Arquivo da tag: financiamento

Educação básica: MEC define novas regras para financiamento

Proposta será encaminhada para o Congresso Nacional

O Governo Federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), irá encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta de alteração nas regras do financiamento da educação básica. Com a mudança, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem o objetivo de aumentar a contribuição da União para o Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Atualmente, os recursos são responsáveis por mais de 60% do investimento de todo ensino básico no Brasil. Tais valores são provenientes de impostos e repasses da União, estados e municípios.

O diálogo sobre a possibilidade de elevação dos repasses da União já está em debate na Câmara dos Deputados, desde a criação de uma comissão especial sobre o tema, a PEC 15/2015. O Senado também discute a pauta, por meio da implementação da PEC33/2019.

No ano passado, somente a União transferiu R$ 14,3 bilhões aos estados. Informações coletadas pela comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para discutir a PEC 15/2015 indicam que, caso a proposta de ampliar a participação da União dos atuais 10% para 40% em 2031 seja aprovada, o impacto orçamentário da mudança será da ordem de R$ 279,8 bilhões.

 

*Com informações da Agência Brasil
Fonte: Agência Educa Mais Brasil

 

 

Empresa anuncia financiamento bilionário em parques eólicos. Paraíba no meio

A espanhola de energia Iberdrola anunciou nesta quinta-feira (5), na Cop-25, em Madri, um financiamento de cerca de R$ 1,2 bilhão com o BEI (Banco Europeu de Investimento) para a construção de 15 parques eólicos de sua controlada brasileira Neoenergia no Nordeste nos próximos cinco anos.

As instalações, localizadas na Paraíba, na Bahia e no Piauí, já começaram a ser construídas ou estão em fase de licença. O financiamento de R$ 1,2 bilhão faz parte de um investimento total de R$ 4,7 bilhões.

O plano de investimento da empresa no país entre 2019 e 2023 abrange R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões, sendo 60% em distribuição de energia, 20% em transmissão e 20% em eólicas.

Segundo Emma Navarro, responsável por projetos climáticos no BEI, o financiamento de investimentos ligados às mudanças do clima são uma aposta da instituição e 65% de sua atividade na região da América Latina se destina ao assunto.

Outro financiamento com o BEI, também anunciado nesta quinta pela Iberdrola, vai destinar mais 440 milhões de euros a redes de distribuição da companhia na Espanha.

Ignacio Galán, presidente da Iberdrola, disse também nesta quinta que se encontrou com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na esteira da Cop-25, para apresentar a ele os planos da empresa no país.

“Falamos dos planos de investimento até 2020 e quais são as coisas que eles podem fazer para nos ajudar a agilizar ainda mais o processo de construção e permissão. Foi construtivo”, disse.

Segundo Galán, Salles se mostrou disposto a ajudar na aceleração dos investimentos porque o país está aumentando a demanda em níveis muito elevados, mais de 3%, e precisa de mais energia renovável.

 

FOLHAPRESS

 

 

Financiamento de veículos para pessoas físicas cresce 3,5%

O número de contratos de financiamento em bancos para compra de carros e motos por pessoa física cresceu 3,5% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2018. O total de contratos passou de 620.337 para 642.003. Os números fazem parte de um levantamento inédito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com as cinco principais instituições bancárias que operam neste segmento e representam 75% do mercado brasileiro.

Em relação ao volume de recursos relacionados a esses contratos, houve um crescimento de 10,5% na comparação com os três primeiros meses de 2018. Foram negociados R$ 15,6 bilhões no ano passado e R$ 17,2 bilhões em 2019. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de veículos financiadas por bancos com maior participação no setor representam 76,5% do total de unidades comercializadas entre janeiro e março.

“Isso demonstra, apesar daquele primeiro trimestre de muitas incertezas, que talvez tivéssemos um cenário um pouco melhor que 2018, mas ainda era um cenário incerto. E percebemos isso em outros setores da economia que ainda não experimentaram esse crescimento. Aqui a indústria teve uma oportunidade de manter um aquecimento. Se essa tendência se confirmar ao longo dos próximos trimestres e se tivermos ambiente econômico com mais emprego, isso é uma oportunidade para que esse setor seja mola propulsora da economia do país”, disse Leandro Vilain, diretor de Negócios e Operações da Febraban.

A entidade não detalhou as razões que podem explicar o que eles chamam de “oásis” em meio ao atual cenário econômico, mas apontam, como uma das hipóteses, o aumento de profissionais que, em razão do desemprego, passaram a trabalhar como autônomos com aplicativos de entrega de produtos e transporte de pessoas.

“Nesse momento só temos algumas inferências, todas válidas, mas não é possível afirmar ainda. Eu acredito que nunca é um fator só. São um conjunto de fatores, mas dificilmente é um fator apenas [que explica esse aumento dos financiamentos]”, acrescentou Vilain.

Veículos novos

Os dados da Febraban destacam que os financiamentos de veículos novos para pessoa física cresceram 7% no primeiro trimestre de 2019 em relação a igual período do ano passado. Ao considerar apenas os veículos usados, houve alta de 2,5%. A participação dos usados em financiamentos em veículos alcança 76,5% dos contratos.

A federação destaca o aumento das motos financiadas no trimestre, de 56.132 para 72.591, um incremento de 30%. O total de carros financiados, contudo, teve pequena evolução de 1%, de 564.205 para 569.412.

Sobre o total de recursos movimentados pelos contratos de financiamento de moto, houve aumento de 37% no trimestre. Os recursos somaram R$ 631,5 milhões de janeiro a março do ano passado e R$ 867 milhões no mesmo período de 2019. No mesmo período, o montante financeiro relacionado aos carros cresceu 9% de janeiro a março em relação a 2018, passando de R$ 14,9 bilhões para R$ 16,35 bilhões.

Perfil

O levantamento da Febraban também apresenta um perfil da faixa etária e grupo de renda de pessoas físicas que tomaram crédito para compra de veículos. O destaque foram os jovens adultos de 18 anos a 25 anos, com alta de 8,5%, seguido pelo grupo de 36 anos a 45 anos (6,5%).

Em relação à renda, o grupo com maior evolução está entre os que ganham entre seis e dez salários mínimos (9,7%). A população de renda entre três e seis salários mínimos e até três salários, contudo, concentram a maior parte dos contratos, 40% e 33%, respectivamente.

Na análise por gênero, entre as pessoas físicas 63% dos que fazem financiamento para compra de veículos são homem e 34% são mulheres.

 

agenciabrasil

 

 

Empréstimo ou financiamento de imóvel: quais são as diferenças?  

Na hora de comprar um imóvel, muitas pessoas ficam em dúvida entre fazer um empréstimo ou financiamento para casa. A situação é comum, já que ambas as modalidades podem ser interessantes, tudo depende do perfil daquele que vai realizar o sonho da casa própria.

Confira abaixo o que são o empréstimo e o financiamento de imóveis e um comparativo de vantagens, para descobrir qual das opções é melhor para você!

Empréstimo para compra de imóvel

O empréstimo é feito diretamente com uma instituição financeira, que irá solicitar algumas informações sobre suas finanças e garantias de que o valor será pago. Comprovação de renda e bens deixados como garantia são alguns exemplos do que pode ser solicitado.

Não há necessidade de informar qual a finalidade do dinheiro emprestado, ou seja, em que você pretende investir – no caso, na compra de seu imóvel. Você chega até o banco ou instituição financeira e solicita o valor que deseja emprestar. Se aprovado, o valor é transferido para sua conta-corrente.

Em seguida, você realiza a compra da casa ou apartamento que deseja e passa a ter apenas a dívida do empréstimo junto ao banco. O imóvel é seu e – a não ser que tenha sido dado como garantia – não há o risco de perdê-lo.

Financiamento de imóvel

O financiamento é muito semelhante ao empréstimo, pois também se trata de um crédito fornecido por uma instituição financeira. Porém, é preciso comprovar a finalidade do valor solicitado. No caso, o mais comum é que os bancos trabalhem com o financiamento de imóveis e veículos.

No momento em que pede o financiamento, você precisa explicar para o banco que deseja comprar uma casa e qual é o valor dela.

Apesar de ser uma operação mais burocrática – e talvez mais demorada – devido às comprovações de destinação do dinheiro, possui taxas mais baixas e atrativas. Tanto que, a maioria das pessoas prefere o financiamento na hora de adquirir um imóvel.

No momento em que o financiamento é aprovado, o banco realiza a compra do imóvel e você passa a pagar as parcelas à instituição financeira. Existe o risco de perder o bem, caso você fique inadimplente por muito tempo e não renegocie a dívida. A garantia de que o crédito será quitado é a própria casa.

Diferenças entre os dois

As principais diferenças entre empréstimo e financiamento de imóvel são:

Destinação do valor

Não é preciso justificar em que você pretende usar o dinheiro no caso do empréstimo, abrindo a possibilidade de solicitar um valor maior de crédito, que inclua a compra de imóveis e o pagamento de impostos, por exemplo. No financiamento é necessário que o crédito seja destinado à compra de um imóvel.

Taxa de juros

A diferença pode ser pequena, a depender do tipo de empréstimo que está sendo analisado. Porém, geralmente, o financiamento tem taxas menores e se torna mais atrativo.

O que é melhor para você?

Para facilitar a escolha entre o empréstimo e o financiamento, confira um comparativo de vantagens de cada uma das modalidades de crédito:

Vantagens do empréstimo

  • Liberação mais rápida do valor solicitado;
  • Sem necessidade de justificar o destino do dinheiro;
  • Existência de diferentes modalidades de empréstimo;
  • Possibilidade de incluir outros gastos no valor (móveis, impostos),
  • Imóvel é seu após a compra, sem risco de perdê-lo em caso de inadimplência.

Vantagens do financiamento

  • Taxa de juros mais baixa;
  • Valor liberado mais alto do que o do empréstimo pessoal;
  • Parcelamento a longo prazo,
  • Parcelas que cabem no seu bolso.

Você já sabe quais são as vantagens de ambos os tipos de crédito e como funcionam, então, fica a questão, qual escolher? Tudo depende do valor do imóvel que deseja comprar e da sua capacidade de pagamento.

No momento em que solicitar um empréstimo pessoal, por exemplo, tenha em mente que o valor oferecido é menor. Por mais que a análise de crédito seja mais rápida. O financiamento é mais burocrático, mas tem taxas menores e um prazo maior para quitar a dívida.

Resumidamente, se você já poupou parte do valor da casa dos seus sonhos e precisa apenas de uma pequena quantia para comprar o imóvel, o empréstimo se encaixa melhor na sua situação.

Agora, se precisa adquirir, quanto antes, uma casa ou apartamento e, em seu orçamento, cabem apenas parcelas mais leves – e a longo prazo – o financiamento pode ser mais interessante.

 

 

Gear SEO

 

 

Caixa retoma financiamento Pró-Cotista e eleva limite para imóveis usados

A Caixa Econômica Federal retomou, nessa  (2) a linha de financiamento habitacional Pró-Cotista, destinada à compra de imóveis a juros baixos por trabalhadores que têm conta vinculada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Também será elevado de 50% para 70% o limite de financiamento para imóveis usados.

O valor disponibilizado para a linha este ano é de R$ 4 bilhões. No ano passado, o recurso disponível foi de R$ 6,1 bilhões. O Pró-Cotista é uma linha de crédito imobiliário mais barata com taxa de juros que variam de 8,85% ao ano a 7,85% ao ano para clientes com débito em conta ou conta salário na Caixa. A taxa só não é inferior à do programa Minha Casa, Minha Vida.

A linha Pró-Cotista havia sido suspensa em junho do ano passado após todo o recurso disponibilizado para 2017 ter sido utilizado. Foi também no ano passado que o banco reduziu para 50% do valor do imóvel usado o limite máximo de financiamento. Até então, era possível financiar 60% ou 70% do montante dependendo do tipo de linha de crédito contratada.

O financiamento pela linha Pró-Cotista pode ser contratado por trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo com o FGTS ou saldo em conta vinculada de pelo menos 10% do valor da avaliação do imóvel. Quem quiser obter o financiamento também não pode ser proprietário de imóvel no município onde mora ou trabalha, nem ter financiamento no Sistema Financeiro da Habitação em qualquer parte do país.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Em novo anexo, Joesley diz que pediu a políticos apoio para liberação de financiamento no BNDES

Um novo anexo entregue por delatores da JBS à Procuradoria Geral da República (PGR), o empresário Joesley Batista revela “pressão política” para conseguir que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberasse um financiamento para a construção de uma fábrica de celulose da Eldorado, no Mato Grosso do Sul.

Nos documentos, o empresário afirma que solicitou apoio político para o negócio, entre os anos de 2009 e 2010, ao senador José Serra (PSDB-SP), à época candidato à presidência da República; e aos ex-ministros petistas Antonio Palocci e Guido Mantega.

TV Globo buscava contato com os citados até a última atualização desta reportagem.

Ele afirmou ainda que a liberação do empréstimo do banco de fomento gerou propina para Mantega, para o ex-tesoureiro do PT João Vaccari e para dirigentes dos fundos de pensão Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa Econômica Federal), sem especificar quais.

A empresa Eldorado pertence à J&F, grupo empresarial que reúne os negócios dos irmãos Joesley e Wesley Batista. O novo anexo trata de pedidos feitos por Joesley a políticos que, segundo ele, ajudaram a liberar um empréstimo bilionário à empresa Florestal, de plantação de eucaliptos. O delator diz que a pressão política se concretizou em meio à eleição presidencial de 2010.

Pedidos a políticos

Joesley contou que o pedido de empréstimo começou a ser feito em 2009, por ele próprio, ao então presidente do BNDES, Luciano Coutinho. O empresário disse que ficou sabendo pelo então governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, que uma empresa europeia tinha desistido de construir um fábrica de celulose no estado. Joesley, então, sugeriu que a fábrica da J&F ficasse no lugar.

Ele detalha que, após resistências da área técnica do BNDES, recorreu a Guido Mantega, ainda em 2009 – quando Mantega era ministro da Fazenda – para destravar o emprestimo. Joesley diz que Mantega “prontamente o apoiou”.

O empresário relatou uma reunião, que aconteceu entre o 1º e o 2º turnos das eleições de 2010, na sende do BNDES, no Rio. Na ocasião, Joesley diz ter cobrado Coutinho sobre o empréstimo, alegando que já tinha o apoio de Mantega. O BNDES é vinculado aos ministérios do Planejamento e da Fazenda, que estava sob o comandado de Mantega.

O empresário afirmou à Procuradoria Geral da República que Coutinho disse que era impossível analisar o projeto no banco. Joesley disse que, a partir daí, pediu a “urgente intervenção de Mantega”. E que em, seguida, procurou mais apoio de políticos.

Joesley contou que pediu ajuda a Antonio Palocci, relatando que à essa época Palocci era era braço-direito da então candidata Dilma Roussef. Palocci foi coordenador da campanha presidencial da petista em 2010.

Em outra frente, Joesley diz ter procurado o então candidato à presidência, José Serra – que tinha se afastado do governo de São Paulo pra fazer a campanha. O empresário relatou que encontrou pessoalmente com Serra. A reunião aconteceu no período da noite, por volta das 23h30.

Pressões

Ainda segundo a delação, Joesley pediu aos três – Mantega, Palocci e Serra – a mesma coisa: que eles ligassem ao então presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e dissessem que, caso eles estivessem no Poder Executivo, tal projeto seria apoiado.

Em seguida, segundo a delação, Mantega marcou uma reunião, dentro do Ministério da Fazenda, com Joesley e Coutinho – e comunicou que tinha convencido o BNDES da importância de se seguir com a análise do pedido de financiamento no BNDES.

Em seguida, disse o delator, o próprio Coutinho relatou que Serra tinha ligado pra fazer a mesma recomendação, acrescentado que o então presidenciável sabia muitos detalhes do projeto da fábrica de celulose; e que tinha prestado muita atenção às explicações dadas por Joesley na reunião que teve com o empresário.

O empresário relatou que, daquele dia em diante, o banco voltou, mesmo que lentamente, à análise do projeto da Eldorado.

O delator disse aos procuradores que o BNDES condicionou o emprestimo à fusão da Florestal com a Eldorado, do ramo de celulose – ambas empresa do grupo J&F. Afirmou também que as condições do financiamento foram difíceis e que a liberação do dinheiro demorou.

Por isso, declarou Joesley, no início de 2012, ligou para o então governador André Pucinelli, de Mato Grosso do Sul, pedindo ajuda junto ao BNDES, porque os 13 mil operários da fabrica de celulose estavam sem receber, representavam um grande risco de destruição e tumulto .

A liberação do empréstimo

O delator afirmou ainda que, dias após o ocorrido, o BNDES iniciou a liberação dos financiamentos. Segundo o relato de Joesley, a a fábrica de celulose da Eldorado Brasil S.A. foi inaugurada em 12 de dezembro de 2012.

Joesley diz que, por ter conseguido o financiamento, deu em torno de 4% de propina do contrato para Guido Mantega, como já relatado; 1% para os presidentes das Fundações (PETROS e FUNCEF) e 1% para João Vaccari.

Joesley não relatou os nomes dos presidentes dos fundos de pensão – os fundos eram sócios de uma das empresas da J&F. O delator diz que nunca tratou de propina ou de ilegalidades com funcionários ou com a área tecnica do BNDES.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Financiamento de veículos na Paraíba cresce 6,6% em janeiro, diz pesquisa

financiamento-carroO financiamento de veículos teve um crescimento de 6,6% em janeiro na Paraíba, em relação ao mesmo período do ano passado. É o que aponta um levantamento feito pela Unidade de Financiamentos da Cetip, maior operadora de banco de dados privados de informações sobre os financiamentos no país, o Sistema Nacional de Gravames (SNG).

Segundo o levantamento feito pela unidade, mais de 5 mil veículos foram financiados no Estado no primeiro mês do ano. Desse número, 3.715 financiamentos foram de automóveis leves (que são ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos e automóvel utilitários, por exemplo).

A pesquisa mostrou também que 1.402 motos foram financiadas em janeiro na Paraíba. O número aponta uma leva alta de 2,7% na comparação com o mesmo mês em 2016. Neste quesito, a  Região Nordeste aparece em segundo lugar no país, atrás apenas do Sudeste , com mais de 17 mil veículos financiados.

Em números gerais, levando em conta motos e carros, a região obteve um crescimento de 2,8%. Foram quase 70.000 automóveis financiados, no período de um ano. O total de veículos financiados no Brasil totalizou 401.326.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

MEC reduz a R$ 5 mil limite de financiamento mensal do Fies

enemO Ministério da Educação (MEC) anunciou uma redução do teto de financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Agora, o programa passará a financiar, no máximo, R$ 5 mil por mês da mensalidade das universidades privadas, o equivalente a R$ 30 mil por semestre. Até o último processo seletivo, esse teto era de R$ 7 mil por mês ou R$ 42 mil por semestre.

A nova regra passa a valer a partir desta terça-feira (7), quando será aberto o prazo de inscrição do Fies para o primeiro semestre de 2017. Ao todo, o MEC vai ofertar 150 mil financiamentos, segundo informou ontem (6) o ministro da Educação, Mendonça Filho, em entrevista à imprensa. Ao todo, a pasta vai destinar R$ 1,5 bilhão para os novos contratos.

“A medida tornará o programa mais sustentável”, defendeu Mendonça Filho, que explicou que o novo teto atinge uma faixa específica de financiamento. “Não vejo como algo negativo, é positivo porque vai possibilitar ao MEC atender mais alunos em outros cursos que vem sendo priorizados no que diz respeito ao Fies”, disse.

Ele explica que o MEC não vai interferir no valor cobrado pelas instituições de ensino, no entanto diz que “não faz sentido que o governo, como um grande demandador de contratos, com volume que é muito significativo, pague mais do que muitas vezes pessoas conseguem em contratos individuais”, comparou.

Novas vagas

O número de financiamentos ofertados este ano está abaixo do primeiro processo seletivo do ano passado, quando foram ofertadas 250.279 vagas em 1.337 instituições de educação superior. Mendonça Filho diz que, no entanto, o número é equivalente às 148 mil vagas que foram de fato preenchidas no primeiro semestre de 2016.

O Fies oferece financiamento a estudantes em cursos de instituições privadas de ensino superior. A taxa efetiva de juros do programa é de 6,5% ao ano. O percentual de financiamento é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. O candidato deve ter uma renda mensal de até 3 salários mínimos por pessoa.

A oferta de vagas do Fies prioriza os cursos de engenharias, formação de professores e áreas de saúde. Além das áreas prioritárias, o Fies valoriza os cursos com melhores índices de qualidade em avaliações do MEC.

As inscrições serão abertas amanhã (7), às 12h, no site do programa na internet. As inscrições poderão ser feitas até o dia 10. Para participar é preciso ter tirado pelo menos 450 pontos na média das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não ter zerado a redação.

Mudanças

O novo teto de financiamento faz parte de um pacote mais amplo de mudanças no programa que serão anunciadas em março. No final do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) divulgou auditoria que mostra que o programa não é sustentável no modelo que vem funcionado. Atualmente, o governo mantém em crédito cerca de 1,9 milhão de contratos, cobrando juros mais baixos do que os praticados no mercado.

Isso custa, segundo o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto de Almeida, R$ 8 bilhões em subsídio. O programa também teria apresentado um crescimento, passando de 200 mil estudantes financiados em 2010 para 1,9 milhão em 2015. O custo saltou de cerca de R$ 1 bilhão anual para R$ 20 bilhões. Somado a isso, a inadimplência, que teria sido calculada em 10% para a sustentabilidade do programa, chega a 40% em alguns casos. “O problema é que o programa foi mal desenhado e teve uma expansão muito rápida”, diz Almeida.

As mudanças no programa vem sendo feitas desde 2015. Entre as novas regras, que serão anunciadas em março e ainda não valerão para este primeiro processo seletivo de 2017, deverá estar a divulgação de relatórios mais frequentes e mais ferramentas de transparência. Os estudantes terão acesso, por exemplo, à média salarial de um profissional formado na região em que pleiteia uma vaga para avaliar se vale a pena ingressar no curso e se terá condições de quitar o financiamento após a formatura. Além disso, haverá um planejamento bienal ou trienal da abertura de novos financiamentos.

A nota mínima exigida no Enem de 450 pontos para que o estudantes possa se candidatar ao programa, será mantida, afirma o MEC.

Agência Brasil

 

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Financiamento de veículos é normalizado na PB, diz Fenabrave

Car sale
Car sale

O financiamento de veículos no estado da Paraíba foi normalizado por volta das 17h30 (horário local) desta terça-feira (29), segundo o vice-presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), José Carneiro. Todas as operações do antigo Sistema Nacional de Gravames (SNG) voltaram a funcionar, como inclusões, vendas, baixas e consultas.

O superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), Agamenon Vieira, assinou portaria publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (26), suspendendo por 60 dias a Instrução Normativa que altera o sistema de registro de gravames dos veículos financiados no estado. O DOE do sábado, no entanto, só foi publicado na segunda-feira (28).

As operações estavam suspensas desde o dia 7 de novembro, quando o órgão oficializou a troca da Cetip – empresa responsável pelo sistema de financiamentos adotado no resto do país – pela Bunkertech, desligando a Paraíba do Sistema Nacional de Gravames (SNG).

No período de 60 dias previsto na portaria, de acordo com o procurador-geral do estado, Gilberto Carneiro, e o vice-presidente da Fenabrave, José Carneiro de Carvalho, o sistema implantado pela Bunkertech, o Sisgrav, passa a ser analisado, inclusive por técnicos indicados pela Febraban, para que se emita, ao final do prazo, um atestado de capacidade técnica do novo sistema.

“Vamos promover, durante 60 dias, o retorno do sistema anterior. Durante esse prazo, uma comissão de alto nível avaliará a certificação e ajuste do novo sistema. Ao final do período, o Detran emitirá um laudo, e as partes envolvidas, Detran e bancos, decidirão qual sistema usar a partir da certificação que o Detran emitir. Durante este período, com certeza, nós vamos encontrar um bom termo porque é necessário, é do interesse de todos, e, sem dúvida a Paraíba não mais voltará a sofrer esse tipo de perda, esse tipo de paralisação”, explicou José Carneiro de Carvalho.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Impasse no financiamento de veículos abala economia e coloca segmento em risco, na PB

finaciamentoO segmento de revenda de carros novos e usados aguarda com grande expectativa a resolução do impasse entre as financeiras e o Departamento de Trânsito da Paraíba (Detran), criado a partir da troca da empresa que emite registro de Gramave, na Paraíba. A venda de carros está suspensa há três semanas, provocando prejuízos incalculáveis, principalmente, aos pequenos comerciantes. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores da Paraíba (Fenabrave), o prejuízo diário gira em torno de R$ 200 mil.

O Detran-PB decidiu trocar a empresa que gera o gravame – Cetip pela Bunkertech – de forma unilateral, sem promover licitação para a escolha de uma nova empresa para realizar o serviço no Estado. A medida não foi aceita pelos bancos e, por meio da Federação dos Bancos, decidiram bloquear qualquer tipo de financiamento de carros na Paraíba

A decisão do Detran-PB repercutiu de forma negativa e pode provocar conseqüências incalculáveis para a economia da Paraíba. A perda de faturamento por um mês pode resultar num abalo sistêmico no segmento, com prejuízos tanto para as empresas, mas, principalmente, para os clientes. É de urgência vital que haja um entendimento, uma flexibilização por parte do Detran-PB para não continuar afetando a economia paraibana.

Impasse

O impasse, que é um fato único no Brasil, coloca em risco o segmento, que pode começar a perder clientes para outros Estados. “Não queremos defender A ou B, mas assegurar que voltem a financiar a aquisição de veículos no Estado”, afirmou o presidente da Fenabrave-PB, Paulo Guedes Pereira.

O segmento não pode pagar por uma coisa a qual não está nada afeto, que não tem nenhuma ingerência sobre os bancos, muito menos pela decisão do Detran-PB. O que se deseja é que haja um entendimento urgente para resolver o impasse. O segmento, em especial, os pequenos comerciantes, que também não têm nenhuma responsabilidade, nem interesse na continuação desse impasse, quer que haja normalização no mercado seja com qual empresa a atuar.

Jornal Correio da Paraíba

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br