmas. “Isso mostra que aquela história de dor na alma não é metáfora, é dor mesmo”, diz Barros.

Uma pode levar à outra, inclusive. Quem passa por traumas psicológicos pode desenvolver quadros depressivos, que aumentam o risco da pessoa ter outras doenças, como a fibromialgia, uma síndrome que provoca dores por todo o corpo.

Além disso, a mesma lesão pode causar reações diferentes conforme a situação. É o caso de um jogador de futebol quando se machuca no calor da partida e continua em campo. A adrenalina do jogo faz com que o atleta não sinta a dor como a sentiria em repouso. “A dor está no meio do caminho, numa interação constante entre mente, ambiente e corpo”, afirma Sander Fridman, psiquiatra do Centro Médico Adventista Silvestre, do Rio de Janeiro.

As duas dores, física e emocional, ainda compartilham algo intrínseco: a nocividade. “Elas sinalizam algo ameaçador, algo a ser evitado. É assim quando você pisa em um espinho, e é assim com um abatimento emocional grande. Você não deve continuar desse jeito, seja com o pé no espinho, seja com uma depressão prolongada”, explica Barros.

Estadão

Juros do cheque especial para pessoas físicas atingem 200,6% ao ano, em dezembro

jurosA taxa média de juros para pessoas físicas com recursos livres alcançou 43,4% ao ano, em dezembro de 2014. A taxa, que vinha alcançando recordes, caiu 0,7 ponto percentual em relação a novembro, quando estava em 44,1%. Mas acumula crescimento de 5,4 pontos percentuais no fechamento do ano. O destaque nos juros para pessoas físicas são as taxas do cheque especial, que atingiram 200,6% ao ano.

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O patamar alcançado em dezembro é o mais alto desde fevereiro de 1999, quando estavam em 204,3%. Os juros da modalidade registraram crescimento de 9 pontos percentuais em relação a novembro do ano passado e 52,7 pontos percentuais em doze meses. Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Banco Central (BC).

O saldo das operações com cheque especial fechou 2014 em R$ 20,996 bilhões, com queda de 5,8% na comparação com novembro e alta de 3,8% em 12 meses. De acordo com o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, o recuo registrado em dezembro é natural. “As pessoas recebem o décimo terceiro e utilizam esse recurso para sair do cheque especial. Isso faz com que o saldo recue no final do ano”, destacou.

Os juros de outra modalidade, o crédito consignado, atingiram 25,9% no fim de 2014, com alta de 0,2 ponto percentual na comparação com novembro e de 1,5 ponto percentual em 12 meses. O saldo das operações de crédito consignado chegou a R$ 354.194 milhões em dezembro, com crescimento de 0,9% em relação a novembro e 13,6% no ano.

 

Agência Brasil

Atividades físicas devem ser evitadas após as refeições

exerciciosDesde pequeno, é costume ouvir de nossas mães que não devemos entrar na piscina logo depois do almoço e o ideal seria esperarmos algumas horas. Mas qual o tempo correto que o corpo precisa esperar para digerir a comida e evitar uma congestão? O Bem Estar desta quarta-feira (21) abordou o tema. A doutora Ana Escobar e cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atuí foram os convidados do programa.

Após o almoço, o indicado é não praticar atividades físicas, pois elas desviam o sangue para outras partes do corpo que não o estômago, que precisa dele para a digestão. Mergulhar na piscina, por exemplo, altera a vascularização, muda a pressão interna do corpo e também atrapalha a digestão. Por outro lado, uma caminhada leve faz com que a comida se movimente no estômago e seja digerida melhor e mais rápida.

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Reuniões, discussões e fazer sexo também não são indicados. Eles alteram a circulação do sangue no corpo e, novamente, atrapalham a digestão. Dormir muito diminui a temperatura do corpo, os batimentos cardíacos e tudo funciona mais devagar. Assim, o melhor a se fazer é tirar um leve cochilo, pois ele relaxa e deixa o corpo concentrar na digestão.

Comer acompanhado também pode ser uma boa opção. Quando você almoça com alguém, você acaba fazendo uma refeição mais longa, mastiga mais e, consequentemente, alcance a saciedade com menos comida. Celulares e tablets, que distraem o seu momento de comer, fazem você comer mais e mastigar menos. Evite.

G1

Saúde na Escola leva atividades físicas e palestras à escolas públicas do município de Bananeiras

 

escolaAs Secretarias de Saúde e Educação iniciaram esta semana as atividades desenvolvidas no Programa Saúde na Escola, que privilegia o espaço da escola para práticas de promoção, prevenção da saúde e construção de uma cultura de paz numa articulação entre escola, rede básica de saúde e demais equipamentos sociais do território municipal para efetivas ações do Programa no ambiente escolar.

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A mobilização coordenada por Eduardo Barreto e Djailson Costa, começou pela Escola Municipal Emília Neves na quarta-feira, 09 de Abril e se estendeu até esta sexta-feira, 11 de Abril, passando pelas escolas João Paulo II, em Roma e Escola Miguel Filgueira no Taboleiro, onde foi debatido o tema; 10 Passos para uma alimentação saudável e trabalhado a dinâmica corporal com a importância da atividade física para a saúde.

escola1A abertura oficial da mobilização vai ocorrer no próximo dia 28 e se estenderá com a programação até o dia 02 de Maio. Durante o evento será divulgado o calendário com ações do PSE para o ano inteiro, nas seguintes frentes:

Saúde Bucal,
Saúde Ocular,
Saúde Auditiva,
Saúde Mental,
Saúde Sexual,
Saúde Ambiental,
Práticas Corporais e Atividade Física,
Prevenção ao uso de drogas e álcool,
Prevenção de Acidentes,
Avaliação Antropométrica,
Controle de Vacinas,
Desenvolvimento da Linguagem,
Alimentação Saudável,
Cultura de Paz.

Este ano a mobilização tem como tema as práticas corporais, atividade física e lazer numa perspectiva de cultura de paz e direitos humanos.

CODECOM-Bananeiras/PB