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Pouco lembrado, estresse financeiro é uma das principais ameaças à saúde mental

Este mês acontece a campanha Setembro Amarelo, criada para promover a conscientização e prevenção do suicídio. É um período marcado pela discussão de temas ligados à saúde mental, porém um fator bastante importante nessa equação costuma ser pouco mencionado: a saúde financeira. Os problemas financeiros, comprovadamente, são grandes fontes de preocupação e até depressão. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 69% das pessoas endividadas sofrem de ansiedade. Insegurança (65%), estresse (64%), angústia (61%), desânimo (58%), sentimento de culpa (57%) e baixa autoestima (56%) também aparecem no estudo.

A pesquisa revela, ainda, que o endividamento atinge até mesmo a vida profissional e social dos entrevistados, com 25% dos pesquisados afirmando terem ficado mais desatentos e menos produtivos no ambiente de trabalho.

De acordo com a Investor Pulse, pesquisa realizada pela BlackRock, 71% dos brasileiros acreditam que sua saúde financeira afeta diretamente seu bem-estar. Além disso, quase 60% afirmam que é o dinheiro – no caso, a falta dele – o que mais causa estresse em suas vidas.

Algumas empresas já começam a se preocupar com o estresse financeiro de seus funcionários e seus impactos sobre sua produtividade e saúde mental. A fintech Magnetis, primeira gestora de investimentos digital, oferece o primeiro benefício corporativo de bem-estar e educação financeira do país, chamado Magnetis Para Empresas. O programa tem duração mínima de 12 meses e a dinâmica é muito parecida com a dos planos de saúde, em que as empresas pagam por vida. O serviço começa com palestras para a equipe, com o objetivo de despertar o interesse em educação financeira. Através de um questionário, cada colaborador identifica seu perfil e recebe recomendações para planejar melhor sua vida financeira. O programa ainda inclui uma plataforma digital de educação financeira, em que o colaborador vai aprender os ensinamentos essenciais de acordo com seu perfil financeiro, e diferentes tipos de consultoria individualizada.

Em apenas dois anos, o benefício já foi adotado por dezenas de empresas de diferentes segmentos, como Leo Madeiras, GPS Investimentos, Edools, Transunion, Arquivei, Olist, Megamamute e Monashees.

Mais informações em: empresas.magnetis.com.br/

Sobre a Magnetis

Magnetis é a primeira gestora de investimentos digital fundada no Brasil. Desde 2015, usa a tecnologia para ajudar as pessoas a investir no que importa, oferecendo a melhor rentabilidade ajustada ao perfil de cada cliente. Com algoritmos que escolhem as melhores carteiras e um time de consultores sempre à disposição, já montou mais de 230 mil planos de investimento e tem mais de R$ 300 milhões sob gestão. Foi vencedora do prêmio Fintech Awards Latam em 2017, na categoria modelo de negócios. É parceira da GPS Investimentos, subsidiária do grupo suíço Julius Baer e maior gestora independente de patrimônio de alta renda no Brasil, e da Easynvest, corretora de valores com mais de 50 anos de atuação no mercado. Saiba mais em www.magnetis.com.br

Acesse: http://magnetis.com.br/

 

 

TCE rejeita contas de duas prefeituras por déficit financeiro e ausência de licitações

O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) rejeitou, nesta quarta-feira (4), as contas das prefeituras municipais de Poço Dantas e São José de Caiana, respectivamente, dos exercícios de 2018 e 2016.

Entre as principais irregularidades que levaram à reprovação das contas de Poço Dantas e São José de Caiana, destacaram-se déficit financeiro e orçamentário, falta de procedimentos licitatórios e o não recolhimento das contribuições previdenciárias.

A Corte de Contas ainda julgou pela regularidade das contas anuais da Controladoria Geral do Estado de 2018 e da Companhia Paraibana de Gás, exercício de 2017.

Foram aprovadas as contas de Serra Grande, São Sebastião da Lagoa de Roça e Duas Estradas, relativas a 2018. Paulista, Natuba e Conde de 2017. Também as de Guarabira referentes a 2016 e São José de Espinharas de 2015.

Recursos – O Pleno deu provimento parcial ao recurso de reconsideração interposto pelo Instituto de Psicologia Clínica Educacional e Profissional – IPCEP, face decisão contrária do TCE, consubstanciada no Acórdão APL-TC-00873/18, emitido quando da apreciação das contas de 2015.

O Instituto foi credenciado pela Secretaria de Saúde como Organização Social, responsável pela gestão do Hospital de Mamanguape. Ao analisar o recurso, o relator, conselheiro Nominando Diniz, reformulou o Acórdão, apenas para retirar da decisão os pedidos de desqualificação da OS.

 

clickpb

 

 

Três meses após bloqueio do MEC, instituições federais de ensino na PB preveem colapso financeiro

Três meses após o bloqueio de aproximadamente R$ 90 milhões do orçamento por parte do Ministério da Educação (MEC), as instituições federais de ensino da Paraíba fazem previsão de colapso orçamentário a partir de outubro deste ano caso não haja um desbloqueio. Reitores e pró-reitores de UFPB, UFCG e IFPB explicam que os recursos disponíveis no orçamento após bloqueio de 30% só garantem cumprimento de contratos e custeio de despesas até setembro.

O bloqueio dos recursos foi definido pelo MEC no dia 30 de abril deste ano. Na Paraíba, o valor bloqueado pelo governo federal para suas universidades e institutos chegou em R$ 91 milhões, sendo R$ 44 milhões para o UFPB, R$ 27 milhões para UFCG e R$ 20 milhões no IFPB. A previsão em cada uma dessas instituições de ensino superior é de que o contingenciamento só permita arcar com os custos do funcionamento até setembro.

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, comentou que a recomendação feita pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) é de que as universidades federais sigam honrando com os contratos firmados até setembro, que é o prazo em que acaba o orçamento contingenciado pelo governo federal.

“Em outras universidades, em outros estados, já temos conhecimento de demissão de funcionários terceirizados ou de problemas para arcar com a despesa de energia elétrica. Na UFCG não estamos enfrentando esse tipo de problema ainda. Seguimos a orientação da Andifes e esperemos que o valores sejam desbloqueados pelo governo”, comentou.

Confira o balanço feito por cada uma das universidades e instituto federais na Paraíba após três meses de contingenciamento do MEC no orçamento das instituições.

UFPB

A reitora Margareth Diniz afirmou que o orçamento da UFPB segue contingenciado. A instituição recebeu até julho apenas 48% do crédito orçamentário. A universidade sofreu o maior bloqueio de verbas entre as instituições federais na Paraíba. Foram suprimidos R$ 44 milhões do orçamento, correspondentes aos 30% contingenciados pelo MEC.

Ainda de acordo com a reitora, a UFPB tem trabalhado para que, caso não haja liberação do restante do dinheiro previsto no orçamento em outubro, que a unidade de ensino superior esteja preparada para liberação do dinheiro bloqueado ao final do ano.

“Se o descontingenciamento só acontecer ao final do ano, se ele chegar só no final do ano todo de uma vez, a gente precisa dar andamento o mais rápido possível para normalizar a situação dos meses anteriores”, explicou.

UFCG

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, segue a mesma linha da UFPB. Segundo ele, o orçamento da UFCG garante o cumprimento de todas as despesas previstas até o mês de setembro. A partir de outubro, caso não haja desbloqueio, vai haver um colapso no funcionamento da instituição.

O orçamento da UFCG era de cerca de R$ 90 milhões, após o bloquei dos 30%, cerca de R$ 27 milhões foram suprimidos da instituição. Para recursos discricionário, a UFCG passou a contar com aproximadamente R$ 63 milhões, um montante disponível para arcar com todos os contratos firmados para 2019. Do volume de despesas da UFCG, cerca de R$ 42 milhões é apenas para pagamento de funcionários terceirizados, algo em torno de 47% do orçamento total de R$ 90 milhões.

“O bloqueio foi dia 30 de abril, já tínhamos quatro meses completos de gastos no orçamento. São 30% em cima de 8 meses e não em cima de um ano. Tínhamos 90 milhões e passamos para 63 milhões de reais. Para entendermos a dimensão, nessa situação, são R$ 63 milhões em um orçamento que R$ 42 milhões são apenas para os terceirizados”, comentou.

A UFCG segue trabalhando, assim como a UFPB, para reduzir os custos de manutenção da instituição, na esperança de que os valores sejam desbloqueados pelo governo federal. Muito embora, de acordo com Camilo Farias, apesar de toda economia, a redução de gastos ainda não garante a cobertura dos demais compromissos financeiros da universidade que estão sob risco com o bloqueio.

“Fizemos R$ 400 mil de economia em água, da mesma forma, a partir de projetos da própria universidade, uma redução no uso da energia elétrica. Atualmente, 100% dos nossos processos administrativos são eletrônicos. Mas isso tudo não é suficiente”, conclui o vice-reitor.

IFPB

No caso do IFPB, de acordo com o pró-reitor de administração e finanças do IFPB, Pablo Andrey, a instituição entrou no segundo semestre com apenas 53% do orçamento total previsto. A verba foi utilizada para para o pagamento de energia, água, serviços terceirizados bolsas e etc. Outros 20% do orçamento de investimento, que é para a aquisição de equipamentos. O IFPB sofreu um bloqueio na ordem de R$ 21 milhões.

“Considerando o contingenciamento realizado de 40% no custeio, só nos restaria receber mais 7% (recebemos 53% até agora e 40% estão bloqueados) até o final do ano. Destes 53% do orçamento de custeio recebido, já o executamos quase na totalidade. Isto é normal, pois estamos mais ou menos no meio no ano, e está proporcional ao orçamento. Todavia, a instituição está funcionando com austeridade e sem perder a sua qualidade, marca essa do IFPB”, explicou.

Assim como UFPB e UFCG, com o orçamento disponível, o instituto só teria funcionamento até o mês de setembro, quando os contratos começam a ser renovados. “O reitor viajou nesta terça-feira (30) à Brasília para a reunião com todos os reitores da rede federal de educação profissional para discutir e reivindicar o desbloqueio do orçamento”, relatou.

 Foto: Michele Mendes / TV Globo

G1

 

Municípios paraibanos podem receber R$ 125,6 milhões de apoio financeiro

As 223 prefeituras paraibanas podem receber do Governo Federal um total de R$ 125.651.850,21 por meio de um Apoio Financeiro dos Municípios (AFM). O pedido de socorro, num total de R$ 4 bilhões, para as mais de cinco mil prefeituras brasileiras, já foi protocolado junto a Presidência da República pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Por meio de ofício, a CNM solicitou ao Executivo que o repasse seja por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), nos moldes da medida emergencial feita anteriormente, sem vinculações e sem desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

A entidade está orientando os prefeitos a procurarem deputados federais e senadores para que eles pressionem o presidente Michel Temer na liberação dos recursos. Para esse aporte financeiro, a Capital João Pessoa deve receber R$ 13.745.704,47 e Campina Grande, um total de R$ 3.804.874,90.

O município de Santa Rita terá a disposição R$ 2.061.253,05, seguido por Cabedelo e Cajazeiras,  ambas com o valor de R$ 1.374.168,70. Já Guarabira, terá a disposição um pouco menos, um total de R$ 1.259.654,64. Os valores serão repassados levando por base os coeficientes do FPM.

André Gomes  do Correio da Paraíba

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Ex-diretor da Odebrecht confirma ao TSE que Temer pediu apoio financeiro às campanhas do PMDB

claudiomelloO ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho confirmou em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite desta segunda-feira, que participou de um jantar com o presidente Michel Temer, em 2014, no qual o peemedebista pediu apoio financeiro às campanhas do partido nas eleições daquele ano.

Em sua oitiva, que durou cerca de 40 minutos, o ex-executivo disse que o encontro ocorreu no Palácio do Jaburu, quando Temer concorria à reeleição como vice-presidente na chapa da persista Dilma Rousseff. Além dele e de Temer, participaram o então presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, o ministro Eliseu Padilha, entre outros peemedebistas.

Melo Filho confirmou o conteúdo da delação premiada que fez à Justiça em dezembro do ano passado, no âmbito da Operação Lava-Jato. “Eu participei de um jantar no Jaburu juntamente com Marcelo Odebrecht, Michel Temer e Eliseu Padilha, atual ministro da Casa Civil. Michel Temer solicitou, direta e pessoalmente para Marcelo, apoio financeiro para as campanhas do PMDB em 2014”, afirmou o ex-executivo na delação. Ontem, ao depor, Melo Filho reforçou que Temer usou a expressão “apoio financeiro”e que não foi definido diretamente com ele quanto seria repassado.

Na semana passada, em depoimento ao TSE, Marcelo Odebrecht disse que doou ao PMDB, após o jantar com Temer, R$ 10 milhões. Na oitiva, Marcelo chamou Temer de “um dos caciques do PMDB” e contou que a doação foi feita para atender ao seu “grupo político” e não, necessariamente, à campanha presidencial. Na campanha de 2014, o PMDB recebeu oficialmente R$ 11,3 milhões da Odebrecht e da Braskem, braço petroquímico da construtora.

Palácio do Jaburu, local onde teria ocorrido um jantar com Temer em 2014 – Divulgação / Palácio do Planalto

Assim como o depoimento de Marcelo, as declarações de Melo Filho foram recebidas com alívio pelo Palácio do Planalto. Temer esperava que Melo Filho não avançasse em informações novas sobre o jantar e sobre doações eleitorais ao PMDB, o que se confirmou no depoimento da noite de ontem.

Mais dois ex-executivos da Odebrecht prestaram depoimento ontem no processo do TSE que pede a cassação da chapa de Dilma-Temer. Primeiro, foi a a vez de Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, apontado como o líder do departamento de propina da empreiteira. Em seguida, o relator do caso, ministro Herman Benjamin, ouviu o depoimento de Alexandrino Alencar, ex-diretor da empresa que seria ligado ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.
O Globo

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Nove entre dez brasileiros atribuem a Deus sucesso financeiro

feNove entre dez brasileiros dizem que seu sucesso financeiro se deve a Deus, mostra pesquisa Datafolha.

A porcentagem supera 90% entre os religiosos, é de 70% entre os sem religião e aparece até mesmo entre os que se declaram ateus: 23% concordam com a declaração.

Quanto menor a escolaridade e menor a renda, maior a gratidão a Deus pelas conquistas terrenas.

Ainda assim, são 77% os graduados que atribuem responsabilidade divina às finanças, e 7 entre 10 entre os que têm renda mensal acima de 10 salários mínimos (R$ 8.800, pelo valor atual).

DINHEIRO DOS OUTROS

A disparidade de opinião entre os mais e menos escolarizados, ou entre os mais e menos ricos, fica ainda mais ampla quando se trata do dinheiro dos outros.

Um terço de quem fez até o ensino fundamental e 28% dos que ganham até R$ 1.760 por mês concordam com a frase “As pessoas pobres, em geral, não têm fé em Deus, e por isso não conseguem sair dessa situação”.

Em contraposição, são apenas 9% os graduados que atribuem pobreza à falta de fé, mesmo índice dos que ganham mais de R$ 8.800.

O Datafolha ouviu 2.828 brasileiros maiores de 16 anos selecionados por sorteio aleatório, em amostragem representativa da população.

Feita em 174 municípios, a pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos (nível de confiança de 95%).

RELIGIÃO E ECONOMIA

As origens da pobreza e as soluções para ela são vistas de forma diferente pelos dois principais grupos cristãos do país: católicos e evangélicos –termo que, no Brasil, designa os protestantes históricos, os pentecostais e os neopentecostais.

Há uma parcela maior (28%) de evangélicos que acham que é a falta de fé em Deus que impede os pobres de deixarem essa condição.

E enquanto a caridade é a solução mais citada pelos católicos, para os evangélicos a melhor saída para os pobres é levá-los para a igreja, segundo pesquisa do Instituto Pew com 2.000 brasileiros.

A prática, porém, é outra, mostram os dados. Os protestantes são mais ativos não apenas em arrebanhar fiéis para suas igrejas (43% deles, contra 14% dos católicos).

Eles também fazem mais caridade (63%, contra 45% dos católicos) e suas igrejas ajudam a achar emprego para seus membros (56%, contra 35% dos católicos).

NOVO CAPITALISMO

“Os evangélicos estão muito mais conectados com a experiência cotidiana”, diz o professor de antropologia da Unicamp e pesquisador do Cebrap Ronaldo de Almeida.

“Essa ligação com a vida prática gera ânimo, disposição, e isso não é pouca coisa, principalmente num momento de crise”, afirma Almeida.

Assim como o protestantismo foi capaz de apoiar o progresso financeiro e o lucro no início da modernidade, as religiões evangélicas conseguiram atualizar seus costumes e hábitos para se adaptar ao novo capitalismo mundial.

“O discurso de que os fiéis são capazes de ‘se virar’, virar patrões de si mesmos, cria um outro ‘éthos’ adequado a momentos de precariedade.”

A Igreja Universal do Reino de Deus, que reúne 8% dos evangélicos, organiza cursos de empreendedorismo e programas de geração de renda: a maioria absoluta (57%) de seus membros ganha até dois salários mínimos por mês.

A Universal é a maior representante do grupo neopentecostal, cuja teologia da prosperidade defende o sucesso material nesta vida como bênção divina, que é estimulada pelo dízimo.

Apesar de ter parcela maior de fiéis mais pobres, a Universal é a que recebe o maior valor médio mensal de seus membros, segundo a pesquisa Datafolha.

São R$ 96,5 por mês, contra R$ 70,3 da Assembleia de Deus (21% dos evangélicos) e R$ 95,8 dos batistas (segunda maior igreja evangélica, com 13% desse grupo).

Com informações da Folha de SP.

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Abismo financeiro: Treze tem 13% da receita do Campinense

bolaUm abismo separa a dupla Botafogo-PB e Campinense do rival Treze para temporada 2016. Além das competições a mais que terão para disputar no primeiro semestre, um fator primordial originado por elas, contribuem para uma disparidade gritante entre a dupla e o Alvinegro de Campina Grande. O financeiro.

Entre cotas de participações da Copa do Nordeste e Copa do Brasil e o repasse do novo formato do programa do Governo Estado “Gol de Placa”, que favorece os finalistas do Campeonato Paraibano da edição anterior com maiores repasses, é possível calcular a receita mínima que cada clube vai arrecadar na próxima temporada. O levantamento não traz as cifras obtidas com outras fontes de receita, a exemplo de patrocínio, bilheteria, sócios etc.

Com a Série C garantida no segundo semestre e um aumento superior a 40% na cota de participação da Copa do Nordeste, o Botafogo-PB detém a maior receita do Estado. A injeção é de R$ 1,7 milhão, podendo aumentar, de acordo, com o desempenho no Nordestão e na Copa do Brasil.

Não muito distante, o Campinense, que vai buscar no estadual uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro, para se manter vivo no segundo semestre, conta com R$ 1,3 milhão para os primeiros cinco meses do ano, a princípio.

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A situação mais delicada é a do Treze, que de garantia só tem o Campeonato Paraibano e terá de se reinventar para gerar novas receitas. Com apenas o estadual no calendário, o Galo vai abocanhar somente o repasse do “Gol de Placa”, que é de R$ 178 mil por ter sido o terceiro colocado na edição passada do estadual. A quantia, para se ter ideia, representa apenas 13,69% do montante de seu arquirrival, o Campinense.

Ainda sobre o “Gol de Placa”, o classificado para Série D de 2016, recebe um Plus de pouco mais de R$ 75 mil pela participação na competição nacional.

Quanto ao Campeonato Paraibano, organizado pela Federação Paraibana de Futebol, nenhuma cota de premiação ou participação entrou em pauta.

Veja a receita mínima dos três grandes para 2016:

Botafogo-PB
Copa do Nordeste: R$ 505 mil (1ª fase)
*Copa do Brasil: R$ 200 mil (1ª fase)
Série C: passagens e hospedagens pagas
*Gol de Placa: R$ 269.353,00 (Paraibano); R$ 146.275,00 (Nordestão); R$ 153.326,00 (Copa do Brasil); R$ 426.854,00 (Série C). Total: R$ 995.808,000

Total: R$ 1,7 milhão

Campinense
Copa do Nordeste: R$ 505 mil (1ª fase)
Copa do Brasil: R$ 200 mil (1ª fase)
*Gol de Placa: R$ 321.587,00 (Paraibano); R$ 146.275,00 (Nordestão); R$ 153.326,00 (Copa do Brasil). Total: R$ 621.188,00

Total: R$ 1,3 milhão

Treze
*Gol de Placa: R$ 178.000,00 (Paraibano).

Total: R$ 178 mil

*Cálculo com valores de 2015, já que as cifras de 2016 ainda não foram reveladas.

MaisPB
Maurílio Júnior

Maior São João do Mundo vai atrair 1 milhão de forrozeiros e terá impacto financeiro de R$ 160 milhões

Foto: Divulgação/Assessoria
Foto: Divulgação/Assessoria

São João é tempo de Campina Grande atrair turistas, desfrutar de ampla divulgação nacional, gerar mais empregos e renda. Como se vivesse um “segundo Natal”, o que é típico de pouquíssimas cidades do país, a “Rainha da Borborema” conquista a elevação das suas receitas pela presença de milhares de visitantes oriundos de todas as partes do Brasil e até do exterior. Só na área do Parque do Povo cerca de um milhão de forrozeiros deverão prestigiar a programação da festa durante os seus trinta dias de realização, mantendo-se uma tradição de mais de três décadas.

Em ritmo de forró, a cidade presencia, a cada ano, a lotação da rede hoteleira, ocupação das hospedagens alternativas, bares e restaurantes, além do incremento de todas as suas atividades comerciais e demais setores da sua economia. Todos – do mais humilde ambulante ao mais próspero dono de restaurante – ganham com o evento, considerado o mais importante do interior do país, gerando-se, durante a sua realização, um inegável impacto financeiro em favor da economia campinense, o qual, em 2015, já pode ser estimado em mais de R$ 160 milhões, enquanto os gastos para a montagem da estrutura giram em torno de R$ 10 milhões.

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A estimativa, levantada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sede), tem como base o que foi faturado, em média, nos últimos anos, por parte do comércio local, setor de serviços, barraqueiros instalados no Parque do Povo, agentes turísticos, artesãos, setor de transportes e muitos outros segmentos envolvidos com a realização da festa.

Por tudo isso, mais uma vez, a expectativa é de que o faturamento dos barraqueiros, quiosques, ambulantes e artesãos no Parque do Povo, durante os trinta dias de festa, supere, em 2015, a marca dos anos anteriores, apesar do quadro de crise econômica que assola todas as regiões brasileiras nos últimos meses. Em Campina, contudo, as dificuldades motivam ainda mais autoridades e empresários, pois todos compreendem a necessidade de investimentos e de muito trabalho para superar as momentâneas dificuldades econômicas.

Conforme levantamentos dos técnicos do setor de Desenvolvimento Econômico do município, a arrecadação mais uma vez será propiciada, em grande parte, pelos turistas, os quais poderão deixar na cidade uma receita estimada em mais de R$ 50 milhões. Só os gastos dos turistas nos hotéis, motéis, pousadas e casas alugadas durante o período do São João deverão superar a marca dos R$ 16 milhões, o que, por si só, comprova a consolidação do evento no calendário turístico nacional.

Os gastos dos visitantes envolvem muitos outros itens, a exemplo de alimentação, gerando-se uma receita para os campinenses da ordem de R$ 5 milhões, conforme as projeções para o setor. Dispostos a curtir todas as emoções da festa, eles também deverão gastar com eventos programados para o período do São João mais de R$ 3 milhões. Para os seus deslocamentos (seja com ônibus, moto-táxi, carro próprio e táxi) os gastos dos que visitam Campina Grande, em junho, vão ser acima dos R$ 4 milhões, levantando-se em conta os números do setor nos últimos anos.

A festa, contudo, não é apenas destinada aos turistas, mas, igualmente, para todos os forrozeiros de Campina Grande e cidades polarizadas pela “capital do trabalho e do forró”, os quais, também investem alto para o sucesso das comemorações juninas.

Estima-se em mais de R$ 50 milhões os gastos do público local com o Maior São João do Mundo, especialmente no acompanhamento da vasta programação a ser desenvolvida no Parque do Povo, o tradicional centro da festa, para muitos consagrado como “quartel general do forró”.

Vale ressaltar que a receita total a ser gerada no comércio local pela própria população da cidade é estimada em mais de R$ 60 milhões, pois os campinenses investem na confecção de indumentárias típicas dos festejos juninos, organização de quadrilhas, alimentação, decoração, adereços e outros produtos próprios a serem adquiridos por quem quer sempre causar uma boa impressão aos visitantes, firmando, cada vez mais, as suas mais importantes e significativas tradições culturais.

Distritos tem grande faturamento – O São João campinense não se limita ao Parque do Povo. Uma dinâmica programação também é realizada nas áreas distritais, a exemplos de comunidades como Galante e São José da Mata. Como nos anos anteriores, a zona rural encara com boa expectativa a festa de 2015, mesmo porque o governo municipal tem investido na melhoria das vias de acesso, infraestrutura e outras obras destinadas a estimular o fluxo turístico e a descentralização da festa.

Por isso, só para o Distrito de Galante a estimativa de faturamento dos comerciantes de Galantes durante o São João deste ano será superior a R$ 1 milhão, o que vai gerar renda para barraqueiros, quiosques e ambulantes.

 

 

Assessoria

Bendine desagrada a corpo técnico da Petrobras e mercado financeiro

O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, que assume a direção da Petrobras no lugar de Graça Foster
O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, que assume a direção da Petrobras no lugar de Graça Foster

O nome de Aldemir Bendine para a presidência da Petrobras desagradou parte do corpo técnico da companhia, que esperava um nome de peso do setor privado tanto para comandar a estatal como para a diretoria financeira –cargo a ser ocupado pelo vice-presidente de finanças do Banco do Brasil, Ivan Monteiro.

A própria Graça Foster, presidente demissionária da estatal, havia sugerido à presidente Dilma Rousseff, mais de uma vez, que a melhor saída para a crise de credibilidade da companhia a escolha para ambos os postos nomes de peso do setor privados, compondo com técnicos da Petrobras para as demais diretorias.

A tendência é que as demais diretorias sejam ocupadas, ainda que interinamente, por gerentes graduados de cada área de negócio: Exploração e Produção, Gás e Energia e Abastecimento.

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Para diretoria de Abastecimento (que controla a parte de refino, distribuição e transporte de combustíveis), o mais cotado, até agora, é Rubens Silvino, gerente-executivo-corporativo da área. Na prática, ele é o número dois do diretor demissionário, José Carlos Cosenza. O executivo comandou a Liquigás, subsidiária da Petrobras para distribuição de gás de cozinha.

Bendine tampouco conta com a simpatia do mercado financeiro. “É um nome que não sinaliza o fim da forte ingerência política na companhia, que nos últimos anos tem atendido mais aos interesses do acionista controlador [a União] do que a busca por rentabilidade”, disse Marco Aurélio Barbosa, analista da CM Capital.

Segundo o especialista, a reação negativa do mercado, expressa pela queda dos papéis da empresa, sinaliza que o uso da companhia para fazer política monetária (com o controle do preço dos combustíveis para segurar a inflação) continuará e investimentos pouco rentáveis também devem seguir. “Não nos parece que ele terá autonomia necessária para melhorar os indicadores da Petrobras.”

O problema da estatal é que muitos projetos, mesmo sem o retorno adequado, foram colocados nos planos de negócio para atender “aos interesses do governo”, como os empreendimentos que integram o PAC, de acordo com Barbosa. Com o represamento dos reajustes, a estatal teve de se endividar para fazer tocar as obras.

A escolha de Bendine, dizem analistas e funcionários da estatal, sinaliza ainda uma derrota para o ministro Joaquim Levy, escalado para buscar um nome de peso no mercado financeiro.

Até o último momento, o governo tentou convencer Murilo Ferreira, da Vale, e outros executivos, como Henrique Meirelles (ex-Banco Central) e Paulo Leme (do banco Goldman Sachs Brasil) a assumir a missão. A leitura é que nomes desse porte só assumiriam com “carta branca”, o que dificilmente Dilma daria nesse momento, pressionada pela investigação Lava Jato, que apura corrupção na estatal.

Simon Plestenjak/Folhapress
O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, que assume a direção da Petrobras no lugar de Graça Foster
O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, que assume a direção da Petrobras no lugar de Graça Foster

Arrombamento à estabelecimento financeiro no centro da cidade de Solânea-PB

assaltoPor volta das 00h30min foi informado ao copom da 2ª cia, através de uma ligação feita pela vitima, IRENILDO PEREIRA DOS SANTOS onde a mesma relatava que o alarme do seu estabelecimento financeiro (correspondente bancário) na rua Celso Cirne, centro de Solanea, havia disparado. Foi deslocada uma guarnição para o local, onde após o proprietário adentrar foi constatado que o telhado e o sistema de alarme haviam sido danificados, bem como, o proprietário notou que teriam levado uma quantia em dinheiro, a qual não foi revelada.

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Compareceu no local a guarnição na VTR 5384 comandada pelo CB Miranda, que efetuou diligências na tentativa de identificar e prender os acusados, porem não obteve êxito.

Redação: Tv Web Cidade